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Notícias Garrincha

23 de maio de 2019

O gaúcho Leandro voltou aos “Campos” de Altos

Dono de uma conversa muito bonita, ele fala em um trabalho de continuidade, de persistência e de paciência

O “tchê” voltou

Gentes boas, o gaúcho Leandro voltou aos “Campos” de Altos de João de Paiva. Dono de uma conversa muito bonita, ele fala em um trabalho de continuidade, de persistência e de paciência. Porque resultado imediato é difícil no futebol. Tem que se trabalhar para depois desfrutar.Além  disso tem  que se ter  uma coisa muito importante e que muita gente  não crê. Não acredita que é a tal de “sorte”. Própria do futebol ou outros tipos de esportes, a sorte é fundamental nas competições. É como casamento. E tudo no mundo. Sem sorte, não se  arruma nada. Nem consorte. Aliás, uma denominação muito desapropriada para casamento porque quando se anuncia a mulher de uma cidadão se diz  “sua consorte” e muitas das vezes é com o maior azar. Sim, mas vamos aos fatos e  vamos esperar que a volta do treinador Leandro aos Campos  dos Altos seja benéfica  porque o time da prefeita agora se danou a apanhar. Depois que o marido se tornou deputado,    o time começou a pega pau. Um plantel bem  pago e com jogadores escolhidos a dedo, comendo bom e do melhor , com  um técnico de fora e um serviço médico  eficiente. Dizem que o que falta no time da prefeita é só torcida porque  seus adeptos só aparecem em tempo de eleição. Mas a verdade é que a agremiação altina representa o esporte  de chuteiras piauienses. É o  mais legítimo  embaixador de nosso esporte bretão. É o “River” de antigamente ou o Tiradentes  no tempo  Revolução. Mas  uma coisa que não pega bem em time nenhum é a tal de derrota, a chamada “taca”. Que deixa o presidente  jururu nem que seja deputado. Mas ganhar e perder faz parte do jogo e numa equipe de nosso futebol profissional, um bom treinador é meio time. E Leandro Campos voltou  ao comando  da agremiação altina e quer continuação ao seu trabalho de  construção de uma boa equipe ganhadora.   Diga-se de  passagem   que ele,  o Leandro já passou pelo time mas não  conseguiu bons resultados. A diretoria viu o eu trabalho  e ficou convencida de que a culpa não era dele  tanto é que o traz de volta. Coisa difícil  no futebol profissional. Mas ele foi chamado  de volta e  chega aí, todo  otimista falando em continuidade, em prosseguimento  de um trabalho sério no clube de maior tradição no Estado. E vamos  “aguardar os acontecimentos, como diz o saudoso Manoel de  Moraes Filho, o Milenar, recentemente falecido.

O Senhorzinho

O único  homem da foto é o Senhorzinho, massagista famoso no Piauí, já falecido. Em 1967, ele viajou com estas meninas do vôlei para os jogos universitários não sei aonde. Aí tinha as gêmeas de Floriano, Elda  e Elza Bucar.

Piauiense brilha

Um atleta nosso deu show em Salvador e trouxe  prata numa competição internacional Open de Jiu-jitsu, no último fim de semana. No ano passado, ele tinha conseguido  ouro  no peso pena. O  rapaz, Bryam Lima, é  patrocinado pela Unimed de Teresina e é pedra noventa neste desporto  de  dar  golpe por baixo e segurar pelas “bitacas” lá em cima, dar rasteira e derrubar. Eu sei que o cabra tem que ser esperto e ficar de olho aberto para evitar que o outro lhe deu uma pancada nos ”olhos”. Tem mal elemento que só quer atingir as partes baixas do adversário.

Cadê nosso futsal?

Estou recebendo reclamações de leitores sobre a falta de notícias nesta coluna do Futebol de salão. Respondo aos distintos desportistas que não tenho tido contato com gente da federação desta modalidade, o que muito me entristece porque até presidente da entidade eu já fui, nos bons tempos do Verdão, quando ele ainda não tinha nem amadurecido. Tempos do Rio Negro, do Benfica, do Banespa. Do River, Flamengo e de outras agremiações que mantinham equipes de salobol em Teresina. Já tivemos boas equipes desta modalidade em Teresina.

18 de maio de 2019

A situação atual de vida da gente nos incentiva a correr

E a Caixa Econômica quer ajudar mais ainda povo na corrida de rua, incentivando a negrada a disparar

O tempo passa...

Ah, minha gente, o tempo passa e as coisas vão com ele e as mudanças se nos apresentam de tal forma não se enquadram na nossa vã filosofia. Vejo em manchete de nosso jornal, meu e do Valmir, que uma menina piauiense, a Júlia Beatriz, é a nossa “Sima” do futebol feminino e está assinando contrato com um clube do Paraná. Outra a Tamis Ferrer acertou com outro time do Paraná, o Foz Cataratas que é sócio com Atlético Paranaense e assim sendo, nossas meninas estão indo para o sul, coisa que em tempos atrás, aconteciam com os nossos rapazes como foi com Toinho, Cacá e Rui Lima. Vejam como a coisa muda. Agora são as meninas que deixam o Piauí e vão para clubes do sul no quesito futebol porque naquele outro quesito já iam desde já existia a Maroca. Mas agora é o profissionalismo mesmo, com contrato assinado, com passe livre ou preso, o futebol feminino como profissão de verdade e o nosso Estado fornecendo gente para a elite deste esporte que antigamente era tido como coisa pesada, grossa, a tal ponto que quando alguém reclamava de jogo por parte do adversário, vinha a frase contundente: ”Futebol é prá macho! Mas agora o buraco é mais embaixo e tem as mulheres jogando mais do que os homens e com uma grande vantagem: Tem mais  facilidade em matar no peito e não tem medo de levar bolada no saco. E o futebol feminino é muito mais bonito de se ver do que o masculino. Observem um lance comum como uma “matada no peito”. Se no futebol masculino esse lance é bonito, faça ideia na bate-bola de mulher. Uma jogada por demais esperada mas que só pode ser executada com maestria, é o lançamento da pelota num espaço reduzido onde o atacante espera receber para finalizar em gol. É o tal de “dá na brecha” que o atacante pede para poder finalizar em gol. O meio de campo trabalha para deixa o goleador frente a frente com o goleiro. É o golpe final e depois é só correr para o abraço! Isso é que é futebol, alegria do povo que está sumindo e desaparecendo deste Estado de necessidade. Esporte do qual o governador é aficionado e praticante, embora não jogue essas bolas todas, contrariando opinião  dos seus fiéis assessores que acham que ele joga mais do que o Sima. São coisas de torcedor. Fazer o quê?

O menor é o Valente

Neste retrato tirado em Floriano, terra do Warton Santos, em agosto de 1914, vemos o time da AABB Teresina. Valente (nem tanto)Yure, Ricardo, Boaventura, Tony, Leonardo, Mariano, Geovani, Adoniasm Júlio Cesar e Neto, de chapéu. Jornada esportiva dos funcionários do Banco do Brasil. Tempo bom... A bebida preferida deste time está com o número na bola.

Corra !

A situação atual de vida da gente nos incentiva a correr. E a Caixa Econômica quer ajudar mais ainda povo na corrida de rua, incentivando a negrada a disparar e não querendo correr (7 km), a  andar (3 km) e até tendo problema de locomoção (cadeirante) pode participar na categoria empurrando o carrinho. Será a décima primeira competição e pode participar quem quiser, nem precisa ter conta na Caixa. Ela até banca. A grande novidade será a participação da categoria cadeirantes com percurso de três mil metros. Não serão permitidos usos de cadeira de rodas motorizadas. É tudo no manual. Vai ser no dia 19, neste domingo que vem. Vamos lá, minha gente !

Maus elementos

Rapaz, a era Bolsonaro é pra valer mesmo. Até no futebol vai ter ordem porque sem ordem não tem progresso, diz o Capitão. E prá começar foi baixada uma portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública, lá de cima, no Diário Oficial da União, dizendo que torcedores estrangeiros envolvidos em confusão nos campos de futebol, os criadores de casos, aqueles “malas”, estarão proibidos de entrar nos estádios brasileiros e que devem ir fazer balbúrdia na casa da mãe que os concebeu. Lá na ponte que caiu. Torcedor pitbul, o violento não assiste jogo no Brasil, disse o presidente. Gostei de ver e ouvir. Futebol é coisa séria, diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea, o Vei.

14 de maio de 2019

Derrota do Altos foi deveras lamentável

O nosso representante obteve uma derrota esborrachada

Caiu de quatro

É verdade. O nosso representante único na série D, de dado, obteve uma derrota esborrachada para não dizer elástica como falou a Pamella. Sim, meus amigos, o time do deputado caiu de quatro, dentro de casa, o que é muito humilhante porque apanhar já é ruim e ainda caindo de quatro é mais ainda. Um time novo, vindo lá do Ceará, o Atlético Cearense que nem “nome” tem porque os mais  conhecidos são Ceará,Fortaleza, Ferroviário. Esse Atlético era o Uniclinic, time de médicos, o time da saúde. Pois os Altos de João de Paiva que vinha até mais ou menos nesta série D de dado, perdeu para  um time novo no Ceará e a vergonha maior porque foi dentro de casa, no campinho da prefeitura. Onde se jogavam partidas do intermunicipal. Pois perdeu dentro de casa e o que é pior.Caiu de quatro. Uma posição comprometedora e inconveniente. Em casa. No Cocho. Foi deveras lamentável, diria João José Lapa, no grito e na tapa, se ainda fosse comentarista de rádio. Carlos Said, o papa de nosso futebol, diria: e aii e uí e mandaria o time para os quintos dos infernos. Eu, aqui botando um prego nesta velha chuteira, diria que todo clube tem seus “altos” e baixos e está tudo  indo do jeito que vai. Com mais Altos do que baixos. Ele, deputado estadual, ela prefeita municipal, o time representando o futebol do Piauí sem fazer vergonha porque ganhar e perder faz parte do jogo. Uma goleada é coisa que chateia qualquer presidente de clube inda mais sendo dentro de casa, no cocho. O que mais chateia o torcedor piauiense é que este Atlético Cearense não é nem conhecido. Time de lá é o Ceará, Ferroviário, Fortaleza...  É isso mesmo, quem não tem cão caça com gato e quem não tem nem River, Flamengo ou Piauí torce por Altos. Agora, o time do deputado Lacerda. Nesta quarta-feira, o elenco volta á luta para enfrentar o perigoso Central de Caruaru, lá no cocho deles que é uma verdadeira arapuca para os visitantes. Espera-se uma recuperação do clube altino em terras pernambucanas porque o este time joga melhor fora do que dentro. Há que diga quer a razão é porque os seus atletas são todos de fora e quando jogam fora de Altos, se sentem em casa. Mas isto é conversa fiada de quem quer encher espaço em coluna de jornal, aperreado pela falta de assunto. Sim, mas começamos falando da taca de quatro sofrida pelo nosso Altos, o representante maior deste esporte bretão praticado em terras piauienses. Que já arruma sua bagagem para uma visita á Caruaru onde lá tem um compromisso com um Central e isto  é coisa séria porque o time de lá é impiedoso e gosta de golear os Altos, os medianos e os baixos. E sendo assim, nosso representante  vai lutando como pode com a camisa do Estado do Piauí. E vamos prá frente !

Seleção  de União (PI)

Este time aí defendeu a cidade de União (PI) no intermunicipal de 1978. 41 anos são passados e o milagre da fotografia nos mostra os craques da época. Infelizmente eu não tenho a escalação desta equipe. Quem souber me diga...

Dia da mães

Quem ficou de alma lavada foi a oposição a prefeita de Altos, porque ela, a parte contrária, não separa politica de futebol e torce é contra o Jacaré. E assim, quando o time de futebol apanha, ainda tem quem solte foguetes. E assim sendo, o Dia das Mães e o time tendo entrada em taca de quatro, para o outro lado foi barba e cabelo. Política e futebol não são boas companhias. E  tanto uma com a outras são coisas sérias... Mas o clube da prefeita apanhou, no dia das Mães e a oposição achou foi bom.

Clube desaparecido

Pede-se a quem souber o paradeiro de uma agremiação esportiva que atendia pela denominação de Esporte Clube Flamengo. A última vez que foi vista, ela vestia calções pretos, camisa vermelho com preto e calçava chuteiras e calções pretos. A procurada entidade tinha no seu seio uma numerosa clientela  que se denominava de torcida que se caracterizava pela sua teimosia porque dizia que sendo uma vez Flamengo sempre  foi Mengo. Pede-se a quem souber alguma notícia avisar a este prego.

10 de maio de 2019

Tiradentes disse adeus a ilusão de título na Série A2

Agora as meninas voltaram tristes e melancólicas e algumas delas até sentiram cólicas menstruais porque taca é coisa que incomoda

As meninas apanharam

Rapaz, estamos mesmo numa fase deficitária no quesito futebol. No sexo feminino, era o Tiradentes que nos representava  no Brasileiro série A2 e disse adeus a ilusão apanhando para o Ceará por 1 a zero. Foi lá dentro. Agora as meninas voltaram tristes e melancólicas e algumas delas até sentiram cólicas menstruais porque taca é coisa que incomoda. Mas  a bola rola, este escriba não enrola e o Toinho fez uma preleção para elas e depois chorou o time e o treinador. E a volta triste para Teresina. Mas é isto mesmo e tira-gosto bom é torresmo de porco. As nossas jogadoras voltaram tristes, melancólicas e algumas até tiveram cólicas. Porque o futebol tem destas coisas e a bola, seu instrumento principal, é como a terra, redonda. E a bola rola e este amigo de você não enrola. Mas  eu falava da taca que as nossas meninas, vestidoras da camisa amarela da gloriosa PM, pegaram lá em Fortaleza, capital do Ceará, terra muito boa, ela lá e eu cá. Foi o que chamamos uma  derrota honrosa porque 1 a zero é mesmo um placar que diz tudo. Foi só um que entrou. Um descuido,uma distração e quando deu fé, o fumo  estava lá dentro. Um a zero deixa  muita gente encucada e é pior do que uma goleada. Foi só uma vezinha, diz a “ex-moça”, com aquela cara de Madalena arrependida. È, mas uma vez que vale por dez porque o número de pontos perdidos é igual para gregos e troianos, portugueses e carcamanos, calouros e decanos. Mas o lamento meu é por causa da taca que nossas garotas tiradentinas comandados por Toinho Goleiro pegaram do Ceará, só um gol, 1 a zero e ficaram fora da competição nacional, o que é uma lástima, Chico Paulo ! Só um gol... Uma vezinha só.... E os sonhos desfeitos de futuras viagens  pelo Brasil e quem sabe, contratações por clubes do sul. O nome da gloriosa Polícia Militar do Piauí que já foi forte no futebol masculino, agora estava representando muito bem o Piauí no feminino mas deu esta zebra e estamos fora do Brasileiro serie A, coisa que nunca  o jogo de bola dos machos chegou lá. Só nos resta aplaudir a esta gente que cuida do jogo de bola feminino e que nos levou  tão longe, muito mais do que o jogo dos homens. Nossas atletas saem de cabeças erguidas numa luta tão desigual onde a concorrência  é profissional. Só nos resta aplaudir, louvar  a Policia Militar do Piauí que mantêm esta atividade extra-quartel e até criticada por alguns apedeutas que não sabem da importância do esporte na formação dos cidadãos e os benefícios para a comunidade em geral. As nossas meninas apanharam mas não se amofinaram e só nos resta dar os nossos parabéns á Policia Militar do Estado do Piauí.

Saudoso Lula

O falecido Lula, quando presidente da Federação de Futebol do Piauí  entregando o troféu de campeão piauiense em solenidade. Zuega era o capítão do time e o presidente e era o sargento Vitorino. Anos oitenta e lá vai pedra...

Mexa-se... corra

Para quem gosta de correr vem aí uma grande oportunidade para se soltar nas ruas de Teresina. Está anunciada a décima primeira corrida de rua e pode correr quem é da Caixa e quem está fora da caixa, isto é, os desencaixotados. Os que trabalham em bancos e os que se sentam nos bancos de praças. O importante é se mexer, correr, sair balançando os melindrosos. E ainda tem a corrida especial para os cadeirantes e a ordem é se mexer. Esta competição começou só com o pessoal da Caixa mas depois foi-se se “encaixotando” e agora é “every body”, quem quiser se inscrever não precisa nem sair de casa. Faz “online” que é a moda atual. Hoje nem menino se faz mais  como antigamente. Agora é tudo on line.

Copa São Paulo

Uma grande vitrine do futebol brasileiro é a Copa São Paulo. Empresários e treinadores ficam de olhos nas chamadas revelações oriundas deste certame que descobre verdadeiros talentos para o profissionalismo. São os chamados talentos, os craques em formação, o pessoal vinda da base, os tais periféricos, os “meninos”. Há também uma categoria que sempre teve nos esportes e nunca vai acabar porque faz parte do mundo vasto mundo. E a Copa São Paulo todo ano  despeja novos talentos para o jogo de bola profissional, são as chamada revelações, a feira dos chamados técnicos de futebol que é coisa séria, segundo o famoso filósofo da Cacimba Velha, professor de cangapé, William Bogéa, “ O Vei”.

03 de maio de 2019

Quem tem notícias do Esporte Clube Flamengo?

Foi visto a última vez, trajando calções pretos e camisas rubro-negras, calçando chuteiras velhas e furadas, pelas bandas da Vila Irmã Dulce, vizinhança do Albertão

Saravá !

Meus amigos, neste final de semana tem macumba da grossa e vamos todos saravá, meu pai. Teresina vai ser  sede do Segundo Encontro de Umbanda do Piauí e vamos todos “receber o santo”. Lembranças do flamenguista Salim, sargento de nosso glorioso Exército de Bolsonaro presidente que que está tirando o Brasil do cangote daquele que produzem. Dizendo ele e afirmando que não vai aumentar imposto porque já é  muito o que nos é imposto. Há quem diga que o capitão presidente recebe um “encosto” do caboclo de Umbanda, Legua Bugi. E enquanto terapias integrativas são oferecidas á população eu fico cá na redação dando tratos a bola para tirar este prego da chuteira. E hoje já é quinta-feira, ontem foi dia do Trabalho e aqui neste jornal. Já tivemos aqui o dia do “Trabulho” que era meu colega de banco e marido da Valcira e diretor deste jornal. E enquanto isso, agora, minha senhora,o River e a federação carcaraneana  dizem os preços do ingressos da estréia do Galo nesta série  D de dado. O jogo é no domingo que pede cachimbo, dia cinco deste mês de Maria, no Campo Maior de nosso futebol que é o Albertão. E vai ser as quatro da tarde e é bom a negrada ir logo se prevenindo e comprando o seu ingresso lá na praça Saraiva, (lojas Noroeste) ou  no Teresina Shoping. O povo da Piçarra compra no “Centro Med” e a galera do Dirceu no Centro Musical e é bom ir logo adquirindo o bilhete porque um torcedor prevenido vale por dois mas só paga uma entrada. Preços ao alcance do desportista que se quiser ir para as cadeiras, paga 50, para a arquibancada 30. Para o sexo feminino o preço foi estipulado em apenas 10 reais em todos os setores. O sexo feminino pode ir até para cabine de rádio que só paga a dez reais. Mas aí ainda cabe uma “tramela” legal. A mulher que for estudante documentada deve pagar só cinco reais. Porque a lei maior  fala em “meia entrada” e meia de dez sempre, foi cinco. Dura lex sed lex e no cabelo só gumex. E assim sendo, reverendo, segundo eu entendo, meia é meia e sapato é sapato. E pela lei, mesmo sendo dez reais em todos os setores, em a mulher sendo estudante, só deveria pagar cinco que é a metade de  dez em todo lugar. A lei maior fala em “estudante pagar 50%” e lei é lei em todo lugar. Até em terra de carcará  que pega, mata e come. E assim falando, estou protestando pelo preço  botado pra o sexo feminino .Dez reais em todos os  setores. E  na meia não vai nada ?

Faz mais de trinta anos...

Sim, esta foto tirada pelo pai do Zé Gomes.Nela o professor Wall Ferraz,prefeito de Teresina dava o pontapé inicial de uma partida de futebol no LM entre Semel x Transportes e eu era jogador e secretário, o Morais Filho era meu tesoureiro e Anibal era jogador. 1986... Tratamento da foto é de Assis Paraíba.

Cabeça quente

Lamentável mas verdadeiro. Nosso menino de ouro, o Neymar, não se conteve com o enchimento de saco de um torcedor bufa de anum, cabra chato que o provocou porque seu time perdeu para o Rennes e o cara foi frescar com ele e o brasileiro apelou, deu u pau no gaiato e foi registrado na pulicia ele agora está ameaçado de pegar uma suspensão de três a oito jogos  no campeonato francês mon amour. O caso, agora, está preocupando o mundo inteiro e até o doutor em futebol, José do Egito, natural de Timon , ex-presidente do Flamengo do Piaui e dos “Terríveis” de Timon, já foi consultado sobre o assunto e deu algumas dicas para abrandamento da pena. Que ele afirmar  não ser de Talião.

Clube desaparecido

Pede-se a quem souber notícias do time de futebol profissional, chamado de Esporte Clube Flamengo, visto a última vez, trajando calções pretos e camisas rubro-negras, calçando chuteiras velhas e furadas, pelas bandas da Vila Irmã Dulce, vizinhança do Albertão, informar para este cronista que será bem gratificado. Amigos e torcedores  desta agremiação estão deveras preocupado com o seu desaparecimento. Segundo informações colhida na Praça Rio Branco, na banca de Servo de Deus, as últimas noticias  do Mengo davam conta de que ele estava na companhia de um cidadão ex-atleta amador do River e morador das bandas dos Altos de João de Paiva, senhor Everaldo Tucha.

30 de abril de 2019

Não sei porque mas o povo do futebol tem uma simpatia por “alemão”

Não sei porque mas o povo do futebol tem uma simpatia por “alemão”

Mais do que por Pelé porque tem muita gente que é preconceituosa que não gosta de preto. Nem de café.

Abril fechou

Sim, meus amigos, este mês de abril fecha hoje em trinta porque amanhã já o dia do Trabalho. Aliás, todo dia é dia de trabalho numa terra onde quem mais trabalha é o aposentado. Digo isso por mim que tanto trabalho como dou trabalho aos outros. Agora, por exemplo, tenho um trabalho danado para prover esta coluna de fatos que escorridos viram tripas neste futebol de meia tigela, como dizia o saudoso Ruy Dourado.Porque, gentes boas, o futebol teresinense atravessa uma fase muito delicada e desde os tempos em que aqui aportei para cumprir minha missão na terras dos Gaiosos, esta é a mais delicada, a mais quebrada de toda a história deste desporto inventado pelos ingleses. O mês de Abril está fechando e não se vê nenhuma perspectiva de melhora nesta atividade lúdica  e rentável se bem administrada porque o filósofo da Pedra Mole, Wiliam Bogea cognominado de “O Vei”, eternizou a frase lapidar: “Futebol é coisa séria” para servir de base a gregos e a pernambucanos como o presidente dos Altos e também aos dirigentes dos mais baixos times do Piauí, Brasil. E assim sendo, seu Rosendo, abril fechou a cadeado e nada foi realizado neste futebol piauiense profissional. No Albertão, nosso templo maior e nem no Lindolfinho, o menor. A catedral do futebol piauiense, semifechada e aberta aqui, acolá e isto quebra as pernas do Popó Cabeça de Pato e do Assis Pé de Pato, os donos do bares onde se vendem cervejas e tira-gostos a reduzidos clientes e ainda tem uns (da Semel) que depois que bebem dizem que é fiado. Que pagam no dia seis... Não dizem qual é o mês...Ah, meus amigos, futebol é coisa séria e a gente lê no jornal do Valmir que o Tiradentes vai receber o São Valério do Tocantins pelo campeonato brasileiro série A2, pelo Brasileirão, meu povo, primeira divisão! Aí a gente se lembra do Tiradentes de Câncio, de Canuto, do Brasil, do Genésio Araujo, do Castilho, do Toinho, do Sima, do Joel e tanta gente boa de bola que vestiu a camisa amarelona da time da “puliça”.Mas é o time mulher quem vai jogar pelo campeonato brasileiro porque o “team” dos homens tempo não mais existe faz é tempo. Foi “coisa que o tempo levou”, um programa de rádio que tinha na Ceará  Rádio Clube, do José Lima Verde, há mais de cinquenta anos e eu era menino e me lembro muito bem. Estão pois, as moças, as meninas representando este Estado no certame nacional, honrando nosso Estado já que nenhum time de sexo oposto conseguiu se classificar no mesmo nível do jogo de bola.Na falta de homens competentes, as mulheres são mais diligentes e vestem as camisas amarelas do time da Policia Militar para representar bem o nosso Estado de necessidade. Para frente, meninas!

Futebol de Floriano

Assis Fernandes/O DIA

O grupo Kalfix incentiva o futebol de Floriano dando apoio a escolinhas como esta, nas categorias de base. Uma equipe sub 18 cheia de saúde.

Um alemão

Não sei porque mas o povo do futebol tem uma simpatia, uma queda por “alemão”. Mais do que por Pelé porque tem muita gente que é  preconceituosa que não gosta de  preto. Nem de café. No jogo de bola profissional, a cor morena prevalece e a prova é que até hoje não se viu um rei do futebol que fosse branco. Nenhum alemão, russo ou inglês, ou polonês e olhe que foi lá na Inglaterra que  este jogo foi inventado, dizendo uns mas outros dizem que lá no Egito, onde pelada já se jogava e o Pelé de lá era um tal de Zé. Zé do Egito. Apelidado de “Faraó”.Mas, aqui na Teresina, cidade menina, chegou um Alemão. Este é um estrangeiro mesmo. Autêntico. E sabem de onde ele veio? Dos Estados Unidos de  Sobral, terra do Didi Mocó. Veio pro River.

Quinta no LM

Gentes boas, nesta quinta-feira, dia 2, tem jogo no Lindolfinho, de noitinha, depois da hora do Brasil. É o Altos contra o ABC de Natal. O time do Mobral. ABC. Vamos ensinar a eles o beabá do futebol porque que não tem cães caça com gatos e quem não tem River, nem Flamengo nem Piaui, caça com Altos. Perfeitamente. O time está sendo reforçado e o Warton Lacerda, um “magro de aço” tem se revelado um cartola eficiente e eficaz e entrou o futebol com gosto de gás. E é o jeito que tem o remédio que há, aprendi isto lá no Ceará. Quando não tem ele vai tu mesmo e na falta de um Galo para brigar no nosso terreiro tem aí o esquadrão “patricinho” defendendo e honrando o futebol piauiense. E somos todos altenses, consumidores de sua deliciosa coalhada.

16 de abril de 2019

O Galo cantou “altos” no seu terreiro e foi campeão estadual

Enfrentou uma equipe forte e boa de bola, plena de bons valores sendo uma verdadeiro luta de gigantes, um belo final de campeonato.

Dudu, pai heroí

Gentes boas, o Galo cantou “altos” no seu terreiro e foi campeão estadual de futebol profissional. Enfrentou uma equipe forte e boa de bola, plena de bons valores sendo uma verdadeiro  luta de  gigantes, um belo final de campeonato. No campo maior de nosso  futebol, o Albertão Silva, cenário de um final feliz para o jogo de bola piauiense.  Pode-se dizer que o título ficou em  boas mãos, pés e bico sendo  glorioso o caminho do Galo  neste ano   de dois mil e lá vai pedra.  A capital Teresina volta a ser a campeã do Estado nesta atividade lúdica e profissional, retomando a liderança desta capital que já havia perdido para o interior e para o litoral.Com este título, o Galo bate o 31 e já conquistou trinta mais um campeonatos na sua bela  ‘trajetória dos noventa” como diz Didimo de Castro, o Pequeno Polegar no microfone da Rádio Pioneira. E no meio da alegria da rapaziada, treinador Flávio Araujo, primo do Sergil  Araújo , abraça o veterano  da equipe ,o tio Dudu  que  demonstrou que côco  velho é que azeite e que  saiu-se como  artilheiro  do  campeonato. Ele foi o que mais meteu bola nas redes dos adversários neste certame piauiense. Um belo exemplo  para a meninada que quer  entrar no futebol profissional. Vejam o tio Dudu  do River e se espelhem nele. Este ano pode  até ter sido o seu último de atividade  no Pairamo mas pelo visto, ele ainda vai dar muito o que falar porque continua na dele, com a mesa humildade  dos tempos de peladas  tratando a bola com o maior carinho do mundo porque ele não é mal agradecido.E assim,a bola rola e este escrivinhador  não  enrola e merenda boa é pasteis de Maria Divina com coca-cola. E assim caminha a vida e não confunda,  Margarina   com Margarida. Mas louvemos  a conquista  tricolor desta Teresina tomando  de Altos que fica “bem ali, na esquina”, o honroso titulo de campeão piauiense  futebol profissional  que ele foi no ano passado e queria de novo. Com os outros dois nossos representantes capitais,River e Flamengo, mais por fora  do  titulo maior que o PT pelo do poder, só nos resta louvar  o Galo Carijó pelo certame conquistado. Ele bateu o 31 no número de   conquistas, desde  a sua fundação, quando se   amarrava cachorro com linguiça. E assim sendo, reverendo, o nosso Galo bate o Trinta e um e não está nem aí para  o Flamengo bufa de anum. Está na Copa Nordeste do ano que vem e não abre nem para o trem. É Galo!.


O sapo

A chegada de Sapinho no time tricolor foi  numa hora em que a agremiação tricolor não estava numa fase boa. Era aquela história de “mais ou menos”, perde aqui, ganha acolá, “mais ou menos”. Mas para    equipe como o River, o “mais ou menos” não satisfaz.O  importante para o Galo é ganhar, principalmente no seu terreiro. E partindo desta premissa, o bom católico não perde uma missa  e agora eu me lembrei do padre Tarcisio que era  riverino fanático  e nenhum  flamenguista se confessava com ele, dizia o doutor Mariano. Ambos de saudosas memórias. Mas a bola rola, Garrincha não enrola  e eu me lembro que Mariola era um  meio campista do River e um trio  de responsabilidade era  Vilmar ,era Giri  e era Mariola. Zé da Silva comandava torcida  pedindo a entrada de Mariola.


Vascaindo

Gentes boas, o campeonato carioca de futebol está entre o Vasco e o Flamengo e eu  como bom botafoguense  que sou  não estou nem  aí e nem lá... Nestes tempos  bolsonaristas,  o futebol ganhou uma moralzinha porque o presidente da nação é um capitão e quem é a maior autoridade de um time de futebol ? O capitão.  Então, este pais é um timão e o seu presidente é um capitão. E salve a seleção ! Mas entre Vasco e Flamengo, eu sou coluna  do meio porque  todos os dois  gostam de dar no Botafogo.  Mas o duelo é duro e não tem previsão de quem vai ganhar porque o pau que dá em Chico dá em Francisco e tanto faz dar na cabeça e como na cabeça dar...Mas bola prá frente que atrás vem gente,diz  Zé João Vicente. 

12 de abril de 2019

O Galo Carijó é quase campeão. E agora vem a grande decisão.

O Galo Carijó é quase campeão. E agora vem a grande decisão.

Tudo bem que o Galo ganhou nos Altos e leva vantagem para o Albertão. Mas nada está garantido porque a bola rola, este escriba não enrola e merenda boa é pastéis com coca-cola

Meio Campeão

Gentes boas, o nosso Galo Carijó é quase campeão. Venceu ao Altos lá no cocho de João de Paiva e só falta empatar aqui, em casa e ser enfaixado como o melhor deste ano. E falta pouco, muito pouco mesmo mas não é para contar com o ovo no sobrecó da galinha quanto mais do galo. Como diz o filósofo da Cacimba Velha, professor  William Bogea, “futebol é coisa séria e para frente é que as malas batem”. Na verdade, este campeonato “cabeça de pato” está meio sem graça porque não tem Flamengo na final e uma vez Flamengo... cadê o Flamengo? Escafedeu-se time rubro-negro e quem souber do seu paradeiro favor informar a este cronista que será bem gratificado.  Mas, estamos assim: River versus Altos, para saber quem vai ser o campeão, a capital ou o sertão. Se bem que não é este sertão todo que Altos é bem ali depois da AABB. É praticamente, um bairro de Teresina que, antigamente a gente ia lá só pra tomar coalhada que era uma desculpa para namorar com as filhas alheias. Mas hoje, Altos disputa com Teresina, capital, a hegemonia do futebol profissional, não é nada de torneio intermunicipal da Apcep. E tem no comando uma mulher chamada Patrícia  que tem um marido desportista da melhor qualidade, um cabra, parece que é paraibano, doido pelo futebol, organizado todo e vem dando olé nos cartolas da capital, tanto nos “altos” como nos baixos. E o caso é sério, se o River não abrir os olhos, o time altoense ganha dele dentro do Albertão porque já vem jogando em tudo que é campo do Nordeste e não tem este negócio de “campo dos outros”. Eles são ousados e o seu treinador é macaco velho, curtido na casca do alho, acostumado a  decisões neste Nordeste de cabra da peste. Que o tricolor de Delson, de Aroldo, de Zé Gomes, de Lula, de tanta gente boa, se cuide porque não está  ganho, nada resolvido e o jogo se decide é no gramado. Tudo bem que o Galo ganhou nos Altos e leva vantagem para o Albertão. Mas nada está garantido porque a bola rola, este escriba não  enrola e merenda boa é pastéis com coca-cola. E agora vem a grande decisão. River enfrenta os Altos, grande final no Albertão. Num sábado e num horário de missa, casamento ou coisa parecida mas não de jogo de bola, a decisão  de um campeonato  estadual. Seis e meia de sábado...Mas fazer o quê? Já que entramos na era “carcará”, o jeito que tem, o remédio que há, é aceitar. Vamos todos ao Albertão, sabadão, seis e meia, hora da Ave Maria...

Nosso campo maior

(foto do Albertão) -  Assis Fernandes/O Dia

Era no tempo das grandes construções de estádios no país do futebol e o Piauí não podia ficar de lado. E o governador da época era o parnaibano Alberto Silva, outro magro de aço piauiense. E fez o Albertão. Que hoje é como preservativo. Pouco usado...

Campos...

Como escriba das coisas deste futebol piauiense desde 1963, quando cá cheguei vindo do Ceará, natural do Aracati, uma terra muito boa, ela lá e eu aqui, encontrei aqui um Campo Grande, talvez um Campo Maior do que  lá. Na verdade, não eram Campos Eliseus nem do Elizeu mas eram campos, digamos, de Jordão, aquele camarada folgazão andou vendendo terrenos dos outros. Mas o campo era promissor e vida que segue, bola que rola e este escriba não enrola. Merenda boa é pasteis de Maria Divina com coca-cola. E como “em se plantando tudo dá”, estamos nós, e você, caro leitor, numa terra onde o esporte, a movimentação corporal, o “mexa-se” vem sendo deixado de lado para a comodidade, a moleza, á adoração ao telefone celular. Mexa-se!

A cadeira do Rei

Meus amigos, a vida nossa é cheia de altos e baixos e nem o Rei Pelé está livre dos infortúnios. Agora mesmo, entende? Ela passa por uma situação de saúde precária e seu problema é urinario. Não é monetário. O nosso maior ídolo do futebol mundial está em uma cadeira de rodas. O “atleta do século”, o Rei Pelé está se mijando. E sem poder, ao menos andar para  fazer em pé a sua micção. Dar sua mijadinha, entende? Para vocês verem como a vida é traiçoeira. O Rei Pelé não se segura em pé. Ele que foi o “atleta do século” neste mundo vasto mundo. Já operou coluna e quadril. Aquele que foi o maior jogador do mundo hoje é um cadeirante. Mas onde vai, ele é  saudado e respeitado porque quem foi rei nunca perde a majestade.

09 de abril de 2019

Atenção! Quarta-feira no Felipão, um jogão! Altos contra o Galo

Teresina versus Altos, brigando pela hegemonia do esporte bretão. É a capital jogando contra sua cidade mais próxima, bem ali.

Apanhou no Côcho

Meus amigos, o futebol dentro de sua seriedade tem uma coisa que é sempre observada e respeitada que é o ”côcho”, palavra popular  que significa “em casa”, jogar no campo próprio. É o falado mando de campo. Neste esporte bretão tem-se a  convicção de que jogando em campo próprio se tem mais vantagem, seja pelo conhecimento do terreno, seja pela torcida ou mesmo pela arbitragem  que é “de casa”. Assim sendo, reverendo, o time que joga em casa tem isto que os ingleses chamam de  “handcap”, e aqui dizem que é  o mando de campo, erradamente, porque quem tem o mando de campo é o árbitro. Sua senhoria, o juiz.  Mas lá no Piripíri, terra muito boa, ela lá e eu aqui, o time de casa, os “bem querer” do Luis “Menez”, o Gavião assim chamado foi descolorado  pelo Jacaré. E com o campo de muro levantado  que a chuva tinha derrubado, os donos de casa viram e não acreditaram  que um time dos Altos viesse para a Arena Itacotiara dar no time do prefeito mais desportista do Estado. Ele ainda joga bola. Mas vamos ao jogo que a bola rola e este amigo de vocês não enrola. Este jogo foi tão espetacular que nem precisou de juiz. E assim sendo, reverendo, ficou assim: final de campeonato  será entre o River e o Altos. O representante do futebol da capital é o nosso Galo Carijó, tricolor de tantas tradições, agora com a grande responsabilidade de defender o nome deste pebol contra uma agremiação dos Altos, o mais novo filiado da Federação Piauiense de Futebol agora sob o comando de Robert Brouwn Carcará “pega, mata e come!”. Meus chegados, a coisa é séria e eu não gosto de pilhéria e o campeonato estadual vai chegando a seu final com River e Altos no jogos decisivos. Altos e Teresina brigando pelo titulo maior de nosso esporte bretão. Altos que nunca fez time bom nem no torneio intermunicipal da APCDEP, agora chega na final de um estadual com cara de favorito. É um progresso muito grande para a terra da Elvira e isto gera turismo e lá é famosa a sua coalhada e sua arte culinária e até seu caldo de cana. O futebol tem esta vantagem. De ser um agente propagador da cidade. E este tempo é a vez de Altos e o confronto  final é com o mais tradicional clube da capital, o famoso Galo Carijó, o River Atlético Clube, que divide com o Flamengo  as simpatias dos teresinenses,ficando bem pouquinho para o Piauí, o Enxuga- rato. Pois é contra a torcida de Teresina que os Altos vem de frente. O campeonato  está entre os dois, o River, eterno campeão e os Altos a nova sensação. Bola prá frente !

Descolorado

Foi um grande batalhador mas parou nos Altos de João de Paiva e agora da prefeita. Em pleno mês de abril o 4 de julho não foi um time agosto do torcedor piripiriense nem de cearense como o Sergil Araujo. E no terreiro alheio, Altos, time da prefeita, não teve pena. Deu no time do prefeito. Bem feito !

Amanhã tem jogão !

Atenção, muita atenção! Quarta-feira no Felipão, um jogão! Altos contra o Galo, decisão do campeonato estadual. Não é intermunicipal ! Teresina versus Altos, brigando pela  hegemonia do esporte bretão. É a capital jogando contra sua cidade mais próxima, bem ali. Os torcedores teresinenses devem se se unir porque já foi uma vez Flamengo. Quem puder ir aos Altos que vá torcer pelo Galo que vai jogar no terreiro alheio. Aproveita para saborear a famosa coalhada e tomar caldo de cana. E pode até trazer umas manguinhas que lá neste tempo, tem demais. A torcida riverina não pode deixar de acompanhar seu clube de coração. Avante, riverino. Com bandeira de glória na mão !

Cabeção do Dirceu

O esforçado Gilvan, desportista do Dirceu, contando com apoio da Graça Amorim e do Júlio Arcoverde,agora na Semel, vai fazer   neste sábado que vem, um baita de um torneio de futebol quarentão e sub quinze, cada categoria numa hora. O trabalho do Gilvan é muito importante na atual conjuntura quando o celular é o grande inimigo do desportista porque ele fica mexendo com os dedos e não mexe com os quartos nem prá subir escada e em consequência, fica dando para engordar. É chegado o momento de se colocar  meninos e meninas para  a prática do  desporto. O brasileiro e o piauiense, em particular vem aumentando de peso, conforme as estatísticas, de uma maneira impressionante.

05 de abril de 2019

Temos uma menina defendendo o nome do Piauí no tênis

Ela começou aqui na Academia Radical onde o Fábio “Encina” a jogar com a bola pequena mas conhece tudo sobre o esporte e sabe das coisas.

Estado de emergência

Meus amigos, as aguas estão rolando e o prefeito Firmino Firme decretou na capital, um estado. Estado de emergência. Há quem diga que o nosso Piauí nunca saiu deste estado de ”emergência”, nem no tempo do doutor Alberto quando aqui era “céu aberto” para gregos e baianos. Mas agora, o filho do saudoso pai, Major Mapil, goleiro do segundo quadro do rio Negro e titular do time do Clube dos Tabajaras, o Firmino é titular da prefeitura, já tri-prefeito e decretou estado de emergência na capital em virtude do inverno ter chegado forte demais e as aguas estão rolando e os rios enchendo e Teresina é uma cidade “entre-rios” Parnaíba e Poti e tem um que tem muita raiva de um apelido botado nele que é “Velho Monge” e quanto mais o chamam deste apodo mais ele se zanga e vem com gosto de gás prá cima de Teresina. O outro, rio Poti, não é muito zangado, não. Ele tem as suas enchentes mas fica na dele, a negrada passeando de barco, dando uma de turista. Outro dia o “Vei” Cineas estava todo lampeiro, de binóculos, bermudas, dando aula de “Piauisês” para um bocado de gente que era passageiro da barca do açúcar. Eu até estava, de penetra, junto com dona Vera que é tia da Poliana, uma filha da dona Ana e que é uma assessora cinesiana. E ali, na minha, olhando a beleza de nosso rio, suas margens pouco cuidadas, árvores mal tratadas, a natureza pedindo ao homem que seja mais “Elmano”. E o barco singrava as águas não muito limpas do Poti onde a plebe rude e ignara joga detritos e faz dele um imenso aparelho sanitário. Mas as aguas rolaram e o prefeito decretou “estado de emergência” e o mesmo deveria  fazer para o Lindolfo Monteiro, bastava acrescentar só um “i” no nome. Estádio de Emergência que é o que ele é, diante da situação “pecuária” porque passa o nosso futebol profissional. De cara manutenção, sem dúvida, o Albertão. O Lindolfo Monteiro passaria ser um “estádio de emergência” nesta  gestão do filho ilustre de Barras Brouwn Carcará “Pega mata e come”. E assim, meus  leitorado amado está decretado. Estado de emergência municipal. As águas estão rolando e nossa capital é uma cidade entre-rios.Poti e Parnaíba. “Rio abaixo, rio arriba”...

Um  frangueiro...

Quando um goleiro é ruim a negrada o chama de “frangueiro”. Este rapaz da foto de Assis Fernandes é também um “frangueiro”, mas ele não joga no gol. Ele vende frangos. E só podia ser torcedor do Flamengo. Olhem o boné dele.

As águas rolaram

Gentes boas, as aguas são como as regras menstruais. Quando vem muitas, atrapalham. No caso agora, do nosso futebol, o inverno forte, pesado, molhador, está atrapalhando o desenrolar do campeonato piauiense porque os campos ficam encharcados, tanto o da Prefeitura como do Estado e inverno quando é bom encharca até  campos “elíseus”, isto é, aqueles que foram do Elizeu Aguiar, ex-presidente do River. E agora que estamos com o inverno pegado mesmo, daqui a algum tempo, vamos ter muito milho verde, feijão de corda. Macaxeira e tudo em quanto a terra nos propicia  porque aqui “em se plantando tudo dá”, como disse o primeiro torcedor do Vasco da Gama, o Pedro Álvares Cabral.

Tenista piauiense em alta

Teremos uma menina de Teresina defendendo o nome do seu Estado numa competição. Ela começou aqui na Academia Radical onde o Fábio “Encina” a jogar com a bola pequena mas conhece tudo sobre o esporte e sabe das coisas. Não é boba. 16 anos e tem jeito de quem vai faturar muitas medalhas pela frente. Ela é a primeira piauiense a participar nesta competição e segundo os entendidos pode se dar muito bem porque está enfocada. Fábio Miranda, presidente da entidade maior deste esporte em Teresina faz fé nesta menina. Vamos ficar aqui torcendo por ela porque o Piauí sempre teve bons nomes nesta modalidade. O tênis tem nos projetado mais  do que o futebol.

04 de abril de 2019

Um dos sinais de crescimento de uma cidade é o seu esporte.

E entre os desportos, o futebol é o principal sendo por causa disto chamado de esportes das multidões.

Crescimento

Um dos sinais de crescimento de uma cidade é o seu esporte. E entre os desportos, o futebol é o principal sendo por causa disto chamado de esportes das multidões. E assim sendo, reverendo, pelo andar da carruagem e pelos números auferidos e contados, o futebol dito profissional é um parâmetro dimensional neste nosso pais do carnaval. Senão, vejamos. Rio de Janeiro, São Paulo, na frente e vem o resto atrás, sendo que o nosso Piauí está bem atrás mesmo. Mas tudo bem, vamos que vamos. E o nosso futebol, como é que está, Zé Tatá? Temos  hoje uma competição estadual que reúne três da capital, River, Flamengo e Piauí,um do litoral que é o Parnaiba, um do interior que “vem de Piripiri” e o mais forte hoje, é bem dali, dos Altos de João de Paiva. Daquela terra do grande Carburêto que tem até um Campo Maior e que seria muito Comercial para eles.Não tem um que fique em pé. O que cai... sara e vai-se embora. Meus amigos, o futebol é coisa séria, como diz o “Velho” da velha Cacimba. E assim estamos em pleno mês de abril e já estamos nas semi-finais de um campeonato “cabeça de pato” e estamos assim. Teresina,Altos, Parnaiba e Piripiri, na final. Parecendo mais um intermunicipal. E cadê o Flamengo? Era uma vez, Flamengo? E o nosso Piauizão que já foi tão vibrante ? Ah, amigos, futebol da capital já foi o principal. Agora é sertão ou litoral. E o jeito que tem, o remédio que há é vir de Piripiri lá pertinho do Ceará. E eles, os cearenses vem vindo. Com este Sapinho que veio dando pulinhos no puleiro do Galo. Ele tem a grande responsabilidade de ganhar um campeonato para a capital do Estado do Piauí. Ele que é cearense como eu fui. Ele incita os seus atletas a serem mais agressivos. Deixar de ser “bonzinho”. Tem que ser duro sem ser agressivo. “Chegar junto”. Fungar no cangote do adversário e encarar.Olho no olho. Enfim, ele quer um time guerreiro e vencedor. Vamos aguardar os acontecimentos e torcer pelo único time de Teresina neste certame. Porque Piauí e Flamengo  já  se despediram foi cedo. Deram adeus ás ilusões...

O mestre sempre por perto

Foto: Jailson Soares/ODIA

Sapinho  atento ao lance. É o nosso Galo de Ouro, representante de Teresina no certame estadual. Tem como seus  sérios rivais intermunicipais, times como Altos, Piripiri e Parnaíba. Será que vai cantar de Galo ou vai bater asas? Nunxixabe...Jailson bateu este retrato.

“Estou analisando”

Foi o que disse o técnico dos Altos para a imprensa. Então, ele é um treinador de futebol ou um analista ?

O time está tão em alta que até os treinos são no Albertão, o palco maior de nosso jogo de  bola de primeira divisão. E quem te viu e quem TV, Altos deitando e rolando neste futebol de tigela e meia. Ele, treinador Maurilio Silva, desta família numerosa do doutor Alberto Silva, espalhada no mundo vasto mundo se eu me chamasse Raimundo e tivesse o apelido de Pão. Seria advogado lá em Piripiri. Terra muito boa. Ela lá e eu aqui. Mas estamos evoluindo em matéria de técnicos de futebol. Este aí é um analista de sistemas táticos “responsabiláticos”.

Transexualidade

Rapaz, um negócio que vai dar muito o que falar é este pedido de atletas transexuais no voleibol brasileiro. Gente que nasceu com bilau e depois virou, mudou para o outro lado. Literalmente. O caso é muito sério e ainda vai dar muita manchete porque o corpo humano vem mudando de uns tempos para cá e o sexo mudando também e não adianta querer tapar o sol com uma peneira porque nenhum jogador se acha confortável com um prego na chuteira. Assim sendo, Rosendo, você tem que se adaptar aos novos costumes porque tem borboletas e tem também vagalumes. Que por sinal, aliás, tem luzinha atrás. Dito isto, ponto final. Não falo mais. “Ademam”.

02 de abril de 2019

Não quero acreditar que o futebol do PI tenha sido um primeiro de abril

Porque ontem, folheando os nossos três jornais diários, não vi nenhuma referência, uma só notinha, sobre acontecimentos esportivos de final de semana.

Primeiro de Abril ?

Meus amigos, eu não quero acreditar que o futebol do Piauí tenha sido um primeiro de abril. Porque ontem, folheando os nossos três jornais diários, não vi nenhuma referência, uma só notinha, sobre acontecimentos esportivos de final de semana. Sendo o Brasil, o país do futebol e sendo Teresina, Piauí, Brasil, não se compreende porque numa capital não tem um futebol profissional. É um absurdo, Cabeça de Pato! Numa segunda-feira não saiu em nenhum dos três jornais “diários do” povo ler, nesta Teresina, nenhuma notinha sobre esta atividade diversional e laboral que é o jogo de bola profissional. Nadisca de nada. Nem no prego porque dia de segunda não sai o prego já que no dia de domingo não entra o prego. Mas é verdade que neste dia primeiro de abril, o Flamengo carioca conquistou a Taça Rio. E como quem não tem cão caça com gato e quem não tem gato “enxuga o rato”, o Flamengo carioca é o campeão da Taça Rio, dando no Vasco na cobrança de penais e com isso mantem uma escrita de 31 anos sem o  time cruzmaltino ganhar sempre que vai este time do Flamengo encarar. Rapaz, já é um negócio  que deixa encucado todo torcedor da cruz de malta e pensar que é uma macumba muito grande, de passar tanto tempo sem ganhar uma decisão. O time vai, vai bem mas quando chega na hora de decidir, na hora agá, cadê ele? Diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea que “futebol é coisa séria”, sendo esta é uma das provas mais cabais até em intermunicipais. Mas rapaz, são 31 anos que o Flamengo vem vencendo as decisões com o Vasco. E 31 anos não são 31 dias que é quando o mês é gordo. Poderão dizer os que vestem camisas pretas e vermelhas: “ Ah,foi nos penaltis...”, assim poderá falar aquele “torcedor urubu” querendo diminuir o mérito do vencedor porque eles são desse estilo. Mas o Vasco conquistou taça Rio e eu como torcedor do alvi-negro Botafogo e como quem não tem cão caça com gato, quem não tem Fogão caça com Vasco e o que não presta é o diabo de nada... Só lembranças...

Numa homenagem

Numa lembrança em vida do colega Bogea, o homem da Cacimba Velha, um retrato dos nossos bons tempos de APCDEP, quando a gente era feliz e não sabia. Vou dizendo os nomes dos que eu me lembro: Eu, Ribinha, Fernando Said, Bogéa, o “menino”, Glaúcio, Marquinho, Pereira, Pedro Tamanco, Valteres e outro menino. Não me lembro desse, Herbet Henrique, também não me lembro desse outro, Loiola, Franklin e Miro. Ah, e a bola.

Futsal

Estou cobrando dos desportistas amadores adeptos do futebol de salão dessa paróquia, noticias sobre suas atividades, principalmente das federações correlata. Volei, basquete, handebol, futsal, tênis, judo até quem não ajudou. Mexam-se. Olhem   para o engorduramento do povo. Gordinho só é bonito quando é pequeno. Já se foi o tempo do “Viva o Gordo”... O futebol de salão que é uma boa opção já foi um esporte muito praticado por nossa juventude nos bons tempos do Verdão e quadra da Policia Militar. Isso foi antes de ser lançado o aparelho celular...

As meninas

Esta cobrança também é dirigida ao sexo bonito que não tem nada de frágil. Elas agora estão mais preocupadas com suas cabeleiras e quanto mais o cabelo é complicado, mais ele anda assanhado. Meninas, vamos praticar esportes. Onde estão os campeonatos de vocês? Não vale campeonato de comidas, de quem sabe cozinhar melhor e de quem come mais pão de ló. Vamos ao esporte de pé ou de mão. Experimente fazer sua caminhada sem seu celular. Você já não faz sem o namorado, sem o seu marido? Então faça sem o seu telefone. Experimente e verá que é mais confortável. E seu bumbum fica mais vistoso.

29 de março de 2019

Há quem diga que futebol não tem lógica

Verdade ou não, a lógica quando quanto mais antiga mais antológica

A lógica

Há quem diga que futebol não tem lógica. Isto é mais antigo do que  caminhar de costas mas  há ou bê  quem duvide. Verdade ou não, a lógica quando  quanto mais antiga mais antológica. E  no caso em tela, o nosso “rame-rame”, o ludopédio(jogo de bola) com os pés, comumente  denominado de futebol  já foi taxado e batizado como uma coisa séria, pelo centurião da Cacimba Velha conhecido como  o “Vei Bogéa”,uma das relíquias deste futebol de “meia tigela”. E como estamos no tempo das vacas magras, o jogo entre River e Piauí, no Albertão, em noite de quarta-feira, teve um placar magro, um zero a zero. E sem a menor Graça, Amorim. E por falar nela, está dando a maior bola para o pé na bola no Dirceu Dois. Lá no campo do Lucidão, dá bola, troféu e ainda apaga dindim para a gurizada em estado de graça. Gilvan Cabeção não para, numa atividade  danada, é muito menino, tem que fazer as coisas  “direito” e é jogo sábado de tarde, domingo de  manhã, nem tem tempo nem de ir para a missa.  E assim sendo, a comunidade está   prestigiando o evento, os pais e mães  comparecendo dando apoios aos filhos porque o esporte é o maior amigo do jovem e o jogo de bola é o mais procurado  por nós somos o pais do futebol, de Pelé e Garrincha. Ora bolas ! E vamos que vamos na trajectória dos noventa e eu já passei dos oitenta. E estou em plena prima Vera. Mas vamos prá frente que atrás vem gente e neste Piauí até o refresco é quente. E o time da prefeita  altina foi ao litoral e  se deu mal. Apanhou do Parná. Um dois a zero  cruel. Voltou com gosto de sal.Amargo. Não é assim que a prefeita quer.  Já em Piripiri, o Flamengo foi só  dar os pontos para o Luiz “Menez” e voltou de lá desclassificado em gênero, numero e grau. Nada mais tendo a fazer é juntar nos panos de quartos e  guardar pra a próxima jornada porque desta  vez  não teve sorte e nem diretoria. E ficaram os quatro  clubes, uma espécie de mini-intermunicipal  com a nossa capital. Teresina,Parnaiba, Altos e Piripiri.O sertão e o litoral. Flamengo e Piauí deram “adeus ás ilusões”.

Naquele tempo...

Quando eu era repórter  de pista  da Rádio Difusora, Chico Magro era o carregador da mala de som, Henry Nelson era  meu  colega e Afonso Amorim, “fi do Napoleão” era  gandula e o juiz era o cearense Aderson Julião.Estádio Lindolfo Monteiro.

Copa sub15 do Dirceu

No Dirceu II, o Cabeção faz um torneio porreta de futebol sub15 com Escolinha do Bebeto,Esperança, Atletas do Futuro, do Real, do B.S.C, Dirceu I , Náutico, Prata de Casa, Manoel Evangelista  e Mônico, Já nos quarentão ele conta com Bonsucesso, Força Azul, Taguatu, Real Madrid, Parque Jurema Cruzeiro, Dirceu e Rio Branco.  Tem jogo sábado de tarde, tem domingo de manhã que o “Cabeça” é  um danado nessa movimentação do  futebol, a única coisa  que ainda faz  o camarada  largar o telefone celular. E ainda tem peladeiro que  só quer jogar  com o aparelho no bolso do calção. On line.

Semi-finais

Então a coisa ficou assim  neste futebol nosso de cada dia. Teresina (River), Parnaiba,Piripiri e Altos. Flamengo e Pìauí, despachados. De férias  antecipadas. Quem os viu quem os vê... E nem se vê mais porque tem time que nem sede tem hoje em dia, dona Maria. Não  vou escrever o seu nome para  não ferir susceptibilidade rubro-negras. Porque a bola rola e este amigo de vocês não enrola. E qual é que é a diferença entre a caçarola e a caça rola? Podereis até dizer que é de assento mais  eu não me  sento e nem me sinto tentado a sentar nem aqui nem acolá. E só nos resta, teresinenses, levantar a  bandeira tricolor, avante riverinos!

28 de março de 2019

Mais mulheres do que homens praticam o boxe em Teresina

O campeonato Piauiense de Boxe, acontece sábado que vem, começando às cinco da tarde, no Verdão,

Bofete feminino

Meus amigos, o esporte de bofete que é o chamado boxe, é praticado em Teresina, cidade menina, mais por mulher do que por homem. Acho que é até uma maneira delas se munirem de defesa, porque o boxe deixa a dona Maria com aquela disposição de dar em “bebum” enxerido que não pode ver uma mulher sozinha que já vem com saliência. É o campeonato Piauiense de Boxe, sábado que vem, começando às cinco da tarde, no Verdão, aquele ginásio esportivo anexo ao bar do Assis, vizinho à Semel. No meio dos murros e bofetes, o sexo feminino entra no meio e terá duas lutas entre o sexo frágil. 19 lutas dos homens e vai ser tapa no meio da canela. É o primeiro circuito do profissional, a categoria. Não sei como é profissão, se é apostando, porque de rendas de bilheteria eu não faço fé. O certo é que existe uma federação séria que organiza as competições. Gente muito esforçada na modalidade tão pouco prestigiada nesta capital. Sob o comando de Marcos Oliveira, a federação de Boxe luta por espaço na mídia porque a propaganda é a alma do negócio. A nossa capital é carente de atividades esportivas que tirem as pessoas de suas casas  para o divertimento. Agora, na  época do telefone celular, as pessoas se “enlocam” mais do que antes. Estão gastando mais calças do que camisas e os dedos estão até perdendo as impressões digitais. Só do cara ficar alisando o aparelho. Mas vamos ao  campeonato de boxe que é bissexual, isto é, praticado pelos dois sexos majoritários. Será a primeira etapa do esporte do tapa. O local é o ginásio Fortes, no Horto Florestal da nossa capital. Começa às cinco da tarde e vai até acabar as lutas todas que são vinte e uma “brigas”. Para quem gosta de confusão é um prato cheio. Diz a Pamella Maranhão que é a primeira etapa e eu digo que é tapa que não acaba mais. A segunda fase deste campeonato de bofete vai ser na Parnaíba, terra de Mão Santa. E assim a bola rola, este cronista não enrola, e a bebida da curriola é coca-cola. E aqui já teve um jogador de bola chamado Mariola...

Conciliabulistas...

Amigos, um sexteto indo e voltando. Componentes da associação secreta civil Conciliábulo. Josimar, Candinho, Chico Deletério, Eu, Mozart de Campo Maior e Hermeto Ceará. Gente da maior qualidade.

Uma coisinha de sal

O nosso  maior representante no futebol profissional, Altos de João de Paiva, ainda não tirou o dedo nesta competição chamada Copa do Nordeste. Só conseguiu dois empatezinhos lheguelés, uns míseros dois pontos na tabela desta Copa do Nordeste. Nos seus sete jogos perdeu cinco e empatou dois e ele ainda não ganhou nadica de nada. E é porque tem o nome de Altos. Faça idéia de  fosse “Baixos”. Vou dizer para vocês que desde que eu me entendo de gente aqui neste Piauí nunca vi uma fase tão “pecuária” no futebol “cabeça de cuia”. Uma verdadeira “seca”.

Torcer por ele

Hoje, a nossa obrigação como piauiense é torcer pelo seu representante legal no desporto nacional. E Quem é? Será o River, o “eterno campeão?” Será o “Piauizão Vibrante”? Ou uma vez Flamengo, cadê o Flamengo ? Ou ele vem das praias brancas de Parnaíba ou bem dali, entre Altos e baixos? Ou ele vem de Piripiri? Nunxixabe. O que importa é que nós, piauienses, temos que ter um embaixador, um representante legal no futebol nacional e como quem não tem cão caça com gato, quem não tem gato caça com rato e Chico Rato é o nosso lídimo representante na imprensa brasileira, o presidente da APCDEP.

27 de março de 2019

Você vive no modo 5 x 2? Do excelente livro de Francy Carmem.

“O que você faria até de graça e ainda estaria feliz?” Para mim era jogar uns dez minutos com a camisa do Botafogo, no time titular, no Albertão. Os meus sonhos são mais fortes do que os meus medos.

Cinco a dois

Você vive no  modo 5 x 2? Um escore bastante dilatado em se tratando de futebol. Uma goleada. Quem foi que deu esta lavagem , quem deu em quem ? Sim, você pode ! Reflexões para uma vida de resultados, um livro de Francy Carmem que ela deu á Biá que é  “Bokar” e estando  aqui em cima da mesa foi folhear e me  tocar. Diz que que sua leitura desperta  vontade de ir mais além eu me lembro que “além, muito além daquele  serra que ainda azula no horizonte  nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel que tinha o cabelo mais  preto do que a asa da graúna”, segundo meu   famoso conterrâneo José de Alencar. E levando o barco para o lado esportivo: Você vive no modo 5 x 2? Indaga a autora, ás páginas 99 e eu fiquei intrigado com este escore que no futebol já é uma goleada.  5 x 2. Ela pergunta lhe “Você vive no modo 5x2?” Você encara uma segunda-feira com desânimo e já fica sonhando com o próximo final de semana? E aí, ela  não fala que final de semana é  dia de  futebol e praia com  mulher e sol. E assim sendo, reverendo, o “modo 5 x 2”  é  um  improdutivo também  frustrante porque   já nos cinco você fica de quatro.  E matematicamente falando,você noves fora nada, nada e acaba morrendo afogada. Natação é  um esporte  dos mais úteis porque é  um “salva-vidas”, vidas como dizia Charles Chaplin  “ São vidas que se apagam a sorrir... é em  vão tentar os outros iludir... o amor que se foi não voltará jamais...  E  este esporte  é praticado  em  mares,  piscinas, rios e lagoas e por muitas  pessoas  dentro ou não, porque  até nove fora... nada. Mas a autora  nos indaga :” Você vive no modo 5 x 2?”, “Você encara a segunda-feira com desânimo e fica sonhando com o próximo final de semana? Talvez, você precise encontrar um sentido maior para aquilo que você  faz de segunda  sexta ou, até mesmo, mudar de profissão. “Não existe produção com qualidade quando não se realiza aquilo que nos faz brilhar os olhos.” É por isto que  quando eu venho para o jornal eu ponho colírio nos meus olhos.” ‘E quem não tem colírio usa os  óculos escuros”.

Você vive no modo 5 x 2?

Do excelente livro de Francy Carmem.

“O que você  faria até de graça e ainda estaria feliz?” Para mim era jogar uns dez minutos com a camisa do Botafogo, no time titular, no Albertão. Os meus  sonhos são mais fortes do que os meus medos.

Ainda não ...

Meus amigos, sendo “futebol uma coisa séria”, é também uma coisa  gozada porque o que  “dá prá rir, dá prá prá chorar” e assim a bola rola e este escrevinhador não enrola e até hoje a merenda mais gostosa  é cuscuz com coca-cola. Aliás hoje em dia         tem muita gente  comendo cuscuz  mas eu prefiro  tapioca que é feita   da raiz da  mandioca. Acompanhada de uma paçoca. Mas deixemos  de fofoca e vamos aos fatos  que escorridos viram tripas. Nossa  representante maior, a agremiação dos Altos de João de Paiva está sem dar uma dentro nesta Copa do Nordeste. Dois empates, cinco tacas, está como aquela música  sertaneja, diz Assis Fernandes, natural da Paraiba: “Só prá cumprir tabela”.

No dia 30

Neste sábado  que vem, o Altos (e baixos) cumpre tabela nesta Copa do Nordeste quando jogará contra  o  CSA das Alagoas mas antes ele vai atuar contra o Parnaiba, lá no campo  do Mão Santa pelo campeonato nosso e o jogo vai servir de treino apronto.  O futebol da capital atravessa a sua  mais  terrível fase, onde o menos ruim é o River  e está daquele jeito. Quem ainda joga em nome deste Estado de  necessidade é  o clube   do litoral e outro do interior. E para completar, a direção deste desporto está na maõs e garras de um  gavião. Segundo o poeta João do Vale na sua canção popular, Carcará  é um “ bicho que pega, mata e come... só não vai é morrer de fome...” Mas a bola rola e este escriba não enrola e  o melhor lugar de menino é na escola.