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Notícias Tecnologia

17 de agosto de 2016

Aplicativos oficiais ajudarão eleitor a fiscalizar campanha pelo celular

Programas para denunciar irregularidades e conferir urnas são destaque. Dados sobre candidatos e locais de votação também estarão no smartphone.

Além de novas regras que limitaram o tempo e o gasto das campanhas, uma das novidades nas eleições deste ano são aplicativos para smartphones que ajudam o eleitor a escolher melhor os candidatos a prefeito e vereador na disputa municipal.

Diversas empresas já criaram versões com base em dados públicos. A maioria dessas informações, porém, estarão disponibilizadas em nove aplicativos oficiais da Justiça Eleitoral (veja ao final dessa reportagem o nome e a descrição de cada um).

Eles possibilitam não só fornecer informações básicas sobre o candidato (como idade, partido, profissão e grau de instrução), mas também seus gastos de campanha e processos que enfrenta na área eleitoral. Outros disponibilizam instruções sobre a própria votação.

As maiores novidades, contudo, segundo o secretário de Tecnologia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Giuseppe Janino, são o "Pardal", pelo qual o eleitor poderá denunciar gastos exorbitantes ou outras proibições da campanha; e também o "Boletim na Mão", pelo qual poderá conferir no sistema de contagem os votos da urna em que votou, por exemplo.

"O conjunto dessas aplicações primeiro informa melhor o cidadão. Segundo, auxilia a orientar o eleitor, como no caso do aplicativo que informa o local de votação. Em terceiro, inclui o eleitor como um auditor, na moralização do processo eleitoral, na questão das propagandas, nos gastos e também nos resultados apresentados nas seções eleitorais", resume Janino.
O Pardal será oficialmente lançado nesta quinta-feira (18) para os celulares que usam o sistema Android; a versão para iPhone (no sistema iOS) deverá estar disponível na AppStore no próximo dia 26. A maioria dos demais programas será lançada ao longo da campanha.
Confira abaixo o nome de cada um, bem como previsão de lançamento:

Candidaturas (já disponível para Android iOS)
Acessa informações básicas sobre os candidatos em todo o país: nome completo, nome na urna, número, situação da candidatura (se liberada ou contestada), cargo pleiteado, partido e coligação e link para site oficial. A prestação de contas, com declaração de receitas e despesas, também fica disponível.

JE Processos (já disponível para Android iOS)
Permite acompanhar o andamento de processos sobre o candidato, saber o juiz que relata o caso, as partes e seus advogados, bem como as decisões. O usuário pode selecionar os processos favoritos para facilitar a busca.

Agenda JE (já disponível para Android iOS)
Versão navegável do calendário eleitoral, com as datas oficiais das etapas da campanha, da organização do pleito, prazos para partidos e candidatos, além das datas de votação. Há também informações sobre os eventos que buscam a auditoria e a transparência no processo eleitoral. Um dos recursos é a possibilidade de notificação automática de todos os prazos.

Pardal (disponível a partir de 18/08 no Android e 26/08 no iOS)
Possibilita ao eleitor registrar irregularidades na campanha e enviar uma denúncia para a Justiça Eleitoral. O aviso pode incluir fotos, vídeos, áudio e a localização exata do lugar. Caberá ao Ministério Público analisar a denúncia, realizar diligências para conferir e tomar as medidas judiciais.

Mesários (disponível a partir de 26/08)
Traz instruções, orientações e seção com perguntas e respostas para complementar o  treinamento dos mesários e tornar os procedimentos facilmente acessíveis. Nessas eleições, mais de 2 milhões de cidadãos vão ajudar a Justiça na votação.

Agregador (disponível a partir de 10/09)
Reúne todos os aplicativos da Justiça Eleitoral numa única pasta. Apresenta de forma rápida ao eleitor a situação de seu título, instruções de como justificar ausência, local de votação, informações sobre a propaganda eleitoral e contatos do Disque-Eleitor. Há também notícias, vídeos e perfis oficiais da Justiça Eleitoral em mídias sociais.

Resultados (disponível a partir de 23/09)
Em sua segunda edição, o aplicativo permite acompanhar os dados da apuração em tempo real, após o fechamento das urnas. Na consulta, é possível visualizar os votos acumulados e a indicação, assim que possível matematicamente, dos candidatos eleitos ou dos que foram para o segundo turno. Permite selecionar os candidatos favoritos ou disputas favoritas.

Onde votar ou justificar (disponível a partir de 26/09)
Informa o local de votação conforme o título de eleitor, bem como endereços de postos de justificativa em todo o país.
Boletim na Mão (disponível a partir de 26/09)
Permite conferir o resultado de uma seção eleitoral por meio do QR Code emitido pela máquina no boletim de urna após a votação e afixado nos locais. Em formato quadrado, o código pode ser escaneado pela maioria dos celulares com câmera fotográfica.

11 de agosto de 2016

Professores aproveitam febre do Pokémon Go; veja mais de 20 dicas

'Estava impossível dar aula, precisei traçar estratégia', diz professora de biologia. Especialistas listam formas de trabalhar conteúdo a partir do jogo.

O jogo Pokémon Go invadiu o Brasil, e as salas de aula não passaram ilesas. Com os alunos grudados no celular na missão de caçar pokémons, professores aproveitam a febre para criar aulas e ensinar os conteúdos aproveitando a febre. (Abaixo, veja mais de 20 dicas para diferentes disciplinas)

Pokémon Go funciona na redação do G1 (Foto: Marcelo Brandt/ G1)

Pokémon Go funciona na redação do G1 (Foto: Marcelo Brandt/ G1)

Os protozoários na aula da professora de biologia Viviane Bozolan Porto ganharam as caras dos pokémons. Eddy Antonini ensinou trigonomotria fazendo uma analogia com a incubadora de ovos de jogo. E até na aula de espanhol da professora Oliveira Vieira o Pokémon Go vai aparecer. O grupo de alunos do 7º ano que acertar a conjugação dos verbos irregulares, na atividade que vai ocorrer na semana que vem, terá direito a caçar os monstrinhos durante a aula.

Momento do jogo em que os pokémons lutam  (Foto: Reprodução)

Momento do jogo em que os pokémons lutam (Foto: Reprodução)

“Eu precisei traçar uma estratégia. Na quinta-feira passada cheguei para dar aula e tomei um susto, não imaginava a febre. Dentro da escola tinha um pokéstop. Foi impossível dar aula, foi um estresse”, diz Viviane Bozolan Porto, professora de biologia da escola Mary Ward, da rede particular, em São Paulo.

Viviane diz que estava dando aula sobre protozoários e doenças no segundo ano do ensino médio, mas via os alunos se contorcendo para mexer no celular. Na escola é proibido o uso do aparelho na sala. “Comecei a fazer analogias entre os protozoários e os pokémons sobre evoluções e formas e eles começaram a prestar atenção.”

A professora, então, foi estudar o jogo, e dias depois propôs uma nova atividade: pediu aos alunos que fizessem cards com o desenho dos pokémons batizando-os com nomes dos protozoários. “Cada doença, cada forma, é uma evolução e um card diferente, sempre comparando com os pokémons. Assim eles memorizam os nomes dos protozoários brincando, ficou mais lúdico.”

Viviane não gosta do jogo e não instalou o aplicativo no celular, mas diz que quer aproveitá-lo para ensinar, já que virou o foco da atenção dos alunos. “Os desafios são legais e o professor não pode parar de estudar e usar novas estratégias.”

Os pokémons e a trigonometria 

Eddy Antonini, dá aulas nos cursos técnicos de eletrônica e eletrotécnica da Etec, em Itapeva, no interior de São Paulo. Ele usou uma situação hipotética do jogo para explicar conceitos da trigonometria e do Teorema de Pitágoras.

“Era uma aula de eletroeletrônica e eu tinha mencionado que iríamos estudar trigonometria, que era para revisar do ensino médio, eu comentei que dava para aprender até com pokémon. Depois que acabou a aula, alguns alunos ficaram e pediram para eu explicar. Mas pretendo repetir essa mesma explicação nas aulas regulares”, diz Eddy.

Ele diz que suas aulas costumam ser integradas com a cultura do dia a dia, mas que não substitui os métodos tradicionais da didática. “Quando lançou o filme do Thor, por exemplo, eu criei uma situação hipotética para usar a Bifrost como exemplo de condutor elétrico. Eu sempre uso a aproximação da realidade cultural dos alunos com o conteúdo.”

Acerto de verbo em espanhol vale caça 

Na semana que vem, os alunos da professora de espanhol Priscila Oliveira Vieira, da escola Mary Ward, estarão liberados para caçar pokémons pela escola. Mas não deliberadamente. Ela vai fazer uma atividade de revisão, em que a sala do 7º ano estará dividida em dois grupos. Haverá um líder em cada um deles que estará com o celular ligado no jogo em um espaço aberto do colégio.

Quando aparecer um pokémon, a professora vai lançar um verbo irregular do pretérito indefinido, se o grupo acertar a conjugação, ganhará o direito de caçá-lo. Se errar, adeus pokémon.

Priscila diz que os alunos ajudaram a compor as regras da brincadeira e estão ansiosos para participar. “Isso vai fazer com que eles memorizem os verbos. O conteúdo é difícil e o jogo desperta muito interesse. Eles vão se motivar a estudar para poder caçar.”

Pokémon aparece e jogador pode caçá-lo com a pokebola (Foto: Reprodução)

Pokémon aparece e jogador pode caçá-lo com a pokebola (Foto: Reprodução)

‘Jogo não é isolado da educação’ 

Para Roger Tavares, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), e especialista em games, os jogos sempre têm um fim pedagógico, até os violentos. “O jogo é feito por pessoas e todo mundo passou pela escola. Uns gostam mais e outros menos, mas o jogo não é uma coisa e a educação outra. Ele faz parte do ser humano”, diz Tavares, que atualmente faz pós-doutorado em Portugal sobre o tema.

Tavares acredita que se aplicados no ensino, os games podem ajudar a desconstruir a escola como um lugar maçante. “Vejo a escola como um lugar para socializar e trocar experiência. A visão da escola como lugar para ser reprimido, mudou. Alguns professores não entenderam que o videogame é amigo da escola e pode ser usado de muitas maneiras.”

Veja dicas de como usar o jogo: 

Sugestões avaliados por Rafael Lucena, professor de biologia do Stoodi (startup de educação à distância que oferece videoaulas), Roger Tavares, UFRN, atualmente no pós-doutorado em Portugal; e Leonardo Freitas Alves, professor de português da rede privada, em Brasília;

LINGUAGEM 

- Pedir que seus alunos escrevam histórias baseadas em uma aventura vivida por um dos pokémons de sua coleção;

- Pedir que seus alunos escrevam um diário baseado em seu avatar no jogo;

- Pedir que seus alunos escrevam um diário sobre o que viram e aprenderam jogando, incluindo pontos históricos ou turísticos;

- Pedir que seus alunos escrevam uma carta para seu professor buscando convencê-lo a permitir que jogue na sala de aula. Vale lembrar, neste item, que há escolas que proíbem o uso do celular;

- Pedir que seus alunos escrevam um artigo sobre os pontos positivos e negativos do uso do jogo na escola; ou sobre as razões para o jogo estar conquistando fãs por todo o mundo.

MATEMÁTICA/ FÍSICA/ QUÍMICA 

- Usar as características do pokémons do jogo para ensinar probabilidade, aplicando-a sobre o cálculo das chances de determinados pokémons vencerem os oponentes em combates;

- Realizar diferentes agrupamentos de pokémons para construir problemas envolvendo diagramas de Venn e Carrol;

- Usar informações de peso e altura dos pokémons, disponíveis no pokedex, para realizar atividades de estatística, incluindo a produção de gráficos;

- O jogo oferece a possibilidade compras. Formule problemas a partir dos principais interesses de compra dos alunos no jogo. Um exemplo: o que vale a pena comprar e o que não vale. Ou, ainda, como aproveitar melhor cinco dólares em compras com objetivo de conseguir mais pokémons;

- O jogo usa um círculo para determinar a área da captura dos pokémons. Use isso para trabalhar as áreas do círculo;

- No item “journal” é possível obter relatório sobre data e horário de captura dos monstrinhos. Elabore atividades sobre cálculo de tempo, como a elaboração de gráficos;

- Consumo de banda de telefonia: incentive os alunos a usarem dados disponíveis nos próprios celulares para elaborarem trabalhos sobre o consumo de dados e realizarem projeções;

- Usar conceitos da velocidade e trajetória da física para calcular a distância e tempo da captura dos pokémons;

- Nas batalhas nos ginásios, os pokémons lutam, mas é possível prever o vencedor, de acordo com a característica de cada monstrinho (terra, água, ar e fogo), lembrando conceitos da química.

BIOLOGIA 

- Evolução: como os conceitos de evolução se relacionam com a evolução dos pokémons do jogo?;

- Diversidade biológica: por que alguns pokémons são mais comuns que outros? Qual a relação entre seus poderes e as reais capacidades dos animais a que os pokémons são comparados?;

- Ecologia: por que alguns pokémons aparecem somente em certos locais ou horários? Qual a relação entre seu "perfil" (terra, água, fogo, planta, ar, etc.) e suas possíveis localizações?

- No jogo é possível encubar ovos. Mas o que é a encubação? Peça para os alunos realizarem um relatório sobre diferentes formas de reprodução.

GEOGRAFIA 

- Usar o jogo para discutir posicionamento e direção; abordando por exemplo a discussão sobre em qual ponto cardeal está o ponto de interesse mais próximo no jogo;

- Pedir para que os alunos desenhem um mapa com a área onde localizaram seus pokémons.

ARTES 

- Criar e desenhar novos pokémons;

- Dança, teatro e música também podem aproveitar o tema para propor atividades. Uma sugestão é fazer um estudo das cores. Por que alguns pokémons têm cores mais cortes do que os outros. Há uma relação sobre o seu perfil? Os que têm cores mais fortes são mais agressivos, por exemplo?

Sobre o jogo 

Pokémon Go é um game gratuito de realidade aumentada para smartphones Android e iOS. O jogo utiliza o sistema de GPS dos aparelhos para fazer com os jogadores se desloquem fisicamente para conseguir capturar os monstrinhos da franquia da Nintendo.

Pokémon é um game de realidade aumentada (Foto: Reprodução)

Pokémon é um game de realidade aumentada (Foto: Reprodução)

05 de agosto de 2016

Pokémon Go coleta dados importantes dos celulares de usuários

Empresa pode coletar — entre outras coisas — endereço de e-mail, endereço IP, a página da web que você estava usando antes de entrar no jogo, dentre outros dados.

Nos cinco dias frenéticos desde o lançamento nos EUA, o Pokémon Go se transformou em uma sensação econômica e cultural. Baixado por milhões, o jogo aumentou o valor de mercado da Nintendo em US$ 9 bilhões (e contando), criou um grande exemplo da realidade aumentada como formato do futuro e uma série de encontros estranhos, assustadores e coincidentes na vida real.

E conforme milhões de usuários andam pelo país pegando Pikachus e Jigglypuffs, a empresa saída da Alphabet, Niantic Inc., que desenvolveu o jogo, está coletando informações sobre os treinadores Pokémon. E certamente está pegando todos.

Como a maioria dos apps que funcionam com GPS no seu celular, o Pokémon Go é capaz de dizer muita coisa sobre você com base nos seus movimentos, conforme você joga: aonde você vai, quando você foi lá, como você foi lá, quanto tempo você ficou e quem mais estava lá. E, como muitos desenvolvedores que constroem esses apps, a Niantic guarda essas informações.

De acordo com a política de privacidade de Pokémon Go, a Niantic pode coletar — entre outras coisas — seu endereço de e-mail, endereço IP, a página da web que você estava usando antes de entrar no Pokémon Go, seu nome de usuário e sua localização. E, se você usar sua conta do Google para se cadastrar e usar um dispositivo iOS, a menos você negue explicitamente isto, a Niantic tem acesso para ler e escrever o seu e-mail, documentos do Google Drive e mais. (Isso também significa que, caso os servidores da Niantic sejam invadidos, quem quer que tenha invadido os servidores possivelmente tem acesso a toda a sua conta do Google. E você pode apostar que a enorme popularidade do jogo o tornou um alvo para hackers. Dado o número de crianças jogando o jogo, esse é um pensamento assustador.) Você pode verificar o tipo de acesso que a Niantic tem da sua conta do Google aqui.

Ela também pode compartilhar as informações com outras partes, incluindo a Pokémon Company, que contribuiu no desenvolvimento do jogo, “fornecedores de serviços terceiros” e “terceiros” para conduzir “pesquisa e análise, mapeamento de perfil demográfico e outras finalidades semelhantes”. De acordo com a política, ela também pode compartilhar quaisquer informações que coletar com as autoridades, em resposta a uma solicitação jurídica, para proteger seus próprios interesses ou impedir “atividades ilegais, antiéticas ou legalmente contestáveis”.

Nenhuma dessas cláusulas de privacidade são exclusivas do app. Apps baseados em localização, do Foursquare ao Tinder, fazem coisas parecidas. Mas os dados de mapeamento incrivelmente detalhamos e bloco a bloco do Pokémon Go, combinados com sua popularidade explosiva, podem em breve fazer dele uma dos mais, se não o mais detalhado mapa social baseado em localização já compilado.

E está tudo, ou em maior parte, nas mãos da Niantic, uma pequena empresa de desenvolvimento de realidade aumentada com fortes raízes no Vale do Silício. A origem da empresa remonta à startup de visualização de dados geoespaciais Keyhole Inc., que o Google adquiriu em 2004. Ela teve um papel crucial no desenvolvimento do Google Earth e do Google Maps. E, embora a Niantic tenha saído da Alphabet no fim do ano passado, a empresa matriz do Google ainda é uma de suas principais investidoras, assim como a Nintendo, que é acionista majoritária da Pokémon Company. O Google ainda era dono da Niantic quando ela lançou seu primeiro jogo, Ingress, que é o que a Niantic usou para selecionar os locais para os Pokéstops e ginásios.

Citando os planos do CEO John Hanke, um representante da Niantic não conseguiu esclarecer ao BuzzFeed News se a empresa vai compartilhar os dados de localização com a Alphabet ou a Nintendo. Um representante do Google encaminhou o pedido de comentários do BuzzFeed News para a Niantic.

Dado o fato de que Pokémon Go já tem milhões de usuários e que já atraiu a atenção das autoridades, parece provável que, em algum ponto, a polícia vai tentar fazer a Niantic entregar informações dos usuários. E se o histórico do Google é alguma indicação — no início deste ano, um repórter mostrou que a empresa atendeu a 78% das solicitações de dados de usuários feitas pelas autoridades — eles provavelmente estão preparados para cooperar.

Facebook monitora voz de usuários pelo microfone do celular, alerta hacker

O aparecimento de publicidades de produtos que o internauta tenha apenas citado em uma conversa com alguém comprovam o monitoramento

Todas as pessoas que possuem o aplicativo oficial do Facebook no seu smartphone, tablet ou notebook têm as conversas monitoradas. E não se trata dos diálogos digitados ou de pesquisas feitas na internet, que motivam o aparecimento de publicidades na linha do tempo. O monitoramento em questão é da voz do usuário.

Tal realidade parece absurda ou apenas uma teoria da conspiração, mas pode ser comprovada frequentemente. Basta observar como aparecem publicidades de produtos que o internauta tenha apenas citado em uma conversa com alguém.

Segundo o hacker Lucas Aguiar, ao baixar o aplicativo oficial do Facebook e aceitar as Políticas de Privacidade, o usuário está concedendo permissão para o uso irrestrito do microfone. “Eles não admitem, mas existem provas de que escutam o tempo todo, com a desculpa de melhorar a relação dos usuários com a plataforma”, comenta Lucas.


Cobrir o microfone e a câmera do smartphone, notebook e tablet, ajudam a dificultar o monitoramento

Um teste foi feito pela professora universitária Kelly Burns, que ensina Comunicação em Massa na University of South Florida. Ela utilizou o microfone de seu smartphone para falar que estaria interessada em participar de um safari africano andando de Jeep. Não ouve pesquisa na internet, apenas o comentário próximo ao microfone e, cerca de um minuto depois, ela começou a receber na sua timeline publicidade e posts promocionais relacionados ao assunto citado.

Lucas explica que o monitoramento acontece através de algoritmos complexos, que convertem o áudio em informação interpretável por máquina. “Assim é possível saber o que as pessoas falam e utilizar isso para aprimorar as propagandas”, alerta, acrescentando que o problema pode ser ainda maior. “Assim como utilizam para fins comerciais, podem muito bem utilizar para ajudar governantes opressores”, completa o hacker.

Até agora não foram descobertas formas de evitar o monitoramento de voz, mas existem métodos para dificultar o acesso a algumas informações. Um deles, de acordo com Lucas Aguiar, é cobrir o microfone e a câmera dos aparelhos. Outro é não baixar o aplicativo oficial do Facebook no smartphone, bem como preferir o Firefox como navegador, que é menos invasivo.

O hacker lembra ainda que o Google e Facebook estão no mesmo patamar em relação ao monitoramento. “Não podemos descartar também o Whatsapp e o Instagram, que são da mesma empresa. Todos esses aplicativos usam dados do dispositivo”, conclui.


04 de agosto de 2016

'Pokémon Go': Veja como funciona o game que é fenômeno nos celulares

Jogador precisa andar pelas ruas da sua cidade para capturar monstrinhos. Primeiro 'Pokémon' para smartphones chegou ao Brasil na noite de quarta (3).

As preces dos treinadores brasileiros foram atendidas, e "Pokémon Go" enfim foi lançado no Brasil na noite de quarta-feira (3). Mas se você ainda não entendeu do que se trata, explicamos o báscio do game de smartphones para você começar sua própria coleção de monstrinhos de bolso.

Disponível para aparelhos Android (clique aquipara baixar) e iOS (clique aqui para baixar), "Pokémon Go" usa dados do Google Maps para espalhar monstrinhos, PokéStops e ginásios pelas ruas da sua cidade.

Os pokémons aparecem aleatoriamente pelo mapa, respeitando um nível de raridade e algumas condições geográficas. Monstrinhos de água, por exemplo, tendem a surgir perto de rios, lagos e mares.

A ideia é que você ande por aí para encontrá-los e capturá-los. E para isso, basta arrastar a pokébola que aparece na parte de baixo da tela na direção do pokémon.

Algumas criaturinhas são mais difíceis de pegar. Mas conforme os treinadores jogam, novas pokébolas mais eficazes também ficam disponíveis.

Já os estabelecimentos comerciais e outros pontos urbanos se transformam nas PokéStops, locais fixos onde os treinadores podem coletar periodicamente (e gratuitamente) mais itens. As PokéStops são parada obrigatória para reabastecer o seu estoque de pokébolas e incensos – este último atrai mais pokémons para sua localização.

Pontos turísticos do Recife abrigam ginásios Pokémon (Foto: Luann Peixe/Reprodução/Niantic)

Pontos turísticos do Recife abrigam ginásios de 'Pokémon Go' (Foto: Luann Peixe/Reprodução/Niantic)

Assim como nos jogos convencionais dos videogames da Nintendo, "Pokémon Go" também tem ginásios, os centros de treinamento dos grandes mestres pokémon. Na vida real, eles costumam ser encontrados em monumentos e pontos turísticos.

Os jogadores só podem disputar um ginásio após ganhar pontos de experiência suficientes para chegar ao nível 5, que é quando fica disponível a escolha de um time dentro do mundo de "Pokémon Go". Nessas horas, o jogo ganha uma cara de Foursquare (quem lembra desse app?): uma equipe conquista um ginásio e precisa defendê-lo das outras.

Rolam batalhas, mas não como no GameBoy ou no 3DS. Você não escolhe golpe X ou Y e espera o desfecho em um combate em turnos. A cada toque na tela seu pokémon executa um golpe. E quem derrotar o outro antes, vence.

De acordo com a Niantic, empresa desenvolvedora de "Pokémon Go", troca de monstrinhos e batalhas entre jogadores são recursos que devem ser agregados ao jogo em breve.

(VALE ESTE) 'Pokémon Go' já funciona na redação do G1, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

(VALE ESTE) 'Pokémon Go' já funciona na redação do G1, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Temos que pegar
"Pokémon Go" usa realidade aumentada e GPS para levar os monstrinhos da Nintendo para o mundo real. Com a função GPS, os jogadores são avisados de quando estiverem próximos à localização de algum monstrinho. O app então processa uma imagem virtual dos pokémons sobre o sinal obtido via câmera fotográfica dos aparelhos.

Desde que chegou aos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia em 5 de julho, "Pokémon Go" se transformou em um fenômeno.

O game dos monstrinhos de bolso valorizou as ações da Nintendo, se tornou mais usado que Twitter e Tinder e provocou todo tipo de fenômeno – de lesões em jogadores a alertas de departamentos da polícia por todo o mundo.

Teve também uma popularização de bebês com nomes de pokémons, pessoas assaltadas porladrões que usavam o app para atrair vítimas a lugares desertos e até um homem que foi demitido em Cingapura após criticar o país por ainda não ter acesso ao jogo.

Atualmente, "Pokémon Go" foi lançado na América do Norte, vários países da Europa, Japão e outras regiões da Ásia. Segundo John Hanke, presidente-executivo da Niantic, o jogo deve chegar a 200 mercados no total.

03 de agosto de 2016

'Pokémon Go' é lançado no Brasil e já está disponível para baixar

Jogo para smartphones está funcionando e disponível para ser baixado. Game de realidade aumentada e GPS virou fenômeno no mundo todo.

(VALE ESTE) 'Pokémon Go' já funciona na redação do G1, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

'Pokémon Go' já funciona na redação do G1, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

"Pokémon Go" já pode ser baixado nas lojas brasileiras de aplicativo da Apple e do Google. O game começou a funcionar no Brasil nesta quarta-feira (3). Em um primeiro momento, o jogo ficou disponível apenas em versões para quem tem contas na App Store dos EUA.

Nesta quarta (3), a Niantic já havia publicado em seu perfil oficial no Twitter que estava "trabalhando duro" para o lançamento do game no Brasil.

Fenômeno monstruoso

Desde que chegou aos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia em 5 de julho, "Pokémon Go" se transformou em um fenômeno.

O game dos monstrinhos de bolso valorizou as ações da Nintendo, se tornou mais usado que Twitter e Tinder e provocou todo tipo de fenômeno – de lesões em jogadoresa alertas de departamentos da polícia por todo o mundo.

Teve também uma popularização de bebês com nomes de pokémons, pessoas assaltadas por ladrões que usavam o app para atrair vítimas a lugares desertos e até um homem que foi demitido em Cingapuraapós criticar o país por ainda não ter acesso ao jogo.

Atualmente, "Pokémon Go" foi lançado na América do Norte, vários países da Europa, Japão e outras regiões da Ásia. Segundo John Hanke, presidente-executivo da Niantic, o jogo deve chegar a 200 mercados no total.

Temos que pegar
"Pokémon Go" é um game gratuito de smartphones que usa realidade aumentada e GPS para levar os monstrinhos da Nintendo para o mundo real. A dinâmica é mais ou menos a mesma dos outros jogos da série: caçar, capturar e treinar todos os 151 pokémons. Dessa vez, porém, os jogadores precisam levantar do sofá e andar pelas ruas de sua cidade para encontrar as criaturas.

Com a função GPS, os jogadores são avisados de quando estiverem próximos à localização de algum monstrinho. O app então processa uma imagem virtual dos pokémons sobre o sinal obtido via câmera fotográfica dos aparelhos.

Pokémon Go na redação do G1, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Pokémon Go na redação do G1, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Essa tecnologia de associar ações de games a localidades físicas é a especialidade da Niantic. Fundada por um dos criadores do Google Earth, John Hanke, o estúdio de games deixou o Google após o anúncio da criação da empresa-mãe Alphabet.

Caso queiram deixar os smartphones no bolso, mas sem parar de jogar, os jogadores podem usar o acessório Pokémon Go Plus. O aparelhinho lembra um relógio de pulso e emite sinais luminosos quando um pokémon estiver por perto. Conectado via Bluetooth por celular, o dispositivo é criado pela Nintendo.

Acessório para o jogo 'Pokémon Go', para celulares iOS e Android, que levará pokémons para batalhas no 'mundo real'. (Foto: Divulgação/Pokémon Company)

Acessório do jogo 'Pokémon Go', para celulares iOS e Android, ajuda jogadores a continuarem caçando pokémons mesmo com o aparelho no bolso (Foto: Divulgação/Pokémon Company)

27 de julho de 2016

Centro Administrativo é o local onde as pessoas mais acessam internet gratuita

Potycabana e Praça da Bandeira estão em 2º e 3º lugares. Total de conexões chegou a quase 100 mil pessoas em Junho

Levantamento realizado pela equipe técnica da Agência de Tecnologia da Informação do Estado (ATI-PI), traz um ranking com os pontos de internet do projeto Piauí Conectado mais utilizados pela população em Teresina, dentre eles o Centro Administrativo, Potycabana e Praça da Bandeira figurando em primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente. 

O ranqueamento foi feito, principalmente, com base nos dados de junho, quando o total de conexões chegou a quase 100 mil pessoas utilizando a rede de internet do governo. Observando os gráficos de 01 a 25 de julho, a equipe técnica notou que houve uma manutenção dos três primeiros colocados. 

“A partir da quinta e sexta posição é que os pontos de wifi livre não mantém uma constância, em um dia a Praça Emílio Falcão aparece como a quinta praça mais acessada, no outro ela perde a posição para a Praça da Vila Operária, por exemplo, e isso só reforça o quanto esse serviço está sendo utilizado em todas as regiões da capital”, explica Avelyno Medeiros, diretor geral da ATI. 

Atualmente Teresina conta com 12 pontos de internet gratuita, dos quais dois já foram inaugurados oficialmente, são eles a Praça da Vila Operária e Praça da Bandeira, a terceira mais utilizada pela população. “Embora as outras dez não tenham sido inauguradas ainda, todas estão funcionando plenamente”, conta David Amaral, diretor-técnico da Agência de Tecnologia. 

Cadastro

Para acessar a rede Piauí Conectado, basta ligar o wifi do celular, computador, tablet ou aparelho similar e buscar pela rede. Em seguida será aberta uma aba de cadastro solicitando apenas nome, email, cpf, número e a criação de uma senha. Quando o cadastro for confirmado, o cidadão estará conectado. Ao chegar em qualquer outro ponto que tenha a rede do estado, o cadastro não será mais necessário, bastando apenas informar cpf e senha para se conectar novamente. 

Piauí Conectado

O Piauí Conectado tem por objetivo principal levar condições de acesso à informação através do wifi livre às pessoas que não podem custear o serviço de internet. O programa se alia a outras áreas do governo trabalhando a segurança, saúde e educação, com câmeras de videomonitoramento, envio de exames para centrais de laudos, entre outros serviços.

24 de julho de 2016

Solar Impulse 2 sai do Egito para a última etapa de sua volta ao mundo

Projeto do avião movido a energia solar iniciou sua jornada há um ano. Decolagem foi atrasada em uma semana por problemas climáticos.

O avião Solar Impulse 2 decolou neste domingo (24) do Egito rumo a Abu Dabi para a última etapa de sua volta ao mundo iniciada há mais de um ano. Nesta 17ª e última etapa, o avião é pilotado pelo suíço Bertrand Piccard, que realizou o primeiro voo transatlântico em um aeroplano capaz de voar sem combustível, graças a suas baterias que acumulam energia solar.

Entre aplausos e gritos de apoio da equipe de terra, o avião decolou do aeroporto do Cairo para uma viagem que deve levá-lo a Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos, de onde partiu no dia 9 de março de 2015.

"É um projeto para a energia e para um mundo melhor", afirmou Bertrand Piccard aos jornalistas reunidos no aeroporto.

Com um peso de uma tonelada e meia, tão largo quanto um Boeing 747, o Solar Impulse 2 voa graças a baterias que armazenam a energia solar captada por 17.000 células fotovoltaicas em suas asas.

A Solar Impulse 2 devia ter saído do Egito na semana passada mas sua decolagem foi adiada pelos fortes ventos e por um problema de saúde do piloto.

O avião solar chegou ao Cairo em 13 de julho, depois de decolar de Sevilha (sul da Espanha), trajeto de 3.745 km, concluído em 48 horas e 50 minutos.

Piccard disse na noite deste sábado que essa última etapa será difícil. "É uma região muito, muito quente (...). O voo será esgotante", advertiu.


Foto: Khaled Desouki/AFP

18 de julho de 2016

Polícia da Espanha cria guia de segurança para jogar 'Pokémon Go'

'Se você vir um Snorlax ou um Vaporeon, não se guie só pela emoção.' Guia alerta para jogador não capturar monstrinhos se estiver ao volante.

A polícia nacional da Espanha publicou nesta segunda-feira (18) um guia de segurança para jogadores de "Pokémon Go", depois que os usuários do game se envolveram em situações perigosas em outros países.

O aplicativo de realidade aumentada tem feito jogadores saírem às ruas das cidades em que foi lançado para capturarem pokémons com a ajuda da tela de seus celulares.

Desde o lançamento do jogo no início deste mês, já surgiram casos de roubos e situações perigosas no trânsito, devido às distrações associadas à caça dos monstrinhos.

"Lembre-se: é absolutamente proibido capturar um pokémon enquanto conduz ou anda de bicicleta", diz a polícia espanhola no guia.


Policiais espanhóis posam com pokémons em fotografia divulgada pelo Ministério do Interior para campanha de prevenção de acidentes. (Foto: Ministério do Interior da Espanha/Reuters)

"Da mesma forma que outros aplicativos de geolocalização, isto pode ser usado por bandidos para saber quando você sai de casa ou onde está em um dado momento", acrescentam as autoridades.

Em países como os Estados Unidos, onde "Pokémon Go" foi lançado alguns dias antes da Espanha, a entrada de jogadores em lugares como memorial do holocausto ou no Cemitério Nacional de Arlington em Washington provocaram reclamações.

"Se você vir um Snorlax ou um Vaporeon, não se guie só pela emoção, sua segurança vem primeiro", alerta a polícia espanhola.

"Não ande no meio da rua, respeite os sinais de trânsito, não invada propriedades privadas e respeite as normas de espaços e edifícios públicos."

17 de julho de 2016

Aluno da Uespi desenvolve tecnologia para uso de drone na agricultura

A utilização de drones no setor agrícola no Brasil cresce bastante pelo fato de possibilitar aumento na produtividade e redução nos custos.

Cláudio Mendonça e o orientador, José Vigno, durante testes realizados com o projeto, na Uespi, Campus Piripiri (Foto:Ascom Uespi)

As pesquisas com a plataforma de programação Arduíno vêm ganhando espaço por conta das inúmeras possibilidades de aplicabilidade dessa ferramenta. Na Universidade Estadual do Piauí (Uespi), o curso de Computação desenvolve pesquisas na área há pouco tempo, mas já é possível perceber importantes resultados. A prova disso é o projeto de drone (veículo aéreo não tripulado e controlado remotamente que pode realizar inúmeras tarefas), desenvolvido por Cláudio Mendonça Barbosa, aluno do curso de Computação da Uespi - Campus de Piripiri.

O Arduíno é uma plataforma eletrônica utilizada para o desenvolvimento de objetos interativos independentes, como drones, e de outras ferramentas acessíveis, com baixo custo. O professor do curso de Computação da Uespi, Campus Piripiri, José Vigno, vem estudando a possibilidade de aplicação das funções oferecidas pela plataforma desde o ano de 2013, por meio de um grupo do qual participa Cláudio Mendonça. Os dois trabalham no projeto desde o início das atividades do grupo de estudo com o objetivo de produzir um veículo aéreo não tripulado que venha a desempenhar melhor algumas atividades no setor agrícola, setor de grande importância econômica para o município de Piripiri.

“A aplicação dele se dá no processamento de imagens: captura de fotos aéreas, realização de uma análise para estabelecer algum parâmetro ou localizar algo que a olho nu não seria possível com tanta precisão. O objetivo específico consiste em melhorar a qualidade das plantações, busca de gado perdido, demarcação de território e segurança em geral”, explicou Cláudio.

A possibilidade de se obter um bom retorno financeiro com a ideia é muito grande, já que a utilização de drones no setor agrícola no Brasil cresce bastante pelo fato de possibilitar aumento na produtividade e redução nos custos da agricultura.

De acordo com o Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação da USP (ICMC-USP), o uso das informações coletadas por Vants (veículos aéreos não tripulados) permite um acréscimos de 15% a 20% na produção agrícola. Entre as principais vantagens apontadas pelo estudo, está uma maior e mais rápida detecção de áreas improdutivas, o que possibilita a adoção de estratégias de intervenção e otimiza o uso de insumos, possibilitando também ações pontuais de recuperação de lavouras.

O trabalho ainda é um protótipo acadêmico em fase de desenvolvimento. A perspectiva é de que seja concluído em um prazo de dois anos, para que logo após possa ser patenteado e lançado no mercado. Segundo o professor Jose Vigno, a pesquisa desenvolvida por Cláudio estimulou outros alunos. “É impressionante como a fabricação do drone estimulou os demais alunos do curso na pesquisa. Com isto, alunos dos primeiros períodos estão interessados nessa linha de pesquisa e empolgados com o que podem aprender e desenvolver no decorrer do curso, pois existem diversos processos que podem ser automatizados na sociedade com a plataforma Arduíno”, disse Vigno.

“A importância deste projeto para a universidade e para o curso é muito grande. Com mais investimentos para pesquisas, será possível aplicar os conhecimentos de desenvolvimento de software e hardware em mais produtos para a sociedade. Além disso, poderemos alavancar o desenvolvimento econômico na região de Piripiri”, finalizou Jose Vigno.

As pesquisas para aprimoramento do produto continuarão a ser realizadas pelo grupo de trabalho voltado ao estudo da plataforma Arduíno, coordenado pelo professor Jose Vigno. Os resultados encontrados na realização do projeto do drone serão compartilhados posteriormente em eventos científicos da área da Computação. Cláudio também pretende apresentar o projeto como Trabalho de Conclusão de Curso.

Piauienses vivem expectativa para o lançamento de Pokémon GO no Brasil

No jogo é possível visualizar os monstros através de imagens capturadas pela câmera do smartphone

Nas últimas semanas o lançamento de um game para smartphones mexeu com mercado de tecnologia mundial. O Pokémon GO, criado pela franquia Nintendo, utiliza a chamada realidade aumentada para proporcionar uma imersão dos usuários no mundo das batalhas do anime japonês, sucesso de audiência na década de 90. Na prática, é possível visualizar os monstros através das imagens capturadas pela câmera do celular. 

O game está disponível em países como Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, e já é mais popular que aplicativos de relacionamentos, como o Tinder. Apesar de ainda não ter sido lançado no Brasil, muitos brasileiros vivem a expectativa para testar as inovações trazidas pelo Pokémon Go. 

O estudante Jeferson Junior até que tentou baixar uma versão do game em seu smartphone, através de lojas de aplicativos de outros países. Sem sucesso, ele vivencia a ansiedade pela liberação de Pokémon Go no Brasil. “É um sentimento meio que nostálgico, relembrar algo que fez parte da sua infância, utilizando a tecnologia de realidade aumentada”, pontua. 

Segundo Jefferson, nas últimas semanas, Pokémon voltou a ser um dos assuntos mais comentados nas rodas de amigos. “Meu ciclo de amizades possui muitas pessoas que, assim como eu, cresceram assistindo Pokémon. A expectativa para utilizar esse jogo é muito grande”, completa. 

Além de diversão, algumas pessoas apostam na popularização de Pokémon Go como uma oportunidade de ganhar dinheiro. Esse é o caso do estudante de publicidade Rodrigo Oliveira, que acredita que em pouco tempo, o game vai proporcionar oportunidades de negócios. 

“Acredito que além de marketing, muitas oportunidades de negócios vão surgir através do Pokémon Go. Quem for criativo, e esperto, vai sair na frente. Por isso já estou me preparando, e vendo algumas possibilidades”,comenta o estudante. 

No Brasil, ainda não há data oficial para o lançamento de Pokémon Go. O game, que pode ser utilizado nos sistemas operacionais iOS e Android, pode ser baixado de graça, mas os usuários têm a possibilidade de comprar itens com dinheiro de verdade, durante as missões do jogo.

14 de julho de 2016

Nintendo irá relançar NES, seu 1º videogame, com 30 jogos na memória

Nintendinho virá com clássicos 'Super Mario Bros.' e 'The Legend of Zelda'. Console irá custar US$ 60 nos Estados Unidos e chega em 11 de novembro.

A Nintendo anunciou nesta quinta-feira (14) que irá relançar o NES, também conhecido como Nintendinho, seu primeiro videogame doméstico. O console será vendido em uma versão compacta, com saída HDMI para se conectar a televisores de alta definição, e virá com 30 jogos na memória, incluindo clássicos como "Super Mario Bros.", "The Legend of Zelda", "Donkey Kong" e "Metroid".

De acordo com a Nintendo, o NES Classic Edition é uma "mini réplica quase idêntica" ao console original, lançado no Japão em 1983 (como Famicom) e em 1985 nos EUA.

A nova versão do videogame chega em 11 de novembro por US$ 60. Um controle adicional, para games de 2 jogadores, irá custar US$ 10.

O clássico dos clássicos

A notícia do relançamento do NES chega em meio ao fenômeno do "Pokémon Go", game dos monstrinhos da Nintendo feito para celulares. A empresa japonesa também está se preparando para lançar em 2017 o NX, seu próximo console e sucessor do Wii U. Até o momento, o game "The Legend of Zelda: Breath of the Wild" é o único título confirmado do videogame.

Veja abaixo todos os games que virão na memória do NES Classic Edition:

"Balloon Fight"

"Bubble Bobble"

"Castlevania"

"Castlevania II: Simon's Quest"

"Donkey Kong"

"Donkey Kong Jr."

"Double Dragon II: The Revenge"

"Dr. Mario"

"Excitebike"

"Final Fantasy"

"Galaga"

"Ghosts N' Goblins"

"Gradius"

"Ice Climber"

"Kid Icarus"

"Kirby's Adventure"

"Mario Bros."

"Mega Man 2"

'Metroid"

'Ninja Gaiden"

'Pac-Man"

"Punch-Out!! Featuring Mr. Dream"

"StarTropics"

"Super C"

"Super Mario Bros."

"Super Mario Bros. 2"

"Super Mario Bros. 3"

"Tecmo Bowl"

"The Legend of Zelda"

"Zelda II: The Adventure of Link"


Foto: Divulgação/Nintendo

12 de julho de 2016

'Pokémon Go': veja respostas às principais perguntas sobre o game

Jogo para smartphones se tornou fenômeno na internet desde lançamento. App se tornou mais popular que Tinder e valorizou ações da Nintendo.

Lançado de surpresa para smartphones no último dia 5, e disponível apenas nos EUA, na Austrália e na Nova Zelândia, “Pokémon Go” se tornou rapidamente um fenômeno. Mais popular que o Tinder e mais utilizado que o Whatsapp ou o Instagram entre os americanos, o game já provocou um aumento de bilhões de dólares nas ações da Nintendo, uma das responsáveis pelo projeto.

Tamanho sucesso não acontece sem alguns problemas ou tropeços. Nos Estados Unidos, algumas pessoas foram assaltadas por umgrupo que usava o aplicativo para atrair vítimas a lugares desertos. Em Cingapura, um homem foi demitido após criticar o país por ainda ter acesso ao jogo.

O game de realidade aumentada ainda é alvo de críticas em relação a seu contrato de privacidade, ao desempenho de seus servidores e à demora para chegar no Brasil -- a previsão de lançamento no país no final de julho provavelmente não deve se concretizar.

Para entender melhor o fenômeno que o jogo tem representado, o G1 responde às principais perguntas relacionadas a “Pokémon Go”.

O que é?

“Pokémon Go” é um game gratuito de realidade aumentada para smartphones Android e iOS. O jogo utiliza o sistema de GPS dos aparelhos para fazer com os jogadores se desloquem fisicamente para conseguir capturar os monstrinhos da franquia da Nintendo.

O que é realidade aumentada?
Não confunda com realidade virtual. A realidade aumentada é um tipo de mídia que mistura o mundo real com elementos criados virtualmente. No caso de “Pokémon Go”, o jogador visualiza seus arredores na tela do celular capturados pela câmera, e o aplicativo insere os pokémons nesses lugares.

O jogo de realidade aumentada 'Pokemon Go' é visto na tela de um smartphone em foto ilustrativa tirada em Palm Springs, na Califórnia, EUA (Foto: Sam Mircovich/Reuters)

O jogo de realidade aumentada 'Pokemon Go' é visto na tela de um smartphone em foto ilustrativa tirada em Palm Springs, na Califórnia, EUA (Foto: Sam Mircovich/Reuters)

Marido posta foto 'caçando' Pokémon enquanto mulher espera para ter bebê (Foto: Reprodução/Reddit)

Marido posta foto 'caçando' Pokémon enquanto mulher espera para ter bebê (Foto: Reprodução/Reddit)

Por que eu não consigo jogar no Brasil?
Originalmente, o game tinha lançamento previsto para o final de julho, sem data específica. Sua desenvolvedora, a Niantic, Inc., surpreendeu ao disponibilizar o jogo no última dia 5 na Austrália, e parece liberá-lo gradualmente ao redor do mundo. Por enquanto, apenas Nova Zelândia e Estados Unidos também receberam. É possível baixar o aplicativo para Android em alguns sites alternativos, mas o jogo ainda não funciona completamente.

Por que a chegada do jogo foi adiada?
Quem estava achando ruim o lançamento no final do mês pode ficar ainda mais decepcionado. “Pokémon Go” foi vítima de seu próprio sucesso, atraindo um número de jogadores muito acima da expectativa da Niantic, Inc., e por isso tem enfrentado problemas com seus servidores, que não conseguem abrigar todo mundo. A empresa já anunciou que trabalha para resolver os problemas, mas que provavelmente terá de adiar o lançamento pelo resto do mundo.

Por que tem gente falando que é invasivo?
Para se cadastrar e utilizar o game, é necessário concordar com o contrato de privacidade oferecido pela desenvolvedora. Muitos usuários, no entanto, afirmam que os termos no texto abrem possibilidade para que a empresa tenha acesso a contas inteiras no Google, desde e-mail ao editor de textos e outros aplicativos. O aplicativo ainda registra as localizações do jogador ao longo do tempo, além verificar qual o último site foi visitado.

Por que já causou “acidentes” nos EUA?
Ao utilizar a realidade aumentada, “Pokémon Go” obriga jogadores a saírem de casa para capturar novos monstros, atingir certos objetivos e conseguir certos itens. E pode ser difícil prestar atenção no que acontece ao redor enquanto se concentra na tela do celular. Um grupo de jovens nos EUA até utilizou o aplicativo para monitorar o movimento de jogadores e assaltá-los. Diversos jogadores relataram que se machucaram ao tropeçar enquanto estavam distraídos.

Por que “Pokémon” é um fenômeno há 20 anos?
A série de games no qual o jogador controla um treinador de pequenos monstros que os utiliza em batalhas foi lançada para o console portátil da Nintendo, o Game Boy, em 1996. ao unir elementos de RPG em turnos, monstros bonitinhos e cheios de personalidade, as duas versões do primeiro game, “Red” e “Blue”, foram um grande sucesso. 20 anos depois, a série  vendeu mais de 200 milhões de cópias com seus quase 60 games, além de gerar um jogo de cartas, uma série de desenhos animados e 19 longas de animação.

Por que as ações da Nintendo subiram tanto?
“Pokémon Go” foi criado pela Niantic, uma cisão do Google no ano passado, e pela Pokemon Company. A Nintendo detém um terço da Pokemon Company e tem participações não reveladas na Niantic, que já desenvolveu um jogo similar de realidade aumentada em 2012.

O jogo de realidade aumentada 'Pokemon Go' é visto na tela de um smartphone em foto ilustrativa tirada em Palm Springs, na Califórnia, EUA (Foto: Sam Mircovich/Reuters)

O jogo de realidade aumentada 'Pokemon Go' é visto na tela de um smartphone em foto ilustrativa tirada em Palm Springs, na Califórnia, EUA (Foto: Sam Mircovich/Reuters)

11 de julho de 2016

'Pokémon Go' já está instalado em mais celulares Android do que Tinder

Levantamento da SimilarWeb leva em conta jogadores dos Estados Unidos. Brasil é 2º país a mais baixar game por fora da loja oficial de apps do Google.

Procurar "crush" pelo celular é coisa do passado. A moda agora é capturar pokémon no mercado. Isso porque nos Estados Unidos o novo fenômeno "Pokémon Go" já está instalado em mais aparelhos Android do que o Tinder, popular app para flertar e marcar encontros.

De acordo com a empresa de monitoramento SimilarWeb, "Pokémon Go" aparece em 5,16% dos dispositivos que rodam o sistema operacional do Google nos EUA, um dos poucos países que já têm o game. O jogo também está disponível na Austrália e na Nova Zelândia.

Por causa dessa limitação, os downloads do jogo feitos por fora da loja oficial de apps do Google tiveram um surto nos últimos dias. A SimilarWeb afirma que o Brasil é o segundo país no mundo a mais baixar "Pokémon Go" pelo site APK Mirror, com os usuários brasileiros respondendo por 8,2% do tráfego da página nos últimos 28 dias.

Outros números de "Pokémon Go" nos EUA segundo a SimilarWeb:

- mais de 60% dos usuários que baixaram o jogo usam ele diariamente;

- em 8 de julho, o tempo médio gasto por dia no app era de 43 minutos e 23 segundos, mais do que WhatsApp, Instagram, Snapchat e Messenger;

- a audiência do site APK Mirror, que permite que usuários fora dos EUA baixem o jogo, saltou de 600 mil visitas para mais de 4 milhões após o lançamento de "Pokémon Go".

Temos que pegar

"Pokémon Go", game em que os jogadores caçam e capturam monstrinhos no mundo real, foi lançado na terça-feira (5) nas lojas de aplicativos Google Play e App Store. A chegada acontece antes da previsão inicial, programada para o fim de julho.

O game foi criado pela Pokémon Company em parceria com Nintendo e Niantic, uma companhia nascida dentro do Google.

A maior novidade do game (além de ele rodar pela primeira vez fora dos consoles da Nintendo) é o uso da tecnologia de realidade aumentada para levar os monstrinhos para o mundo real.

A dinâmica de "Pokémon Go" é mais ou menos a mesma dos outros jogos da série: caçar e capturar todos os pokémons, além de batalhar com amigos e fazer trocas. Dessa vez, porém, os jogadores precisarão levantar do sofá e ir atrás das criaturas.

O game usa a função GPS dos smartphones. A partir dela, os jogadores são avisados de quando estiverem perto da localização de algum monstrinho. O aplicativo então usa a função de câmera dos aparelhos para gerar uma imagem virtual dos pokémons sobre a imagem que está sendo capturada.

03 de julho de 2016

Jornal ODIA disponibiliza versão para usuários de smartphones e tablets

Os usuários da nova ferramenta também podem ter acesso ao conteúdo do Portal ODIA, em tempo real

Informação de maneira rápida e ágil. Essa é uma das principais vantagens da rede mundial de computadores. Pensando nisso, o Sistema ODIA de Comunicação passa a disponibilizar uma nova ferramenta para os seus leitores. Usuários de Smartphones e tablets, que utilizam os sistemas operacionais Android e iOS, já podem fazer o download do aplicativo do Jornal ODIA. 

Além de conferir, na íntegra, as notícias do impresso, os usuários da nova ferramenta também podem ter acesso ao conteúdo do Portal ODIA, em tempo real. Outra facilidade é que quem instalar o aplicativo passa a receber, através de mensagem de texto, alerta com as principais notícias do dia no Piauí, no Brasil e no Mundo. 

Com um layout funcional e de fácil utilização, o aplicativo do Jornal ODIA foi pensado para facilitar a vida dos leitores, ocupando pouco espaço na memória do smartphone onde é instalado. Para ter acesso às informações, basta estar conectado a uma rede de internet. 

O Gerente de Marketing do Sistema ODIA, Alberto Moura, explica que o aplicativo vai proporcionar aos leitores uma maior facilidade de acesso às informações e notícias produzidas pelos veículos do sistema. Ele acredita que a tecnologia, aliada à tradição do Jornal ODIA, vai proporcionar bons frutos. “O Jornal ODIA tem 65 anos, com toda uma trajetória no impresso, mas existe também a necessidade de estar nos lugares de forma mais rápida. O uso do smartphone é algo que vem crescendo nos últimos tempos, por isso é importante estar presente nessa plataforma”, avalia. 

Para utilizar o aplicativo O DIA, basta realizar uma busca nas lojas virtuais de aplicativos, Apple Store (iOS) e Google Play (Android).

23 de junho de 2016

NASA planeja mandar helicóptero para Marte em 2020

Agência espacial recebe mais US$ 15 milhões do governo dos EUA para continuar o desenvolvimento da aeronave não tripulada que deve visitar o planeta vermelho

O congresso dos Estados Unidos aprovou nesta semana um novo investimento de US$ 15 milhões para a Nasa continuar desenvolvendo um pequeno helicóptero não-tripulado que vai auxiliar na exploração de Marte. O plano da agência espacial é enviar o veículo para o planeta vermelho em uma missão programada para 2020.

Segundo especificações do projeto, o helicóptero da Nasa, muito parecido com os drones, tem motores elétricos e pesa apenas 900 gramas. A autonomia de voo será curta, no máximo três minutos. Mesmo assim, a agência norte-americana afirma que o uso da aeronave vai auxiliar os controladores a planejar rotas mais acessíveis para os ‘hovers’ de exploração na superfície.

Como planeja a agência espacial, a “base de operações” do helicóptero pode ser o próprio hover, onde também faria a recarga de suas baterias, aproveitando os painéis solares do veículo terrestre.


Com a ajuda aérea, a Nasa vai poder criar melhores rotas para os ‘hovers’ na superfície de Marte (NASA)

O Jet Propulsion Laboratory, laboratório contratado pela Nasa para projetar o helicóptero “marciano”, ainda diz que as imagens obtidas do alto também podem ajudar a encontrar algum objeto de interesse distante do veículo terrestre, que então pode ser direcionado até o local visualizado pela aeronave.

Voando em Marte

Por conta da baixa pressão atmosférica, quase três vezes menor que a da Terra, é difícil conseguir levantar voo em Marte. Isso acontece devido a gravidade do planeta, que também é quase três vezes inferior a do nosso (como comparação, na Lua essa força é seis vezes menor).

Para um avião convencional conseguir sustentação em Marte é preciso voar em alta velocidade em todas as fases do voo, inclusive para pousar em “segurança”. Devido a baixa pressão do planeta, as asas não têm “ar” o suficiente para se apoiar – a atmosfera de Marte é composta basicamente de CO2.

Com essa dificuldade, decolar e pousar na vertical pode ser a única forma realmente segura e eficiente de voar pelos céus de Marte.

15 de junho de 2016

Nova função do WhatsApp permite citar mensagens específicas em grupo; aprenda

A exemplo de nova facilidade oferecida pelo Twitter, aplicativo permite que usuário cite mensagem anterior 'perdida' no grupo.

As conversas em grupo no Whatsapp podem agilizar a comunicação entre pessoas, mas também podem causar muita confusão e mal-entendidos.

Muitas vezes fica complicado seguir uma conversa quando o grupo tem mais de cinco, dez ou até dezenas de integrantes - e quando se muda de assunto o tempo todo.

Para evitar o problema, o aplicativo lançou uma ferramenta que permite escolher e citar mensagens específicas para que todos saibam do que se está falando.

Veja abaixo como usar esta nova função do WhatsApp. Mas lembre-se que em cada sistema operacional os passos podem variar um pouco.

1º Passo
Escolha a mensagem da conversação que você quer responder diretamente e pressione sobre ela para marcá-la.

2º Passo
Na parte superior aparecerá um conjunto de opções. Escolha a primeira seta da esquerda e surgirá uma caixa de diálogo com a mensagem escolhida e o box para a resposta.

3º Passo
Escreva a reposta, aperte 'entrar' e a mensagem citada por você com a resposta direta a ela aparecerá na linha da conversação em grupo.

Com a nova ferramenta, os usuários poderão diminuir e até evitar os mal-entendidos e as mensagens perdidas nos longos diálogos em grupo no WhatsApp.

Esta nova função é parecida com a nova ferramenta oferecida pelo Twitter. Quando o usuário seleciona o botão para retuitar, é oferecida a opção "Citar tuíte".