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Notícias Garrincha

20 de agosto de 2019

A FFP vai fazer um campeonato de 2ª divisão profissional

Quem é de fora, vai ficar admirado com o nosso estado de necessidade de profissionalismo numa segunda divisão.

Um mini inter...

Meus amigos, a federação de futebol Piauí, terra querida, vai fazer um campeonato de segunda divisão profissional.  Quem é de fora, vai ficar admirado com o nosso estado de necessidade de profissionalismo numa segunda divisão. Façam ideia na primeira... E assim a bola rola e a mentora resolveu dar mais um tempo para os cartolas do interior darem grau nos campos de jogo e não deixarem os bodes e o gado ficarem comendo capim dentro de Campo Maior ou menor, em Campo Largo ou em Campinas do Piauí. “Sir Brouwm Carcará Pega Mata e Come” mandou abrir os prazos para as inscrições dos que quiserem entrar na segunda divisão e botarem seus campos. Porque um time que tem campo tem mais moral e uma equipe sem estádio é um homem sem mulher, uma mulher sem marido é um político sem assessor. E “cem” votos... Tem município até com Campo Largo. E assim sendo, Chico Rosendo, o presidente da mentora resolveu dar mais um tempo para os homens do interior ajeitarem seus campos, principalmente no setor “segurança” que é a parte mais vulnerável nos estádios de futebol. Segurança não só para quem vai para dentro de campo, mas principalmente quem está fora dele e pagou ingresso para ver um espetáculo como quem vai a um cinema ou a um circo.  E aí tem que ter algumas coisas que encarecem o espetáculo, os chamados custos. E quem vai pagar tudo isto é o torcedor, comprando o seu ingresso. E assim, a bola rola, este amigo de vocês não enrola e quem não tem saco vai de sacola. Quem não tem chapa vai de Chapola que foi segurança do Temístocles Filho quando ele ainda era vereador e jogava no PMDBola e fazia ala com Robércio Maratoan e Zé Nilton. Mas o tempo passa e agora  a mentora de nosso  futebol  estendeu o prazo para quem quiser botar o seu time na segunda divisão e se avexar porque vai ser até  sexta-feira, 23, para fazer  a devida entrega dos documentos dos atletas e é bom ir fazendo logo porque este povo tem a mania de deixar  tudo para a última hora, ô povo descansado, meu Deus !Assim  sendo  Chico Rosendo, vamos  se  ajeitando para esta segunda divisão que é um  “inter-municipal de luxo” e tendo como  participante de honra uma equipe de nosso vizinho estado Maranhão, Timon, unida de Teresina, pelo rio Parnaíba, o Velho Monge. O time de Timon vai ser o “bicho” deste campeonato e dizem que sua mascote vai ser uma “Leitoa” e os seus jogos serão gravados “in videu” por conta do Paulo Guimarães e mostrados para o Brasil e o mundo. Serão cinco os participantes e nem um de Teresina porque acabou aquele tempo de Rio Negro de Firmino pai, Artístico de Zé Palitó, Fluminense de Belchior, Auto Esporte de Bibio e João Goleiro. E assim, o tempo passa, como dizia Fernando Mendes irradiando jogo pela Difusora com comentários de William Carvalho, o Bibiu e reportagem de pista de Odílio Teixeira. Mas como eu dizia, esta segundinha divisão da federação será um “mini inter” de luxo com participação especial do nosso vizinho Maranhão, representado pela terra de Napoleão. Que não é aquele da federação e não é mais vivo, não.

Um time, uma seleção...

Não sei qual foi o ano desta “seleção” alvinegra, de Manga, o goleiro, Nilton Santos, Garrincha, Didi, Zagalo, Quarentinha, Pampoline, só craque de bola no Glorioso da Estrela Solitária...

 Os lírios dos campos...

O saudável  presidente  da  Federação Piauiense de  Futebol, Robert Brouw Carcará Pega e Come, anda pelos estádios  do Piauí para ele mesmo ver de perto  e contar de certo, as situações  dos campos, como gramado, acomodações para o público e até os  sanitários porque é em jogo de futebol que o cabra se aperreia para  fazer  as suas  necessidades fisiológicas. A hora do “faro”. E uma coisa muito importante e que nunca tem é aquele material limpo e enrugadinho que executa uma bonita função, um grande papel no seio da nossa sociedade que é o papel higiênico. Erradamente substituído pelo jornal que pode ser do Piauí ou do Meio Norte, Dia ou noite. Pois o seu Brouwn andava vistoriando os campos e um repórter novato lhe perguntou se ele ia aos Campos Elizeus e ele estranhou:- Qual é o campo do Elizeu, menino?

Flu desistiu

Foi com tristeza que eu soube que o Fluminense do saudoso Belchior Barros não vai participar do campeonato de acesso a primeira divisão deste campeonato. Não sei qual dos filhos de Belchior Barros ficou com o saco de material do clube tricolor. Se foi o Meroca ou o Vicente ou o Mandim. Clube de tradição no nosso jogo de bola, nunca teve ambição de ser campeão e sempre disputava a lanterna com Rio Negro, artístico ou Auto Esporte. O saudoso Belccior se foi, mas seus “meninos” Nilton, Maninho, Vicente, Meroca, Aquilles e até as meninas gostavam do tricolor do pai.  A ausência do Fluminense no futebol piauiense será sentida.

Vamos correr

Para quem gosta de se mexer e de correr vem aí a quinta corrida da Unimed: de 2,5 e 10 quilômetros e os participantes já têm uma grande vantagem que é a assistência médica em cima da hora. São as seguintes as categorias dos “pés ligeiros”: Médicos, cooperados ou colaboradores. Eu não entendi estes “cooperados”. Foram operados e vão correr? Como é moda agora, pode se inscrever “on line”, no site da Unimed e nas categorias masculina e feminina, médicos cooperados e colaboradores nas modalidades masculina e feminina. O regulamento não estabelece o porte de telefone celular, o melhor amigo do homem. Aos participantes haverá amplo atendimento médico.

19 de agosto de 2019

Timon é nossa

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição deste final de semana no Jornal O Dia.

Timon é nossa

Meus amigos, as relações de amizade entre teresinenses  e timoneiros são muito grandes. Os meninos de lá vem estudar aqui e os daqui vão prá lá, só pescar.  Os jovens de lá, estudam  aqui, se formam  e até entram para o Banco do Brasil de cá como o Gil Alves dos Santos e o Melquiseque Viana. E ainda estudam, pescam  e se bacharelizam  para   endireitar as coisas. È onde eles fazem  tudo Direito. São os advogados. E até nos mistérios da Umbanda, de banda em Timon nos ajuda porque os  seus terreiros são mais  acreditados do que os do Piauí e tem gente que sai daqui para encomendar despacho lá na terra do Paulo Guimarães, o filho do Napoleão que era  um riverino  doente indo e voltando. E era de canoa. Agora para estreitar mais ainda os laços de  amizade entre os dois municípios ligados pelo “Velho Monge” eis que a cidade vizinha, através de desportistas  vem para nosso campeonato, aderindo ao futebol nosso de cada dia, participando  do certame piauiense  como convidada  de honra e isto é uma demonstração da larga visão do atual presidente da mentora, Robert  Brauw Carcará,de Barras, sucessor de Cesarino Oliveira que nos deixou prematuramente. Pois o campeonato do Piauí é inter-estadual.Ele terá a participação de uma  equipe do Maranhão e isto eu nunca vi porque no “Ceará não tem disso não”. Tem um técnico de nome, pelo menos, grande que é o Marcão. Já vem trazendo até gente de fora, esse pessoal da Paraiba, Pernambuco, Ceará,os chamados ciganos do futebol. E com a possibilidade de trazer uma torcida nova que seria a dos maranhenses, comandado pelo Chico Leitoa,  líder politico da região. E assim, o futebol piauiense  ganha um grande reforço  que vem  do outro lado do rio Parnaíba  tornando a nossa “Trizidela” mais perto do coração. Eu mesmo acho que é uma boa esta teresinação de Timon através  do jo-  go de bola argentina. Novas caras nos estádios e mais um time para fazer parte de nosso certame oficial.Quem vai sentir um pouco é o River porque os timonenses  são quase todos  riverinos como o Napoleão Guimarães e Gil Alves dos Santos e o Melquiseque Viana. E bola prá frente e vamos esperar a vinda da onzena de Timon para o certame piauiense. Será mais uma atração para o nosso jogo de bola  profissional. Quanto mais cabra mais cabrito. E Timon é nossa e o boi não lambe.

Sara e Pamela

Nossa menina de ouro sendo  entrevistada pela Pâmela. Estrela na sua categoria, sempre representou bem o Piaui e o Brasil  na sua modalidade. Cada  uma é bamba na sua função.

No litoral

A passagem o presidente da república, o Jair Messias  Bolsonaro , pela Parnaíba foi   muito comentada e prefeito Francisco  de Assis Moraes Siouza,o  Mão Santa, lavou a burra na popularidade. Bola cheia para a terra de Mário Boi que anda devagar no  futebol mas que na politica marcou gol de placa. Espero que o futebol também, seja uma das metas de “Mão” porque Parnaíba sempre foi boa de bola no pé e só perdia para a capital Teresina  e olhe lá, muito cuidado e de  olho na arbitragem... O Mão Santa  agora está pensando em trazer prá Parnaiba  o “ Bill Clinton”...

Mais uma

Esse Giuliano Ramos é cão. O cabra é bom no seu metier. Treinador de handbol,  o jogo de bola com as mãos, este rapaz  vem conduzindo  o Piauí com  muita competência nas disputas  esportivas da modalidade e só  indo e trazendo medalhas. Agora ele vai levar atletas de 12 a 14 anos para  as Alagoas, no Maceió, jogo de seleções e  só tem um menino “de fora” que é o Vitor Pernambucano, cabra  bom mesmo. Uma pena  que o nosso principal  ginásio esportivo seja uma casa tão fechada para os desportos de nossa juventude e não tenha ainda amadurecido. Está sempre Verdão.

15 de agosto de 2019

Barra antipânica

Confira o texto publicado na coluna Prego na chuteira na edição desta quinta-feira (15) no Jornal O Dia.

Meus amigos, a gente é morrendo e aprendendo. Pois não é que agora inventaram uma tal de “barra antipânica” nas saídas dos estádios de fute-bol? Pois é, o avanço da tecnologia, uma barra para evitar que o povo se apavore, fique doido correndo para lá e para cá. As tais de barras já foram compradas na era Carcará e como ele é daquelas bandas, as barras contra o pânico devem ter sido adquiridas em Barras de Maratoan por um preço camarada. E elas serão instaladas no campo da capital e das prefeituras. É um negócio de engenharia, a barra antipânica na saída de emergência. Eu acho que ela liga um serviço de som com uma voz mandando o povo ter calma. Diz a nota que as barras já foram compradas. Favor não confundir “barras antipânico” com Barras de Maratoan. Coincidentemente, coube a um filho de Barras de Maratoan, Braun Carcará,mandar instalar nos vários campos de futebol sob a chefia da federação. Uma comissão gorda já foi criada para visitar os campos do interior. Picos, Helvídio Nunes, a primeira praça de esportes a ser vistoriada porque é lá que vai ter o primeiro jogo, o pontapé inicial do certame e com certeza deve ser dado pelo prefeito. Como manda o bom senso. Primo do Lato Senso. Mas o maior problema dos donos de campos é o tal de “laudo”, documento que a CBD exige para que haja jogo de bola profissional. E esses laudos são quatro a saber: o da Segurança,o da Vigilância Sanitária, o da Engenharia e o do Corpo de Bombeiros. Esse aí é que é fogo. Dizem que é o mais complicado porque é quente e eles botam é fervendo. Mas amigos, as cidades do interior do Estado que botaram time no campeonato estão todas de parabéns porque seus prefeitos mostraram espíritos esportivos e time nenhum vai para frente se não tiver ajuda municipal. Digo isso porque já fiz muito torneio “inter-municipal”. E o esporte, por sua vez, divulga a cidade e dá orgulho aos seus habitantes, pagadores de impostos principalmente, aos eleitores. E assim a bola rola, este escriba não enrola e merenda boa é pastel de dona Maria Divina com coca-cola. Mas as barras já foram encomendas porque todo campo de futebol oficial vai ter que ter umas barras “anti-medo” nos portões dos estádios. Isso vai ajudar aqueles torcedores frouxos que ficam se tremendo por qualquer briguinha nas gerais. E assim, a segurança é fundamental neste nosso tempo onde nem o seguro está morrendo mais de velho do que se coração.

Lembrando Gilberto... 

Nesta foto recordação vemos Tomaz Teixeira,Dionisio da Ponte,Carlos Augusto, Pedro Alcântara, um cabeludo e o Cavalcante. Em pé, Gilberto Melo de saudosa memória. Eram cabeludos...

Uma segunda 

A federação brauliana de futebol anuncia um campeonato B de futebol. Espero que seja B de bom e não B de .... deixa para lá. Mas vamos que vamos e lá nas Oeiras o povo  já está se “influindo” para o jogo que neste ano, a primeira capital quer repetir os seus bons tempos de Juarez Tapety. Quando o futebol era saboroso, na casca e no Miolinho. Neste certame tem também uma agremiação de nosso vizinho estado do Maranhão que é Timon de Chico Leitoa. Portanto, uma grande atração e com participação dos conterrâneos do doutor Gil Alves dos Santos.

Só Cinco... 

Acho muito pouco o número de clubes de futebol série B de bola para a disputa do certame estadual. Só cinco, os dedos da mão. Um certame mini intermunicipal, porque tem inscritos quatro municípios do Piauí e um do Maranhão, que é o nosso vizinho, o Timon City de Chico Leitoa. É um inter de luxo com Campo Maior, Floriano, Oeiras, Picos e um convidado interestadual que é Timon. Mas como dizia aquele comentarista que não se pode fazer “prognóstico antecipado”, vamos esperar prá ver o que vai dar. Ou quem vai dar. Às vezes quando a gente menos espera...

14 de agosto de 2019

Do fundo do baú: confira foto do time do Tonho da Padaria da Vila Operária

Confira o texto publicado na coluna Prego na chuteira na edição desta quarta-feira (14) no Jornal O Dia.

Falha Nossa

Inicialmente nossas desculpas pelo gol contra de ontem quando anunciamos a imagem de Carcará e saiu a de outro cidadão até simpático.  Mas a bola rola e mostramos hoje um time de nove, lá da Vila Operária, no tempo do foto Matos, quando o Matintim era adolescente e  o Xerife era coroinha da igreja. No tempo do  Quincas  Chevrolet  jogando no River com Ventura e com  Vilmar. Hoje a foto  é de uma equipe lá da Vila e só com nove  porque dois  tinham saído para ir  fazer xixis. Nela  vemos figuras que ainda hoje andam por lá, como o  professor Raimundo e João Cheiroso.  O dono do time  era o seu Tonho, dono de uma padaria e também da bola, dai a razão de ser o titular da ponta esquerda. Vejam como o Xerife era esbelto e não tinha  a barriga que tem hoje. Naquele tempo, o charme no retrato era quem estava em pé, cruzar os  dois braços, quem estava acocorado ficava de banda e o goleiro botava a mão no chão. Era  o tempo  bom da Vila Operária quando o  famoso Cojuba pontificava como o seu melhor dançarino e dava  show no Pingo D'água fazendo a parceira   rodopiar no salão, com a saia levantando e a negrada  brechando as coxas da morena e dizendo: Salve a Bahia , Senhor ! Ah, gentes boas. O tempo passa como diz o Pequeno Polegar e a gente vai indo de encontro na “trajetória dos noventa”, onde o Carlos Said, Pedro Mendes Ribeiro, Ilton Lemos  e seu Abrahão do Suco já chegaram. Lamentamos  que hoje a nossa juventude não esteja  muito ligada ao esporte  e que os campos e quadras não sejam  tão procurados  como eram no nosso tempo. Até mesmo na praia, a  ausência da bola é  notada. A bola está  perdendo de dez a zero  para o celular. E a lei de ”causa e efeito” é implacável. E  registra  isso no buraco  do cinturão. De repente, você aumentou uns dois “dígitos”  e a mulher até ironiza: - Só quer comer isso... nem liga mais para “aquilo”... Ah, amigos, o caso é sério e é por isto que casamento requer o batistério, seu Climério. Portanto, caro leitorado dos três sexos, vamos ter cuidado com nossa alimentação caseira e na rua não coma “besteira”. A não ser que seja “alguma coisa de sal”, mas muito cuidado porque “tudo demais é veneno”. Até o sal. Que pode ser  “sal amargo” ou o  conhecido sal de  cozinha.Sim, mas ontem  quem saiu na foi da coluna não foi o  Carcará. E hoje estamos  reparando a nossa falha  botando o retrato do filho de Barras de Maratoan  que tem este sobrenome de uma  ave carnívora, um pássaro malvado, inimigo do Gavião, o nosso Carcará. Uma leitora que me pediu não revelar seu nome me telefonou dizendo que eu estava era adulando o Brounw  porque ele  não era tão bonito assim... Já o Zé das Calças Arriadas me ligou dizendo que eu estava era puxando  o saco do Carcará. E assim a  bola rola e este amigo de vocês não enrola... 

Só nove... 

A foto era para sair com os onze jogadores mas dois foram fazer xixi e o fotógrafo tinha pressa porque tinha deixado a mulher sozinha em casa...Bateu a foto com os que estavam lá. Time do seu Tonho da Padaria da Vila Operária, onde o Capitão era o Xerife, esse mais alto. Pela ordem: Professor Raimundo, João Cheiroso, Xerife, Tavares e o falecido Mano. Agachados: Netão, Marroco, Dozinho, Padeiro e Xuxa. Qual o ano ? 1993.

Sub 17 

Nesta época em que os meninos começam a engrossar a fala, o River quase perdia para os meninos dos Altos e conseguiu um 2 a 2  suado e jogando em casa, no Lindolfinho, neste final de semana. O treinador João Vitor não gostou do resultado e acha que foi uma derrota, o seu time deixar empatar e ainda tendo  um jogador a mais  durante o segundo tempo  e não  serviu de nada esta  “ajuda do juiz”... Jogando dentro de casa e com uma razoável torcida, o resultado obtido não deixou os riverinos  satisfeitos de e jeito nenhum porque  River é River. Este certame tem a participação de  nove  times e está sendo bem prestigiado pelos torcedores do Galo Carijó que querem ver o Galo cantar em qualquer terreiro.

Parabéns! 

Aos componentes da equipe  universitária de  Handebol masculino do Piauí  que fizeram bonito nas Alagoas, em Maceió, dando em todo mundo e  acabando com a foba do povo de Pernambuco vencendo eles de 36 a 32. O nosso handbol é o bi-campeão em Jogos deste tipo. Os  universitários com os pés não, mas com as mãos nós somos “guabis”, tanto no jogo de homens como esporte de mulheres. O povo lá de outros estados   já entram  sugestionados em campo quando jogam  contra o Piauí e o “hand” é jogo onde se utiliza mais as mãos. E sabem por que ?  Porque eles dizem que o Piauí tem “Mão Santa”... Já o nosso   futsal não logrou êxito. Nossos atletas universitários reclamaram que a bola estava muito pesada.

13 de agosto de 2019

Justificando minha ausência na festa da FFP em Barras

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta terça-feira (13) no Jornal O Dia.

Nas Barras

Inicialmente  justifico a minha ausência  na festa de Barras, nesta sábado passado, quando a FPD realizou evento festivo entre Seleção Master da Federação contra Seleção Barrense uma vez que estava nas praias parnaibanas. Deve ter sido "paidegua" a festa na terra do Carcará que pega mata a e come.Ele, o presidente, redondo que só a bola  fazendo gol de letra e  correndo para   o abraço  do galera. Depois deve ter sido aquele comes e bebes  que só  eles , barrenses  sabem oferecer. E neste dia, até eu  seria homenageado  pela mentora. Aqui, justifico a minha ausência  por não ter tido conhecimento antecipado mas  agradeço a lembrança pelo reconhecimento dos nosso trabalhos aqui no jornal do Valmir. E a renovação de estima e elevado apreço muito mais do que mereço e informo que estou no mesmo endereço. E assim sendo, reverendo,  a bola rola, este escriba não enrola e samba e futebol não se aprende em escola, embora no Rio de Janeiro om pau que rola é “escola de samba” e “escolinhas” de bairros. Mas agradeço a lembrança de  Robert Brown Carcará da Silva, da Federação Piauiense de Futebol. Eu estava Luis Correia, um final de semana praiano onde constatei  uma coisa que me deixou bastante triste, cabisbundo e meditabaixo. O desamor  de nossa juventude pelo esporte, pelo jogo de bola e a amigação, o apaixonamento pelo  telefone celular, hoje o melhor amigo do homem, num profundo desamor e  cabal desprezo ao cachorro milenarmente conhecido como o mais fiel companheiro do ser humano. Meus amigos, o caso é sério  e merece  um estudo profundo por esta mudança de comportamento humano e canino. Constatei, recentemente. lá nas praias  parnaibanas. Ninguém leva mais s seu cãozinho  de estimação para passear. Para o bichinho fazer seu cocozinho lá fora e não na sala de jantar. Não  existe mais  aquele “  velha intimidade’. Agora  é o celular o dono do pedaço e “aí e ui”. E assim a vida passa e nós vamos passando também.  Uns passam até  fome mas estão com televisão ligada vendo a Ana Maria  Braga de luvas prêtas fazendo  e comendo brigadeiros e outros menos  graduados na praça que não é nossa. E lá nas Barras teve jogo de futebol entre os “amigos dele” e os veteranos de Barras, tudo gente  de  casa, numa confraternização arretada sem  preocupação de placar e sem ninguém dar porrada em ninguém e  muitos evitando dar cabeçadas para não furar a bola. E assim foi a festa da Carcará  na  sua terra natal, Barras de Maratoan.Aproveito pra agradecer o convite onde  está  escrito “ Vossa Senhoria será uma das ilustres personalidades  que serão homenageadas pela FFP-PI pela contribuição ao esporte do Piaui”. Infelizmente  não pude ir ao evento mas agradeço  a lembrança, desejando ao presidente da  entidade maior de nosso futebol uma  profícua e progressiva administração e bola prá frente. Deve ter sido uma bela uma bela festa  e Franci Monte deve ter  brilhado com seu talento musical.  Daqui mandamos os votos de  progresso para o presidente de nossa entidade maior  do futebol e bola prá frente que atrás vem gente!

El Rei Carcará I

Atual presidente da Federação de Futebol do Piaiuí, sucedendo á Cesariano  Oliveira ,de saudosa memoria, que deixou o campo de vida antes do tempo regulamentar atendendo ao chamado superior, Robert Braunw Carcará comemorou seus anos em sua terra natal, as Barras de  Maratoan.

Retrato  no interior

Aquele jogador de futebol, revelação , saiu de sua  cidadezinha do interior, bem do interior mesmo, comprou uma câmera  digital e levou quando voltou para sua terra natal. Chegando lá com aquele novidade que nunca ninguém tinha visto, ele disse:“- Pessoal, vamos todos nós para a pracinha que vou tirar um retrato de lembrança  de vocês.” Chegando na pracinha, ele reuniu a galera junto  ao coreto, programou o automático e  saiu correndo também, tropeçando em tudo que é lugar. Vendo isto, ele gritou:- O que é que está acontecendo aqui ?  Sua tia, que estava no meio da turma, respondeu:- Se você que conhece esse negócio, ficou com medo, imagina nós não conhece o trem... (Do livro”As melhores piadas sobre futebol”) Mário Brito.

Teste

“Nas aulas de cultura geral, o professor  estava ensinando o uso do feminino para os jogadores:- “-Qual é o feminino de duque ?” Responde o zagueirão:- Duquesa !” Muito bom ! Qual é o feminino de Barão ?”. O goleiro ,levanta a mão  e responde:- Baronesa !- E o de rei ? O centro-avante, na lata:”- -Rainha.” Esta é mais difícil... qual é o feminino de cônsul? O beque lateral que já tinha jogado no exterior  e tinha trazido uma experiencia internacional levanta o braço e solta: Brastemp !” Estes  dois tópicos  foram pescados do livro  acima citado, o mineiro Mário Brito, Editora Leitura que ganhei do Anchieta. O futebol cujo instrumento principal é uma esfera de couro nos proporciona boas bolas e algumas também murchas. O negócio é chutar.

08 de agosto de 2019

Craques no Badminton vieram medalhados do Peru

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quinta-feira (8) no Jornal O Dia.

Medalhistas

Vamos saudar estes dois casais de atletas piauienses que fizeram bonito em Lima, no Peru. Craques no Badminton e vieram medalhados. Francielton Farias, Fabrício também Farias, Jaqueline Lima e Sâmia também Lima. Ganharam de estrangeiros e disseram que a “ficha ainda não caiu” mas é bom que fiquem atentos para quando ela cair que eles peguem logo. Não se deve dar moleza. Que sirvam de bons exemplos para nossa juventude. Esporte  é vida, é saúde, é alegria. E o melhor tempo para se fazer isto é na juventude. Não deve existir nada melhor para um jovem do que  ganhar uma medalha pelos seus méritos, pela sua força, pelo seu talento. Isto vem desde os tempos dos gregos e troianos, depois imitados pelos cariocas e baianos. Ganhar medalha é uma coisa espetacular para o jovem e até para o coroa. Mostrar para quem está na sua frente com aquele sorriso de vencedor e o olhar de quem quer alguma coisa de sal. Nosso Estado tem uma meninada boa de  medalhas. O piauiense é antes de tudo um forte, assim como o nordestino, seja  homem ou menino. Não existe nada mais emocionante do que olhar de um medalhista. É como está em transe, em extase. Foram os gregos quem inventaram  a  medalha como prêmio de uma façanha, a gratificação por um feito  fora do comum. Assim quando ganhavam uma guerra contra os troianos porque lá o campeonato era pau a pau, aliás, lança a lança. E não era como aqui que a negada “lança perfume”, não. Lá fedia era a chifre queimado !

Francielton Farias, Fabrício também Farias, Jaqueline Lima e Sâmia também Lima. Ganharam de estrangeiros e disseram que a “ficha ainda não caiu” mas é bom que fiquem atentos para quando ela cair que eles peguem logo.

Festa em Barras 

Meus amigos, neste sábado, em Barras de Maratoan, vai ter animação esportiva na terra de Manin Rego. O presidente da federação de futebol, que é o o Brauw Carcará, pega mata e come, vai fazer uma festa paidegua com futebol e música, com jogo de meninos e velhos, com o som de Franci Monte. Muitas homenagens, distribuição de coletes e bolas,  churrasco e a muita gelada porque ninguém é de ferro. Muita gente vai para lá e eu não poderei lá está o que lamento muito porque é terra que eu gosto. Mas o tempo passa e  noutra estaremos lá, com fé em Deus e São Francisco de Canindé.

Vamos a lá Praia ? 

Uma  esticada ao nosso litoral não é nada mal e faz bem a vista. Um banho de mar para tirar o caé, tendo muito cuidado para lavar o pé. Uma boa pelada com a rapaziada  depois tomar uma gelada com tira-gosto de pescada assada. E o papo que vai, que rola, uma cerveja ou uma coca-cola ? E assim a vida continua, mulher de biquini, quase nua, um santo remédio para a vista da gente que anda meio embolada e caseira. Com um prego na chuteira. E bola para frente que atrás vem gente e uma corridinha é sempre salutar mas tendo mulher bonita ao sol é bom olhar porque o que é bonito é para se ver.

07 de agosto de 2019

40 anos de Verdão

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quarta-feira (7) no Jornal O Dia.

40 anos de Verdão 

História e fatos. Celso Carvalho nos presenteia com um belo trabalho sobre a nossa catedral do esporte amador, apelidado de Verdão, mas o seu nome de registro esportivo é Ginásio Dirceu Mendes Arcoverde. Ele diz e eu concordo que “A arena Verdão, denominação de fantasia do atual Ginásio Dr. Dirceu Mendes Arcoverde, não é apenas um simples complexo esportivo mas também um espaço multiuso que serve à sociedade piauiense no que tange às suas atividades amadoras. “Ele até demonstra uma certa preocupação com a atual situação do complexo porque escreveu que: “a expectativa é que a nova modalidade de administração do Verdão seja bem sucedida, com melhorias funcionais e que traga bons resultados para todos os praticantes de esporte amador de nosso Estado. ”Para fazer este livro, o Celso que de bobo só tem o caminhado, conseguiu chancela de quase um time de patrocinadores: Itacor, APEFP, Câmara Municipal de Teresina, Assembléia, Fundespi, Secult, Secom e Governo do Estado. Só mesmo faltou o Armazém Paraíba  neste  apoio cultural. E assim, Celso nos faz viajar no tempo e no espaço e só senti falta do meu amigo Magro de Aço. Mas bola que rola e o livro do “maluco beleza” está em todas as bancas da cidade. Muita gente que foi ao lançamento da obra teve a curiosidade de ir ver as dependências do Ginásio Verdão, uns matando a saudade de jogo de salão, de shows e outras festas na nossa principal praça de esportes amadores. E viram o estado de “esquecimento” em que se encontra no momento quando a mocidade trocou o jogo dos pés das mãos, futebol de salão, vôlei, basquete pelo mexer dos dedos nas teclas dos telefones celulares. Hoje, os jovens, na sua grande maioria, preferem exercitar os dedos, a digitação celular, não mexem nem o dedão e nem o “pequeno polegar” ninguém quer mais correr atrás de  bola. A não ser uma bola de  carne. E assim, a bola rola, este mundo é uma bola e futebol não aprende na escola, quanto mais nas “escolinhas”. Mas a  vida continua e não é como uma partida de futebol que tem duração de noventa minutos e só em casos esporádicos é que tem prorrogação. Espero que este seja o meu caso. E já são passados os 40 anos de vida do Verdão e parece que foi ontem que no manicômio em frente de alojava o Manelão. E assim, caríssimos leitores, comprem e leiam o livro do professor Celso Carvalho, um “Maluco Beleza”.

Verdão Quarentão

Mais um trabalho de escritor piauiense enfocando o nosso desporto. Vale a pena comprar e ler o livro de Celso Carvalho sobre nosso complexo esportivo. Um trabalho que precisa ser lido para os filhos e sobrinhos.


Disse o Celso: 

“A situação do Ginásio Dirceu Arcoverde em 1988 continuava sendo a pior possível em face da falta de verbas para a diretoria tomar as providências devidas. Alguns desportistas comentaram com a imprensa que alguns dos refletores do Verdão foram levados para o estádio de Campo Maior. No momento, a FAGEP não havia como realizar qualquer tipo de melhoramento no Verdão. O Verdão foi inaugurado pelo então Governador Dirceu Mendes Arcoverde que ficou arrasado em face das vaia que levou no Ginásio.” Passado este incidente, os desportistas passaram a prestigiar o futsal de Teresina que jogava diante do salobol do Ceará.

Era Sergil 

“Aconteceu no dia 03 de janeiro de 1955, às 17 horas, no Ginásio Verdão, a solenidade de posse da nova diretoria da Fagep com a transmissão do cargo do engenheiro Francisco Sergil de Castro Araujo para ao bancário Fernando Resende Neves de Melo. Melo foi o décimo primeiro presidente desde a sua fundação em novembro de 1971, governo Alberto Silva. O primeiro presidente da Fagep foi o engenheiro Murilo Resende. Em seguida passaram Rupert Macieira, Renato Lopes, Chico Costa e Lealzinho. Foi no tempo do Sergil quando o futebol de salão teve o seu maior desenvolvimento em Teresina.

06 de agosto de 2019

Elas por elas

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta terça-feira (6) no Jornal O Dia.

Elas por elas 

Meus amigos, o caso é sério. Elas estão tomando conta do pedaço e em todos os setores da humanidade. Na novela da Globo é a “dona do pedaço”. As nossas “colaboradoras”, as mulheres estão cada vez mais empoderadas e algumas até falando grosso, exigindo que o interlocutor diga “sim senhora”. Daqui a pouco a Globo vai botar a “Faustona” no lugar do Fastão e por aí vai, porque a tendência é esta neste vasto mundo e seu eu me chamasse Raimundo seria uma rima e não uma solução. Ora, direis, o tempo passa e na “trajectória dos noventa” poucos chegam lá porque o caminho é áspero e de subida. Quantas pedras rolaram e muitas águas rolaram no velho Parnaíba que junta o Piauí ao Maranhão em bela União, vizinha de Miguel Alves. Mas o tema de hoje é a “poderação feminina” que atinge o esporte bretão, o chamado o futebol, que vai perdendo o seu “machismo” em boa hora quando se dizia mui egoisticamente que futebol era coisa para homem quando alguém reclamava de uma porrada desleal nos testículos. E assim como as  pessoas são as criaturas e a bola rola no gramado ou até no cimentado quando o futebol pé de salão e requer mais atenção e concentração.Assim a bola rola e jogador bom era aquele tal de Mariola que jogou no River ao lado de Derivaldo, Sima e Lelé. Ah, meus amigos, nós já tivemos bom futebol e bons dirigentes, cidadãos probos e  inteligentes mas também tivemos uns “espertos” e negligentes porque “nem tudo que reluz é ouro e nem tudo que balança cai”. E o esporte, o futebol, tem os seus prós e  contras e a maior prova contra é aquela onde você mete sem querer meter. O “gol-contra”. Come sem ter vontade de comer.E o esporte, ele nos ensina que todo o cuidado  é pouco e em casa de caboclo, um é pouco, dois é bom e três é demais. Ora, dirá o leitor que eu estou muito parabólico com frases com efeito e com defeitos, cheio de preconceitos. E responderei que não porque falo da participação feminina numa atividade que era machista até bem pouco tempo quando os peladeiros diziam a quem reclamasse de jogo violento em peladas nos bairros: “Futebol é pra homem!“.E o “mufino” saía do jogo. Tirava o “time” a gente dizia á época. Mas agora, acabou-de esta história de dizer que futebol é para homem. Já foi, Otávio.. Agora é unixsex , tem delas jogando melhor que muito macho maxixe madeiro doce. E a jogada que mais elas gostam é de meter a bola entre as pernas adversárias. E aquela jogada inventada pelo Domingos da Guia, a bicicleta,  no futebol, a bicicleta que a mulher executa é diferente. Não tem o varão... Meus amigos, diz o “Vei” Bogea”:Futebol é coisa séria”.

Elas 

Jaílson bateu o retrato das meninas do Amarelão da PM, jogadoras de bola e que defendem o nome do Piauí em jornadas esportivas e neste sexo convexo, o Brasil será a sede de uma Copa do Mundo feminina daqui a quatro anos, em 2023 e o presidente da CBF é chegado ao produto, o Rogério que é um Caboclo bom de bola. Assim sendo será a vez primeira que o Brasil estará sediando uma Copa do Mundo do belo sexo e temos que ir treinando logo um time para ser o vencedor porque nós somos o país do futebol e não podemos dar mole, perder dentro de casa. Já que com futebol masculino está sumido e mal pago, vamos torcer pelas “minas”.

O Amarelão

Equipe da Sociedade Esportiva Tiradentes, sob o comando técnico do Toinho Goleiro, gente da melhor qualidade, da Vila Operária.

O livro do Celso 

Homem sério, dedicado ao desporto, Celso Carvalho lança uma obra para ser lida e comentada pelos amantes do jogo de bola. Não só de futebol como outros esportes bolísticos que ele como ligado ao metier teve que conviver ao longo dos anos. Apesar de nunca te sido um bom atleta porque era “fundo” em todas as modalidades em que se metia, atribuia a miopia o seu “desconforto“ com a pelota mas era um idealizador, um promotor de eventos e botava a rapaziada para se mexer no Verdão e e outras quadras. Em mais um trabalho sobre o desporto piauíense Celso nos relembra bons momentos de nosso amadorismo. Já está nas bancas.

02 de agosto de 2019

Entrando Agosto

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta sexta-feira (2) no Jornal O Dia.

Entrando Agosto

Meus amigos, vai começando o mês mais “invocado” do calendário brasileiro   que é este tal agosto. Desde que em me entendo de gente que  ouço  o povo dizer que “agosto é o mês do desgosto”. E eu não sei porque cargas daguas  ou de areias, a  plebe rude e ignara taxa assim um mês que vem logo depois de julho, mês das férias escolares, como mês do azar. Muito  pelo contrário poderia deixar entra ... agosto do freguês que seria mais democrático neste pais de Lula preso. Agora que o nosso povo  está todo gordinho e os fabricantes e vendedores de  roupa estão dando o maior valor porque os números maiores exigem mais pano prás mangas e também para os laranjas que é uma fruta  que prolifera  neste governo daqui e de lá e quiçá, do Ceará. Mas  o tema da coluna de hoje é o mês de agosto no futebol piauiense  que “estava de férias”, nesta era de Carcará.E o desportista  pega seu jornal O Dia,vai para a página esportiva á cata  de noticia sobre o nosso jogo de bola oficial e nada. Nada no seco. Alguns nadam no  sexo e no convexo. Estamos  começando uma nova fase no nosso futebol profissional, iniciamos a “era Carcará”.Assumindo  comando da  Federação  futebol, ele  “El Carcará” que era vice  de Cesarino Primeiro e Único, se vê logo com  o maior problema que assola este Estado  de necessidade (Piauí) que é a liseira. Sempre  que alguém está sem recurso  financeiro que é o que se chama  dinheiro, diz que  o cidadão está liso. A liseira hoje em dia está sendo uma coisa  comum neste Brasil Brasileiro terra de samba e pandeiro e num tempo deste saiu até um bloco de carnaval em Teresina,se gabando e botando uma placa dizendo “Lisos somos”.Afirmação que se  desmentia na ala feminina  que não tinha nada de liso na comissão de frente. Elas eram muito peitudas. Mas, a bola rola, este Garrincha não enrola e futebol não se  aprende  na escola, embora a periferia esteja cheia de “escolinhas” e é preciso ter  cuidado ter cuidado quando botar seu filho numa destas “escolinhas” porque  podem ensinar o que não presta.Mas a vida é uma partida de  futebol e nem todos chegam aos noventa se bem que  tem alguns que vão até á prorrogação que é a turma do “Kaduco”. Mas o tempo  passa e muitos não chegam á “trajectória dos noventa” como diz Dídimo de Castro, o Pequeno Polegar.

Professor Zaqueu do Sinopse

Nunca mais  tive noticias do professor Zaqueu que  era um amante do futsal e brigava pelo Sinopse. Eis, ele aí, numa formação da época, em foto da Stúdio Poduções, Ginásio Verdão e trabalhada pelo seu Elias.

No bofete

Se não temos craques no pé, no jogo e bola, no quesito “bofete” temos um menino aí que promete  dar muita porrada em cara de gente  que é o  Luiz Felipe, aquele que  negrada chama de Buda. É Buda. Não tem ene, não. E esta fera se prepara para lutar em evento nacional, neste mês, em São Paulo e ele já sabe quem vai enfrenta , é um gaúcho, um tal de  Nilton Gavião que dizem que é muito bom e  vamos ver isso no dia 23 de agosto, lá  em São Paulo, quando vão emendar os bigodes para  se ver quem é o mais macho na porrada e no cambito.

01 de agosto de 2019

A bronca da Raimundona

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quinta-feira (1º) no Jornal O Dia.

A bronca da Raimundona

O jogador de futebol, Edilson,  um  paraibano que foi trazido pelo treinador Mormaço para o Tiradentes, depois de uma temporada no time d Policia militar, passou-se para o Flamengo acompanhado Mormaço.  Ele era conhecido como “Edilson das Mulheres” tendo em vista a  enorme facilidade que tinha de controlar várias paqueras. O atleta, vez por outra, se metia em situações embaraçosas e uma delas  foi no portão de saída do estádio Alberto Silva , em Teresina, PI. O Flamengo havia jogado,  e já quase todo mundo havia ido embora. Apenas um grupo de repórteres  continua na saída  e, ali, perto, uma mulher grávida, encostada no muro. Parecia que  ela esperava alguém e tinha certeza de que este  alguém iria sair por aquele portão. E não errou. Dali a instantes, surgiu ele, Edilson, com o seu andar  vagaroso e gingante. A mulher  grávida se aproximou dele e foi logo o chamando de “cabra safado” e que tivesse vergonha  na cara e falando outros “elogios” próprios destas horas. A turma das rádios tomou aquele espanto. Edilson notando a “manchete”, falou com o canto da boca  para a  torcedora que não ere ao outra senão a famosa Raimundo, titular do coração do jogador. “– Não dá esparro”....olha a imprensa... disse ele com o canto da boca. – Imprensa, uma merda ! Eu quero mermo é que todo mundo veja, cabra safado ! “-Fala baixo, senão eu te dou um chute...” continuava  ele falando  com a boca torta.- Chuta, chuta  que eu quero ver se tu é macho... “ Continuava ela e aumentava  o tom de voz, zangadona. Edilson, experiente  do futebol, vendo que não tinha outra solução, disse “venha cá” e  botou a mão no ombro dela. E assim, saíram discutindo pela escuridão da noite. (Do livro “Tirando de Letra”, de Eudes Moacir Toscano transcrevendo de “Um Prego na Chuteira”, primeiro  volume).

Medalhando o Jeferson do Pierre

Em foto  do arquivo, o Pequeno Polegar, Didimo de Castro,  bota a medalha no pescoço do Jeferson Cruz, filho de Pierre e Mercês, em méritos  de natação, fazendo parte da equipe da AABB Teresina  que na época disputava  com o Circulo Militar quem era  melhor no nado.

Sub 17

A federação de  futebol do Piauí  não para e agora, mexe nas categorias amadoras para ir criando condições de  desenvolver mais na frente um futebol mais competitivo porque do jeito que está não pode ficar, nesta era “Carcará”. Já tem nove times  inscritos para o  certame deste ano e  vai começar  em dez de agosto. Uma coisa que  eu não entendo é quando o regulamento diz que os “jogadores devem ser piauienses” com exceção dos atletas repatriados que tiverem o primeiro registro feito no Piauí. Isto abrange os desportistas de Timon e Barra das Pombas? É bom ver isto...

Luta de espada

Rapaz, este Piauí não é fácil. Quando você pensa que não aparece  uma coisa boa no esporte e agora a “terra querida” brilhou em Belém do Pará com luta de espada, você acredita ? Pois em competição em Belém do Pará, onde mora meu amigo Carlos Castilho, pois  para lá,  nós mandamos três meninos bons de espada e eles vieram  cheios de  medalhas. Façam ideia se fosse briga de faca. Rapaz, a nossa gente é boa em qualquer modalidade de  esporte e não foi atoa que tivemos aqui o Auto Esporte. E além dos rios Parnaíba e Poti,tivemos Rio Negro onde eu era ponta direita.

31 de julho de 2019

Cinco Campos

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quarta-feira (31) no Jornal O Dia.

Cinco Campos

Meus amigos, o futebol desta serie B Piauí neste ano será disputado em cinco  estádios deste Estado  e estes campos tem que ter o tal de laudo  que é um documento onde se diz que o dito tem condição de receber jogo e  gente para ver este jogo. Condição no gramado e no cimentado. É onde estão os direitos humanos  que uns confundem com os direitos do Elmano que era meu amigo, nos  bons tempos de Mão Santa  no Palácio de Karnac e estava em moda  comprar  carro na Automac.E os campos  são estes: De Campo Maior, Picos, Floriano, Oeiras e Timon . É a  desestadualização  do campeonato, fato inédito no futebol nacional. Um time de um estado  de carência disputar   campeonato em outro estado de  necessidade. Isto  se justifica com o  nosso “slogan”: ‘Só  no Piauí mesmo !” Ficará na história e futuramente dirão que isto aconteceu no tempo do Carcará de Barras de Maratoan, sucessor de Cesarino, primeiro e  único,  de saudosa memória.E a bola rola porque é redonda , vai rolar nos  estádios piauienses de Oeiras, Picos,Floriano, Campo Maior, na capital Teresina e na sua “prima” Timon que é do Maranhão mas é  nossa filha adotiva, é de casa e gente daqui mora lá e gente que mora aqui  e tem gente que come lá e dorme aqui e come lá e assim  um vai e vem, assim como o Lula e o doutor Gil Alves dos Santos. E pela primeira vez,  um clube maranhense vai disputar  o certame piauiense como se teresinense fosse.  Assim como os rapazes e moças de lá vêm concorrer  com os de cá nos concursos públicos e muita gente de lá é casada com o povo de cá. Porque o rio Parnaiba não separa .Une  o Piauí coo o Maranhão. E o esporte é uma atividade lúdica  que tem na sua mais bela expressão a união, a confraternização, até pelo contato carnal.  O corpo a corpo, o mano a Elmano até ao “vai que é tua , Tafarel!” como diz o locutor da rêde Globo. E aqui, na capital do Piauí, a federação de futebol sob o comando  de Braum,o Carcará dads Barras de Maratoan, sucessor de Casarino primeiro e único, dá prazo para interessados  ao campeonato de futebol profissional   arrumarem  seus campos de jogo porque o caso é sério não é futebol de meia  tigela não. Ajeitem os campos. Picos de Miolinho, Floriano  de Aldênio, Oeiras Conceição Pipoca,Tadeu  e Bil, Piripiri de Luiz “Menez” e Raimundo Pão e o “naturalizado” Sergil Araujo. E agora com mais um novidade interestadual. Timon (MA) no campeonato do Piauí. Os cearenses, irônicos, irão dizer:-“ Só no Piauí mermo” !

O Piauí em alta

Em foto do meu arquivo implacável  e subtraído, Alfredo Nunes era presidente da  FPD e medalhava João Havelange  em solenidade na Federação, com Magal e Genésio Araujo, ao fundo e dona Genu Morais.O local era a sede da mentora.

Era Carcará I

O atual comando do futebol piauiense marcará época no jogo de bola como a primeira vez que se “naturaliza”  um time. Timon, do Maranhão, vem  disputar campeonato piauiense de pebol e é já que os cearenses, invejosos como são, vão até botar o time de Tianguá neste certame piauiense, eles, vizinhos de Piripiri e Pedro Segundo. Pois o Timon está na série B de Batalha do Piauiense que começa no dia da parada, 7 setembro. E a grande pedida será, sem dúvida, a participação de uma equipe de outro estado  no estadual do Piauí. Mais um motivo para os cearenses zoarem os piauienses, dizendo o bordão: “Só no Piauí mesmo !”

Era Carcará II

Diz Braun I e único que ele mesmo vai visitar todos os estádios, até o de Timon, para ver se tudo está de acordo com o gabarito do laudo dos bombeiros e em caso contrário, pode até jogarem lá mas será com os portões fechados e pregos em cima dos muros com as pontas para cima. O sucessor de  Cesarino Oliveira declarou que ele mesmo vai examinar todos os locais de jogos em todas as cidades, ver de perto para contar de certo e não ir pela cabeça dos outros como piolho. Ele concorda com o pensador da Cacimba Velha, nosso Wiilliam Bogéa, o” VeI” diz nas suas “para-bolas”  conclusórias de que “futebol é coisa séria, meus amigos”.

30 de julho de 2019

Um grande desafio

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta terça-feira (30) no Jornal O Dia.

Um grande desafio

Meus amigos, o presidente da Federação  Piauiense de futebol, Robert Brawn Carcará, substituindo o falecido  Cesarino Oliveira, enfrenta uma crise sem precedentes nesta atividade  esportiva em este  nosso Estado de necessidade, o Piauí  terra querida. Nunca, em tempo algum, se viu tanta moleza, inércia, falta de interesse pelo jogo de  bola profissional ou até no amadorismo porque ninguém está mais querendo se mexer, a não ser com os dedos no celular. Até nos encontros de “casais”... Tem casos de parceiros e parceiras reclamando da falta de atenção ao “metier” porque o outro lado fica passando os dedos no aparelho errado. Completamente  desinteressado pelo  resultado do jogo. Ah, meu amigo, tem dó...e quer moleza ? Vai jogar dominó. E o que se vê  hoje em dia, padre nosso, ave Maria, é todo mundo dedilhando, esquecido do mundo  , vasto mundo e se eu me chamasse Raimundo seria uma rima e não um  jogador fundo. Sim, mas qual é o grande  desafio  que Browm,o Carcará  está a enfrentar? Nada mais , nada menos do que ser  presidente da Federação Piauiense de Futebol, herança maior de Cesarino Oliveira, de saudosa memória. Rei morto, rei posto  e eis o filho de Barras de Maratoan  investido  no alto cargo de  presidente da Federação Mafrense.E numa fase difícil porque este desporto  hoje está numa  precariedade que  dá gosto e com o seu calendário esgotado  antes de chegar “agosto” da  torcida. E assim sendo, eu mesmo não entendo como é que o jogo  se acaba antes de chegar ao final da “trajectória dos noventa”,  como diz o nosso Pequeno Polegar, Dídimo de Castro Pereira  nos microfones da Rádio Pioneira. Se fosse pelo desempenho físico do presidente da mentora, não haveria nem jogo, só intervalo, para o descanso dos seus 132 quilos e duzentas e cinquenta gramas, segundo pesagem fornecida pelo seu conterrâneo Manin Rêgo á nossa reportagem. Mas o tempo passa, como dizia Fernandes Mendes irradiando jogo pela Difusora quando  eu era o  seu comentarista  e Odilio Teixeira era o repórter de pista. O Odílio recebia um apelido engraçado e o presidente da  Federação Piauiense de Desportos gostava de  dizer ao vivo e no ar: “Ei, Fodinha...” Isso no ar, em ondas médias e curtas.Mas o tempo passa e o público ouvinte quer escutar as transmissões esportivas e curtir o Magro de Aço dizendo: Eeeeessccuuuutaaa Diiiiidimoooo...

Situação

Aproveitando-me do talento do Jota A para mostrar a situação  financeira   do futebol piauiense em plena  era Carcará.

Fomos furtados

Mais uma vez, o Botafogo  é furtado á vista clara, com milhões de testemunhas e o ladrão não sai preso. Perdemos o jogo para o tal de Flamengo por 3 x 2, no Maraca,diante de milhares de testemunhas e nada se fez para impedir tal falcatrua. A policia  presente  foi  conivente dando proteção ao árbitro ladrão   seus asseclas, os tais  bandeirinhas, em ato público com o campo cheio de testemunhas e a maior parte conivente, torcida do Flamengo, incentivando o roubo ao ar livre. O tal de rubro-negro saiu com os louros da vitória e nós ficamos com os pretos  da derrota e com nosso estrela solitária e sua torcida solidária na dor...Mas diz o nosso pensador  que “futebol é coisa séria”, deixa isso para lá.

 Intermunicipal

Era uma competição  estadual promovida pela entidade da crônica esportiva piauiense (AqDEP) que reunia  representantes dos municípios piauienses  em um torneio de futebol. Cada time jogava um outro duas vezes, uma vez em cada município e a partida era na capital. Um dos bons momentos do nosso desporto que servia para estreitar os laços de amizade entre os municípios, embora muitas vezes o “pau” rolava entre os componentes.Os prefeitos se empolgavam e uns queriam  até jogar bola incentivados pelos  puxa-sacos que é uma coisa  que não falta neste país do futebol e da carne de sol. E a entidade dos cronistas esportivos daqui, trazia gente gente do norte,do sul, do litoral. Pra a grande final na capital.

25 de julho de 2019

A velha Oeiras...

A velha Oeiras...

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quinta-feira (25) no Jornal O Dia.

A velha Oeiras...

Parece que as coisas  estão correndo bem  na terra de Tadeu de Lilásia, Bil  e Conceição Pipoca, no rumo do futebol de primeira linha. Terra de uma boa tradição esportiva e com um passado glorioso, a volta de Oeiras só engrandecerá o campeonato piauiense, como já o fez em décadas passadas quando nos revelou muitos craques como Chaguinha, Miolinho e Luís Gobila. E nos tempos de intermunicipal, a fartura na mesa para os radialistas da APCDEP porque lá nas Oeiras se sabia receber muito bem imprensa. Agora a  grata notícia de que os desportistas daquele rincão, o pessoal do Oeirense, os Tapetis, este povo está arrumando a sua casa para  formar uma grande equipe de futebol de primeira linha e a “Mocha” possa reviver os bons momentos, daquelas alegres tardes domingueiras  quando a família oeirense  ia para o campo de esportes vibrar pelo seu time  e era tudo alegria porque todos eles gostam de duas coisa na vida: futebol e missa. E assim, a bola rola, este escrevinhador não enrola e amar não se aprende na escola e merenda  boa é pasteis de Maria Divina com coca-cola. Mas nas Oeiras, primeira capital, os homens  estão procurando um camisa nove para o time porque o  “dez” eles  já tem. Quem souber de algum camisa nove que esteja  desempregado e que seja um cabra bom no “caquiado”, favor ligar para Bil ou Conceição Pipoca ou para o  “Ciço” Monteiro  que é o tomador de conta  do time oeirense. É quem dá as camisas e bota os meninos para  correr atrás da bola e de noite, fica vigiando para  eles namorarem só até as nove  horas da noite. E agora, a diretoria oeirense busca um jogador  goleador, um camisa nove. Quem veste a nove tem  por obrigação  meter gol, assim como quem veste a de número um tem a função de não deixar passar  nenhum. Um entra em campo para meter e outro para defender. Porque tudo na vida é assim e a gente tem que ser esperto, o mundo é uma bola e saco  pequeno é sacola. “Ora,  direi, ouvis estrelas”  e eu vos digo: melhor ouvi-las do que vê-las. Mas, começamos com Oeiras, a  capital  primeira e onde  foi casa sempre é tapera e ainda hoje o povo venera a terra tapetiense. Que a velha capital volte a ter seu belo futebol como no tempo do Juarez e foi campeão mais de uma vez !

Eudes  Toscano

Com um trabalho de Assis da Paraíba, a amostra do livro do conterrâneo dele, o Eudes Moacir Toscano, um dos meus velhos companheiros de crônica esportiva neste Brasil brasileiro.

 Quebradeira

Menino, a quebradeira no futebol deste país é geral. A gente pensa que é só  aqui mas até no Rio de Janeiro, capital do pebol brasileiro, terra mais de samba de pandeiro, falta grana, falta dinheiro. Agora mesmo, o Vasco da Gama., o Vascão de tanta  história, tanta tradição, está sendo notifica-do pela  Justiça comum e poder ser despejado do lugar onde guarda seu material, do que ele chama de  Estádio São Januário.È a situação do nosso futebol profissional. Isto no Rio de Janeiro,  a “cidade maravilhosa, cheia de encantos mil , cidade maravilhosa, coração  meu Brasil” E o Vascão  do  Chico Wilson  está devendo os cabelos da cabeça ou como diz o jornal Folhapress “asfixiado financeiramente” e pode ser  despejado do lugar onde ele foi fundado e agora se encontra “afundado” em dívidas...

E nós ?

Aqui, na quentecap (Teresina) e  até no próprio  Estado de  necessidade que é o Piaui , terra que ri ...da, o esporte chamado de bretão está numa situação até condizente como sua nomenclatura. O Futebol, por sua origem é denominado de esporte  bretão. Veio da Bretanha que é outro  nome da Inglaterra e como eles  são enormes botaram Gran, de grande. Aí ficou “Grã-Bretanha”.Aqui no Piauí nós temos a uma mas é pequena. É a Betânia, aqui perto  de Monsenhor Gil, do Luís Noronha, do Raimundão. Sim, mas, vamos que vamos porque a bola rola, este escriba não enrola e samba não se aprendia na escola até que inventaram a Escola de Samba. E aí, foi aquele jogo de pé e de  mão, faz que vai mas não vai. Diz Que dou mas não dou e  o povo  das Oeiras  busca uma  camisa nove...

24 de julho de 2019

Começar do Zero...

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quarta-feira (24) no Jornal O Dia.

Começar do Zero... 

Meus amigos, zero é nada. É bonitinho, redondinho mas é nada. Zero é a aquela nota que aniquila o aluno no colégio. Zero é coisa nenhuma, zero é zero. A nota terror dos bons alunos e amiga dos maus estudantes. Só tem um Zero simpático que é o Recruta Zero, figura dos quadrinhos infantis. E quando um jogo termina zero a zero, os dois times  saem dos campos de jogo, cabeças  baixas, chutando a grama. E o dirigente esportivo Everaldo Cunha, o Ducha, com o Flamengo do Piauí nas mãos e doido para passar para outro maluco diz que quem assumir o Flamengo vai ter que começar do zero porqu4e lá não tem nem agua nos potes. E está aberta a vaga para a presidência do Esporte Clube Flamengo, o segundo em importância no pebol piauiense porque o primeiro é o River. Alguém poderá perguntar: E o Tiradentes? Tiradentes foi um rio que passou, uma chuva que deu numa noite de verão e vocês nunca mais verão time como aquele que Canuto Tupi Caldas formou e depois ele se reformou e foi para a reserva remunerada. A Sociedade Esportiva Tiradentes foi um rio que passou nas nossas vidas e o nosso coração se deixou levar... Mas a bola rola, este amigo de você não enrola e todo presidente de clube é um cartola. Agora mesmo aquele moço que dizem os fofoqueiros de plantão, ele era até um riverino, o Everaldo Ducha, pois agora ele é o presidente do Flamengo e tá batendo sino, chamando quem quer se candidatar a presidência do clube rubro-negro que ele tem a chave na mão mas diz que se alguém quiser dele “tomar de conta” dele, ele entrega a chave, aliás, o saco de material porque hoje o Mengo não tem sede, já teve na Vermelha, teve no Pirajá, mas já pirou e agora o saco de material está na casa dele, Ducha.Está lá na  cozinha. E a mulher todo dia reclamando para tirar aquele saco velho de lá. E assim, Nicodemos, agora tem um partido novo, o Podemos e vai até rimar quando o candidato perder a eleição e dizer para seus eleitores na linguagem bolsonarista: “Nós nos podemos”. E assim sendo, reverendo, estou vendo o Everaldo Ducha dizer que quem pegar o Flamengo já vai sabendo que não tem nada no clube, nem saco de material, vai começar tudo do zero porque não  restou nada daquele Flamengo de Rodrigues Filho, Avelino Neiva, Vitorino e tanto outros abnegados do clube rubro-negro. 

Um timaço... 

Peladeiros da maior qualidade de mil novecentos e tanto. Figuras como Jamil, Paiuçimnho, Xuxa, Carlinhos, Paulção, Melo, Raimundo Filho, Branco, Gabriel II, Batista, Piau. Derivaldo, Paraiba, Renato, Marcílio, Queiroz,Sócrates, Edmilson, Julimar e a mascote Vanessa Maria. Tempço bom...

Timon se arruma 

Rapaz, estou gostando deste pessoal de Timon que vem se arrumando para formar um time bom para este certame piauiense de jogo de bola argentina. Já arrumaram até um nome bonito para o time do outro lado do rio Parnaiba: Aguia Soberana. Um nome muito  pomposo que eu não vou dizer nada mas... deixa pra lá. Os timonenses ou timoneiros estão sob o comando do Leal Filho, que é de Timon, e eu advirto para não confundir Leal Filho com Leal Júnior, que são rebentos leais mas de pais diferentes. E assim sendo, reverendo, Timon se arruma para ter um time de futebol participando do futebol teresinense, piauiense, tudo aqui bem pertinho, é só descer da canoa.

Uma vez Flamengo? 

Peço ao pessoal que estiver “tomando de conta” do Esporte Clube Flamengo que me mandem notícias das atividades deste clube tão querido no desporto local e que anda mais sumido do que eleitor do PT. O que está acontecendo com o clube mais  popular, o mais ferrenho adversário do River, o seu rival mais perigoso de todos os tempos. O futebol piauiense não pode existir sem River e Flamengo, assim como carioca sem o Fla-Flu, o Ceará sem o Ceará e Fortaleza e a zona norte sem Poti Velho x Barras da das Pombas. É preciso que se arrumem os times tradicionais para as jornadas sensacionais com as transmissões radiais ou televisionais.

23 de julho de 2019

Altos faz peneira para a temporada de 2020

Para entrar na carreira de jogador de futebol profissional tem que se fazer o teste físico e de manejo com a redonda.

Altos faz peneira 

Meus amigos, sendo futebol uma coisa séria, para se adentrar no ramo tem que gabarito. Para se entrar em faculdade seja de direito, seja de torto, é preciso se fazer  antes um exame que se chama de “vestibular”. E para entrar na carreira de jogador de futebol profissional tem que se fazer o teste físico e de manejo com a redonda porque você pode até ser um bom atleta, mas não é um bom jogador. Aquilo que nós chamamos de craque. E no ramo tem jogador de todo tipo como em outras atividades humanas. O privilegiado é um craque, o esforçado é um atleta e tem aquele do gingado, do rebolado, o bom de bola, o malandro porque no futebol, o drible é a maior arma e o “corte”  é uma enganação, o faz que vai mas não vai e acaba “fondo”. E na hora do teste, o treinador fica de olho até no caminhado do cara, o seu gingado, até o seu jeito de cuspir. Porque, ele, o técnico, por menos letrado que seja, tem um senso de observação fora de série e conhece todas as manhas e artimanhas dos boleiros. Pato Preto, de saudosa memória, treinador dos juvenis do Esporte Clube Flamengo, mandava o jogador correr cem metros e depois vir andando. Queria ver era o caminhado do atleta, que segundo ele, se conhece o homem é pelo andar. Como se conhece o cavalo pelo trotar. Mas a bola rola e este amigo de vocês não enrola e samba não se aprende na escola. E Warton, o nobre deputado altista neste sábado, faz peneira no campo de lá para escolher profissionais para a temporada do ano que vem, 2020, porque esta  agora, minha  senhora, estamos no meio do ano e já se acabou. Futebol profissional no Piauí é como dinheiro em mão de político. Se acaba logo. Tem uns que dizem que é a mesma coisa com a vergonha. Mas isto eu não quero nem escrever aqui nesta coluna que fala a verdade desde 1963. Desde este tempo que a gente vem enfiando este prego nesta chuteira e isto não é brincadeira. Mas Altos que é hoje o maior nome deste futebol, queiram ou não queríamos riverinos, os velhos e os meninos, pois os Altos de João de Paiva, no meio  de dezenove já ser prepara para o vinte. E cuida de  fazer peneira, lembrando aquela nossa música de Luis Gonzaga, “Oitava na Peneira”: (oitava na peneira, oitava peneirando, oitava no namoro, oitava namorando) “Na madrugada lá na serra do Teixeira/namorei uma cabocla/ nunca vi mais feiticeira... A meninada descascava  macaxeira/ Zé Miguel no caititu/ e eu e ela na peneira... De madrugada/Nóis fiquemu ali sozinho/ o pai dela soube  disso/ e deu de perna no caminho/ Chegando lá até riu da  brincadeira/Nóis estava namorando/eu e ela na peneira... 

Que golpe foi esse?

“O Piaui não vai ter time de futebol de salão, do sexo feminino, na Taça Brasil de Futsal. Motivo: o representante que seria a “escola técnica” a UFPI, “sofreu um golpe e fica fora da competição”. Que diabo de golpe foi este, meus irmão? O meu jornal não chega a detalhes, mas diz que foi um golpe de “estelionato” que trocado em miúdos é “cheque sem fundos”. E que diabo tem o nosso futsal com os fundos dos outros? A história não foi bem explicada mas a verdade é que o Estado do Piauí, terra querida, fica fora de uma competição nacional por um motivo vergonhoso e que ficam abafando, botando, panos mornos e ninguém sabe de nada. Deve ter  alguém de “nome” nesta história para não fazerem boca de siri. Só no Piaui “mermo”...

Não era só o Panzilão... 

Rapaz, quando o nosso artilheiro Panzilão metia suas cachaças, a negrada ficava comentando que um cara tão bom de bola poderia ter jogado em grandes clube deste pais, saído do Piauí e não ficar lá na Vermelha bebendo cachaça e comendo panelada da Toinha. Mas ele bebia, de vez em quando um cigarro artesanal e jogava nos finais de semana e era show de bola, gols de mais nos campos da periferia pois Panzila era um artilheiro nato. E como ele, tinham outros, meninos bons de bola e a Vermelha era um celeiro de craques e o último que em me lembro foi o Pedro que tinha o irmão Airton também Tamanco. Mas o Airton era pancadeiro e dizia que não alisava jogueiro.