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Notícias Tecnologia

27 de outubro de 2016

Cinco formas de ler mensagens no WhatsApp sem aparecer o ‘check’ azul

Não é todo mundo que quer ser "dedurado" pelo risquinho azul, que mostra quando alguém leu uma mensagem no aplicativo

A confirmação de leitura do WhatsApp foi lançada em 2014 e ainda hoje causa inconvenientes entre os usuários do mensageiro. Não é todo mundo que quer ser "dedurado" pelo risquinho azul, que mostra quando alguém leu uma mensagem no aplicativo.

Porém, há várias maneiras de impedir que seus contatos saibam que você visualizou determinado conteúdo. Além do método oficial, que também priva o usuário de saber quem leu as suas mensagens, o TechTudo listou outras quatro formas de ficar “invisível” no WhatsApp. As dicas funcionam tanto no Android quanto no iPhone (iOS).

1) Desative a confirmação de leitura

A forma oficial de eliminar o "check" azul das mensagens visualizadas é desativando a confirmação de leitura, mecanismo disponível no iOS e no Android. Em ambos, basta que o usuário acesse as configurações do WhatsApp, entre no menu “Conta”, vá até privacidade e desmarque a caixa de confirmação de leitura.

Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo

Você pode acompanhar o passo a passo com imagens para cada sistema nos tutoriais do TechTudo para Android e para iOS. É importante lembrar que, ao fazer isso, você também deixará de saber quem visualizou suas mensagens.

2) Ative o Modo Avião

Uma forma de “burlar” a confirmação de leitura e visualizar mensagens escondido é ativando o Modo Avião. Isso porque o recurso desativa todas as conexões com a Internet ao mesmo tempo, fazendo com que seu WhatsApp fique “desligado”. Neste tutorial é ensinado como ativar o modo no Android, iPhone e Windows Phone.

3) Desligue o Wi-Fi e redes móveis

A ideia é a mesma da ativação do Modo Avião: uma vez que a conexão com a internet está interrompida, o WhatsApp está offline. A diferença é que no modo de voo a conexão com Bluetooth e NFC também é cortada, algo que não é necessário para o propósito do "check" azul.

Assim, se você estiver usando alguma dessas tecnologias e receber uma mensagem nova, basta desativar o Wi-Fi e as redes móveis para então abrir o app e ler o conteúdo.

No Android, abra a barra de notificações e, em seguida, toque sobre o ícone de Wi-Fi para desativá-lo. Depois, entre na rede celular e desligue os dados móveis.

Caso você tenha um iPhone, entre em “Ajustes”, selecione “Celular” e mude a chave “Dados Celulares” para a posição desativada para cessar as redes 3G e 4G. O procedimento é o mesmo no Wi-Fi, que também fica na central “Ajustes”.

4) Adicione um widget na tela principal

Se você não quer ficar sem internet, uma boa saída é adicionar um widget do WhatsApp. Ele mostrará as mensagens recebidas em uma área logo na tela inicial do dispositivo, fazendo com que você não precise abrir o mensageiro – e, consequentemente, não apareça o check azul. O procedimento pode ser feito no Android e no iPhone, desde que rodando o iOS 10.

Para adicionar um Widget do WhatsApp no sistema do Google, dê um toque longo na tela inicial, selecione a opção “Widgets” e localize o mensageiro. No celular da Apple, a ferramenta é acessível deslizando a tela inicial ou de bloqueio para a direita, conforme explica este tutorial.

Em ambos os casos é preciso selecionar o widget 4 x 2 para conseguir ler as mensagens. O recurso funciona para textos e emojis. Imagens, vídeos e mensagens de voz não são suportados pelo widget.

5) Leia da barra de notificações

O WhatsApp exibe as mensagens novas através da barra de notificação, tanto no iOS quanto no Android. Assim como no widget, o recurso possibilita ler conteúdos sem abrir o aplicativo, impedindo que seu remetente saiba que você visualizou a mensagem. Nos dois sistemas, tudo o que é preciso é tocar na notificação e deslizar o dedo para baixo para exibir o que foi recebido.

11 de outubro de 2016

Samsung suspende venda e paralisa produção do Galaxy Note 7

Sul-coreana pede a usuários que desliguem o aparelho, que pode explodir. Em recall, Samsung deu smartphones defeituosos a usuários.

A Samsung confirmou nesta terça-feira (11) o fiasco do Galaxy Note 7 ao pedir que parceiros interrompam a venda do aparelho, recomendar aos usuários que desliguem o aparelho por conta do risco de explosão e confirmar que deixou de produzir o celular.

 gigante sul-coreana tenta agora limitar que o escândalo das baterias explosivas repercuta negativamente para sua imagem. Esse é um dos maiores reveses comerciais da empresa, em um momento de concorrência exacerbada.

A decisão até foi elogiada pela Agência Americana de Segurança do Consumidor. Mas nem isso foi capaz de cessar uma forte queda de 8% das ações da Samsung na Bolsa de Seul.


Um Note 7 aparentemente reparado pegou fogo em um avião da companhia Southwest na quarta-feira (Foto: Brian Green/BBC)

Com a decisão, a Samsung comprova a derrocada do Galaxy Note 7, lançado com grande expectativa em agosto, com a esperança de pressionar a Apple.

Após alguns phablets pegarem fogo com a explosão da bateria no momento de recarregar o aparelho, a Samsung se viu forçada a chamar um recall em escala mundial de 2,5 milhões de unidades do Note 7 em 2 de setembro.

As imagens de telefones completamente queimados, que circularam nas redes sociais por todo o planeta nas últimas semanas, representaram uma contradição para uma empresa que afirma ser inovadora e prezar pela qualidade.

Gestão de crise
A gestão da crise feita pela Samsung também foi muito criticada. Somente nesta terça-feira, o grupo reconheceu de forma implícita, pela primeira vez, que os aparelhos dados a usuários para substituir os primeiros exemplares vendidos também tinham problemas.

"Na primeira vez, é possível pensar em um erro. Mas se você repete duas vezes o mesmo erro no mesmo modelo, isto gera uma considerável perda de confiança dos consumidores", afirma Greg Roh, da HMC Investment Securities.

"O motivo dos consumidores decidirem pela Apple ou Samsung é a confiabilidade do produto. Nesta situação, o dano em termos de imagem será inevitável e a Samsung terá que trabalhar muito para inverter a tendência", completa.

A empresa sul-coreana justificou a decisão pela necessidade de uma "profunda investigação" dos incidentes. "A segurança dos consumidores é nossa prioridade. A Samsung pede a todos os operadores e varejistas que parem de vender e trocar o Galaxy Note 7, enquanto realiza a investigação", afirma o grupo em um comunicado mais claro que o de segunda-feira (10), quando a empresa destacou apenas um "ajuste dos volumes de produção" do aparelho.


Celular Galaxy Note 7 é visto em loja em Seul, na Coreia do Sul (Foto: Reuters/Kim Hong-Ji)

A Samsung orienta todos os donos de um modelo original do Galaxy Note 7 ou de um aparelho substituído que "apaguem e parem de utilizar o phablet".

A decisão da Samsung foi elogiada por Elliot Kaye, presidente da Agência Americana de Segurança do Consumidor (CPSC). A Autoridade de Aviação Civil dos EUA (FAA) pediu a passageiros donos o Note 7 que não o utilizem ou o recarreguem durante voos. Também solicita que o aparelho não seja guardado na bagagem.

Fiasco de US$ 10 bilhões
No domingo, AT&T e T-Mobile interromperam as vendas dos Galaxy Note 7, à espera de investigações adicionais. Linda Sui, especialista em telefonia móvel na Strategy Analytics, calcula que o caso pode custar a Samsung "US$ 10 bilhões ou mais".

O fracasso do Note 7 é ainda mais inquietante por acontecer em um momento crítico para o grupo, que enfrenta uma transição complicada de gerações em sua direção. Na semana passada, o fundo americano Elliott Management jogou mais lenha na fogueira ao propor a divisão do grupo em duas empresas independentes.

10 de outubro de 2016

Samsung está abalada por crise provocada por baterias explosivas

O primeiro fabricante mundial de smartphones passa por tempos difíceis desde que em 2 de setembro, semanas depois do lançamento antecipado do Galaxy Note 7

A crise segue rondando a empresa de telefones celulares Samsung Electronics, que anunciou nesta segunda-feira (10/10) um "ajuste de volumes de produção" de seu telefone Galaxy Note 7, convocado a um recall devido a riscos de explosão. O primeiro fabricante mundial de smartphones passa por tempos difíceis desde que em 2 de setembro, semanas depois do lançamento antecipado do Galaxy Note 7, suspendeu as ventas deste "phablet" (híbrido de smartphone e tablet) e convocou a um recall 2,5 milhões de unidades vendidas em dez países após a descoberta de que, em alguns casos, as baterias defeituosas poderiam explodir.
A operação parecia avançar corretamente até que novos incidentes foram detectados em aparelhos Galaxy Note 7 que já haviam sido substituídos. No domingo, o gigante americano de telecomunicações AT&T e seu concorrente alemão T-Mobile anunciaram que interrompiam as operações com os Galaxy Note 7 à espera de investigações adicionais. O AT&T é o terceiro maior cliente da Samsung, e o T-Mobile o quarto.
sso fez com que a ação da Samsung chegasse a perder nesta segunda-feira até 4% na bolsa de Seul, embora tenha terminado a sessão com um retrocesso de 1,52%. Além disso, segundo a agência Yonhap, que cita como fonte o responsável de um fornecedor do gigante sul-coreano, a Samsung teria suspendido temporariamente a produção do Galaxy Note 7.

Esta decisão foi adotada em coordenação com as autoridades de proteção do consumidor da Coreia do Sul, Estados Unidos e China, indicou a fonte, que pediu o anonimato, à agência Yonhap. Mas a Samsung tentava na tarde desta segunda-feira esclarecer a situação.


A humilhação suprema

"Estamos tentando ajustar os volumes de produção para melhorar o controle de qualidade e permitir investigações mais profundas após as crescentes explosões do Galaxy Note 7", indicou o grupo em um comunicado. As imagens de telefones carbonizados inundaram as redes sociais de todo o mundo nas últimas semanas, uma humilhação suprema para um grupo que se vangloria de ser o campeão da inovação e da qualidade.

E os incidentes reiterados em aparelhos já substituídos agravaram ainda mais a situação da Samsung. A crise ocorre num momento que não podia ser pior. Após os anos excepcionais de 2012-2013, a Samsung começou a sofrer com a concorrência da americana Apple e dos grupos chineses. E o grupo sul-coreano contava com este modelo para sustentar seu crescimento até o fim do ano, em um mercado cada vez mais competitivo.

Os analistas consideram que o custo desta convocação a um recall oscila entre 1 e 2 bilhões de dólares. "É novamente algo muito grave", declarou S.R. Kwon, analista da Dongbu Securities. "Podem chegar a retirar o Note 7 do mercado. O mais inquietante é que as coisas não parariam por aí". "Isso vai danificar a imagem de marca da Samsung e penalizará as vendas de outros smartphones Galaxy", previu.

22 de setembro de 2016

Google lança o Allo, um WhatsApp com inteligência artificial

O aplicativo de mensagens possui um assistente virtual dentro de cada conversação

O maior dos gigantes tecnológicos da nossa era tinha uma pendência para resolver. O Google já foi consagrado como gênio da lâmpada das pesquisas, como o proprietário da maior plataforma de vídeos online, o YouTube, e como a bússola e o mapa presentes na maioria dos celulares. Também oferece um bem-sucedido sistema de correio eletrônico, o Gmail, um dos tradutores mais utilizados, o Translate, uma ferramenta de gestão de documentos e um amplo espaço de armazenamento de dados, o Drive. Além disso, arriscou-se em uma rede social fracassada, o Google +, e em um novíssimo aplicativo de vídeo-chamadas, o Duo. Depois de invadir os grandes espaços do usuário da Internet, só lhe faltava um serviço: o de mensagens pelo celular. Uma lacuna que está preenchida a partir desta quarta-feira com o lançamento do Allo, um WhatsApp dotado de inteligência artificial.

O aplicativo foi apresentado como sendo o WhatsApp do futuro, por sua complexidade, inteligência e possibilidades. Foi lançado mundialmente de forma gratuita para Android e para iOS, embora, no caso deste último, o sistema operacional tem de ser em sua versão 9.1. Até agora, algumas de suas principais funções só estão disponíveis em inglês, mas a empresa afirma que outros idiomas serão incorporados progressivamente e que, no caso do espanhol, isso ocorrerá “rapidamente, em curto prazo”.

Para usar o Allo, não é preciso ter uma conta ativa no sistema do Google, bastando cadastrar um número de telefone. Isso e um nome são as únicas informações necessárias para começar a usar o aplicativo.

Uma vez dentro dele, logo aparece a primeira conversa, que é com um robô. Trata-se de um chat com o Google Assistant, um novo assistente virtual, que lembra o Siri (Apple). Você é uma moça? “Sou um conjunto”, responde o robô, com as palavras acompanhadas de uma carinha sorridente. A incorporação desse tipo de inteligência pode significar um risco em relação á segurança da informação enviada, mas os técnicos de Mountain View criaram os chamados chats de incógnitos, em que a informação é transmitida de forma criptografada de uma ponta à outra, como no WhatsApp, ou seja, não ficando registrada em nenhum ponto do servidor.

A revolução do assistente do Allo

Esse assistente é a grande revolução trazida pelo Allo. Não apenas por seus recursos, mas porque ele significa a introdução da inteligência artificial dentro de um aplicativo cujo uso tende a ser diário. Assim que se entra no chat, o robô já propõe um menu de 11 opções com todas as tarefas que ele pode cumprir para você: reservar passagens ou restaurantes, fornecer informação sobre o tempo, indicar encontros, recados ou alarmes, fazer uma seleção de notícias, apresentar resultados de jogos, propor games, poemas ou vídeos, contar piadas, traduzir textos ou apresentar respostas para qualquer pergunta que o usuário queira fazer. Essas funções, por sua vez, se subdividem em várias outras, constituindo um leque de possibilidades muito amplo.

O ponto forte do aplicativo é que ele incorpora o gigantesco motor de buscas que é o Google. Assim como o YouTube e o Google Maps. São todos os serviços da empresa de Mountain View reunidos em um só. Isso tudo com a cesso a partir de um único botão: o amarelo do Allo.

O assistente é rápido, levando um ou dois segundos para dar uma resposta (um pouco mais se a pergunta for feita oralmente). O usuário pode falar ou escrever, embora o robô só responda por escrito. Ele contém repostas já prontas, mas também vai incorporando outras conforme a utilização. Assim, se o usuário usa um determinado tipo de expressões, o assistente as utilizará dali em diante.

06 de setembro de 2016

Mercado E-commerce traz curso de mídias sociais para Teresina

Curso se estende para todos os profissionais de todos os ramos e acontece no dia 10 de setembro. As inscrições estão abertas.

No próximo sábado (10), Teresina irá receber o Curso de Mídias Sociais, promovido pela Mercado E-commerce, instituição reconhecida como uma das melhores escolas de marketing digital do Brasil, com sede em Belo Horizonte. O curso tem carga horária de 12 horas, sendo 10 presenciais e duas online, e será ministrado pelo consultor de marketing Breno Koscky, que é formado em Publicidade e Propaganda, Pós-Graduado em Marketing Digital e professor de E-commerce no curso de MBA em Gestão Empreendedora de Marketing Digital, no B.I. Internacional.

A Mercado E-commerce já passou por 13 capitais brasileiras realizando o Curso de Mídias Sociais e chega a Teresina com a proposta de levar conhecimento digital para os profissionais tanto da comunicação e do marketing, como também de outras áreas. O idealizador e professor do projeto explica: “Nosso público são pessoas do mercado que querem adquirir o conhecimento para divulgar seus produtos pelo Facebook, Instagram, Twitter, Linkedin. Nós acreditamos que qualquer pessoa precisa ter entendimento sobre o marketing para compreender melhor seu próprio negócio e alavancar as vendas”.


Curso será ministrado pelo professor e marqueteiro Breno Koscky (Foto: Divulgação)

Para tanto, no Curso serão abordados temas como o planejamento e criação passo a passo de uma conta nas mídias sociais, gerenciamento de conteúdo na rede, marketing e venda de produtos no ambiente digital, interpretação de dados gerais e métrica. Breno Koscky destaca a relevância do curso: “a maioria dos comerciantes não têm conhecimento teórico, não sabem acompanhar e entender as ferramentas necessárias para o monitoramento do alcance de seu produto, de sua postagem. O curso vai lhes ensinar a ter ferramentas práticas suficientes para poder trabalhar em cima disso e aumentar o reconhecimento da marca dentro de seu mercado”.

O Curso de Mídias Sociais em Teresina será realizado no Gran Hotel Arrey das 08h às 18h de sábado (10). As inscrições só podem ser feitas online no site da Mercado E-Commerce, através do endereço http://www.mercadoecommerce.com.br/curso-midias-sociais-em-teresina . O valor da inscrição é R$ 399.00 à vista ou em cinco vezes de R$ 79,80. A inscrição dá direito ao curso presencial de 10h, curso online de 2h, apostila impressa, planilhas.

05 de setembro de 2016

Câmeras da sonda espacial Rosetta localizam o robô Philae em cometa

Sonda deve terminar sua missão em 30 de setembro. Desde que robô pousou no cometa, ele não havia sido localizado.

 Robô Philae foi identificado pela câmera OSIRIS, da sonda Rosetta, em imagens tiradas em 2 de setembro (Foto: ESA/Rosetta/MPS for OSIRIS Team MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA)

Robô Philae foi identificado pela câmera OSIRIS, da sonda Rosetta, em imagens tiradas em 2 de setembro (Foto: ESA/Rosetta/MPS for OSIRIS Team MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA)

Câmeras da sonda espacial Rosetta localizaram o robozinho Philae pela primeira vez desde que ele pousou no cometa 67P em novembro de 2014, informou nesta segunda-feira a Agência Espacial Europeia (ESA).

"Menos de um mês antes do fim da missão, a câmera de alta resolução da Rosetta revelou o local em que Philae pousou, uma cratera escura do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko", informou a agência em um comunicado.

No fim de julho, a agência  anunciou que a sonda Rosetta havia cortado a comunicação com o robô Philae. Nenhum sinal havia sido recebido pela Rosetta do Philae desde julho do ano passado e o robô tem sido considerado em estado de "eterna hibernação".

Missão termina em setembro

A sonda terminará sua missão no dia 30 de setembro pousando sobre o cometa ao término de 12 anos de uma viagem espacial que permitiu avanços no conhecimento destes corpos celestes, segundo anunciou a agência no fim de junho.

12/11 - Imagem feita pela sonda Rosetta mostra o módulo espacial Philae seguindo em direção ao cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko (Foto: ESA/Rosetta/Philae/CIVA/Reuters)

Imagem feita pela sonda Rosetta mostra o módulo espacial Philae seguindo em direção ao cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko (Foto: ESA/Rosetta/Philae/CIVA/Reuters)

A Rosetta pousará no cometa onde já se encontra seu robô Philae, inativo desde o ano passado por falta de energia.

Após 12 anos de viagem interplanetária, incluindo os dois últimos no entorno imediato do cometa, acompanhado por ela em seu périplo ao redor do Sol, a Rosetta tentará concluir "de maneira magistral sua missão", indicou a ESA.

O cometa atualmente está se afastando do Sol e seguirá nesta rota até alcançar 850 milhões de quilômetros de distância, mas a partir dos 600 milhões de quilômetros a Rosetta perderá a capacidade de armazenar energia suficiente para operar. Por isso, a ESA decidiu concluir sua missão.

02 de setembro de 2016

Câmara aprova projeto para proibir recurso do Waze que informa blitz

Deputado autor do texto diz que o uso de aplicativos que identifiquem blitz é uma forma de cooperar com o crime de motoristas embriagados ou condutores irregulares por qualquer motivo

O projeto de lei que proíbe que aplicativos de mapas e redes sociais de alertar sobre a presença de blitz no Brasil foi aprovado por unanimidade, nesta terça-feira (30), na Câmara dos Deputados pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.

O autor do texto foi o deputado Major Fábio (DEM/PB), que diz que o uso de aplicativos que identifiquem uma blitz é uma forma de cooperar com o crime de motoristas embriagados ou condutores irregulares por qualquer motivo. “Os meios de comunicações não devem ser utilizados para a facilitação do crime”, diz o projeto de lei.

O projeto quer que esse tipo de informação seja considerado uma infração sujeita a sete pontos na carteira de motorista. A multa pode chegar a R$ 50 mil aos responsáveis pelos aplicativos e para quem fornecer informações sobre uma blitz. 

“A proposta modifica o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e amplia a infração atualmente prevista para 'a condução de veículo com dispositivo anti-radar' para incluir 'dispositivo, aplicativo ou funcionalidade que identifique a localização de radar, de autoridade competente de trânsito ou de seus agentes'”, diz o texto do PL.

Agora o projeto será encaminhado para a Comissão de Viação e Transportes (CVT) e para a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

17 de agosto de 2016

Aplicativos oficiais ajudarão eleitor a fiscalizar campanha pelo celular

Programas para denunciar irregularidades e conferir urnas são destaque. Dados sobre candidatos e locais de votação também estarão no smartphone.

Além de novas regras que limitaram o tempo e o gasto das campanhas, uma das novidades nas eleições deste ano são aplicativos para smartphones que ajudam o eleitor a escolher melhor os candidatos a prefeito e vereador na disputa municipal.

Diversas empresas já criaram versões com base em dados públicos. A maioria dessas informações, porém, estarão disponibilizadas em nove aplicativos oficiais da Justiça Eleitoral (veja ao final dessa reportagem o nome e a descrição de cada um).

Eles possibilitam não só fornecer informações básicas sobre o candidato (como idade, partido, profissão e grau de instrução), mas também seus gastos de campanha e processos que enfrenta na área eleitoral. Outros disponibilizam instruções sobre a própria votação.

As maiores novidades, contudo, segundo o secretário de Tecnologia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Giuseppe Janino, são o "Pardal", pelo qual o eleitor poderá denunciar gastos exorbitantes ou outras proibições da campanha; e também o "Boletim na Mão", pelo qual poderá conferir no sistema de contagem os votos da urna em que votou, por exemplo.

"O conjunto dessas aplicações primeiro informa melhor o cidadão. Segundo, auxilia a orientar o eleitor, como no caso do aplicativo que informa o local de votação. Em terceiro, inclui o eleitor como um auditor, na moralização do processo eleitoral, na questão das propagandas, nos gastos e também nos resultados apresentados nas seções eleitorais", resume Janino.
O Pardal será oficialmente lançado nesta quinta-feira (18) para os celulares que usam o sistema Android; a versão para iPhone (no sistema iOS) deverá estar disponível na AppStore no próximo dia 26. A maioria dos demais programas será lançada ao longo da campanha.
Confira abaixo o nome de cada um, bem como previsão de lançamento:

Candidaturas (já disponível para Android iOS)
Acessa informações básicas sobre os candidatos em todo o país: nome completo, nome na urna, número, situação da candidatura (se liberada ou contestada), cargo pleiteado, partido e coligação e link para site oficial. A prestação de contas, com declaração de receitas e despesas, também fica disponível.

JE Processos (já disponível para Android iOS)
Permite acompanhar o andamento de processos sobre o candidato, saber o juiz que relata o caso, as partes e seus advogados, bem como as decisões. O usuário pode selecionar os processos favoritos para facilitar a busca.

Agenda JE (já disponível para Android iOS)
Versão navegável do calendário eleitoral, com as datas oficiais das etapas da campanha, da organização do pleito, prazos para partidos e candidatos, além das datas de votação. Há também informações sobre os eventos que buscam a auditoria e a transparência no processo eleitoral. Um dos recursos é a possibilidade de notificação automática de todos os prazos.

Pardal (disponível a partir de 18/08 no Android e 26/08 no iOS)
Possibilita ao eleitor registrar irregularidades na campanha e enviar uma denúncia para a Justiça Eleitoral. O aviso pode incluir fotos, vídeos, áudio e a localização exata do lugar. Caberá ao Ministério Público analisar a denúncia, realizar diligências para conferir e tomar as medidas judiciais.

Mesários (disponível a partir de 26/08)
Traz instruções, orientações e seção com perguntas e respostas para complementar o  treinamento dos mesários e tornar os procedimentos facilmente acessíveis. Nessas eleições, mais de 2 milhões de cidadãos vão ajudar a Justiça na votação.

Agregador (disponível a partir de 10/09)
Reúne todos os aplicativos da Justiça Eleitoral numa única pasta. Apresenta de forma rápida ao eleitor a situação de seu título, instruções de como justificar ausência, local de votação, informações sobre a propaganda eleitoral e contatos do Disque-Eleitor. Há também notícias, vídeos e perfis oficiais da Justiça Eleitoral em mídias sociais.

Resultados (disponível a partir de 23/09)
Em sua segunda edição, o aplicativo permite acompanhar os dados da apuração em tempo real, após o fechamento das urnas. Na consulta, é possível visualizar os votos acumulados e a indicação, assim que possível matematicamente, dos candidatos eleitos ou dos que foram para o segundo turno. Permite selecionar os candidatos favoritos ou disputas favoritas.

Onde votar ou justificar (disponível a partir de 26/09)
Informa o local de votação conforme o título de eleitor, bem como endereços de postos de justificativa em todo o país.
Boletim na Mão (disponível a partir de 26/09)
Permite conferir o resultado de uma seção eleitoral por meio do QR Code emitido pela máquina no boletim de urna após a votação e afixado nos locais. Em formato quadrado, o código pode ser escaneado pela maioria dos celulares com câmera fotográfica.

11 de agosto de 2016

Professores aproveitam febre do Pokémon Go; veja mais de 20 dicas

'Estava impossível dar aula, precisei traçar estratégia', diz professora de biologia. Especialistas listam formas de trabalhar conteúdo a partir do jogo.

O jogo Pokémon Go invadiu o Brasil, e as salas de aula não passaram ilesas. Com os alunos grudados no celular na missão de caçar pokémons, professores aproveitam a febre para criar aulas e ensinar os conteúdos aproveitando a febre. (Abaixo, veja mais de 20 dicas para diferentes disciplinas)

Pokémon Go funciona na redação do G1 (Foto: Marcelo Brandt/ G1)

Pokémon Go funciona na redação do G1 (Foto: Marcelo Brandt/ G1)

Os protozoários na aula da professora de biologia Viviane Bozolan Porto ganharam as caras dos pokémons. Eddy Antonini ensinou trigonomotria fazendo uma analogia com a incubadora de ovos de jogo. E até na aula de espanhol da professora Oliveira Vieira o Pokémon Go vai aparecer. O grupo de alunos do 7º ano que acertar a conjugação dos verbos irregulares, na atividade que vai ocorrer na semana que vem, terá direito a caçar os monstrinhos durante a aula.

Momento do jogo em que os pokémons lutam  (Foto: Reprodução)

Momento do jogo em que os pokémons lutam (Foto: Reprodução)

“Eu precisei traçar uma estratégia. Na quinta-feira passada cheguei para dar aula e tomei um susto, não imaginava a febre. Dentro da escola tinha um pokéstop. Foi impossível dar aula, foi um estresse”, diz Viviane Bozolan Porto, professora de biologia da escola Mary Ward, da rede particular, em São Paulo.

Viviane diz que estava dando aula sobre protozoários e doenças no segundo ano do ensino médio, mas via os alunos se contorcendo para mexer no celular. Na escola é proibido o uso do aparelho na sala. “Comecei a fazer analogias entre os protozoários e os pokémons sobre evoluções e formas e eles começaram a prestar atenção.”

A professora, então, foi estudar o jogo, e dias depois propôs uma nova atividade: pediu aos alunos que fizessem cards com o desenho dos pokémons batizando-os com nomes dos protozoários. “Cada doença, cada forma, é uma evolução e um card diferente, sempre comparando com os pokémons. Assim eles memorizam os nomes dos protozoários brincando, ficou mais lúdico.”

Viviane não gosta do jogo e não instalou o aplicativo no celular, mas diz que quer aproveitá-lo para ensinar, já que virou o foco da atenção dos alunos. “Os desafios são legais e o professor não pode parar de estudar e usar novas estratégias.”

Os pokémons e a trigonometria 

Eddy Antonini, dá aulas nos cursos técnicos de eletrônica e eletrotécnica da Etec, em Itapeva, no interior de São Paulo. Ele usou uma situação hipotética do jogo para explicar conceitos da trigonometria e do Teorema de Pitágoras.

“Era uma aula de eletroeletrônica e eu tinha mencionado que iríamos estudar trigonometria, que era para revisar do ensino médio, eu comentei que dava para aprender até com pokémon. Depois que acabou a aula, alguns alunos ficaram e pediram para eu explicar. Mas pretendo repetir essa mesma explicação nas aulas regulares”, diz Eddy.

Ele diz que suas aulas costumam ser integradas com a cultura do dia a dia, mas que não substitui os métodos tradicionais da didática. “Quando lançou o filme do Thor, por exemplo, eu criei uma situação hipotética para usar a Bifrost como exemplo de condutor elétrico. Eu sempre uso a aproximação da realidade cultural dos alunos com o conteúdo.”

Acerto de verbo em espanhol vale caça 

Na semana que vem, os alunos da professora de espanhol Priscila Oliveira Vieira, da escola Mary Ward, estarão liberados para caçar pokémons pela escola. Mas não deliberadamente. Ela vai fazer uma atividade de revisão, em que a sala do 7º ano estará dividida em dois grupos. Haverá um líder em cada um deles que estará com o celular ligado no jogo em um espaço aberto do colégio.

Quando aparecer um pokémon, a professora vai lançar um verbo irregular do pretérito indefinido, se o grupo acertar a conjugação, ganhará o direito de caçá-lo. Se errar, adeus pokémon.

Priscila diz que os alunos ajudaram a compor as regras da brincadeira e estão ansiosos para participar. “Isso vai fazer com que eles memorizem os verbos. O conteúdo é difícil e o jogo desperta muito interesse. Eles vão se motivar a estudar para poder caçar.”

Pokémon aparece e jogador pode caçá-lo com a pokebola (Foto: Reprodução)

Pokémon aparece e jogador pode caçá-lo com a pokebola (Foto: Reprodução)

‘Jogo não é isolado da educação’ 

Para Roger Tavares, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), e especialista em games, os jogos sempre têm um fim pedagógico, até os violentos. “O jogo é feito por pessoas e todo mundo passou pela escola. Uns gostam mais e outros menos, mas o jogo não é uma coisa e a educação outra. Ele faz parte do ser humano”, diz Tavares, que atualmente faz pós-doutorado em Portugal sobre o tema.

Tavares acredita que se aplicados no ensino, os games podem ajudar a desconstruir a escola como um lugar maçante. “Vejo a escola como um lugar para socializar e trocar experiência. A visão da escola como lugar para ser reprimido, mudou. Alguns professores não entenderam que o videogame é amigo da escola e pode ser usado de muitas maneiras.”

Veja dicas de como usar o jogo: 

Sugestões avaliados por Rafael Lucena, professor de biologia do Stoodi (startup de educação à distância que oferece videoaulas), Roger Tavares, UFRN, atualmente no pós-doutorado em Portugal; e Leonardo Freitas Alves, professor de português da rede privada, em Brasília;

LINGUAGEM 

- Pedir que seus alunos escrevam histórias baseadas em uma aventura vivida por um dos pokémons de sua coleção;

- Pedir que seus alunos escrevam um diário baseado em seu avatar no jogo;

- Pedir que seus alunos escrevam um diário sobre o que viram e aprenderam jogando, incluindo pontos históricos ou turísticos;

- Pedir que seus alunos escrevam uma carta para seu professor buscando convencê-lo a permitir que jogue na sala de aula. Vale lembrar, neste item, que há escolas que proíbem o uso do celular;

- Pedir que seus alunos escrevam um artigo sobre os pontos positivos e negativos do uso do jogo na escola; ou sobre as razões para o jogo estar conquistando fãs por todo o mundo.

MATEMÁTICA/ FÍSICA/ QUÍMICA 

- Usar as características do pokémons do jogo para ensinar probabilidade, aplicando-a sobre o cálculo das chances de determinados pokémons vencerem os oponentes em combates;

- Realizar diferentes agrupamentos de pokémons para construir problemas envolvendo diagramas de Venn e Carrol;

- Usar informações de peso e altura dos pokémons, disponíveis no pokedex, para realizar atividades de estatística, incluindo a produção de gráficos;

- O jogo oferece a possibilidade compras. Formule problemas a partir dos principais interesses de compra dos alunos no jogo. Um exemplo: o que vale a pena comprar e o que não vale. Ou, ainda, como aproveitar melhor cinco dólares em compras com objetivo de conseguir mais pokémons;

- O jogo usa um círculo para determinar a área da captura dos pokémons. Use isso para trabalhar as áreas do círculo;

- No item “journal” é possível obter relatório sobre data e horário de captura dos monstrinhos. Elabore atividades sobre cálculo de tempo, como a elaboração de gráficos;

- Consumo de banda de telefonia: incentive os alunos a usarem dados disponíveis nos próprios celulares para elaborarem trabalhos sobre o consumo de dados e realizarem projeções;

- Usar conceitos da velocidade e trajetória da física para calcular a distância e tempo da captura dos pokémons;

- Nas batalhas nos ginásios, os pokémons lutam, mas é possível prever o vencedor, de acordo com a característica de cada monstrinho (terra, água, ar e fogo), lembrando conceitos da química.

BIOLOGIA 

- Evolução: como os conceitos de evolução se relacionam com a evolução dos pokémons do jogo?;

- Diversidade biológica: por que alguns pokémons são mais comuns que outros? Qual a relação entre seus poderes e as reais capacidades dos animais a que os pokémons são comparados?;

- Ecologia: por que alguns pokémons aparecem somente em certos locais ou horários? Qual a relação entre seu "perfil" (terra, água, fogo, planta, ar, etc.) e suas possíveis localizações?

- No jogo é possível encubar ovos. Mas o que é a encubação? Peça para os alunos realizarem um relatório sobre diferentes formas de reprodução.

GEOGRAFIA 

- Usar o jogo para discutir posicionamento e direção; abordando por exemplo a discussão sobre em qual ponto cardeal está o ponto de interesse mais próximo no jogo;

- Pedir para que os alunos desenhem um mapa com a área onde localizaram seus pokémons.

ARTES 

- Criar e desenhar novos pokémons;

- Dança, teatro e música também podem aproveitar o tema para propor atividades. Uma sugestão é fazer um estudo das cores. Por que alguns pokémons têm cores mais cortes do que os outros. Há uma relação sobre o seu perfil? Os que têm cores mais fortes são mais agressivos, por exemplo?

Sobre o jogo 

Pokémon Go é um game gratuito de realidade aumentada para smartphones Android e iOS. O jogo utiliza o sistema de GPS dos aparelhos para fazer com os jogadores se desloquem fisicamente para conseguir capturar os monstrinhos da franquia da Nintendo.

Pokémon é um game de realidade aumentada (Foto: Reprodução)

Pokémon é um game de realidade aumentada (Foto: Reprodução)

05 de agosto de 2016

Pokémon Go coleta dados importantes dos celulares de usuários

Empresa pode coletar — entre outras coisas — endereço de e-mail, endereço IP, a página da web que você estava usando antes de entrar no jogo, dentre outros dados.

Nos cinco dias frenéticos desde o lançamento nos EUA, o Pokémon Go se transformou em uma sensação econômica e cultural. Baixado por milhões, o jogo aumentou o valor de mercado da Nintendo em US$ 9 bilhões (e contando), criou um grande exemplo da realidade aumentada como formato do futuro e uma série de encontros estranhos, assustadores e coincidentes na vida real.

E conforme milhões de usuários andam pelo país pegando Pikachus e Jigglypuffs, a empresa saída da Alphabet, Niantic Inc., que desenvolveu o jogo, está coletando informações sobre os treinadores Pokémon. E certamente está pegando todos.

Como a maioria dos apps que funcionam com GPS no seu celular, o Pokémon Go é capaz de dizer muita coisa sobre você com base nos seus movimentos, conforme você joga: aonde você vai, quando você foi lá, como você foi lá, quanto tempo você ficou e quem mais estava lá. E, como muitos desenvolvedores que constroem esses apps, a Niantic guarda essas informações.

De acordo com a política de privacidade de Pokémon Go, a Niantic pode coletar — entre outras coisas — seu endereço de e-mail, endereço IP, a página da web que você estava usando antes de entrar no Pokémon Go, seu nome de usuário e sua localização. E, se você usar sua conta do Google para se cadastrar e usar um dispositivo iOS, a menos você negue explicitamente isto, a Niantic tem acesso para ler e escrever o seu e-mail, documentos do Google Drive e mais. (Isso também significa que, caso os servidores da Niantic sejam invadidos, quem quer que tenha invadido os servidores possivelmente tem acesso a toda a sua conta do Google. E você pode apostar que a enorme popularidade do jogo o tornou um alvo para hackers. Dado o número de crianças jogando o jogo, esse é um pensamento assustador.) Você pode verificar o tipo de acesso que a Niantic tem da sua conta do Google aqui.

Ela também pode compartilhar as informações com outras partes, incluindo a Pokémon Company, que contribuiu no desenvolvimento do jogo, “fornecedores de serviços terceiros” e “terceiros” para conduzir “pesquisa e análise, mapeamento de perfil demográfico e outras finalidades semelhantes”. De acordo com a política, ela também pode compartilhar quaisquer informações que coletar com as autoridades, em resposta a uma solicitação jurídica, para proteger seus próprios interesses ou impedir “atividades ilegais, antiéticas ou legalmente contestáveis”.

Nenhuma dessas cláusulas de privacidade são exclusivas do app. Apps baseados em localização, do Foursquare ao Tinder, fazem coisas parecidas. Mas os dados de mapeamento incrivelmente detalhamos e bloco a bloco do Pokémon Go, combinados com sua popularidade explosiva, podem em breve fazer dele uma dos mais, se não o mais detalhado mapa social baseado em localização já compilado.

E está tudo, ou em maior parte, nas mãos da Niantic, uma pequena empresa de desenvolvimento de realidade aumentada com fortes raízes no Vale do Silício. A origem da empresa remonta à startup de visualização de dados geoespaciais Keyhole Inc., que o Google adquiriu em 2004. Ela teve um papel crucial no desenvolvimento do Google Earth e do Google Maps. E, embora a Niantic tenha saído da Alphabet no fim do ano passado, a empresa matriz do Google ainda é uma de suas principais investidoras, assim como a Nintendo, que é acionista majoritária da Pokémon Company. O Google ainda era dono da Niantic quando ela lançou seu primeiro jogo, Ingress, que é o que a Niantic usou para selecionar os locais para os Pokéstops e ginásios.

Citando os planos do CEO John Hanke, um representante da Niantic não conseguiu esclarecer ao BuzzFeed News se a empresa vai compartilhar os dados de localização com a Alphabet ou a Nintendo. Um representante do Google encaminhou o pedido de comentários do BuzzFeed News para a Niantic.

Dado o fato de que Pokémon Go já tem milhões de usuários e que já atraiu a atenção das autoridades, parece provável que, em algum ponto, a polícia vai tentar fazer a Niantic entregar informações dos usuários. E se o histórico do Google é alguma indicação — no início deste ano, um repórter mostrou que a empresa atendeu a 78% das solicitações de dados de usuários feitas pelas autoridades — eles provavelmente estão preparados para cooperar.

Facebook monitora voz de usuários pelo microfone do celular, alerta hacker

O aparecimento de publicidades de produtos que o internauta tenha apenas citado em uma conversa com alguém comprovam o monitoramento

Todas as pessoas que possuem o aplicativo oficial do Facebook no seu smartphone, tablet ou notebook têm as conversas monitoradas. E não se trata dos diálogos digitados ou de pesquisas feitas na internet, que motivam o aparecimento de publicidades na linha do tempo. O monitoramento em questão é da voz do usuário.

Tal realidade parece absurda ou apenas uma teoria da conspiração, mas pode ser comprovada frequentemente. Basta observar como aparecem publicidades de produtos que o internauta tenha apenas citado em uma conversa com alguém.

Segundo o hacker Lucas Aguiar, ao baixar o aplicativo oficial do Facebook e aceitar as Políticas de Privacidade, o usuário está concedendo permissão para o uso irrestrito do microfone. “Eles não admitem, mas existem provas de que escutam o tempo todo, com a desculpa de melhorar a relação dos usuários com a plataforma”, comenta Lucas.


Cobrir o microfone e a câmera do smartphone, notebook e tablet, ajudam a dificultar o monitoramento

Um teste foi feito pela professora universitária Kelly Burns, que ensina Comunicação em Massa na University of South Florida. Ela utilizou o microfone de seu smartphone para falar que estaria interessada em participar de um safari africano andando de Jeep. Não ouve pesquisa na internet, apenas o comentário próximo ao microfone e, cerca de um minuto depois, ela começou a receber na sua timeline publicidade e posts promocionais relacionados ao assunto citado.

Lucas explica que o monitoramento acontece através de algoritmos complexos, que convertem o áudio em informação interpretável por máquina. “Assim é possível saber o que as pessoas falam e utilizar isso para aprimorar as propagandas”, alerta, acrescentando que o problema pode ser ainda maior. “Assim como utilizam para fins comerciais, podem muito bem utilizar para ajudar governantes opressores”, completa o hacker.

Até agora não foram descobertas formas de evitar o monitoramento de voz, mas existem métodos para dificultar o acesso a algumas informações. Um deles, de acordo com Lucas Aguiar, é cobrir o microfone e a câmera dos aparelhos. Outro é não baixar o aplicativo oficial do Facebook no smartphone, bem como preferir o Firefox como navegador, que é menos invasivo.

O hacker lembra ainda que o Google e Facebook estão no mesmo patamar em relação ao monitoramento. “Não podemos descartar também o Whatsapp e o Instagram, que são da mesma empresa. Todos esses aplicativos usam dados do dispositivo”, conclui.


04 de agosto de 2016

'Pokémon Go': Veja como funciona o game que é fenômeno nos celulares

Jogador precisa andar pelas ruas da sua cidade para capturar monstrinhos. Primeiro 'Pokémon' para smartphones chegou ao Brasil na noite de quarta (3).

As preces dos treinadores brasileiros foram atendidas, e "Pokémon Go" enfim foi lançado no Brasil na noite de quarta-feira (3). Mas se você ainda não entendeu do que se trata, explicamos o báscio do game de smartphones para você começar sua própria coleção de monstrinhos de bolso.

Disponível para aparelhos Android (clique aquipara baixar) e iOS (clique aqui para baixar), "Pokémon Go" usa dados do Google Maps para espalhar monstrinhos, PokéStops e ginásios pelas ruas da sua cidade.

Os pokémons aparecem aleatoriamente pelo mapa, respeitando um nível de raridade e algumas condições geográficas. Monstrinhos de água, por exemplo, tendem a surgir perto de rios, lagos e mares.

A ideia é que você ande por aí para encontrá-los e capturá-los. E para isso, basta arrastar a pokébola que aparece na parte de baixo da tela na direção do pokémon.

Algumas criaturinhas são mais difíceis de pegar. Mas conforme os treinadores jogam, novas pokébolas mais eficazes também ficam disponíveis.

Já os estabelecimentos comerciais e outros pontos urbanos se transformam nas PokéStops, locais fixos onde os treinadores podem coletar periodicamente (e gratuitamente) mais itens. As PokéStops são parada obrigatória para reabastecer o seu estoque de pokébolas e incensos – este último atrai mais pokémons para sua localização.

Pontos turísticos do Recife abrigam ginásios Pokémon (Foto: Luann Peixe/Reprodução/Niantic)

Pontos turísticos do Recife abrigam ginásios de 'Pokémon Go' (Foto: Luann Peixe/Reprodução/Niantic)

Assim como nos jogos convencionais dos videogames da Nintendo, "Pokémon Go" também tem ginásios, os centros de treinamento dos grandes mestres pokémon. Na vida real, eles costumam ser encontrados em monumentos e pontos turísticos.

Os jogadores só podem disputar um ginásio após ganhar pontos de experiência suficientes para chegar ao nível 5, que é quando fica disponível a escolha de um time dentro do mundo de "Pokémon Go". Nessas horas, o jogo ganha uma cara de Foursquare (quem lembra desse app?): uma equipe conquista um ginásio e precisa defendê-lo das outras.

Rolam batalhas, mas não como no GameBoy ou no 3DS. Você não escolhe golpe X ou Y e espera o desfecho em um combate em turnos. A cada toque na tela seu pokémon executa um golpe. E quem derrotar o outro antes, vence.

De acordo com a Niantic, empresa desenvolvedora de "Pokémon Go", troca de monstrinhos e batalhas entre jogadores são recursos que devem ser agregados ao jogo em breve.

(VALE ESTE) 'Pokémon Go' já funciona na redação do G1, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

(VALE ESTE) 'Pokémon Go' já funciona na redação do G1, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Temos que pegar
"Pokémon Go" usa realidade aumentada e GPS para levar os monstrinhos da Nintendo para o mundo real. Com a função GPS, os jogadores são avisados de quando estiverem próximos à localização de algum monstrinho. O app então processa uma imagem virtual dos pokémons sobre o sinal obtido via câmera fotográfica dos aparelhos.

Desde que chegou aos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia em 5 de julho, "Pokémon Go" se transformou em um fenômeno.

O game dos monstrinhos de bolso valorizou as ações da Nintendo, se tornou mais usado que Twitter e Tinder e provocou todo tipo de fenômeno – de lesões em jogadores a alertas de departamentos da polícia por todo o mundo.

Teve também uma popularização de bebês com nomes de pokémons, pessoas assaltadas porladrões que usavam o app para atrair vítimas a lugares desertos e até um homem que foi demitido em Cingapura após criticar o país por ainda não ter acesso ao jogo.

Atualmente, "Pokémon Go" foi lançado na América do Norte, vários países da Europa, Japão e outras regiões da Ásia. Segundo John Hanke, presidente-executivo da Niantic, o jogo deve chegar a 200 mercados no total.

03 de agosto de 2016

'Pokémon Go' é lançado no Brasil e já está disponível para baixar

Jogo para smartphones está funcionando e disponível para ser baixado. Game de realidade aumentada e GPS virou fenômeno no mundo todo.

(VALE ESTE) 'Pokémon Go' já funciona na redação do G1, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

'Pokémon Go' já funciona na redação do G1, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

"Pokémon Go" já pode ser baixado nas lojas brasileiras de aplicativo da Apple e do Google. O game começou a funcionar no Brasil nesta quarta-feira (3). Em um primeiro momento, o jogo ficou disponível apenas em versões para quem tem contas na App Store dos EUA.

Nesta quarta (3), a Niantic já havia publicado em seu perfil oficial no Twitter que estava "trabalhando duro" para o lançamento do game no Brasil.

Fenômeno monstruoso

Desde que chegou aos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia em 5 de julho, "Pokémon Go" se transformou em um fenômeno.

O game dos monstrinhos de bolso valorizou as ações da Nintendo, se tornou mais usado que Twitter e Tinder e provocou todo tipo de fenômeno – de lesões em jogadoresa alertas de departamentos da polícia por todo o mundo.

Teve também uma popularização de bebês com nomes de pokémons, pessoas assaltadas por ladrões que usavam o app para atrair vítimas a lugares desertos e até um homem que foi demitido em Cingapuraapós criticar o país por ainda não ter acesso ao jogo.

Atualmente, "Pokémon Go" foi lançado na América do Norte, vários países da Europa, Japão e outras regiões da Ásia. Segundo John Hanke, presidente-executivo da Niantic, o jogo deve chegar a 200 mercados no total.

Temos que pegar
"Pokémon Go" é um game gratuito de smartphones que usa realidade aumentada e GPS para levar os monstrinhos da Nintendo para o mundo real. A dinâmica é mais ou menos a mesma dos outros jogos da série: caçar, capturar e treinar todos os 151 pokémons. Dessa vez, porém, os jogadores precisam levantar do sofá e andar pelas ruas de sua cidade para encontrar as criaturas.

Com a função GPS, os jogadores são avisados de quando estiverem próximos à localização de algum monstrinho. O app então processa uma imagem virtual dos pokémons sobre o sinal obtido via câmera fotográfica dos aparelhos.

Pokémon Go na redação do G1, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Pokémon Go na redação do G1, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Essa tecnologia de associar ações de games a localidades físicas é a especialidade da Niantic. Fundada por um dos criadores do Google Earth, John Hanke, o estúdio de games deixou o Google após o anúncio da criação da empresa-mãe Alphabet.

Caso queiram deixar os smartphones no bolso, mas sem parar de jogar, os jogadores podem usar o acessório Pokémon Go Plus. O aparelhinho lembra um relógio de pulso e emite sinais luminosos quando um pokémon estiver por perto. Conectado via Bluetooth por celular, o dispositivo é criado pela Nintendo.

Acessório para o jogo 'Pokémon Go', para celulares iOS e Android, que levará pokémons para batalhas no 'mundo real'. (Foto: Divulgação/Pokémon Company)

Acessório do jogo 'Pokémon Go', para celulares iOS e Android, ajuda jogadores a continuarem caçando pokémons mesmo com o aparelho no bolso (Foto: Divulgação/Pokémon Company)

27 de julho de 2016

Centro Administrativo é o local onde as pessoas mais acessam internet gratuita

Potycabana e Praça da Bandeira estão em 2º e 3º lugares. Total de conexões chegou a quase 100 mil pessoas em Junho

Levantamento realizado pela equipe técnica da Agência de Tecnologia da Informação do Estado (ATI-PI), traz um ranking com os pontos de internet do projeto Piauí Conectado mais utilizados pela população em Teresina, dentre eles o Centro Administrativo, Potycabana e Praça da Bandeira figurando em primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente. 

O ranqueamento foi feito, principalmente, com base nos dados de junho, quando o total de conexões chegou a quase 100 mil pessoas utilizando a rede de internet do governo. Observando os gráficos de 01 a 25 de julho, a equipe técnica notou que houve uma manutenção dos três primeiros colocados. 

“A partir da quinta e sexta posição é que os pontos de wifi livre não mantém uma constância, em um dia a Praça Emílio Falcão aparece como a quinta praça mais acessada, no outro ela perde a posição para a Praça da Vila Operária, por exemplo, e isso só reforça o quanto esse serviço está sendo utilizado em todas as regiões da capital”, explica Avelyno Medeiros, diretor geral da ATI. 

Atualmente Teresina conta com 12 pontos de internet gratuita, dos quais dois já foram inaugurados oficialmente, são eles a Praça da Vila Operária e Praça da Bandeira, a terceira mais utilizada pela população. “Embora as outras dez não tenham sido inauguradas ainda, todas estão funcionando plenamente”, conta David Amaral, diretor-técnico da Agência de Tecnologia. 

Cadastro

Para acessar a rede Piauí Conectado, basta ligar o wifi do celular, computador, tablet ou aparelho similar e buscar pela rede. Em seguida será aberta uma aba de cadastro solicitando apenas nome, email, cpf, número e a criação de uma senha. Quando o cadastro for confirmado, o cidadão estará conectado. Ao chegar em qualquer outro ponto que tenha a rede do estado, o cadastro não será mais necessário, bastando apenas informar cpf e senha para se conectar novamente. 

Piauí Conectado

O Piauí Conectado tem por objetivo principal levar condições de acesso à informação através do wifi livre às pessoas que não podem custear o serviço de internet. O programa se alia a outras áreas do governo trabalhando a segurança, saúde e educação, com câmeras de videomonitoramento, envio de exames para centrais de laudos, entre outros serviços.

24 de julho de 2016

Solar Impulse 2 sai do Egito para a última etapa de sua volta ao mundo

Projeto do avião movido a energia solar iniciou sua jornada há um ano. Decolagem foi atrasada em uma semana por problemas climáticos.

O avião Solar Impulse 2 decolou neste domingo (24) do Egito rumo a Abu Dabi para a última etapa de sua volta ao mundo iniciada há mais de um ano. Nesta 17ª e última etapa, o avião é pilotado pelo suíço Bertrand Piccard, que realizou o primeiro voo transatlântico em um aeroplano capaz de voar sem combustível, graças a suas baterias que acumulam energia solar.

Entre aplausos e gritos de apoio da equipe de terra, o avião decolou do aeroporto do Cairo para uma viagem que deve levá-lo a Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos, de onde partiu no dia 9 de março de 2015.

"É um projeto para a energia e para um mundo melhor", afirmou Bertrand Piccard aos jornalistas reunidos no aeroporto.

Com um peso de uma tonelada e meia, tão largo quanto um Boeing 747, o Solar Impulse 2 voa graças a baterias que armazenam a energia solar captada por 17.000 células fotovoltaicas em suas asas.

A Solar Impulse 2 devia ter saído do Egito na semana passada mas sua decolagem foi adiada pelos fortes ventos e por um problema de saúde do piloto.

O avião solar chegou ao Cairo em 13 de julho, depois de decolar de Sevilha (sul da Espanha), trajeto de 3.745 km, concluído em 48 horas e 50 minutos.

Piccard disse na noite deste sábado que essa última etapa será difícil. "É uma região muito, muito quente (...). O voo será esgotante", advertiu.


Foto: Khaled Desouki/AFP

18 de julho de 2016

Polícia da Espanha cria guia de segurança para jogar 'Pokémon Go'

'Se você vir um Snorlax ou um Vaporeon, não se guie só pela emoção.' Guia alerta para jogador não capturar monstrinhos se estiver ao volante.

A polícia nacional da Espanha publicou nesta segunda-feira (18) um guia de segurança para jogadores de "Pokémon Go", depois que os usuários do game se envolveram em situações perigosas em outros países.

O aplicativo de realidade aumentada tem feito jogadores saírem às ruas das cidades em que foi lançado para capturarem pokémons com a ajuda da tela de seus celulares.

Desde o lançamento do jogo no início deste mês, já surgiram casos de roubos e situações perigosas no trânsito, devido às distrações associadas à caça dos monstrinhos.

"Lembre-se: é absolutamente proibido capturar um pokémon enquanto conduz ou anda de bicicleta", diz a polícia espanhola no guia.


Policiais espanhóis posam com pokémons em fotografia divulgada pelo Ministério do Interior para campanha de prevenção de acidentes. (Foto: Ministério do Interior da Espanha/Reuters)

"Da mesma forma que outros aplicativos de geolocalização, isto pode ser usado por bandidos para saber quando você sai de casa ou onde está em um dado momento", acrescentam as autoridades.

Em países como os Estados Unidos, onde "Pokémon Go" foi lançado alguns dias antes da Espanha, a entrada de jogadores em lugares como memorial do holocausto ou no Cemitério Nacional de Arlington em Washington provocaram reclamações.

"Se você vir um Snorlax ou um Vaporeon, não se guie só pela emoção, sua segurança vem primeiro", alerta a polícia espanhola.

"Não ande no meio da rua, respeite os sinais de trânsito, não invada propriedades privadas e respeite as normas de espaços e edifícios públicos."