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Notícias Garrincha

18 de julho de 2019

As rezas têm poder: vamos rezar pelo futebol piauiense

Venho apelar para o meu estimado público leitor rezar para que o futebol piauiense volte a ter seus bons momentos.

As rezas têm poder

Rapaz, na falta do “modelo próprio” como se dizia no Banco do Brasil, quando faltava  o papel apropriado, venho apelar para o meu estimado público leitor  rezar para que o futebol piauiense volte a ter seus bons momentos, seus campeonatos e torneios e até amistosos entre os daqui ou de outros estados. Sim, amigos, rezar porque devemos ter fé em Deus para que as coisas melhorem e a gente sabe que é bom sonhar e não se deve confundir com Bolsonaro. O meu público leitoral me pede noticias do pebol cabeça de cuia, como vão os times do River, Flamengo e Piauí, os três  que  ainda existem por aqui. O tricolor é mais antigo e respeitado por suas tradições e conquistas e já teve até sede na zona rica da cidade, naquele tempo das vacas gordas. O Mengo, rival do Galo, também teve seu apogeu, no tempo dos carcamanos quando chegou Jesus, irmão de José, primo de Davi e o time que era brega virou até “chicri”. Chicri Tajra. Aí juntou a fome (dos flamenguistas) com a vontade  de comer  dos   galegos e foi um apogeu  do futebol  do Piauí  trazendo treinador  do Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará e até de Sobral que é Estados Unidos. E o apogeu deste jogo de bola chegou com a era Albertina  Silva  que foi a construção do  gigante de Redenção. E com o Albertão fez o Amarelão. Quem iria  jogar num estádio tão suntuoso? Nossos mal alimentados jogadores bufas de anum ? Não, Cabeça de Pato, tinha que trazer gente de fora, importar valores para se formar uma grande  equipe á nível nacional. E  “fiat” Tiradentes ! Mas para jogar aonde: Naquele campinho onde morava o Napoleão Bom na Mão ? Não ! Tinha que ter uma coisa grande como era a filosofia Albertina. Um campo grande, um Campo Maior. E “fiat Albertão !” Para espanto  de gregos e carcamanos que diziam “Ai Jesus!” E assim foi feito e bem feito porque foi obra do Lourival Parente e até hoje está em pé, embora o  nosso futebol esteja  muito derrubado. Mas uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa e hoje eu não seria nem   gente se minha mão não tivesse me tido. E assim sendo, em entendo a atual situação econômica do nosso esporte porque  esta crise é geral e  arquibancada. Mas as rezas têm poder e nós devemos orar para que esta fase  passe o mais rápido possível para que o povo volte a ter a sua maior alegria que é o futebol  brasileiro. As rezas são poderosas. Oremos.

Chuteira de Ouro

Para os despeitados que dizem que eu nunca  fui bom de bola, a foto da conquista  da “Chuteira de Ouro da ABRACE”, quando eleito o melhor jogador de bola em mil, novecentos e tanto, em Salvador,BA, em congresso da ABRACE. Gilvan Dias, Chico José da Globo, (Ce),Pardal (PA)Castilho(PA) Aderson Maia (CE) e Sônia Jimenes da Adidas.

Os pequenos

Nem tudo está perdido quando resta uma esperança... Esta atual fase de inércia  do futebol  piauíense, no profissional, é deveras  preocupante. Mas há clubes pequenos como o Piauí, por exemplo,que  estão preparando os seus ,meninos para a Copa do Brasil  sub 17, que começa agora, dia 4 de agosto e está bem pertinho e os garotos estão sendo  bem treinados para não fazerem feio nas competições  vindouras e honrar o nome do Estado porque  aí prá fora eles acham que o Piauí é no fim do mundo e quando acontece qualquer  fuleiragem  prá nossas bandas eles dizem  jocosamente:- Só no Piauí mesmo ...

Oeiras de Tadeu

A primeira  capital está parece que quer  superar a  atual no futebol. Já confirmou a presença de uma equipe, Oeirense, no tal de campeonato brasileiro serie B de bola. Está trazendo gente  lá  do Rio Grande do  Sul para  formar  o seu time nesta competição nacional.Mas o que ele trouxe é  filho de lá mesmo, da terrinha.É o Caio César, 23 anos que estava fora e agora  voltou a terrinha, mais forte e mais falante. E jogando um bolão. A  federação só permite  a contratação de sete atletas de fora e está  lista já está fechada. O time dos Tapetis vem tinindo nesta série B e quer manter a tradição oeirense de jogar um bom futebol.

17 de julho de 2019

Onde anda nosso futebol profissional?

O mundo dos esportes é muito amplo, e como uma das principais ferramentas deste esporte é a uma bola, nada mais significativo do que deixar a bola rolar.

Onde anda? 

Caros leitores, onde anda nosso futebol profissional? Como é que uma atividade laboral, fornecedora de tantos empregos e diversional para a população chega a este ponto?  Logo no Brasil que é o pais do futebol? É um caso de estudo porque as relações humanas passam por fases várias e diversas, e o “association” dos ingleses é uma das atividades humanas onde o relacionamento mais se apura, seja do atleta com o dirigente, com o treinador, o público e o jogador, os que fazem as relações humanas de divulgação como nós outros, os da área de comunicação, oral, jornal ou televisional ou do cinema nacional. O mundo dos esportes é muito amplo, e como uma das principais  ferramentas deste esporte é a uma bola, nada mais significativo do que deixar a bola rolar, e é isto que estou fazendo porque como diz o Dídimo narrando jogo “o tempo passa” para todo é para todo mundo e cada qual tem o seu “tempo regulamentar” porque viver é um esporte individual e não coletivo, embora hoje tenha muitos indivíduos nos coletivos aproveitando quando os ônibus estão cheios para roçarem nas mulheres que vão em pé. Eles chamam isso de “pinar” e é mais velho do que o Carlos Said. Dizem que esta mania feia veio lá de Fortaleza, criada pelos estudantes do Liceu nos ônibus de Jacarecanga. Mas eu comecei indagando por onde anda o nosso futebol profissional a esta altura de nenhum campeonato que possa aparecer. O nosso pebol atravessa uma  fase delicada e a entidade mater do desporto inglês,está nas maõs e pés  do senhor   Robert Carcará que sucede o senhor Cesarino de 0liveira, falecido há pouco tempo e que Deus o tenha. Sendo um ex-peladeiro e proveniente de uma terra de bons desportistas, o senhor Carcará é “safo” e sabe todos os pulos do sapo que compõe o futebol. Macaco velho e coadjuvado por pessoas experiente no ramo, tem tudo -para dar prosseguimento ao trabalho do seu antecessor. Mantendo a mesma equipe do  anterior com poucas novidades, o jogo continua até o seu tempo regulamentar e já estão dizendo que ele deseja a prorrogação. O que muito natural porque não há quem resista á “Força do Poder”, aliás, uma das novela da TV Globo, campeãs de audiência. E assim a vida continua, a bola rola, este escriba não enrola e samba não se aprende em escola. Sim, e onde anda o nosso futebol profissional. Flamengo,River e o Piauí, os três melhores daqui? Será que estão esperando que Jesus venha ressuscitar o Flamengo?

Maradona

Foi um bom meio de campo e levava o nome do grande craque argentino, Maradona. Atuou  no River e deixou  recordações. Hoje é treinador de juvenis. Cuida do Piauí Esporte Clube  nesta Copa do Brasil 17 que começa no mês que vem, 4 de agosto e espera dar gôsto  á torcida do Enxuga Rato  mirim. Temos que fazer fé nestes garotos porque este nosso futebol vem atravessando uma fase das mais difíceis mas o jeito é persistir porque esporte é luta e tem luta de todo jeito. Não devemos é esmorecer porque para frente é que as malas batem e que do bolso da frente é que os “malas” batem  as  carteiras. Maradona é o “tio” dos meninos do River. Foi bom de bola e é bom caráter.

Quero notícias do Mengo

 Peço a quem estiver guardando o saco do material do Esporte Clube Flamengo que me envie notícias do clube rubro-negro do Piaui, o maior adversário do River e dizem, que o segundo em torcida neste estado de necessidade. Mandem notícia aqui para redação deste jornal que eu perdi meu celular. Sendo o clube do povo, o Mengo não pode ficar  escondido e não dando informações para ninguém. Mandem para o jornal ou para meu zape-zape, [email protected] br. Um clube como o rubronegro não pode ficar  escondido debaixo de pé de imbu. Que apareça um cara bom de voto ou de papo, bom de dinheiro ou de voto que soerga, levante o Esporte Clube Flamengo.

16 de julho de 2019

Coisas do futebol: a seleção americana feminina é campeã do mundo

O fato é que o brasileiro frescava dizendo que americano não sabia jogar futebol e vem lá o time de mulher deles e dá na gente e sai com o título na mãos.

Coisas do futebol 

Meus amigos, este esporte que dizem ter sido criado pelos ingleses e eu não acredito porque o mundo é uma bola e todo mundo do sexo masculino tem duas bolas, então o jogo de bola nasceu com o homem, desde o tempo de Adão e Eva e o povo até misturava as coisas quando dizia uma lera para zonear nosso primeiro pai. “Eviadão”. Mas deixa isto pra lá, visto que o mundo é uma esfera tal como o maior brinquedo do homem. E há até gente que refuta isto dizendo que a bola não é o maior brinquedo do homem  e falam até que este brinquedo maior é a mulher,coisa que não digo nem de brincadeira quanto mais de “Vera”, Lúcia. E agora mesmo, o futebol nos mostra uma coisa  sui-generis, não só no esporte rei como nos demais. A seleção de futebol americana feminina ganhou o título de campeã do mundo, uma coisa que me deixou perplexo e convexo porque americano nunca foi bom de bola no pé e agora é o melhor time de futebol do mundo de mulher. Uma coisa impressionante. Mas meu velho amigo Osmundo Virado tem uma explicação, até certo ponto, coerente falando com João Vicente.. Dizendo ele que mulher sabe manejar com as bolas. Eu não havia pensado nisso mas tem rumo. Bom bolado. E já que o futebol masculino tem sua Copa do Mundo, o feminino idem, está na hora de acabar com esta discriminação boba no futebol com o pessoal do terceiro sexo. Os machões não podem mais abrir os bocões e dizerem enfaticamente: ”futebol é para macho!”. Acabou-se esta balela, esta grossura. O “pé na bola” é unissex. Para ser jogado com quem tenha duas ou nenhuma bola entre as pernas. Evolução natural deste mundo, vasto mundo, e se eu me chamasse Raimundo teria o apelido de “Pão” e já teria trabalhado nesta redação. E não estaria mais nem aqui. Seria um doutor advogado em Piripiri. Uma terra muito boa. Ela lá e eu aqui. Mas o fato é que o brasileiro frescava dizendo que americano não sabia jogar futebol e vem lá o time de mulher deles  e dá na gente e sai com o título na mãos. Provando que as americanas sabem lidar com as bolas mais que as brasileiras e eu até indaguei da nossa vizinha, aqui  do nosso  jornal, dona Bete Flocos de Milho (Cuscuz), dona de um bom restaurante “apegado” ao jornal, sobre este controle de esfera e ela declarou tudo numa frase curta: “Tudo rola”. Com ó aberto. Coisas do futebol... 

Naquele tempo... 

O Flamengo era Flamengo. Uma seleção com jogadores daqui, do Ceará, Maranhão e Rio de Janeiro. Pela ordem em pé Roberto, Maneca, Matintim, Benício, Celso, Macalé, treinador Moacir Bueno e eu, (Rádio Difusora). Agachados: Moaci, Gringo, Ercy, Paulinho, Airton e seu Luis massagista. Presidente era Rodrigues Filho da Rádio Difusora.

Não é ele... 

Rapaz, o futebol por sua versatilidade, tem criado algumas confusões pelas nomenclaturas, pela semelhanças e até as coincidências. Vejam neste momento da política  devagar e do futebol mais ainda, a mera coincidência de nomes.”Toinho do Frango”. Tem um cidadão vereador que se intitulou de Toinho e como acompanhante botou Frango.  Nós temos um cidadão exjogador de futebol profissional, ele foi um dos melhores goleiros deste pais e que já atuou na grande e no grande São Paulo. Ainda vivo e saltitante, treinando o time de futebol feminino do Tiradentes da PM com muita  eficácia, o ex-goleiro  pede que eu bote aqui que ele não é o tal Toinho do Frango, coisa  que ele nunca gostou.

Meu Vovô 

Ceará e Fluminense se enfrentaram ontem e não sei o resultado do jogo porque as matéria é feita antes do prélio e não comi nem carne de pavão para poder adivinhar.... Eu sei que ambos estão ruins de pontos mas o Ceará estava na frente do tricolor com dois pontos. Como o jogo é no Maracanã, o time cearense velou muita desvantagem porque em jogo assim até os porteiros torcem contra os paus de arara. Quer queira ou não queira, tem este negócio de preconceito. Em todo lugar. Até no Piauí. Quando vem time de Parnaíba prá cá, a negrada fica frescando chamando de comedor de Caranguejo. E quando os teresinenses vão lá, na Parnaíba, eles mandam ter cuidado para não ter...  “prisão de vento”.

12 de julho de 2019

Vamos Botar fogo!

Precisamos levantar o ânimo da torcida piauiense, do River ao Fluminense.

Vamos Botar fogo!

Sim, gentes boas, vamos botar fogo no nosso futebol, vamos  incentivar este  esporte bretão que anda meio, sorumbático, despombalecido em terras mafrenses. Precisamos levantar o ânimo da torcida piauiense, do River ao Fluminense e ver se este comando da Policia Militar  nos traz de volta aquele Tiradentes, de soldados e tenentes. Ver se o River se arruma para ser o eterno-campeão, o Piauí se tornar o Enxuga-rato,time Vibrante e uma vez Flamengo, sempre Flamengo. E quem sabe, alguns que queiram praticar e desenvolver um esporte mais elevado, digamos assim, o Auto Esporte. Eu, se tivesse tempo e dinheiro,  traria das cinzas, o Rio Negro de Zé Caixeiro. O time do meu coração e por ele disputei campeonato de primeira divisão no futebol piauiense. E foi lá  que eu descobri um “Prego na Chuteira”. In hilo tempore” quando havia o Fluminense de Bechior, o Artístico de Zé Palitó, o Rio Negro de Zé Caixeiro e se fazia futebol era por amor e não por dinheiro. No tempo em que se amarrava o cachorro com linguiça, tempo em que ainda era menino o Pilinguiça. Tempo em que o padre Tarcisio ainda rezava missa  na igreja do Amparo e depois ia torcer pelo River, time de sua devoção, no Lindolfo Monteiro. Mas o tempo passa como dizem os bons locutores de rádio como Bolinha, Fernando Mendes, Dídimo de Castro,o Pequeno Polegar da Rádio Pioneira que agora “migrou”  para a faixa FM com a bênção do Padre Toni, um vigário que é também Batista. E a bola rola, este amigo de vocês não enrola e bebida bola é coca-cola. E chegou a hora de se esquentar este futebol. De seu Brau que é Carcará e gosta de um “saravá”.`Porque eu sei de um terreiro de macumba que ele frequenta e não é de agora não, desde os tempos em que o Maninho Rêgo era o prefeito de Barras e era “assim” com ele. A faca e o queijo. Era o pão e a manteiga. Dos tempos do intermunicipal do Manoel Ramos. Tempo em que Francy Monte era menino e cantava como gente grande no meu programa da rádio onde eu estivesse. Mas o tempo passa como dizem os narradores de futebol e a gente não sabe se chega na “trajectória dos noventa” daquele Pequeno Polegar. Mas está na hora de se aquecer o desporto teresinense. Somos o pais do futebol e aqui em Teresina, capital do Piauí, anda muito devagar. E olhe lá, anda sendo goleado pelo celular! Online...

Vamos aquecer

Para dar um  aquecimento no  esporte bretão, uma foto do meu Botafogo captada  na Internet pelo Assis Paraíba. Paixão por clube é melhor do que por mulher...

Oeiras se mexe 

Taí  uma coisa boa na terra de Conceição Pipoca e Bil. O entusiasmo pelo futebol. Agora mesmo se fala na entrada do Oeirense para se engajar no futebol profissional deste Estado de necessidade, também esportiva. A cidade de Chaguinha de Maroca, pai de Mara, minha nora, casada com os participantes do certame oficial da capital como em tempos passados e diga-se de passagem com muito brilhantismo no “miolinho” de tudo. E com Oeiras se preparando para participar do certame estadual, espero que outras  cidades, também se interessem porque futebol é a alegra do povo que elege os vereadores, os deputados e os prefeitos.

O mundo é uma bola 

Rapaz, este mundo é uma bola mesmo e agora  foi que a redonda aumentou de cartaz no cenário mundial porque a seleção feminina de futebol americana se sagrou tetracampeã mundial. O que me deixa perplexo é porque os americanos não jogam bola coisa nenhuma, pernas de paus gringos e as mulheres são ninjas, elas jogam uma bola arretadada e já são campeãs umas cinco vezes seguidas, uma atrás da outra. E lá o presidente deles brigou foi com a capitã do time, cabra grosso, desconhecendo que em uma mulher não se bate nem com uma flor. A gente joga logo é o jarro de planta em cima dela Mas deixa isso para lá e vamos parabenizar as americanas.

11 de julho de 2019

Chutou o balde: JVC e a série B do piauiense

João chutou o balde de Carcará e disse que o certame piauiense é de araque, um faz de conta e deste jeito com ele não conta.

Chutou o balde 

Meus amigos, não existe primeiro sem segundo e agora no futebol de primeira divisão deste Estado de necessidade, Piauí, uns dizem que é melhor ficar e outros falam que é “pior ir”. O presidente do Fluminense, aquele time que foi do seu Belchior Barros e seu João Claudino adotou e deu de presente ao seu filho João Vicente. Pois o dito JVC abriu o verbo e disse que o campeonato de futebol desta federação é um “faz de conta” na tal de série B de bobo. João falou que não vai entrar num campeonato que só tem cinco partidas. Onde nem a licença dos bombeiros tem e os caras podem entrar no campo “puxando fogo”. Um campeonato de cinco jogos em um só turno, nem na Cacimba Velha ou na Vila do Pau Torto. Ele disse que era um “faz de conta” e em questão de contas ele é doutor porque aprendeu com seu pai, que veio de lá de Luiz Gomes e foi para Cajazeiras, depois foi para Iraúna onde foi colega de  escola da Luiza Erundina que foi prefeita de São Paulo, segundo o Assis Paraíba, o meu Gugol de bolso e que é o tirador de retratos neste jornal do Valmir. E o João chutou o balde de Carcará e disse que o certame piauiense é de araque, um faz de conta e deste jeito com ele não conta. Ele acha que a tal série B é um “faz de conta” e como ele é um fazedor de contas, sabe que tem vários tipos de contas, como a conta de chegada e pelo visto, o novo presidente, o Carcará não é seu chegado. E assim, o esporte bretão desta cidade perde muito com o “grupo” saindo da competição mesmo numa segunda divisão porque eu sou fan daquele dito: Quanto mais cabra mais cabrito. E com o Fluminense disputando o certame estadual, quem sabe,seu João, o pai, se entusiasmaria e formava um grande time em homenagem ao seu amigo Belchior Barros que botou como presidente de honra quando era vivo. E muito “vivo”. Mas o João disse que “é um faz de conta” esta série B de Brown e aí esculhambou tudo porque “faz de conta” é enganação, é enrolada, esculhambação e não fica bem para uma federação. Se bem que até rima, enganação, enrolação, federação, João... E assim sendo, reverendo, o campeonato série B de bobo, sofre um baque tremendo com a saída do Fluminense que foi do Belchior e agora é do João.Aliás, não é saída porque ele nem chegou a entrar. E deixou uma denominação muito forte para a federação: “É um campeonato faz de conta”... Se eu fosse o presidente  da mentora, Brown Carcará, nem fazia conta disso... 

Olha o dono da bola... 

O doutor Washington Quirino era o dono da bola, ali ao lado do Paulinho do Bibiu e do Luis Siri. Era o time das Classes  Produtoras, onde jogavam Pedão, Ary, Rormiro, Paulo Pires, Bastião Mapil, Paraiba, Manoel Lineti, Luis Siri, Washington Quirino, Paulo do Bibio, Raul Feitosa e alguns que até já fizeram a última viagem. Hoje, lá, é um supermercado e que dizem que tem um bom preço...

Vai ser lá... 

E já que estamos com a mão na massa, o Esporte Clube Flamengo, sob direção de Everaldo Cunha, futuro prefeito de Altos, começou a cuidar de seu plantel para o certame deste ano e tem já um treinador de nome para esta temporada que começa e seu nome é conhecido da galera rubro-negra. Trata-se do filho do Paulo, o Paulo Junior e que já esteve por aqui inda neste final de campeonato mas não tinha mais jeito e agora ele pega o time no começo e vamos ver se dar certo porque o Ducha quer ver um time preparado para de tirar este Altos lá de cima onde está, elegendo até o seu presidente como deputado estadual e estando até na internet onde ele é o Warton Lacerda.

Responsabilidade é grande...

Sim, gentes boas, o nosso representante nas competições maiores do pebol profissional, sua excelência o Altos, tem uma grande  missão que é defender e representar este Estado de emergência nas competições nacionais que vem por aí. É o bicampeão piauiense e com a imensa responsabilidade de nos representar em competições futuras com fortes adversários dos estados nordestinos a começar  pelo Ceará. Tem pela frente A Copa do Nordeste, a Copa do Brasil e campeonato brasileiro série D, tudo parada dura, adversários fortes e bem pagos. O peso da responsa-bilidade nas costas do Warton Lacerda vai faze-lo mais envergado. Mas quem procura trabalho, trabalhador é.

10 de julho de 2019

Vendo a banda passar cantando coisas de amor

O deputado João Madison botou uma emenda para destinar recurso para contratação de artistas nacionais em eventos culturais.

Vendo a banda passar...

O deputado peladeiro João Madison botou uma emenda para destinar recurso para contratação de artistas nacionais em eventos culturais e finaliza o seu pedido afirmando que sem banda o povo não sai de casa. É fato. Sem banda para ver na rua ele fica em casa, pega uma banda de pão e bota uma banda de rapadura, deita na rede e fica com uma banda de fora. E se a mulher  vem na sua banda ele ainda a chama de “uma banda bandida”. E assim a emenda do “Jota Eme” não pode sair pior do que a receita porque diz o João que sem banda as pessoas não vão nem no Vão do Lourenço que é lá em Uruçui, terra de dona Anísia, mãe de Vera Lúcia. E o João está certo. Eu o povo gostamos de animação, de folia e sem ter banda, ninguém não levanta a bunda para ir a lugar nenhum. Nosso povo é festeiro e gosta de animação. Principalmente quando ele não gasta um tostão. Na base do zero oitocentos. E ele gosta de “ver a banda passar, cantando coisa de amor”. Mas assim como banda o tempo também passa e a esta altura do campeonato eu nunca mais vi o Popó Cabeça de Pato. Aquele moço moreno muito educado que quando ouvia alguém o chamar de “Cabeça de Pato !”, ele respondia delicadamente: ´É a mãe !” Pois não mais vi o tal senhor de cabeça tão original que chega a disputar simpatias com o Cabeça de Cuia, figura de nosso folclore. Se não me engano. Ele é um funcionário da Fagep, lotado no Verdão, aquele ginásio de esportes do governo que nunca amadureceu, ali apegado ao bar do Assis e Semel. E os jogos no LIndolfo Monteiro davam nova vida ao Verdão e ao Assis que é o dono do bar e onde a negrada sem consciência comprava bebida fiado. Mas o João quer ver a banda passar cantando coisas de amor e para isto botou uma emenda à lei para que os deputados destinarem recursos para contratações de artistas nacionais se exibirem em eventos culturais do Estado como as feiras agropecuárias, exposições e etecera e tal. É uma boa porque como diz o João: Sem banda as pessoas não vão.” Nem aqui nem no Caldeirão de Luiz Menezes. O João  está certo porque o povo gosta de folia mas parece que o Franzé, seu colega, não gostou nada porque rejeitou a emenda e o João Madison rejeitou o colega e o chamou de demagogo, o outro o chamou de pedagogo e a coisa pegou fogo. Mas amigos, deixa isto para lá que o papo é de bola e este escriba não enrola.

Cadê os cartolas? 

Aproveito este belo trabalho do nosso craque Jota A para mostrar dois dirigentes do jogo de bola piauiense 

É fogo... 

Meus amigos, a coisa não está fácil nem para gregos nem para troianos e baianos nem aqui e nem em Piripiri. O meu clube de coração, o meu Fogão está numa fase de pegar fogo, fase de combustão. Até a luz foi cortada de sua sede e sem energia como é que  pode botar fogo nas panelas e cozinhar o feijão dos meninos? Jogadores com dois meses de salários atrasados e os bichos não foram soltos, estão todos amarrados para quando Deus der bom tempo. A coisa é séria, o bicho tá pegando e o perigo é aparecer um maluco e botar mais lenha na fogueira. Agua,agua, meus netinhos...

Picos 

Espero que neste ano a cidade de Picos venha disputar o campeonato piauiense de futebol de verdade. E venha com o fogo que identifica a agremiação picoense. Em todos os certames que participou em Teresina, a cidade de Miolinho sempre honrou o seu nome e chegava junto nas cabeças da competições. Tanto nos intermunicipais como nos jogos de campeonato profissional, a terra dos Neris, dos Santos, sempre fez boas jornadas e o nome da cidade teve em altos Picos de audiência. Como fica pertinho de Pernambuco, o intercambio com o povo de lá é melhor do que com o futebol de cá.

09 de julho de 2019

Futebol é coisa séria e o Brasil é o campeão

O Brasil de Tite conquistou a nona Copa América do Sul e esta partida bateu recorde em arrecadação no país.

Brasil! Brasil!

Meus amigos, futebol é coisa séria e o Brasil é o campeão desta coisa. Porque não tem quem tenha mais classe em esconder a redonda, firular, faz que vai para lá e não vai e acaba “fondo” e metendo a bola nas redes adversárias. O jogo de corpo, o manerado, o sapateado, o famoso rebolado. Fruto da mistura de preto com branco e índio. Tinha que dar este produto nacional que é o samba do fundo de quintal. E a bola rola, este escriba não enrola e isto não se aprende em escola. E estamos vendo em casa ou no bar, o Brasil ganhar a nona Copa América e não foi com mutreta, foi com futebol ao pé da letra. O último adversário foi o “seu” Peru. Nós demos nele e ele fez “gluglu”. O Brasil de Tite conquistou a nona Copa América do Sul e esta partida bateu recorde em arrecadação no país, nunca se juntou tanto dinheiro num jogo de bola em terras nossas como este partida. Foi 38.769.850,00, dinheiro que não tem politico que acabe. E o Tite passa a ser o mais novo Capitão América da história de nosso jogo de bola. E assim, estamos com o Brasil no topo do futebol e quem dera fosse assim nas outras coisas, como por exemplo, nos Direitos Humanos, ou como dizem os argentinos: nos “Direitos Hermanos”. Mas é assim mesmo, a bola rola e a bola é argentina mas é o Brasil o dono da menina. Brasil. De Pelé e Garrincha. Este pais é o maior no jogo da redonda.Ninguém esconde e mete a bola com mais perfeição. As seleções mudam de caras, de cabelos, mas a categoria, a raça, o drible, a malemolência, o faz que vai mas acaba indo é o mesmo e agora mas sofisticado com o “Var”. Porque agora, minha senhora, é pelo “var”. O juiz faz aquela gesticulação no ar e corre para o “var”. E fica aquela expectativa no bar ou e qualquer lugar. Meus amigos, os tempos mudaram e o futebol continua sendo uma coisa séria como diz o Vei Bogéa, filósofo da Cacimba Velha, nascido em Caxias, no Maranhão, naturalizado em Teresina e contemporâneo de Pedro Tamanco, Odilio Peixeira, Dizimo de Castro e Carlos Sádico, quatro azes da crônica esportiva desta terra onde o meu boi morreu, que será de mim. E assim sendo, reverendo, o Brasil mais uma vez mostrou ao mundo e as capas do fundo que é o rei do futebol, esporte que se pratica com bola argentina. E devemos louvar este nosso treinador, o Tite que é o seu primeiro titulo no comando a amarelinha e espera-se que lá na CBF não façam panelinhas para derruba-lo e que ele aguente ainda uma duas copas com o seu jeitão de paizão. E assim, sendo reverendo, louvemos nosso país por mais esta conquista no mundo do futebol. Na era Bolsonaro. Pelo menos nisso ele está dando sorte. Brasil !

Dando na Holanda de 2 x 0 as americanas foram tetra-campeãs do mundo no jogo de bola argentina. 

O “Var” é bom ?

Está dando o que falar este negócio de “var”. Uns dizem que é “fuleirage” e outros acham que é válido e avanço da tecnologia a favor dos esportes. Eu acho que a bola rola, é redonda e o que dá para rir dá para chorar. E o mundo, este vasto mundo não é redondo? E nesta Copa América, o VAR foi fundamental para confirmação de penal. E uma vezinha até para beneficiar o Brasil que também é filho de Deus. Fomos os campeões da Copa América e conseguiu manter o tabu de que sendo jogo em casa a taça é nossa e ninguém tasca. Mas o “Var” é avanço de tecnologia e temos que se adaptar  ao progresso, principalmente quando é a nosso favor... E para  gregos e troianos que acharem que o “Var” ajudou o futebol brasileiro, a  gente diz : “Var” tomar... juízo ...

Coisa Nossa

Estaí uma coisa que eu acho importante mas é perigosa. Essa filosofia do “professor” Anibal com o Fluminense que foi de Belchior. Ele deseja ter uma equipe essencialmente piauiense nas suas mãos e pés porque o futebol é essencialmente um jogo  com os pés. Embora outras  partes do corpo humano entrem na escalação porque jogador goleador é o peitudo. E o “Cara de Anjo” como o chama o seu colega Cacá quer formar um time “prata de casa” porque confia na nossa juventude e ele mesmo quando era  profissional dos bons sabe a dificuldade que tem o atleta “caseiro” de se firmar como titular de uma equipe de ponta. De ponta  ou de qualquer outra posição. Mas o “Cara de Anjo” é uma pessoa inteligente  que já tem aprendido muito com os clubes  por onde passou. Bola pra frente !

05 de julho de 2019

O futebol piauiense começa a se mexer com uma tal de série B

E logo de cara, vem o time da primeira capital e de Bil de Oeiras e de Tadeu de Lilázia, fazendo uma amizade com o River da atual capital.

Vai começar...

Meus amigos, o futebol piauiense começa a se mexer nestes tempos de vacas magras com uma tal de série B de bola ou de besta. E logo de cara, vem o time da primeira capital e de Bil de Oeiras e de Tadeu de Lilázia, fazendo uma amizade com o River da atual capital para reforçar esta série “B” de bola. Já teve até gente dando pitaco para mudança de nome: Chamar de Riveiras, River com Oeiras ou Rivoca, que seria uma mistura de River com Conceição Pipoca. Mas nada de oficial, de cartorial, tudo isto é só muita fofoca. Quem me disse foi Chaguinha de Maroca, ontem de manhã. Lá no “Troca-troca”. Mas a bola rola, este escriba não enrola e tem gente que tira-gosto de cachaça com carambola. E agora eu me lembro daquele volante do River, um pernambucano moreno chamado de Mariola quer fazia médio campo com Vilmar, o professor que veio de Floriano, terra do Aldênio do Banco do Brasil, cabra criador de confusão e metido a jogador de bola mas jogava muito era bola de carne na boca. Mas eu falava era de Oeiras porque vem de novo com time de futebol pro o certame piauiense e quem sabe, repetir as boas performances da equipe que revelou o nosso advogado, o dr. Luis Gobila como jogador de bola no River. E a culpa toda foi de Juarez Tapeti que o trouxe para cá e ele acabou se formando em Direito e sendo delegado de polícia em Teresina dando muita pressão na malandragem. Mas o tempo passa e um dia é da caça e outro do caçador e ele foi jogador, estudou e se formou em um senhor doutor. Advogado e delegado. Hoje já aposentado mas não para. Numas coisas, noutras não, dizendo ele que ainda dá pra jogar meio tempo na seleção de Oeiras ao lado de Joca, também de Oeiras. Mas quem sabe a quentura da panela é a colher e assim como são as pessoas são as criaturas e assim como têm “rapaz” moles tem rapaduras e hoje tem piauienses até em Honduras. Mas eu falava no nosso Evangelista das Oeiras, uma figura exemplar deste Estado de necessidade. De sua vida policial não se tem notícias de haver maltratado nenhum preso. O que ele maltratava e era perverso mesmo, ruim, era com a bola de futebol. Batia tanto na coitadinha...

Queria reza...

O deputado estadual do PMDB João Madison, quando andava atrás de votos pelos campos de futebol e lá o cabo eleitoral era o Amarildo que já tinha sido meu soldado eleitoral quando eu fui vereador.

Timon 

Sendo o nosso vizinho de parede, no caso de rio, a cidade de Timon, bem ali, basta atravessar o Parnaíba e por cima da ponte é mais seguro do que ir nadando, a terra de Paulo Guimarães nos proporciona a alegria de ter no certame piauiense, uma equipe maranhense. Seria um certame inter-estadual ou intermunicipal ... Uns até acham que sendo Tymon Cyty seria internacional... O caso deverá ser até ser levado para ONU porque são muitas as divergências diplomáticas e o doutor Melquiseque Viana chamou o outro doutor,Gil Alves  dos Santos para juntos, timoneiros, verem até onde vai o poder territorial de Bita do Barão.

A vez de Barras

Agora chegou a vez da terra do poeta Franci Monte voltar ao futebol de primeira divisão deste Estado de necessidade. O presidente da mentora, filho de Barras, um verdadeiro barreiro, no comando da mentora, com o falecimento de Cezarino Oliveira. A terra dos poetas que já teve seus bons momentos neste jogo de bola argentina poderá reviver dias gloriosos porque seu povo gosta de futebol e tem revelado até bons atletas na modalidade. A sua aproximação com a capital lhe proporciona condições de intercambio e as simpatias do povo barrense pelo jogo de bola. Se não entrar agora que tem um filho de terra no comando...

04 de julho de 2019

Hoje é o dia 4 de julho de Piripiri

Aniversário do time do seu Luís “Menez”, um cabra danado de bom, elemento de moral ilibada, da vida voltada para a política e o futebol.

Salve ele! 

Meus amigos, hoje é o dia 4 de julho de Piripiri. Aniversário do time do seu Luís  “Menez”, um cabra danado de bom, elemento de moral ilibada, da vida voltada para a política e o futebol. Já foi peladeiro militante e dizendo o Sergil Araújo, seu fiel escudeiro, que ele, Luís,  jogava bem  melhor do  que o seu filho Marden. Mas isto é opinião de torcedor fanático e ainda hoje tem gente afirmando que o Gereba era melhor do que Matintim. Ora bolas... Mas eu quero louvar a representação  piripiriense que tem como assessor especial o cearense Sergil, que já tem até o título de cidadão piripiriense onde mantém suas propriedades, destacando-se o Açude que era do Caldeirão e agora é dele. Mas é de se louvar quem merece ser louvado e nesta data quarta juliana, no meio da semana, como diz o Chico Viana, é dia de se tomar cana. Pela comemoração da data desta terra de João Cláudio, nosso maior fazedor de graça mas não faz de graça. Tem que comemorar o ingresso Mas eu quero é louvar a agremiação esportiva“ 4 de Julho” que disputa certame oficial do Estado desde muito tempo e  algumas vezes,até foi campeão e tão bem soube representou o “Piauí Terra Querida/filha do sol do Equador/ pertence-te  nossa  vida e o nossos amor...E assim sendo, reverendo, como o senhor está vendo a “recíproca é verdadeira” neste prego na chuteira e a federação “braulina” de futebol anuncia o começo do certame  com seis times na série B de bola. São eles: são eles do interior (Picos,Oeiras,Floriano e Campo Maior) e um do “exterior” que é o Timon. Assim sendo será um certame assaz timonizado. Embora ele tenha mais uma cara de intermunipal da APCDEP. Mas fazer o quê?, cada um joga mal ou bem com as bolas que tem porque a vida é um jogo que pode ser de Damas ou de sinuca. Mas é dia de se louvar o time de Piripiri, uma terra maravilhosa. Ela lá e eu aqui. Porque o calendário marca 4 de Julho e em 1987, a agremiação esportiva foi fundada, não sei se pelo seu atual presidente o Luiz Menezes que era um peladeiro  militante e como sempre foi líder queria ser um dono de time. E foi fundado o 4 de Julho  que hoje é o Flamengo dos nascidos em Piripiri, terra muito boa. Ela lá e eu aqui. 

4 de Julho... Esta formação é a atual do time. (Foto: Elias Fontenele/ODIA)

Série B? 

Meus amigos, este povo inventa cada coisa neste futebol de meia tigela que deixa o comprador de ingressos completamente perdido, sem saber o que vai pagar para ver. Agora, inventaram uma tal de série B. De banana. Ou de babaca. Esta série conta com os Picos, Oeiras, Floriano, Timon, Teresina e um Campo Maior. Uma espécie de inter-municipal mirim. Os dois melhores colocados vão para a primeira divisão de profissional. Lá onde tem River, Flamengo, Piauí, Tiradentes, Parnaiba, 4 de Julho e outras datas menos festejadas. E assim, este futegol, de meia tigeja tem a sua série B de bola. Ou  será de bêsta ?

Intermunicipal 

Um campeonato promovido pela Associação dos Cronistas Esportivos do Piauí reunia seleções de futebol do interior e do litoral e revelava valores para o esporte profissional. Era o chamado Torneio Intermunicipal de futebol  da APCDEP. Esperado por gregos e baianos e bastante prestigiado pelo futebol de primeira divisão  que via novos valores para reforço de suas equipes, as chamadas revelações, descobertas de valores do interior  e do litoral porque Parnaíba sempre formou bom time. Mas o “tempo passa” como diz o narrador de futebol pelo rádio e hoje em dia, dona Maria, cadê o Intermunicipal ? Babau...

Hoje é o dia 4 de julho de Piripiri

Aniversário do time do seu Luís “Menez”, um cabra danado de bom, elemento de moral ilibada, da vida voltada para a política e o futebol.

Salve ele! 

Meus amigos, hoje é o dia 4 de julho de Piripiri. Aniversário do time do seu Luís  “Menez”, um cabra danado de bom, elemento de moral ilibada, da vida voltada para a política e o futebol. Já foi peladeiro militante e dizendo o Sergil Araújo, seu fiel escudeiro, que ele, Luís,  jogava bem  melhor do  que o seu filho Marden. Mas isto é opinião de torcedor fanático e ainda hoje tem gente afirmando que o Gereba era melhor do que Matintim. Ora bolas... Mas eu quero louvar a representação  piripiriense que tem como assessor especial o cearense Sergil, que já tem até o título de cidadão piripiriense onde mantém suas propriedades, destacando-se o Açude que era do Caldeirão e agora é dele. Mas é de se louvar quem merece ser louvado e nesta data quarta juliana, no meio da semana, como diz o Chico Viana, é dia de se tomar cana. Pela comemoração da data desta terra de João Cláudio, nosso maior fazedor de graça mas não faz de graça. Tem que comemorar o ingresso Mas eu quero é louvar a agremiação esportiva“ 4 de Julho” que disputa certame oficial do Estado desde muito tempo e  algumas vezes,até foi campeão e tão bem soube representou o “Piauí Terra Querida/filha do sol do Equador/ pertence-te  nossa  vida e o nossos amor...E assim sendo, reverendo, como o senhor está vendo a “recíproca é verdadeira” neste prego na chuteira e a federação “braulina” de futebol anuncia o começo do certame  com seis times na série B de bola. São eles: são eles do interior (Picos,Oeiras,Floriano e Campo Maior) e um do “exterior” que é o Timon. Assim sendo será um certame assaz timonizado. Embora ele tenha mais uma cara de intermunipal da APCDEP. Mas fazer o quê?, cada um joga mal ou bem com as bolas que tem porque a vida é um jogo que pode ser de Damas ou de sinuca. Mas é dia de se louvar o time de Piripiri, uma terra maravilhosa. Ela lá e eu aqui. Porque o calendário marca 4 de Julho e em 1987, a agremiação esportiva foi fundada, não sei se pelo seu atual presidente o Luiz Menezes que era um peladeiro  militante e como sempre foi líder queria ser um dono de time. E foi fundado o 4 de Julho  que hoje é o Flamengo dos nascidos em Piripiri, terra muito boa. Ela lá e eu aqui. 

4 de Julho... Esta formação é a atual do time. (Foto: Elias Fontenele/ODIA)

Série B? 

Meus amigos, este povo inventa cada coisa neste futebol de meia tigela que deixa o comprador de ingressos completamente perdido, sem saber o que vai pagar para ver. Agora, inventaram uma tal de série B. De banana. Ou de babaca. Esta série conta com os Picos, Oeiras, Floriano, Timon, Teresina e um Campo Maior. Uma espécie de inter-municipal mirim. Os dois melhores colocados vão para a primeira divisão de profissional. Lá onde tem River, Flamengo, Piauí, Tiradentes, Parnaiba, 4 de Julho e outras datas menos festejadas. E assim, este futegol, de meia tigeja tem a sua série B de bola. Ou  será de bêsta ?

Intermunicipal 

Um campeonato promovido pela Associação dos Cronistas Esportivos do Piauí reunia seleções de futebol do interior e do litoral e revelava valores para o esporte profissional. Era o chamado Torneio Intermunicipal de futebol  da APCDEP. Esperado por gregos e baianos e bastante prestigiado pelo futebol de primeira divisão  que via novos valores para reforço de suas equipes, as chamadas revelações, descobertas de valores do interior  e do litoral porque Parnaíba sempre formou bom time. Mas o “tempo passa” como diz o narrador de futebol pelo rádio e hoje em dia, dona Maria, cadê o Intermunicipal ? Babau...

03 de julho de 2019

O jogo de bola de casa, o futebol piauiense falido e mal pago

Ontem este escriba foi o único a tratar do assunto “futebol piauiense”, nos jornais desta capital.

 Só eu

Meus amigos, ontem este escriba foi o único a  tratar do assunto “futebol  piauiense”, nos jornais desta capital. Ressalto isto com a maior vibração porque sinto a necessidade de se promover o desporto cabeça de cuia, uma atividade laboral e  esportiva que está se  desmaterializando  e assim  saindo dos nossos usos  e costumes. E futebol é uma riqueza brasileira como é o samba que também se dança no pé. Esta parte do corpo  tão importante que pega até chulé. E nos diários de letras desta capital só o filho de dona Raimunda e João dos Santos, foi que enfocou o pé na bola Cabeça de Cuia piauiense e ainda botando o retrato do Piauizão no tempo em que era Vibrante com seu Reinaldo Ferreira, Alfredo Nunes, Aerton Fernandes, Jaime, seu Itamar e outras figuras de renome que o “alemão” não me deixa  lembrar agora. Porque  o leitor , pega no jornal e corre logo os olhos pra o futebol de sua terra e fica desapontado. Nada de nadica e nem de Sadica. O jogo de bola de casa, o futebol piauiense  falido e  mal pago. Foi-se o  tempo bom dos riverinos, piauilinos , flamenguinhos, tiradentinos, autoesportinos,rionegrinos e dos  filhos de Belchior Barros. E o interior   e o litoral que sempre  botavam gosto  ruim nos times da capital. Eles chegavam despeitados com River, Flamengo e Piauí e quando davam num destes três era a maior glória e quando chegavam em suas cidade, Floriano, Picos  ou até na Parnaíba era uma festa danada. Ganhar de River,, Flamengo ou Piauí era  a maior  vantagem.Surrar  dentro do seu terreiro. Mas o tempo passa e locutores esportivos como Dídimo de Castro, Fernando Mendes, João Eudes Bolinha, José Luis, Pedro Ribeiro, Carlos Said, Moraes Filho, Zé Gomes, Chico Rato, Zé Gato e Manel Galinha. E o cidadão compra um rádio semi-portátil, cheio de botão e novidade e quando vai procurar jogo de  futebol  de sua terra, não tem. Estão é em cadeia  com outras rádios e necas de jogo de bola em casa. Está na hora de acabar com  isso.  E não acabar com o  futebol piauiense. Mesmo porque o nosso senhor governador é um peladeiro militante, não é esses craques todos mas  dá o seu chute na bola, é político esperto e até faz gol quando o Vicente Sobrinho  ou o “Fufica” lhe dão a redonda na boca da área e o juiz , Celso Carvalho, faz que não está vendo  o “off-side” e corre para o centro apitando gol !

Ô tempo bom...

Quando se jogava pelada sadia nos bairros. Esta foto é do Planalto Uruguai quando  a gente ia para lá atrás de voto e jogava bola com a negrada... A gente era  feliz e não  sabia...Eu sou o terceiro , em pé.

Uma coisa boa

Taí um negócio bom para novos e velhos, homens e mulheres. Aconteceu um festival piauiense de  xadrez, coisa inédita e  importante para nossa juventude. Uma competição com alunos de  escolas públicas, quase duzentos (183), sendo a metade de escolas da prefeitura de Teresina. Uma atividade de cabeça que tira o elemento do vicio do celular. Xadrês  só não é bom quando é no nosso rumo e é aquele de grade. Conhecido com o pai da dama, o xadrez é um jogo  que eu  gosto de praticar  quando  vou tomar o suco do seu Abrahão. Com uma vantagem. A gente perdendo na dama para ele, não paga o suco. Eu não ganho uma...

Cadê o Intermunicipal ?

Era uma competição grandiosa  de futebol entre os municípios mais importantes  do Estado do Piauí. Os seus prefeitos  investiam nos selecionados para bem representarem, suas cidades. Era uma  festa para as comunidades  que revelavam seus valores  esportivos, jovens que saiam  para  a capital ou até outros estados. Sem falar nas movimentações sociais que a cidade fazia porque esporte é  uma coisa que faz amizades, que aproxima. Claro que tinha  mutretagem porque o homem é um animal mala sem alça e em tudo ele procura fazer o que não é correto e  triste dos sabidos se não fossem os tolos. Mas fazer o quê? Fazer...

02 de julho de 2019

Sim, irmãos, hoje tem Brasil e Argentina, o maior clássico sul-americano

São dois adversários figadais cada um querendo ser mais.

Hoje tem

Sim, irmãos, hoje tem Brasil e Argentina, o maior clássico sul-americano. Um jogo que é um Fla-Flu no Rio de Janeiro, um Rivengo no Piauí. São dois adversários figadais cada um querendo ser mais.  É a Copa América chegando às finais e logo mais, no Belo Horizonte deste Brasil, o grande duelo de bola de couro número cinco, valendo pela Copa América. Eles lá têm o Messi como menino de ouro e nós estamos sem Neimar. Nem Mar nem rio. O jogão vai ser no Mineirão, depois da novela das nove.  Eles têm o Messi como a gente tinha o Pelé, o Garrincha e agora o Neymar. Vetera, o  argentino é muito  conservado na casca do alho e é tido e havido como muito responsável. Não é como os nossos que se deixam enganar pelas mulheres da vida complicada que alguns dizem que é fácil. E estão aí, as duas maiores forças  do pebol sul-amaricano, Brasil e Argentina, frente a frente, em jogo da Copa América  onde o adversário além de ser bom de bola ainda tem um cara que é chamado do “melhor do mundo”, como no tempo em que a gente tinha o Pelé e ninguém contestava. A nosso favor tem o fato de nosso defesa ser virgem há quatro partidas do certame e desde que começou jogar não perdeu para seu ninguém e espero e Deus e em São Francisco do Canindé que nós vamos dar nos platinos com Messi e tudo. Nosso principal problema foi a papeira que um jogador pegou, o Richarlison que é metedor de gols e pegou essa caxumba não se sabe onde ganhou esta papeira que é doença de menino nordestino e não de jogador de futebol que é mais fácil pegar blenorragia do que caxumba. E o pior é que se o cara não tiver “resguardo”, ela desce para os melindrosos que a parte delicada do ser humano masculino. Ah, meus amigos, futebol é coisa séria, como diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogéa e para tanto é preciso ter cautela porque todo cuidado é pouco e em casa de caboclo, um é pouco dois é bom e três é demais. E os dois gigantes do pebol sul-americano vão se comer na semifinal de hoje, em Belo Horizonte, às nove e meia da noite, metade da quarta que é a semi. O bicho deles é o tal de Messi que já está coroa mas continua danado e a gente continua sem o menino de ouro. ”Nem mar” nem terra. E assim, gentes boas, a bola rola, este escriba não enrola e nem tudo se aprende na escola. E assim sendo, reverendo, parece que maré não está prá peixe pro nosso lado porque até caxumba, catapora, está nos atrapalhando.

A pedidos, Piauizão Vibrante

Time do Piauí em 1985 com Cicero, Sansão,Toreca, Ari, Galote, Raimundo,Catita. Sima, Xavier, Geraldo José, Helio Baiano e o treinador Djalma. Cirilo. O presidente era o João Maguim. Foi campeão com este time. Começava a era do Enxuga-rato.

Mandem

Aviso aos desportistas locais que a coluna está à disposição dos leitores para a divulgação de notícias de seus clubes amadores, inclusive com fotos.  Entreguem na portaria. Divulgar é preciso e ninguém sabe o que o calado quer a propaganda é a alma do negócio. Pode ser até com fotos mas   papel. Não me mandem via celular que eu sou da outra era.O negócio é com papel. Como dinheiro. O esporte citadino anda muito devagar e o vôlei, basquete e o salobol estão muitos parados. E sem se movimentar, o povo está dando para engordar.

Jogos Estudantis

No meu tempo, os jovens praticavam muitos os esportes de quadras e cada colégio tinha sua tradição e seu carisma. Uma rivalidade positiva entre a juventude e dali surgiam os namoros, os relacionamentos por causa do esporte. Os pais acompanhavam os filhos às quadras e viam que era tudo esporte e alegria. Hoje em dia, as competições amadoras foram ficando escassas e as quadras esportivas deixaram de ser utilizadas nas suas finalidades e nossos atletas, dos dois sexos passaram a engordar, aumentando o número de calções e camisas.

26 de junho de 2019

E a bola não rola...

Meus amigos, estamos antes do meio do ano e já terminou para nós o calendário esportivo de futebol profissional.

River, Flamengo e Piauí, os três sobreviventes da capital, descalçaram as chuteiras, aposentaram os  pés e  migraram para as mãos  porque todo mundo foi para o telefone celular. Estão liso mas teclando e todo mundo dando para engordar e muitos deles dando mesmo sem engordar. E tudo “on line”... Ah, minha gente o que vai ser daqui prá frente ? Estamos numa época em que as mulheres tocam fogo nos maridos em plena zona rica da cidade, a leste, como aquele  que ateou  fogo  no consorte, no caso com azar, porque uma  mulher que  incendeia o marido é fogo na roupa. Mas ela já devia haver prevenido o rapaz, cantando  aquela joia da música popular brasileira “pode vir quente que  eu já estou fervendo”.  Eu falo estas coisas mas  é por falta de assunto futebolístico porque sei que pimenta no rabo dos outros é refresco. Mas o que posso  fazer se na área que atuo não cai nenhuma bola e hoje não tem mais nem cartola no futebol piauiense. Tem boné... Já foram os tempos do Portela Nazar, Raimundo Viana,  Dib e José Elias Tajra, Mussa Demes, Rodrigues Filho, Afrânio  Nunes, Pedro Rocha, Mariano Mendes, Aerton Fernandes, Ciro Nogueira, o pai, o filho e o Espírito Santo. Seu Itamar. Amem o Jesus Tajra. E os prefeitos do interior que botavam times  na capital, sem fim “comercial” usando “Carboreto” como energia para se correr em “campo maior” do que o de lá e era  aquela euforia quando  chegavam em Teresina aqueles torcedores alegres cantando “ eu vim de Piripiri ! Eu vim de Piripiri !” Ah, gentes boas, o tempo passa, como dizem os bons  irradiadores de jogo  como Fernando Mendes, Dídimo de Castro, José Lula, Lino, Odílio Teixeira e outros  e  o nosso mestre carcamano, Carlos Said, o homem do “ai e do ui”, um magro de aço inoxidável. Mas a bola rola e este amigo de você não  enrola e uma merenda  boa mesmo é pasteis de Maria Divina com coca-cola.  E sendo assim  vamos saudar  o time  do  Solução que foi o grande campeão  do certame de futebol de salão, certame organizado pelo Sindicato de classe que é presidido pelo Arimatéa que tem dado bons “Passos” para o esporte da categoria e se a falta de esporte nos bancários era um  sério problema chegou agora o “Solução”   e foi  o merecido campeão no futebol de salão.

Um trio da pesada

Comunicador Ronaldo Sá, o oficial PM, Sá Júnior e o Zé Fernandes que não é Sá mas é “rará” do Saci. Os dois estão sendo “diplomados” e retratados. Foro do meu arquivo.

Eis o Solução... 

Taí. Chegou o Solução. Campeão de futebol de salão. Deu em todo mundo no campeonato dos bancários  onde tem muita gente que em vez de correr vive AABB. O certame foi realizado na bela séde social da nossa entidade, local onde os bancários não só vivem a beber como a jogar, a correr, a comer. Sob a presidência de um cidadão que dizem ser Cortez... Pelo menos, comigo ele não é porque nem fala. Mas deixa isto para lá e vamos saudar o campeão que foi o Solução. De futebol de salão. Acabou o problema do futebol de salão. Chegou o Solução. Saravá, irmão !

Bola a cesta 

Um esporte amador que deveria ter muita aceitação pela juventude piauiense é o basquetebol. Uma atividade física que melhora no crescimento da pessoa, ajeita a coluna, apruma o pescoço e ajeita o balanceado do corpo. Do esqueleto. O basquetebol é um esporte  pouco utilizado pelo piauiense porque aqui,  o povo se acha muito  baixo para jogar  bola á cesta. E se não jogam á cesta, faça ideia nos outros dias, no domingo, segunda, terça, quarta e quinta e sábado. E assim sendo, caro Rozendo, o jogo de bola ao cesto é o esporte ideal para o teresinense.

19 de junho de 2019

Neymar, uma das figuras mais visadas e invejadas do Brasil

também deve ser invejado pelo mundo todo porque os caras só vivem querendo pegá-lo.

A inveja

A filósofa tupiniquim Maria da Inglaterra diz na sua inocente sabedoria que a “inveja ainda mata um diabo”. E de fato, os olhos grandes são nocivos também aos seus donos porque há um revertério quando se joga uma praga numa pessoa. Uma das figura mais visadas e invejadas neste país tropical é o nosso menino de ouro Neymar. E também deve ser invejado pelo mundo todo porque os caras só vivem querendo pegá-lo. Tirar da jogada. As mulheres pelas mãos e os homens pelos pés. De preferência, pelo pé de apoio. Agora bloquearam as mansões de praia que o rapaz comprou com o suor do seu corpo no jogo de bola argentina. Dizem que ele é um fino sonegador de impostos e tem bens que nem prestam e ele como é um Neymar bom filho bota a culpa no pai que cuida dos seus bens. Agora mesmo, nosso menino de ouro, atravessa uma fase desgraçada porque se meteu com uma mulherada mala e esta última “Maria Chuteira” botou nele como São Jorge botou no dragão. Com gôsto de gás. Mas o galho maior não é do negócio de estrupo que a “Maria Chuteira a tal de modelo, botou para cima dele. O grande problema é a sonegação de imposto de renda, drible no Leão, bola entre as pernas, banho de cuia e outras firulas mais. Andando está caxingando da perna com lesão no tornozelo. O menino de ouro de nosso pebol, atravessa uma fase desgraçada dando a impressão de que recebeu uma praga de madrinha. E o Neymar está sofrendo uma marcação cerrada pela dona Justiça e suas belas e luxuosas mansões de praia estão sendo bloqueadas. O cuidador das coisas do craque é o pai dele mas parece que ele não cuida muito bem não porque a Receita está botando no filho dele como a vaca botou no mestre Alfredo. E ainda tem a bronca policial deste negócio de “estrupro”. É muita bronca para “um garoto que como eu, amava os Beatles e os Rollings Stones”.....Tudo isso é olho grande, a inveja que matou Caim...

Elias Fontinele/O DIA

No palanque de Freitas Neto...

Nos anos oitenta, Dídimo falava, Freitas Neto escutava. Era campanha para vereador em comício no bairro São João. O famoso Macacal onde mora o Alan do estacionamento.

Sinal dos tempos...

Rapaz, o caso é sério. Elas estão tomando conta do mundo vasto mundo se eu me chamasse Raimundo seria uma rima e não uma solução de bateria. Até nos jornais, a gente nota o avanço das mulheres, principalmente nos setor esportivo onde elas metem os peitos deixando os homens para trás. Nosso Pelé agora, Marta, camisa dez nos peitos fartos. A televisáo nos mostra nova cara do futebol mundial, futebol não é mais jogo para macho, agora o buraco ficou mais embaixo.. E qualquer dúvida o VAR aponta... Este VAR funciona como um agente secreto, um cagoeta que veio tirar o mistério do futebol. Um VAR gabundo... 

Mulheres brutas

No jogo Brasil e Itália, meninos, eu vi. As mulheres estão jogando mais do que os homens, desmentindo aquele adágio de que futebol de homem para homem, relaxo dito pelos machistas nos campos suburbanos quando a pua cantava nas canelas da negrada. O sexo feminino assimilou e adotou o futebol de uma maneira espetacular fazendo coisas com a bola que até Deus duvida. E também na arbitragem dasd partidas as fêmeas nos surpreendem de maneira positiva apitando com mais moral do que os homens. Acabada de uma vez por todas a história de que futebol é para homem. Foi para homem. Agora ele unixsex.

13 de junho de 2019

Leandro Campos diz que o momento é de pensar o futebol piauiense

Eu diria que o momento não é nem de pensar. É de dispensar. Sim porque manter time significa despesa

Um filósofo...

Meus amigos, pensar é dar tratos à bola e isto combina com futebol que é jogo de bola. O treinador. Se não me engano, gaúcho, Leandro Campos disse que “o momento é de pensar o que vive o futebol piauiense’. Eu diria que o momento não é nem de pensar. É de  dispensar. Sim porque manter time significa despesa de uma família grande que come, veste, adoece, a despesa cresce e sem ajuda de INPS. Dizia, filósofo riverino V-8 que diretor de time de futebol profissional gasta mais dinheiro com homem do que com mulher da Bete Cuscuz. O diretor aqui referido é aquele que tem grana, não é o liso como tem muitos por aí e por aqui. Porque futebol é como política. O cara quer entrar só para ganhar que ninguém gosta de perder. Até quem perde peso, quer é ganhar boniteza. Mas a bola rola, este escriba não enrola e bebida que vicia é coca-cola. Mas o Leandro que é experiente nos Campos gaúchos e elíseos “aguiar” diz que é hora de pensar o que vive o nosso futebol. Uma direta para o atual presidente nossa Federação que assumiu o cargo em  vista do prematuro falecimento de Cesarino Oliveira. Está ouvindo, seu Carcará? O momento é de pensar, não é de treinar nem de jogar. Pensar. Diz o povo que “todo que é penso é torto” mas o caso aí é de cabeça, não é de posição. Penso eu. Mas o gaúcho está certo, Carlos Alberto e o nosso presidente federacionista tem que pensar e repensar porque futebol é coisa séria como diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea, o Vei. O momento é de reflexão, botar os pés no chão botar jogo no Albertão. Mas com que roupa? Nossos  três clubes chamados grandes, cá da capital, estão falidos e mal pagos e não se vê nenhum plano B nem Z. A esperança de nosso bola no pé profissional era a agremiação altina que ficou só  gravada na retina porque na sua “trajetória dos noventa” teve mais baixos do que Altos, embora as más línguas, os despeitados de Sousa, digam que o objetivo dele foi atingido que era a sua eleição, do Warton presidente para deputado estadual. O clube não foi campeão do estado mas o seu presidente é um deputado estadual e qual é o pó? Há algum problema da oposição? Rapaz, o futebol sempre esteve caminhando paralelo à política partidária e aqui mesmo em Teresina, nesta  cidade menina, Rodrigues Filho, Afrânio Nunes, Adolfo, Renato BG, Garrincha e outros menos votados, se elegeram com votos deste esporte popular. Mas falava eu do “filósofo” dos pampas Leandro Campos e de sua frase sábia sobre o andamento do nosso esporte mais usado. Momento de pensar. De meditar. Vamos então se juntar, dirigentes, imprensa, torcidas e polícia militar. Fazer um seminário. Para pensar. E esperar no que vai dar.

Ele é o bom

Antonio Marcos de Oliveira, 59 anos nos couros, dá show de ciclismo nas competições e vai participar desta sétima edição da prova Picos Pro Race. É o chamado “vei macho”.

Nos Picos

Na terra de Miolinho a maior prova de MTB do Piauí vai juntar mais de 800 ciclistas desta terra e alguns de estados vizinhos. Lá nos Picos, a cidade do Mel e do Miolinho. A competição é denominada de Picos pro Race e só vai quem tem raça mesmo porque não é mole com aquele calor que em lá. A competição acontece nos dias 6 e 7 de Julho e tem os percursos de 20, 45 e 90 quilômetros e só vai quem tem sangue no olho. Alguns ciclistas de Teresina estão se enxerindo para ir lá. Eles estão pensando que é moleza. Lá é muito mais quente do que aqui.

Anibal no Flu

Uma pessoa que tem nome no futebol piauiense, este Anibal Cara de Anjo. Ex-atleta. Era daqueles bons de bola e deixou seu nome nos anais deste futebol. Era meia-armador mas fazia seus gols ao lado de Cacá e Rui Lima. Ele agora pegou o Fluminense do Belchior e  começando pelos meninos do sub 19 e já foi campeão tem viagem garantindo para Copa São Paulo, na categoria. Anibal quer formar uma equipe só de menino bom de bola daqui de Teresina e para nisto pretende pegar a meninada da periferia e de cidades vizinhas. Nós temos muito menino bom de bola. 

11 de junho de 2019

Este ano não foi nada de promissor para o nosso futebol profissional

Tivemos dois representantes nas competições nacionais e as duas agremiações não conseguiram muita coisa não e hoje ambas estão eliminadas e mal pagas

Nem tico nem taco

Gentes boas, este ano não foi nada de promissor para o nosso futebol profissional. Tivemos dois representantes nas competições nacionais e as duas agremiações não conseguiram muita coisa não e hoje ambas estão eliminadas e mal pagas. Altos, o caçula que era nosso menino de ouro foi eliminado da série D, uma quarta divisão do futebol  brasileiro e o River, nosso Galo de tantas belas histórias ficou fora da série D de dado do certame nacional. Nem um nem outro, nem mel nem cabaça e o tempo passa, como diz o narrador de futebol João Eudes, Bolinha, um cabra que veio lá da terrinha de José de Alencar. E agora, o nosso jogo de bola profissional fica assim sem nenhum ter mais nem um  representante no cenário esportivo verde -amarelo porque foi tudo eliminado. Zerado. Nem Altos nem Baixos. Se vivo estivesse, o Deoclécio Dantas diria para o controlista de som da Rádio Pioneira, Chico Paulo que era uma lástima. Numa terra onde o River era o eterno-campeão e uma vez Flamengo, sempre Flamengo num Piauizão Vibrante que “enxugou o rato”. Mas a vida passa e muita gente acha a Graça, inclusive Carivaldo, meu cunhado. E a bola rola, este escriba não enrola e saco pequeno é sacola. E a esta altura dos acontecimentos, nosso esporte bretão, o futebol piauiense está fora das competições nacionais em pleno mês das fogueiras. No meio do ano. Despachado. Eliminado. Fazer o quê, agora, minha senhora? Dois times com bons planteis, atletas profissionais de outros estados, cada um com suas vidas familiares dependendo do jogo de bola. É um caso sério. E como ciganos, eles voltam às suas origens e a vida continua, o tempo passa como diz o narrador esportivo na “trajetória dos noventa”. E eu mesmo já estou nesta   “trajetória” que o Dídimo de Castro tanto fala na Rádio Pìoneira e o Carlos Said confirma dizendo ai e ui. Mas nosso desporto maior ficou muito menor porque sumiram os times de Campo Maior, o Comercial e o Caiçara, de Floriano, de Picos e até de Piripiri de Luís “Menez”, até hoje, um jogador de bola. A crise que assola esta nação alcançou o futebol em cheio e o resultado está demonstrado no dia a dia, no rame-rame, como diz o saudoso coronel Miranda. Mas não adianta chorar, lamentar o que passou porque a bola rola e este amigo de vocês não enrola e quem não tem mala usa sacola.. E vamos para frente que atras vem gente com fungado quente.

Altos x Bragantino

Elias Fontinele/O DIA

Para um placar de 1x0 para nosso time dos Altos que nem adiantou nada porque a equipe foi eliminada de sua série D de dada. Nosso derradeiro representante no futebol brasileiro saiu vencido e mal pago, coitado. Mas tem nada não, valeu o esforçado deste desportista Warton Lacerda.

Galo

Fora do seu terreiro, o Galo não conseguiu se manter na segunda fase da serie D de dado do certame nacional. Uma pena porque era nossa voz no certame nacional, Teresina com filho único. Mas não deu, Bartolomeu. O Galo foi eliminado pelo Bragantino do Pará e lá foi parar sua carreira. Não se deu bem em Belém. Do Pará. Do Assai e do tacaca Resende. E assim caminha a humanidade e nosso Galo não teve a felicidade de se manter na série D. Apesar do esforço do seu presidente, um indivíduo competente, gente muito boa, gente da gente. E fica Teresina, esta cidade menina, sem o seu representante nesta competição oficial nacional e coisa e  tal.

O outro

O Piauí teve dois clubes disputando o certame nacional de clubes de futebol profissional nesta era. River e Altos. Dois sobreviventes da atual situação caótica. Esclareço que caótica não é a ótica do Cal, aquele da Pé dois. E uma situação. Mas aonde estão os clubes do Piauí, capital e do interior e até do litoral, perguntarão os meus leitores sempre ávidos por notícias de nosso jogo da bola. Eles estão em compasso de espera. Todos sabemos que o mar não esta para peixe e tem gente comendo gato assado pensando que é cachorro quente. E tem velha dizendo que ainda é virgem para enganar a gente. Uma outro dia, lá no Macacal uma me disse que era Antônia e fui examinar era Vicente.