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Notícias Garrincha

02 de abril de 2019

Não quero acreditar que o futebol do PI tenha sido um primeiro de abril

Porque ontem, folheando os nossos três jornais diários, não vi nenhuma referência, uma só notinha, sobre acontecimentos esportivos de final de semana.

Primeiro de Abril ?

Meus amigos, eu não quero acreditar que o futebol do Piauí tenha sido um primeiro de abril. Porque ontem, folheando os nossos três jornais diários, não vi nenhuma referência, uma só notinha, sobre acontecimentos esportivos de final de semana. Sendo o Brasil, o país do futebol e sendo Teresina, Piauí, Brasil, não se compreende porque numa capital não tem um futebol profissional. É um absurdo, Cabeça de Pato! Numa segunda-feira não saiu em nenhum dos três jornais “diários do” povo ler, nesta Teresina, nenhuma notinha sobre esta atividade diversional e laboral que é o jogo de bola profissional. Nadisca de nada. Nem no prego porque dia de segunda não sai o prego já que no dia de domingo não entra o prego. Mas é verdade que neste dia primeiro de abril, o Flamengo carioca conquistou a Taça Rio. E como quem não tem cão caça com gato e quem não tem gato “enxuga o rato”, o Flamengo carioca é o campeão da Taça Rio, dando no Vasco na cobrança de penais e com isso mantem uma escrita de 31 anos sem o  time cruzmaltino ganhar sempre que vai este time do Flamengo encarar. Rapaz, já é um negócio  que deixa encucado todo torcedor da cruz de malta e pensar que é uma macumba muito grande, de passar tanto tempo sem ganhar uma decisão. O time vai, vai bem mas quando chega na hora de decidir, na hora agá, cadê ele? Diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea que “futebol é coisa séria”, sendo esta é uma das provas mais cabais até em intermunicipais. Mas rapaz, são 31 anos que o Flamengo vem vencendo as decisões com o Vasco. E 31 anos não são 31 dias que é quando o mês é gordo. Poderão dizer os que vestem camisas pretas e vermelhas: “ Ah,foi nos penaltis...”, assim poderá falar aquele “torcedor urubu” querendo diminuir o mérito do vencedor porque eles são desse estilo. Mas o Vasco conquistou taça Rio e eu como torcedor do alvi-negro Botafogo e como quem não tem cão caça com gato, quem não tem Fogão caça com Vasco e o que não presta é o diabo de nada... Só lembranças...

Numa homenagem

Numa lembrança em vida do colega Bogea, o homem da Cacimba Velha, um retrato dos nossos bons tempos de APCDEP, quando a gente era feliz e não sabia. Vou dizendo os nomes dos que eu me lembro: Eu, Ribinha, Fernando Said, Bogéa, o “menino”, Glaúcio, Marquinho, Pereira, Pedro Tamanco, Valteres e outro menino. Não me lembro desse, Herbet Henrique, também não me lembro desse outro, Loiola, Franklin e Miro. Ah, e a bola.

Futsal

Estou cobrando dos desportistas amadores adeptos do futebol de salão dessa paróquia, noticias sobre suas atividades, principalmente das federações correlata. Volei, basquete, handebol, futsal, tênis, judo até quem não ajudou. Mexam-se. Olhem   para o engorduramento do povo. Gordinho só é bonito quando é pequeno. Já se foi o tempo do “Viva o Gordo”... O futebol de salão que é uma boa opção já foi um esporte muito praticado por nossa juventude nos bons tempos do Verdão e quadra da Policia Militar. Isso foi antes de ser lançado o aparelho celular...

As meninas

Esta cobrança também é dirigida ao sexo bonito que não tem nada de frágil. Elas agora estão mais preocupadas com suas cabeleiras e quanto mais o cabelo é complicado, mais ele anda assanhado. Meninas, vamos praticar esportes. Onde estão os campeonatos de vocês? Não vale campeonato de comidas, de quem sabe cozinhar melhor e de quem come mais pão de ló. Vamos ao esporte de pé ou de mão. Experimente fazer sua caminhada sem seu celular. Você já não faz sem o namorado, sem o seu marido? Então faça sem o seu telefone. Experimente e verá que é mais confortável. E seu bumbum fica mais vistoso.

29 de março de 2019

Há quem diga que futebol não tem lógica

Verdade ou não, a lógica quando quanto mais antiga mais antológica

A lógica

Há quem diga que futebol não tem lógica. Isto é mais antigo do que  caminhar de costas mas  há ou bê  quem duvide. Verdade ou não, a lógica quando  quanto mais antiga mais antológica. E  no caso em tela, o nosso “rame-rame”, o ludopédio(jogo de bola) com os pés, comumente  denominado de futebol  já foi taxado e batizado como uma coisa séria, pelo centurião da Cacimba Velha conhecido como  o “Vei Bogéa”,uma das relíquias deste futebol de “meia tigela”. E como estamos no tempo das vacas magras, o jogo entre River e Piauí, no Albertão, em noite de quarta-feira, teve um placar magro, um zero a zero. E sem a menor Graça, Amorim. E por falar nela, está dando a maior bola para o pé na bola no Dirceu Dois. Lá no campo do Lucidão, dá bola, troféu e ainda apaga dindim para a gurizada em estado de graça. Gilvan Cabeção não para, numa atividade  danada, é muito menino, tem que fazer as coisas  “direito” e é jogo sábado de tarde, domingo de  manhã, nem tem tempo nem de ir para a missa.  E assim sendo, a comunidade está   prestigiando o evento, os pais e mães  comparecendo dando apoios aos filhos porque o esporte é o maior amigo do jovem e o jogo de bola é o mais procurado  por nós somos o pais do futebol, de Pelé e Garrincha. Ora bolas ! E vamos que vamos na trajectória dos noventa e eu já passei dos oitenta. E estou em plena prima Vera. Mas vamos prá frente que atrás vem gente e neste Piauí até o refresco é quente. E o time da prefeita  altina foi ao litoral e  se deu mal. Apanhou do Parná. Um dois a zero  cruel. Voltou com gosto de sal.Amargo. Não é assim que a prefeita quer.  Já em Piripiri, o Flamengo foi só  dar os pontos para o Luiz “Menez” e voltou de lá desclassificado em gênero, numero e grau. Nada mais tendo a fazer é juntar nos panos de quartos e  guardar pra a próxima jornada porque desta  vez  não teve sorte e nem diretoria. E ficaram os quatro  clubes, uma espécie de mini-intermunicipal  com a nossa capital. Teresina,Parnaiba, Altos e Piripiri.O sertão e o litoral. Flamengo e Piauí deram “adeus ás ilusões”.

Naquele tempo...

Quando eu era repórter  de pista  da Rádio Difusora, Chico Magro era o carregador da mala de som, Henry Nelson era  meu  colega e Afonso Amorim, “fi do Napoleão” era  gandula e o juiz era o cearense Aderson Julião.Estádio Lindolfo Monteiro.

Copa sub15 do Dirceu

No Dirceu II, o Cabeção faz um torneio porreta de futebol sub15 com Escolinha do Bebeto,Esperança, Atletas do Futuro, do Real, do B.S.C, Dirceu I , Náutico, Prata de Casa, Manoel Evangelista  e Mônico, Já nos quarentão ele conta com Bonsucesso, Força Azul, Taguatu, Real Madrid, Parque Jurema Cruzeiro, Dirceu e Rio Branco.  Tem jogo sábado de tarde, tem domingo de manhã que o “Cabeça” é  um danado nessa movimentação do  futebol, a única coisa  que ainda faz  o camarada  largar o telefone celular. E ainda tem peladeiro que  só quer jogar  com o aparelho no bolso do calção. On line.

Semi-finais

Então a coisa ficou assim  neste futebol nosso de cada dia. Teresina (River), Parnaiba,Piripiri e Altos. Flamengo e Pìauí, despachados. De férias  antecipadas. Quem os viu quem os vê... E nem se vê mais porque tem time que nem sede tem hoje em dia, dona Maria. Não  vou escrever o seu nome para  não ferir susceptibilidade rubro-negras. Porque a bola rola e este amigo de vocês não enrola. E qual é que é a diferença entre a caçarola e a caça rola? Podereis até dizer que é de assento mais  eu não me  sento e nem me sinto tentado a sentar nem aqui nem acolá. E só nos resta, teresinenses, levantar a  bandeira tricolor, avante riverinos!

28 de março de 2019

Mais mulheres do que homens praticam o boxe em Teresina

O campeonato Piauiense de Boxe, acontece sábado que vem, começando às cinco da tarde, no Verdão,

Bofete feminino

Meus amigos, o esporte de bofete que é o chamado boxe, é praticado em Teresina, cidade menina, mais por mulher do que por homem. Acho que é até uma maneira delas se munirem de defesa, porque o boxe deixa a dona Maria com aquela disposição de dar em “bebum” enxerido que não pode ver uma mulher sozinha que já vem com saliência. É o campeonato Piauiense de Boxe, sábado que vem, começando às cinco da tarde, no Verdão, aquele ginásio esportivo anexo ao bar do Assis, vizinho à Semel. No meio dos murros e bofetes, o sexo feminino entra no meio e terá duas lutas entre o sexo frágil. 19 lutas dos homens e vai ser tapa no meio da canela. É o primeiro circuito do profissional, a categoria. Não sei como é profissão, se é apostando, porque de rendas de bilheteria eu não faço fé. O certo é que existe uma federação séria que organiza as competições. Gente muito esforçada na modalidade tão pouco prestigiada nesta capital. Sob o comando de Marcos Oliveira, a federação de Boxe luta por espaço na mídia porque a propaganda é a alma do negócio. A nossa capital é carente de atividades esportivas que tirem as pessoas de suas casas  para o divertimento. Agora, na  época do telefone celular, as pessoas se “enlocam” mais do que antes. Estão gastando mais calças do que camisas e os dedos estão até perdendo as impressões digitais. Só do cara ficar alisando o aparelho. Mas vamos ao  campeonato de boxe que é bissexual, isto é, praticado pelos dois sexos majoritários. Será a primeira etapa do esporte do tapa. O local é o ginásio Fortes, no Horto Florestal da nossa capital. Começa às cinco da tarde e vai até acabar as lutas todas que são vinte e uma “brigas”. Para quem gosta de confusão é um prato cheio. Diz a Pamella Maranhão que é a primeira etapa e eu digo que é tapa que não acaba mais. A segunda fase deste campeonato de bofete vai ser na Parnaíba, terra de Mão Santa. E assim a bola rola, este cronista não enrola, e a bebida da curriola é coca-cola. E aqui já teve um jogador de bola chamado Mariola...

Conciliabulistas...

Amigos, um sexteto indo e voltando. Componentes da associação secreta civil Conciliábulo. Josimar, Candinho, Chico Deletério, Eu, Mozart de Campo Maior e Hermeto Ceará. Gente da maior qualidade.

Uma coisinha de sal

O nosso  maior representante no futebol profissional, Altos de João de Paiva, ainda não tirou o dedo nesta competição chamada Copa do Nordeste. Só conseguiu dois empatezinhos lheguelés, uns míseros dois pontos na tabela desta Copa do Nordeste. Nos seus sete jogos perdeu cinco e empatou dois e ele ainda não ganhou nadica de nada. E é porque tem o nome de Altos. Faça idéia de  fosse “Baixos”. Vou dizer para vocês que desde que eu me entendo de gente aqui neste Piauí nunca vi uma fase tão “pecuária” no futebol “cabeça de cuia”. Uma verdadeira “seca”.

Torcer por ele

Hoje, a nossa obrigação como piauiense é torcer pelo seu representante legal no desporto nacional. E Quem é? Será o River, o “eterno campeão?” Será o “Piauizão Vibrante”? Ou uma vez Flamengo, cadê o Flamengo ? Ou ele vem das praias brancas de Parnaíba ou bem dali, entre Altos e baixos? Ou ele vem de Piripiri? Nunxixabe. O que importa é que nós, piauienses, temos que ter um embaixador, um representante legal no futebol nacional e como quem não tem cão caça com gato, quem não tem gato caça com rato e Chico Rato é o nosso lídimo representante na imprensa brasileira, o presidente da APCDEP.

27 de março de 2019

Você vive no modo 5 x 2? Do excelente livro de Francy Carmem.

“O que você faria até de graça e ainda estaria feliz?” Para mim era jogar uns dez minutos com a camisa do Botafogo, no time titular, no Albertão. Os meus sonhos são mais fortes do que os meus medos.

Cinco a dois

Você vive no  modo 5 x 2? Um escore bastante dilatado em se tratando de futebol. Uma goleada. Quem foi que deu esta lavagem , quem deu em quem ? Sim, você pode ! Reflexões para uma vida de resultados, um livro de Francy Carmem que ela deu á Biá que é  “Bokar” e estando  aqui em cima da mesa foi folhear e me  tocar. Diz que que sua leitura desperta  vontade de ir mais além eu me lembro que “além, muito além daquele  serra que ainda azula no horizonte  nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel que tinha o cabelo mais  preto do que a asa da graúna”, segundo meu   famoso conterrâneo José de Alencar. E levando o barco para o lado esportivo: Você vive no modo 5 x 2? Indaga a autora, ás páginas 99 e eu fiquei intrigado com este escore que no futebol já é uma goleada.  5 x 2. Ela pergunta lhe “Você vive no modo 5x2?” Você encara uma segunda-feira com desânimo e já fica sonhando com o próximo final de semana? E aí, ela  não fala que final de semana é  dia de  futebol e praia com  mulher e sol. E assim sendo, reverendo, o “modo 5 x 2”  é  um  improdutivo também  frustrante porque   já nos cinco você fica de quatro.  E matematicamente falando,você noves fora nada, nada e acaba morrendo afogada. Natação é  um esporte  dos mais úteis porque é  um “salva-vidas”, vidas como dizia Charles Chaplin  “ São vidas que se apagam a sorrir... é em  vão tentar os outros iludir... o amor que se foi não voltará jamais...  E  este esporte  é praticado  em  mares,  piscinas, rios e lagoas e por muitas  pessoas  dentro ou não, porque  até nove fora... nada. Mas a autora  nos indaga :” Você vive no modo 5 x 2?”, “Você encara a segunda-feira com desânimo e fica sonhando com o próximo final de semana? Talvez, você precise encontrar um sentido maior para aquilo que você  faz de segunda  sexta ou, até mesmo, mudar de profissão. “Não existe produção com qualidade quando não se realiza aquilo que nos faz brilhar os olhos.” É por isto que  quando eu venho para o jornal eu ponho colírio nos meus olhos.” ‘E quem não tem colírio usa os  óculos escuros”.

Você vive no modo 5 x 2?

Do excelente livro de Francy Carmem.

“O que você  faria até de graça e ainda estaria feliz?” Para mim era jogar uns dez minutos com a camisa do Botafogo, no time titular, no Albertão. Os meus  sonhos são mais fortes do que os meus medos.

Ainda não ...

Meus amigos, sendo “futebol uma coisa séria”, é também uma coisa  gozada porque o que  “dá prá rir, dá prá prá chorar” e assim a bola rola e este escrevinhador não enrola e até hoje a merenda mais gostosa  é cuscuz com coca-cola. Aliás hoje em dia         tem muita gente  comendo cuscuz  mas eu prefiro  tapioca que é feita   da raiz da  mandioca. Acompanhada de uma paçoca. Mas deixemos  de fofoca e vamos aos fatos  que escorridos viram tripas. Nossa  representante maior, a agremiação dos Altos de João de Paiva está sem dar uma dentro nesta Copa do Nordeste. Dois empates, cinco tacas, está como aquela música  sertaneja, diz Assis Fernandes, natural da Paraiba: “Só prá cumprir tabela”.

No dia 30

Neste sábado  que vem, o Altos (e baixos) cumpre tabela nesta Copa do Nordeste quando jogará contra  o  CSA das Alagoas mas antes ele vai atuar contra o Parnaiba, lá no campo  do Mão Santa pelo campeonato nosso e o jogo vai servir de treino apronto.  O futebol da capital atravessa a sua  mais  terrível fase, onde o menos ruim é o River  e está daquele jeito. Quem ainda joga em nome deste Estado de  necessidade é  o clube   do litoral e outro do interior. E para completar, a direção deste desporto está na maõs e garras de um  gavião. Segundo o poeta João do Vale na sua canção popular, Carcará  é um “ bicho que pega, mata e come... só não vai é morrer de fome...” Mas a bola rola e este escriba não enrola e  o melhor lugar de menino é na escola.

20 de março de 2019

Não, gentes boas, não irei falar sobre as senhoras  da cidade de Miolinho

Não, gentes boas, não irei falar sobre as senhoras da cidade de Miolinho

Quero me reportar a uma competição aberta na terra de Warton Santos e que deixou o futebol para trás.

As Damas de Picos

Não, gentes boas, não irei falar sobre as senhoras  da cidade de Miolinho. Prendadas madames picoenses. Quero me reportar a uma competição aberta na terra de Warton Santos e que deixou o futebol para trás. O jogo  com os pés  está perdendo pro prélio com as mãos e com a cabeça porque os dedos fazem o  que a cuca manda e no futebol só quem pode pegar com as mãos é o goleiro.E para fiscalizar e punir com uma pena tem o árbitro de  campo, o chamado juiz de  futebol. É uma profissão assaz, muito ingrata porque o cidadão investido nesta função, o menor nome que  leva é o de ladrão. Mas deixa  isto para lá e vamos falar num negócio que é esporte da cabeça, não é  de bola, com o pé ou a   mão, nem de campo nem de salão. É um mexe dedos. E os dedos fazem o que a cabeça manda. Trata-se do conhecido” Jogo de Damas”. Por sinal que é praticado mais pelos  cavalheiros. As damas ficam só  na beiradas torcendo pelos seus maridos ou “ficantes”. Mas nos Picos de Miolinho foi realizado o primeiro campeonato de Damas   que recebeu o nome do ex edil picoense Dagoberto Rocha ,um apaixonado  por este jogo dedálico. Veio gente de todo canto, até do Ceará e tinha muito idoso e no meio deles, um  coroa de 89 anos, o seu   Ismar, dos Picos, que disse que desde os dez anos que mexe  com a pedras da dama  e agora não mas antigamente mexia  também  com as mulheres damas. E assim  num  clima de saudosismo e alegria, transcorreu esta bela competição de  jogo de  damas entre cavalheiros de mais de setenta anos, os chamados decanos. Era gente de  vários estados deste Brasil  varonil descoberto  no dia  21 de abril. E assim foi o primeiro ”OPenpi” e espero que venha a se repetir e que surjam outros por aí. O campeão foi o Allan Iggor que recebeu troféu e quinhentos “paus”. Chico  Marcelo ficou em segundo lugar e levou  um troféu e  350 reais. Robério  , o terceiro, um troféu e duzentim. Mauro Pereira  ficou nos “quartos” e  mordeu cento e vinte uma medalha e Franco Alexander, uma medalha e  mais  cinquentinha. O evento cultural aconteceu no Boteco Da Chicosa lá no Canto da Várzea e ela lavou a burra  e vendeu foi muita cerveja.

Mestre  Salim

Uma das  figuras do meu próximo livro (Os Cearenses em Therezina). Sargento Salim. Na vida civil era  um líder religioso e tinha numerosos adeptos como se vê nesta foto num dia de Iemanjá. Líder da torcida do Flamengo de Teresina. Saravá !

Vamos caminhar ?

A Caixa Econômica está chamando  o povo para se mexer.  No dia 19 de março vai acontecer uma corrida e uma caminhada para andantes para cadeirantes. É a  “onzima”. Para participar tem que se inscrever, não é assim na tora, chegar na hora, meter os peitos e sair correndo. É organizado. Quem  está organizando é o pessoal da APCEF,ali na praça do Liceu e também na sede a presidente Kennedy. Eu vou me inscrever porque estou beleza dos  joelhos e até correndo atrás do prejuízo. Aconselho  aos da minha  época para   não esmorecer e está sempre alerta como escoteiro. A idade é a gente que faz. E eu não nego minha idade. Sempre que me perguntam eu  respondo, na hora: Sim. Faço sessenta e nove.

Por um “Bom Preço"?

Os  desportistas  piauienses  mais veteranos  sempre falam sobre o que se tinha e o que não se tem mais como  aquela vontade  dos tempos de rapaz.  Fala-se  do River   Atlético Clube, o mais famoso de todos , o  conhecido Galo  Carijó que era dono daquela  gleba ali perto do colégio de tia Aldinha. Uma coisa curiosa é que  nos locais  onde  eram  localizados nossos  clubes tradicionais, River, Flamengo e Piauí hoje  estão os supermercados mais abastados, os mais  endinheirados. Ironia do destino porque os times estão   todos os três  lascados e mal pagos.Os nossos  River, Flamengo e Piauí  entraram numa taca  grande. Uma tacadão !

Cadê nosso futsal?

O futebol de salão  de Teresina  que já teve seu tempo áureo com Banespa, CipaL, Benfica, AABB, Rio Negro, Flamengo, River, Piauí e outros  menos lembrados, agora mesmo é que está abafado. Não se ouve mais falar   em  competições desta modalidade, um esporte que era  a moda  da cidade e as quadras  da PM  do Verão ou do SESC ou AABB eram lotadas com a mocidade  sadia. Tempo em que não  havia este “engordurante” chamado  telefone celular. Necessário se faz que órgãos do governo ou município  promovam ações  para o incentivo e  desenvolvimento do esporte de bola em Teresina. Porque esporte é vida,  luz ,energia, é vontade de viver.

19 de março de 2019

O celular hoje é um engordurante. Mexa-se!

Quando for praticar sua caminhada não leve o celular porque ele vai tomar para você parar. E engordar.

Reação

Meus amigos, estou convocando todos os desportistas deste nosso Piauí terra querida para uma reação a este estado de inanição que vem tomando conta de nossos desportistas, todos rendidos ao celular. Esta acomodação física, que vai desde o menino ao idoso, este sentar e dedilhar, e se esquecer do mundo vasto mundo se eu me chamasse Raimundo morava em Piripiri e seria chamado de doutor Raimundo Pão. Porque o esporte é vida, é ação e reação, movimentação. Temos várias modalidades esportivas e dentre elas, o pebol é a mais usada porque somos “o pais do futebol”, condição reconhecida por gregos e baianos. Mas estou sentindo que o nosso povo, nossa guapa juventude, principalmente, está se descuidando desta atenção que tem ao esporte bretão e em consequência disto vem o engorduramento, porque o corpo tem que se exercitar, queimar calorias, tudo se resume no “mexa-se”. Até no ato de dançar, você pode suar e os franceses já nos aconselhavam: “É bom suar”. Mas estamos no tempo do celular e este aparelho veio para deixar todo mundo gordo. Porque ninguém corre nem para dar recado. Basta teclar no bichinho e ele  diz tudo no ouvido da outra pessoa e pode ser até o doutor Pessoa que entende tudo bem direitinho. Rapaz, é o progresso, você concorda? E estamos numa fase de engorda. Nosso povo nem caminhando está mais. As presenças na margens dos rios, ruas e praças, de pessoas se exercitando estão cada dia menores. E na maioria das vezes, elas vão andando e teclando e nem se importam com quem vai passando ou deixa de passar. Porque já dizem por aí e isto veio do Ceará: o melhor amigo do homem é o telefone celular. E entre as suas inúmeras vantagens e desvantagens no ato de usar vem o modo mais rápido de  engordar. Porque com ele ao seu alcance nem o mais ativo repórter corre, literalmente, atrás da notícia. Ela vem limpa, leve e solta pelo celular e é só você pegar.Escutar. E assim sendo, seu Rosendo, o celular hoje é um engordurante. Mexa-se! Quando for praticar sua caminhada não leve o celular porque ele vai tomar para você parar. E engordar.

Professor  Zaqueu

Neste tempo não tinha celular e os meninos gostavam de jogar. Olhem aí os meninos do professor Zaqueu, do Colégio Sinopse. A foto foi da Foco Studio Produções.

Sara machucou-se

Rapaz, a nossa menina de ouro, a Sarah com agá, não se deu bem desta vez, lá pela Rússia. Lutou, lutou, deu mas também apanhou, e acabou sendo desclassificada neste torneio deste esporte de agarrado que eu não gosto. Briga feia. E ainda tem uns gritos pelo meio para poder assustar a pessoa. Mas a vida é mesma assim e “algum tem que perder para outro entrar no jogo”, diz a canção popular. E Sarinha machucou-se e caiu fora da competição. Fazer o quê? Agora é levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima, como diz a canção popular. Porque a vida é um perde e ganha. Tanto aqui como na Alemanha.

Prá Brasília

O presidente da Federação de futebol do Piauí foi pra Brasília, me informa o Beto Loyola, que é do Alto Longá. Brauw Carcará. Deve ter ido atrás de recurso, diz o cronista social. De fato, o nosso pebol está precisando mesmo, e já de muitos recursos, porque a maré não está para mandin nem pacunaré. O futebol piauiense precisa urgentemente de uma repaginação, de uma mudança  radical porque  senão a vaca  vai para o Brejo, ali no Maranhão. O mar  não está para peixe por isso ninguém quer mais pescar.  Mas todo mundo é apaixonado pelo telefone celular. Vamos aguardar o que  nos trará o Carcará.

16 de março de 2019

Eu fui o único que falou do futebol nosso de cada dia

Eu fui o único que falou do futebol nosso de cada dia

Os outros coleguinhas escribas não deram uma única notinha só. Nem do-ré-mi nem fa-la-sol sobre nosso pobre futebol.

O único

Meus amigos, eu quero  me congratular comigo mesmo por um feito bem feito. Dos escrevedores em jornal da capital, Teresina, Piauí, eu fui o único que falou do futebol nosso de cada dia, ontem nos diários, o rame-rame, como falava o saudoso coronel Miranda. Os outros coleguinhas escribas não deram uma única notinha só. Nem do-ré-mi nem fa-la-sol sobre nosso pobre futebol. Eu fiz o “dever de casa” e isto me deixa contente e feliz, porque diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea: “Meus amigos, futebol é coisa séria”. Eu sei que o tempo está escasso nesta atividade esportiva e laboral, mas eu quero ser um dos últimos a moer cana, já que não posso ser o último dos moicanos. E assim sendo, reverendo, a bola rola e este escriba não enrola, e a melhor merenda do mundo é comer um pastel de Maria Divina com Coca-cola. Ora, direis, o que é que tem o fundo com as calças e responderei: o sentar. O jeito de sentar ou de caminhar, diz em qual time você vai jogar. Agora, mais do que nunca os teresinenses estão precisando de movimentação esportiva, entrar naquela de “mexa-se!”. A nossa mocidade hoje está entregue ao celular. É uma coisa impressionante. Vai desde a infância porque o pivete já nasce com os olhos procurando a telinha do aparelho.Já vi fotos de mãe sofrendo as cores do parto e segurando o telefone mostrando sua paridagem. Assim  sendo, reverendo, temos que reconhecer o papel importante, hoje, desta coisa fundamental nas nossas vidas, sua majestade, o telefone celular. E no esporte, principalmente no futebol, a sua eficácia é indiscutível. Tomou até função do massagista de time   que era a de dar o recado ao jogador dentro do campo. Agora, o atleta pode até atuar “plungado” e ficar só recebendo as mensagens porque estamos no auge da comunicação e quem “não se comunica se trumbica” dizia o saudoso Abelardo Barbosa, o Chacrinha. Na mais pobre pelada, o aparho  que escuta e fala que está presente, seja num modelo “peba” ou num dum destes que parecem um livro. E assim, o telefone celular tomou até o lugar do massagista que transmitia a mensagem do técnico ao jogador dentro  e campo. É a tecnologia chegando ao esporte mais intensamente  ao futebol esta atividade esportiva que gira em torno de uma bola que é redonda como a terra que também gira. E o mundo, vasto mundo, roda porque até a pomba gira...

Um senhor treinador

O doutor Roberto Veloso, ex-presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, era o treinador deste time aí da dona Carmem Frazão, da Stela Turismo. Esta foto aí foi no Clube dos Economiários. Foram campeões. Eram felizes e não sabiam...

No Almeidão

E já neste sábado, nosso belo representante nesta Copa do Nordeste, a Sociedade Esportiva de Altos, de João de Paiva, vai atuar contra o Toca Fogo da Paraíba, lá na terra dele. Vai ser uma parada dura para o clube da prefeita, porque os cabras lá não alisam os piauienses como nós alisamos os paraibanos aqui. E o nosso representante único em ação, por hora, no cenário brasileiro, é este time de Altos. Os da capital, vou te contar... E como não tem tu vai tu mesmo, temos que vestir a camisa do clube altino. Homem, mulher ou menino. O jogo é fora do Piauí. E vamos ficar  torcendo daqui.

“Emponderadas”

As atividades esportivas na área feminina de nossa Teresina precisam se movimentar. A prática frequente do esporte é muito  importa nesta época em que a alimentação é muito doce e o engorduramento é uma consequência natural. A falta de uma atividade física promove uma mudança química ou fisionômica porque a pessoa fica com cara de lesada e chama até atenção dos vigaristas, os aplicadores de golpe 171. É preciso ficar ligado ou ligada, porque estamos no tempo da “enrolada”. Todo cuidado é pouco e em casa de ”cabôco”, um é pouco, dois é bom e três é demais... Meninas, mexam-se ...

Futsal

Estou sentindo falta da movimentação esportiva desta atividade de bola que é o futebol de salão. Não vejo mais aqueles jovens interessados nesta prática tão salutar que só perde para “namorar”. Sim, porque depois do “jogar” só tem o namorar mesmo. Você pode até argumentar que tem o telefone celular mas aquele aparelho é um meio sem fio e não um fim. Seja na Cacimba Velha ou na Avenida Frei Serafim. Eu digo isto por mim. Sim, mas a nossa mocidade e até a maioridade precisam muito de esporte de quadra, uma área de certa forma precária. O esporte de quadra desta capital anda sumido e isto é muito ruim.

15 de março de 2019

A agremiação altoense de futebol fez o seu dever de casa

Surrou o Flamengo pelo marcador de 4 a 2. Foi uma taca média, quase uma goleada que foi atenuada por causa do dois gols recebidos.

Dever de casa

A agremiação altoense de futebol, o representante deste Estado em competições nacionais, fez o seu dever de casa quando surrou o Flamengo  pelo marcador de 4 a 2. Foi uma taca média, quase uma goleada que foi atenuada por causa do dois gols recebidos. Se tivesse sido ”a zero” é que era goleada. Embora a perda de pontos no certame não leve em consideração o placar mas tem o lado moral e uma goleada, meus amigos, é sempre uma goleada. É como o sujeito apanhar na cara. E se for uma taca de mulher é muito pior ainda. Na realidade, perder nunca foi coisa boa em qualquer atividade. Raras exceções como “perder o medo”, perder a vergonha. Mas nossa própria vida é um eterno perde e ganha e no campo da vida a bola rola para gregos e baianos. Mas eu falava da taca que o time da prefeita deu no nosso Flamengo do Everaldo Ducha e que tem até uma casa lá nos Altos de João de Paiva. Sim, o nosso Menguinho caiu de quatro e isto não é nada bom para uma agremiação de tanto nome no pebol cabeça de cuia. Tudo bem que o nosso rubro-negro vem lutando com muitas dificuldades de sobrevida porque a situação não está nada boa nem para gregos e baianos. O grande dilema, o problema capital é a falta de capital que deixa muita gente num “estado” de nervos ruim. Não se sabe se é melhor ficar ou “pior ir” pro Ceará. E assim a bola rola, este cronista não enrola e o tempo bom era aquel em queo meio de Campo do River era Giri, Derivaldo e Mariola. Mas agora o nosso “River” é o Altos e temos que se conformar e por este time vibrar. E vamos torcer por ele nesta Copa do Nordeste quando joga com o Botafogo da Paraiba, terra de cabra da peste. E assim, a bola rola e este escriba não enrola e sejamos todos Altinos na falta  de um  modelo próprio.” Quando não tem tu vai tu mesmo”.

Nosso time

“Quando não tem tu vai tu mesmo”, e a nossa capital não tem nem River nem Flamengo nem Piauí como campeão do Estado e quem vai é o arrumado esquadrão da cidade vizinha que vem honrando a camisa da terra da Elvira.

Fagep informa...

Estou sentindo falta deste “dizer” no som do Albertão que agora só tem imagem. O som acabou. Servia pra dar os avisos de coisas perdidas no campo do governo estadual. Até menino perdido. E o“ Fagep informa” era aguardado pelo público como se fosse o “seu gosto na berlinda” de Roque Moreira na Rádio Pioneira.Naquel tempo não existia nem celular. Era o “orelhão” parta escutar. Nunca mais se ouviu falar o “Fagep informa” e acho que neste tempo de internet e celular, serviço de som é melhor calar. A bola rola, este escriba não enrola e melhor refrigerante ainda é a Coca Cola.

Federações

As entidades esportivas que cuidam do jogo de bola em quadras cobertas ou descobertas, chamadas federações andam meias que  recolhidas a uma paralização total. O telefone celular que deveria servir pra comunicar, serve é para isolar porque vem concorrendo com as atividades do desporto e levando nítida vantagem. Menino que dormia com a bola na cama, hoje adormece é com o aparelho transmissor de mensagens e quem era craque na bola, agora , aqui ou  no Iraque, hoje é dedo vivo no zapzap, seja aqui ou em Maranguape. Em Teresina, as federações estão sem ações. Em campos  maduros ou “Verdões.

14 de março de 2019

O futebol brasileiro perdeu um dos maiores nomes da cartolagem

Amado pelos vascaínos e não querido pelos seus mais ferrenhos adversários, como flamenguistas, tricolores e porque não dizer também os botafoguenses

Mais um

Meus amigos, o futebol brasileiro acaba de perder um dos maiores nomes do setor cartolagem. Muito discutido, polêmico, fez do Vasco da Gama sua catedral. Amado pelos vascaínos e não querido pelos seus mais ferrenhos adversários, como flamenguistas, tricolores e porque não dizer também os botafoguenses. Porque futebol, meus amigos, é coisa séria, e tem os prós e os contras, porque até lá dentro de campo tem gol a favor e gol contra. Mas morreu Eurico, que ainda deve ser parente do pessoal do jornal  aqui, que é também Miranda. E no retrato de Ricardo Borges, da Folha, ele mostra as mãos limpas. E assim sendo para ele, o jogo  acabou. Foram 52 anos de vida dedicados ao clube da colina, e ele dizia que era por amor à instituição. E assim, as grandes paixões por clubes vão se acabando e temos bons exemplos de bons cartolas entre nós, como Tote pelo Flamengo, Pintinho pelo River, Reinado Ferreira pelo Piauí, Bibio pelo Auto Esporte, Zé Palitó pelo Artístico, Ismael Santana pelo Rio Negro, Belchior Barros pelo Fluminense, Carlos Alelaf pelo Parnaíba, Luis “Menez”  pelo 4 de Julho de Piripiri, Maninho pelas Barras, Warton Santos pelos Picos,César Melo pelo Comercial e Chico pelo Caiçara de Campo Maior. As torcidas vão se destorcendo e viram  destorcidas. O tempo passa, a bola rola e este escriba não enrola. E de repente, não mais que de repente, uma Fagep dessas  da vida é entregue a um indivíduo  assaz competente para  promover esporte prá gente. E a bola rola e este escriba não enrola. Porque o caçador caça rola e o mestre Cuca caça rola. Tudo é uma questão de acento. Acento agudo ou a mudo ? Ah, gentes boas, estamos em época de Brown Carcará presidindo esta Federação de Futebol do Piauí, sucessor de Cesarino Oliveira, de saudosa memória. Ah, mas o presidente do Vasco viajou, Eurico já era e a vida continua. É um campeonato onde cada um de nós é um jogador ou  um expectador. Uns jogam dois tempos e ainda tem prorrogação. Outros deixam o campo antes do seu tempo regulamentar. Ou por cansaço, uma contusão ou uma expulsão. Uns não conseguem nem vestir a camisa e entrar em campo. E Assim, a vida  continua. Como uma partida de futebol. Que pode ir até aos noventa, que é o tempo regulamentar” Ou sair antes por questão de saúde ou disciplinar. Mas a bola rola e este escriba não enrola. Vejam o caso do Eurico Miranda, viajou aos setenta e quatro minutos do tempo regulamentar que é noventa. Comparando com o futebol, cada minuto em campo é um ano de vida, na gente. Deus fez tudo bem feito. Depois dos noventa anos, aí já é prorrogação...

Viajou aos 74 minutos...

O eterno-presidente do Vasco da Gama, figura polêmica do futebol brasileiro, fez a sua última viagem, vítima de doença  invencível. Foram cinquenta anos de vascainidade.

Galo nas cabeças

A riverinada se sente numa boa porque o time tricolor agora canta de Galo no campeonato estadual. A taca aplicada na equipe de Piripiri, um 3 a 0 escrachante, rapaz, não é surra que se aplique em time de prefeito nenhum. Depois desta sova tridimensional, a agremiação de Luiz Menezes vai ver se desconta a pisa em cima do Flamengo do Everaldo, porque a partida vai ser mesmo no cocho, no campo deles, e Sergil Araújo já prepara uma torcida com charanga e tudo, muito milho verde assado e cozido, com aproveitamento total dos respectivos sabugos. Depois...

Esporte de  quadra

Nossos clubes amadores, praticantes de vôlei, basquete, futsal e outros esportes parecidos, sentem falta de espaço apropriado para praticar o jogo de bola, alegando falta de quadras. Na realidade, estamos sentindo a falta desta atividade esportiva no seio de nossa mocidade e também nos chamados idosos, agora todos voltados a praticar o zapzap, um mexe-mexe dos dedos desgramado. E tem uns dores nos pescoços, o tempo todo curvado olhando para o celular que hoje pode ser considerado o melhor amigo do homem. E com uma vantagem? Não pede dinheiro emprestado...

12 de março de 2019

O tricolor está na cabeça do campeonato cabeça de pato

O tricolor está na cabeça do campeonato cabeça de pato

Agora o time do Carlos Said está na liderança do certame com 17 pontos na frente dos outros

Galo na cabeça

Gentes boas, o tricolor está na cabeça do campeonato cabeça de pato.Deu no time de Piripiri com uma meia goleada que foi 3 a 0. No futebol, um é pouco, dois é bom e três é meia-goleada.O time de Luis “Menez” está ficando freguês. Apanhando de três. Agora o time do Carlos Said está na liderança do certame com 17 pontos na frente dos outros. Vai passar uma semana sem jogar e só no dia 20 deste é que vai encarar  o time da prefeita de Altos. Aí vai ser um duelo quente porque a equipe altina vem embalada e não vai nem querer saber se o Galo é carijó ou pedrêz.Quer é dar de três. O tricolor de Sheila Viana está voltando aos seus velhos tempos quando cantava realmente de Galo. Nos tempos de seu Raimundo Viana, Afrânio Nunes, Melão, Zeneto Ribeiro, Pedão e dona Maria do Buchão. No tempo em que o desportista do Piauí era feliz e não sabia. Era no tempo em que todo cego tinha a sua Maria da Guia. Hoje é uma galera calada e fria. E para ir ao jogo de futebol ainda tem dia... Mas o Galo ainda está cantando no seu terreiro, e todo mês começa no dia primeiro e gente não, mais dinheiro quando chega o dia derradeiro. Mas estão indo “avante, os riverinos com a bandeira de glória na mão"". Assume a liderança o tricolor, “eterno-campeão”, agora sob nova gestão. E o povo fica me perguntado na rua: “Garrincha, cadê o Flamengo?". E eu fico com cara de mamulengo. Porém, o Galo canta e o macaco assobia, e quem sofre mais é pobre do vigia. Ora, direis, estais tergiversando e eu vos direi mais: estou embromando. O problema é que futebol é um dilema e o gol é seu eterno tema. O jogo sem um gol é um namoro sem beijo, um poeta sem lampejo e cego sem  realejo, uma cama com percevejo. Mas no caso em tela, o River aplicou uma meia goleada no time municipal de Altos pelo escore de três a zero que é uma taca de “responsa”, e a agremiação da cidade vizinha, terra de Elvira Raulino, e onde o Toni Rodrigues é vereador. “O Altos” é a maior folha de pagamento do pebol piauiense. O plantel foi composto para jogo de “Nordestão” prá cima. O treinador de plantão na “terra da manga”, deve  ficar  “esperto” e não fazer  despesa confiando no fim do mês... Futebol é  uma caixinha de surpresas e sem fundos de garantia...

Eis o Galo

Jaílson Soares tirou o retrato do plantel tricolor, o Galo, antes de entrar na rinha para enfrentar o time do marido da prefeita dos Altos, o João de Paiva. Uma pena, porque tinha pouca gente para ver o jogo... É a fase...

Jogo de quadra

Uma atividade que  sumiu, praticamente, do dia a dia da nossa juventude, foi o esporte de quadra. O basquete, o vôlei, o futebol de salão, o handbol, eram atividades esportivas apaixonantes de nossa moçada e até os “coroas” que ainda davam no couro, participavam de jogos nas quadras dos clubes sociais ou no quartel da Polícia Militar, ali pertinho da Praça Pedro Segundo. E  depois do jogo era ir dormir em suas casas, os “ bons elementos”, porque os maus elementos desciam para a rua Paissandu. Para  comer um tal de angu. Era o tempo em que a gente era feliz e não sabia. Moça quando não casava ficava para titia. Salve Padre nosso, ave Maria. Hoje, a antiga quadra da PM não foi preservada. Botaram foi um Dinossauro para espantar menino e cliente do bar do Pelé...

O Dia em dia

Rapaz, a programação esportiva da TV do Valmir está dando o que falar. Botando no ar jogo internacional, tipo Corintians x Racing, pela Sul-Americana, que deixa o sujeito em casa sem vontade ir para a rua. E a mulher do individuo acha é bom. E  ela vem com os agrados e tem muito cabra  bruto que ainda acha é ruim e diz: “Deixa eu ver o jogo, Siá”. Mas meus amigos, futebol é coisa séria, como diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogeia, o Vei. E agora, o telespectador  está em dia com as transmissões da TV O Dia. É o progresso que vem chegando e a gente vai aproveitando, o tempo  vai rolado e ninguém sabe de quantos minutos vai ser o nosso “tempo regulamentar”, e lá o Dídimo de Castro diz que é “na trajectória dos noventa”. E quem que tem certeza que chega lá? Nem o Carlos Saib...

09 de março de 2019

Amanhã, 09, tem clássico no Lindolfinho

Amanhã, 09, tem clássico no Lindolfinho

Um sábado com cara de domingo porque é um clássico deste futebol, e antigamente os jogos deste naipe eram reservados para os domingos, dias santos e feriados.

 Agora não, o domingo é pra missa e festa na periferia, procurando alguma coisa de sal. Tudo está mudando, Juvenal. Mas tem jogo no campo do Firmino, que é o LM, ali na Matinha, bem no rumo de Timon, onde o bar é do Popó Cabeça de Pato, que fica putinho quando a gente o chama desse apelido e diz logo que é a mãe, e a gente explica que está falando é com o filho. O Cabeça de Pato. Sim, mas vamos ao jogo que entre a “seleção” de Altos e o time do Flamengo, de Teresina. A partida começa às seis horas, que é a hora da Ave Maria para quem é católico como eu, apostólico e romano. Uma partida tão importante como esta será dirigida pelo senhor árbitro cujo nome não digo, questão de segurança dele mesmo. Pra Flamengo, é jogo de vida ou de morte, porque a maré não está para peixe lá para o seu lado. Para clube da prefeita é um jogo sem dó nem piedade do Flamengo, e pode ser que pinte até uma goleada, porque as cifras financeiras são das mais diferentes entre as duas tesourarias, mas onde foi casa sempre será toupeiras, como diz o Bill lá de Oeiras. E assim, bola rola, e este escriba não enrola, e se você quiser arrotar, beba uma coca-cola. Ks. A de lata... esquece. Mas o Flamengo tem técnico, o Paulo Júnior, que segundo a Pâmella, vem trabalhando bastante o sistema defensivo. É portanto, um defensor, isto é muito mais importante do que ser um ofensor. E a prova é que você não vê concurso para “ofensor público”, mas defensor tem e ganha bem. Mas vamos ao jogo que será amanhã, nove, no campo do Firmino Filho do “Major”. O Lindolfo Monteiro, ao lado do Verdão, lá onde o Assis tem um bar e merendeira, onde a turma da Semel compra fiado. Mas o Renato BG já disse que não garante nada, e deu a dica para o colega de time e agora vizinho de administração, o Júlio Arcoverde, que também é riverino doente. E bola rola e este escriba não enrola e acabou o campeonato de samba de  escola e vamos  neste sábado ao futebol. Temos Altos e Flamengo, dois times cujos presidentes, e Everaldo moram lá.

Pedro II

A cidade do Imperador, Pedro II, já foi brilhante no futebol amador do Piauí. Em 1978, disputou o Intermunicipal da APCDEP com este timaço e ficou em terceiro lugar. Você sabe os nomes deles? Mande para o meu email: [email protected]

Depois do carnaval

Agora que passou o carnaval, vamos ao futebol. O brasileiro é um elemento que tem samba no pé e tem o rei Pelé. O brasileiro é um sambista nato e tem ginga nos quadris. Mesmo com o carnaval passando pela linha de fundo, a gente também vai passando neste mundo vasto mundo e seu me chamasse Raimundo e tivesse o apelido do Pão morava em Piripiri, perto do açude Caldeirão. Agora vem a outra diversão popular que é o jogo de bola onde o Brasil é campeão muitas vezes e tem o título de “pais do futebol”. Muito embora, atualmente esteja “nei mar” nem terra, numa situação meia “lheguelhé”, sem a bola no pé. E nem temos mais Pelé...

Amadorismo

Está na hora  da juventude praticar os esportes de quadras. O futsal, o vôlei, o basquete, o handebol e outras atividades bolísticas suadoras. O francês recomenda:”É bom suar!” Todo mundo deve bater sua bolinha. Favor não confundir com bater no Bolinha, aquele cearense, locutor esportivo da Clube que chegou aqui e nunca mais quis voltar. E por falar nisso, aproveito para pedir por aqui os dados biográficos do João Eudes para o meu “Livro dos Cearenses”, que estou escrevendo mas estou encontrando muita dificuldade. Cearense não quer contar a sua vida pregressa, como diz o Odílio Teixeira, outro de lá.

Passou o Carnaval

Pois é. Uma “alegria do povo” já se foi. O Carnaval. Agora resta o futebol que vem disputando com o reinado de Momo as simpatias deste povo brasileiro tão festeiro. Trabalhar não, mas para  vadiar, rebolar, sambar e se “irresponsabilizar”, não existe mais apto e ágil do que nosso povo, Fábio. Seja velho ou seja novo. E por incrível coincidência, é coisa que se faz com os pés. Longe da cabeça. Jogar futebol e dançar. As mais queridas atividades do povo brasileiro. Sapateando, chutando e a cabeça para usar chapéu. Em uns. Porque tem outros que usam “gaias”, mas aí já é outro departamento. É o jurídico.

02 de março de 2019

Hoje é dia de muita alegria porque vamos jogar contra a Bahia

Assim sendo, reverendo, vamos ao Albertão, neste sabadão, de tarde, às quatro horas, melhor hora de se jogar bola e assistir também.

Festão no Albertão

Meus amigos, hoje é dia de muita alegria porque vamos jogar contra a Bahia. Bahia de todos os santos e eu até me incluo porque sou Nunes dos Santos. Uma partida que deverá levar um público porreta para o campo do governo e acho até que o W. Dias vai para lá para prestigiar e torcer. A refrega será no campo maior nosso que é o Alberto Silva.”Prum” grande jogo um campo grande e o “AS” é o palco ideal de pelejas deste naipe. O chefe do poder estadual deverá comparecer porque é desportista e até joga bola nos seus momentos de lazer. Joga ruim mas joga e o mais importante não é o corpo. É o espirito. Desportivo. Assim sendo, reverendo, vamos ao Albertão, neste sabadão, de tarde, às quatro horas, melhor hora de se jogar bola e assistir também. Porque depois do jogo você poderá estender o lazer e depois vem o domingo que pede cachimbo e cachimbo é de ouro que dá no besouro. Nosso time representativo do Piauí, queiram ou não queiram, galegos e baianos, é o Altos.Entrou sem fazer concurso. E a coisa está descapitalizada porque a capital Terê não apita mais nada. O time mais representativo é de Altos. O presidente da federação, o Carcará, é de Barras e o governador W Dias é de Oeiras e completa 57 anos, nesta terça-feira de carnaval. E todo mundo quer entrar no Bloco do Governo. A situação e a oposição. Mas é na Teresina que todo mundo se encontra e vamos todos dar as mãos e pular porque tristezas não pagam dividas e muita gente ter titulo no cartório. O futebol é um tipo de carnaval, onde você comemora a vitória do seu clube com cerveja e tira-gosto. E vamos torcer para que o Altos faça seu carnaval no Albertão, com um sábado gordo de gols a favor. E o adversário é da terra onde mais mais se samba depois do Rio de Janeiro. Bahia de Todos os Santos e eu até tem um pequeno pedaço porque sou Nunes dos Santos. Mas santo de casa não obra milagre e vamos rezar para que Altos ganhe do Bahia e até treinar no Albertão, o Altos treinou para ficar mais familiarizado com o campo.Quem não tem cão caça com gato e quem não tem River, nem Flamengo e nem Piauí, torce mesmo pelos Altos.

O DIA prestigia

No calendário, este jornal dá valor ao esporte e a ilustração de hoje nos mostra isto. O goleiro “crescendo” no gol na visão do atacante. Tudo é uma questão de ponto de vista. Ou não ?

ver, Flamengo e Piaui...

Sim, estes três clubes já fizeram  muito carnaval e suas festas começavam sábado gordo e acabavam na quarta-feira de cinzas. Suas sedes eram palcos de festas que  levavam muitos foliões para “pular o carnaval” como o povo diz. Hoje estão parados e mal pagos. Ou parodiando o sucesso musical: “Agora é  cinzas... tudo acabado e nada mais. Tem deles, como o Flamengo, que “nunxixabe” nem onde se esconde. Só nos resta esperar que a bola role, depois do carnaval. Que deve ser de chuva, conforme diz o jornal do Valmir.

Os meninos do Sapinho

Neste carnaval, todo cuidado é  pouco com a moçada riverina. O time em formação, o treinador Sapinho nem viajou para sua terra, Juazeiro do Ceará e hoje o elenco treina puxado porque futebol é coisa séria e carnaval é folia. Depois que ele deu no Mengo porque não quer nem saber tendo o nome de Flamengo é perigoso, o treinador Flávio avisou que o próximo jogo é conta o time do prefeito de Piripiri, cabra que não gosta de apanhar e dentro de casa é pior. Chefe da torcida piripiriense, o cearense  Sergil Araujo recuperou a charanga para esta partida com 71.

28 de fevereiro de 2019

Antes um Rivengo era manchete de jornal. Hoje está de escanteio

Um canto de página para um Rivengo, seu Mamulengo

Quem te viu...

Rapaz, o tempo passa... diz no rádio o locutor. Antigamente, um Rivengo era manchete de jornal, era página central, fotografia e coisa e tal. Hoje está de escanteio. Um canto de página para um Rivengo, seu Mamulengo. E é porque, um, o Galo pode ganhar e ir pras cabeças. Já o outro, o Mengo pegou uma taca salgada lá na Parnaíba e vai querer se dar bem contra o Carijó, o  seu mais feroz adversário deste jogo de bola tupiniquim. E por falar em “tupiniquim”, uma leitora, outro dia me reclamou, via email, que eu tinha a mania de dizer que as coisa daqui eram tupiniquins e ela, a leitora, protestava dizendo que nunca tinha usado um piniquim porque tem a beiradas estreitas e o xixi vai para escanteio. Mas cada um chove no seu quintal e vamos ao nosso rame-rame que é o jogo de bola oficial, municipal, agora sob o comando de Arco Verde, um riverino de coração. E o jogo foi realizado bem ali, no Lindolfinho, vizinho ao ginásio Verdão e á Casa do Estudante, lá onde o filósofo esportivo, Wiliam Bogea,”o Vei”, morou quando veio do Maranhão para cá e era um estudante “Caxias”. Um clássico que era a maior expressão do futebol piauiense, um Rivengo, jogo também esperado o ano todo por timonenses e por teresinenses, duas nações unidas.E tivemos até um timonense por  muito  anos comandando o pebol piauiense que foi o seu Lula, genro de Alfredo Nunes, casado com dona Luiza, cunhado de Beto Caverna. Hoje nossa mentora está sob a direção de Robert Brouwn Carcará que tem este nome difícil mas é bem dali de Barras do Maratoan, mesmo terra de Francy Monte. Sim, mas o jogo foi ontem e eu lamento não dizer aqui quanto é que saiu, o resultado da peleja porque a matéria é feito de “O Dia” e a partida foi de noite do mesmo dia. Jogo pelo campeonato cabeça de cuia que já vai na sua oitava rodada. Que teve também Altos contra o Piauí (deve ter sido uma taca boa no Enxuga-rato) e no litoral, uma partida intermunicipal: 4 de Julho versus Parnahyba. Uma partida que deve ter sido pau  a pau porque  os dois times estão muito  bem preparados e a rivalidade entre ambos é conhecida. É o clássico “Parna-piri” ou “Piri-parná”. Quem vai ganhar ?

Presidente da Semel

Marcos Teixeira entrevista Julinho Arcoverde, um piauiense ainda parente do Maduro. Entra no lugar de Renato BG, outro riverino de muitas lutas pelo esporte cabeça de cuia. Outro dia me perguntaram porque todo presidente da Semel foi presidente do River... Sei lá...

Sinal VERDE no Verdão

Fagep informa: Sai Renato BG entra Júlio Arcoverde, um riverino depois de outro, por sinal, ex-presidentes do Galo. Uma beleza para o nosso futebol profissional e amador. Como diz o povo, gente da mesma atividade política. Desejamos ao novo gerente do esporte amador deste Estado de necessidade um produtivo trabalho à frente do esporte amador da cidade, passando agora por uma fase muito difícil, porque a nossa mocidade hoje entrou na mania do telefone celular, e não quer mais se exercitar. Desejamos uma profícua admistracao ao novo gestor dos esportes amadores deste Estado de necessidade.

Homem rodado

A agremiação altense agora arrumou um treinador de currículo cheio. O cara ainda relativamente novo é mais rodado do que bolsa de rapariga. Chegou dizendo que vai acender o time e teve gente que não gostou, porque acender lembra lanterna, e lanterna no futebol é coisa ruim. Tem mais de vinte anos como jogueiro, agora passou a ser treineiro e tem boa conversa. A agremiacão altense, ultimamente, vem mudando muito de treinadores e isto deixa a gente preocupado. Esperamos este Maurílio seja duradouro para obtermos ~altos~ resultados.Sen’ao, troca-troca porque  como diz o povo desta terra? O caminho do feio  eh por onde veio.

27 de fevereiro de 2019

A Fagep informa:”- sai Leandro Campos e entra Maurilio Silva, no Altos

Nos bons tempos, a gente ouvia no Albertão, este bordão.

Era  quando ia haver uma substituição em um time. A Fagep dizia que entrava e quem saía. E lembrando aqueles idos e curtidos, informa a Fagep que nos Altos de João de Paiva, sai Leandro Campos e entra Maurílio Silva no cargo de treinador. O emprego mais inseguro do mundo. Técnico de futebol no Brasil. Onde o cara dorme treinador e quando acorda é um ex. É um dos poucos empregos onde não existe um “fundo de garantia”. O Leandro não será mais visto nos “Campos” piauienses dando ordens aos atletas de Altos. A taca que pegou do River foi a última gota. E Warton Lacerda não esperou nem o galo cantar três vezes, e na primeira deu as contas do treinador, que não tinha fundos de garantia. E foi na madrugada de domingo que o homem foi dispensado, e na segunda ele já viajava, porque o caminho do feio é por onde veio. E assim, meu caro Joaquim, mais um técnico na breve história do time altoense, hoje nossa maior referência em futebol profissional. E o novo entregador de camisas” chega dizendo que vai “acender” o time da prefeita e é preciso ter cuidado, senão ele “bota fogo” não só nos Altos, como também nos baixos. Temos que ir devagar com o andor que o santo é como o Oscar, de barro e futebol é coisa séria como nos ensinou o filósofo da Pedra Mole, William Bogéa, o Velho. Hoje, Altos é o representante maior deste peba futebol piauiense onde quem cantava de Galo era o River depois que um rubro-negro foi uma vez Flamengo e nunca mais foi. E o povo ficou dizendo que é “pió ir”. Mas indo ou não indo, convoco o Clarindo para me dizer onde é que o Flamengo do Piauí está se homiziando que o povo vive me perguntando porque também tem gente que foi uma vez foi Mengo e sempre será, dizendo eles, “seja na terra, seja no mar.” E assim, meus amigos, a bola rola e este escriba não enrola e vamos para frente que atrás vem gente. E Fagep informa:”- sai Leandro Campos e entra Maurilio Silva, nos Altos”. Ele faz é tempo que deixou de jogar bola, nasceu em Brasilia, já treinou times do Ceará, Paraíba, Sergipe, Pernambuco e tem um boa folha. Corrida e bem paga. Saravá para ele !

O Galo cantou alto

Foi coatar no terreiro alheio. Nos Altos de João de Paiva e cantou “altos" e em bom som. Arrancou no estadual. Ninguém segura mais o Galo. Cocoricocó!

Galo quebra cabaço

Rapaz, desde que este time de Altos vem se entendo de clube de futebol que ainda não tinha entrado em taca em casa para o River. Mas domingo ele se lascou. O tricolor foi lá e cantou de Galo mesmo, no terreiro adversário. Uma taca econômica. 2 a 1. Não precisava de mais. 2 a 1, um placar discreto, educado e consolador. 2 a 1 é um escore família. O clube da prefeita que é nossa “Patricia” soube valorizar a vitória tricolor. Lutou brava e lealmente porque a primeira dama é Leal. O feito tricolor foi algo muito bom para os torcedores riverinos porque deu mais moral ao time e o técnico Flávio Sapinho pagou elogios ao seu plantel, botando os meninos lá em cima e  isso é muito bom  para os egos de todos. Vai do presidente  ao Pintinho.

Amanhã tem Rivengo !

O maior jogo de nosso futebol, o FLAFLU piauiense,River contra Flamengo e é no Lindolfinho, o campo da prefeitura, anexo ao bar do Assis. É noite de casa cheia e hora  do Popó cabeça de Pato lavar a burra vendendo cerveja escondido. “Ao pegado” ao Verdão, fica o campo da prefeitura e é até capaz do Firmino ir a este jogo  torcer pelo River, time do Major pai dele. É a oitava rodada deste campeonato, o primeiro do reinado de Carcará I e único. Ex-atleta, o presidente atual da mentora está uma bola. Uma bola grande porque, o da televisão é um Bolinha de nada..E como é noite de jogo de alto gabarito, nada melhor do que o cidadão levar a cidadã para  o jogo de bola, um bom programa de ordem esportiva. Lembrando o Cesarino.

22 de fevereiro de 2019

Gentes boas, cadê o rubro-negro piauiense, o ferrenho adversário do River

Gentes boas, cadê o rubro-negro piauiense, o ferrenho adversário do River

Não se ouve falar dele nos programas de rádio e nem se lê nada nos jornais “diários”

E o Flamengo? Morreu ?

Rapaz, é a pergunta que o povo me faz pela rua. Todo mundo quer saber o que está acontecendo com o clube mais popular deste futebol tupiniquim. O rival indo e voltando do River, o segundo time mais campeão do nosso Estado de necessidade. Sim, gentes boas, cadê o rubro-negro piauiense, o mais ferrenho adversário do River, o segundo clube no item “conquista de títulos”? Não se ouve falar dele nos programas de rádio e nem se lê nada nos jornais “diários”, hoje em O Dia, a não ser nesta coluna. Todo mundo sabe que o nome Flamengo já é uma “autarquia”. Estão até querendo ir ao cartório dos “Bucar”, e lá mudar de Flamengo para Foi Mengo. E ainda dizem que o presidente vai ser o Mamulengo, o pai do Mauricinho. Não quero nem acreditar mas deixa isto pra lá e vem prá cá. Nas últimas notícias que me foram passadas, o clube mais popular aqui também no Piauí, estava nas mãos de Everaldo Cunha, um cidadão probo, ex-atleta (mais ou menos) que tentou ser boleiro pelo River e dizem até que ele é riverino de coração,  mas isso eu não sei não, porque coração dos outros é terra em que ninguém anda. O certo ou errado é que o clube mais popular do Piauí, o Flamengo, como é em todo Brasil, o carioca, o daqui está sendo dirigido pelo “Ducha” como ele era chamado no tempo em que ele jogava bola. E como de onde não se espera é que saem as coisas, acredito que Everaldo pode até ser campeão piauiense. O diabo é quem duvida... Observação: Escrevo “diabo” com letra minúscula porque não tenho medo dele. E nem dos seus cupinchas que falam fanhosos. E aprendi com o Assis da Paraíba que quem está por baixo não está por riba. E assim sendo, reverendo, me preocupo muito com os nossos clubes de futebol profissional do Piauí porque é a alegria do torcedor, é uma opção para o vendedor de picolé, é o divertimento do Chicolé, e é onde a bola rola de pé em pé. E você pode assistir sentado ou em pé. Pode ir só ou com a mulher. Mas a minha preocupação agora é com o Flamengo do Piauí. Saber se está doente. Se estiver, seria bom uma consulta com o dr. Delson que é riverino mas quebra o galho e aconselha. Se o problema é gestão, congestão, má digestão, se é ducha ou tucha. O certo é que o Flamengo precisa de uma ajuda imediata e eficaz.Como todo nosso  jogo de bola profissional. Ajuda  do poder .Público e notório. Tenho dito, Benedito !

Lucas  dançou

Eis o homem. Dançou  bonito no salão do Enxuga-rato. Não ganhou uma e isto é uma desgraça na vida profissional de um treinador de futebol. Já pensou, em seis, não ganhar uma só vez? Ruindade dele ou do time? Ou dos dois? A foto é do perigoso “Seu Elias”.

“Vai tu mesmo”

Marco Antônio, diretor de  futebol do Piauí, aquele time que era o famoso Enxuga-rato, se lembram dele? Pois, o MA dispensou o técnico do rubro-anil, Lucas Andrade, pagou os seus direitos e seus tortos, e o treineiro pegou seus trocados e se mandou atrás de outro time, porque aqui não deu pra ele. Não ganhou uma e como dizia Belchior do Fluminense: ”É melhor apanhar só do que mal treinado.” Em seis jogos ele não faturou nadisca de nada. Aliás, ganhou um ponto. Só. Só teve um empatezim, e o resto foi taca. A negrada dizia que ele dormia no ponto. No domingo que vem tem jogo com o 4 de Julho no Lindolfinho, às cinco da tarde, e o treinador vai ser mesmo o Marco Antonio. Na falta de “modelo próprio”.

Vem de Piripiri...

O time do prefeito Luiz “Menez” vem tinindo. É o favorito nesta peleja contra o Zé do Povo. Na ponta da tabela, o cearense Sergil Araujo, ministro dos assuntos esportivos, seu fiel escudeiro, alisa o bigode e esnoba: - Calma, calma que a liderança é nossa! Marcão, treinador de plantão, no Piauí, ex-atleta, sabe das suas chances de ganhar este jogo e vai botar o time prá cima do visitante. Nada dar moleza. E assim sendo, reverendo, o  duelo vai ser danado de bom e lá no Lindolfinho, no campo do Cabeça de Pato, ali na Matinha, perto da casa  de dona Toinha. E o povo de Teresina  que for ao futebol, quer chova ou faça sol, deve  ir torcer pelo time que quiser,Sim porque  futebol é como mulher. Simpatia.