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Notícias Tecnologia

03 de abril de 2017

Android passa Windows e se torna o sistema operacional mais usado do mundo

É a primeira vez desde que foi lançado que software da Microsoft deixa o topo, aponta StatCounter.

O Android, do Google, passou o Windows e se tornou o sistema operacional mais usado do mundo em março de 2017, informou a StatCounter em relatório divulgado nesta segunda-feira (3). É a primeira vez desde que foi lançado na década de 1980 que o topo não é ocupado pelo software da Microsoft.

O levantamento da firma de análise considera computadores, notebooks, tablets e smartphones. O Android estava em 37,93% dos aparelhos, enquanto o Windows equipava 37,91% deles.

“Esse é um marco histórico na história da tecnologia e o fim de uma era”, comentou, em nota, Aodhan Cullen, presidente-executivo da StatCounter.


Android Nougat é o nome do novo sistema operacional do Google. (Foto: Divulgação/Google)

“Marca o fim da liderança da Microsoft em todo o mundo do mercado de sistemas operacionais que já dura desde de os anos 1980. Também representa uma maior ruptura par ao Android, que tinha apenas 2,4% do uso de internet no mundo há cinco anos.” A título de comparação, em março de 2012, o Windows era o sistema operacional de quatro a cada cinco dispositivos analisados.

A dança das cadeiras ocorre devido ao avanço do smartphone, que se tornou o aparelho conectado mais usado para acessar a internet. Tanto é que o Windows ainda é o sistema operacional de 84% dos computadores e notebooks.

A predileção dos asiáticos pelo Android também ajudou. Na Ásia, o sistema do Google está em 52,2% dos aparelhos, enquanto a fatia do Windows é de 29,2%. Na América do Norte e Europa, no entanto, o principal serviço da Microsoft ainda é o mais usado. Na região formada por Estados Unidos, Canadá e México, a presença do iOS, da Apple, ainda é maior que a do Android.

16 de março de 2017

WhatsApp corrige falha que permitia invadir conta com uma única foto

Aplicativo não checava se conteúdos recebidos continham códigos maliciosos ou não.

O WhatsApp e Telegram corrigiram falhas em seus populares aplicativos de mensagens após pesquisadores de segurança mostrarem que podiam tomar o controle das contas dos usuários por meio de uma imagem.

Pesquisadores da Check Point Software Technologies descobriram problemas com a forma como os dois aplicativos processavam alguns tipos de arquivos: os apps não verificavam se havia ou não algum código ativo que pode ser malicioso.

A Check Point publicou vídeos demonstrando os ataques. Assista ao ataque ao WhatsApp e ao golpe ao Telegram.

As falhas em apps de bate-papo são menos comuns do que em softwares para computadores. Os serviços móveis são frequentemente usados ​​por causa de sua criptografia pesada, que tem sido criticada por algumas autoridades.

Os pesquisadores conseguiram enviar arquivos com código malicioso para as versões baseadas na web dos dois apps ao fazê-los parecer algo diferente, como uma imagem. No caso do WhatsApp, uma vez aberto pelo destinatário, o código permitiu aos pesquisadores entrar no armazenamento local do usuário e, em seguida, acessar a conta dele. A partir daí, eles poderiam ter enviado o mesmo ataque malicioso para todos os contatos dele.

A falha do Telegram foi muito mais sutil e exigiu um comportamento "muito incomum" da vítima, como clicar com o botão direito do mouse em um vídeo e abrir uma nova guia, disse o porta-voz da Check Point, Markus Ra. Não há provas de que ataques semelhantes tenham sido realmente utilizados contra os produtos de qualquer das empresas, disse ele.

"Quando a Check Point informou o problema, tratamos da questão em um dia e lançamos uma atualização do WhatsApp para a web", disse Anne Yeh, porta-voz da empresa, unidade do Facebook. "Para garantir que você está usando a versão mais recente, reinicie o navegador."

14 de março de 2017

Moto G5 está mais barato do que Moto G4 no Brasil; entenda os motivos

A ação, que vai contra a lógica de mercado, gerou dúvidas entre os consumidores a respeito do desempenho do novo smartphone

O Moto G5 chegou ao Brasil com o preço de R$ 999 – valor bem abaixo do que é cobrado pelo seu antecessor, Moto G4, que custa R$ 1.199 no site oficial da Motorola/Lenovo. A ação, que vai contra a lógica de mercado, gerou dúvidas entre os consumidores a respeito do desempenho do novo smartphone intermediário da fabricante.

Foto: Thássius Veloso/TechTudo

Para ajudar você a entender os possíveis motivos pelos quais a empresa decidiu manter o preço do Moto G4 mais caro do que seu lançamento, o TechTudo conversou com o Diretor de Produtos de Mobile Business Group da Lenovo, Renato Arradi, e reuniu detalhes sobre a ficha técnica do novo Moto G5. Veja a análise a seguir.

Fim da variante "Play"

A quinta geração do Moto G marcou também o fim da variante "Play", ao menos por enquanto. Para quem não se lembra, essa categoria contava com o Moto G4 Play, o celular com especificações mais básicas da quarta geração da família Moto G, e também o mais barato. Dessa forma, a estratégia da Motorola em 2017 foi unir dois públicos em um único produto: o Moto G5, que custa mais do que o G 4 Play e menos do que o G 4.

Quando perguntado sobre a possibilidade de o Moto G5 ter desempenho numa faixa entre estes dois modelos de 2016, Arradi explicou que são celulares diferentes que atendem a necessidades diferentes. No entanto, ao analisar a ficha técnica em alguns pontos-chave, como tela e processador, é possível notar que as especificações, assim como o preço, também ficam no meio termo entre Moto G4 e G4 Play.

Tela

A tela do Moto G5 sofreu uma redução de tamanho em relação ao Moto G4. O display do novo Moto G tem 5 polegadas, assim como o Moto G4 Play e o Moto G3, de 2015, enquanto o G4 tem 5,5". No entanto, segundo Arradi, o usuário ganha em termos de definição de imagem, já que a resolução permaneceu Full HD (1920 x 1080 pixels).

O resultado é uma tela menor – o que pode não agradar a quem gosta de assistir a filmes e séries pelo celular. Por outro lado, o G5 possui uma densidade de pixels maior do que a presente no Moto G4, o que deve proporcionar imagens mais nítidas.

Processador

O Moto G5 conta com processador Snapdragon 430 octa-core de 1,2 GHz, um chip intermediário da Qualcomm anunciado no final de 2015. O componente é superior ao Snapdragon 410 quad-core presente no Moto G4 Play, e inferior ao Snapdragon 617 octa-core de 1,5 GHz, que é oferecido no G4.

Na teoria, o chipset do Moto G5 busca o equilíbrio entre a reprodução de tarefas básicas com fluidez e o suporte a aplicativos mais pesados. Mas uma análise de seu desempenho frente ao Android 7.0 Nougat de fábrica, e em conjunto com a memória RAM de 2 GB, só é possível por meio de testes com o aparelho.

TV Digital

O Moto G5 não tem TV Digital, e esse é um dos pontos apontados pelo Diretor de Produtos da Lenovo para explicar a relevância do Moto G4 no mercado. Segundo ele, o modelo de 2016 ainda deve ser buscado por muitos consumidores, mesmo após o lançamento do Moto G de quinta geração, e continua sendo uma opção boa para os usuários. Além disso, a versão turbinada do G5, Moto G5 Plus, conta com o recurso de DTV e pode ser adquirida por R$ 1.499.

Ainda de acordo com Renato Arradi, o preço sugerido do Moto G4 não deve sofrer uma redução maior no momento. Vale ressaltar que o celular foi lançado no Brasil em 2016 por R$ 1.299, mas é possível encontrá-lo em lojas online por cerca de R$ 1 mil. Já o Moto G4 Play está à venda no site oficial da Motorola por R$ 769, além de também estar disponível em sites de ofertas por aproximadamente R$ 720.

12 de março de 2017

Disputa eleitoral entre Trump e Hillary Clinton vai virar minissérie da HBO

Equipe é a mesma que fez o telefilme 'Virada no jogo', em que Julianne Moore viveu Sarah Palin. Elenco e data de estreia ainda não estou definidos.

A HBO anunciou na quinta-feira (9) que planeja uma minissérie sobre a eleição presidencial de 2016, um de vários projetos do tipo sendo debatidos em Hollywood.

O canal a cabo ainda não divulgou elenco, título ou data de exibição do projeto, que está a cargo da mesma equipe que produziu o premiado telefilme "Virada no jogo", no qual Julianne Moore interpretou a candidata republicana a vice-presidente Sarah Palin na eleição de 2008.

A campanha encerrada em outubro do ano passado, na qual o republicano Donald Trump derrotou a democrata Hillary Clinton, foi uma das mais dramáticas dos últimos tempos.

A disputa eleitoral também é o tema de uma minissérie que está sendo desenvolvida por Mark Boal, roteirista do filme "A Hora Mais Escura", segundo a revista Hollywood Reporter.

Um terceiro projeto de minissérie para a TV, que irá examinar os bastidores da campanha de Trump, está sendo negociado em Hollywood, de acordo com o site Deadline.

O anúncio da HBO, que é uma unidade de Time Warner , pareceu sinalizar a primeira de várias ideias a receber o aval de uma grande rede.

A HBO disse que a produção vai se basear em um livro de publicação próxima dos jornalistas políticos Mark Halperin e John Heilemann sobre a campanha de 2016.

Jay Roach, que dirigiu "Virada no jogo", premiado com o Emmy, irá voltar à função, e Tom Hanks é um de seus produtores executivos.

Len Amato, presidente da HBO Films, disse em um comunicado que o projeto "promete capturar vividamente o evento mais incomum e impactante da política americana moderna".


Foto: Mike Segar/Reuters

10 de março de 2017

WhatsApp retoma ‘status antigo’, mas mantém imagens em versão de testes

Versão beta, apenas para Android, não está disponível na Google Play.

O WhatsApp liberou nesta quinta-feira (9) uma versão para testes que traz de volta o status antigo, que permite a usuários darem recados a seus contatos sem precisar enviar mensagens. O retorno não exclui o Status, novo recurso implantado no fim de fevereiro que permite compartilhar fotos, vídeos e GIFs que somem em 24 horas, uma função nascida no Snapchat e transposta pelo Facebook para o app.

WhatsApp Status, que imita Snapchat, chega ao Brasil (Foto: Reprodução/G1)

O recurso foi reintroduzido na versão beta 2.17.95 do bate-papo, disponível apenas para o sistema operacional Android e aos usuários que se dispõem a testar as novidades do aplicativo antes que seja liberado a todos na Google Play (veja abaixo como virar um testador).

Nessa versão, o usuário tem de seguir outro caminho para conseguir inserir um status antigo. Tem de acessar o menu principal, que fica no topo do app, à direita. A partir daí selecionar Configurações > Sua foto de perfil > About and phone number.

Há a opção de escolher um recado pronto, como “disponível”, “ocupado”, “bateria prestes a acabar” ou “só chamadas urgentes”. Mas é possível escrever um aviso original ao selecionar “Definido como”. O tamanho desse texto é limitado a 139 caracteres

Antes de o WhatsApp transformar o status em uma aba para compartilhar imagens que se autodestroem, esse recurso era usado não apenas para transmitir recados, mas também para dar indiretas.

A exclusão da possibilidade de dar cutucadas e a própria inclusão de uma ferramenta bastante similar à de outro aplicativo gerou uma onda de reclamações, críticas e piadas na internet.

Para receber as atualizações das versões beta no Android:

Vá à página do aplicativo na Google Play;

Escolha a opção "tornar-se testador";

Atualize o aplicativo sempre que uma nova versão de teste for liberada.

09 de março de 2017

Wikileaks ajudará empresas de tecnologia a evitar ciberataques da CIA

A iniciativa do Wikileaks ajudará as empresas a corrigir falhas e prevenir espionagem em seus aparelhos, a fim de "proteger as pessoas".

O Wikileaks compartilhará com empresas de tecnologia informações exclusivas sobre as armas cibernéticas da CIA (serviço secreto americano), afirmou nesta quinta-feira (9) o fundador do site, Julian Assange.

De acordo com Assange, que concedeu uma entrevista coletiva on-line, a iniciativa do Wikileaks ajudará as empresas a corrigir falhas e prevenir espionagem em seus aparelhos, a fim de "proteger as pessoas".

Depois que as firmas fizerem os reparos em seus produtos, disse ele, todas as informações em poder do Wikileaks sobre os mecanismos de espionagem serão disponibilizados para o público.

O Wikileaks vazou na terça-feira (7) cerca de 8.000 documentos feitos entre 2013 e 2015 que mostram detalhadamente armas desenvolvidas pela CIA para roubar informações de equipamentos eletrônicos no exterior e para transformar dispositivos em aparelhos de escuta.

Assange disse que o vazamento dos dados sobre vigilância é resultado de um "ato histórico de incompetência devastadora" da CIA, que manteve todos os documentos armazenados em um único lugar.

A CIA não confirmou a autenticidade dos dados vazados, mas funcionários e ex-funcionários do governo afirmaram a jornais americanos que os detalhes existentes nos arquivos indicam que eles são legítimos.

Em resposta à entrevista do fundador do Wikileaks, a porta-voz da CIA, Heather Fritz Horniak, declarou: "Julian Assange não é exatamente um bastião da verdade e integridade. Apesar dos esforços de Assange e sua laia, a CIA continua a coletar intensamente dados de inteligência em outros países para proteger a América de terroristas estrangeiros, nações hostis e outros adversários."

Segundo informou a emissora CNN nesta quarta (8), a CIA está trabalhando com o FBI (polícia federal americana) para tentar descobrir os responsáveis pelo vazamento dos documentos e se o site tem mais informações confidenciais da agência americana.

Os documentos vazados mostram que a CIA tinha vírus capazes de ativar câmeras e microfones de smartphones, transformar smart TVs em pontos de escuta e obter dados de aplicativos criptografados, como WhatsApp e Telegram, antes do envio das mensagens.

Assange vive desde 2012 na embaixada do Equador em Londres para evitar deportação para a Suécia, onde é alvo de denúncias de abuso sexual. Ele nega ter cometido crimes e diz ser alvo de perseguição.

06 de março de 2017

Redes sociais aumentam sensação de solidão, diz estudo

Pesquisa feita por psicólogos americanos aponta que usar sites como Facebook, Twitter e Snapchat por mais de duas horas dobra as chances de sentir isolado socialmente.

As redes sociais estão fazendo com que nos sintamos mais solitários, aponta um estudo realizado por psicólogos americanos.

A pesquisa, publicada no Periódico Americano de Medicina Preventiva, aponta que acessar sites como Twitter, Facebook e Snapchat por mais de duas horas por dia dobra a probabilidade de alguém se sentir isolado.

Os cientistas argumentam que a exposição a representações idealizadas da vida de outras pessoas também faz com que sintamos inveja delas.

"Não sabemos o que veio antes - o uso de redes sociais ou a sensação de isolamento social", diz a coautora do estudo Elizabeth Miller, professora de Pediatria da Universidade de Pittsburgh.

"É possível que jovens adultos que se sentiam isolados socialmente recorreram às redes sociais. Mas pode ser que o uso cada vez mais intenso de mídia social levou eles a se sentirem isolados do mundo real."


Homem digita senha no teclado de um notebook, em imagem ilustrativa (Foto: Andrew Brookes/Cultura Creative/AFP)

Interações

Quase 2 mil adultos com idades entre 19 e 32 anos foram entrevistados quanto a seu uso de redes como Twitter, Facebook, Instagram, Pinterest, Snapchat e Tumblr.

O estudo sugere que quanto mais tempo uma pessoa fica online, menos tempo ela tem para interações no mundo real.

A navegação pelas redes sociais também pode despertar sentimentos de exclusão - inveja, por exemplo -, como quando se vê fotos de amigos se divertindo em eventos para os quais não se foi convidado.

"É importante estudar isso, porque há uma epidemia de problemas mentais e de isolamento social entre jovens adultos", afirma Brian Primack, da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh.

"Somos criaturas sociais, mas a vida moderna tende a nos isolar em vez de nos aproximar. Apesar das redes sociais aparentemente criarem oportunidades de socialização, o estudo aponta que elas não têm o efeito que esperamos."

04 de março de 2017

Robô, realidade virtual e vídeo ao vivo vão crescer em mídias digitai

Relatório da Dentsu Aegis, um dos maiores grupos publicitários no mundo, mostra caminho da inovação no marketing digital; veja a lista de tendências.

Sabe aqueles robozinhos virtuais que as empresas lançam com respostas pré-programadas para te atender? Você deve ver cada vez mais deles no SAC das empresas. E com funções mais sofisticadas - eles podem ter senso de humor e até vender algo pra você. Os robôs virtuais, ou "bots", como são chamados no mundo da tecnologia, são apontados como uma das grandes frentes de inovação no marketing digital para 2017 em um relatório do grupo Dentsu.

A análise é do Media Futures Labs, uma área criada dentro da Dentsu Aegis Network, um grupo publicitário presente em 145 países. Essa divisão ajuda as agências de publicidade e seus clientes a explorar o potencial de novas plataformas digitais, como ferramentas do Google, Facebook e Snapchat.

Além dos robôs virtuais, outras tecnologias devem entrar no radar das marcas este ano, segundo o relatório. Na lista estão transmissões ao vivo, ferramentas de realidade aumentada e TVs corporativas.

"Esse relatório dá um cardápio de possibilidades para a estratégia de marketing das empresas se renovar e se reinventar", diz Pedro Thompson, diretor do Media Futures na Dentsu Brasil. Segundo ele, essas tendências devem se tornar cada vez mais frequentes na relação com o consumidor, mas sua aplicação será usada primeiro em empresas mais abertas à inovação.

Para ele, a crise econômica no Brasil pode atrasar o desenvolvimento das tecnologias no país."As marcas precisam sair da zona de conforto e inovar. A crise pode atrapalhar um pouco. Nesse contexto, muitas marcas querem retorno garantido, tem medo de arriscar e ficam só no arroz com feijão."

Veja 5 tendências para marketing digital em 2017:

1 - Realidade aumentada e virtual

  O fenômeno Pokemon Go chamou a atenção para a tecnologia de realidade aumentada no ano passado. O Cannes Lions, o principal festival de publicidade, recebeu pela primeira vez campanhas feitas com tecnologia de realidade aumentada.

O jornal The New York Times venceu dois grandes prêmios em Cannes com um documentário que contava a história de três crianças refugiadas usando realidade virtual.

Segundo o relatório da Dentsu, o uso de realidade aumentada deve crescer e trazer soluções que coloquem a tecnologia ao alcance de todos. "A realidade virtual pode ser usada além da diversão. Podemos explorar a maneira como as pessoas compram, vivem e trabalham", diz o relatório.

Um exemplo disso é o site chinês Alibaba, que criou um dispositivo que permite que seus consumidores naveguem em uma réplica virtual na Macy's de Nova York.

Jovens jogam Pokémon Go em Nova York (Foto: REUTERS/Mark Kauzlarich/File Photo)

2 - Robô virtual

Os chamados "bots" são uma das principais frentes de inovação das marcas nas áreas de marketing e atendimento ao consumidor. A Starbucks é uma das pioneiras na tecnologia - a empresa tem um perfil no Facebook para o Pumpkin Spice Latte, um dos sabores mais tradicionais do seu cardápio, que dá respostas automáticas para os clientes em um bate-papo no Facebook Messenger. A Starbucks lançou no fim de janeiro outro bot que entende comandos de voz e faz pedidos para o consumidor.

Starbucks apresenta robô que recebe pedido de café

"É uma tendência porque reduz o tempo do atendimento no call center. E hoje existe uma busca das marcas de estabelecer um diálogo com o consumidor. O robô da marca vai ser um amigo da lista de contatos", disse Thompson. Segundo ele, esses robôs devem ganhar ambientes em que o consumidor já está, como Twitter ou Facebook.

No ano passado, a Domino's Pizza lançou um serviço que permite que o cliente peça sua pizza por meio do Facebook Messenger.

No Brasil, a ferramenta já foi usada pelo banco Original e pela Gol. O 'bot' da Gol permite que o usuário faça o seu check-in por meio do Twitter, entre outras funcionalidades.

3 - Transmissões ao vivo

As transmissões ao vivo na internet já ganharam as redes. Durante a campanha para a presidência dos EUA, o então candidato Donald Trump recorreu o Facebook live.

Esses recursos são uma opção de baixo custo para as marcas falarem com a sua audiência, de acordo com o relatório da Dentsu. A tendência, no entanto, é que essas transmissões se profissionalizem e ganhem mais qualidade.

"Não é porque esse tipo de transmissão permite uma linguagem mais autêntica e próxima do consumidor que ela precisa ser de baixa qualidade. A marca pode e deve investir na qualidade de conteúdo, ideias, roteiros e influencers usados", diz o relatório.

4 - TV corporativa

A produção de conteúdo pelas marcas é uma tendência que veio para ficar. Mais do que fazer comerciais tradicionais, as empresas vão produzir documentários, séries, programas de entrevista, por exemplo.

A Coca-Cola, por exemplo, já lançou um canal no YouTube em diversos países. Mais do que divulgar campanhas e informações corporativas, a Coke TV traz conteúdo de esporte e entretenimento que podem interessar seu público-alvo.

A Red Bull criou uma divisão de conteúdo para abastecer seu próprio canal. A Red Bull TV ganhou notoriedade por divulgar conteúdo sobre esportes radicais.

5 - Identidade conhecida

As empresas devem investir em tecnologias que reconheçam o consumidor tanto nos meios online quanto offline. Com isso, a empresa pode automatizar soluções e oferecer uma estratégia de marketing personalizada, de acordo com o perfil do usuário.

Na sua estreia como loja física, a Amazon Go lançou um aplicativo no qual o consumidor faz um check in pelo celular e se identifica quando entra na loja. Depois disso, é só pegar o que quiser nas prateleiras, lançar no carrinho virtual e sair da loja.

Já a Unilever pagou US$ 1 bilhão para comprar a Dollar Shave Club, uma empresa de assinatura de produtos para homens, em julho do ano passado. Uma das justificativas da gigante de bens de consumo para a aquisição foi seu interesse na conexão da empresa com os consumidores e nos dados sobre seu comportamento de consumo. Com essa empresa, a Unilever terá um relatório mensal do hábito de compra individualizado de cerca de 3,5 milhões de homens.


02 de março de 2017

Yahoo diz que 32 milhões de contas foram invadidas por cookies forjados

Nova invasão pode estar relacionada a outros ataques comprometeram milhões de contas.

O Yahoo, que revelou duas grandes violações de dados no ano passado, informou que cerca de 32 milhões de contas de usuários foram invadidas nos dois últimos anos por meio de cookies forjados.

A empresa esclareceu que algumas das violações mais recentes podem estar associadas ao mesmo ato que teria sido responsável pela invasão de 2014, na qual pelo menos 500 milhões de contas foram afetadas.

"Com base na investigação, nós acreditamos que uma terceira parte não autorizada acessou o código de propriedade da empresa para aprender como forjar certos cookies", informou o Yahoo em documento.

Cookies forjados permitem que o invasor acesse a conta de um usuário sem uma senha, assim eles foram invalidados para que não sejam usados para invadir contas de usuários, completou a empresa.

Em dezembro, o Yahoo informou que dados de mais de 1 bilhão de contas ficaram comprometidos em agosto de 2013, o que seria a maior invasão na história do país.

Na quarta-feira, a empresa informou que não concederia à presidente Marissa Mayer um bônus relativo a 2016, após a descoberta do comitê independente sobre o incidente de segurança ocorrido em 2014.

No mês passado, a Verizon Communications, que está no processo de comprar os ativos principais do Yahoo, reduziu a oferta original em US$ 350 milhões, para US$ 4,48 bilhões.

28 de fevereiro de 2017

Teresina é uma das cidades mais inovadoras do Brasil, diz estudo

De acordo com o ranking elaborado pela empresa de consultoria Urban Systems, a capital piauiense é a 25ª do país que se destacou em inovação e tecnologia em 2016

Teresina é uma das cidades mais inovadoras do Brasil. De acordo com o ranking  Connected Smart Cities, elaborado pela empresa de consultoria Urban Systems, a capital piauiense é a 25ª do país que se destacou em inovação e tecnologia em 2016.

Junto com Teresina, outros 661 municípios brasileiros foram analisados através de 12 indicadores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, economia, governança e inovação. As cidades que se destacaram são consideradas bons exemplos porque investem em ganhos de inteligência pelo uso de ferramentas tecnológicas e de informação, além de investimentos em infraestrutura que melhorem a qualidade de vida da população. 

“Isso reflete o compromisso da nossa gestão em transformar Teresina em uma cidade para as pessoas, com qualidade de vida. No ano passado, investimos mais em saúde e educação, mais até do que o previsto constitucionalmente. Esses investimentos refletem na cidade, na população”, afirma o prefeito Firmino Filho. 

Na educação, por exemplo, foram aplicados mais de R$ 413 milhões com recursos próprios. Os investimentos colocaram Teresina no 1º lugar no IDEB entre as capitais do Nordeste, sendo também a 3ª melhor do país. Junto com isso, houve a universalização da Educação Infantil para crianças de 4 e 5 anos. 

Quanto à saúde, a estrutura de atendimento através das Unidades Básicas foi expandida. Em quatro anos, foram entregues 34 UBs, beneficiando tanto os moradores da zona urbana quanto da zona rural. “Teresina é uma cidade preza pela melhoria da qualidade de vida de sua população. Esses dados mostram isso. Nossa meta para os próximos anos é avançar ainda mais tanto nas áreas prioritárias, como saúde e educação, como na geração de emprego e renda, lazer e mobilidade urbana”, afirma o secretário Municipal de Planejamento, Washington Bonfim.

25 de fevereiro de 2017

Sinais analógicos no Brasil começam a ser desligados no dia 29 de março

Para quem ainda não trocou as TVs analógicas pelas digitais, a opção é comprar um Conversor Digital Set-Top e fazer a mudança

O Brasil está passando por um processo de transição do sinal analógico para o sinal digital. Em São Paulo, os sinais analógicos devem ser desligados no dia 29 de março e o Nordeste inteiro já está se preparando para o desligamento nos outros estados. A recomendação é substituir todas as TVs analógicas por digitais. No entanto, quem ainda não pode fazer essa substituição, tem também a opção de comprar um conversor o Conversor Digital Set-Top Box, que permite uma TV Analógica funcionar em sinal digital.

Segundo o diretor técnico de TV, Reginaldo Furtado, o conversor é colocado na TV Analógica e atua convertendo o sinal para digital. “Como o Brasil é muito grande e a maior parte da população vive em condições precárias, o governo está disponibilizando para famílias de baixa renda o conversor settop box, um equipamento que vai decodificar os sinais analógicos em digital. Você pode ligar na TV comum, analógica, e o sinal fica muito bom”, explica o diretor.

O equipamento deve ser conectado às televisões que não possuem um sintonizador digital, para que o sinal possa ser convertido pelo aparelho. E para receber os sinais da TV digital, o usuário deve, primeiramente, ter uma antena UHF, que recebe sinal digital. A função do Set-Top Box é a de decodificar os sinais emitidos pelas emissoras e envia-los em alta definição para os aparelhos de TV. Alguns modelos de conversor podem, ainda, ser utilizados para bloqueio de canais e reprodução de fotos em JPEG, músicas em MP3 e vídeos MPEG-2 e MPEG-4.

Reginaldo ressalta, no entanto, que a qualidade do conversor na TV analógica não é tão boa quanto a da TV Digital. “Você não vai ter a mesma qualidade, porque ele é somente uma adaptação de sinal. O conversor vai receber o sinal digital, mas não vai sair em alta definição. A tela que vai exibir não vai ter a mesma quantidade pixel que vai ter na TV Digital”, salienta.


O conversor vai receber o sinal digital, mas não garante uma imagem em alta definição (Foto: Divulgação)

O diretor explica que o Governo vai fazer uma distribuição de TV Digital para famílias de baixa renda que são beneficiadas com algum programa social do Cadastro Único do Governo Federal, como o Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida.

Analógico x Digital

De acordo com Reginaldo, as diferenças entre os sinais estão na questão do sinal digital ter uma melhor qualidade de imagem e som; além de um tempo de menor para processamento de dados. “No sinal digital, há um aproveitamento melhor da cena, porque o que antes era assistido em uma tela pequena, agora vai ser assistir em uma muito maior, então você vai ter a possibilidade de ver mais coisas em uma única tela. A qualidade de áudio e vídeo também vai melhorar. E a resolução vai pra uma resolução que sai de 720 pixels uma relação de 1920 por 1080 pixels” pontua.

24 de fevereiro de 2017

WhatsApp x Snapchat: quem leva a melhor na disputa das imagens que somem?

Recurso do app do fantasminha é mais bem acabado, mas serviço do Facebook é popular e possui mais de 1 bilhão de usuários.

Se você não gosta do recurso criado pelo Snapchat de destruir imagens compartilhadas com amigos, tem quem goste. Um dos maiores fãs é o Facebook, que já o implantou em vários de seus serviços: levou a ferramenta ao Instagram, criou um aplicativo novo só para reproduzi-la e, nesta quarta-feira (22), liberou-a no WhatsApp, app de bate-papo mais usado pelos brasileiros.

No Instagram, as imagens que somem depois de 24 horas ganharam o nome de Stories e já são usados por 150 milhões de usuários todos os dias, apenas uma fração do total de seu público de mais de 600 milhões, segundo dados divulgados pelo Facebook em janeiro. O sucesso faz a função já ter uma audiência equiparável ao total de usuários do Snapchat, de 158 milhões de pessoas.

Só que a chegada do recurso, até então um trunfo do Snapchat, ao WhatsApp e aos seus mais de 1 bilhão de usuários amplifica o alcance da ferramenta. Isso também pode virar um tiro no pé, já que outro atrativo das fotos que somem é que a espontaneidade do que é retratado. Fica difícil, no entanto, se sentir à vontade em publicar o Status de uma festa em um aplicativo usado cada vez mais para contatos profissionais.

As configurações de privacidade do Status podem ajudar a resolver esse problema, pois permitem filtrar quem poderá ou não ver conteúdos publicados como Status. O Snapchat também possui essa opção, com o adicional de também limitar a publicação apenas a amigos. Também não há no app do Facebook a possibilidade de modificar rostos.

Veja abaixo a comparação entre características do recurso de imagens que se autodestroem de WhatsApp e Snapchat:

22 de fevereiro de 2017

20 de fevereiro de 2017