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Notícias Garrincha

20 de março de 2019

Não, gentes boas, não irei falar sobre as senhoras  da cidade de Miolinho

Não, gentes boas, não irei falar sobre as senhoras da cidade de Miolinho

Quero me reportar a uma competição aberta na terra de Warton Santos e que deixou o futebol para trás.

As Damas de Picos

Não, gentes boas, não irei falar sobre as senhoras  da cidade de Miolinho. Prendadas madames picoenses. Quero me reportar a uma competição aberta na terra de Warton Santos e que deixou o futebol para trás. O jogo  com os pés  está perdendo pro prélio com as mãos e com a cabeça porque os dedos fazem o  que a cuca manda e no futebol só quem pode pegar com as mãos é o goleiro.E para fiscalizar e punir com uma pena tem o árbitro de  campo, o chamado juiz de  futebol. É uma profissão assaz, muito ingrata porque o cidadão investido nesta função, o menor nome que  leva é o de ladrão. Mas deixa  isto para lá e vamos falar num negócio que é esporte da cabeça, não é  de bola, com o pé ou a   mão, nem de campo nem de salão. É um mexe dedos. E os dedos fazem o que a cabeça manda. Trata-se do conhecido” Jogo de Damas”. Por sinal que é praticado mais pelos  cavalheiros. As damas ficam só  na beiradas torcendo pelos seus maridos ou “ficantes”. Mas nos Picos de Miolinho foi realizado o primeiro campeonato de Damas   que recebeu o nome do ex edil picoense Dagoberto Rocha ,um apaixonado  por este jogo dedálico. Veio gente de todo canto, até do Ceará e tinha muito idoso e no meio deles, um  coroa de 89 anos, o seu   Ismar, dos Picos, que disse que desde os dez anos que mexe  com a pedras da dama  e agora não mas antigamente mexia  também  com as mulheres damas. E assim  num  clima de saudosismo e alegria, transcorreu esta bela competição de  jogo de  damas entre cavalheiros de mais de setenta anos, os chamados decanos. Era gente de  vários estados deste Brasil  varonil descoberto  no dia  21 de abril. E assim foi o primeiro ”OPenpi” e espero que venha a se repetir e que surjam outros por aí. O campeão foi o Allan Iggor que recebeu troféu e quinhentos “paus”. Chico  Marcelo ficou em segundo lugar e levou  um troféu e  350 reais. Robério  , o terceiro, um troféu e duzentim. Mauro Pereira  ficou nos “quartos” e  mordeu cento e vinte uma medalha e Franco Alexander, uma medalha e  mais  cinquentinha. O evento cultural aconteceu no Boteco Da Chicosa lá no Canto da Várzea e ela lavou a burra  e vendeu foi muita cerveja.

Mestre  Salim

Uma das  figuras do meu próximo livro (Os Cearenses em Therezina). Sargento Salim. Na vida civil era  um líder religioso e tinha numerosos adeptos como se vê nesta foto num dia de Iemanjá. Líder da torcida do Flamengo de Teresina. Saravá !

Vamos caminhar ?

A Caixa Econômica está chamando  o povo para se mexer.  No dia 19 de março vai acontecer uma corrida e uma caminhada para andantes para cadeirantes. É a  “onzima”. Para participar tem que se inscrever, não é assim na tora, chegar na hora, meter os peitos e sair correndo. É organizado. Quem  está organizando é o pessoal da APCEF,ali na praça do Liceu e também na sede a presidente Kennedy. Eu vou me inscrever porque estou beleza dos  joelhos e até correndo atrás do prejuízo. Aconselho  aos da minha  época para   não esmorecer e está sempre alerta como escoteiro. A idade é a gente que faz. E eu não nego minha idade. Sempre que me perguntam eu  respondo, na hora: Sim. Faço sessenta e nove.

Por um “Bom Preço"?

Os  desportistas  piauienses  mais veteranos  sempre falam sobre o que se tinha e o que não se tem mais como  aquela vontade  dos tempos de rapaz.  Fala-se  do River   Atlético Clube, o mais famoso de todos , o  conhecido Galo  Carijó que era dono daquela  gleba ali perto do colégio de tia Aldinha. Uma coisa curiosa é que  nos locais  onde  eram  localizados nossos  clubes tradicionais, River, Flamengo e Piauí hoje  estão os supermercados mais abastados, os mais  endinheirados. Ironia do destino porque os times estão   todos os três  lascados e mal pagos.Os nossos  River, Flamengo e Piauí  entraram numa taca  grande. Uma tacadão !

Cadê nosso futsal?

O futebol de salão  de Teresina  que já teve seu tempo áureo com Banespa, CipaL, Benfica, AABB, Rio Negro, Flamengo, River, Piauí e outros  menos lembrados, agora mesmo é que está abafado. Não se ouve mais falar   em  competições desta modalidade, um esporte que era  a moda  da cidade e as quadras  da PM  do Verão ou do SESC ou AABB eram lotadas com a mocidade  sadia. Tempo em que não  havia este “engordurante” chamado  telefone celular. Necessário se faz que órgãos do governo ou município  promovam ações  para o incentivo e  desenvolvimento do esporte de bola em Teresina. Porque esporte é vida,  luz ,energia, é vontade de viver.

19 de março de 2019

O celular hoje é um engordurante. Mexa-se!

Quando for praticar sua caminhada não leve o celular porque ele vai tomar para você parar. E engordar.

Reação

Meus amigos, estou convocando todos os desportistas deste nosso Piauí terra querida para uma reação a este estado de inanição que vem tomando conta de nossos desportistas, todos rendidos ao celular. Esta acomodação física, que vai desde o menino ao idoso, este sentar e dedilhar, e se esquecer do mundo vasto mundo se eu me chamasse Raimundo morava em Piripiri e seria chamado de doutor Raimundo Pão. Porque o esporte é vida, é ação e reação, movimentação. Temos várias modalidades esportivas e dentre elas, o pebol é a mais usada porque somos “o pais do futebol”, condição reconhecida por gregos e baianos. Mas estou sentindo que o nosso povo, nossa guapa juventude, principalmente, está se descuidando desta atenção que tem ao esporte bretão e em consequência disto vem o engorduramento, porque o corpo tem que se exercitar, queimar calorias, tudo se resume no “mexa-se”. Até no ato de dançar, você pode suar e os franceses já nos aconselhavam: “É bom suar”. Mas estamos no tempo do celular e este aparelho veio para deixar todo mundo gordo. Porque ninguém corre nem para dar recado. Basta teclar no bichinho e ele  diz tudo no ouvido da outra pessoa e pode ser até o doutor Pessoa que entende tudo bem direitinho. Rapaz, é o progresso, você concorda? E estamos numa fase de engorda. Nosso povo nem caminhando está mais. As presenças na margens dos rios, ruas e praças, de pessoas se exercitando estão cada dia menores. E na maioria das vezes, elas vão andando e teclando e nem se importam com quem vai passando ou deixa de passar. Porque já dizem por aí e isto veio do Ceará: o melhor amigo do homem é o telefone celular. E entre as suas inúmeras vantagens e desvantagens no ato de usar vem o modo mais rápido de  engordar. Porque com ele ao seu alcance nem o mais ativo repórter corre, literalmente, atrás da notícia. Ela vem limpa, leve e solta pelo celular e é só você pegar.Escutar. E assim sendo, seu Rosendo, o celular hoje é um engordurante. Mexa-se! Quando for praticar sua caminhada não leve o celular porque ele vai tomar para você parar. E engordar.

Professor  Zaqueu

Neste tempo não tinha celular e os meninos gostavam de jogar. Olhem aí os meninos do professor Zaqueu, do Colégio Sinopse. A foto foi da Foco Studio Produções.

Sara machucou-se

Rapaz, a nossa menina de ouro, a Sarah com agá, não se deu bem desta vez, lá pela Rússia. Lutou, lutou, deu mas também apanhou, e acabou sendo desclassificada neste torneio deste esporte de agarrado que eu não gosto. Briga feia. E ainda tem uns gritos pelo meio para poder assustar a pessoa. Mas a vida é mesma assim e “algum tem que perder para outro entrar no jogo”, diz a canção popular. E Sarinha machucou-se e caiu fora da competição. Fazer o quê? Agora é levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima, como diz a canção popular. Porque a vida é um perde e ganha. Tanto aqui como na Alemanha.

Prá Brasília

O presidente da Federação de futebol do Piauí foi pra Brasília, me informa o Beto Loyola, que é do Alto Longá. Brauw Carcará. Deve ter ido atrás de recurso, diz o cronista social. De fato, o nosso pebol está precisando mesmo, e já de muitos recursos, porque a maré não está para mandin nem pacunaré. O futebol piauiense precisa urgentemente de uma repaginação, de uma mudança  radical porque  senão a vaca  vai para o Brejo, ali no Maranhão. O mar  não está para peixe por isso ninguém quer mais pescar.  Mas todo mundo é apaixonado pelo telefone celular. Vamos aguardar o que  nos trará o Carcará.

16 de março de 2019

Eu fui o único que falou do futebol nosso de cada dia

Eu fui o único que falou do futebol nosso de cada dia

Os outros coleguinhas escribas não deram uma única notinha só. Nem do-ré-mi nem fa-la-sol sobre nosso pobre futebol.

O único

Meus amigos, eu quero  me congratular comigo mesmo por um feito bem feito. Dos escrevedores em jornal da capital, Teresina, Piauí, eu fui o único que falou do futebol nosso de cada dia, ontem nos diários, o rame-rame, como falava o saudoso coronel Miranda. Os outros coleguinhas escribas não deram uma única notinha só. Nem do-ré-mi nem fa-la-sol sobre nosso pobre futebol. Eu fiz o “dever de casa” e isto me deixa contente e feliz, porque diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea: “Meus amigos, futebol é coisa séria”. Eu sei que o tempo está escasso nesta atividade esportiva e laboral, mas eu quero ser um dos últimos a moer cana, já que não posso ser o último dos moicanos. E assim sendo, reverendo, a bola rola e este escriba não enrola, e a melhor merenda do mundo é comer um pastel de Maria Divina com Coca-cola. Ora, direis, o que é que tem o fundo com as calças e responderei: o sentar. O jeito de sentar ou de caminhar, diz em qual time você vai jogar. Agora, mais do que nunca os teresinenses estão precisando de movimentação esportiva, entrar naquela de “mexa-se!”. A nossa mocidade hoje está entregue ao celular. É uma coisa impressionante. Vai desde a infância porque o pivete já nasce com os olhos procurando a telinha do aparelho.Já vi fotos de mãe sofrendo as cores do parto e segurando o telefone mostrando sua paridagem. Assim  sendo, reverendo, temos que reconhecer o papel importante, hoje, desta coisa fundamental nas nossas vidas, sua majestade, o telefone celular. E no esporte, principalmente no futebol, a sua eficácia é indiscutível. Tomou até função do massagista de time   que era a de dar o recado ao jogador dentro do campo. Agora, o atleta pode até atuar “plungado” e ficar só recebendo as mensagens porque estamos no auge da comunicação e quem “não se comunica se trumbica” dizia o saudoso Abelardo Barbosa, o Chacrinha. Na mais pobre pelada, o aparho  que escuta e fala que está presente, seja num modelo “peba” ou num dum destes que parecem um livro. E assim, o telefone celular tomou até o lugar do massagista que transmitia a mensagem do técnico ao jogador dentro  e campo. É a tecnologia chegando ao esporte mais intensamente  ao futebol esta atividade esportiva que gira em torno de uma bola que é redonda como a terra que também gira. E o mundo, vasto mundo, roda porque até a pomba gira...

Um senhor treinador

O doutor Roberto Veloso, ex-presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, era o treinador deste time aí da dona Carmem Frazão, da Stela Turismo. Esta foto aí foi no Clube dos Economiários. Foram campeões. Eram felizes e não sabiam...

No Almeidão

E já neste sábado, nosso belo representante nesta Copa do Nordeste, a Sociedade Esportiva de Altos, de João de Paiva, vai atuar contra o Toca Fogo da Paraíba, lá na terra dele. Vai ser uma parada dura para o clube da prefeita, porque os cabras lá não alisam os piauienses como nós alisamos os paraibanos aqui. E o nosso representante único em ação, por hora, no cenário brasileiro, é este time de Altos. Os da capital, vou te contar... E como não tem tu vai tu mesmo, temos que vestir a camisa do clube altino. Homem, mulher ou menino. O jogo é fora do Piauí. E vamos ficar  torcendo daqui.

“Emponderadas”

As atividades esportivas na área feminina de nossa Teresina precisam se movimentar. A prática frequente do esporte é muito  importa nesta época em que a alimentação é muito doce e o engorduramento é uma consequência natural. A falta de uma atividade física promove uma mudança química ou fisionômica porque a pessoa fica com cara de lesada e chama até atenção dos vigaristas, os aplicadores de golpe 171. É preciso ficar ligado ou ligada, porque estamos no tempo da “enrolada”. Todo cuidado é pouco e em casa de ”cabôco”, um é pouco, dois é bom e três é demais... Meninas, mexam-se ...

Futsal

Estou sentindo falta da movimentação esportiva desta atividade de bola que é o futebol de salão. Não vejo mais aqueles jovens interessados nesta prática tão salutar que só perde para “namorar”. Sim, porque depois do “jogar” só tem o namorar mesmo. Você pode até argumentar que tem o telefone celular mas aquele aparelho é um meio sem fio e não um fim. Seja na Cacimba Velha ou na Avenida Frei Serafim. Eu digo isto por mim. Sim, mas a nossa mocidade e até a maioridade precisam muito de esporte de quadra, uma área de certa forma precária. O esporte de quadra desta capital anda sumido e isto é muito ruim.

15 de março de 2019

A agremiação altoense de futebol fez o seu dever de casa

Surrou o Flamengo pelo marcador de 4 a 2. Foi uma taca média, quase uma goleada que foi atenuada por causa do dois gols recebidos.

Dever de casa

A agremiação altoense de futebol, o representante deste Estado em competições nacionais, fez o seu dever de casa quando surrou o Flamengo  pelo marcador de 4 a 2. Foi uma taca média, quase uma goleada que foi atenuada por causa do dois gols recebidos. Se tivesse sido ”a zero” é que era goleada. Embora a perda de pontos no certame não leve em consideração o placar mas tem o lado moral e uma goleada, meus amigos, é sempre uma goleada. É como o sujeito apanhar na cara. E se for uma taca de mulher é muito pior ainda. Na realidade, perder nunca foi coisa boa em qualquer atividade. Raras exceções como “perder o medo”, perder a vergonha. Mas nossa própria vida é um eterno perde e ganha e no campo da vida a bola rola para gregos e baianos. Mas eu falava da taca que o time da prefeita deu no nosso Flamengo do Everaldo Ducha e que tem até uma casa lá nos Altos de João de Paiva. Sim, o nosso Menguinho caiu de quatro e isto não é nada bom para uma agremiação de tanto nome no pebol cabeça de cuia. Tudo bem que o nosso rubro-negro vem lutando com muitas dificuldades de sobrevida porque a situação não está nada boa nem para gregos e baianos. O grande dilema, o problema capital é a falta de capital que deixa muita gente num “estado” de nervos ruim. Não se sabe se é melhor ficar ou “pior ir” pro Ceará. E assim a bola rola, este cronista não enrola e o tempo bom era aquel em queo meio de Campo do River era Giri, Derivaldo e Mariola. Mas agora o nosso “River” é o Altos e temos que se conformar e por este time vibrar. E vamos torcer por ele nesta Copa do Nordeste quando joga com o Botafogo da Paraiba, terra de cabra da peste. E assim, a bola rola e este escriba não enrola e sejamos todos Altinos na falta  de um  modelo próprio.” Quando não tem tu vai tu mesmo”.

Nosso time

“Quando não tem tu vai tu mesmo”, e a nossa capital não tem nem River nem Flamengo nem Piauí como campeão do Estado e quem vai é o arrumado esquadrão da cidade vizinha que vem honrando a camisa da terra da Elvira.

Fagep informa...

Estou sentindo falta deste “dizer” no som do Albertão que agora só tem imagem. O som acabou. Servia pra dar os avisos de coisas perdidas no campo do governo estadual. Até menino perdido. E o“ Fagep informa” era aguardado pelo público como se fosse o “seu gosto na berlinda” de Roque Moreira na Rádio Pioneira.Naquel tempo não existia nem celular. Era o “orelhão” parta escutar. Nunca mais se ouviu falar o “Fagep informa” e acho que neste tempo de internet e celular, serviço de som é melhor calar. A bola rola, este escriba não enrola e melhor refrigerante ainda é a Coca Cola.

Federações

As entidades esportivas que cuidam do jogo de bola em quadras cobertas ou descobertas, chamadas federações andam meias que  recolhidas a uma paralização total. O telefone celular que deveria servir pra comunicar, serve é para isolar porque vem concorrendo com as atividades do desporto e levando nítida vantagem. Menino que dormia com a bola na cama, hoje adormece é com o aparelho transmissor de mensagens e quem era craque na bola, agora , aqui ou  no Iraque, hoje é dedo vivo no zapzap, seja aqui ou em Maranguape. Em Teresina, as federações estão sem ações. Em campos  maduros ou “Verdões.

14 de março de 2019

O futebol brasileiro perdeu um dos maiores nomes da cartolagem

Amado pelos vascaínos e não querido pelos seus mais ferrenhos adversários, como flamenguistas, tricolores e porque não dizer também os botafoguenses

Mais um

Meus amigos, o futebol brasileiro acaba de perder um dos maiores nomes do setor cartolagem. Muito discutido, polêmico, fez do Vasco da Gama sua catedral. Amado pelos vascaínos e não querido pelos seus mais ferrenhos adversários, como flamenguistas, tricolores e porque não dizer também os botafoguenses. Porque futebol, meus amigos, é coisa séria, e tem os prós e os contras, porque até lá dentro de campo tem gol a favor e gol contra. Mas morreu Eurico, que ainda deve ser parente do pessoal do jornal  aqui, que é também Miranda. E no retrato de Ricardo Borges, da Folha, ele mostra as mãos limpas. E assim sendo para ele, o jogo  acabou. Foram 52 anos de vida dedicados ao clube da colina, e ele dizia que era por amor à instituição. E assim, as grandes paixões por clubes vão se acabando e temos bons exemplos de bons cartolas entre nós, como Tote pelo Flamengo, Pintinho pelo River, Reinado Ferreira pelo Piauí, Bibio pelo Auto Esporte, Zé Palitó pelo Artístico, Ismael Santana pelo Rio Negro, Belchior Barros pelo Fluminense, Carlos Alelaf pelo Parnaíba, Luis “Menez”  pelo 4 de Julho de Piripiri, Maninho pelas Barras, Warton Santos pelos Picos,César Melo pelo Comercial e Chico pelo Caiçara de Campo Maior. As torcidas vão se destorcendo e viram  destorcidas. O tempo passa, a bola rola e este escriba não enrola. E de repente, não mais que de repente, uma Fagep dessas  da vida é entregue a um indivíduo  assaz competente para  promover esporte prá gente. E a bola rola e este escriba não enrola. Porque o caçador caça rola e o mestre Cuca caça rola. Tudo é uma questão de acento. Acento agudo ou a mudo ? Ah, gentes boas, estamos em época de Brown Carcará presidindo esta Federação de Futebol do Piauí, sucessor de Cesarino Oliveira, de saudosa memória. Ah, mas o presidente do Vasco viajou, Eurico já era e a vida continua. É um campeonato onde cada um de nós é um jogador ou  um expectador. Uns jogam dois tempos e ainda tem prorrogação. Outros deixam o campo antes do seu tempo regulamentar. Ou por cansaço, uma contusão ou uma expulsão. Uns não conseguem nem vestir a camisa e entrar em campo. E Assim, a vida  continua. Como uma partida de futebol. Que pode ir até aos noventa, que é o tempo regulamentar” Ou sair antes por questão de saúde ou disciplinar. Mas a bola rola e este escriba não enrola. Vejam o caso do Eurico Miranda, viajou aos setenta e quatro minutos do tempo regulamentar que é noventa. Comparando com o futebol, cada minuto em campo é um ano de vida, na gente. Deus fez tudo bem feito. Depois dos noventa anos, aí já é prorrogação...

Viajou aos 74 minutos...

O eterno-presidente do Vasco da Gama, figura polêmica do futebol brasileiro, fez a sua última viagem, vítima de doença  invencível. Foram cinquenta anos de vascainidade.

Galo nas cabeças

A riverinada se sente numa boa porque o time tricolor agora canta de Galo no campeonato estadual. A taca aplicada na equipe de Piripiri, um 3 a 0 escrachante, rapaz, não é surra que se aplique em time de prefeito nenhum. Depois desta sova tridimensional, a agremiação de Luiz Menezes vai ver se desconta a pisa em cima do Flamengo do Everaldo, porque a partida vai ser mesmo no cocho, no campo deles, e Sergil Araújo já prepara uma torcida com charanga e tudo, muito milho verde assado e cozido, com aproveitamento total dos respectivos sabugos. Depois...

Esporte de  quadra

Nossos clubes amadores, praticantes de vôlei, basquete, futsal e outros esportes parecidos, sentem falta de espaço apropriado para praticar o jogo de bola, alegando falta de quadras. Na realidade, estamos sentindo a falta desta atividade esportiva no seio de nossa mocidade e também nos chamados idosos, agora todos voltados a praticar o zapzap, um mexe-mexe dos dedos desgramado. E tem uns dores nos pescoços, o tempo todo curvado olhando para o celular que hoje pode ser considerado o melhor amigo do homem. E com uma vantagem? Não pede dinheiro emprestado...

12 de março de 2019

O tricolor está na cabeça do campeonato cabeça de pato

O tricolor está na cabeça do campeonato cabeça de pato

Agora o time do Carlos Said está na liderança do certame com 17 pontos na frente dos outros

Galo na cabeça

Gentes boas, o tricolor está na cabeça do campeonato cabeça de pato.Deu no time de Piripiri com uma meia goleada que foi 3 a 0. No futebol, um é pouco, dois é bom e três é meia-goleada.O time de Luis “Menez” está ficando freguês. Apanhando de três. Agora o time do Carlos Said está na liderança do certame com 17 pontos na frente dos outros. Vai passar uma semana sem jogar e só no dia 20 deste é que vai encarar  o time da prefeita de Altos. Aí vai ser um duelo quente porque a equipe altina vem embalada e não vai nem querer saber se o Galo é carijó ou pedrêz.Quer é dar de três. O tricolor de Sheila Viana está voltando aos seus velhos tempos quando cantava realmente de Galo. Nos tempos de seu Raimundo Viana, Afrânio Nunes, Melão, Zeneto Ribeiro, Pedão e dona Maria do Buchão. No tempo em que o desportista do Piauí era feliz e não sabia. Era no tempo em que todo cego tinha a sua Maria da Guia. Hoje é uma galera calada e fria. E para ir ao jogo de futebol ainda tem dia... Mas o Galo ainda está cantando no seu terreiro, e todo mês começa no dia primeiro e gente não, mais dinheiro quando chega o dia derradeiro. Mas estão indo “avante, os riverinos com a bandeira de glória na mão"". Assume a liderança o tricolor, “eterno-campeão”, agora sob nova gestão. E o povo fica me perguntado na rua: “Garrincha, cadê o Flamengo?". E eu fico com cara de mamulengo. Porém, o Galo canta e o macaco assobia, e quem sofre mais é pobre do vigia. Ora, direis, estais tergiversando e eu vos direi mais: estou embromando. O problema é que futebol é um dilema e o gol é seu eterno tema. O jogo sem um gol é um namoro sem beijo, um poeta sem lampejo e cego sem  realejo, uma cama com percevejo. Mas no caso em tela, o River aplicou uma meia goleada no time municipal de Altos pelo escore de três a zero que é uma taca de “responsa”, e a agremiação da cidade vizinha, terra de Elvira Raulino, e onde o Toni Rodrigues é vereador. “O Altos” é a maior folha de pagamento do pebol piauiense. O plantel foi composto para jogo de “Nordestão” prá cima. O treinador de plantão na “terra da manga”, deve  ficar  “esperto” e não fazer  despesa confiando no fim do mês... Futebol é  uma caixinha de surpresas e sem fundos de garantia...

Eis o Galo

Jaílson Soares tirou o retrato do plantel tricolor, o Galo, antes de entrar na rinha para enfrentar o time do marido da prefeita dos Altos, o João de Paiva. Uma pena, porque tinha pouca gente para ver o jogo... É a fase...

Jogo de quadra

Uma atividade que  sumiu, praticamente, do dia a dia da nossa juventude, foi o esporte de quadra. O basquete, o vôlei, o futebol de salão, o handbol, eram atividades esportivas apaixonantes de nossa moçada e até os “coroas” que ainda davam no couro, participavam de jogos nas quadras dos clubes sociais ou no quartel da Polícia Militar, ali pertinho da Praça Pedro Segundo. E  depois do jogo era ir dormir em suas casas, os “ bons elementos”, porque os maus elementos desciam para a rua Paissandu. Para  comer um tal de angu. Era o tempo em que a gente era feliz e não sabia. Moça quando não casava ficava para titia. Salve Padre nosso, ave Maria. Hoje, a antiga quadra da PM não foi preservada. Botaram foi um Dinossauro para espantar menino e cliente do bar do Pelé...

O Dia em dia

Rapaz, a programação esportiva da TV do Valmir está dando o que falar. Botando no ar jogo internacional, tipo Corintians x Racing, pela Sul-Americana, que deixa o sujeito em casa sem vontade ir para a rua. E a mulher do individuo acha é bom. E  ela vem com os agrados e tem muito cabra  bruto que ainda acha é ruim e diz: “Deixa eu ver o jogo, Siá”. Mas meus amigos, futebol é coisa séria, como diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogeia, o Vei. E agora, o telespectador  está em dia com as transmissões da TV O Dia. É o progresso que vem chegando e a gente vai aproveitando, o tempo  vai rolado e ninguém sabe de quantos minutos vai ser o nosso “tempo regulamentar”, e lá o Dídimo de Castro diz que é “na trajectória dos noventa”. E quem que tem certeza que chega lá? Nem o Carlos Saib...

09 de março de 2019

Amanhã, 09, tem clássico no Lindolfinho

Amanhã, 09, tem clássico no Lindolfinho

Um sábado com cara de domingo porque é um clássico deste futebol, e antigamente os jogos deste naipe eram reservados para os domingos, dias santos e feriados.

 Agora não, o domingo é pra missa e festa na periferia, procurando alguma coisa de sal. Tudo está mudando, Juvenal. Mas tem jogo no campo do Firmino, que é o LM, ali na Matinha, bem no rumo de Timon, onde o bar é do Popó Cabeça de Pato, que fica putinho quando a gente o chama desse apelido e diz logo que é a mãe, e a gente explica que está falando é com o filho. O Cabeça de Pato. Sim, mas vamos ao jogo que entre a “seleção” de Altos e o time do Flamengo, de Teresina. A partida começa às seis horas, que é a hora da Ave Maria para quem é católico como eu, apostólico e romano. Uma partida tão importante como esta será dirigida pelo senhor árbitro cujo nome não digo, questão de segurança dele mesmo. Pra Flamengo, é jogo de vida ou de morte, porque a maré não está para peixe lá para o seu lado. Para clube da prefeita é um jogo sem dó nem piedade do Flamengo, e pode ser que pinte até uma goleada, porque as cifras financeiras são das mais diferentes entre as duas tesourarias, mas onde foi casa sempre será toupeiras, como diz o Bill lá de Oeiras. E assim, bola rola, e este escriba não enrola, e se você quiser arrotar, beba uma coca-cola. Ks. A de lata... esquece. Mas o Flamengo tem técnico, o Paulo Júnior, que segundo a Pâmella, vem trabalhando bastante o sistema defensivo. É portanto, um defensor, isto é muito mais importante do que ser um ofensor. E a prova é que você não vê concurso para “ofensor público”, mas defensor tem e ganha bem. Mas vamos ao jogo que será amanhã, nove, no campo do Firmino Filho do “Major”. O Lindolfo Monteiro, ao lado do Verdão, lá onde o Assis tem um bar e merendeira, onde a turma da Semel compra fiado. Mas o Renato BG já disse que não garante nada, e deu a dica para o colega de time e agora vizinho de administração, o Júlio Arcoverde, que também é riverino doente. E bola rola e este escriba não enrola e acabou o campeonato de samba de  escola e vamos  neste sábado ao futebol. Temos Altos e Flamengo, dois times cujos presidentes, e Everaldo moram lá.

Pedro II

A cidade do Imperador, Pedro II, já foi brilhante no futebol amador do Piauí. Em 1978, disputou o Intermunicipal da APCDEP com este timaço e ficou em terceiro lugar. Você sabe os nomes deles? Mande para o meu email: [email protected]

Depois do carnaval

Agora que passou o carnaval, vamos ao futebol. O brasileiro é um elemento que tem samba no pé e tem o rei Pelé. O brasileiro é um sambista nato e tem ginga nos quadris. Mesmo com o carnaval passando pela linha de fundo, a gente também vai passando neste mundo vasto mundo e seu me chamasse Raimundo e tivesse o apelido do Pão morava em Piripiri, perto do açude Caldeirão. Agora vem a outra diversão popular que é o jogo de bola onde o Brasil é campeão muitas vezes e tem o título de “pais do futebol”. Muito embora, atualmente esteja “nei mar” nem terra, numa situação meia “lheguelhé”, sem a bola no pé. E nem temos mais Pelé...

Amadorismo

Está na hora  da juventude praticar os esportes de quadras. O futsal, o vôlei, o basquete, o handebol e outras atividades bolísticas suadoras. O francês recomenda:”É bom suar!” Todo mundo deve bater sua bolinha. Favor não confundir com bater no Bolinha, aquele cearense, locutor esportivo da Clube que chegou aqui e nunca mais quis voltar. E por falar nisso, aproveito para pedir por aqui os dados biográficos do João Eudes para o meu “Livro dos Cearenses”, que estou escrevendo mas estou encontrando muita dificuldade. Cearense não quer contar a sua vida pregressa, como diz o Odílio Teixeira, outro de lá.

Passou o Carnaval

Pois é. Uma “alegria do povo” já se foi. O Carnaval. Agora resta o futebol que vem disputando com o reinado de Momo as simpatias deste povo brasileiro tão festeiro. Trabalhar não, mas para  vadiar, rebolar, sambar e se “irresponsabilizar”, não existe mais apto e ágil do que nosso povo, Fábio. Seja velho ou seja novo. E por incrível coincidência, é coisa que se faz com os pés. Longe da cabeça. Jogar futebol e dançar. As mais queridas atividades do povo brasileiro. Sapateando, chutando e a cabeça para usar chapéu. Em uns. Porque tem outros que usam “gaias”, mas aí já é outro departamento. É o jurídico.

02 de março de 2019

Hoje é dia de muita alegria porque vamos jogar contra a Bahia

Assim sendo, reverendo, vamos ao Albertão, neste sabadão, de tarde, às quatro horas, melhor hora de se jogar bola e assistir também.

Festão no Albertão

Meus amigos, hoje é dia de muita alegria porque vamos jogar contra a Bahia. Bahia de todos os santos e eu até me incluo porque sou Nunes dos Santos. Uma partida que deverá levar um público porreta para o campo do governo e acho até que o W. Dias vai para lá para prestigiar e torcer. A refrega será no campo maior nosso que é o Alberto Silva.”Prum” grande jogo um campo grande e o “AS” é o palco ideal de pelejas deste naipe. O chefe do poder estadual deverá comparecer porque é desportista e até joga bola nos seus momentos de lazer. Joga ruim mas joga e o mais importante não é o corpo. É o espirito. Desportivo. Assim sendo, reverendo, vamos ao Albertão, neste sabadão, de tarde, às quatro horas, melhor hora de se jogar bola e assistir também. Porque depois do jogo você poderá estender o lazer e depois vem o domingo que pede cachimbo e cachimbo é de ouro que dá no besouro. Nosso time representativo do Piauí, queiram ou não queiram, galegos e baianos, é o Altos.Entrou sem fazer concurso. E a coisa está descapitalizada porque a capital Terê não apita mais nada. O time mais representativo é de Altos. O presidente da federação, o Carcará, é de Barras e o governador W Dias é de Oeiras e completa 57 anos, nesta terça-feira de carnaval. E todo mundo quer entrar no Bloco do Governo. A situação e a oposição. Mas é na Teresina que todo mundo se encontra e vamos todos dar as mãos e pular porque tristezas não pagam dividas e muita gente ter titulo no cartório. O futebol é um tipo de carnaval, onde você comemora a vitória do seu clube com cerveja e tira-gosto. E vamos torcer para que o Altos faça seu carnaval no Albertão, com um sábado gordo de gols a favor. E o adversário é da terra onde mais mais se samba depois do Rio de Janeiro. Bahia de Todos os Santos e eu até tem um pequeno pedaço porque sou Nunes dos Santos. Mas santo de casa não obra milagre e vamos rezar para que Altos ganhe do Bahia e até treinar no Albertão, o Altos treinou para ficar mais familiarizado com o campo.Quem não tem cão caça com gato e quem não tem River, nem Flamengo e nem Piauí, torce mesmo pelos Altos.

O DIA prestigia

No calendário, este jornal dá valor ao esporte e a ilustração de hoje nos mostra isto. O goleiro “crescendo” no gol na visão do atacante. Tudo é uma questão de ponto de vista. Ou não ?

ver, Flamengo e Piaui...

Sim, estes três clubes já fizeram  muito carnaval e suas festas começavam sábado gordo e acabavam na quarta-feira de cinzas. Suas sedes eram palcos de festas que  levavam muitos foliões para “pular o carnaval” como o povo diz. Hoje estão parados e mal pagos. Ou parodiando o sucesso musical: “Agora é  cinzas... tudo acabado e nada mais. Tem deles, como o Flamengo, que “nunxixabe” nem onde se esconde. Só nos resta esperar que a bola role, depois do carnaval. Que deve ser de chuva, conforme diz o jornal do Valmir.

Os meninos do Sapinho

Neste carnaval, todo cuidado é  pouco com a moçada riverina. O time em formação, o treinador Sapinho nem viajou para sua terra, Juazeiro do Ceará e hoje o elenco treina puxado porque futebol é coisa séria e carnaval é folia. Depois que ele deu no Mengo porque não quer nem saber tendo o nome de Flamengo é perigoso, o treinador Flávio avisou que o próximo jogo é conta o time do prefeito de Piripiri, cabra que não gosta de apanhar e dentro de casa é pior. Chefe da torcida piripiriense, o cearense  Sergil Araujo recuperou a charanga para esta partida com 71.

28 de fevereiro de 2019

Antes um Rivengo era manchete de jornal. Hoje está de escanteio

Um canto de página para um Rivengo, seu Mamulengo

Quem te viu...

Rapaz, o tempo passa... diz no rádio o locutor. Antigamente, um Rivengo era manchete de jornal, era página central, fotografia e coisa e tal. Hoje está de escanteio. Um canto de página para um Rivengo, seu Mamulengo. E é porque, um, o Galo pode ganhar e ir pras cabeças. Já o outro, o Mengo pegou uma taca salgada lá na Parnaíba e vai querer se dar bem contra o Carijó, o  seu mais feroz adversário deste jogo de bola tupiniquim. E por falar em “tupiniquim”, uma leitora, outro dia me reclamou, via email, que eu tinha a mania de dizer que as coisa daqui eram tupiniquins e ela, a leitora, protestava dizendo que nunca tinha usado um piniquim porque tem a beiradas estreitas e o xixi vai para escanteio. Mas cada um chove no seu quintal e vamos ao nosso rame-rame que é o jogo de bola oficial, municipal, agora sob o comando de Arco Verde, um riverino de coração. E o jogo foi realizado bem ali, no Lindolfinho, vizinho ao ginásio Verdão e á Casa do Estudante, lá onde o filósofo esportivo, Wiliam Bogea,”o Vei”, morou quando veio do Maranhão para cá e era um estudante “Caxias”. Um clássico que era a maior expressão do futebol piauiense, um Rivengo, jogo também esperado o ano todo por timonenses e por teresinenses, duas nações unidas.E tivemos até um timonense por  muito  anos comandando o pebol piauiense que foi o seu Lula, genro de Alfredo Nunes, casado com dona Luiza, cunhado de Beto Caverna. Hoje nossa mentora está sob a direção de Robert Brouwn Carcará que tem este nome difícil mas é bem dali de Barras do Maratoan, mesmo terra de Francy Monte. Sim, mas o jogo foi ontem e eu lamento não dizer aqui quanto é que saiu, o resultado da peleja porque a matéria é feito de “O Dia” e a partida foi de noite do mesmo dia. Jogo pelo campeonato cabeça de cuia que já vai na sua oitava rodada. Que teve também Altos contra o Piauí (deve ter sido uma taca boa no Enxuga-rato) e no litoral, uma partida intermunicipal: 4 de Julho versus Parnahyba. Uma partida que deve ter sido pau  a pau porque  os dois times estão muito  bem preparados e a rivalidade entre ambos é conhecida. É o clássico “Parna-piri” ou “Piri-parná”. Quem vai ganhar ?

Presidente da Semel

Marcos Teixeira entrevista Julinho Arcoverde, um piauiense ainda parente do Maduro. Entra no lugar de Renato BG, outro riverino de muitas lutas pelo esporte cabeça de cuia. Outro dia me perguntaram porque todo presidente da Semel foi presidente do River... Sei lá...

Sinal VERDE no Verdão

Fagep informa: Sai Renato BG entra Júlio Arcoverde, um riverino depois de outro, por sinal, ex-presidentes do Galo. Uma beleza para o nosso futebol profissional e amador. Como diz o povo, gente da mesma atividade política. Desejamos ao novo gerente do esporte amador deste Estado de necessidade um produtivo trabalho à frente do esporte amador da cidade, passando agora por uma fase muito difícil, porque a nossa mocidade hoje entrou na mania do telefone celular, e não quer mais se exercitar. Desejamos uma profícua admistracao ao novo gestor dos esportes amadores deste Estado de necessidade.

Homem rodado

A agremiação altense agora arrumou um treinador de currículo cheio. O cara ainda relativamente novo é mais rodado do que bolsa de rapariga. Chegou dizendo que vai acender o time e teve gente que não gostou, porque acender lembra lanterna, e lanterna no futebol é coisa ruim. Tem mais de vinte anos como jogueiro, agora passou a ser treineiro e tem boa conversa. A agremiacão altense, ultimamente, vem mudando muito de treinadores e isto deixa a gente preocupado. Esperamos este Maurílio seja duradouro para obtermos ~altos~ resultados.Sen’ao, troca-troca porque  como diz o povo desta terra? O caminho do feio  eh por onde veio.

27 de fevereiro de 2019

A Fagep informa:”- sai Leandro Campos e entra Maurilio Silva, no Altos

Nos bons tempos, a gente ouvia no Albertão, este bordão.

Era  quando ia haver uma substituição em um time. A Fagep dizia que entrava e quem saía. E lembrando aqueles idos e curtidos, informa a Fagep que nos Altos de João de Paiva, sai Leandro Campos e entra Maurílio Silva no cargo de treinador. O emprego mais inseguro do mundo. Técnico de futebol no Brasil. Onde o cara dorme treinador e quando acorda é um ex. É um dos poucos empregos onde não existe um “fundo de garantia”. O Leandro não será mais visto nos “Campos” piauienses dando ordens aos atletas de Altos. A taca que pegou do River foi a última gota. E Warton Lacerda não esperou nem o galo cantar três vezes, e na primeira deu as contas do treinador, que não tinha fundos de garantia. E foi na madrugada de domingo que o homem foi dispensado, e na segunda ele já viajava, porque o caminho do feio é por onde veio. E assim, meu caro Joaquim, mais um técnico na breve história do time altoense, hoje nossa maior referência em futebol profissional. E o novo entregador de camisas” chega dizendo que vai “acender” o time da prefeita e é preciso ter cuidado, senão ele “bota fogo” não só nos Altos, como também nos baixos. Temos que ir devagar com o andor que o santo é como o Oscar, de barro e futebol é coisa séria como nos ensinou o filósofo da Pedra Mole, William Bogéa, o Velho. Hoje, Altos é o representante maior deste peba futebol piauiense onde quem cantava de Galo era o River depois que um rubro-negro foi uma vez Flamengo e nunca mais foi. E o povo ficou dizendo que é “pió ir”. Mas indo ou não indo, convoco o Clarindo para me dizer onde é que o Flamengo do Piauí está se homiziando que o povo vive me perguntando porque também tem gente que foi uma vez foi Mengo e sempre será, dizendo eles, “seja na terra, seja no mar.” E assim, meus amigos, a bola rola e este escriba não enrola e vamos para frente que atrás vem gente. E Fagep informa:”- sai Leandro Campos e entra Maurilio Silva, nos Altos”. Ele faz é tempo que deixou de jogar bola, nasceu em Brasilia, já treinou times do Ceará, Paraíba, Sergipe, Pernambuco e tem um boa folha. Corrida e bem paga. Saravá para ele !

O Galo cantou alto

Foi coatar no terreiro alheio. Nos Altos de João de Paiva e cantou “altos" e em bom som. Arrancou no estadual. Ninguém segura mais o Galo. Cocoricocó!

Galo quebra cabaço

Rapaz, desde que este time de Altos vem se entendo de clube de futebol que ainda não tinha entrado em taca em casa para o River. Mas domingo ele se lascou. O tricolor foi lá e cantou de Galo mesmo, no terreiro adversário. Uma taca econômica. 2 a 1. Não precisava de mais. 2 a 1, um placar discreto, educado e consolador. 2 a 1 é um escore família. O clube da prefeita que é nossa “Patricia” soube valorizar a vitória tricolor. Lutou brava e lealmente porque a primeira dama é Leal. O feito tricolor foi algo muito bom para os torcedores riverinos porque deu mais moral ao time e o técnico Flávio Sapinho pagou elogios ao seu plantel, botando os meninos lá em cima e  isso é muito bom  para os egos de todos. Vai do presidente  ao Pintinho.

Amanhã tem Rivengo !

O maior jogo de nosso futebol, o FLAFLU piauiense,River contra Flamengo e é no Lindolfinho, o campo da prefeitura, anexo ao bar do Assis. É noite de casa cheia e hora  do Popó cabeça de Pato lavar a burra vendendo cerveja escondido. “Ao pegado” ao Verdão, fica o campo da prefeitura e é até capaz do Firmino ir a este jogo  torcer pelo River, time do Major pai dele. É a oitava rodada deste campeonato, o primeiro do reinado de Carcará I e único. Ex-atleta, o presidente atual da mentora está uma bola. Uma bola grande porque, o da televisão é um Bolinha de nada..E como é noite de jogo de alto gabarito, nada melhor do que o cidadão levar a cidadã para  o jogo de bola, um bom programa de ordem esportiva. Lembrando o Cesarino.

22 de fevereiro de 2019

Gentes boas, cadê o rubro-negro piauiense, o ferrenho adversário do River

Gentes boas, cadê o rubro-negro piauiense, o ferrenho adversário do River

Não se ouve falar dele nos programas de rádio e nem se lê nada nos jornais “diários”

E o Flamengo? Morreu ?

Rapaz, é a pergunta que o povo me faz pela rua. Todo mundo quer saber o que está acontecendo com o clube mais popular deste futebol tupiniquim. O rival indo e voltando do River, o segundo time mais campeão do nosso Estado de necessidade. Sim, gentes boas, cadê o rubro-negro piauiense, o mais ferrenho adversário do River, o segundo clube no item “conquista de títulos”? Não se ouve falar dele nos programas de rádio e nem se lê nada nos jornais “diários”, hoje em O Dia, a não ser nesta coluna. Todo mundo sabe que o nome Flamengo já é uma “autarquia”. Estão até querendo ir ao cartório dos “Bucar”, e lá mudar de Flamengo para Foi Mengo. E ainda dizem que o presidente vai ser o Mamulengo, o pai do Mauricinho. Não quero nem acreditar mas deixa isto pra lá e vem prá cá. Nas últimas notícias que me foram passadas, o clube mais popular aqui também no Piauí, estava nas mãos de Everaldo Cunha, um cidadão probo, ex-atleta (mais ou menos) que tentou ser boleiro pelo River e dizem até que ele é riverino de coração,  mas isso eu não sei não, porque coração dos outros é terra em que ninguém anda. O certo ou errado é que o clube mais popular do Piauí, o Flamengo, como é em todo Brasil, o carioca, o daqui está sendo dirigido pelo “Ducha” como ele era chamado no tempo em que ele jogava bola. E como de onde não se espera é que saem as coisas, acredito que Everaldo pode até ser campeão piauiense. O diabo é quem duvida... Observação: Escrevo “diabo” com letra minúscula porque não tenho medo dele. E nem dos seus cupinchas que falam fanhosos. E aprendi com o Assis da Paraíba que quem está por baixo não está por riba. E assim sendo, reverendo, me preocupo muito com os nossos clubes de futebol profissional do Piauí porque é a alegria do torcedor, é uma opção para o vendedor de picolé, é o divertimento do Chicolé, e é onde a bola rola de pé em pé. E você pode assistir sentado ou em pé. Pode ir só ou com a mulher. Mas a minha preocupação agora é com o Flamengo do Piauí. Saber se está doente. Se estiver, seria bom uma consulta com o dr. Delson que é riverino mas quebra o galho e aconselha. Se o problema é gestão, congestão, má digestão, se é ducha ou tucha. O certo é que o Flamengo precisa de uma ajuda imediata e eficaz.Como todo nosso  jogo de bola profissional. Ajuda  do poder .Público e notório. Tenho dito, Benedito !

Lucas  dançou

Eis o homem. Dançou  bonito no salão do Enxuga-rato. Não ganhou uma e isto é uma desgraça na vida profissional de um treinador de futebol. Já pensou, em seis, não ganhar uma só vez? Ruindade dele ou do time? Ou dos dois? A foto é do perigoso “Seu Elias”.

“Vai tu mesmo”

Marco Antônio, diretor de  futebol do Piauí, aquele time que era o famoso Enxuga-rato, se lembram dele? Pois, o MA dispensou o técnico do rubro-anil, Lucas Andrade, pagou os seus direitos e seus tortos, e o treineiro pegou seus trocados e se mandou atrás de outro time, porque aqui não deu pra ele. Não ganhou uma e como dizia Belchior do Fluminense: ”É melhor apanhar só do que mal treinado.” Em seis jogos ele não faturou nadisca de nada. Aliás, ganhou um ponto. Só. Só teve um empatezim, e o resto foi taca. A negrada dizia que ele dormia no ponto. No domingo que vem tem jogo com o 4 de Julho no Lindolfinho, às cinco da tarde, e o treinador vai ser mesmo o Marco Antonio. Na falta de “modelo próprio”.

Vem de Piripiri...

O time do prefeito Luiz “Menez” vem tinindo. É o favorito nesta peleja contra o Zé do Povo. Na ponta da tabela, o cearense Sergil Araujo, ministro dos assuntos esportivos, seu fiel escudeiro, alisa o bigode e esnoba: - Calma, calma que a liderança é nossa! Marcão, treinador de plantão, no Piauí, ex-atleta, sabe das suas chances de ganhar este jogo e vai botar o time prá cima do visitante. Nada dar moleza. E assim sendo, reverendo, o  duelo vai ser danado de bom e lá no Lindolfinho, no campo do Cabeça de Pato, ali na Matinha, perto da casa  de dona Toinha. E o povo de Teresina  que for ao futebol, quer chova ou faça sol, deve  ir torcer pelo time que quiser,Sim porque  futebol é como mulher. Simpatia.

20 de fevereiro de 2019

Quem não tem cão caça com gato. Quem não tem cracão joga com gatas

Quem não tem cão caça com gato. Quem não tem cracão joga com gatas

O futebol de homens dos homens, o chamado de profissional, está em “declive”

As meninas do Toinho

Gentes boas, quem não tem cão caça com  gato e quem não tem cracão joga com gatas. É o que está acontecendo no nosso “Piauí  terra querida, filha do céu do Equador”. O futebol de homens dos homens, o chamado de profissional, está em “declive”, como dizia o Zé da Silva, e o feminino é que está representando o nosso jogo de bola. O Tiradentes, que já fez bonito quando era time de futebol masculino, deixou uma bonita história, agora mudou de sexo, é time feminino e não está decepcionando. Disputa o campeonato brasileiro série A de Antônio. Sob o comando do Toinho, antigo goleiro que saiu do Piauí para o São Paulo e tem uma bela história. Hoje ele comanda esta equipe jovem amarela e vem sendo um vitorioso, porque conseguiu botar o time das mulheres  num patamar onde os homens daqui nunca chegaram. Estamos no A2 e vamos brigar para ir pra a A1. E já estou com o pressentimento que vamos ganhar de 2 a 1. Pois é, Chicolé, onde não tem homem tem que se valar da mulher. E é por isto e mais aquilo que estamos torcendo pelo Tigrão feminino, e já estão até chamando o time de “O bicho das mulheres”. Bicho é a chamada gratificação que se dá no futebol. Um incentivo financeiro que a plebe rude e igara chamava de dinheiro, e os poetas classificaram de “vil metal”. Mas a bola rola e este escriba escrincha mas não enrola, e caramba, carambola, dizia o samba daquela escola. E por falar em samba, meu coração ainda em corda bamba com aquela homenagem que a mim prestaram, desmentindo aquela informação de que eu não presto. E a bola rola e este escriba não enrola. E já que não temos futebol masculino vamos ao feminino, que também tem bolas. E bolas rolam nos gramados e o Toinho é o comandante chefe deste pelotão de jovens chutadoras da redonda. E nós  já estamos na série A2 coisa que nenhum clube civil masculino conseguiu atingir, mas isto é privilégio dos militares, e já que agora estamos na geração “bolso...nada”, vamos torcer pelo sucesso do time amarelo da Polícia Militar, versão feminina. Mas o que será que se destina? Estando em boas mãos, mãos de um ex-goleiro de nível de seleção brasileira, vindo da grande escola do São Paulo, Toinho é o responsável pelo estado técnico do time amarelo da Policia Militar, que em tempos idos marcou época no futebol  profissional brasileiro ele mesmo até jogou no gol do Amarelão. Mas o tempo rola e este escriba não enrola e vamos neste cantinho louvar as meninas do Toinho. Saravá!

Elas e elas

Foto: Jailson Soares/ODIA

Em foto de Jaílson Soares, natural do Mocambinho, vemos as meninas do Amarelinho. Preparo físico tem demais... Na falta do modelo próprio, a PM do Piauí defende o futebol com suas garotas boas de bola. O clube está no campeonato brasileiro série A2. Quem não tem cão caça com gata...

Chegando mais

Não para de chegar gente no Poleiro do Galo. A última carrada vai ser de quatro que o treinador pediu e o presidente disse que era prá já. Flávio Araujo, o Sapinho, quer formar uma agremiação forte e altaneira para ser respeitada aqui e no Ceará. E onde chegar. Pra jogar. E ganhar. Ou pelo menos empatar. O time vai jogar no dia 24, que é meu aniversário, e já pelejei para mudar esta data para outra data, mas o cartório não aceitou e o escrivão até frescou comigo, dizendo que estava feito vaca que é 25 no jogo do bicho. Mas eu falei das novas caras no Galo Carijó, o clube do Bororó. Genivaldo Campelo, o presidente modelo, disse que vai reforçar o time tricolor porque ninguém vai cantar de Galo aqui neste terreiro. Só quem pode cantar é o Pintinho. Mas bem baixinho...

Calado...

Rapaz,  estou  muito  preocupado com a atual situação do Esporte Clube Flamengo. A gente pouco ouve falar do grêmio mais popular deste jogo de bola mafrense. Também ninguém mais vê ninguém com radinho no ouvido, escutando programa de rádio. É todo mundo no celular e todo mundo dando para engordar. Ninguém se mexe pra não suar. É só com os dedos. No celular. Sendo assim, é de lascar. Vamos correr, minha gente. A caminhada é uma grande sacada. Na avenida, na beira de estrada. Mas eu comecei foi falando no Flamengo, time do Mamulengo, grande passista de nosso carnaval, festa do povo. Na atual situação onde até emissora de rádio  está em “migração”, a gente não sabe mais se é pé ou se é mão. Se é rapé ou é loção.

19 de fevereiro de 2019

"Garrincha, a alegria do povo" vence concurso de marchinhas

Mas não foi fácil porque a concorrência era forte, um bocado de marchinhas no ponto de se pular o carnaval

Alegria do povo ?

Rapaz, o caso é sério. Nesta minha idade, o cabra tem que ter o maior cuidado com emoção porque tem um negócio chamado coração que é quem tem a nossa regulamentação. E pois não é, que três elementos, poetas e sambistas, competentes artistas, fizeram uma homenagem porreta a este escriba, sem nem terem o cuidado antecipado de saber como é iam as minhas palpitações cardíacas? Uma  bonita marchinha carnavalesca com o nome “Garrincha, a alegria do povo.”E foi um belo festival carnavalesco, uma disputa pra ver quem era melhor na arte de compor e cantar música de carnaval e quem foi que ganhou? Um trio com mais espinhos do que mandacaru formado pelo Osnir Veríssimo e Chico Magalhães e bem cantada pelo Alzimar Alvarenga. E foi só o que deu, Amadeu. Mas não foi fácil porque a concorrência era forte, um bocado de marchinhas no ponto de se pular o carnaval. E a vencedora começa assim: “ Há cinquenta anos/no jornal O DIA/ele fez  do esporte/nossa alegria.... É um Garrincha que nunca foi Mané/Cheio de ginga/ na cabeça e no pé.// Humorista bancário/ Radialista, vereador/Escritor, cordelista/Jornalista,jogador”. E continua: ”Louvo de novo/quem é escrincha/alegria do povo/velho Garrincha.../ Com “Um Prego na Chuteira”/”eira,eira”/ fez gol de humor/ na Rádio Pioneira.... Brilha a estrela/ solitária da paixão/Acende e  Bota Fogo/no céu do coração.” Essa última linha foi um arremate de quem entende de bola e de emoção... “Acende e Bota  fogo no céu do coração”, rapaz,o caso é sério...E assim sendo, reverendo, estou imortalizado. E na alegria do povo que é o carnaval. Só espero que  não me termine tão cedo  este tempo regulamentar posto que já estou na “trajetória dos noventa” como diz o Pequeno Polegar, Dídimo de Castro, ao lado de outro oitentão, o Magro de Aço. Que Deus me permita jogar minha “Bolinha” mesmo com “Um Prego na Chuteira” porque como diz o filósofo William Bogea, o “Vei”:- “Meus amigos, futebol é coisa séria...” E aqui quero, sempre agradecer ao trabalho de dona Vera Sepúlveda, minha esposa, que revelou-se exímia produtora artística e aos que fizeram e cantaram a bela marchinha do Garrincha, alegria do povo, a turma da Palmeirinha. Do bar do Chicão. E ao mesmo tempo dividir as honras e as homenagens com meus filhos Mauro, Regina, Tuquinha, Luciano e a direção deste jornal, na pessoas de Valmir Miranda, Tânia, Adriana, Viviane, Carivaldo meu cunhado e todo time do jornal do coronel. A maior força neste Estado em papel.

É como vinho...

Olha aí o Eduardo em plena forma, dando passes e fazendo gols pelo River em pleno 2019. Coco velho é que dá azeite, e o segredo é comer pouco e dormir cedo. Saravemos a este craque nosso, internacional que já jogou na Europa. Beber água de coco, vinho pouco, e não procurar sufoco.

Vamos ao futebol ?

Algo tem que ser feito para fazer nossos desportistas dos três sexos, voltarem a comparecer ás  nossas praças de futebol. A  afirmação de que futebol é alegria do povo deve ser comprovada com o comparecimento da massa aos espetáculos promovidas pela  federação piauiense. Esta, por sua vez, deve sair da cadeira confortável e do ar condicionado para ir ás ruas e dialogar com o povo. Temos três clubes que dividem a preferencia do público. River, Flamengo e Piauí. Os dois primeiros, dividem as torcidas e o terceiro, o folclore dizia que tinha 12 torcedores. Atualmente deve ter diminuído o número de adeptos porque muita gente andou falecendo e alguns nunca morreram  mas estão morrendo agora. 

Sapinho volta a lagoa

Muito boa a contratação do  cearense Flávio Araújo pelo River. Uma pancada na concorrência  porque o  dito  cujo é um nome forte no esporte e já é nosso velho conhecido de antigos intermunicipais. Já fazem uns  quatro anos que por cá ele andou e quando saiu deixou saudades porque é um indivíduo competente, experiente e boa gente. Ele volta ao poleiro do Galo e com a obrigação de fazer este Carijó cantar no poleiro alto e grosso e engrossar o pescoço. Tem gente dizendo: “Ah, o Galo esmoreceu com a saída do Elizeu”... Mas o Elizeu nunca sai de tudo. Ele fica sempre dando apoio. Nem que seja espiritual . E agora, o Galo tem o Sapo na sua lagoa. Que ele  cante “ de melhor, melhor” e não de “pior, pior”.

16 de fevereiro de 2019

A contratação do treinador Flávio Araújo da tranquilidade a nação tricolor

A contratação do treinador Flávio Araújo da tranquilidade a nação tricolor

im,porque um clube do porte do Galo tem que ter um técnico de nome renome e sobrenome e apelido.

De volta ao Poleiro

Meus amigos, uma volta é uma volta na vida quando não causa revolta quando ele é querida. A contratação do treinador Flávio Araujo,  mais conhecido como Flávio Sapinho, veio dar tranquilidade a nação tricolor. Sim,porque um clube do porte do Galo tem que ter um técnico de nome renome e sobrenome e apelido. Conterrâneo deste escriba, Juazeiro,ali vizinho de onde eu nasci, no Aracaty, Flávio já é nosso velho conhecido de jornadas passadas neste mesmo River e deixou a porta aberta pra volta. E estaí, quatro anos depois,tempo de uma Copa para outro caneco, ele está tomando conta do Carijó e querendo mostrar serviço porque  isto foi já confirmado: Todo treinador de futebol vive de resultado. E claro, positivo. A vantagem do cara ser conhecido é  porque os dois lados já se manjam, cada um conhece o fraco do outro e aí eles se unem porque “unidos seremos fortes”. Nos ensinou o Heráclito também quando era Fortes nos votos dos devotos. Mas a bola rola, o Garrincha não enrola e merenda boa é pastel de Maria Divina com coca-cola. Antigamente era com caldo de cana, na cantina da dona Ana. Mas, estava falando da volta do Flávio Sapinho que voltou ao ninho e sabe trabalhar direitinho. Faz uns quatro anos que ele esteve por aqui, no Galo e deixou a porta do puleiro aberta. O River, agora sob nova administração mas não muda muita coisa não. Ele é rodado, sabe que todo presidente de clube calça quarenta e quatro. Encontra o River numa situação normal em clubes destas bandas. Os mesmos  problemas, agora acrescentando o telefone celular. Tem atleta que quer jogar com o telefone no bolso do calção. Está sempre “on line”. Fora o grande e crucial problema nacional que é a liseira generalizada. Uma proposta foi ventilada para atender a crise financeira do futebol brasileiro. Mas esta logo foi refutada e jogada no lixo. A proposta era acaba com o bicho. A argumentação era que “esporte é cultura”.Faz bem para a musculatura. Só que o “faz-me rir” é o incentivo melhor tanto aqui como em Campo Maior mas a cantiga da perua é uma só: De pió, pió. E assim sendo, reverendo, temos que torcer pelo êxito de Sapinho de volta ao ninho, aliás, ao Poleiro do Galo. Uma tranquilidade para vibrante torcida carijó que precisa comparecer e maior numero ás competições do clube, vestir a sua camisa, dando exemplo a flamenguistas e troianos. “Avante riverino, com a bandeira do Galo não mão !”

Se lembram dele ?

O de chapéu é o Napoleão Santos. Símbolo do futebol piauiense, a cara do LM, “pai” do Afonso. Ao meu lado os filhos Tuquinha, Luciano e Alex. Estádio Lindolfo Monteiro, tempo da Semel. A gente era feliz e não sabia...

Piauí não tem disso não

Brasileiro só fecha a porta depois de roubado e por conta da lamentável tragédia dos alojamentos do Ninho do Urubu, agora os clubes nacionais estão tomando providencias para evitar outros desenlaces parecidos. São Paulo começou a regularização dos centros de treinamentos também alojamentos dos seus clubes chamados grandes. Como nós somos, “o pais do futebol”, os grandes centros mantèm os chamados “Cetês” para a turma da peneira. Parta quem não sabe, peneira é a fase de escolha dos meninos. São  avaliados pelas condições físicas e técnicas para as devidas permanências nos alojamentos onde ficarão hospedados com casa comida roupa lavada. A gente aqui não tem disso não. Lisos somos.

Jogo de  segunda

Meus amigos, futebol é coisa séria, de primeira mas o pessoal está encarando como coisa de segunda. Sim, gentes boas.Segunda-feira é um dia simpático, dia útil, começo de semana, tudo bem, mas segunda-feira pode ser dia de tudo mas não é de futebol profissional. Não entrou no nosso DNA fazer futebol profissional dia segunda-feira. Mas está no DNA do Carcará. E nesta segunda tem jogo, dona Raimunda. O Piauí Enxuga Rato contra o Flamengo do Cabeça de Pato. Um clássico. Um jogo de primeira numa segunda. O marido escopeiro quando disser para a mulher que vai para o futebol numa noite de segunda-feira, ela vai logo dizer: “onde já se viu jogo de segunda-feira, abestado?... Diz logo que tu vai para as quengas”...

15 de fevereiro de 2019

Veríssimo e Magalhães criaram a marchinha “Garrincha, a alegria do povo”

A marchinha vai concorrer a concurso de músicas carnavalescas promoção da prefeitura, e a disputa vai ser dura

Alegria do Povo ?

Gentes boas, agora eu fiquei com medo. Pelo andar da carruagem se vê a saúde dos cavalos. E agora uma dupla de poetas compositores e cantores, o  Osmir Veríssimo e o Chico Magalhães, os dois fizeram uma parceria do “Carvalho” e criaram “Garrincha, a alegria do povo”, uma marchinha para o carnaval que se aproxima na voz do Alzimar Alvarenga. “Há cinquenta anos/no jornal O Dia/Ele fez do esporte/ nossa alegria.// É um Garrincha que nunca foi Mané/ Cheio de Ginga/na cabeça e no pé.../ Humorista, bancário/ Radialista vereador/Escritor cordelista/jornalista jogador/Louvo de novo/ Quem é escrincha/A alegria do povo/A alegria do povo/Velho Garrincha.// Com Um Prego na Chuteira/Eira, eira..?  Fez gol de humor/Na Rádio Pioneira// Brilha a estrela/Solitária da paixão/Acende e bota fogo/No céu do coração/ Louvo de novo/quem é escrincha/ alegria do povo/Velho Garrincha...” E para completar, quem canta esta composição é nada mais, nada menos, do que o botafoguense e barrense Francy Monte, o cantor das paródias no programa de rádio. Pioneira, Difusora, Cube, Tropical e o Prego na Chuteira só não passou pela Rádio Patrulha. E a marchinha vai concorrer a concurso de músicas carnavalescas promoção da prefeitura, e a disputa vai ser dura. Como se fosse um jogo de futebol. E tem as torcidas que são muito importantes nas competições. Daqui eu convoco meus leitores e antigos eleitores, antigos ouvintes do programa de rádio e os que ainda me leem neste jornal, todo O Dia, para o comparecimento   ao local do evento, ali na rua Santa Luzia, a Casa da Cultura. Da prefeitura. E estando lá, se manifestar e mais: torcer e  gritar: Garrincha, chá,chá,chá! De minha parte, quero agradecer aos dois poetas compositores pela lembrança e pela homenagem que  me fazem prestada em vida  tão concorrida numa geração de gente tão mal agradecida. Isto me deixa até preocupado e serve para a gente ter mais cuidado com as comidas, as bebidas, as “margaridas” e quando for atravessar as ruas e as avenidas. E como dizia o   compositor Zé Keti ou Ataulfo, se não me engano. “Sei que amanhã quando eu morrer/os meus amigos  vão dizer/que eu tinha um bom coração... Alguns vão até homenagear fazendo uma canção... e ele termina a canção, apelando feio: Se alguém quiser  fazer por mim que faça agora...


A pedido

Atendendo ao pedido do leitor Francisco José  Madeira Silva, torcedor do Santos, coloco a foto minha com o rei Pelé, tirada num congresso da ABRACE,(Associação dos Cronistas Esportivos) em Salvador, em  mil novecentos e lá vai fumaça. Eu e o Negão. Garrincha e Pelé. Só essa vez...

De volta ao Poleiro

O bom filho á casa torna e o cearense Flávio Araujo volta ao Poleiro do Galo para dar um grau no Carijó. Depois de quatro anos. Em 2015, ele fez bonito e o clube subiu de patente. Foi para a série C de Ceará porque ele veio de lá. Contará com o valioso apoio do Maradona, auxiliar técnico e que sabe das coisas. Uma boa aquisição do tricolor e já neste domingo que vem ele deverá mostrar serviço, porque vai ser contra o atrevido time do Parnaiba, e ontem ele ficou só olhando. Ele tem o carinhoso apelido de  Sapinho e volta à lagoa tricolor. Não restam dúvidas de que foi uma uma medida tomada pela diretoria tricolor. Flávio é um dos mais respeitados técnicos de futebol do Nordeste.

Na frente

O time do “Luiz Menez” deu no Flamengo do Everaldo, de 2 a 1, e começou o jogo perdendo de 1 a zero. O prélio foi no “Eleeme”, campo da prefeitura e de noite. Uma partida bem disputada e pouco prestigiada. Como é longe de Teresina, Piripiri está sozinha na liderança do campeonato, já no rumo do Ceará. Este ano, queira Deus, Piripiri não ganhe este estadual muito parecido com intermunicipal. Porque está fraco o futebol da capital. Tem o River, o Piauí, e um time que uma vez “foi Mengo”, sempre foi Mengo. E agora pegou taca na terra do doutor Pão Raimundo, que foi meu colega de redação. Vai buscar uma recuperação nesta segunda-feira, que vem contra o Piauí que já foi Enxuga-rato.