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Notícias Tecnologia

22 de fevereiro de 2017

20 de fevereiro de 2017

10 de fevereiro de 2017

Piripiri lidera ranking de conexões na rede de internet do governo em janeiro

Dados do monitoramento da ATI revela que em janeiro foram registradas 229.865 conexões na rede de internet.

A rede de internet livre do Governo do Piauí registrou 229.865 conexões durante o mês de janeiro, segundo monitoramento realizado pela equipe técnica da Agência de Tecnologia da Informação do Piauí – ATI. O destaque vai para o município de Piripiri, onde o serviço foi inaugurado recentemente pelo governador Wellington Dias, mais precisamente em dezembro, tendo em janeiro alcançado 53.486 conexões em quatro espaços públicos onde os pontos de wifi estão instalados, beneficiando a população.

Tal qual Teresina, Piripiri possui uma praça chamada Praça da Bandeira, é lá onde o estudante Adécio Filho, de 23 anos e morador do bairro Fonte dos Matos, costuma usar o sinal da rede do governo. “Olha, é muito bom porque a gente tem acesso à internet pra estudar, usar o facebook, o whatsapp, eu gostei muito dessa atitude do governo”, disse o jovem ao avaliar o wifi livre.

O taxista Mauro Andrade é mais um piripiriense usando o serviço. “O sinal [da internet] tá bom, melhorou demais e é uma coisa que beneficiou muita gente, a população de Piripiri tá beneficiada”, falou.

Para o diretor-geral da Agência de Tecnologia, Avelyno Medeiros, o total de conexões em Piripiri foi uma grande surpresa. “É uma surpresa positiva, mais de 53 mil conexões em Piripiri que foi a última cidade contemplada com o projeto piloto de internet livre, então ficamos felizes com mais esse município do interior que chega para fazer parte do projeto e já com uma grande quantidade de pessoas utilizando”, conta.

Medeiros frisa serviços eletrônicos do Governo do Piauí que podem poupar o tempo dos piauienses quando acessados via web. “É importante destacarmos o uso dos serviços públicos através da internet, a gente sabe que as pessoas a usam para entretenimento, para redes sociais, para notícias, mas também temos uma grande quantidade de serviços eletrônicos que o governo fornece atualmente, então a internet é uma forma de as pessoas poderem utilizar esses serviços, evitando deslocamentos ou que peguem fila em um órgão, isso dá uma comodidade e gera economia para cada cidadão que faz uso disso”, comenta.

O diretor cita como exemplo o Boletim Eletrônico. “Agora no carnaval isso ganha importância maior também, os piauienses que precisarem fazer algum boletim eletrônico de alguma ocorrência, de perda de documento, por exemplo, poderão utilizar esse serviço do governo do estado que estará de plantão para melhor atender durante o período do carnaval”, conclui.

Piauí Conectado

O Piauí Conectado é um projeto de rede de dados do Governo do Piauí, desenvolvido pela Agência de Tecnologia da Informação, que vai modernizar o estado e suas unidades administrativas dotando-o com uma rede de fibra ótica e demais tecnologias que vai passar inicialmente por 98 municípios contemplando a população. O projeto vai possibilitar que diversas ações como a telemedicina, internet livre, universalização do ensino  à distância, telessegurança, entre outras, sejam implementadas, impactando sócio e economicamente no desenvolvimento do Piauí.

31 de janeiro de 2017

iPhone 7 traz novas cores, telão e já tem preço mais baixo

No Brasil, é possível encontrar a versão mais simples, com tela de 4,7 polegadas, pelo preço de R$ 3.499. Já o modelo 7 Plus custa a partir de R$ 4.099

O iPhone 7 é o atual smartphone top de linha da Apple, anunciado em setembro de 2016. Com ficha técnica poderosa e novidades no design, o celular é um dos mais cobiçados pelos brasileiros, sejam antigos fãs da marca ou iniciantes no universo da maçã. No Brasil, é possível encontrar a versão mais simples, com tela de 4,7 polegadas, pelo preço de R$ 3.499. Já o modelo 7 Plus, com display de 5,5", custa a partir de R$ 4.099.

Quer saber se o preço salgado compensa? Nos parágrafos abaixo, iremos explicar em detalhes as especificações do iPhone 7 e do iPhone 7 Plus para que você decida se vale a pena investir no celular da Apple.

Especificações do iPhone 7

Primeiro de tudo, a ficha técnica! Na tabela a seguir você encontra os detalhes mais importantes do iPhone 7 e do iPhone 7 Plus. A maior parte dos recursos é igual em ambos os modelos, mas vale ficar de olho também nas diferenças. Em seguida, explicamos o que quer dizer alguns dos campos das especificações do celular da Apple.

Tamanho de tela e resolução

O iPhone 7 é o que tem a tela menor, com 4,7 polegadas e resolução Retina HD. Em números, temos 1334 x 750 pixels, totalizando uma densidade de 326 pixels por polegada. Vale lembrar que essa medida diz respeito ao número de pontos luminosos em cada polegada. Quanto mais, melhor. Ao mesmo tempo, especialistas dizem que telas com ppi acima de 300 já possuem excelente qualidade.

Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo

O painel utilizado é um LCD IPS retroiluminado por LED. Na prática, temos um display com cores mais próximas à realidade, com um amplo campo de visão – ou seja, o usuário consegue enxergar bem as imagens em diversos ângulos.

O iPhone 7 Plus tem tela de 5,5 polegadas. A resolução também aumenta, chegando a Full HD (1920 x 1080 pixels), totalizando 401 ppi. O painel usado também é um LCD IPS retroiluminado por LED.

Além disso, ambos contam com revestimento resistente a marcas de dedo e oleosidade. Em comparação com o seu principal rival, o Galaxy S7, vemos que a tela do iPhone 7 Plus é maior, mas com menor resolução. O S7 possui tela de 5,1 polegadas com resolução de 2560 x 1440 pixes, totalizando uma densidade de 577 ppi. A partir desses dados, o S7 deve entregar imagens mais definidas.

Câmera

A câmera traseira do iPhone 7 tem sensor com 12 MP de resolução, assim como o iPhone 7 Plus. A diferença é que a versão com tela maior tem câmera traseira dupla, uma com lente grande-angular e abertura de lente f/1.8, e a outra com lente teleobjetiva com abertura f/2.8. Isso possibilita que o iPhone 7 Plus tenha um zoom óptico de 2x e um zoom digital de 10x, bem maior do que a maioria dos celulares possibilita.

Os smartphones contam ainda com os seguintes recursos de câmera: estabilização óptica de imagem, lente de seis elementos, flash true tone de quatro LEDs, função Panorama de até 63 MP, lente coberta com cristal safira, sensor de retroiluminação, filtro IV híbrido, foco automático com tecnologia Focus Pixels, Live Photos (as fotos animadas agora são compatíveis com o Instagram, no formato de vídeos do tipo Boomerang) com estabilização, captura de fotos com ampla tonalidade de cores, detecção de rosto e corpo, controle de exposição, redução de ruído, HDR automático em fotos, modo contínuo, timer e fotos com geolocalização.

Para selfies, os celulares têm 7 MP, abertura f/2.2 e flash frontal, que usa a própria tela para iluminar o rosto do usuário. Além disso, a câmera frontal grava vídeos em Full HD (1080p) e tem os recursos de HDR automático, sensor de retroiluminação, detecção de rosto e corpo, estabilização automática de imagem, modo contínuo, controle de exposição e timer.

Armazenamento

O iPhone 7 e o 7 Plus têm as mesmas opções de capacidade de armazenamento: 32 GB, 128 GB e 256 GB. A Apple resolveu descartar os modelos com 16 GB e 64 GB. Porém, o usuário deverá levar em conta que o próprio sistema operacional também ocupa uma fatia desse espaço.

O iOS 10 ocupa, em média, de 4 GB a 5 GB. Desta forma, um iPhone 7 de 32 GB teria “apenas” 28 GB livres para o usuários armazenar o que ele quiser. Vale lembrar que iPhones não têm memória expansível via cartão microSD.

Um detalhe importante: o iPhone 7 na cor preto brilhante (apelidado de Jet Black) é vendido com memória interna de 128 GB ou 256 GB. Sim, foi uma maneira que a Apple arrumou de ganhar mais dinheiro dos consumidores interessados no novo acabamento do celular.

Outro detalhe importante: existem na internet diversos relatos de consumidores – inclusive no Brasil – cujos iPhones novos começaram a descascar com o passar do tempo. A própria Apple já avisou que a pintura pode passar por uma deterioração. É algo para ficar de olho. Um caso é muito bem-vindo caso o smartphone comece a perder a coloração.

Bateria

A Apple não informa a amperagem da bateria, mas sites especializados já fizeram o cálculo. O iPhone 7, por exemplo, tem capacidade de 1.960 mAh. Segundo a fabricante, o resultado é uma autonomia de até duas horas a mais, se comparado com o iPhone 6S.

Em nossos testes, feitos em novembro de 2016, o iPhone 7 aguentou cerca de 17 horas quando utilizado moderadamente, apenas verificando redes sociais e aplicativos leves.

Bateria do iPhone 7 dura até 2 horas a mais do que iPhone 6S (Foto: Thássius Veloso/TechTudo) (Foto: Bateria do iPhone 7 dura até 2 horas a mais do que iPhone 6S (Foto: Thássius Veloso/TechTudo))

Bateria do iPhone 7 dura até 2 horas a mais do que iPhone 6S (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)

O iPhone 7 Plus, por sua vez, tem uma bateria de 2.900 mAh, o que representa uma hora a mais de autonomia em relação ao iPhone 6S Plus. Segundo a Apple, o celular resiste até 13 horas de uso da rede móvel (3G/4G), 14 horas de reprodução de vídeos e 60 horas de reprodução de músicas.

Sistema operacional: iOS 10

O iOS 10 é a versão mais recente do sistema operacional móvel da Apple, utilizado não só nos iPhones, mas também em iPads e iPods Touch. Ele trouxe diversas novidades aos usuários da maça, como menus para usar com o 3D Touch, um app remodelado para o iMessage e uma tela de bloqueio cheia de widgets. Veja, nesta lista, funções úteis e pouco conhecidas do iOS 10.

Cores

A Apple oferece cinco opções de cores para os compradores dos iPhones 7 e 7 Plus. São elas: ouro rosa, dourado, prateado, matte e Jet Black. A diferença entre os dois tons de preto é que o primeiro é mais fosco, enquanto o segundo é brilhante (e por isso mesmo, fica cheio de marcas de dedo).

Preços

Comprando diretamente no site da Apple, o iPhone 7 de 32 GB sai por R$ 3.499,00. Pagando à vista, o valor cai para R$ 3.149,10, visto que há 10% de desconto nessa modalidade de compra. Porém, é possível encontrá-lo por um preço mais baixo. Este mesmo modelo de iPhone 7 pode ser comprado por R$ 3.079 em algumas lojas virtuais.

O iPhone 7 Plus de 128 GB custa, na loja online da Apple, R$ 4.499. À vista, ele sai por R$ 4.049,10. No entanto, este modelo está custando, em algumas lojas virtuais, o preço de R$ 3.959,12. Vale lembrar também que ainda é possível obter mais desconto em pagamentos à vista ou ao usar cupons promocionais.

15 de dezembro de 2016

#PokemonGO foi o termo mais buscado pelos brasileiros no Google em 2016

Empresa liberou página com as tendências que marcaram o ano no buscador no Brasil e no Mundo. Confira.

Chegou aquele momento do ano que olhamos para os últimos 12 meses e refletimos sobre as tendências que definiram 2016 nas buscas do Google. De momentos marcantes como as Olimpíadas a horas de tristeza, procurando saber o que é o amor ou então um crush, esse ano que passou nos afetou de diferentes formas. Apesar de todos os altos e baixos, o que as pessoas buscaram nos mostrou como encaramos o mundo à nossa volta.

Separamos alguns dos tópicos que foram mais buscados pelos brasileiros em 2016 e que chamaram nossa atenção, surpreenderam e também confirmaram o que já sabemos: o melhor do Brasil é o brasileiro.

Pokemon GO: em 2016 tivemos que pegar. Os monstrinhos de bolso de Pokemon foram febre no Brasil e no mundo, dando o primeiro lugar entre os termos mais pesquisados no país em 2016 ao game.

#ForçaChape: a queda do avião da Chapecoense chocou o país e atraiu a atenção de todos. Mesmo a poucos dias do acidente, o termo Chapecoense foi o quarto mais buscado durante o ano.

Amoeba: elas possuem várias cores, são divertidas e como fazê-las aparenta ser um grande mistério. A Amoeba é o líder entre as pesquisas “Como fazer” entre os brasileiros.

O feijão: os brasileiros se perguntaram “porque ele ficou tão caro” e os memes surgiram, dando um destaque curioso ao nosso feijão de cada dia.

Esses são só alguns dos destaques de 2016 dos termos mais buscados no Google. Neste ano pesquisamos sobre ícones como David Bowie, Prince e Elke Maravilha, vimos o sucesso das cantoras sertanejas como Marília Mendonça e Maiara & Maraisa e procuramos informações sobre o Enem, Sisu e a tabela do Brasileirão. Veja todos os termos para o Brasil e também para o mundo em google.com.br/2016.

12 de novembro de 2016

Facebook declara morte de usuários vivos; Zuckerberg também 'morreu'

Site exibiu avisos em perfis dando a entender que usuários haviam morrido. Facebook afirmou que 'este foi um erro terrível, que já reparamos'.

O Facebook declarou acidentalmente deu como mortos vários usuários que continuam vivos. Até o fundador e presidente-executivo da rede social, Mark Zuckerberg, recebeu uma homenagem póstuma em seu perfil.

Após vários usuários relatarem no Twitter que se depararam com avisos sobre suas mortes ao acessarem seus perfis no Facebook, a empresa reconheceu nesta sexta-feira (11) que cometeu um "erro terrível".

"Por um breve período hoje, uma mensagem destinada a perfis de falecidos foi publicada equivocadamente em outras contas", disse um porta-voz do Facebook à agência France Presse. A rede social assinalou que "este foi um erro terrível, que já reparamos".


Notificação no perfil de Mark Zuckerbeg declarava o cofundador e presidente-executivo da rede social como morto (Foto: Reprodução/Facebook)

O aviso personalizado com o nome do suposto morto dizia o seguinte em inglês: "Nós esperamos que aqueles que o amam possam encontrar conforto nos conteúdos que outros compartilham para lembrar e celebrar sua vida".

Segundo relatos da mídia especializada, cerca de dois milhões de homenagens póstumas foram publicadas em perfis. O Facebook pediu desculpas e informou que agiu o mais rápido possível para corrigir o problema.

Não foi rápido o suficiente para evitar que as piadas surgissem. "Maldição. Deveria ter usado o Facebook Live para mostrar como era meu Facebook Dead", disse o editor da Search Engine Land, Danny Sullivan, no Twitter.

08 de novembro de 2016

Para o Facebook, usuários norte-americanos valem 12 vezes mais que brasileiros

Balanço referente ao terceiro trimestre mostra quanto os usuários da rede social geraram de receita para a empresa, em média.

Se você mora no Brasil, é bem possível que você valha 15,48 reais para o Facebook, de acordo com a atual taxa de câmbio. Esse valor é um pouco maior que o de um Big Mac, o sanduíche mais conhecido da rede McDonald’s, que custa hoje em torno de 13,50 reais.

Americanos e canadenses são os usuários mais rentáveis para o Facebook, segundo o balanço mais recente da companhia (Arte/VEJA.com)

O “valor” do usuário para a rede social em diferentes partes do mundo apareceu no balanço da empresa referente ao terceiro trimestre. Segundo os demonstrativos financeiros da companhia, os brasileiros, que entram no grupo “resto do mundo”, geraram receita média de 4,84 dólares no período.

De acordo com o Facebook, os usuários mais rentáveis para a rede social são americanos e canadenses. Em média, contas desses países geraram receita de 62,60 reais. Em um distante segundo lugar estão os europeus, com receita média gerada de 18,88 dólares. Usuários da região Ásia-Pacífico renderam 7,56 dólares, em média.

O relatório da companhia sobre receitas geradas por usuário faz apenas essas quatro subdivisões. Não é possível saber com precisão – ao menos a partir das as informações exibidas no balanço – quanto os usuários brasileiros do Facebook renderam para a empresa isoladamente.

04 de novembro de 2016

iPhones 7 e 7 Plus serão vendidos no Brasil a partir de R$ 3.499

Submarino e Americanas já colocaram os aparelhos em pré-venda. O site da Apple no Brasil ainda não disponibilizou os preços sugeridos.

Os iPhones 7 e 7 Plus chegam ao Brasil no dia 11 de novembro com preços que vão de R$ 3.499 (modelo 7 com 32 GB) a R$ 4.899 (7 Plus com 256 GB). A informação foi divulgada nesta sexta-feira (4) nos sites de compras Submarino e Americanas, que já colocaram os aparelhos em pré-venda. No pagamento à vista, o iPhone sai por R$ 3.149,10.

O site brasileiro da Apple, no entanto, ainda não disponibilizou os preços sugeridos da linha nova do iPhone, mas normalmente não costuma ser muito diferente.

O valor do iPhone 7 mais barato é R$ 500 mais baixo que o preço mínimo do iPhone 6S quando ele chegou ao Brasil, em novembro do ano passado --na época, seu preço inicial era de R$ 3.999 para o modelo com 16 GB de armazenamento. Já o preço máximo era de R$ 4.899 para o modelo 6S Plus com 128 GB -- atualmente o mesmo preço do 7 Plus com o dobro de armazenamento, com 256 GB.

Segundo os sites, todos os preços são:

  • iPhone 7 32 GB: R$ 3.499
  • iPhone 7 128 GB: R$ 3.899
  • iPhone 7 256 GB: R$ 4.299
  • iPhone 7 Plus 32 GB: R$ 4.099
  • iPhone 7 Plus 128 GB: R$ 4.499
  • iPhone 7 Plus 256 GB: R$ 4.899

Os  iPhones 7 e 7 Plus --com telas de 4,7 polegadas e 5,5 polegadas, respectivamente --  ganharam melhorias nas câmeras, processador mais rápido, além de resistência a água e uma reformulação no botão home. A versão maior vem ainda com duas câmeras traseiras. Mas os dois modelos perderam a entrada de fone de ouvido. 

Descontos de até R$ 1.200 nos modelos antigos

Com o lançamento dos novos iPhones 7 e 7 Plus, os modelos de 2015 ficaram até R$ 1.200 mais baratos no Brasil.

Os iPhones 6s e 6s Plus com 16 GB foram lançados em 2015 por R$ 3.999 e R$ 4.299, respectivamente. Mas, logo que os novos aparelhos foram anunciados, o site da Apple do Brasil reajustou os valores para R$ 2.999 e R$ 3.599.

Para os modelos de 128 GB, os preços caíram de R$ 4.599 para R$ 3.399, iPhone 6s, e de R$ 4.899 para R$ 3.999, iPhone 6s Plus. O modelo de 64 GB também deixará de ser vendido pela fabricante.

28 de outubro de 2016

Apple lança novo Macbook com barra de ferramentas touch

Outros programas, como o Microsoft Office e alguns de edição de vídeo e de som também serão contemplados pela novidade.

omo já era esperado, a Apple lançou na quinta-feira, dia 27, durante evento nos Estados Unidos, a sua mais nova atualização do Macbook Pro, seu computador profissional. Além de ter um design bonito e limpo, ser mais fino e leve que os modelos anteriores, ter um hardware excelente e um novo display, os laptops, apresentados nos tamanhos de 13 e 15 polegadas, têm como principal novidade uma barra interativa com tecnologia touch. 

Na barra chamada Status Bar, cuja função já havia sido em parte "vazada" na última quarta-feira (26), aparecem ferramentas que são acessadas pelo toque e que mudam conforme o aplicativo que estiver sendo usado pelo dono do computador no momento.

Foto: Reprodução

Foi mostrado no evento que, por exemplo, as tabelas de cores do Photoshop podem ser analisadas e um tom específico delas, escolhido na própria barra e que será possível atender a uma videochamada do Skype pela Status Bar. Outros programas, como o Microsoft Office e alguns de edição de vídeo e de som também serão contemplados pela novidade. Além disso, a Apple TV também ganhou destaque no evento. Nele, foi dito que já existem 1,6 mil aplicativos que podem ser usados pelo equipamento e foi anunciado que outros apps, como o do jogo Minecraft, estarão disponíveis no futuro. 

A Apple TV também será muito mais interativa e integrada a outras plataformas, como o Twitter, e aos demais equipamentos da companhia do CEO Tim Cook. Com essas novidade, a Apple TV conseguirá integrar e sincronizar os conteúdos que estiverem sendo consumidos em iPhones e iPads do usuário.

27 de outubro de 2016

Cinco formas de ler mensagens no WhatsApp sem aparecer o ‘check’ azul

Não é todo mundo que quer ser "dedurado" pelo risquinho azul, que mostra quando alguém leu uma mensagem no aplicativo

A confirmação de leitura do WhatsApp foi lançada em 2014 e ainda hoje causa inconvenientes entre os usuários do mensageiro. Não é todo mundo que quer ser "dedurado" pelo risquinho azul, que mostra quando alguém leu uma mensagem no aplicativo.

Porém, há várias maneiras de impedir que seus contatos saibam que você visualizou determinado conteúdo. Além do método oficial, que também priva o usuário de saber quem leu as suas mensagens, o TechTudo listou outras quatro formas de ficar “invisível” no WhatsApp. As dicas funcionam tanto no Android quanto no iPhone (iOS).

1) Desative a confirmação de leitura

A forma oficial de eliminar o "check" azul das mensagens visualizadas é desativando a confirmação de leitura, mecanismo disponível no iOS e no Android. Em ambos, basta que o usuário acesse as configurações do WhatsApp, entre no menu “Conta”, vá até privacidade e desmarque a caixa de confirmação de leitura.

Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo

Você pode acompanhar o passo a passo com imagens para cada sistema nos tutoriais do TechTudo para Android e para iOS. É importante lembrar que, ao fazer isso, você também deixará de saber quem visualizou suas mensagens.

2) Ative o Modo Avião

Uma forma de “burlar” a confirmação de leitura e visualizar mensagens escondido é ativando o Modo Avião. Isso porque o recurso desativa todas as conexões com a Internet ao mesmo tempo, fazendo com que seu WhatsApp fique “desligado”. Neste tutorial é ensinado como ativar o modo no Android, iPhone e Windows Phone.

3) Desligue o Wi-Fi e redes móveis

A ideia é a mesma da ativação do Modo Avião: uma vez que a conexão com a internet está interrompida, o WhatsApp está offline. A diferença é que no modo de voo a conexão com Bluetooth e NFC também é cortada, algo que não é necessário para o propósito do "check" azul.

Assim, se você estiver usando alguma dessas tecnologias e receber uma mensagem nova, basta desativar o Wi-Fi e as redes móveis para então abrir o app e ler o conteúdo.

No Android, abra a barra de notificações e, em seguida, toque sobre o ícone de Wi-Fi para desativá-lo. Depois, entre na rede celular e desligue os dados móveis.

Caso você tenha um iPhone, entre em “Ajustes”, selecione “Celular” e mude a chave “Dados Celulares” para a posição desativada para cessar as redes 3G e 4G. O procedimento é o mesmo no Wi-Fi, que também fica na central “Ajustes”.

4) Adicione um widget na tela principal

Se você não quer ficar sem internet, uma boa saída é adicionar um widget do WhatsApp. Ele mostrará as mensagens recebidas em uma área logo na tela inicial do dispositivo, fazendo com que você não precise abrir o mensageiro – e, consequentemente, não apareça o check azul. O procedimento pode ser feito no Android e no iPhone, desde que rodando o iOS 10.

Para adicionar um Widget do WhatsApp no sistema do Google, dê um toque longo na tela inicial, selecione a opção “Widgets” e localize o mensageiro. No celular da Apple, a ferramenta é acessível deslizando a tela inicial ou de bloqueio para a direita, conforme explica este tutorial.

Em ambos os casos é preciso selecionar o widget 4 x 2 para conseguir ler as mensagens. O recurso funciona para textos e emojis. Imagens, vídeos e mensagens de voz não são suportados pelo widget.

5) Leia da barra de notificações

O WhatsApp exibe as mensagens novas através da barra de notificação, tanto no iOS quanto no Android. Assim como no widget, o recurso possibilita ler conteúdos sem abrir o aplicativo, impedindo que seu remetente saiba que você visualizou a mensagem. Nos dois sistemas, tudo o que é preciso é tocar na notificação e deslizar o dedo para baixo para exibir o que foi recebido.

11 de outubro de 2016

Samsung suspende venda e paralisa produção do Galaxy Note 7

Sul-coreana pede a usuários que desliguem o aparelho, que pode explodir. Em recall, Samsung deu smartphones defeituosos a usuários.

A Samsung confirmou nesta terça-feira (11) o fiasco do Galaxy Note 7 ao pedir que parceiros interrompam a venda do aparelho, recomendar aos usuários que desliguem o aparelho por conta do risco de explosão e confirmar que deixou de produzir o celular.

 gigante sul-coreana tenta agora limitar que o escândalo das baterias explosivas repercuta negativamente para sua imagem. Esse é um dos maiores reveses comerciais da empresa, em um momento de concorrência exacerbada.

A decisão até foi elogiada pela Agência Americana de Segurança do Consumidor. Mas nem isso foi capaz de cessar uma forte queda de 8% das ações da Samsung na Bolsa de Seul.


Um Note 7 aparentemente reparado pegou fogo em um avião da companhia Southwest na quarta-feira (Foto: Brian Green/BBC)

Com a decisão, a Samsung comprova a derrocada do Galaxy Note 7, lançado com grande expectativa em agosto, com a esperança de pressionar a Apple.

Após alguns phablets pegarem fogo com a explosão da bateria no momento de recarregar o aparelho, a Samsung se viu forçada a chamar um recall em escala mundial de 2,5 milhões de unidades do Note 7 em 2 de setembro.

As imagens de telefones completamente queimados, que circularam nas redes sociais por todo o planeta nas últimas semanas, representaram uma contradição para uma empresa que afirma ser inovadora e prezar pela qualidade.

Gestão de crise
A gestão da crise feita pela Samsung também foi muito criticada. Somente nesta terça-feira, o grupo reconheceu de forma implícita, pela primeira vez, que os aparelhos dados a usuários para substituir os primeiros exemplares vendidos também tinham problemas.

"Na primeira vez, é possível pensar em um erro. Mas se você repete duas vezes o mesmo erro no mesmo modelo, isto gera uma considerável perda de confiança dos consumidores", afirma Greg Roh, da HMC Investment Securities.

"O motivo dos consumidores decidirem pela Apple ou Samsung é a confiabilidade do produto. Nesta situação, o dano em termos de imagem será inevitável e a Samsung terá que trabalhar muito para inverter a tendência", completa.

A empresa sul-coreana justificou a decisão pela necessidade de uma "profunda investigação" dos incidentes. "A segurança dos consumidores é nossa prioridade. A Samsung pede a todos os operadores e varejistas que parem de vender e trocar o Galaxy Note 7, enquanto realiza a investigação", afirma o grupo em um comunicado mais claro que o de segunda-feira (10), quando a empresa destacou apenas um "ajuste dos volumes de produção" do aparelho.


Celular Galaxy Note 7 é visto em loja em Seul, na Coreia do Sul (Foto: Reuters/Kim Hong-Ji)

A Samsung orienta todos os donos de um modelo original do Galaxy Note 7 ou de um aparelho substituído que "apaguem e parem de utilizar o phablet".

A decisão da Samsung foi elogiada por Elliot Kaye, presidente da Agência Americana de Segurança do Consumidor (CPSC). A Autoridade de Aviação Civil dos EUA (FAA) pediu a passageiros donos o Note 7 que não o utilizem ou o recarreguem durante voos. Também solicita que o aparelho não seja guardado na bagagem.

Fiasco de US$ 10 bilhões
No domingo, AT&T e T-Mobile interromperam as vendas dos Galaxy Note 7, à espera de investigações adicionais. Linda Sui, especialista em telefonia móvel na Strategy Analytics, calcula que o caso pode custar a Samsung "US$ 10 bilhões ou mais".

O fracasso do Note 7 é ainda mais inquietante por acontecer em um momento crítico para o grupo, que enfrenta uma transição complicada de gerações em sua direção. Na semana passada, o fundo americano Elliott Management jogou mais lenha na fogueira ao propor a divisão do grupo em duas empresas independentes.

10 de outubro de 2016

Samsung está abalada por crise provocada por baterias explosivas

O primeiro fabricante mundial de smartphones passa por tempos difíceis desde que em 2 de setembro, semanas depois do lançamento antecipado do Galaxy Note 7

A crise segue rondando a empresa de telefones celulares Samsung Electronics, que anunciou nesta segunda-feira (10/10) um "ajuste de volumes de produção" de seu telefone Galaxy Note 7, convocado a um recall devido a riscos de explosão. O primeiro fabricante mundial de smartphones passa por tempos difíceis desde que em 2 de setembro, semanas depois do lançamento antecipado do Galaxy Note 7, suspendeu as ventas deste "phablet" (híbrido de smartphone e tablet) e convocou a um recall 2,5 milhões de unidades vendidas em dez países após a descoberta de que, em alguns casos, as baterias defeituosas poderiam explodir.
A operação parecia avançar corretamente até que novos incidentes foram detectados em aparelhos Galaxy Note 7 que já haviam sido substituídos. No domingo, o gigante americano de telecomunicações AT&T e seu concorrente alemão T-Mobile anunciaram que interrompiam as operações com os Galaxy Note 7 à espera de investigações adicionais. O AT&T é o terceiro maior cliente da Samsung, e o T-Mobile o quarto.
sso fez com que a ação da Samsung chegasse a perder nesta segunda-feira até 4% na bolsa de Seul, embora tenha terminado a sessão com um retrocesso de 1,52%. Além disso, segundo a agência Yonhap, que cita como fonte o responsável de um fornecedor do gigante sul-coreano, a Samsung teria suspendido temporariamente a produção do Galaxy Note 7.

Esta decisão foi adotada em coordenação com as autoridades de proteção do consumidor da Coreia do Sul, Estados Unidos e China, indicou a fonte, que pediu o anonimato, à agência Yonhap. Mas a Samsung tentava na tarde desta segunda-feira esclarecer a situação.


A humilhação suprema

"Estamos tentando ajustar os volumes de produção para melhorar o controle de qualidade e permitir investigações mais profundas após as crescentes explosões do Galaxy Note 7", indicou o grupo em um comunicado. As imagens de telefones carbonizados inundaram as redes sociais de todo o mundo nas últimas semanas, uma humilhação suprema para um grupo que se vangloria de ser o campeão da inovação e da qualidade.

E os incidentes reiterados em aparelhos já substituídos agravaram ainda mais a situação da Samsung. A crise ocorre num momento que não podia ser pior. Após os anos excepcionais de 2012-2013, a Samsung começou a sofrer com a concorrência da americana Apple e dos grupos chineses. E o grupo sul-coreano contava com este modelo para sustentar seu crescimento até o fim do ano, em um mercado cada vez mais competitivo.

Os analistas consideram que o custo desta convocação a um recall oscila entre 1 e 2 bilhões de dólares. "É novamente algo muito grave", declarou S.R. Kwon, analista da Dongbu Securities. "Podem chegar a retirar o Note 7 do mercado. O mais inquietante é que as coisas não parariam por aí". "Isso vai danificar a imagem de marca da Samsung e penalizará as vendas de outros smartphones Galaxy", previu.

22 de setembro de 2016

Google lança o Allo, um WhatsApp com inteligência artificial

O aplicativo de mensagens possui um assistente virtual dentro de cada conversação

O maior dos gigantes tecnológicos da nossa era tinha uma pendência para resolver. O Google já foi consagrado como gênio da lâmpada das pesquisas, como o proprietário da maior plataforma de vídeos online, o YouTube, e como a bússola e o mapa presentes na maioria dos celulares. Também oferece um bem-sucedido sistema de correio eletrônico, o Gmail, um dos tradutores mais utilizados, o Translate, uma ferramenta de gestão de documentos e um amplo espaço de armazenamento de dados, o Drive. Além disso, arriscou-se em uma rede social fracassada, o Google +, e em um novíssimo aplicativo de vídeo-chamadas, o Duo. Depois de invadir os grandes espaços do usuário da Internet, só lhe faltava um serviço: o de mensagens pelo celular. Uma lacuna que está preenchida a partir desta quarta-feira com o lançamento do Allo, um WhatsApp dotado de inteligência artificial.

O aplicativo foi apresentado como sendo o WhatsApp do futuro, por sua complexidade, inteligência e possibilidades. Foi lançado mundialmente de forma gratuita para Android e para iOS, embora, no caso deste último, o sistema operacional tem de ser em sua versão 9.1. Até agora, algumas de suas principais funções só estão disponíveis em inglês, mas a empresa afirma que outros idiomas serão incorporados progressivamente e que, no caso do espanhol, isso ocorrerá “rapidamente, em curto prazo”.

Para usar o Allo, não é preciso ter uma conta ativa no sistema do Google, bastando cadastrar um número de telefone. Isso e um nome são as únicas informações necessárias para começar a usar o aplicativo.

Uma vez dentro dele, logo aparece a primeira conversa, que é com um robô. Trata-se de um chat com o Google Assistant, um novo assistente virtual, que lembra o Siri (Apple). Você é uma moça? “Sou um conjunto”, responde o robô, com as palavras acompanhadas de uma carinha sorridente. A incorporação desse tipo de inteligência pode significar um risco em relação á segurança da informação enviada, mas os técnicos de Mountain View criaram os chamados chats de incógnitos, em que a informação é transmitida de forma criptografada de uma ponta à outra, como no WhatsApp, ou seja, não ficando registrada em nenhum ponto do servidor.

A revolução do assistente do Allo

Esse assistente é a grande revolução trazida pelo Allo. Não apenas por seus recursos, mas porque ele significa a introdução da inteligência artificial dentro de um aplicativo cujo uso tende a ser diário. Assim que se entra no chat, o robô já propõe um menu de 11 opções com todas as tarefas que ele pode cumprir para você: reservar passagens ou restaurantes, fornecer informação sobre o tempo, indicar encontros, recados ou alarmes, fazer uma seleção de notícias, apresentar resultados de jogos, propor games, poemas ou vídeos, contar piadas, traduzir textos ou apresentar respostas para qualquer pergunta que o usuário queira fazer. Essas funções, por sua vez, se subdividem em várias outras, constituindo um leque de possibilidades muito amplo.

O ponto forte do aplicativo é que ele incorpora o gigantesco motor de buscas que é o Google. Assim como o YouTube e o Google Maps. São todos os serviços da empresa de Mountain View reunidos em um só. Isso tudo com a cesso a partir de um único botão: o amarelo do Allo.

O assistente é rápido, levando um ou dois segundos para dar uma resposta (um pouco mais se a pergunta for feita oralmente). O usuário pode falar ou escrever, embora o robô só responda por escrito. Ele contém repostas já prontas, mas também vai incorporando outras conforme a utilização. Assim, se o usuário usa um determinado tipo de expressões, o assistente as utilizará dali em diante.