• ecotur 2018
  • TV O Dia - fullbanner

Notícias Boas e novas

11 de maio de 2018

De um amor tão intenso e puro

Para ser bem didático, Deus compara seu amor ao de uma mãe. Afinal, alguém conhece sentimento mais intenso e puro?

A Bíblia é repleta de textos que falam do amor de Deus pelos seus filhos. Um dos mais conhecidos está em João 3.16:

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

Em outra ocasião, para ser bem didático, Deus compara seu amor ao de uma mãe. Afinal, alguém conhece sentimento mais intenso e puro? Pois Ele afirma:

“Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti” (Isaías 49.15).

Estas duas passagens me fazem lembrar de uma mulher da Bíblia que tinha o desejo de ser mãe. O nome dela é Ana. Ela andava tão triste, que seu esposo, amoroso e cuidadoso, perguntou a ela: “Por que você chora? E por que está triste? Será que eu não sou melhor para você do que dez filhos?”. A Bíblia não nos diz qual foi a resposta, mas imagino que Ana se sentia realizada como esposa, mas precisava sentir um amor ainda mais especial. E Deus concedeu a ela este desejo, após ela fazer uma das orações mais lindas registradas na Palavra:

"Ó Senhor dos Exércitos, se tu deres atenção à humilhação de tua serva, te lembrares de mim e não te esqueceres de tua serva, mas lhe deres um filho, então eu o dedicarei ao Senhor por todos os dias de sua vida”.

Antes mesmo de carregar seu filho no ventre ou nos braças, Ana o amou tanto ao ponto de entregá-lo totalmente ao Senhor. E é este o exemplo que me inspira neste Dia das Mães. Eu quero dar a maior prova de amor ao filho, Emanuel, dedicando todos os dias da vida dele a Deus. Quero que ele seja feliz, tenha uma profissão, seja inteligente. Mas, antes e acima de tudo, quero que Ele conheça o Deus da Bíblia, o Deus verdadeiro, que tem por Ele um amor maior que o meu.

A todas as mamães, desejo um Feliz Dia das Mães, cheio desse amor tão intenso e puro, que só pode ter sido criado por Alguém Perfeito. 

26 de fevereiro de 2018

Eu creio numa Fortaleza de Paz

Quem poderá nos defender? Para além do jargão, só Deus!

Minha mãe tem três filhos, e tinha três desejos em relação a eles: primeiro, que nenhum se tornasse policial; segundo, que nenhum decidisse morar em uma cidade violenta como Fortaleza; e terceiro, que nenhum andasse de moto. Por enquanto, só falta um de nós comprar uma moto, para que as vontades se frustrem por inteiro, já que meu irmão se tornou policial e eu vim morar nessa grande e perigosa capital, onde vivemos desconfiados e medrosos, seguindo “dicas de segurança” o tempo inteiro: não saia à noite, dê preferência ao delivery, instale cerca elétrica e câmeras de segurança, ande com um cão de guarda...

O temor e a sensação (certeza) de insegurança aumentaram nos últimos dias, após duas chacinas e outros tantos homicídios registrados no estado. Onde vamos parar? Quem poderá nos defender?

Para além do jargão, só Deus! Eu realmente creio nisso, não como quem já apostou em tudo e agora só consegue acreditar em algo sobrenatural, mas como alguém que sabe que Ele é real, e pode mudar cenários, usando, inclusive, pessoas como eu e você, leitor, para disseminar princípios imutáveis da Palavra: amor, respeito, fé.

Sim, eu espero que os órgãos competentes façam sua parte, cobrem recursos, melhorem a estrutura de quem atua na inteligência, enfim. Mas espero também que, em meio a tanta dor, Fortaleza se lembre de Deus. Que os moradores dessa terra desejem ouvir de Deus aquilo que Ele disse, por meio do profeta Zacarias, ao povo de Israel: “Homens e mulheres de idade avançada voltarão a sentar-se nas praças de Jerusalém (Fortaleza), cada um com sua bengala, por causa da idade. As ruas ficarão cheias de meninos e meninas brincando”.

Parece que o Senhor lê nossos pensamentos nessa hora, porque Ele acrescenta: “Mesmo que isso pareça impossível para o remanescente deste povo naquela época, será impossível para mim?”.

Eu acredito que nada é impossível para Deus. Eu creio numa Fortaleza diferente, numa Fortaleza de paz. Acredito que num futuro não muito distante esta cidade atrairá os olhares do mundo, não mais pela violência, mas pela transformação pela qual terá passado. 


26 de janeiro de 2018

Prova de amor

Diante da calamidade emocional e psicológica que enfrentamos, percebeu-se a necessidade de retomar alguns valores adormecidos

Costumo dizer que alguns hábitos e valores passam por altos e baixos. Vez ou outra podemos observar um “comportamento x ou y”, que era próprio de uma época bem anterior a nossa, retornando ao nosso dia a dia. Um desses hábitos é o de demonstrar dedicação, afeto, contentamento e afins, àqueles que amamos; sendo esta demonstração estendida a qualquer tipo de relacionamento que temos.

Atualmente a “onda” do momento é o desapego. A prática que possui vários adeptos consiste em não demonstrar sentimentos. “Não ligue”, “não mande mensagens”, “não diga que ama”, “só se importe com quem mostra se importar com você”, “ignore”, “não dê respostas e satisfações”, “seja indiferente”, “as pessoas gostam do que não tem”, são um dos lemas desta “filosofia” que tem conquistado adeptos em todo o mundo.

A referida filosofia tem se consolidado ao longo dos anos na sociedade, entretanto, diante da calamidade emocional e psicológica que enfrentamos atualmente percebeu-se a necessidade de retomar alguns valores que estavam adormecidos, mas não mortos. Um desses valores é a importância de demonstrar nossos nobres sentimentos para as pessoas que amamos. Demonstrar amor e afeto é algo libertador, traz paz, ânimo e nos motiva a continuar a caminhada. Dizer com palavras e atitudes um “eu te amo” a pais, filhos, namorado (a), noivo (a), cônjuge, amigos, parentes e aderentes é uma saborosa forma de corroborar o quanto nos importamos com quem faz parte da nossa vida. Faz bem ao outro, e fará um bem maior a você.

Não deixe de mostrar o seu amor a quem quer que seja, aproveite a oportunidade que tiver para fazer isto; mas diante de todas as demonstrações de afeto, em hipótese alguma, deixe de provar o seu amor a Deus. Mesmo que Ele saiba dos seus sentimentos, mesmo que você vá regularmente para a igreja; prove isso todos os dias com os seus lábios e com suas atitudes. Mesmo que você seja rejeitado, mesmo que por isso você “perca” aquilo que mais ama e deseja na vida, mesmo que as pessoas não compreendam, prove o seu amor ao Senhor.

Não por obrigação e tampouco pelo medo da condenação, mas pelo prazer de amar e exaltar tudo que Ele é através daquilo que pensamos, falamos e fazemos. Não tenha medo de abrir mão do que quer que seja por conta do imenso amor que sente por Ele. Custando o que custar! Você tem provado o seu amor a Deus? Se sim, continue e siga em frente. Caso contrário, não perca mais tempo e comece agora mesmo. Amemos o Senhor, nosso Deus, de todo o nosso coração, de toda a nossa alma e com todo o nosso entendimento” (Mateus 22:37-40 – adaptação da autora).


Texto de Valquíria Fernandes Oliveira, pedagoga e amiga há mais tempo do que consigo contar. 

24 de dezembro de 2017

Esperança, porque temos Cristo

Esperança tem que ter tudo a ver com fé. E fé em Deus. Uma fé que está relacionada com o futuro, e também com o passado


É Natal. Pessoas se abraçam, trocam presentes e renovam votos de amizade e companheirismo. Mas já não é preciso dizer que o real significado desta data nada tem a ver com peru e bom velhinho. Na verdade, tem a ver com alguém que fez os anjos cantarem no dia do seu nascimento, dizendo: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lucas 2.14).

Jesus nasceu para nos trazer paz (uma paz inexplicável), e para nos dar esperança. Ele é aquele homem de Hebreus 13.8, que diz: “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre”. E é também aquele que inspirou Jeremias, ao escrever: “Todavia, lembro-me também do que pode me dar esperança” (Lm. 3.21).

E é sobre esperança que quero falar neste Natal, quando há tantas pessoas por aí sem esse sentimento que, segundo o dicionário, nos faz ver como possível a realização daquilo que desejamos.

Esperança tem tudo a ver com fé, principalmente para o cristão. Porque “lá fora”, a esperança tem a ver com sorte, é a última que morre, tem a ver com superstição. No fundo, é a crença em sabe-se Deus o quê, porque acaba sendo bom esperar acreditando que vai dar certo.

É natural do ser humano ter esperança, porque é algo que faz bem. Mesmo quando tudo parece estar fora do lugar, nada melhor que alimentar uma crença no coração de que as coisas vão melhorar.

Mas, crença em quem? Crença em quê? Esperança tem que ter tudo a ver com fé. E fé em Deus. Uma fé que está relacionada com o futuro, e também com o passado. Como está escrito em Hebreus 11: a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos (FUTURO). Pela fé, entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que aquilo que se vê não foi feito do que é visível (PASSADO).

Nós cremos no futuro porque temos experiência com Deus no passado. Nós cremos que Ele pode resolver um problema difícil, salvar um parente nosso, aumentar nossa fé, responder nossa oração, abrir o mar que está à nossa frente, porque sabemos que Ele é experiente em causas impossíveis, porque Ele já fez coisas grandes nas nossas vidas no passado, e Ele pode continuar fazendo, porque, como lemos no início, Jesus é o mesmo ontem, hoje e para sempre.

Quais são as suas experiências com o Senhor? O que Ele já realizou na sua vida? E na vida da sua família? Quais milagres você já contemplou? Quantos livramentos você já presenciou? Lembre-se!

“Traga à memória o que pode lhe dar esperança!”. Jeremias, o profeta que tanto chorou pelo seu povo, foi quem declarou isso. E ele não disse essas palavras em meio à bonança, mas em meio à dor, à perseguição, em meio à ira de Deus sobre Judá, levado para o exílio babilônico. Mas mesmo assim ele podia lembrar-se das misericórdias do Senhor, que são a causa de não sermos consumidos, pois são inesgotáveis.

Jó também teve esperança em meio a um cenário de dor, de luto, de solidão. No capítulo 19, versículo 25, ele diz: Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. O nosso Redentor vive! E Ele é o mesmo ontem – é o mesmo que enviou pragas sobre o Egito, para mostrar que Ele é o Deus verdadeiro, sobre todos os falsos deuses egípcios. É o mesmo que abriu o Mar Vermelho. É o mesmo que abriu o Jordão. É o mesmo que abençoou Jó, dando-lhe o dobro do que tinha antes. Jesus é o mesmo hoje! É o mesmo que cura enfermidades, que manda embora as dores, que acalma o coração, que expulsa a depressão, que faz muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos. Jesus é o mesmo para sempre! O mesmo Deus que já operou maravilhas nas nossas vidas pode e vai continuar operando!

Que tenhamos esperança! Que tenhamos fé! Porque temos Cristo nas nossas vidas.

“Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel!”. (Hebreus 10.23)

10 de novembro de 2017

Dia de reflexão

Vale a pena escrever uma carta sentada aos pés dEle, de preferência de lápis, para que a qualquer momento possamos apagar aquilo que não se encaixa nos Seus desejos

Ontem, dia 10 de novembro, foi meu aniversário. Seguindo a regra desses dias que marcam fim de um ciclo e início de outro, foi um momento de reflexão e gratidão. Já são mais de três décadas, e acho que é normal começarmos a pensar nas realizações alcançadas e nas metas para o futuro.

Cheguei mais uma vez à conclusão de que vale a pena entregar os planos e sonhos nas mãos de Deus. Não significa que não devamos listar objetivos e trabalhar para alcançá-los, mas sim que o melhor de tudo é escrever uma carta sentada aos pés dEle, de preferência de lápis, para que a qualquer momento possamos apagar aquilo que não se encaixa nos Seus desejos.

Foi um dia de muitas mensagens de carinho, ligações lindas de pessoas que ainda não se renderam unicamente às redes sociais, abraços calorosos, almoço agradável, bolo surpresa do marido e filho, orações, palavras de bênçãos, versículos bíblicos oferecidos. Tudo muito especial. Mas o melhor que extraio desse dia é lembrar mais uma vez de que Deus é um Pai atento aos seus filhos. Eu conversei com Ele bem cedo e disse: “Senhor, como é bom saber que – se até mesmo os pais terrenos dão aos seus filhos coisas boas, mesmo que muitas vezes eles não mereçam – mais excelente é o que o Senhor faz por mim”.

“Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?”. (Lucas 11:13)

Renovei nesse dia 10 minha disponibilidade para com Ele, de fazer aquilo que Ele quer; de viver os planos dEle, de seguir a Sua vontade. Porque, nestes dias de reflexão a gente costuma lembrar também do que o salmista disse sobre a brevidade da vida:

“Faze-me conhecer, Senhor, o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil. Eis que fizeste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade” (Salmos 39:4,5).

E se a vida é breve, que seja vivida plenamente de acordo com a vontade dAquele que me criou, e que conhece cada detalhe de mim, e que sabe como posso ser útil para o seu Reino! 


26 de setembro de 2017

Em Defesa de Cristo

Ateu convicto, Lee Strobel decidiu entrevistar grandes fontes para provar a “farsa do Cristianismo”

O bom jornalista sabe que, para ter boas histórias – aquelas que mostram os fatos e a realidade deles – é preciso, em primeiro lugar, ter excelentes fontes; e em segundo, saber fazer as perguntas corretas. O jornalista Lee Strobel entendia disso. Ateu convicto, decidiu entrevistar grandes fontes para provar a “farsa do Cristianismo”. Começou pelo ponto central – a ressurreição de Jesus. Afinal, se Cristo não ressuscitou, seria vã a fé dos cristãos.

Nesta grande matéria, Strobel consultou historiadores, médicos, psicólogos e outros estudiosos renomados, e fez as perguntas certas nas respectivas áreas de cada um:

- As biografias de Jesus, escritas por seguidores possivelmente “fanáticos”, são confiáveis?

- Estas biografias resistem a uma investigação minuciosa?

- Elas foram preservadas de maneira confiável?

- Além das biografias, existem outras evidências confiáveis?

- A Arqueologia confirma ou contradiz as biografias?

- O Jesus da História é o mesmo Jesus da Fé?

- Jesus estava louco quando afirmou ser Filho de Deus?

- Somente Jesus se enquadra no perfil do Messias prometido?

- A morte de Jesus foi uma fraude e a ressurreição, um logro?

- Ele ressuscitou ou seu corpo simplesmente desapareceu?

- Jesus foi visto vivo depois da morte?

Para sua surpresa (sim, jornalistas muitas vezes vão a campo achando que já sabem as respostas), Lee Strobel não conseguiu provar que o Cristianismo é uma farsa. A cada entrevista, ele entendia os motivos de Cristo dividir a História em “antes” e “depois”, e, por fim, acabou se tornando um Lee antes de Cristo (ateu) e um Lee depois de Cristo (defensor e pastor).

Pois é, perdoem-me se contei o final do filme “Em Defesa de Cristo”, que está nos Cinemas. Mas não se preocupe, o melhor não foi dito. Vale a pena conferir cada descoberta e, como não dá tempo anotar tudo, vale também ler o livro (mesmo título) e conhecer mais profundamente a história deste ex-ateu que passou a usar diversos argumentos históricos e científicos para explicar Cristo, sem abrir mão de algo que continua sendo imprescindível: a fé. 

08 de setembro de 2017

Por que falar de Jesus e por que ouvir sobre Ele?

É importante falar de Jesus porque muita gente não conhece o Jesus real, quem Ele é e como Ele é de fato.

Neste sábado (09), muitas igrejas do Nordeste estarão de portas fechadas. Os cristãos estarão nas ruas – praças, hospitais, cruzamentos, casas, pontos turísticos – levando uma mesma mensagem: Jesus Cristo é o Senhor. A iniciativa faz parte do projeto “Nordeste para Cristo”, que consiste em 31 dias de jejum e oração (que se encerram hoje) e um dia de evangelização.

Mas, afinal, por que falar de Jesus? Por que esse povo que gosta de andar com uma Bíblia debaixo do braço (ou no celular, ou simplesmente gravada no coração) insiste tanto em falar desse Cristo? E mais, por que alguém deve ouvir a respeito dEle? Abaixo, vão algumas das respostas, que servem para as duas perguntas:

- É importante falar de Jesus porque muita gente não conhece o Jesus real, quem Ele é e como Ele é de fato. Há muita gente construindo um Jesus a sua própria maneira, que sirva aos seus próprios interesses, um Jesus “gente boa”, “bacaninha”, que ensina valores interessantes: faça o bem, não pague o mal com o mal, respeite pai e mãe, cuide dos órfãos e viúvas, enfim. Há uma multidão acreditando que pode simplesmente escolher algumas “frases de efeito” ditas por Ele, sem se comprometer verdadeiramente com TUDO que há nEle. Há quem pense que Ele é apenas um “grande profeta” ou um “espírito evoluído”. Quem pensa assim precisa ouvir sobre Ele.

- É importante falar de Jesus porque há muita gente procurando experiências desse mundo para se satisfazer, para se sentir pleno e completo. Mas somente em Cristo encontramos sentido para nossas vidas, somente Ele tem as respostas para todas as grandes perguntas da humanidade (quem sou, de onde venho, para onde vou, qual o propósito da minha vida?). Não é dinheiro, fama, sucesso ou qualquer outra coisa desta terra que pode fazer do homem um ser completo e feliz. É Cristo. Ainda que falte tudo, é possível ser feliz com Ele. O apóstolo Paulo entendeu bem o que é isso: “Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade” (Fp. 4.12).

- É necessário falar de Jesus porque tudo existe por causa dEle, inclusive nós, seres humanos. João falou sobre isso: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle; sem Ele, nada do que existe teria sido feito” (João 1.3). É por isso que nada fora da vontade dEle é suficiente para fazer o homem um ser completo.

- O ex-ateu, que se tornou um grande apologista, C.S. Lewis, disse que “se eu encontro em mim um desejo que nenhuma experiência desse mundo possa satisfazer, a explicação mais provável é que eu fui feito para um outro mundo”. É urgente falar de Cristo porque fomos feito para sermos embaixadores nesse mundo, ou seja, estamos só de passagem. Nossa morada é eterna, é celestial. E irá para o céu quem crer em Jesus como Único e Suficiente Salvador de sua vida.

- É importante e urgente falar de Jesus porque quem não o conhecer como Ele é de verdade; quem não o receber como o Salvador que Ele é; quem escolher viver longe dEle nesta vida, viverá longe dEle na vida Eterna. Jesus é o Filho de Deus. É o próprio Deus. É quem se fez homem, experimentou sofrimento e dores, morreu como um Cordeiro mudo por amor aos pecadores (todos nós) e ressuscitou. Se Cristo fosse apenas um grande mestre da moralidade, Ele não precisaria ter morrido, bastava deixar seus ensinamentos. Mas Ele é Deus! Ele é o Salvador. Charles Spurgeon disse: “A moralidade pode manter o homem afastado da cadeia, mas somente a cruz e o precioso sangue de Cristo podem livrá-lo do inferno”.

- É preciso falar de Jesus e ouvir sobre Ele porque os séculos são divididos em “antes” e “depois” de Cristo, e a vida do homem também precisa ser dividida desta forma – quem você era antes de conhecê-lo de verdade, e quem você se torna quando o conhece e o aceita.

- Por fim, é necessário falar dEle porque Ele mesmo ordenou: "Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém" (Mt. 28.19,20).

Neste sábado, fale de Jesus para alguém. Neste sábado, se alguém vier falar dEle para você, não perca a oportunidade de ouvir!

01 de setembro de 2017

O Senhor é o meu pastor, de nada terei falta

Mesmo tendo sido rei, Davi inspirou-se na sua primeira profissão para escrever este Salmo

Dia desses li novamente um trecho da Bíblia que, sem dúvida, está entre os mais conhecidos deste livro que há tempos é o mais vendido do mundo. Falo do Salmo 23, escrito por Davi, homem que tem em sua bibliografia uma lista imensa de títulos: pastor de ovelhas, guerreiro de Israel (que matou o temível gigante Golias), sogro do rei, amigo do rei (e depois inimigo), rei de Israel, filho caçula, esposo, pai, homem segundo o coração de Deus.

Mesmo tendo sido rei, inspirou-se na sua primeira profissão para escrever este Salmo. Foi como pastor que Davi teve suas primeiras experiências com Deus. Cuidando de ovelhas - animais dependentes de proteção e de orientação - Davi entendeu sua condição de servo, e nos deixou de presente estes versos tão profundos:

“O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta.

Em verdes pastagens me faz repousar e me conduz a águas tranquilas;

Restaura-me o vigor. Guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.

Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem.

Preparas um banquete para mim à vista dos meus inimigos. Tu me honras, ungindo a minha cabeça com óleo e fazendo transbordar o meu cálice.

Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto eu viver”.

São muitas as lições que tiramos deste texto, mas faço questão de destacar algumas que têm falado fortemente ao meu coração:

- Se o Senhor é o meu pastor, eu não tenho falta de nada, porque Ele conhece bem as minhas necessidades e as minhas fraquezas. Se o Senhor é o meu pastor, ainda que me falte algo, eu tenho o mais importante – a presença dEle.

- Se Ele é o meu pastor, vou repousar em pastos verdes e beber em águas tranquilas. Mesmo que o mundo esteja de cabeça pra baixo, terei paz na presença dEle.

- Se o Senhor é o meu pastor, minhas forças serão renovadas a cada dia, e andarei em caminhos retos, por amor do nome dEle.

- Mesmo que eu ande pertinho da morte, não preciso ter medo, porque o meu pastor cuida de mim. Os lobos temem a vara e o cajado do bom pastor.

- Eu nem sou merecedor, mas meu pastor é bom e fiel, e será assim por toda a minha vida.

Que as verdades deste texto sejam refrigério para sua alma, caro leitor, como têm sido para a minha. Não importa a sua condição – se você ocupa uma posição de servo ou de rei – que na presença dEle você escolha ser ovelha, para receber o cuidado e a proteção do Bom Pastor. 

24 de abril de 2017

O que eles fariam diante da Baleia Azul?

Ainda hoje, Deus tem planos para crianças, adolescentes e jovens que desejam conhecer o propósito de suas vidas, e cumprir os desafios mais prazerosos que se pode receber

Conheço boas histórias de homens e mulheres que aceitaram grandes desafios. Mas eles não pararam para contar se eram 50 ou mais, o importante era dizer SIM e realizar com sucesso cada tarefa proposta. Davi é um deles. Ainda menino, aceitou a missão dada por seu pai, de cuidar das ovelhas da família. Parece simples? Em um dia tranquilo, ele enfrentou nada menos que um leão; no outro, teve que matar um urso que apareceu de repente para tragar o rebanho. Estes desafios o fortaleceram, preparando-o para enfrentar outro grande gigante: Golias.

Para Davi, missão dada era missão cumprida, desde que obedecesse a um critério inegociável: honrar o nome do Senhor. Foi por isso que ele se tornou um homem segundo o coração de Deus (1 Samuel 13.14). Sabendo deste histórico, não tenho dúvida de que ele não teria tempo para a Baleia Azul. Ao contrário, a destruiria, como fez às demais ameaças que surgiram em seu caminho.

Samuel também foi um jovem exemplar. Não sem razão, já que sua mãe o consagrou ao Senhor antes mesmo que ele nascesse. Quando criança, ouviu a voz de Deus o chamando, e foi O Próprio quem deu desafios a este jovem, para que fosse um profeta em sua geração. Tenho certeza de que Samuel também não daria ouvidos à voz da Baleia Azul, porque ele conhecia a voz mais doce e perfeita.

Há outros tantos que merecem ser citados, que ainda na infância ou adolescência aceitaram grandes desafios, cientes de que suas vidas só teriam sentido se cumprissem a missão para a qual foram criados. Mas, quero destacar Moisés. Seu primeiro grande desafio foi crescer longe de sua família. Depois, já adulto, foi surpreendido com uma missão dada por Deus – a de libertar o seu povo do jugo da escravidão. Na sua lista de desafios, estavam ainda: Faraó, Mar Vermelho, uma multidão que adorava reclamar, deserto, nações inimigas... Ele, porém, venceu todos, com a ajuda de Deus.

Sua intimidade com o Senhor era tanta que Deus contou pra ele que estava chegando o dia de morrer: “O dia de sua morte se aproxima” (Deuteronômio 31.14). Após cumprir todos os desafios, chegava a hora de encerrar a carreira, aos 120 anos de idade. Moisés morreu, e o próprio Deus o sepultou (Dt. 34.5).

Ele também não teria tempo para as tarefas da Baleia Azul, porque os desafios dados pelo Pai são coisa séria e merecem toda a dedicação, durante todos os dias da vida.

Ainda hoje, Deus tem planos para crianças, adolescentes e jovens que desejam conhecer o propósito de suas vidas, e cumprir os desafios mais prazerosos que se pode receber. A vida é um presente precioso, que não pode ser jogado fora. Que a sua vida, caro leitor, só se encerre na hora determinada por Ele, e que cada dia da sua história valha a pena. Que a sua lista de desafios inclua: fazer a diferença na vida de outras pessoas, ter comunhão com o Criador, preservar valores grandiosos e eternos, cumprir o chamado da Pessoa mais importante.

"Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe. Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Digo isso com convicção". (Salmo 139.13,14).

12 de abril de 2017

Jesus realmente ressuscitou dos mortos?

Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.

Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós (1 Co 5.7)

É impossível falar de Páscoa sem falar de Cristo. Os chocolates podem até aparecer no meio da festa, mas Ele não pode ficar de fora, porque a Bíblia diz que Cristo é a nossa páscoa!

Mas, e se a história acabasse aí? Se Ele tivesse apenas morrido? Teria sido um somente um grande líder religioso? Teria sido apenas um grande influenciador ou um grande homem? Não, na verdade ele teria sido um grande mentiroso, porque Ele mesmo afirmou várias vezes que ressuscitaria, e que seu Reino não é terreno.

Mas, há evidências de que Cristo ressuscitou?

Sim, na própria Bíblia há evidências, de testemunhas oculares que conviveram com Jesus depois da ressurreição. Estas testemunhas tiveram suas vidas transformadas, e até morreram por suas convicções.

Mas não é somente a bíblia quem diz isso. Um número incontável de historiadores e estudiosos pesquisaram sobre o tema. Gary Habermas completou a mais ampla investigação já feita até o momento sobre o que os estudiosos acreditam a respeito da ressurreição de Jesus. Habermas reuniu mais de 1.400 obras dos eruditos mais críticos que falam sobre a ressurreição de Jesus, escritas de 1975 a 2003.

Habermas expõe que todos os estudiosos, independentemente do espectro ideológico – desde ultraliberais, até os conservadores defensores da Bíblia – concordam que os pontos a seguir relacionados a Jesus a ao Cristianismo, são fatos históricos reais:

1.  A morte de Jesus deu-se por meio da crucificação romana

2.  Ele foi sepultado, muito provavelmente, num túmulo particular

3.  Pouco tempo depois, os discípulos ficaram desanimados, tendo perdido a esperança

4.  O túmulo de Jesus foi encontrado vazio pouco tempo depois de seu sepultamento

5.  Os discípulos tiveram experiências que acreditaram ser aparições reais do Jesus ressurreto

6.  Devido a essas experiências, a vida dos discípulos foi totalmente transformada. Depois disso, até mesmo se dispuseram a morrer por sua crença

7.  A proclamação da ressurreição aconteceu logo de início, desde o começo da história da igreja

8.  O testemunho público e a pregação dos discípulos sobre a ressurreição de Jesus aconteceram na cidade de Jerusalém, onde Jesus fora crucificado e sepultado pouco tempo antes

9.  A mensagem do evangelho concentrava-se na pregação da morte e da ressurreição de Jesus

10.  O domingo passou a ser o principal dia de reunião e adoração.

11.  Tiago, irmão de Jesus e cético antes desse evento, converteu-se quando acreditou que também vira o Jesus ressurreto.

12.  Poucos anos depois, Saulo de Tarso (Paulo), que perseguia e matava cristãos, tornou-se cristão devido a uma experiência que ele também acreditou ter sido uma aparição de Jesus ressurreto.

Portanto, o Novo Testamento é verdadeiro. Se a maioria dos estudiosos concorda com os 12 fatos relacionados acima porque as evidências mostram que a história do NT não é uma lenda, uma mentira ou um embelezamento, então sabemos, acima do que se considera dúvida justificável, que os autores do NT registraram com precisão aquilo que viram.

Jesus morreu. Mas não acabou aí! Ele ressuscitou e está vivo!

Paulo, aquele que antes perseguia, disse: “E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos. Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem.
Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem.
(
1 Coríntios 15:17-21). 


Feliz Páscoa para todos! 


Com trechos do livro: "Não tenho fé suficiente para ser ateu" (Norman Geisler e Frank Turek). 

20 de fevereiro de 2017

Orar faz bem!

Quando nossas mãos não podem mais fazer nada, nossos joelhos podem.

Conheço muitas pessoas que poderiam contar um montão de histórias sobre a eficácia da oração. Eu também tenho as minhas. E hoje quero contar uma especial. O começo dela aconteceu em dezembro de 2016, quando viajei para minha cidade natal, para visitar a família, junto com meu esposo, André, e nosso filho, Emanuel (1 ano e 5 meses na época). Pela manhã bem cedo, meu avô chegou à casa dos meus pais, para matar a saudade, principalmente do bisneto dele.

Minutos depois de levar o Emanuel para um passeio pela casa, ouço um barulho e o choro do meu filho. Meu vozinho tinha caído da escada com o bebê no colo. Para proteger o Emanuel, ele não poupou esforços, e caiu totalmente desprotegido, batendo a cabeça e as costas no chão. Aos 83 anos de idade, todos sabem, uma queda pode ser fatal.

Resumindo tudo o que aconteceu desde este episódio, meu avô precisou ser levado de ambulância para São Luís (MA), para ser atendido por um especialista. Foram dias e dias de internações, liberações, e novas internações, graças à mobilização de toda a família, para que ele tivesse o melhor atendimento possível.

Enquanto isso, eu descobria mais uma vez que quando nossas mãos não podem mais fazer nada, nossos joelhos podem. Pessoas de diferentes estados – Maranhão, Piauí, Ceará – se reuniam para orar pelo meu avô. Alguém pedia oração por ele num grupo de WhatsApp ou por telefone, e instantes depois um exército já estava de joelhos dobrados. Nem sabemos quais e quantas pessoas se compadeceram desta causa e levantaram suas vozes aos céus.

O resultado é que depois de muitos dias – com parada cardíaca, fratura em uma costela, cirurgia na cabeça e outras circunstâncias difíceis – meu avô saiu do hospital totalmente recuperado, pronto para brincar de novo com seus bisnetos.

Deus ouviu as orações e moveu suas mãos para dar mais tempo de vida ao meu avô. Mas a ênfase que quero dar neste relato é que a oração faz muito bem. Nesta ocasião, fez um grande bem para o meu avô, que está novamente no cantinho mais aconchegante do mundo pra ele: sua casa. Mas, a oração faz muito bem para todos os demais envolvidos: fez bem pra mim e pra todos os familiares, que foram fortalecidos por Deus durantes estes dias tão árduos. E por fim, fez bem para quem orou, e mais uma vez viu que a oração de um justo é poderosa e eficaz (Tiago 5.16).

“Peçam, e será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta será aberta. Pois aquele que pede recebe; e o que busca encontra; e àquele que bate, a porta será aberta”. Mateus 7.7-8.

“E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão”. Mateus 21.22.

“Da mesma forma, o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações conhece a intenção do Espírito, porque o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus”. Romanos 8.26-27.

24 de setembro de 2016

A oração de uma avó

Minha avó já havia partido, mas as suas orações estavam bem anotadas no “caderninho de Deus"

Talvez eu já tenha falado dela aqui, mas sem dúvida vale a pena dedicar mais tempo contando um pouco da sua história, através da minha. Quando eu era criança, lembro que uma vez ou outra, ela me levava para igrejinha dela. Eu adorava brincar com as crianças de lá. Minha memória não é tão boa, mas recordo de uma vez em que participei de uma apresentação teatral naquela pequena congregação da Assembleia de Deus, no interior do Maranhão, em Bacabal.

Além destes dias especiais, lembro ainda das tardes de estudo bíblico, que ela ministrava em sua humilde casa, para as crianças e adolescentes da vizinhança. Eu tive a alegria de participar de alguns destes momentos também. Por não ter recursos para oferecer um lanche após o estudo, ela deixava as goiabeiras do seu quintal à disposição para quem quisesse matar a fome física, depois de ter saciado a espiritual.

Muito cedo, porém, ela partiu. Tinha 62 anos de idade, em março de 2000. Quanta saudade deixou em tantos corações. Mas seu exemplo de fé, humildade e sabedoria ainda inspira.

Sim, mas voltando à minha história: aos 14 anos, meses depois da morte da vovó, voltei a visitar aquela pequena igreja. E dessa vez foi ainda melhor do que quando ia brincar com a criançada. Nessa ocasião, eu ouvi a ministração da Palavra com atenção, e, pelo agir do Espírito Santo, me convenci do pecado, da justiça e do juízo (João 16.8).

Quando passei a fazer parte da igreja, tive ainda mais certeza de que minha avó era uma mulher muito especial para Deus e para todos que a conheciam. Os irmãos se alegravam ao me ver ali, “a neta da irmã Antuninha”. Ali estava eu, conhecendo mais sobre o Deus da minha avó, aprendendo sobre a Palavra que guiava a vida dela, e que fazia dela a pessoa linda que ela era.

Eu só ficava triste por não ter tido a oportunidade de servir a Jesus junto com ela. Mas a tristeza passou num dia em que uma irmã daquela igreja me cumprimentou muito feliz, dizendo: “Você é resposta das orações de sua avó”.

Ah, que palavras especiais! Naquele dia eu entendi que a oração de um justo pode muito em seus efeitos (Tiago 5.16). Minha avó já havia partido, mas as suas orações estavam bem anotadas no “caderninho de Deus”.

Abraão não viu sua descendência se multiplicar como a as estrelas do céu e como a areia da praia (Gênesis 22.17), mas cada uma de suas orações foi ouvida por Deus. E cada uma das promessas feitas pelo Senhor se cumpriu.

Minha avó não me viu caminhando até o púlpito para afirmar diante de todos que eu cria, de todo o meu coração, em Jesus como único e suficiente salvador da minha vida (Romanos 10. 8,9), mas o importante é que Deus ouviu a sua oração, quando ela orava por mim, para que um dia eu conhecesse de perto o amor do Pai.

Por isso, não deixemos de crer no poder da oração. Porque Deus não despreza um coração quebrantado e contrito (Salmo 51.17). 

14 de setembro de 2016

Nordeste para Cristo

O Nordeste carece de muita coisa, mas a maior necessidade do povo é a comunhão com Cristo, e esta pode ser suprida hoje!

Há quase um mês, milhares de cristãos estão juntos em oração e jejum pelo nordeste brasileiro. Não faltam motivos para orar: esta é a região mais carente do país, que sofre com a seca, com o desemprego, com a prostituição, com a falta de acesso a tantas coisas básicas. Temos orado por tudo isso, para que Deus mude a situação dos nove estados; mas estamos orando principalmente pela maior necessidade dos nordestinos: um verdadeiro encontro com o Deus verdadeiro. 

Um cristão sozinho não pode fazer muita coisa, mas juntos podemos muito, e por meio do agir de Deus, podemos o impossível! Nesta sexta-feira, encerraremos este período de jejum e oração, e sairemos fortalecidos para cumprir a missão da igreja: ir e pregar o evangelho a toda a criatura (Mc 16.15).

Se de repente algum viajante passar por alguns destes estados neste sábado, pode ser que encontre pessoas reunidas divulgando uma mesma mensagem. Uma mensagem simples e verdadeira, sobre o amor de Jesus por todos os homens.

Uma mensagem simples, lembrando que Deus criou o mundo e em seguida criou homem e mulher. O seu plano para eles era de paz, alegria e comunhão. Eles, porém, fizeram uma escolha diferente, e desobedeceram a Deus, escolhendo viver longe de tudo de maravilhoso que havia sido criado para deleite do ser humano.

E, depois disso, todos os filhos de Adão também pecaram: “Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram”. Rm 5.12

Mas Deus faz novos planos para o ser humano. Planos de nova vida, por meio de Cristo: “Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores”. Rm 5.8

Quem aceita esta verdade, torna-se de novo filho de Deus, recupera a comunhão com Ele, e volta a desfrutar da paz que ninguém consegue explicar: “Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus”. Jo 1.12

É esta mensagem simples, que tem transformado a vida de milhões de pessoas, que será ministrada nas ruas, cruzamentos de avenidas, praças, hospitais, aeroportos dos nove estados do Nordeste. E é esta mensagem simples que vai gerar muitos frutos neste sábado e a partir deste sábado! O Nordeste carece de muita coisa, mas a maior carência é a comunhão com Cristo, e esta pode ser suprida agora mesmo!

“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê!”. Rm 1.16. 


Quer saber mais sobre o Nordeste para Cristo? Acesse aqui.  

05 de setembro de 2016

Nem tudo que reluz é ouro

Vigiemos, pois, para que não sejamos enganados pelas aparências

Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016 se encerraram no dia 21 de agosto, em fulgurante cerimônia que foi destaque pelo mundo. E, como é usual nas competições, alguns conquistaram as tão cobiçadas medalhas enquanto outros não conseguiram subir ao pódio.

A pedido do comitê organizador, 2.488 medalhas foram produzidas pela Casa da Moeda, para serem distribuídas aos atletas em 306 competições. O número de medalhas é bem superior ao de provas porque para cada uma destas há três lugares no pódio e muitas dizem respeito a esportes coletivos.

O campeão absoluto foi os Estados Unidos, que alcançaram ao todo 121 medalhas, sendo 46 de ouro. Já o Brasil ficou em 13º lugar com 19 premiações, sendo 7 de ouro, e conseguiu assim a sua melhor campanha em Olimpíadas.

Vale advertir, entretanto, que quando o assunto é medalha olímpica, nem tudo que reluz é ouro. Isto porque a composição atual das de ouro é de 92,5% de prata; 6,16% de cobre e apenas 1,34% de ouro.

E, se no caso das honrarias olímpicas a discrepância entre a aparência externa e a substância interior não é segredo e não causa problemas, quando isto ocorre na vida do ser humano pode ser difícil de constatar e ocasionar graves complicações.

Jesus Cristo reprovou veementemente a hipocrisia dos fariseus que se apresentavam à sociedade judaica como exemplo de decência, mas longe dos olhares do povo tinham um comportamento reprovável. Em Mateus 23:5-7, Cristo disse o seguinte sobre os fariseus:

Fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens; pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes; e amam os primeiros lugares nas ceias e as primeiras cadeiras nas sinagogas; e as saudações nas praças; e o serem chamados pelos homens; Rabi, Rabi”.

Contudo, Jesus conclui sua posição sobre os fariseus de forma dura, chamando-os de “sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia”.

Outra ocasião bíblica em que as aparências divergiam da essência está descrita no capítulo 5 do livro de Atos, quando um homem chamado Ananias e sua esposa Safira venderam uma propriedade e levaram uma parte aos apóstolos. A questão é que eles retiveram parte do preço enquanto se passaram por quem doava o valor integral. Porém, foram desmascarados por Deus e morreram.

Jesus nos alertou, também, acerca dos falsos profetas que, conforme está escrito em Mateus 7, aparecem vestidos de ovelhas, mas interiormente são como lobos devoradores. Ainda que em nome do Senhor profetizem, que expulsem demônios e façam muitas maravilhas, Cristo dirá a eles: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.

Vigiemos, pois, para que não sejamos enganados pelas aparências. E que não tenhamos apenas semblante de santidade, mas possamos adorar a Deus em espírito e em verdade.


Autor: André Falcão - Contador, Analista do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Ceará, Escritor do Blog "André Falcão" - http://afalcao7.blogspot.com.br/

28 de junho de 2016

No colo do Pai

Que meu filho e eu sejamos, sempre, totalmente dependentes daquele que nos conhece como ninguém

Já ouvi muitas mães falarem abismadas sobre como seus bebês se desenvolvem rapidamente. Em um dia, mal se mexem; no outro, já engatinham rapidamente pela casa e balbuciam as primeiras sílabas. Agora sou eu que me encontro neste estado de “constante boca aberta”. Meu bebezinho, aos 11 meses, está a todo vapor, aprendendo coisas novas o tempo inteiro.

Como muitas mães, vivo também aquela sensação de ansiedade pela próxima fase, junto com aquela outra, de saudade da fase que acaba de passar.

Quando ele nasceu, eu era tudo pra ele. Meu colo e meu cheiro faziam com que ele se sentisse protegido. Agora, ele já se aventura e pode até ficar sozinho, brincando e fazendo descobertas. Até que, para minha alegria, sente de novo minha falta e sai em busca da minha presença.

Sim, meu desejo é que ele dê passos largos, que aprenda, e que seja “independente”, lembrando sempre que pode voltar para meu colo quando quiser, e de novo se sentir protegido ao sentir meu cheiro.

É assim que ainda me sinto no colinho da minha mãe (que agora só quer saber de dar colo ao neto, mas tudo bem). E sentindo e pensando neste grande amor que as mães guardam dentro de si, lembro-me de um amor ainda maior, o de Deus. Ele entende bem o que é cuidar, carregar no colo, proteger. Ele entende bem o que é ver um filho crescendo e descobrindo o mundo. E Ele, mais do que eu, quer que seus “bebezinhos” cresçam e aprendam, mas que se lembrem de voltar sempre ao colo do Pai, onde há segurança, graça e proteção.

Eu conheço bem o meu filho. Sei quando seu choro representa dor, medo ou apenas manha. Mas Deus, ah, Ele me conhece muito bem. Ele entende profundamente o que meu choro significa. Ele entende até quando “engulo o choro”. É por isso que, como criaturas, não podemos ser plenos sem a comunhão com o Criador, aquele que pode responder todas as perguntas sobre nós, aquele que nos faz sentir seguros com sua presença e seu perfume.

Assumo, não quero que meu filho seja totalmente independente de mim. Quero que, mesmo adulto, ele tenha vontade de me ligar para ouvir um conselho, como eu faço com minha mãe. Mas, principalmente, quero que meu filho e eu sejamos, sempre, totalmente dependentes dAquele que nos conhece como ninguém.

Filho meu, não te esqueças da minha lei, e o teu coração guarde os meus mandamentos.
Porque eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz.

(Provérbios 3:1,2).

Em ti confiarão os que conhecem o teu nome; porque tu, Senhor, nunca desamparaste os que te buscam. (Salmos 9:10).





Enquete

Um jovem morreu ao sofrer descarga elétrica colocando celular para carregar. Quais cuidados você toma em relação a isso?

ver resultado