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Notícias Garrincha

01 de novembro de 2019

Dia de Finados traz lembranças de grandes nomes do futebol piauiense

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Amanhã... finados

Meus amigos, a vida passa como uma partida de  futebol.  O jogo de bola tem o seu tempo regulamentar que é de hora e meia com descanso de dez minutos para beber água e discutir o jogo. Agora, nos intervalos tem-se visto é jogadores dedilhando o telefone celular. Online. Mas o mundo é cheio de mudanças e rola como uma bola mesmo porque nosso mundo vasto mundo é uma esfera gigantesca, a maior bola que nós  conhecemos na cara da terra. Muita gente escreve “face da terra” mas  eu prefiro usar cara. E  com a cara  e a  coragem vou levando esta vida que Deus me deu e que o Diabo não toma e chegando perto do final do jogo, na chamada “trajetória dos noventa” como diz o Dídimo de Castro na Rádio Pioneira. E tenho bons exemplos como Pedro Ribeiro,Carlos Said,Fernando Mendes e o inesquecível Moraes Filho, da Rádio Difusora que já nos deixou.Nesse dia  emblemático, lembramos a recente perda  do presidente  desta entidade federacionista, FPF, o Cesarino Oliveira e queremos homenagear um nome importante na vida da imprensa falada esportiva, o Manoel Moraes Filho a quem a plebe rude e ignara chamava de “Milenar”.Eu fui sem companheiro na Rádio Difusora de Teresina, éramos comentaristas e ele foi meu tesoureiro na Associação dos Cronistas  e era fiel nas contas. Lembro que certa vez, ele estava comentando no intervalo de meio tempo uma partida de futebol, quando um  colega de profissão passou e ba-teu na sua cabeça, dizendo “tá mentindo aí, né, Neguim?” Ele não parou e retrucou: - Vai bater na cabeça de tua mãe  filho de uma égua ! Ah amigos, amanhã é dia de finados,os que se foram na nossa frente e no nosso futebol foi muita gente e vai mais ainda porque a fila não para  e vai até juiz não importa qual a vara.  Dia de lembrar  os finados Belchor, Zé Palitó e Tamundó. Dia de rezar para os que deram suas vidas pelo nosso futebol, o Rodrigues Filho, o Tote, o Pedão, o coronel Jofre, o Guilherme Bucho de Panelada,  Napoleão Santos, Valdimir Silva, Alfredo Nunes, Gereba, Afrânio Nunes, Reinaldo Ferreira, Matintim,  Belchior Barros, Bibio e dona Maria  do Buchão   que perguntava: Sou chata sou, falo demais, falo? E assim, gentes boas, a vida passa e tudo chega ao seu fim e o nosso é o Fi...nados. E enquanto não somos eliminados neste campeonato da vida, ergamos a taça sem beber o que está dentro. Pode ser fel. No lugar do mel.

O Milenar

A foto de hoje é do falecido  Manoel de Moraes Filho, recuperada pelo Assis Paraíba, saiu na Cidade Verde, retrato do Everardo Torres. Um dos “ícones”  da imprensa  esportiva piauiense. Tesoureiro da APCDEP.

Val do Bacabal

O Galo contratou o jogador Val do Bacabal que até rimou mas vamos ver se ele é bom no couro mesmo. Ele é rodado, já passou pelo Ferrim de Fortaleza, Atlético de lá e  Fluminense de Feira de Santana. Ele já assinou contrato com onze times, um time de times e agora é o seu décimo-segundo contrato. Já estão até o chamando de Val doze... contratos. O casamento civil entre a gente devia ser assim como contrato de jogador de futebol. Não deu certo, não serviu ,rescisão de contrato civil e vai para a ponte  que caiu. Bolas prá frente que atrás vem gente e olho no óleo que fila anda....

Começa em Janeiro

O certame  profissional, primeira divisão  do futebol “cabeça de cuia” começa no dia 19 de janeiro, véspera de  dia  de São Sebastião. E vai ser o primeiro jogo no Albertão para mostrar que pancada grande é que mata a cobra. Com tudo a quem tem direito.Foguetes, banda de música e o presidente Brouw Carcará de cinto novo por causa do aumento  da barriga. Os clubes todos de roupas novas e com mascotes femininas e bonitinhas. Vai ter até balé com aqueles rodas grandes e as meninas esticando suas pernas no vento da Redenção. A televisões mandando para o mundo as imagens.

31 de outubro de 2019

Nunca mais se ouviu falar em campeonato intermunicipal de futebol

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Nada nosso..

Meus caros leitores de todos os sexos, os oficiais e os anexos, nada me entristece mais do que folhear nossos jornais e não ler nada sobre o nosso esporte. Qualquer modalidade terminada em bol. Que tenha uma bola no meio. Porque, meus amigos, o mundo é uma bola, ele é o melhor brinquedo que o homem tem e quando está solitário fica brincando com as suas e é por isto que se diz comumente, lá no Lourival Parente: “dar tratos á bola”. Dar tratos a bola não é o que você está pensando, leitor saliente. É pensar, é devagar porque devagar ser vai ao longe, como diz aquela música do Martinho da Vila: "É devagar, é devagar, devagarinho..” E assim a vida continua e estamos torcendo para que nosso futebol deste ano não seja de “meia tigela” nas mãos de “Brau” Carcará, sucessor de Cesarino Primeiro e único. Tudo depende também de “assessoria” e o dirigente de qualquer coisa tem que ser bem assessorado porque ninguém faz nada  sozinho e o Senhor já deixou isto bem claro quando fez a mulher, mesmo sabendo que ela ia aprontar no paraíso deixando Adão na mão. Mas isto são conjecturas que se fazem no começo do mundo e ninguém nem sabe se é tudo verdade porque este povo aumenta mais do que pão quando se molha. Mas eu reclamava da falta de informação sobre a atividade pebolística nesta nossa quentecap, de notas sobre River, Flamengo, Piauí e até sobre amadorismo que vai desde os jogos de quadras campinhos a até corrida de jumento coisa que tive a honra de fazer na Avenida Frei Serafim e foi o maior sucesso e os políticos queriam correr e concorrer ao prêmio maior que era uma saca de milho. E eu comecei lamentando a falta de matéria sobre nosso movimentação esportiva mas a realidade é que o esporte vem perdendo é de goleada para o telefone celular. Hoje em dia, até os que praticam ciclismo ficam pedalando mas com uma mão no aparelho celular. On-line. O caso é sério. É uma paixão nacional. E tem acabado com muito emprego de babá. Estão até criando um novo modelo de telefone, o celular babá que já vem construções o comportamento da cuidadora sobre a criança. Mas eu reclamava da falta assunto no meu setor que é o esporte profissional desta terra quente e gostosa de se viver. E a vida continua para gregos e parnaibanos que tem o privilégio de receber bençãos de uma mão santa. Também no futebol porque o Parnaíba é uma potencia e vem este ano com gosto de gás. Não este gás preto da Venezuela.

Tirando de letra

O conterrâneo do Assis Paraiba, Eudes Moacir Toscano, autor deste livro porreta sobre o futebol e o rádio esportivo. Ele é da idade do Carlos Said. È bom como o Magro de Aço.

Nada nosso

Fico muito contrariado quando desfolho nossos jornais diários e não vejo nada sobre o futebol piauiense. Primeiro porque fico sem fontes e segundo porque não tenho assunto para botar neste prego batido com a ponta virada. Sendo uma atividade profissional, onde tem muita gente dependente dela, é de se lamentar a atual situação de nosso “rola bola”. O nosso futebol está muito magro ao contrário do presidente da federação que é bem gordinho. Dizem que é porque é tempo de manga que ele gosta muito de saborear, as mangas de Barras. Mudaram até a letra da música do João do Vale que agora é assim: Manga? Carcará pega, corta e come.

E Intermunicipal?

Rapaz, nunca mais se ouviu falar em campeonato intermunicipal de futebol, uma competição promovida pela Associação dos Cronistas Esportivos do Piauí, a APCDEP e que reunia equipes representantes dos municípios deste nosso Estado de  necessidade. Era uma festa bonita onde cada cidade do interior deste nosso estado de necessidade botava os eu time em campo para ver quem era melhor de bola ou de dinheiro porque entrava muita "bola” por fora, dependendo da consciência do prefeito. Outros, não, eram honestos e não compravam juízes e era festa muito bonita porque futebol sempre foi a alegria do povo e sempre igual ao Paraíba.

30 de outubro de 2019

Presidente dos Altos contrata Fernando Tonet para ser técnico

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Acorda Teresina! 

Meus amigos, o caso é sério neste futebol piauizeiro. E a maior dificuldade é falta de dinheiro. De grana, do vil metal, do dindim. Porque o pebol profissional é um comércio, uma atividade que requer nota, comparando mal, a uma “casa de recurso” onde se vende  também comidas como a dona Bete Cuscus ou como alguns mais sofisticados chamam de “flocos de milho”. Vemos agora, uma medida econômica tomada pelo nosso clube maior hoje em dia que é o de Altos. Não tem River, Flamengo ou Piauí. É Altos e estamos conversados. Terra da manga e neste ano, tem manga que dá no meio da canela, tempo de porco engordar sem comer ração. E ficando pior do que cachorro, na erecção. Rapaz, o presidente dos Altos que até deputado é, contratou agora para ser o técnico do clube da manga o Fernando Tonet e ele tem um auxiliar que é o Cristiano Bassoli. E pelos seus nomes, a gente avalia os valores dos contratos porque um cara com nome estrangeiro não vem para o interior do Piauí para ganhar mincharia. Mas o presidente diz que é “folha reduzida”, baixou mais, estava lá em cima. São três os desafios da equipe da prefeita: Copa do Brasil, Série D do Brasileiro e o nosso “rame-rame”, o campeonato piauiense de profissionais. Esse pode até não parecer mas é o mais importante porque é o que mostra como está a equipe, técnica e fisicamente. E psicologicamente porque no futebol, a cabeça é muito mais importante do que o pé. A não ser que o sujeito seja um Pé...lé. Mas isto são as conjecturas que se fazem ao longo dos noventa e às vezes até na prorrogação porque o jogo só se  acaba quando termina. E assim, a bola rola, este escriba não enrola e neste nosso jogo de bola a coisa está "horiver” porque você não encontra mais um rubro -negro na praça Rio Branco porque tem até Servo que era de Deus botando banca dizendo que foi uma vez Flamengo... Ah, amigos, as vida passa e às vêzes, você até acha a Graça como o Carivaldo, o meu cunhado achou há alguns anos atrás e se casaram. E assim, a bola rola, este amigo de vocês não enrola e faz é tempo eu não vejo meu amigo Chapola. Que era  “secretário” do Temístocles Filho e acendedor oficial dos foguetes nos comícios do MDB. Um dia, um foguete  estourou nas suas mãos e ele veio chorando no rumo do Teté que foi logo bronqueando: “Burro, não solta se foguete na mão, não. A  gente bota é num pau”. E ele, chorando respondeu: Se fosse no pau tinha sido pior, vereador...Ah, gentes boas, leitorado amado, esta nossa Teresina é “cheia de graça”...

Quem são eles? 

Dos meus arquivos, tirei esta foto, o Assis Paraíba deu o grau e vejam aí um time de mil, novecentos e carne assada e o Dinavan, o Mauro Lima, seu irmão botava a mão na bola. Era uma equipe de fotógrafos... Tinha um descamisado.

O escrete de loucos 

“Amigos, a bola foi atirada são fogo como uma Joana Darc. Garrincha apanha e dispara. Já em plena corrida, vai driblando o inimigo. São cortes límpidos, exatos, fatais. E, de repente, estaca. Soa o riso da multidão - riso aberto, escancarado, quase  ginecológico. Há, em torno do Mané, um marulho de tchecos. Novamente ele começa cortar um, outro, mais outro. Iluninado de molecagem, Garrincha  tem nos pés uma bola encantada, ou melhor, uma bola amestrada. O adversário para também. O Mané, com 40 graus de febre, prende ainda o couro. Se aparecesse na hora um grande poeta, havia de arremessar gritando: Homem só verdadeiramente é homem quando brinca.” Nelson Rodrigues. A Pátria de Chuteiras.”

Vai que cola... 

Gentes boas, esta idéia de colocar um time maranhense no certame piauiense de futebol pode até dá certo tanto para um lado (do rio) como para o outro. O povo diz que “quanto mais cabras mais cabritos” e no caso do futebol quanto mais times mais jogos e movimentação. Sendo a vizinha cidade, nossa irmã banhada pelo mesmo rio e como grande parte dos seus moradores trabalhando em Teresina, “Taimon” é piauiense de coração e agora é da federação e Robert Brauw Carcará ficará na história deste pebol como o homem que fez o casamento do futebol do Maranhão com o Piauí. E é assim que a bola rola e este escriba de vocês não enrola e tiragosto bom é carambola.

29 de outubro de 2019

O Galo cantou na Copa do Nordeste Sub 20

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

O Galo cantou

Meus amigos, Galo cantou na Copa do Nordeste abaixo de vinte anos. Jogando no  campão, no Albertão domingo de noite,  nem ligando para o Fantástico da Globo, o nosso  time deu num falso Marília de 3 x 2  que começou ganhando, fez logo um gol na gen-te e nós fomos atrás e empatemos e  acabamos dando neles.  A-agora nós vamos lá para Fortaleza, jogar contra o  Ceará que é o Estado e é muito forte por isso  botaram o nome de Fortaleza. Mas há quem diga  que o povo de lá quando não furta... leza e isto eu não sei nem quero saber porque sou cidadão piauiense e teresinense e só me falta  o titulo de cidadão timonense porque para  o nordestino desgraça pouca é  bobagem. E lascado por um  lascado por mil  e terra do Jamil e do doutor Gil, o meu bi-colega. De Direito e do Banco do Brasil. Mas a bola rola, este escriba não enrola e vamos para frente porque  é lá que as malas batem mas tem  muito “mala” batendo carteira  dos idosos que devem ficar  cautelosos  com a oferta de ”ajuda” Mas o nosso Galinho, sub 20 deu no Marília do Maranhão e não sei de onde este time foi buscar este nome porque Marília é em São Paulo e foi lá que a dupla   tome-bola, Rui Lima e Cacá brilhou em tempos idos e vividos,as-indo do time do Piauí  e eu me lembro muito bem porque fui o empresário dos dois e fui “deixa-los”lá e tive minhas regalias  de “cartola”. Fui com Reinaldo Ferreira, presidente do Enxuga-rato. Mas, amigos, o nosso Galinho (sub20) deu num Marília mas este do Maranhão que tem tudo  e fica jogando esse negócio preto para o Piauí. Eu li a noticia que saiu aqui no nosso jornal e  Servo  de Deus quis  saber porque o  River deu essa  volta por cima se o Sima não está mais jogando e que privilégio é este? Porque não se dá a volta por Décio  Costa, Augusto,Vilmar, Pilinguiça,Tassu ou Gereba e o povo  fica sempre dizendo que é dar  volta pro Sima? É uma babação muito grande para este Sima que é até um cara encabulado, não fala com ninguém mesmo na Vila Operária onde ele nasceu...

O velho Sinhozinho 

Nesta foto  recuperada pelo Assis Paraíba, vemos Sinhozinho com um time de  voleibol da cidade de Floriano, terra da Vera. Belas jogadoras de um tempo que  já passou e elas eram felizes e não sabiam.

Parabéns 

Só temos é que   saudar o Wesley Macedo e o Portela  pelos belos feitos neste  Enduro do Corisco, no motoclismo porque estes caras são “sodas” nesta modalidade. O Weskley na categoria de “senhor”  e Portela na de “novato”,eles  deram show de  roda e ganharam a Copa Nordeste de Enduro. Façam ideia se fosse  uma “Copa em mole”.  Se em duro é deste jeito...Os atle-tas deste esporte,”Enduro”, dizem que este nome é um incentivo para outras modalidades esportivas e amorosas.  O piauiense não é mole e quanto mais  dificil, melhor.

Cadê o Flamengo? 

Uma coisa que me  preocupa muito é a vida  esportiva de nossos clubes de futebol profissional. Peço a quem souber  notícias  do Esporte Clube Flamengo, time  de tradição no pebol cabeça de cuia, me dar noticias pela email [email protected] bol.com br ou  para a redação deste jornal. A última noticia  que tive do rubro-negro piauiense é que estava com seus  pertences, camisa, calção, chu-teiras, bolas e bandeiras   com o desportista Everaldo, o Ducha e que tem até  quem  diga que ele  é um  riverino enrustido. Eu  mesmo não sei porque  coração dos outros é terra em que ninguém  anda, já dizia minha avó.

25 de outubro de 2019

Bryam Lima conquistou sete medalhas em lutas de peito aberto

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Piauí Macho 

Rapaz, este estado não é só de necessidade. Tem algo mais. Agora mesmo, um menino nosso, o Bryam Lima, é atleta da Unimed Teresina, 64 quilos, faixa roxa, ganhou o título de vice-campeão europeu de jiu-jitsu sem kimono. Quando li a notícia fiquei me perguntando, será que este rapaz lutou nu? Sim, porque numa luta desnuda o maior perigo é o cara levar um chute nos melindro-os. Vai a nocaute na hora porque é bicho que dói. Você andando de bicicleta já é incômodo imagine levando um chute lá. Não quero nem pensar. Mas deixa isto para lá e vamos para cá, porque a bola rola, este amigo de vocês não enrola e samba não se aprende na escola, já dizia o saudoso Noel Rosa. Ora, direi ouvi estrelas e eu vos responderei que só nos resta vê-las porque neste mundo vasto e se eu me chamasse Raimundo, fosse advogado já teria trabalhando aqui, nascido em Piripiri com o apelido de Pão. E eis que o Assis Paraíba, me chama a atenção para as declarações do treinador do Flamengo, o português Jorge que é Jesus e enfrenta toda aquela gozação que o brasileiro faz aos que vem do “além Tejo”. Sim porque, a gente tem esta mania de ficar botando coisa nas bocas dos portugas, numa completa falta de amor a quem nos descobriu. Sim, porque este país estava coberto e Pedro Alvares Cabral nos descobriu, nós ficamos tomando este solzão danado e aí surgiu a mulata que é a tal segundo a música do carnaval. E o Flamengo do Rio de Janeiro, não dando a menor importância para a língua do povo contratou um português para ser o treinador do seu time. E ele vem dando uma cara nova ao time da plebe rude e ignara deste país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”. O Flamengo que era um time do Capeta hoje é de Jesus e até a versão piauiense rubro-negra teve o sem tempo de jesuítico. Só que o nosso era Elias Tajra mas no seu tempo fez verdadeiros milagres, à frente do clube e levou o rubro-negro a belas conquistas num belo crescimento do futebol piauiense, antes da era Tiradentes. E neste tempo o jogo de bola profissional do Piauí possuía público e dirigentes. E crônica esportiva, me completa aqui, o Assis que é da Paraíba e não do Paraíba. O torcedor era feliz e não sabia... 

Um trio de Ouro

 Olhem este meio de campo musical dos bons tempos que não voltam mais. Silizinho, Valter e Mundicão. Cada qual com o seu violão entoando uma linda canção. Que vocês não estão ouvindo, não...Foto em Brasília. Qual foi o ano? Rapaz, sei não...

Cabra bom 

Não podemos deixar de louvar aqui a atuação internacional de nosso piauiense Bryam Lima patrocinado pela Unimed-Teresina. O cara conquistou sete medalhas em lutas de peito aberto, sem quimono e para ele, tanto faz peito aberto como fechado, o cabra é bom mesmo e ui e ai! O nosso jiu-jitsu tem bons professores e alunos e de vez em quando a gente ganha medalhas. É preciso uma ação mais ampla dos órgãos públicos no rumo do esporte individual e do coletivo. O Verdão poderia ser um espaço para isto mas só viver “fechado para balanço”. De redes.

Galo em Marília

 O River sub 20 vai para a cidade de São Paulo, onde jogaram nos bons tempos, uma das maiores duplas do nosso futebol: Cacá e Rui Lima. Eles foram contratados pelo Marília e na época foi o maior “auê”, a saída da dupla ”tome-bola”, como  foi apelidada pelo Dídimo de Castro, na Rádio Pioneira de Teresina. Pois o nosso Galinho Carijó porque é um time juvenil vai defender o nome do Piauí nesta competição nacional e como quem não tem cão caça com gato, quem não tem profissional joga com amador. ”O que não presta é o diabo de nada”, já dizia Maria Preá.

23 de outubro de 2019

A volta de Jesus

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

A volta de Jesus

Meus caros leitores deste Dia a Dia, não se trata de um aviso para a volta de Jesus Nazareno. Nem do Elias Tajra ao comando do  Flamengo daqui. É o Jesus lá “detrás os montes”, o Jesus português que foi contratado pelo Flamengo carioca e ainda tem meio ano de emprego mas o homem cismou e quer voltar lá pra “detrás dos montes” e não ficar mais no Flamengo, mesmo com o time brasileiro sendo semifinalista da Taça Libertadores da América, líder isolado do campeonato brasileiro, portanto numa boa. Ele se queixa de saudades de sua terra natal, saudades da terrinha e quer voltar. Está muito bem no Flamengo, tem moral mas quer voltar, ô gajo! Já disse que até perdendo dinheiro mas quer voltar. E não adianta ficar fazendo proposta, adulando-o. O homem quer voltar e pronto. Rio de Janeiro é muito bom, tem de tudo, inclusive, mulheres mas ele não se impressiona com isto e quer voltar. Desde os tempos de Dom Pedro que os portugueses fazem isto. O caminho de volta. E assim a vida continua e o Flamengo vai perder um grande técnico que o levou a grandes conquistas, como liderança na Libertadores, no Brasileirão e pau em todos os  adversários. A razão dada por ela para deixar o time rubronegro é a saudade. E dizia o poeta que a “saudade mata a gente”. E o Jesus português não quer morrer de saudades assim sendo deseja voltar à Lisboa, “velha cidade/cheia de encanto e beleza/sempre formosa ao sorri/sempre airosa...” e como a saudade a gente não pega, não segura, não amarrra, ela vai direta para o coração, com ligeira passagem pela cabeça. E aí é só pedir as contas quem tem contas a receber ou quem as tem a pagar, é hora de capar o gato porque o “que é bom dura pouco. E assim sendo, João Rozendo, Jesus volta a Portugal como Dom Pedro Segundo que deixou aqui mesmo no Piauí muitas terras como esta praça principal de Teresina, a Praça Pedro II, onde construíram o teatro “4 de Setembro” que é hoje acampamento de ripis e ripongas. Antigamente, esta praça era ponto de desfile das bonitas e feias mocinhas e coroas e os marmanjos, ficavam só de olho feito jacaré olhando as meninas da cabeça até ao pé. E quando davam as noves horas, a sirene da PM troava e era aquela correria  no rumo de suas casas porque depois de nove horas era um perigo danado para perda da cabeça. Mas Jesus vai voltar. Ao Flamengo daqui? Não, a Portugal.

Joaquim cartuns 

Vejam esta obra de arte e humor nordestino que é “paidégua”. ---Tu entra mas tu se arrebenta!

Meninos bons 

Sem muita propaganda, no silêncio da mídia, o River categoria sub 20, antigamente juvenil, empatou com o Fortaleza, lá dentro e ainda perdeu um  pênalti. O tal de Sukita perdeu um penal que fizeram nele mesmo. Porque foi nele, ele achou que devia bater. E deu zebra. Chutou fraco e no meio do gol. Quis inventar que isto é próprio da idade mas não tem nada não e empate no campo alheio é como se fosse vitória. Bola pra frente que atrás vem gente! No Flamengo, Pato Preto, Sinhozinho e seu Raimundo estão fazendo falta.

Cadê o Flamengo do Piauí? 

Alguém poderá me dizer alguma coisa sobre a vida esportiva do Esporte Clube Flamengo, agremiação futebolística desta capital que era considerada como clube grande ao lado do River, Piaui e Tiradentes? Teve um período áureo no tempo em que foi dirigido por políticos e comerciantes chamados de “carcamanos” e brigava com o River e depois com o Tiradentes, time oficial da Policia Militar desta praça. A última notícia que se teve deste clube é que foi visto nas mãos de um senhor baixinho que tinha sido até jogador  aspirante do River.

22 de outubro de 2019

O dia do Piauí foi comemorado em prosa e verso

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

O dia do Piauí 

O dia do Piauí foi comemorado em prosa e verso. Tudo bem. “Piauí terra querida, filha do céu do Equador” que o poeta botou para rimar com amor. E depois ele descia com as “águas do Parnaíba, rio abaixo rio arriba. Essa “arriba” entrou só para rimar porque o poeta tem os seus recursos versejadores. A moda pegou e depois muita gente botou o nome do filho de Ribamar mas em casa  só o chamam de “Riba” ou Ribinha. “Ô Ribinha vai buscar a farinha... “E assim a vida continua  e a verdade nesse calor, anda nua e crua. Diz a manchetona de última página que é “Um dia para lembrar que hoje, independência significa desenvolvimento. ”No tempo de Dom Pedro, ele disse que era independência ou morte porque ele achava que era melhor morrer do que ficar dependendo de Portugal. Há uma outra versão sobre esta frase que se contava nos meus tempos de CPOR, em Fortaleza. Diziam que o Dom Pedro em plena campanha para ficar no comando da Nação, precisou de ir ao sanitário para “pagar o ferreiro” como diz a plebe rude e ignara. E, em lá chegando, depois dos “trâmites legais”, precisou daquele papel delicado que chamam de higiênico por sua utilidade diária e anual. Eis que estava faltando o produto na ocasião e isto era uma obrigação do “serviço de Intendência” que é o setor que cuida destas coisas. Então, depois da obra feita e sem ter com que higienizar o assento, Dom Pedro, puto das calças, esculhambou: "Esta Intendência é de morte!" Os puxa-sacos logo disseram: Olhem: “Independência ou morte! Ele está dando o grito de independência!”. Aí foi aquele  “fuzuê” danado, tiro pra cima, os babões se abraçando com ele e depois saiu no jornal nacional e pronto. Não teve mais feito. Acabou-se- a amigação e Dom Pedro vestiu a camisa verde e amarela. Isto foi em 1922, ano em que nasceram Carlos Said, Pedro Mendes Ribeiro Morais Filho, William Bogea, Fernando Mendes e muitos  outros companheiros da velha guarda. Mas vamos saudar o Piauí, pelo seu Dia que pode ser o Estado mas é também simpático clube apelidado de ”Enxuga-Rato”, uma criação do saudoso Enio Silva. O dia 19 foi o Dia do Piauí. Pode-se estender ao Piauí Esporte Clube. Pode, governador? Do Joaquim Monteiro.

Charge

O bom humor e a arte do Quincas Monteiro nesta genial charge, fotografada pelo Assis da Paraíba que faz sucesso em qualquer bar...

Andrade Neto 

Bom no Karatê, Andrade Neto, faixa preta sexto dan mestre foi chamado para ser juiz do campeonato mundial de karatê, lá em Fortaleza. É o Piaui neste mundo vasto, mundo esportivo. Nós temos gente em todas as modalidade esportivas do mundo, o piauiense, como o cearense é furão e lhe dando cabimento ele vai no rumo da venta. Não quer nem saber. Desejamos ao Andrade Neto uma boa performance no campeonato Mundial de Karatê. Não tem mistério nenhum. O negócio é o “cara ter” coragem.

Cadê nosso futebol de salão? 

Estou sentindo falta de movimentação do salonismo na capital. A coluna e o jornal estão esperando notícias vindas dos amantes do futebol de quadras, esporte tão bom para a juventude e até para os mais velhos porque “lá ou tá vei” não quer dizer nada. O aparelho celular tem sido um grande responsável pelo engorduramento dos atletas de quadras. Também as demais modalidades, como vôlei, basquete e handbol, não estão mais sendo usadas pelos jovens e até pelos velho. Estão perdendo é de goleada para aquele bichinho que fala, mostra coisas doutro  do mundo.

18 de outubro de 2019

Picos enfrenta Oeirense em jogão nesta sexta-feira

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Dia do Professor 

Meus amigos, anteontem foi comemorado o Dia do Professor. Muito bem. O “professa” merece toda nossa estima e consideração porque a sua atividade laboral é das mais úteis à sociedade. Ele ensina a quem não sabe de nada e até aos que pensam que sabem e estes são os mais difíceis de aprender porque quando você vai ensinar o A eles já estão no Bê. E assim, Benjamim, a bola rola, este escriba não enrola e futebol não se aprende na escola ao contrário do samba aonde a mulata rebola atrás do dólar. Bola pra frente que atrás vem gente e quando o freguês é pobre se diz que indigente. Mas se falando em professor, não podemos olvidar um grande mestre que foi o professor Vilmar. Claro que estou falando na minha pequena área que é o futebol alegria do povo. E Vilmar foi um grande mestre do pebol piaulino e a bola o chamava de senhor. O reverenciava. E assim sendo, todos os treinadores de futebol são professores  numa atividade lúdica e proveitosa que é o esporte maior deste “pais tropical abençoado por Deus e bonito por natureza”. O jogador de futebol profissional atende às recomendações do seu técnico, o seu orientador dentro de campo e às vezes até hora dele. Ele é o seu professor de fato e de direito e eu mesmo tive bons professores de Direito na velha Salamanca. E a bola rola no gramado e o nosso professor Carlos Said não se cansa de dar aulas a gregos e baianos, apedeutas e pascácios mandando-os para os blinguidins do infernos e ai e ui! E sendo este dia do professor, é hora de se exaltar o maior de todos Mestre Ziza, que foi de um time que eu nem gosto que é um tal de Flamengo de Futebol e Regatas. Mas o que fazer se o povo é alucinado por ele e até “bota fogo” nas casas dos outros em qualquer Canto do Rio? Ah, gentes boas, o futebol é também um grande professor pois ele nos ensina que quem perder hoje pode ganhar amanhã e para que maior ensinamento do que saber que o mundo é uma bola, redondinho como ela? O mundo, Raimundo, não é um campo, é uma bola que rola para lá e para cá e quem for bom goleiro pode até agarrar. E com ela se abraçar, beijar. Não pode deixá-la murchar. Bola murcha é sinal de decadência. A bola deve estar sempre cheia. Não é como a maré. Que enche e vaza. Vocês leitores meus, estão com suas bolas cheias neste dia do professor? Quem não tiver, vaza... 

Eram felizes e não sabiam... 

Mão Santa  governador, Temistócles deputado, Carlos Lobo Vereador, Zenilton assessor, Robércio “Malatoan”, Fernando Said, Itamar, era todo o PMDbola numa felicidade de governistas. Toni Black deitado. Queria ser diferente...Ah tempo bom...

Nos “isquitiobais”

Rapaz, no diagnóstico do nosso menino de ouro, Neymar, deu uma lesão nos “esquitiobias esquerdos” e o Servo de Deus, lendo aqui no jornal do Valmir esta observação, veio até me indagar se estes tais de “esquitiobais” são aquelas partes chamadas de “melindrosas” e que os mais prevenidos resguardam com o uso de um “suporte”, ali onde os grangeiros guardam os ovos. Pois o nosso menino de ouro, o Neymar está com uma lesão lá nos tais de esquisitos que ainda é até do PT. São os esquerdos. É Lula lá e o Neymar cá. Ai, mamãe, me dê um refresco de maracujá....

Nos Picos

Nesta sexta-feira, de noite, lá nos Picos, vai ter um jogão. O time da casa recebe um adversário forte como só. É o Oeirense de Chaguinha e Bil. Lá no “cocho” o Oeirense deu nos Picos. Foi só de 1 a 0 mas foi taca caseira. Agora é a volta e no campo picoense, no Helvidio Nunes, onde o time de casa deita e rola na sombra da graviola. A grande novidade do time de Oeiras será a participação de Conceição Pipoca como madrinha do time e Bil como mascote. Chaguinha de Mara já confirmou sua presença. Tadeu de Lilásia também já garantiu que vai ver este jogo.

17 de outubro de 2019

Professor Vilmar marcou época no pebol da capital

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

O professor

Ontem foi o dia do professor. Uma categoria muito falada e muito mal paga. Porque a sua missão de ensinar deveria ser melhor remunerada em todos os sentidos. No futebol, quando um atleta se destaca dos demais, quando ele é super-dotado e tem uma certa liderança é chamado de “professor”. Aqui, em Teresina tivemos no River Atlético Clube, o professor Vilmar. O Vilmar era magrinho, não muito alto e falava pouco. Mas jogava muito. Modesto, não se envaidecia quando era aclamado na rua. Apenas sorria e dava com a mão. Pouco conversador, seu maior diálogo era com a bola que o obedecia fielmente. E mornava, ali, aos seus pés enchuteirados, como fica o gato manhoso nos pés do dono. Professor Vilmar, de origem florianense, marcou época no pebol da capital. Fazia dupla de ligação com Giri que era um desarmador porradeiro. Dizia-se até que tanto tinha professor Vilmar de conciliador com o outro de batedor. Mas o futebol é assim mesmo, numa equipe tem que ter de tudo um pouco para formar o conjunto e a finalidade é dar “baile” nos adversários. E a bola rola, este escriba não enrola e futebol não se aprende na escola. Embora a periferia esteja cheia de “escolinhas” e é preciso que os pais tenham cuidados com os filhos e com os “tios”. “Educar é abrir horizontes”, é o “professa” que tem esta missão de abertura de horizontes não só aqui como por detrás dos montes. E no futebol, este nome de professor é dado, via de regra ao treinador do clube. O jogador querendo adular o seu escalador chama de professor. Na linguagem coloquial, "professa” e como alunos eles “fazem tudo o que seu mestre mandar”.  E assim, o mestre, o professor tem espaço consagrado no futebol do Brasil que é o país rei da bola, de Leônidas, Garrincha e Pelé. E sendo o Brasil esta potência consagrada no mundo inteiro como o “Pais do Futebol”, o técnico de futebol, está enquadrado ou em redondo  como homenageado como professor que é. E como tal, merecedor das mesmas honrarias comemorativas. E viva o técnico de futebol, o professor da bola. Porque ontem foi seu dia também. Técnico de futebol, professor de bola. Seu maior amigo ou inimigo é o Cartola.

Tempo bom... 

Era primeiro mandato de Mão Santa e Olivaldo estava na Agespisa. Uma “inauguração” de água em Palmeirais de Paulo César. O governador fazendo humor.


Handebol 

Minha gente, nosso Piauí continua a ser pequeno no esporte deste país. Vai haver um certame nacional de “handbol”, na categoria adulta, no sexo feminino, lá em Cascavel, no Paraná, e o Piauí vai lá mas com tão pouca gente que dá pena falar. A verba arrecadada só dá para levar dez cabeças e lá a mais pobre delegação tem o dobro, vinte atletas. “Quousque tandem"? Até quando o nosso Estado será o indigente no esporte, minha gente? “Ceará” possível? Deste jeito é melhor ficar.É Pió...ir? E lá se foi o Piauí para o Paraná com dez gatos pingados

Timon versus Floriano 

Taí um duelo que valerá apena ver. Timon, Maranhão, versus Floriano, Piauí. No futebol quase profissional, o tal de série B de bola Os timoneiros jogam por empate, de novo. Lá em Floriano, terra do Valdênio. Este embate vai ser no dia 21, que é uma se-gunda- feira, dia esquisito para se jogar futebol. Sim, porque se-gunda-feira pode ser um dia para tudo no mundo menos para se jogar bola profissionalmente. Isso é coisa de gente que não tem o que fazer. Derruba até os litigantes porque o povo pagante vai dizer: Nem vou lá. Isto é um jogo de segunda...

16 de outubro de 2019

Bryam “briou” em Londres e teve como prêmio duas medalhas

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Ouro e Prata

Meus amigos, são dois metais preciosos e difíceis de garimpagem, o ouro e a prata. No esporte, convencionou-se destacar os melhores com estes minerais. Ouro e prata. Pois agora, um rapaz daqui do Piauí, Teresina, no esporte de jiu-jitsu, briga de agarrado japonês, pois ele foi para a Inglaterra, terra daquela nossa cantora sertaneja que mora ali na Socopo, a Maria, e veio cheio de ouro e prata, pagou até excesso de peso, no avião, Pois Bryam “briou” em Londres e teve como prêmio duas medalhas e uma foi de luta vestido com kimono e outra só de calção. E que este exemplo incentive os nossos atletas e se mexam nas atividades esportivas, deixem este negócio de só ficar mexendo com os dedos no telefone-brinquedo. E rindo e mandando “selfe”, verdadeiros “sem noção” on-line. Esporte é a mais importante ocupação do corpo  humano, do baiano, do fulano, do sicrano, do beltrano e até do carcamano. Olhem só que beleza, este, menino do Piauí ir para a Inglaterra, terra da nossa cantora Maria, revelação de Zé Dantas e ex-paquera dele. E o Bryam Lima vem com prata e ouro de Londres, não foi se Serra Pelada, foi da “Ingla”, terra muito longe daqui. Mas a bola rola e como quem não tem cão caça com gato, vamos louvar este rapaz que é “um gato” e representou muito bem o estado do Piauí em competição  internacional. Que seu feito seja divulgado em prosa e verso, em rádio jornal e televisão para que outros jovens sinta desejos de brilharem através dos esportes. E vamos deixar de ser” lular. Vamos correr, vamos saltar, vamos jogar!

Naquele tempo... 

Wall Ferraz era prefeito, eu era vereador, Pedro Tamanco era repórter, seu Temistócles pai era deputado, Fernando Mendes também e Bogea era foca, doutor Alcenor era doutor e era todo mundo feliz e não sabia...

O menino de ouro 

Neymar com lesão na coxa esquerda é manchete de jornal e fica o povo todo preocupado nem se importando com as manchas no mar, se tá verde ou Maduro. Neymar com lesão na coxa e tem muita gente com lesão em casa e reclama que a pessoa é lesa, não se mexe, não faz nada. “É um leso”. Ah, gentes boas, o Neimar está machucado, lesionado na coxa. Não terá sido um “Acocho” da Bruna Marqueteira? O que se sabe é que o nosso “menino de euro” está “dodoi” e sua diversão é o celular para se comunicar com o público feminino porque ele é muito admirador. Tão fã que quando lhe perguntaram na Globo o que ele achava de mulher ele respondeu”:- É fantástico, é o show da vida’

Crise de cartolas

O futebol profissional no Estado do Piauí atravessa uma fase de paralisação sem precedentes. Uma falta de atividade de clubes da capital. River, Flamengo e Piauí. Pode-se até dizer, uma falta de cartolas, de dirigentes, daqueles quem a crônica chamava de “abnegados” e hoje já não chama mais pela falta do artigo. Cartolas não existem  mais. Aqueles “senhores” de respeito que usavam até chapéus caros, vem daí o nome de “cartolas”. Tiradentes nem se fala porque o time da Policia Militar se androgenou e virou time feminino sob os cuidados do Toinho. Quem te viu e quem te via pela TV... Neste tempos de vacas magras é tocar o barco com pouca gente dentro dele porque nem todo mundo sabe nadar...

15 de outubro de 2019

Por quanto tempo o futebol profissional desta província ficará inerte?

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Até quando? 

Meus amigos, caros desportistas, “quousque tandem” o futebol profissional desta província ficará inerte, parado no tempo e no espaço, como diz Pedro Mendes Ribeiro, o colega do Magro de Aço. Por quanto tempo? Nossos jornais estão dispensando focas locais porque eles já não tem mais espaços, até hoje em “Dia”, nesse “Meio Norte”. É um fato “Diário do Povo” que gosta de futebol, que já foi sua, a nossa alegria, padre nosso ave Maria. É uma atividade esportiva mas laboral e muita gente depende de sua movimentação dentro e fora de campo, principalmente. O vendedor de picolé, de salgado, de pipoca, o bar que vende a cerveja e a mulher que vende o tira-gosto, o picolezeiro (gelado do Florêncio), o piruliteiro e os famosos pastéis de dona Maria Divina, comeu, caiu na esquina. Até seu Abrahão se ressente da falta de futebol porque a negrada sempre passava por lá para seu suco tomar. De abacate ou de cajá. Os maduros e os idosos preferiam o de abacate, dizendo eles que levantava moral. E isto fazia o cabra andar de cabeça erguida. Como militar em parada na avenida. Ah, gentes boas, hoje é uma pasmaceira sem igual nesta época de “Brau” e o torcedor se refugia no celular em qualquer canto de parede. Para vocês terem uma ideia, dados estatísticos botando o celular em primeiro lugar nas brigas de casais. Ele está sempre no meio, na conversação, no “alô, alô”. E hoje é disparado o maior e menor meio de comunicação. E eu até desconfio que é com ou sem fio. Impressionante a utilidade deste aparelho que foi inventado em mil quinhentos e carne assada. Mas eu credito, eu atribuo ao celular uma parte do abandono ao futebol, à pratica desta atividade física, o jogo de bola, seja com os pés ou com as mãos ou cabeça. Jogada a um canto da casa, a bola de couro já não é mais o grande brinquedo do adulto ou da mocinha atleta. Agora, o brinquedo preferido, o parceiro, é o telefone celular. Como outras coisas, tem variadas cores mas o mais preferido é o pretinho que satisfaz. Ah, gentes boas e o esporte onde é que fica? A movimentação até das glândulas mamárias precisa de exercícios físicos. É o famoso“mexa-se”, ninguém pode ficar parado.E o nosso futebol profissional está parado. Falido e mal pago. Até quando? 

Cadê ele? 

Num equipe de futebol o mais importante é o goleiro. Chega a ser obrigatório ter um guarda-valas como dizem os portugueses. Mas nesta foto, ou ele saiu para fazer xixi ou era “mal” com o dono da máquina... Comercial de Campo Maior, 1994. Albertão.

Futebol na política 

Futebol é coisa séria, segundo o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea,”o Vei” e no esporte, o que vale é um meio de campo entrosado para a bola poder rolar  redondinha.Lá na Parnaiba,terra alelafiana, o meio de campo não está dando para sair tocando a bola porque  está havendo o maior “tororó” e o doutor não está querendo dar uma aliança para Tererê enfiar no dedo, no local mais apropriado e limpo. O time que joga contra Mão Santa vai receber camisas do governo e o prefeito Francisco parnaibano já tem até um slogan: “Eu e Deus contra todos”. Se Mão Santa tiver mesmo um padrinho deste, é só correr para o abraço. Quem pode mais do que Deus??

Vivos? 

Estou muito preocupado com meus amigos esportistas que mexiam com os clubes de primeira divisão do futebol piaulino. Nem os vejo nem escuto não que eu tenha ficado cego ou surdo mas é que eles estão desaparecidos, sumidos e mal pagos. Nem na Praça Rio Branco eles estão andando mais e com este negócio de telefone celular o povo só quer é dedilhar e dando para engordar. Estão se esquecendo até de namorar. Cadê o povo do futebol de salão? O voleibol ou do basquete? Abandonaram até as peladas na coroa do Parnaíba ou do Poti onde coroas e novinhas desfilavam e depois mergulhavam e lavavam o cabelo com shampoo Palmolive como o Assis da Paraíba.

11 de outubro de 2019

O piauiense é um caboclo bom de esporte

Confira o texto publicado na coluna Canal 1 no Jornal O Dia.

Somos bons 

Meus amigos, o piauiense é um caboclo bom de esporte. Onde ele se mete, apanha, ganha e empata. Você lê na página de esportes deste nosso jornal e vê notícias do tênis de mesa, de futsal, de atletismo e de handebol e eu falando de nosso futebol. Lamentavelmente, o nosso profissional jogo de bola não é noticiado e um amigo meu, pernambucano, me indagou se aqui não tinha federação de futebol, porque não via nos jornais da cidade referência a esta atividade lúdica e movimentadora de dinheiro. ´”É doloroso, mas infelizmente é a verdade” como diz canção popular, mas as noticias são por demais escassas para este viés da nossa imprensa falada, escrita, televisada, computadorizada e agora celularizada. Sim, porque hoje em dia, dona Maria, tudo está atrelado ao celular. É o “dono do pedaço” e só quem não aderiu a ele foi o Magro de Aço. Que quando atende ao telefone celular manda o falador para os biliquindins dos infernos. E ai, e ui! Mas a vida continua aos trancos e barrancos para os pretos e os brancos porque o Brasil é um time de futebol dentro do campo e quem manda nele é o Capitão. E PT saudações, ordinário, marche! E no futebol, o meu time, o Botafogo estava sem treinador e agora quer o Valentim porque o outro era muito frouxo. Sem coragem. Mas não queremos um valentão, queremos um Valentim. Treinador de  futebol é uma atividade sem fundo de garantia. O cidadão depende de resultados, de vitórias  e alguns empates. Sim, porque o torcedor é como o habitante do Espírito Santo. Vive de “Vitória”. Assim como nossos vizinhos de cabeças chatas. Arrotam uma “Fortaleza” mas  “será lá”? A meus amigos, o vento que venta lá não mesmo que venta cá. Será ou Ceará possível? O que me deixa  preocupado é a falta de notícias de nosso futebol profissional, ao menos da capital, Galo, Mengo e Enxuga-rato, coisa igual eu nunca vi, desde que cheguei aqui, vindo do Aracati. Rapaz, o que fazem River, Flamengo e Piauí, os três daqui? Também quero notícias do interior e também  do litoral, do Parnaíba de Mão Santa e Juriti. O esporte deste Piauí está semi-parado, precisa ser movimentado, ser jogado. Não uma movimentação eleitoral mas esportiva mesmo de quem tem noção do valor que o esporte representa para a comunidade. As amizades que ele reúne,são mais duradoras do que as de mesa de bar. Governo do Estado, prefeitura e instituições outras devem usar o esporte como um elemento de ligação, de reunião de aproximação das pessoas para projetos sociais, esportivos e culturais porque o esporte é grande “public relation” do mundo, vasto mundo, e se eu me chamasse Raimundo, fosse doutor, se tivesse o apelido de Pão e morasse em Piripiri e já tinha me candidatado a prefeito e só dava bola com efeito. Sim, porque somos bons. 

Os craques da literatura piauiense 

Era um quinteto laureado. Paulo Freitas, José Fortes, Jámenes, Chico Miguel e  Clidenor. Imortais da Academia, não  do “dia a dia”. Futebol é cultura...

Boa notícia 

Para o futebol de salão, uma beleza. Nossa capital vai ser sede de uma grande competição de salobol de 04 a 10 de novembro, a Liga do Nor-deste de futsal 2019. O ginásio Verdão será palco desta competição de Futsal e os jogos serão realizados no Ginásio Verdão de 04 a 10 de novembro e o Assis vai lavar a burra vendendo comida e bebida para gregos e baianos. Realmente, estamos precisando de movimentação no esporte salonista. O nosso povo gosta de esporte, os pais e filhos. Agora que estamos cheios de rádios e televisões, internete e comunicações, vamos ao jogo e deixemos um pouquinho o celular ou até pode levar. Contanto que, você prestigie  este evento esportivo. Em novembro, no Verdão. Esqueça não, viu?!

Já cem 

Meus  amigos, a bola rola e este amigo de  vocês não enrola mas o nosso menino de ouro, o Neymar já vai completar cem vezes que veste camisa amarela de nossa seleção... Infelizmente, ele não fez um gol em cada partida que jogou e só pela seleção foi nove, noventa. Se ele tivesse feito um  gol por partida, agora estaríamos torcendo pelo  gol 100. Agora mesmo, a seleção brasileira vai enfrentar a Singapura, depois vai jogar contra a Nigéria e o Senegal e por aí vai no descambau, jogando só contra perna de pau. E o Neymar esqueceu este negócio de mulher e agora, ele quer é completar 100 jogos pela seleção amarela, azul e verde. Cem vezes com a canarinho no corpo mas lá tem gente com mais jogo pela seleção como o Daniel Alves que  jogou já 117 vezes.

10 de outubro de 2019

Este escriba é o único nos jornais da cidade que fala de futebol piauiense

Este é o país de Mané e Pelé e a sua sabedoria não está na cabeça mas no pé.

O único

Meus amigos, leitorado antigo e novo, eu não quero me “gambar” não mas ultimamente este escriba é o único nos jornais escritos da cidade que fala de futebol piauiense. Neste mesmo jornal aqui, do Valmir, este amigo de vocês, só ele que se reporta ao jogo de bola profissional ou amador deste Estado de necessidade. Uma atividade  lúdica e essencial ao corpo humano e importante para a economia da nação ao ponto do Brasil ser conhecido por este mundo afora como o “pais do futebol”. Este é o país  de Mané e Pelé e a sua sabedoria não está na cabeça mas no pé. Assim como quem sabe dançar é chamado de “pé de valsa”. Quem tem a facilidade de ganhar as coisa é o “pé  quente” e  quem só dá o azar é o pé frio. Portanto, o pé é fundamental na vida humana e o pé é o suporte do corpo, sua base. E é pelo pé, com o pé que se construiu o maior reinado do universo, o Reinado de Pelé. Os tempos áureos do Brasil campeão do mundo vasto mundo também do Mané. E a bola era o motivo maior desta nação verde e amarela que nem sonhava com a vinda de Bolsonaro. Era uma vida livre e também até o Lula era livre. E se jogava até PTca. Aquele jogo do interior onde se usava a casca do milho verde e se fazia peteca. Naquele tempo o nome era peteca. Agora é PTca. E agora é a vez de se exaltar o nosso ídolo maior que é Neymar que vai completar os cem jogos pela seleção brasileira de futebol, achava eu que era o maior recorde de profissionais  do jogo de bola argentina mas vejo aqui que o Daniel Alves já fez 117. Mas o que me preocupa mesmo não é nem isso é saber que que o nosso jogo de bola argentina, aqui em Teresina, levou uma sumida e não se ouve falar em movimentação de nenhum dos três restantes, River, Flamengo e Piauí, quanto mais do interior ou do litoral.Isto é uma vergo-nha porque até Timon City tem time profissional dirigido pelo Leal. E a nossa Teresina, cidade menina, não se apresenta como deveria se apre-sentar com equipes  fortes para jogar, disputar campeonatos, fazer festas dançantes como eram antes com River, Flamengo e Pìauí e ainda tinha o Auto Esporte na rua da Palmeirinha, ali perto  da casa do capitão Adão e do boteco do Chicão. “Como era bom aos domingos/Camisa puro cetim/ e os comentários/ tinham sim, bilinguindins...”, dizia o poeta. E assim, a vida passa, a bola rola e a federação de futebol está na era Carcará e vamos ver no que vai dar...

Já eram cabeludos...

Esta foto é dos anos setenta e neste tempo os meninos já andavam de cabelos balulas. Lá em cima diz “como era fácil” numa alusão de que hoje é mais difícil... Culpa do celular...

Bruno

Um dos maiores goleiros deste país, Bruno voltou a jogar futebol em Minas Gerais no Poço de Caldas. Todo pais se lembra da tragédia em que ele foi acusado de assassino de uma mulher bonita chamada Eliza Samúdio que ganhava vida sendo modelo e modelo e jogador de futebol é um par de artistas. “São tão simples  os homens e obedecem tanto ás necessidades presentes, que quem engana encontrará sempre alguém que se deixe enganar” já dizia aquele notável beque de espera Nicolau Maquiavel. E o Bruno se enganou com  a cor da chite, fez besteira grossa e pagou pelo mal feito. Agora se encontra  rarefeito e disposto a apagar na lousa de sua vida  aquela triste cena. Cabe a torcida ajuda-lo.

Treinador

É o ponto chave. É tudo. Treinador de futebol profissional. Treinador é muito mais importante do que presidente de clube que qualquer um pode ser basta ter dinheiro, tempo, pouca vergonha e ter jogo de cin- tura para mutretas e cambalachos. Para ser técnico de futebol profissional é necessário, primeiro saber falar, saber escutar, saber avaliar,saber aguentar e saber mandar. É uma atividade lúdica porque tem jogo e lucrativa porque tem renda. E ter habilidade para conviver com a imprensa que é uma ”faca de  dois legumes” como dizia Ênio Silva, o voz de lixa. A imprensa tanto levanta como derruba. É como Viagra. Tem que se  saber conviver com ela. Fazer como está fazendo o Bolsonaro, o capitão...

09 de outubro de 2019

O técnico é um profissional que merece toda nossa consideração

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Vida de treinador 

Rapaz, toda profissão tem seus espinhos, seus caminhos e descaminhos mas esta de treinador de futebol bate recorde. Olhe que treinar uma equipe profissional e obter bons resultados é uma tarefa muito difícil. É como ser diretor de colégio ou madame de “casa de recursos”. Mesmo porque o relacionamento é com homens e homem, já viu, é uma espécie difícil de se tratar e só perde para mulher. Homem é complicado. Mas isto é outro lado e vamos para o viés do futebol que é mais nossa área e quem tem o que é seu faz o que  quiser fazer. A vida de um treinador de futebol é parecida como gerente de casa de recursos. Você vai logo dizer que casa de recursos é um banco e não o que o nobre leitor está pensando. O técnico de futebol é um profissional que merece toda nossa consideração e estima porque é um educador e de adultos. Ele pega camarada vindo de todo canto e tenta botar nas quatro linhas do gramado, e ensina a ter companheirismo, ter a solidariedade seja qual for a idade, no campo  ou na cidade. O treinador é um guia, um pai, um mestre mas quando ele presta porque um preparador ruim bota o rebanho a perder. Sim, porque entre as muitas denominações que ele desfruta tem esta de “preparador”. Porque ele prepara a equipe, ele aduba o terreno. Também chamado de “coach” pelos que inventaram o futebol, os ingleses. No linguajar do torcedor “pé de chinelo”, o técnico não passa de um “entregador de camisa” porque nas hora das escalação da equipe é ele quem dava as jaquetas aos pupilos. Hoje é tudo automatizado e as camisas tanto as do futebol com as de plástico são industrializadas e caras. Mas vida que passa, a bola rola, este cronista não enrola e estamos falando sobre a vida de treinador de futebol que vive de sobrevida. Não tem nenhum “fundo de garantia” e o seu banco não tem fundos porque se hoje ele se senta, amanhã se arrebenta e o que vale é placar, é ganhar. E ás vezes, empatar. O empate é o adiamento da dispensa. Tem treinador que é especialista  em empatar. É o “empata roda”. Nem faz nem deixa a ninguém fazer. Fica no zero a zero. Escore preferido dos racistas. O placar em branco. Mas o problema não é extrair nem destruir. É distrair. Espero que tenha feito isto  para os senhores com esta crônica. 

Os bons tempos da AABB 

Quando os bancários eram felizes e nem sabiam... Assis Madeira Campos, o presidente da AABB-Teresina, Durval, Ulisses, Alexandre Carvalho e Hélio Carioca mostrando o número premiado  do bingo. Ah, tempo bom!

Caiu Barroca 

Gentes boas, o cidadão com apelido Barroca não é mais o treinador do meu time, o Botafogo. Que com o nome que tem  merece um técnico com nome mais  social do que  Barroca. Barroca é nome de porca não é de um técnico de clube de categoria como o alvi-negro da Estrela Solitária. Pelo amor de Deus... O  clube apanhou cinco vezes seguidas e isto culminou na queda barroquina. Dizem que ele era um “barro” a diretoria havia colocado na parede mas não segurou. Choveu, molhou, caiu. A vida de treinador de futebol em clubes, neste Brasil brasileiro, terra de samba e pandeiro, é sem estabilidade. Depende dos seus resultados. É como exame de paternidade. Pode dar positivo ou negativo.

Timon 

Esta série B de bola no futebol do Piauí nos traz a simpática a agremiação da fronteiriça cidade Timon I (MA) como convidada especial e  assim sen-do a grande atração do certame cabeça de cuia. E  Timon em fazendo uma boa campanha e está nas semifinais, ao lado do Oeirense, dos Picos e dos florianenses que são os corissabanos. É um “inter-municipal de luxo” fazendo uma série D de dado e com um concorrente de outro Estado. Pode ser estado de necessidade mas não deixa de ser outro Estado. E ainda tem uma coisa. O clube do Napoleão Guimarães pode ser o primeiro do Brasil a ser de um Estado e jogar noutro e se for campeão? Vai virar até gozação. O campeão do Piauí é do Maranhão...

08 de outubro de 2019

A profissão de técnico de futebol é uma das mais difíceis do mundo

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

Outubro e nada... 

Meus amigos, entramos em outubro e nada de positivo no desporto profissional de nossa terra. Ninguém vê nada se mexendo no setor bolístico e profissional no jogo de bola, no futebol alegria do povo. Os jornais trazem notícias do futebol brasileiro e até do estrangeiro, mas do esporte nosso de cada “dia” neste “meio norte”, “diário” ou semanal, nadisca de nada. O filha de dona Raimunda aqui, fica numa situação difícil porque tem que bater o prego na chuteira senão vai furar os pés dos leitores e leitoras do jornal de maior circulação, diário, deste meio norte. E assim, a bola rola, o Garrincha não enrola e doce bom é mariola. Mas estamos começando o mês outubriano e só faltam três para terminar o ano. E como estamos no quesito competição estadual deste ano, como vão os nossos times de tradição, River, Flamengo e Pìauí, aqueles que arrastavam multidões e enchiam os nossos estádios, o municipal e o estadual? Tudo isto antes de inventarem o telefone celular, esse aparelho que veio só para o pessoal engordar. “Como eram bom aos domingos/ bandeira puro setim/ e nos comentários/ tinham os biliguindins...” uma referência do poeta ao nosso Magro de Aço que no microfone da Rádio Pioneira dizia: “Esssssscuta Dídimo! ”E na cabine  vizinha, Moraes Filho, Odilio, Fernando Mendes e até este escriba mandava pérolas ao ar pela Rádio Difusora de Teresina. Ah gentes boas, o tempo passa, como dizia o narrador mas era um tempo de paz e amor e se disputava: qual o time que tinha mais torcedor? O Carlos Said dizia que era o River e o Rodrigues Filho dizia que era o Mengo e o Aluísio de Castro falava que era o Piauí e ainda tinha gente que achava o futebol um “Auto Esporte” e bastante “Comercial” mas nada “Artístico porque o João usava camisa e o Zé “Palitó” e quando faltava dinheiro iam empenhar o relógio no “Belchior”. Ah amigos, futebol é coisa séria, diz o filósofo da “cacimba veia”, William Bogea, o “Vei” balançando-se na rede que comprou em Tianguá na última vez que andou por lá, no Ceará. E nada de jogo em Albertão ou Lindolfinho para a bola correr e ter transmis-sões esportivas de nossas rádios Clube, Pioneira, Difusora e Tropical que os narradores já estão de línguas emboladas e “oiças” tapadas e é preciso o Magro de Aço dizer: “esssssssscuuutaa Didiiiiimo! Estamos em outubro e nadisca de nada ... como dizia Guilherme Bucho de Panelada. 

Piauí x Flamengo 

Era o clássico Piaui x Flamengo no Albertão lotado. Cacá deitado, tentando gol em Hidemburgo ,do Flamengo. “Como era bom aos domingos...” 1977?

Perdeu, caiu ... 

Rapaz, esta profissão de técnico de futebol profissional é uma das mais difíceis do mundo. Vejam agora o caso do Rogério Ceni no Cruzeiro, de Belo Horizonte,que para ele não está nada de belo. Foi defenestrado do time, deram as contas dele. Não é mais do Cruzeiro e nem do dólar. Não havia nem completado dois meses. 44 dias e noites. Rogério sai de “Ceni” do Cruzeiro, aquele do Sul. Como o que segura o técnico é vitória, Rogério tinha vencido duas, empatado duas e perdido  o dobro.Rogério tem proposta   do futebol americano. Não deu sorte com Cruzeiro, vai tentar o dólar.

Fortaleza chamou 

Mal o Rogério caiu do Cruzeiro, o Fortaleza o aparou. E o chamou para comer peixada no Mucuripe e ver as belas morenas na Praia de Iracema. Já conhecendo o trabalho do mineiro, o tricolor de aço cearense pegou de volta o técnico e lhe deu a chave da concentração. E feliz o filho que a casa paterna retorna e ele vem cheio de moral, com aquela gratidão ao grêmio cearense que o apoiou no momento em que foi preterido em sua própria terra. E a vida é mesmo assim, amor só de mãe e bola prá frente para não fazer gol contra. Rogério deu ao Fortalezão título de campeão da segunda divisão do futebol brasileiro. Depois foi Campeão no Estado e da Copa do Nordeste. Foi por isto que o “tricolor de aço” o chamou de novo. O bom filho a casa retorna.