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Notícias Tecnologia

17 de julho de 2016

Aluno da Uespi desenvolve tecnologia para uso de drone na agricultura

A utilização de drones no setor agrícola no Brasil cresce bastante pelo fato de possibilitar aumento na produtividade e redução nos custos.

Cláudio Mendonça e o orientador, José Vigno, durante testes realizados com o projeto, na Uespi, Campus Piripiri (Foto:Ascom Uespi)

As pesquisas com a plataforma de programação Arduíno vêm ganhando espaço por conta das inúmeras possibilidades de aplicabilidade dessa ferramenta. Na Universidade Estadual do Piauí (Uespi), o curso de Computação desenvolve pesquisas na área há pouco tempo, mas já é possível perceber importantes resultados. A prova disso é o projeto de drone (veículo aéreo não tripulado e controlado remotamente que pode realizar inúmeras tarefas), desenvolvido por Cláudio Mendonça Barbosa, aluno do curso de Computação da Uespi - Campus de Piripiri.

O Arduíno é uma plataforma eletrônica utilizada para o desenvolvimento de objetos interativos independentes, como drones, e de outras ferramentas acessíveis, com baixo custo. O professor do curso de Computação da Uespi, Campus Piripiri, José Vigno, vem estudando a possibilidade de aplicação das funções oferecidas pela plataforma desde o ano de 2013, por meio de um grupo do qual participa Cláudio Mendonça. Os dois trabalham no projeto desde o início das atividades do grupo de estudo com o objetivo de produzir um veículo aéreo não tripulado que venha a desempenhar melhor algumas atividades no setor agrícola, setor de grande importância econômica para o município de Piripiri.

“A aplicação dele se dá no processamento de imagens: captura de fotos aéreas, realização de uma análise para estabelecer algum parâmetro ou localizar algo que a olho nu não seria possível com tanta precisão. O objetivo específico consiste em melhorar a qualidade das plantações, busca de gado perdido, demarcação de território e segurança em geral”, explicou Cláudio.

A possibilidade de se obter um bom retorno financeiro com a ideia é muito grande, já que a utilização de drones no setor agrícola no Brasil cresce bastante pelo fato de possibilitar aumento na produtividade e redução nos custos da agricultura.

De acordo com o Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação da USP (ICMC-USP), o uso das informações coletadas por Vants (veículos aéreos não tripulados) permite um acréscimos de 15% a 20% na produção agrícola. Entre as principais vantagens apontadas pelo estudo, está uma maior e mais rápida detecção de áreas improdutivas, o que possibilita a adoção de estratégias de intervenção e otimiza o uso de insumos, possibilitando também ações pontuais de recuperação de lavouras.

O trabalho ainda é um protótipo acadêmico em fase de desenvolvimento. A perspectiva é de que seja concluído em um prazo de dois anos, para que logo após possa ser patenteado e lançado no mercado. Segundo o professor Jose Vigno, a pesquisa desenvolvida por Cláudio estimulou outros alunos. “É impressionante como a fabricação do drone estimulou os demais alunos do curso na pesquisa. Com isto, alunos dos primeiros períodos estão interessados nessa linha de pesquisa e empolgados com o que podem aprender e desenvolver no decorrer do curso, pois existem diversos processos que podem ser automatizados na sociedade com a plataforma Arduíno”, disse Vigno.

“A importância deste projeto para a universidade e para o curso é muito grande. Com mais investimentos para pesquisas, será possível aplicar os conhecimentos de desenvolvimento de software e hardware em mais produtos para a sociedade. Além disso, poderemos alavancar o desenvolvimento econômico na região de Piripiri”, finalizou Jose Vigno.

As pesquisas para aprimoramento do produto continuarão a ser realizadas pelo grupo de trabalho voltado ao estudo da plataforma Arduíno, coordenado pelo professor Jose Vigno. Os resultados encontrados na realização do projeto do drone serão compartilhados posteriormente em eventos científicos da área da Computação. Cláudio também pretende apresentar o projeto como Trabalho de Conclusão de Curso.

Piauienses vivem expectativa para o lançamento de Pokémon GO no Brasil

No jogo é possível visualizar os monstros através de imagens capturadas pela câmera do smartphone

Nas últimas semanas o lançamento de um game para smartphones mexeu com mercado de tecnologia mundial. O Pokémon GO, criado pela franquia Nintendo, utiliza a chamada realidade aumentada para proporcionar uma imersão dos usuários no mundo das batalhas do anime japonês, sucesso de audiência na década de 90. Na prática, é possível visualizar os monstros através das imagens capturadas pela câmera do celular. 

O game está disponível em países como Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, e já é mais popular que aplicativos de relacionamentos, como o Tinder. Apesar de ainda não ter sido lançado no Brasil, muitos brasileiros vivem a expectativa para testar as inovações trazidas pelo Pokémon Go. 

O estudante Jeferson Junior até que tentou baixar uma versão do game em seu smartphone, através de lojas de aplicativos de outros países. Sem sucesso, ele vivencia a ansiedade pela liberação de Pokémon Go no Brasil. “É um sentimento meio que nostálgico, relembrar algo que fez parte da sua infância, utilizando a tecnologia de realidade aumentada”, pontua. 

Segundo Jefferson, nas últimas semanas, Pokémon voltou a ser um dos assuntos mais comentados nas rodas de amigos. “Meu ciclo de amizades possui muitas pessoas que, assim como eu, cresceram assistindo Pokémon. A expectativa para utilizar esse jogo é muito grande”, completa. 

Além de diversão, algumas pessoas apostam na popularização de Pokémon Go como uma oportunidade de ganhar dinheiro. Esse é o caso do estudante de publicidade Rodrigo Oliveira, que acredita que em pouco tempo, o game vai proporcionar oportunidades de negócios. 

“Acredito que além de marketing, muitas oportunidades de negócios vão surgir através do Pokémon Go. Quem for criativo, e esperto, vai sair na frente. Por isso já estou me preparando, e vendo algumas possibilidades”,comenta o estudante. 

No Brasil, ainda não há data oficial para o lançamento de Pokémon Go. O game, que pode ser utilizado nos sistemas operacionais iOS e Android, pode ser baixado de graça, mas os usuários têm a possibilidade de comprar itens com dinheiro de verdade, durante as missões do jogo.

14 de julho de 2016

Nintendo irá relançar NES, seu 1º videogame, com 30 jogos na memória

Nintendinho virá com clássicos 'Super Mario Bros.' e 'The Legend of Zelda'. Console irá custar US$ 60 nos Estados Unidos e chega em 11 de novembro.

A Nintendo anunciou nesta quinta-feira (14) que irá relançar o NES, também conhecido como Nintendinho, seu primeiro videogame doméstico. O console será vendido em uma versão compacta, com saída HDMI para se conectar a televisores de alta definição, e virá com 30 jogos na memória, incluindo clássicos como "Super Mario Bros.", "The Legend of Zelda", "Donkey Kong" e "Metroid".

De acordo com a Nintendo, o NES Classic Edition é uma "mini réplica quase idêntica" ao console original, lançado no Japão em 1983 (como Famicom) e em 1985 nos EUA.

A nova versão do videogame chega em 11 de novembro por US$ 60. Um controle adicional, para games de 2 jogadores, irá custar US$ 10.

O clássico dos clássicos

A notícia do relançamento do NES chega em meio ao fenômeno do "Pokémon Go", game dos monstrinhos da Nintendo feito para celulares. A empresa japonesa também está se preparando para lançar em 2017 o NX, seu próximo console e sucessor do Wii U. Até o momento, o game "The Legend of Zelda: Breath of the Wild" é o único título confirmado do videogame.

Veja abaixo todos os games que virão na memória do NES Classic Edition:

"Balloon Fight"

"Bubble Bobble"

"Castlevania"

"Castlevania II: Simon's Quest"

"Donkey Kong"

"Donkey Kong Jr."

"Double Dragon II: The Revenge"

"Dr. Mario"

"Excitebike"

"Final Fantasy"

"Galaga"

"Ghosts N' Goblins"

"Gradius"

"Ice Climber"

"Kid Icarus"

"Kirby's Adventure"

"Mario Bros."

"Mega Man 2"

'Metroid"

'Ninja Gaiden"

'Pac-Man"

"Punch-Out!! Featuring Mr. Dream"

"StarTropics"

"Super C"

"Super Mario Bros."

"Super Mario Bros. 2"

"Super Mario Bros. 3"

"Tecmo Bowl"

"The Legend of Zelda"

"Zelda II: The Adventure of Link"


Foto: Divulgação/Nintendo

12 de julho de 2016

'Pokémon Go': veja respostas às principais perguntas sobre o game

Jogo para smartphones se tornou fenômeno na internet desde lançamento. App se tornou mais popular que Tinder e valorizou ações da Nintendo.

Lançado de surpresa para smartphones no último dia 5, e disponível apenas nos EUA, na Austrália e na Nova Zelândia, “Pokémon Go” se tornou rapidamente um fenômeno. Mais popular que o Tinder e mais utilizado que o Whatsapp ou o Instagram entre os americanos, o game já provocou um aumento de bilhões de dólares nas ações da Nintendo, uma das responsáveis pelo projeto.

Tamanho sucesso não acontece sem alguns problemas ou tropeços. Nos Estados Unidos, algumas pessoas foram assaltadas por umgrupo que usava o aplicativo para atrair vítimas a lugares desertos. Em Cingapura, um homem foi demitido após criticar o país por ainda ter acesso ao jogo.

O game de realidade aumentada ainda é alvo de críticas em relação a seu contrato de privacidade, ao desempenho de seus servidores e à demora para chegar no Brasil -- a previsão de lançamento no país no final de julho provavelmente não deve se concretizar.

Para entender melhor o fenômeno que o jogo tem representado, o G1 responde às principais perguntas relacionadas a “Pokémon Go”.

O que é?

“Pokémon Go” é um game gratuito de realidade aumentada para smartphones Android e iOS. O jogo utiliza o sistema de GPS dos aparelhos para fazer com os jogadores se desloquem fisicamente para conseguir capturar os monstrinhos da franquia da Nintendo.

O que é realidade aumentada?
Não confunda com realidade virtual. A realidade aumentada é um tipo de mídia que mistura o mundo real com elementos criados virtualmente. No caso de “Pokémon Go”, o jogador visualiza seus arredores na tela do celular capturados pela câmera, e o aplicativo insere os pokémons nesses lugares.

O jogo de realidade aumentada 'Pokemon Go' é visto na tela de um smartphone em foto ilustrativa tirada em Palm Springs, na Califórnia, EUA (Foto: Sam Mircovich/Reuters)

O jogo de realidade aumentada 'Pokemon Go' é visto na tela de um smartphone em foto ilustrativa tirada em Palm Springs, na Califórnia, EUA (Foto: Sam Mircovich/Reuters)

Marido posta foto 'caçando' Pokémon enquanto mulher espera para ter bebê (Foto: Reprodução/Reddit)

Marido posta foto 'caçando' Pokémon enquanto mulher espera para ter bebê (Foto: Reprodução/Reddit)

Por que eu não consigo jogar no Brasil?
Originalmente, o game tinha lançamento previsto para o final de julho, sem data específica. Sua desenvolvedora, a Niantic, Inc., surpreendeu ao disponibilizar o jogo no última dia 5 na Austrália, e parece liberá-lo gradualmente ao redor do mundo. Por enquanto, apenas Nova Zelândia e Estados Unidos também receberam. É possível baixar o aplicativo para Android em alguns sites alternativos, mas o jogo ainda não funciona completamente.

Por que a chegada do jogo foi adiada?
Quem estava achando ruim o lançamento no final do mês pode ficar ainda mais decepcionado. “Pokémon Go” foi vítima de seu próprio sucesso, atraindo um número de jogadores muito acima da expectativa da Niantic, Inc., e por isso tem enfrentado problemas com seus servidores, que não conseguem abrigar todo mundo. A empresa já anunciou que trabalha para resolver os problemas, mas que provavelmente terá de adiar o lançamento pelo resto do mundo.

Por que tem gente falando que é invasivo?
Para se cadastrar e utilizar o game, é necessário concordar com o contrato de privacidade oferecido pela desenvolvedora. Muitos usuários, no entanto, afirmam que os termos no texto abrem possibilidade para que a empresa tenha acesso a contas inteiras no Google, desde e-mail ao editor de textos e outros aplicativos. O aplicativo ainda registra as localizações do jogador ao longo do tempo, além verificar qual o último site foi visitado.

Por que já causou “acidentes” nos EUA?
Ao utilizar a realidade aumentada, “Pokémon Go” obriga jogadores a saírem de casa para capturar novos monstros, atingir certos objetivos e conseguir certos itens. E pode ser difícil prestar atenção no que acontece ao redor enquanto se concentra na tela do celular. Um grupo de jovens nos EUA até utilizou o aplicativo para monitorar o movimento de jogadores e assaltá-los. Diversos jogadores relataram que se machucaram ao tropeçar enquanto estavam distraídos.

Por que “Pokémon” é um fenômeno há 20 anos?
A série de games no qual o jogador controla um treinador de pequenos monstros que os utiliza em batalhas foi lançada para o console portátil da Nintendo, o Game Boy, em 1996. ao unir elementos de RPG em turnos, monstros bonitinhos e cheios de personalidade, as duas versões do primeiro game, “Red” e “Blue”, foram um grande sucesso. 20 anos depois, a série  vendeu mais de 200 milhões de cópias com seus quase 60 games, além de gerar um jogo de cartas, uma série de desenhos animados e 19 longas de animação.

Por que as ações da Nintendo subiram tanto?
“Pokémon Go” foi criado pela Niantic, uma cisão do Google no ano passado, e pela Pokemon Company. A Nintendo detém um terço da Pokemon Company e tem participações não reveladas na Niantic, que já desenvolveu um jogo similar de realidade aumentada em 2012.

O jogo de realidade aumentada 'Pokemon Go' é visto na tela de um smartphone em foto ilustrativa tirada em Palm Springs, na Califórnia, EUA (Foto: Sam Mircovich/Reuters)

O jogo de realidade aumentada 'Pokemon Go' é visto na tela de um smartphone em foto ilustrativa tirada em Palm Springs, na Califórnia, EUA (Foto: Sam Mircovich/Reuters)

11 de julho de 2016

'Pokémon Go' já está instalado em mais celulares Android do que Tinder

Levantamento da SimilarWeb leva em conta jogadores dos Estados Unidos. Brasil é 2º país a mais baixar game por fora da loja oficial de apps do Google.

Procurar "crush" pelo celular é coisa do passado. A moda agora é capturar pokémon no mercado. Isso porque nos Estados Unidos o novo fenômeno "Pokémon Go" já está instalado em mais aparelhos Android do que o Tinder, popular app para flertar e marcar encontros.

De acordo com a empresa de monitoramento SimilarWeb, "Pokémon Go" aparece em 5,16% dos dispositivos que rodam o sistema operacional do Google nos EUA, um dos poucos países que já têm o game. O jogo também está disponível na Austrália e na Nova Zelândia.

Por causa dessa limitação, os downloads do jogo feitos por fora da loja oficial de apps do Google tiveram um surto nos últimos dias. A SimilarWeb afirma que o Brasil é o segundo país no mundo a mais baixar "Pokémon Go" pelo site APK Mirror, com os usuários brasileiros respondendo por 8,2% do tráfego da página nos últimos 28 dias.

Outros números de "Pokémon Go" nos EUA segundo a SimilarWeb:

- mais de 60% dos usuários que baixaram o jogo usam ele diariamente;

- em 8 de julho, o tempo médio gasto por dia no app era de 43 minutos e 23 segundos, mais do que WhatsApp, Instagram, Snapchat e Messenger;

- a audiência do site APK Mirror, que permite que usuários fora dos EUA baixem o jogo, saltou de 600 mil visitas para mais de 4 milhões após o lançamento de "Pokémon Go".

Temos que pegar

"Pokémon Go", game em que os jogadores caçam e capturam monstrinhos no mundo real, foi lançado na terça-feira (5) nas lojas de aplicativos Google Play e App Store. A chegada acontece antes da previsão inicial, programada para o fim de julho.

O game foi criado pela Pokémon Company em parceria com Nintendo e Niantic, uma companhia nascida dentro do Google.

A maior novidade do game (além de ele rodar pela primeira vez fora dos consoles da Nintendo) é o uso da tecnologia de realidade aumentada para levar os monstrinhos para o mundo real.

A dinâmica de "Pokémon Go" é mais ou menos a mesma dos outros jogos da série: caçar e capturar todos os pokémons, além de batalhar com amigos e fazer trocas. Dessa vez, porém, os jogadores precisarão levantar do sofá e ir atrás das criaturas.

O game usa a função GPS dos smartphones. A partir dela, os jogadores são avisados de quando estiverem perto da localização de algum monstrinho. O aplicativo então usa a função de câmera dos aparelhos para gerar uma imagem virtual dos pokémons sobre a imagem que está sendo capturada.

03 de julho de 2016

Jornal ODIA disponibiliza versão para usuários de smartphones e tablets

Os usuários da nova ferramenta também podem ter acesso ao conteúdo do Portal ODIA, em tempo real

Informação de maneira rápida e ágil. Essa é uma das principais vantagens da rede mundial de computadores. Pensando nisso, o Sistema ODIA de Comunicação passa a disponibilizar uma nova ferramenta para os seus leitores. Usuários de Smartphones e tablets, que utilizam os sistemas operacionais Android e iOS, já podem fazer o download do aplicativo do Jornal ODIA. 

Além de conferir, na íntegra, as notícias do impresso, os usuários da nova ferramenta também podem ter acesso ao conteúdo do Portal ODIA, em tempo real. Outra facilidade é que quem instalar o aplicativo passa a receber, através de mensagem de texto, alerta com as principais notícias do dia no Piauí, no Brasil e no Mundo. 

Com um layout funcional e de fácil utilização, o aplicativo do Jornal ODIA foi pensado para facilitar a vida dos leitores, ocupando pouco espaço na memória do smartphone onde é instalado. Para ter acesso às informações, basta estar conectado a uma rede de internet. 

O Gerente de Marketing do Sistema ODIA, Alberto Moura, explica que o aplicativo vai proporcionar aos leitores uma maior facilidade de acesso às informações e notícias produzidas pelos veículos do sistema. Ele acredita que a tecnologia, aliada à tradição do Jornal ODIA, vai proporcionar bons frutos. “O Jornal ODIA tem 65 anos, com toda uma trajetória no impresso, mas existe também a necessidade de estar nos lugares de forma mais rápida. O uso do smartphone é algo que vem crescendo nos últimos tempos, por isso é importante estar presente nessa plataforma”, avalia. 

Para utilizar o aplicativo O DIA, basta realizar uma busca nas lojas virtuais de aplicativos, Apple Store (iOS) e Google Play (Android).

23 de junho de 2016

NASA planeja mandar helicóptero para Marte em 2020

Agência espacial recebe mais US$ 15 milhões do governo dos EUA para continuar o desenvolvimento da aeronave não tripulada que deve visitar o planeta vermelho

O congresso dos Estados Unidos aprovou nesta semana um novo investimento de US$ 15 milhões para a Nasa continuar desenvolvendo um pequeno helicóptero não-tripulado que vai auxiliar na exploração de Marte. O plano da agência espacial é enviar o veículo para o planeta vermelho em uma missão programada para 2020.

Segundo especificações do projeto, o helicóptero da Nasa, muito parecido com os drones, tem motores elétricos e pesa apenas 900 gramas. A autonomia de voo será curta, no máximo três minutos. Mesmo assim, a agência norte-americana afirma que o uso da aeronave vai auxiliar os controladores a planejar rotas mais acessíveis para os ‘hovers’ de exploração na superfície.

Como planeja a agência espacial, a “base de operações” do helicóptero pode ser o próprio hover, onde também faria a recarga de suas baterias, aproveitando os painéis solares do veículo terrestre.


Com a ajuda aérea, a Nasa vai poder criar melhores rotas para os ‘hovers’ na superfície de Marte (NASA)

O Jet Propulsion Laboratory, laboratório contratado pela Nasa para projetar o helicóptero “marciano”, ainda diz que as imagens obtidas do alto também podem ajudar a encontrar algum objeto de interesse distante do veículo terrestre, que então pode ser direcionado até o local visualizado pela aeronave.

Voando em Marte

Por conta da baixa pressão atmosférica, quase três vezes menor que a da Terra, é difícil conseguir levantar voo em Marte. Isso acontece devido a gravidade do planeta, que também é quase três vezes inferior a do nosso (como comparação, na Lua essa força é seis vezes menor).

Para um avião convencional conseguir sustentação em Marte é preciso voar em alta velocidade em todas as fases do voo, inclusive para pousar em “segurança”. Devido a baixa pressão do planeta, as asas não têm “ar” o suficiente para se apoiar – a atmosfera de Marte é composta basicamente de CO2.

Com essa dificuldade, decolar e pousar na vertical pode ser a única forma realmente segura e eficiente de voar pelos céus de Marte.

15 de junho de 2016

Nova função do WhatsApp permite citar mensagens específicas em grupo; aprenda

A exemplo de nova facilidade oferecida pelo Twitter, aplicativo permite que usuário cite mensagem anterior 'perdida' no grupo.

As conversas em grupo no Whatsapp podem agilizar a comunicação entre pessoas, mas também podem causar muita confusão e mal-entendidos.

Muitas vezes fica complicado seguir uma conversa quando o grupo tem mais de cinco, dez ou até dezenas de integrantes - e quando se muda de assunto o tempo todo.

Para evitar o problema, o aplicativo lançou uma ferramenta que permite escolher e citar mensagens específicas para que todos saibam do que se está falando.

Veja abaixo como usar esta nova função do WhatsApp. Mas lembre-se que em cada sistema operacional os passos podem variar um pouco.

1º Passo
Escolha a mensagem da conversação que você quer responder diretamente e pressione sobre ela para marcá-la.

2º Passo
Na parte superior aparecerá um conjunto de opções. Escolha a primeira seta da esquerda e surgirá uma caixa de diálogo com a mensagem escolhida e o box para a resposta.

3º Passo
Escreva a reposta, aperte 'entrar' e a mensagem citada por você com a resposta direta a ela aparecerá na linha da conversação em grupo.

Com a nova ferramenta, os usuários poderão diminuir e até evitar os mal-entendidos e as mensagens perdidas nos longos diálogos em grupo no WhatsApp.

Esta nova função é parecida com a nova ferramenta oferecida pelo Twitter. Quando o usuário seleciona o botão para retuitar, é oferecida a opção "Citar tuíte".

13 de junho de 2016

Microsoft compra a rede social LinkedIn por US$ 26,2 bilhões

Dona do Windows adquire empresa com 433 milhões de usuários. Valor supera o da Nokia, Skype e Mojang e é o maior já pago pela Microsoft.

A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (13) a compra do Linkedin, rede social para contatos profissionais, por US$ 26,2 bilhões.

A dona do Windows concordou em pagar US$ 196 por ação do site de relacionamento corporativo.

O atual presidente-executivo do LinkedIn, Jeff Weiner, continuará à frente da empresa e se reportará a Satya Nadella, presidente-executivo da Microsoft. Ele e Reid Hoffman, presidente do conselho, cofundador e sócio controlador, ajudarão na transição. A expectativa é que o processo seja encerrado ainda este ano.

O LinkedIn será incorporado ao segmento de Produtividade e Processos de Negócios da Microsoft.

A aquisição é uma das mais caras da história da Microsoft, considerando os valores nominais dos negócios cujos termos foram anunciados. A maior transação até agora havia sido a compra do Skype, em 2011, por US$ 8,5 bilhões. Em seguida, surgem as compras da Nokia, por US$ 7,18 bilhões, em 2013; da aQuantive, em US$ 6,4 bilhões, em 2007; e da Mojang, criadora do game “Minecraft”, por US$ 2,5 bilhões, em 2014.

O histórico da Microsoft com aquisições tem gerado dor de cabeça financeira. A transação da aQuantive, empresa de publicidade de internet, feita para competir com o Google rendeu à empresa o primeiro prejuízo de sua história em 2012 – para equilibrar as perdas, a companhia teve de registrar uma baixa contábil de US$ 6,3 bilhões.

O segundo prejuízo da história veio em 2015 com outra baixa contábil, dessa vez de US$ 7,5 bilhões, por conta da Nokia.


Jeff Weinder, CEO do Linkedni, Satya Nadella, CEO da Microsoft, e Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn. (Foto: Divulgação/Microsoft)

LinkedIn

A rede social possui 433 milhões de usuários em todo o mundo e recebe 105 milhões e visitas por mês. O uso se concentra em aparelhos móveis –60% do fluxo vêm de smartphones e tablets. Segundo as duas empresas, há 7 milhões de listas de empregos ativas no LinkedIn.

“O time do LinkedIn criou um negócio fantástico focado em conectar os profissionais do mundo”, afirmou Nadella. “Juntos, nós podemos acelerar o crescimento do LinkedIn, assim como o do Microsoft Office 365 e Dynamics, à medida que procuramos emponderar cada pessoa e organização do planeta.”

“Nos últimos 13 anos, nós nos posicionamos unicamente para conectar profissionais e fazê-los mais produtivos e bem sucedidos”, afirma Weinder. “Assim como nós mudamos o jeito como o mundo se conecta a uma oportunidade, esse relacionamento como a Microsoft e a combinação da nuvem dela e da rede do LinkedIn nos dá uma chance de também mudar o jeito como o mundo funciona.”

Vazamento de dados e 'Era pós-PC'

O LinkedIn vive um momento em que, por um lado tenta consolidar sua relevância, e por outro, lida com o fantasma do vazamento de dados pessoais de seus usuários voltou a assombrar. Uma falha de 2012 permitiu que invasores conseguissem um pacote de 6,5 milhões de credenciais de acesso. Em maio deste ano, no entanto, esse conjunto de informações ressurgiu novamente na internet, mas, dessa vez, muito maior. Continha 167 milhões de combinações entre login de acesso e senha.

O volume de credenciais era vendido na internet por preços que variavam conforme a demanda. O valor inicial era de US$ 2,2 mil.

A suspeita é que a exposição dessas senhas seja o motivo principal para uma onda de invasão de perfis em redes sociais de personalidades, como Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, e Keith Richards, guitarrista dos Rolling Stones.

Já a Microsoft tenta emplacar o Windows 10 como um sistema operacional capaz de executar tarefas comuns a computadores quanto a dispositivos móveis. Líder em softwares para computadores, essa é a iniciativa da empresa para entrar de vez na “Era Pós-PC”, inaugurada com o advento do smartphone e o crescimento de empresas como o Google.

05 de junho de 2016

Chip promete WhatsApp infinito e em qualquer lugar do mundo

ChatSim é um produto inventado pela operadora de telefonia Zero Mobile, da Itália

Mensagens ilimitadas no WhatsApp e Messenger. Esta é a promessa do ChatSim, um produto inventado pela operadora de telefonia Zero Mobile, da Itália. De acordo com eles, o SIM card funciona em mais de 150 países. O chip funciona como qualquer outro SIM Card de celular, mas é limitado a aplicativos de chat. Com isso, o consumidor ficaria com o acesso aos amigos e contatos, mesmo quando estiver viajando.

Por outro lado, o ChatSim não faz nem recebe chamadas, SMS e não permite acessar a internet. A ideia é interessante, mas o chip não parece muito funcional. 

Foto: Ana Marques/TechTudo

O ChatSim se diferencia dos chips comuns de operadoras por oferecer acesso ilimitado a aplicativos de chat. Ele funciona em redes 3G ou 4G e tem boa velocidade no envio dos arquivos. Enquanto o ChatSim está em uso, não é necessário conectar o celular a nenhuma rede Wi-Fi. Além disso, o chip é compatível com todos os smartphones. Por ter o formato all-In-One, se adapta a aos modelos SIM, MicroSIM e NanoSIM, o que é uma vantagem para o consumidor. 

Um grande benefício do ChatSim é que ele suporta praticamente todos os aplicativos de mensagem: WhatsApp, Facebook Messenger, WeChat, Telegram, entre outros. Com o chip, é possível enviar textos e emojis livremente. É importante lembrar que o ChatSim não efetua nem recebe ligações ou mensagens SMS, e também não permite acessar a internet. Esses recursos podem até fazer falta para o usuário, mas essa é uma informação que fica clara no site da empresa que vende o produto. Quem comprar o ChatSim sabe de cara como ele funciona. 

O envio de mensagens de texto e emojis é livre. Ou seja, o usuário pode usar o quanto quiser. No entanto, para ter acesso a serviços multimídia, como envio de imagens, vídeos e áudios, é preciso colocar a mão no bolso, pois esses recursos exigem o uso de créditos.

Funciona da seguinte maneira: quando você compra o ChatSim, ele já vem com uma quantidade de créditos, que podem ser usados durante um ano para recursos como fotos e vídeos. Por exemplo, a versão mais barata, vendida pela internet por R$ 50,00, tem 2 mil créditos.Cada uma dessas funcionalidades consome uma quantidade de créditos e você tem que recarregar o chip novamente quando eles acabarem.

Pelo site da empresa, é possível ver a quantidade de créditos restante. Essa é uma grande desvantagem do serviço oferecido pelo ChatSim, pois o usuário não pode enviar ilimitadamente conteúdo multimídia.

A princípio, a ideia de ter um chip somente para conversar por aplicativos mensageiros pode parecer um pouco estranha. Afinal, você já paga a sua operadora de celular para ter acesso à internet. Para que pagar por um chip que permite apenas enviar e receber mensagens? Apesar disso, para quem tem o costume de viajar para outros países, o ChatSim pode ser muito funcional, pois usar o celular fora do país pode sair caro. Com esse chip, a troca de mensagens com seus amigos estaria garantida em mais de 150 países pelo mundo. Se você viaja com frequência para outros países, o investimento pode valer a pena.  

Para usar o ChatSim, é preciso alterar algumas configurações do celular. Também é recomendável restringir o uso de dados por aplicativos em segundo plano, o que pode atrapalhar um pouco o desempenho do telefone. Além disso, ter um smartphone com suporte a dois chips é fundamental para usar o ChatSim. Isso não é um pré-requisito, mas é a única maneira de manter um chip com seu número de celular, que permite fazer ligações e acessar a internet, e ter um segundo chip para conversar pelos aplicativos de chat.

A iniciativa do ChatSim é interessante, mas pouco útil. Como a maioria das pessoas costuma ter pacote de dados da sua operadora, não parece atrativo utilizar um chip apenas para aplicativos mensageiros. De qualquer forma, o ChatSim cumpre o que promete. Durante os testes, o chip executou bem sua função, com velocidade razoável para envio e recebimento de mensagens.

Como a versão mais barata do produto custa pelo menos R$ 50,00 (mais o frete) e é preciso recarregar o ChatSim para enviar e receber conteúdos multimídia, a compra pode não valer a pena, já que esse não é um acessório indispensável ao celular. No entanto, se você tem o costume de viajar para outros países, esse pode ser um bom investimento.

24 de maio de 2016

Golpe: Versão 'Gold' do Whatsapp não existe e é malware

Falso convite é feito por meio de mensagem e diz oferecer recursos exclusivos do aplicativo.

Não são poucos os golpes que circulam no WhatsApp, e o aplicativo recentemente ganhou mais um. Desta vez, trata-se de um "convite" para acessar uma suposta versão "Gold" ou "Golden" do aplicativo, que só seria acessível para celebridades.

O convite promete que a versão especial do WhatsApp tem recursos exclusivos. Alguns deles seriam chamadas de vídeo, a possibilidade de enviar até 100 imagens de uma só vez e uma função para deletar mensagens mesmo depois de tê-las enviado, segundo o Metro.

A mensagem, obviamente, também traz um link por meio do qual seria possível baixar essa versão premium do WhatsApp. No entanto, essa versão não existe. O link, na verdade, leva para um site que baixa malware - arquivos nocivos - para o smartphone da vítima. Por meio desses arquivos, hackers conseguem espiar sua navegação e roubar seus dados.

De acordo com o Metro, o texto da mensagem começa com: "Hey Finally Secret Whatsapp golden version has been leaked. This version is used only by big celebrities. Now we can use it too" (Olá. Finalmente a versão Golden do Whatsapp foi lançada. Esta versão é usada apenas por grandes celebridades e agora se tornou aberta). Por enquanto ele só foi encontrado em dispositivos Android.

Se você receber alguma mensagem desse tipo, exclua-a imediatamente e não clique no link. Vale a pena também avisar, por outro meio, a pessoa que lhe enviou a mensagem, para que ela saiba que o aparelho dela está distribuindo malware.

O que fazer se você for infectado?

Caso você já tenha clicado no link, é possível remover os arquivos nocivos do aparelho. Para isso, é necessário desligar o dispositivo e neiniciá-lo em modo de segurança - um procedimento que é diferente para cada modelo de smartphone.

Ao reiniciar o celular em modo de segurança, utilize o gerenciador de dispositivos para encontrar o aplicativo nocivo e removê-lo. O meio mais fácil de identificá-lo é pela data de instalação (que será a mesma data em que você clicou no link). Após remover o malware, reinicie o dispositivo normalmente para verificar se o procedimento deu certo.

11 de maio de 2016

09 de maio de 2016

Cinco funções que o ZapZap tem o Telegram não

Além das funções da versão original, o mensageiro nacional traz ainda outros recursos que nem o WhatsApp possui.

O Telegram recebeu milhões de novos usuários por conta do bloqueio recente do WhatsApp, mas o app brasileiro ZapZap pode apresentar o serviço de mensagens de forma mais completa. Com as mesmas funções da versão original, que incluem chat secreto e grupos com até 5 mil pessoas, o mensageiro nacional traz ainda pelo menos outras cinco funções exclusivas que ainda não chegaram ao Telegram – e nem ao próprio WhatsApp.

Confira cinco funções que o ZapZap tem e o Telegram não, e saiba porque o app brasileiro pode ser uma opção mais interessante no dia a dia.

Streaming de vídeos

O ZapZap permite, assim como o Telegram, o compartilhamento de arquivos de até 1,5 GB. No entanto, quando se trata de vídeos, o app brasileiro leva a melhor. Isso porque, além de poder enviar filmes grandes no chat, é possível reproduzi-los dentro do próprio aplicativo por streaming, sem precisar fazer o download, assim como no Netflix ou YouTube. É um recurso não só cômodo para o usuário, mas que também economiza muitos megabytes de armazenamento no celular.

Grupos temáticos

Um dos grandes destaques do ZapZap há tempos são seus grupos temáticos públicos. Divididos em várias categorias, eles reúnem pessoas que ainda não se conhecem, de acordo com interesses em comum, como namoro, amizade, cinema, esportes e tecnologia. Qualquer usuário pode entrar em um grupo público, ou criar o seu próprio para reunir pessoas do Brasil inteiro – no Telegram, os grupos são privados, assim como no WhatsApp.

Chamadas de voz

As chamadas de voz, presentes no WhatsApp, ainda não chegaram ao aplicativo oficial do Telegram, mas já podem ser usadas no ZapZap. Liberadas na versão Beta em maio de 2015, as ligações já podem ser usadas livremente por todos os usuários para falar de graça pelo 3G, 4G ou Wi-Fi. A qualidade e a estabilidade, inclusive, prometem ser maiores do que no concorrente famoso.

Gerenciador de arquivos

O ZapZap também tem, ao contrário do Telegram, um gerenciador de arquivos pessoais nativos que usa a nuvem para armazenar vídeos, fotos e qualquer outro item de até 1,5 GB de tamanho individual. A função se chama ZapDrive e é acessada por meio de um bot que guarda os arquivos para você, com direito a criação de pastas para organizar o conteúdo como você quiser. E o melhor: não há limite de armazenamento, ao menos, por enquanto.

Feed de amigos

O Telegram é um mensageiro comum, mas o ZapZap pretende romper essa barreira com um feed que reúne postagens de amigos. De maneira similar ao Facebook, você pode adicionar como amigos pessoas conhecidas em grupos públicos, ver seus perfis e acompanhar grupos em que elas participam, assim como fotos e mensagens publicadas no mural. É uma maneira de promover comunicação não só entre pessoas que já se conhecem, mas para criar novas amizades.

Bônus

Mesmo com várias funções a mais e um design um tanto diferente, o ZapZap é integrado ao Telegram. Isso significa que seus usuários podem conversar com quem tem o aplicativo russo instalado, e vice-versa, aproveitando funções em comum como o envio de arquivos grandes, o chat secreto e os grupos privados com milhares de usuários.

30 de março de 2016

IFPI realiza Genuino Day no próximo sábado

Evento faz parte das comemorações de aniversário de desenvolvimento da plataforma Arduino, que permite a construção de sistemas interativos de baixo custo.

No próximo sábado, 2 de abril, será realizado o Genuino Day. O evento, organizado pelo Labiras (Laboratório de Automação, Robótica e Sistemas Inteligentes) do Instituto Federal do Piauí, acontece em diversos países, na mesma data, e faz parte das comemorações de aniversário de desenvolvimento da plataforma Arduino, que permite a construção de sistemas interativos de baixo custo. Uma característica importante dessa ferramenta é que todo material (software, bibliotecas e hardware) pode ser reproduzido e usado por todos, sem a necessidade de pagamento de royalties ou direitos autorais.

O evento já aconteceu em duas outras edições com o nome de Arduino Day. "A mudança de nome [para Genuino Day] é resultado de uma estratégia global da empresa que desenvolve a plataforma Arduino. Mas o evento continua gratuito e com o objetivo de reunir makers, hackers e curiosos interessados em experiências e projetos na área de tecnologia”, destaca Francisco Marcelino, coordenador do Labiras.

O Genuino Day acontecerá, das 10h às 22h, na Praça de Alimentação do Shopping Rio Poty. Na programação, estão previstas oficinas, palestras e atividades integradoras. "Outra diferença neste ano é que terão prioridades os projetos com apelo social, especialmente os destinados ao combate ao mosquito Aedes aegypti”, acrescenta Marcelino.

Serviço de streaming de música Spotify capta US$ 1 bilhão

Spotify está enfrentando uma competição cada vez maior de empresas, como o Apple Music

Serviço de streaming levantou dinheiro em dívida conversível.
Empresa compete com Apple e Tidal pela música digital.

Da Reuters

Serviço de streaming de música Spotify. (Foto: Divulgação/Spotify)
Serviço de streaming de música Spotify. (Foto: Divulgação/Spotify)

O serviço de streaming de música Spotify captou US$ 1 bilhão em dívida conversível junto aos fundos de investimento TPG Capital e Dragoneer Investment e alguns clientes do banco Goldman Sachs.

O acordo deve ser fechado no fim desta semana, afirmou a porta-voz da empresa Marni Greenberg.

Essa é uma modalidade de investimento em que o capital é aportado na empresa por meio de um contrato de empréstimo. Entre suas cláusulas, há a possibilidade de os investidores converterem parte ou a totalidade dos recursos em participação societária na companhia.

O Spotify está enfrentando uma competição cada vez maior de empresas, como a Apple e o seu Apple Music e a Pandora Media, assim como o europeu SoundCloud e o Tidal, propriedade do produtor musical e rapper norte-americano Jay Z.

Também nesta terça-feira, o SoundCloud lançou um serviço de transmissão de músicas nos EUA a partir de US$ 10 mensais.

COM QUE STREAMING  EU VOU - VA (Foto: arte/g1)

29 de fevereiro de 2016

WhatsApp deixará BlackBerry e outros 4 sistemas até o fim de 2016

App de chat não oferecerá versões para sistemas antigos; veja quais são. Serviço recomenda migração para smartphones com sistemas atualizados.

O WhatsApp deixará até o fim do ano de funcionar em cinco plataformas, como BlackBerry, versões antigas do Android (2.1 e 2.2), da Nokia (S40 e Symbian S60) e Windows Phone 7.1.

O encerramento foi anunciado pelo aplicativo de mensagem que pertence ao Facebook em seu blog na sexta-feira (26), na semana em que o serviço completou sete anos. A empresa pondera que as maneiras como as pessoas usam o celular – e os aparelhos preferidos – mudaram desde 2009.

“Cerca de 70% dos smartphones vendidos na época, possuíam sistemas operacionais desenvolvidos pela BlackBerry e Nokia. Os sistemas operacionais móveis oferecidos pela Google, Apple e Microsoft -- o que totaliza hoje em torno de 99,5% das vendas atuais -- estavam dentro de menos de 25% dos aparelhos celulares vendidos naquela época”, informa o WhatsApp.

Segundo a companhia, os aparelhos que rodam os cinco sistemas já não possuem capacidade para sustentar as melhorias que devem chegar ao aplicativo. A lista surpreende ao incluir o BlackBerry 10, lançado em 2013 como a aposta da BlackBerry de retomar posição de destaque no mundo dos smartphones.

O WhatsApp sugere que quem ainda usar um aparelho que rode um desses sistemas opte por um smartphone com iOS ou versões mais recentes de Windows Phone e Android.


Foto: Folhapress