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Pedro II

A terceira noite do Festival de Inverno foi de Pop Rock, Samba e Reggae

Foi uma noite onde a plateia cantou, dançou e se se divertiu.

18/06/2017 16:02h - Atualizado em 18/06/2017 16:39h

A décima quarta edição do Festival de Inverno de Pedro II chegou a sua terceira noite com a presença de milhares de pessoas que curtiram o melhor do Pop Rock, samba e reggae. Foi uma noite onde a plateia cantou, dançou e se se divertiu ao som desses três diferentes gêneros musicais. Na terceira noite deste grande evento piauiense a multidão interagiu com o melhor do Pop Rock da banda piauiense, Oitavo Regate, do samba através da empolgante apresentação do cantor Diogo Nogueira e do reggae do grupo Cidade Negra que de forma eletrizante balançou Pedro II, fez o maior público desta edição na Praça da Bonelle extravasar de alegria.

A primeira atração da noite foi a banda piauiense Oitavo Resgate, que tratou imediatamente de colocar o público pra agitar de forma efervescente com o melhor do rock, os artistas levaram ao palco em seu repertório além de singles internacionais, muitos sucessos nacionais que permanecem na memória do amante da boa música e, ao final da apresentação, o público vibrou muito com as músicas “O tempo não para”, do cantor Cazuza e “Que país é esse”, de Legião Urbana.

Minutos depois quem tomou conta do Palco Opala na Praça da Bonelle foi o cantor e também compositor, Diogo Nogueira, o carioca veio e mostrou a beleza do samba de raiz, fazendo o público de forma vagarosa sambar em meio a pouco espaço. Diogo saudou a todos e disse está muito feliz por estar em Pedro II e cantar para um público tão grande. “Estou muito feliz mesmo por estar aqui em Pedro II, praça cheia e esse show é pra vocês, se divirtam. Estou muito rouco, mas estou vivo e daqui não saio daqui ninguém me tira”, disse o cantor em meio a sua apresentação.

No repertório do artista, grandes sambas de outros grandes autores e alguns sucessos do jovem compositor. Muito simpático e bastante inspirado, Diogo Nogueira literalmente fez todo mundo cair no samba de forma bem delicada e respeitosa, pois a praça estava completamente lotada. Ao final do seu show, Diogo voltou a agradecer a todos pelo carinho e aos gritos do público de “mais uma”, o artista rendeu-se e atendeu prontamente aos milhares de pedidos, voltou ao palco e continuou a cantar, coroando assim a sua participação no Festival de Inverno de Pedro II.

Um dos shows mais aguardados dessa 14ª edição já se aproximava. Nos bastidores a Banda Cidade Negra já se preparava para subir ao palco e deixar a festa que já estava excelente, ainda muito melhor, com toda a energia, irreverência, o ritmo e a musicalidade de Tony Garrido e companheiros de banda. Consagrada no país pelas músicas contagiantes, os cariocas de Belfort Roxo que compões a Banda Cidade Negra não deixaram ninguém parado em um show que teve quase duas horas de duração.

Cidade Negra contagiou, dançou e interagiu com o público em vários momentos. Os grandes sucessos da banda foram tocados, entre eles o público interagiu com “Girassol”, “A estrada”, “Onde você mora”, “Pensamento” e “Doutor”. O vocalista Tony Garrido fez de tudo e mais um pouco, encenou, fez brincadeiras, homenageou o Piauí, Pedro II, o Nordeste e falou de paz e amor. “Talvez essa seja a maior pérola (coisa valiosa) da cidade, o coração que vocês têm. É por isso que queremos fazer um show a altura do que vocês oferecem. Pois, hoje é um dia de paz e de cultura. Porque reggae é a maior vibe boa e da paz. Estamos no Nordeste e cada componente dessa banda também é nordestino, nossos pais ou nossos avós, são filhos de nordestino”, declarou Toni Garrido.

Por um momento aquelas milhares de pessoas acharam que o show tinha chegada ao fim, mas Tony Garrido pediu para que o público escolhessem mais três músicas e lá em baixo, as pessoas gritavam vários títulos de lindas músicas e foi aí que Tony selecionou as três: “Soldado da Paz”, “Já foi” e “Nada mudou”, canção que encerrou a noite com muita paz e tranquilidade. O show acabou mais o público permaneceu na praça e o comentário era um só, o sucesso do evento com a delicadeza de cada artista que a todo o momento interagiu com o público.





Por: Eudes Martins

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