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Boas e novas

Desejo de ser melhor para os outros e para Cristo

Sinto sobre meus ombros a responsabilidade de preservar minha salvação e de motivar outros a também conhecerem este Deus

15/08/2015 09:47h - Atualizado em 17/08/2015 19:08h

Você deve conhecer pessoas que provocam em você o desejo de ser alguém melhor. Eu conheço. Uma delas é o meu esposo André Falcão, que a cada dia me incentiva, por meio da sua maneira de viver, a ser uma pessoa melhor para ele e para Deus. Há menos de trinta dias, porém, essa vontade dentro de mim está bem mais forte, tanto que chega a doer. É que nasceu o nosso filhinho, tão pequenino e frágil, tão dependente de todos os cuidados, mas tão capaz de provocar os melhores sentimentos em mim. Quero muito ser uma pessoa melhor para o Emanuel, para o André, para os meus amigos, para os que me cercam, para os desconhecidos, e principalmente para Deus.

Quero muito que meu filho olhe para mim e veja alguém que, apesar das limitações e falhas naturais de um ser humano, seja exemplo de fé e de boa consciência (I Timóteo 1.19). Quero que ele olhe para mim e se sinta motivado a se tornar também alguém melhor para as pessoas que o cercam e para Cristo.

Creio que isto seja o mais puro Cristianismo. Jesus falava e as pessoas viam nEle alguém em quem se podia confiar. Certo dia ele estava ensinando na sinagoga, e os ouvintes ficavam maravilhados, porque viam que ele tinha autoridade e pregava o que de fato vivia (Marcos 1.21,22). Os apóstolos entenderam isso e buscaram viver da mesma forma, dispostos a morrer (e morreram) por suas convicções, incentivando tantas vidas a serem melhores para Cristo.

Com muita autoridade, Paulo orientou o jovem pastor Timóteo a ser um homem melhor para Deus e para as ovelhas que estavam sob seus cuidados: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem (1 Timóteo 4.16).

Sinto sobre meus ombros a responsabilidade de preservar minha salvação, conquistada por Cristo na cruz do Calvário, e de servir de motivação para que outros também conheçam este Deus que nos amou tanto, tendo sido capaz de entregar seu filho por nós, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5.8).

Que eu e você, que lê este texto, possamos dizer sem receio o que Paulo disse à igreja de Corinto: “Sejam meus imitadores, como eu também sou de Cristo” (I Corintios 11.1). 

Edição: Pollyana Rocha

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