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Notícias Garrincha

07 de agosto de 2019

40 anos de Verdão

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quarta-feira (7) no Jornal O Dia.

40 anos de Verdão 

História e fatos. Celso Carvalho nos presenteia com um belo trabalho sobre a nossa catedral do esporte amador, apelidado de Verdão, mas o seu nome de registro esportivo é Ginásio Dirceu Mendes Arcoverde. Ele diz e eu concordo que “A arena Verdão, denominação de fantasia do atual Ginásio Dr. Dirceu Mendes Arcoverde, não é apenas um simples complexo esportivo mas também um espaço multiuso que serve à sociedade piauiense no que tange às suas atividades amadoras. “Ele até demonstra uma certa preocupação com a atual situação do complexo porque escreveu que: “a expectativa é que a nova modalidade de administração do Verdão seja bem sucedida, com melhorias funcionais e que traga bons resultados para todos os praticantes de esporte amador de nosso Estado. ”Para fazer este livro, o Celso que de bobo só tem o caminhado, conseguiu chancela de quase um time de patrocinadores: Itacor, APEFP, Câmara Municipal de Teresina, Assembléia, Fundespi, Secult, Secom e Governo do Estado. Só mesmo faltou o Armazém Paraíba  neste  apoio cultural. E assim, Celso nos faz viajar no tempo e no espaço e só senti falta do meu amigo Magro de Aço. Mas bola que rola e o livro do “maluco beleza” está em todas as bancas da cidade. Muita gente que foi ao lançamento da obra teve a curiosidade de ir ver as dependências do Ginásio Verdão, uns matando a saudade de jogo de salão, de shows e outras festas na nossa principal praça de esportes amadores. E viram o estado de “esquecimento” em que se encontra no momento quando a mocidade trocou o jogo dos pés das mãos, futebol de salão, vôlei, basquete pelo mexer dos dedos nas teclas dos telefones celulares. Hoje, os jovens, na sua grande maioria, preferem exercitar os dedos, a digitação celular, não mexem nem o dedão e nem o “pequeno polegar” ninguém quer mais correr atrás de  bola. A não ser uma bola de  carne. E assim, a bola rola, este mundo é uma bola e futebol não aprende na escola, quanto mais nas “escolinhas”. Mas a  vida continua e não é como uma partida de futebol que tem duração de noventa minutos e só em casos esporádicos é que tem prorrogação. Espero que este seja o meu caso. E já são passados os 40 anos de vida do Verdão e parece que foi ontem que no manicômio em frente de alojava o Manelão. E assim, caríssimos leitores, comprem e leiam o livro do professor Celso Carvalho, um “Maluco Beleza”.

Verdão Quarentão

Mais um trabalho de escritor piauiense enfocando o nosso desporto. Vale a pena comprar e ler o livro de Celso Carvalho sobre nosso complexo esportivo. Um trabalho que precisa ser lido para os filhos e sobrinhos.


Disse o Celso: 

“A situação do Ginásio Dirceu Arcoverde em 1988 continuava sendo a pior possível em face da falta de verbas para a diretoria tomar as providências devidas. Alguns desportistas comentaram com a imprensa que alguns dos refletores do Verdão foram levados para o estádio de Campo Maior. No momento, a FAGEP não havia como realizar qualquer tipo de melhoramento no Verdão. O Verdão foi inaugurado pelo então Governador Dirceu Mendes Arcoverde que ficou arrasado em face das vaia que levou no Ginásio.” Passado este incidente, os desportistas passaram a prestigiar o futsal de Teresina que jogava diante do salobol do Ceará.

Era Sergil 

“Aconteceu no dia 03 de janeiro de 1955, às 17 horas, no Ginásio Verdão, a solenidade de posse da nova diretoria da Fagep com a transmissão do cargo do engenheiro Francisco Sergil de Castro Araujo para ao bancário Fernando Resende Neves de Melo. Melo foi o décimo primeiro presidente desde a sua fundação em novembro de 1971, governo Alberto Silva. O primeiro presidente da Fagep foi o engenheiro Murilo Resende. Em seguida passaram Rupert Macieira, Renato Lopes, Chico Costa e Lealzinho. Foi no tempo do Sergil quando o futebol de salão teve o seu maior desenvolvimento em Teresina.

06 de agosto de 2019

Elas por elas

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta terça-feira (6) no Jornal O Dia.

Elas por elas 

Meus amigos, o caso é sério. Elas estão tomando conta do pedaço e em todos os setores da humanidade. Na novela da Globo é a “dona do pedaço”. As nossas “colaboradoras”, as mulheres estão cada vez mais empoderadas e algumas até falando grosso, exigindo que o interlocutor diga “sim senhora”. Daqui a pouco a Globo vai botar a “Faustona” no lugar do Fastão e por aí vai, porque a tendência é esta neste vasto mundo e seu eu me chamasse Raimundo seria uma rima e não uma solução. Ora, direis, o tempo passa e na “trajectória dos noventa” poucos chegam lá porque o caminho é áspero e de subida. Quantas pedras rolaram e muitas águas rolaram no velho Parnaíba que junta o Piauí ao Maranhão em bela União, vizinha de Miguel Alves. Mas o tema de hoje é a “poderação feminina” que atinge o esporte bretão, o chamado o futebol, que vai perdendo o seu “machismo” em boa hora quando se dizia mui egoisticamente que futebol era coisa para homem quando alguém reclamava de uma porrada desleal nos testículos. E assim como as  pessoas são as criaturas e a bola rola no gramado ou até no cimentado quando o futebol pé de salão e requer mais atenção e concentração.Assim a bola rola e jogador bom era aquele tal de Mariola que jogou no River ao lado de Derivaldo, Sima e Lelé. Ah, meus amigos, nós já tivemos bom futebol e bons dirigentes, cidadãos probos e  inteligentes mas também tivemos uns “espertos” e negligentes porque “nem tudo que reluz é ouro e nem tudo que balança cai”. E o esporte, o futebol, tem os seus prós e  contras e a maior prova contra é aquela onde você mete sem querer meter. O “gol-contra”. Come sem ter vontade de comer.E o esporte, ele nos ensina que todo o cuidado  é pouco e em casa de caboclo, um é pouco, dois é bom e três é demais. Ora, dirá o leitor que eu estou muito parabólico com frases com efeito e com defeitos, cheio de preconceitos. E responderei que não porque falo da participação feminina numa atividade que era machista até bem pouco tempo quando os peladeiros diziam a quem reclamasse de jogo violento em peladas nos bairros: “Futebol é pra homem!“.E o “mufino” saía do jogo. Tirava o “time” a gente dizia á época. Mas agora, acabou-de esta história de dizer que futebol é para homem. Já foi, Otávio.. Agora é unixsex , tem delas jogando melhor que muito macho maxixe madeiro doce. E a jogada que mais elas gostam é de meter a bola entre as pernas adversárias. E aquela jogada inventada pelo Domingos da Guia, a bicicleta,  no futebol, a bicicleta que a mulher executa é diferente. Não tem o varão... Meus amigos, diz o “Vei” Bogea”:Futebol é coisa séria”.

Elas 

Jaílson bateu o retrato das meninas do Amarelão da PM, jogadoras de bola e que defendem o nome do Piauí em jornadas esportivas e neste sexo convexo, o Brasil será a sede de uma Copa do Mundo feminina daqui a quatro anos, em 2023 e o presidente da CBF é chegado ao produto, o Rogério que é um Caboclo bom de bola. Assim sendo será a vez primeira que o Brasil estará sediando uma Copa do Mundo do belo sexo e temos que ir treinando logo um time para ser o vencedor porque nós somos o país do futebol e não podemos dar mole, perder dentro de casa. Já que com futebol masculino está sumido e mal pago, vamos torcer pelas “minas”.

O Amarelão

Equipe da Sociedade Esportiva Tiradentes, sob o comando técnico do Toinho Goleiro, gente da melhor qualidade, da Vila Operária.

O livro do Celso 

Homem sério, dedicado ao desporto, Celso Carvalho lança uma obra para ser lida e comentada pelos amantes do jogo de bola. Não só de futebol como outros esportes bolísticos que ele como ligado ao metier teve que conviver ao longo dos anos. Apesar de nunca te sido um bom atleta porque era “fundo” em todas as modalidades em que se metia, atribuia a miopia o seu “desconforto“ com a pelota mas era um idealizador, um promotor de eventos e botava a rapaziada para se mexer no Verdão e e outras quadras. Em mais um trabalho sobre o desporto piauíense Celso nos relembra bons momentos de nosso amadorismo. Já está nas bancas.

02 de agosto de 2019

Entrando Agosto

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta sexta-feira (2) no Jornal O Dia.

Entrando Agosto

Meus amigos, vai começando o mês mais “invocado” do calendário brasileiro   que é este tal agosto. Desde que em me entendo de gente que  ouço  o povo dizer que “agosto é o mês do desgosto”. E eu não sei porque cargas daguas  ou de areias, a  plebe rude e ignara taxa assim um mês que vem logo depois de julho, mês das férias escolares, como mês do azar. Muito  pelo contrário poderia deixar entra ... agosto do freguês que seria mais democrático neste pais de Lula preso. Agora que o nosso povo  está todo gordinho e os fabricantes e vendedores de  roupa estão dando o maior valor porque os números maiores exigem mais pano prás mangas e também para os laranjas que é uma fruta  que prolifera  neste governo daqui e de lá e quiçá, do Ceará. Mas  o tema da coluna de hoje é o mês de agosto no futebol piauiense  que “estava de férias”, nesta era de Carcará.E o desportista  pega seu jornal O Dia,vai para a página esportiva á cata  de noticia sobre o nosso jogo de bola oficial e nada. Nada no seco. Alguns nadam no  sexo e no convexo. Estamos  começando uma nova fase no nosso futebol profissional, iniciamos a “era Carcará”.Assumindo  comando da  Federação  futebol, ele  “El Carcará” que era vice  de Cesarino Primeiro e Único, se vê logo com  o maior problema que assola este Estado  de necessidade (Piauí) que é a liseira. Sempre  que alguém está sem recurso  financeiro que é o que se chama  dinheiro, diz que  o cidadão está liso. A liseira hoje em dia está sendo uma coisa  comum neste Brasil Brasileiro terra de samba e pandeiro e num tempo deste saiu até um bloco de carnaval em Teresina,se gabando e botando uma placa dizendo “Lisos somos”.Afirmação que se  desmentia na ala feminina  que não tinha nada de liso na comissão de frente. Elas eram muito peitudas. Mas, a bola rola, este Garrincha não enrola e futebol não se  aprende  na escola, embora a periferia esteja cheia de “escolinhas” e é preciso ter  cuidado ter cuidado quando botar seu filho numa destas “escolinhas” porque  podem ensinar o que não presta.Mas a vida é uma partida de  futebol e nem todos chegam aos noventa se bem que  tem alguns que vão até á prorrogação que é a turma do “Kaduco”. Mas o tempo  passa e muitos não chegam á “trajectória dos noventa” como diz Dídimo de Castro, o Pequeno Polegar.

Professor Zaqueu do Sinopse

Nunca mais  tive noticias do professor Zaqueu que  era um amante do futsal e brigava pelo Sinopse. Eis, ele aí, numa formação da época, em foto da Stúdio Poduções, Ginásio Verdão e trabalhada pelo seu Elias.

No bofete

Se não temos craques no pé, no jogo e bola, no quesito “bofete” temos um menino aí que promete  dar muita porrada em cara de gente  que é o  Luiz Felipe, aquele que  negrada chama de Buda. É Buda. Não tem ene, não. E esta fera se prepara para lutar em evento nacional, neste mês, em São Paulo e ele já sabe quem vai enfrenta , é um gaúcho, um tal de  Nilton Gavião que dizem que é muito bom e  vamos ver isso no dia 23 de agosto, lá  em São Paulo, quando vão emendar os bigodes para  se ver quem é o mais macho na porrada e no cambito.

01 de agosto de 2019

A bronca da Raimundona

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quinta-feira (1º) no Jornal O Dia.

A bronca da Raimundona

O jogador de futebol, Edilson,  um  paraibano que foi trazido pelo treinador Mormaço para o Tiradentes, depois de uma temporada no time d Policia militar, passou-se para o Flamengo acompanhado Mormaço.  Ele era conhecido como “Edilson das Mulheres” tendo em vista a  enorme facilidade que tinha de controlar várias paqueras. O atleta, vez por outra, se metia em situações embaraçosas e uma delas  foi no portão de saída do estádio Alberto Silva , em Teresina, PI. O Flamengo havia jogado,  e já quase todo mundo havia ido embora. Apenas um grupo de repórteres  continua na saída  e, ali, perto, uma mulher grávida, encostada no muro. Parecia que  ela esperava alguém e tinha certeza de que este  alguém iria sair por aquele portão. E não errou. Dali a instantes, surgiu ele, Edilson, com o seu andar  vagaroso e gingante. A mulher  grávida se aproximou dele e foi logo o chamando de “cabra safado” e que tivesse vergonha  na cara e falando outros “elogios” próprios destas horas. A turma das rádios tomou aquele espanto. Edilson notando a “manchete”, falou com o canto da boca  para a  torcedora que não ere ao outra senão a famosa Raimundo, titular do coração do jogador. “– Não dá esparro”....olha a imprensa... disse ele com o canto da boca. – Imprensa, uma merda ! Eu quero mermo é que todo mundo veja, cabra safado ! “-Fala baixo, senão eu te dou um chute...” continuava  ele falando  com a boca torta.- Chuta, chuta  que eu quero ver se tu é macho... “ Continuava ela e aumentava  o tom de voz, zangadona. Edilson, experiente  do futebol, vendo que não tinha outra solução, disse “venha cá” e  botou a mão no ombro dela. E assim, saíram discutindo pela escuridão da noite. (Do livro “Tirando de Letra”, de Eudes Moacir Toscano transcrevendo de “Um Prego na Chuteira”, primeiro  volume).

Medalhando o Jeferson do Pierre

Em foto  do arquivo, o Pequeno Polegar, Didimo de Castro,  bota a medalha no pescoço do Jeferson Cruz, filho de Pierre e Mercês, em méritos  de natação, fazendo parte da equipe da AABB Teresina  que na época disputava  com o Circulo Militar quem era  melhor no nado.

Sub 17

A federação de  futebol do Piauí  não para e agora, mexe nas categorias amadoras para ir criando condições de  desenvolver mais na frente um futebol mais competitivo porque do jeito que está não pode ficar, nesta era “Carcará”. Já tem nove times  inscritos para o  certame deste ano e  vai começar  em dez de agosto. Uma coisa que  eu não entendo é quando o regulamento diz que os “jogadores devem ser piauienses” com exceção dos atletas repatriados que tiverem o primeiro registro feito no Piauí. Isto abrange os desportistas de Timon e Barra das Pombas? É bom ver isto...

Luta de espada

Rapaz, este Piauí não é fácil. Quando você pensa que não aparece  uma coisa boa no esporte e agora a “terra querida” brilhou em Belém do Pará com luta de espada, você acredita ? Pois em competição em Belém do Pará, onde mora meu amigo Carlos Castilho, pois  para lá,  nós mandamos três meninos bons de espada e eles vieram  cheios de  medalhas. Façam ideia se fosse briga de faca. Rapaz, a nossa gente é boa em qualquer modalidade de  esporte e não foi atoa que tivemos aqui o Auto Esporte. E além dos rios Parnaíba e Poti,tivemos Rio Negro onde eu era ponta direita.

31 de julho de 2019

Cinco Campos

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quarta-feira (31) no Jornal O Dia.

Cinco Campos

Meus amigos, o futebol desta serie B Piauí neste ano será disputado em cinco  estádios deste Estado  e estes campos tem que ter o tal de laudo  que é um documento onde se diz que o dito tem condição de receber jogo e  gente para ver este jogo. Condição no gramado e no cimentado. É onde estão os direitos humanos  que uns confundem com os direitos do Elmano que era meu amigo, nos  bons tempos de Mão Santa  no Palácio de Karnac e estava em moda  comprar  carro na Automac.E os campos  são estes: De Campo Maior, Picos, Floriano, Oeiras e Timon . É a  desestadualização  do campeonato, fato inédito no futebol nacional. Um time de um estado  de carência disputar   campeonato em outro estado de  necessidade. Isto  se justifica com o  nosso “slogan”: ‘Só  no Piauí mesmo !” Ficará na história e futuramente dirão que isto aconteceu no tempo do Carcará de Barras de Maratoan, sucessor de Cesarino, primeiro e  único,  de saudosa memória.E a bola rola porque é redonda , vai rolar nos  estádios piauienses de Oeiras, Picos,Floriano, Campo Maior, na capital Teresina e na sua “prima” Timon que é do Maranhão mas é  nossa filha adotiva, é de casa e gente daqui mora lá e gente que mora aqui  e tem gente que come lá e dorme aqui e come lá e assim  um vai e vem, assim como o Lula e o doutor Gil Alves dos Santos. E pela primeira vez,  um clube maranhense vai disputar  o certame piauiense como se teresinense fosse.  Assim como os rapazes e moças de lá vêm concorrer  com os de cá nos concursos públicos e muita gente de lá é casada com o povo de cá. Porque o rio Parnaiba não separa .Une  o Piauí coo o Maranhão. E o esporte é uma atividade lúdica  que tem na sua mais bela expressão a união, a confraternização, até pelo contato carnal.  O corpo a corpo, o mano a Elmano até ao “vai que é tua , Tafarel!” como diz o locutor da rêde Globo. E aqui, na capital do Piauí, a federação de futebol sob o comando  de Braum,o Carcará dads Barras de Maratoan, sucessor de Casarino primeiro e único, dá prazo para interessados  ao campeonato de futebol profissional   arrumarem  seus campos de jogo porque o caso é sério não é futebol de meia  tigela não. Ajeitem os campos. Picos de Miolinho, Floriano  de Aldênio, Oeiras Conceição Pipoca,Tadeu  e Bil, Piripiri de Luiz “Menez” e Raimundo Pão e o “naturalizado” Sergil Araujo. E agora com mais um novidade interestadual. Timon (MA) no campeonato do Piauí. Os cearenses, irônicos, irão dizer:-“ Só no Piauí mermo” !

O Piauí em alta

Em foto do meu arquivo implacável  e subtraído, Alfredo Nunes era presidente da  FPD e medalhava João Havelange  em solenidade na Federação, com Magal e Genésio Araujo, ao fundo e dona Genu Morais.O local era a sede da mentora.

Era Carcará I

O atual comando do futebol piauiense marcará época no jogo de bola como a primeira vez que se “naturaliza”  um time. Timon, do Maranhão, vem  disputar campeonato piauiense de pebol e é já que os cearenses, invejosos como são, vão até botar o time de Tianguá neste certame piauiense, eles, vizinhos de Piripiri e Pedro Segundo. Pois o Timon está na série B de Batalha do Piauiense que começa no dia da parada, 7 setembro. E a grande pedida será, sem dúvida, a participação de uma equipe de outro estado  no estadual do Piauí. Mais um motivo para os cearenses zoarem os piauienses, dizendo o bordão: “Só no Piauí mesmo !”

Era Carcará II

Diz Braun I e único que ele mesmo vai visitar todos os estádios, até o de Timon, para ver se tudo está de acordo com o gabarito do laudo dos bombeiros e em caso contrário, pode até jogarem lá mas será com os portões fechados e pregos em cima dos muros com as pontas para cima. O sucessor de  Cesarino Oliveira declarou que ele mesmo vai examinar todos os locais de jogos em todas as cidades, ver de perto para contar de certo e não ir pela cabeça dos outros como piolho. Ele concorda com o pensador da Cacimba Velha, nosso Wiilliam Bogéa, o” VeI” diz nas suas “para-bolas”  conclusórias de que “futebol é coisa séria, meus amigos”.

30 de julho de 2019

Um grande desafio

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta terça-feira (30) no Jornal O Dia.

Um grande desafio

Meus amigos, o presidente da Federação  Piauiense de futebol, Robert Brawn Carcará, substituindo o falecido  Cesarino Oliveira, enfrenta uma crise sem precedentes nesta atividade  esportiva em este  nosso Estado de necessidade, o Piauí  terra querida. Nunca, em tempo algum, se viu tanta moleza, inércia, falta de interesse pelo jogo de  bola profissional ou até no amadorismo porque ninguém está mais querendo se mexer, a não ser com os dedos no celular. Até nos encontros de “casais”... Tem casos de parceiros e parceiras reclamando da falta de atenção ao “metier” porque o outro lado fica passando os dedos no aparelho errado. Completamente  desinteressado pelo  resultado do jogo. Ah, meu amigo, tem dó...e quer moleza ? Vai jogar dominó. E o que se vê  hoje em dia, padre nosso, ave Maria, é todo mundo dedilhando, esquecido do mundo  , vasto mundo e se eu me chamasse Raimundo seria uma rima e não um  jogador fundo. Sim, mas qual é o grande  desafio  que Browm,o Carcará  está a enfrentar? Nada mais , nada menos do que ser  presidente da Federação Piauiense de Futebol, herança maior de Cesarino Oliveira, de saudosa memória. Rei morto, rei posto  e eis o filho de Barras de Maratoan  investido  no alto cargo de  presidente da Federação Mafrense.E numa fase difícil porque este desporto  hoje está numa  precariedade que  dá gosto e com o seu calendário esgotado  antes de chegar “agosto” da  torcida. E assim sendo, eu mesmo não entendo como é que o jogo  se acaba antes de chegar ao final da “trajectória dos noventa”,  como diz o nosso Pequeno Polegar, Dídimo de Castro Pereira  nos microfones da Rádio Pioneira. Se fosse pelo desempenho físico do presidente da mentora, não haveria nem jogo, só intervalo, para o descanso dos seus 132 quilos e duzentas e cinquenta gramas, segundo pesagem fornecida pelo seu conterrâneo Manin Rêgo á nossa reportagem. Mas o tempo passa, como dizia Fernandes Mendes irradiando jogo pela Difusora quando  eu era o  seu comentarista  e Odilio Teixeira era o repórter de pista. O Odílio recebia um apelido engraçado e o presidente da  Federação Piauiense de Desportos gostava de  dizer ao vivo e no ar: “Ei, Fodinha...” Isso no ar, em ondas médias e curtas.Mas o tempo passa e o público ouvinte quer escutar as transmissões esportivas e curtir o Magro de Aço dizendo: Eeeeessccuuuutaaa Diiiiidimoooo...

Situação

Aproveitando-me do talento do Jota A para mostrar a situação  financeira   do futebol piauiense em plena  era Carcará.

Fomos furtados

Mais uma vez, o Botafogo  é furtado á vista clara, com milhões de testemunhas e o ladrão não sai preso. Perdemos o jogo para o tal de Flamengo por 3 x 2, no Maraca,diante de milhares de testemunhas e nada se fez para impedir tal falcatrua. A policia  presente  foi  conivente dando proteção ao árbitro ladrão   seus asseclas, os tais  bandeirinhas, em ato público com o campo cheio de testemunhas e a maior parte conivente, torcida do Flamengo, incentivando o roubo ao ar livre. O tal de rubro-negro saiu com os louros da vitória e nós ficamos com os pretos  da derrota e com nosso estrela solitária e sua torcida solidária na dor...Mas diz o nosso pensador  que “futebol é coisa séria”, deixa isso para lá.

 Intermunicipal

Era uma competição  estadual promovida pela entidade da crônica esportiva piauiense (AqDEP) que reunia  representantes dos municípios piauienses  em um torneio de futebol. Cada time jogava um outro duas vezes, uma vez em cada município e a partida era na capital. Um dos bons momentos do nosso desporto que servia para estreitar os laços de amizade entre os municípios, embora muitas vezes o “pau” rolava entre os componentes.Os prefeitos se empolgavam e uns queriam  até jogar bola incentivados pelos  puxa-sacos que é uma coisa  que não falta neste país do futebol e da carne de sol. E a entidade dos cronistas esportivos daqui, trazia gente gente do norte,do sul, do litoral. Pra a grande final na capital.

25 de julho de 2019

A velha Oeiras...

A velha Oeiras...

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quinta-feira (25) no Jornal O Dia.

A velha Oeiras...

Parece que as coisas  estão correndo bem  na terra de Tadeu de Lilásia, Bil  e Conceição Pipoca, no rumo do futebol de primeira linha. Terra de uma boa tradição esportiva e com um passado glorioso, a volta de Oeiras só engrandecerá o campeonato piauiense, como já o fez em décadas passadas quando nos revelou muitos craques como Chaguinha, Miolinho e Luís Gobila. E nos tempos de intermunicipal, a fartura na mesa para os radialistas da APCDEP porque lá nas Oeiras se sabia receber muito bem imprensa. Agora a  grata notícia de que os desportistas daquele rincão, o pessoal do Oeirense, os Tapetis, este povo está arrumando a sua casa para  formar uma grande equipe de futebol de primeira linha e a “Mocha” possa reviver os bons momentos, daquelas alegres tardes domingueiras  quando a família oeirense  ia para o campo de esportes vibrar pelo seu time  e era tudo alegria porque todos eles gostam de duas coisa na vida: futebol e missa. E assim, a bola rola, este escrevinhador não enrola e amar não se aprende na escola e merenda  boa é pasteis de Maria Divina com coca-cola. Mas nas Oeiras, primeira capital, os homens  estão procurando um camisa nove para o time porque o  “dez” eles  já tem. Quem souber de algum camisa nove que esteja  desempregado e que seja um cabra bom no “caquiado”, favor ligar para Bil ou Conceição Pipoca ou para o  “Ciço” Monteiro  que é o tomador de conta  do time oeirense. É quem dá as camisas e bota os meninos para  correr atrás da bola e de noite, fica vigiando para  eles namorarem só até as nove  horas da noite. E agora, a diretoria oeirense busca um jogador  goleador, um camisa nove. Quem veste a nove tem  por obrigação  meter gol, assim como quem veste a de número um tem a função de não deixar passar  nenhum. Um entra em campo para meter e outro para defender. Porque tudo na vida é assim e a gente tem que ser esperto, o mundo é uma bola e saco  pequeno é sacola. “Ora,  direi, ouvis estrelas”  e eu vos digo: melhor ouvi-las do que vê-las. Mas, começamos com Oeiras, a  capital  primeira e onde  foi casa sempre é tapera e ainda hoje o povo venera a terra tapetiense. Que a velha capital volte a ter seu belo futebol como no tempo do Juarez e foi campeão mais de uma vez !

Eudes  Toscano

Com um trabalho de Assis da Paraíba, a amostra do livro do conterrâneo dele, o Eudes Moacir Toscano, um dos meus velhos companheiros de crônica esportiva neste Brasil brasileiro.

 Quebradeira

Menino, a quebradeira no futebol deste país é geral. A gente pensa que é só  aqui mas até no Rio de Janeiro, capital do pebol brasileiro, terra mais de samba de pandeiro, falta grana, falta dinheiro. Agora mesmo, o Vasco da Gama., o Vascão de tanta  história, tanta tradição, está sendo notifica-do pela  Justiça comum e poder ser despejado do lugar onde guarda seu material, do que ele chama de  Estádio São Januário.È a situação do nosso futebol profissional. Isto no Rio de Janeiro,  a “cidade maravilhosa, cheia de encantos mil , cidade maravilhosa, coração  meu Brasil” E o Vascão  do  Chico Wilson  está devendo os cabelos da cabeça ou como diz o jornal Folhapress “asfixiado financeiramente” e pode ser  despejado do lugar onde ele foi fundado e agora se encontra “afundado” em dívidas...

E nós ?

Aqui, na quentecap (Teresina) e  até no próprio  Estado de  necessidade que é o Piaui , terra que ri ...da, o esporte chamado de bretão está numa situação até condizente como sua nomenclatura. O Futebol, por sua origem é denominado de esporte  bretão. Veio da Bretanha que é outro  nome da Inglaterra e como eles  são enormes botaram Gran, de grande. Aí ficou “Grã-Bretanha”.Aqui no Piauí nós temos a uma mas é pequena. É a Betânia, aqui perto  de Monsenhor Gil, do Luís Noronha, do Raimundão. Sim, mas, vamos que vamos porque a bola rola, este escriba não enrola e samba não se aprendia na escola até que inventaram a Escola de Samba. E aí, foi aquele jogo de pé e de  mão, faz que vai mas não vai. Diz Que dou mas não dou e  o povo  das Oeiras  busca uma  camisa nove...

24 de julho de 2019

Começar do Zero...

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira na edição desta quarta-feira (24) no Jornal O Dia.

Começar do Zero... 

Meus amigos, zero é nada. É bonitinho, redondinho mas é nada. Zero é a aquela nota que aniquila o aluno no colégio. Zero é coisa nenhuma, zero é zero. A nota terror dos bons alunos e amiga dos maus estudantes. Só tem um Zero simpático que é o Recruta Zero, figura dos quadrinhos infantis. E quando um jogo termina zero a zero, os dois times  saem dos campos de jogo, cabeças  baixas, chutando a grama. E o dirigente esportivo Everaldo Cunha, o Ducha, com o Flamengo do Piauí nas mãos e doido para passar para outro maluco diz que quem assumir o Flamengo vai ter que começar do zero porqu4e lá não tem nem agua nos potes. E está aberta a vaga para a presidência do Esporte Clube Flamengo, o segundo em importância no pebol piauiense porque o primeiro é o River. Alguém poderá perguntar: E o Tiradentes? Tiradentes foi um rio que passou, uma chuva que deu numa noite de verão e vocês nunca mais verão time como aquele que Canuto Tupi Caldas formou e depois ele se reformou e foi para a reserva remunerada. A Sociedade Esportiva Tiradentes foi um rio que passou nas nossas vidas e o nosso coração se deixou levar... Mas a bola rola, este amigo de você não enrola e todo presidente de clube é um cartola. Agora mesmo aquele moço que dizem os fofoqueiros de plantão, ele era até um riverino, o Everaldo Ducha, pois agora ele é o presidente do Flamengo e tá batendo sino, chamando quem quer se candidatar a presidência do clube rubro-negro que ele tem a chave na mão mas diz que se alguém quiser dele “tomar de conta” dele, ele entrega a chave, aliás, o saco de material porque hoje o Mengo não tem sede, já teve na Vermelha, teve no Pirajá, mas já pirou e agora o saco de material está na casa dele, Ducha.Está lá na  cozinha. E a mulher todo dia reclamando para tirar aquele saco velho de lá. E assim, Nicodemos, agora tem um partido novo, o Podemos e vai até rimar quando o candidato perder a eleição e dizer para seus eleitores na linguagem bolsonarista: “Nós nos podemos”. E assim sendo, reverendo, estou vendo o Everaldo Ducha dizer que quem pegar o Flamengo já vai sabendo que não tem nada no clube, nem saco de material, vai começar tudo do zero porque não  restou nada daquele Flamengo de Rodrigues Filho, Avelino Neiva, Vitorino e tanto outros abnegados do clube rubro-negro. 

Um timaço... 

Peladeiros da maior qualidade de mil novecentos e tanto. Figuras como Jamil, Paiuçimnho, Xuxa, Carlinhos, Paulção, Melo, Raimundo Filho, Branco, Gabriel II, Batista, Piau. Derivaldo, Paraiba, Renato, Marcílio, Queiroz,Sócrates, Edmilson, Julimar e a mascote Vanessa Maria. Tempço bom...

Timon se arruma 

Rapaz, estou gostando deste pessoal de Timon que vem se arrumando para formar um time bom para este certame piauiense de jogo de bola argentina. Já arrumaram até um nome bonito para o time do outro lado do rio Parnaiba: Aguia Soberana. Um nome muito  pomposo que eu não vou dizer nada mas... deixa pra lá. Os timonenses ou timoneiros estão sob o comando do Leal Filho, que é de Timon, e eu advirto para não confundir Leal Filho com Leal Júnior, que são rebentos leais mas de pais diferentes. E assim sendo, reverendo, Timon se arruma para ter um time de futebol participando do futebol teresinense, piauiense, tudo aqui bem pertinho, é só descer da canoa.

Uma vez Flamengo? 

Peço ao pessoal que estiver “tomando de conta” do Esporte Clube Flamengo que me mandem notícias das atividades deste clube tão querido no desporto local e que anda mais sumido do que eleitor do PT. O que está acontecendo com o clube mais  popular, o mais ferrenho adversário do River, o seu rival mais perigoso de todos os tempos. O futebol piauiense não pode existir sem River e Flamengo, assim como carioca sem o Fla-Flu, o Ceará sem o Ceará e Fortaleza e a zona norte sem Poti Velho x Barras da das Pombas. É preciso que se arrumem os times tradicionais para as jornadas sensacionais com as transmissões radiais ou televisionais.

23 de julho de 2019

Altos faz peneira para a temporada de 2020

Para entrar na carreira de jogador de futebol profissional tem que se fazer o teste físico e de manejo com a redonda.

Altos faz peneira 

Meus amigos, sendo futebol uma coisa séria, para se adentrar no ramo tem que gabarito. Para se entrar em faculdade seja de direito, seja de torto, é preciso se fazer  antes um exame que se chama de “vestibular”. E para entrar na carreira de jogador de futebol profissional tem que se fazer o teste físico e de manejo com a redonda porque você pode até ser um bom atleta, mas não é um bom jogador. Aquilo que nós chamamos de craque. E no ramo tem jogador de todo tipo como em outras atividades humanas. O privilegiado é um craque, o esforçado é um atleta e tem aquele do gingado, do rebolado, o bom de bola, o malandro porque no futebol, o drible é a maior arma e o “corte”  é uma enganação, o faz que vai mas não vai e acaba “fondo”. E na hora do teste, o treinador fica de olho até no caminhado do cara, o seu gingado, até o seu jeito de cuspir. Porque, ele, o técnico, por menos letrado que seja, tem um senso de observação fora de série e conhece todas as manhas e artimanhas dos boleiros. Pato Preto, de saudosa memória, treinador dos juvenis do Esporte Clube Flamengo, mandava o jogador correr cem metros e depois vir andando. Queria ver era o caminhado do atleta, que segundo ele, se conhece o homem é pelo andar. Como se conhece o cavalo pelo trotar. Mas a bola rola e este amigo de vocês não enrola e samba não se aprende na escola. E Warton, o nobre deputado altista neste sábado, faz peneira no campo de lá para escolher profissionais para a temporada do ano que vem, 2020, porque esta  agora, minha  senhora, estamos no meio do ano e já se acabou. Futebol profissional no Piauí é como dinheiro em mão de político. Se acaba logo. Tem uns que dizem que é a mesma coisa com a vergonha. Mas isto eu não quero nem escrever aqui nesta coluna que fala a verdade desde 1963. Desde este tempo que a gente vem enfiando este prego nesta chuteira e isto não é brincadeira. Mas Altos que é hoje o maior nome deste futebol, queiram ou não queríamos riverinos, os velhos e os meninos, pois os Altos de João de Paiva, no meio  de dezenove já ser prepara para o vinte. E cuida de  fazer peneira, lembrando aquela nossa música de Luis Gonzaga, “Oitava na Peneira”: (oitava na peneira, oitava peneirando, oitava no namoro, oitava namorando) “Na madrugada lá na serra do Teixeira/namorei uma cabocla/ nunca vi mais feiticeira... A meninada descascava  macaxeira/ Zé Miguel no caititu/ e eu e ela na peneira... De madrugada/Nóis fiquemu ali sozinho/ o pai dela soube  disso/ e deu de perna no caminho/ Chegando lá até riu da  brincadeira/Nóis estava namorando/eu e ela na peneira... 

Que golpe foi esse?

“O Piaui não vai ter time de futebol de salão, do sexo feminino, na Taça Brasil de Futsal. Motivo: o representante que seria a “escola técnica” a UFPI, “sofreu um golpe e fica fora da competição”. Que diabo de golpe foi este, meus irmão? O meu jornal não chega a detalhes, mas diz que foi um golpe de “estelionato” que trocado em miúdos é “cheque sem fundos”. E que diabo tem o nosso futsal com os fundos dos outros? A história não foi bem explicada mas a verdade é que o Estado do Piauí, terra querida, fica fora de uma competição nacional por um motivo vergonhoso e que ficam abafando, botando, panos mornos e ninguém sabe de nada. Deve ter  alguém de “nome” nesta história para não fazerem boca de siri. Só no Piaui “mermo”...

Não era só o Panzilão... 

Rapaz, quando o nosso artilheiro Panzilão metia suas cachaças, a negrada ficava comentando que um cara tão bom de bola poderia ter jogado em grandes clube deste pais, saído do Piauí e não ficar lá na Vermelha bebendo cachaça e comendo panelada da Toinha. Mas ele bebia, de vez em quando um cigarro artesanal e jogava nos finais de semana e era show de bola, gols de mais nos campos da periferia pois Panzila era um artilheiro nato. E como ele, tinham outros, meninos bons de bola e a Vermelha era um celeiro de craques e o último que em me lembro foi o Pedro que tinha o irmão Airton também Tamanco. Mas o Airton era pancadeiro e dizia que não alisava jogueiro. 

19 de julho de 2019

“Capoeira mata um !”

Teresina, cidade menina, é uma capital onde este esporte tem uma boa aceitação em todas as classes sociais.

“Capoeira mata um !”

É o que diz a música regional baiana para poder rimar com “zunzunzum” Mas eu acho que não porque nunca soube de alguém morto por pernada, rasteira ou mesmo cabeçada nos  peitos.” Zunzunzum capoeira mata um” é o refrão deste esporte tipicamente brasileiro. Os ingleses podem se gabar de terem inventado o futebol mas o brasileiro inventou a capoeira e foi bem ali, em Salvador,na Bahia de Todos os Santos e de Nossa Senhora. E Teresina, cidade menina, é uma capital onde este esporte tem uma boa aceitação em todas as classes sociais. Não é como o golfe que é esporte de rico. Os pais ricos incentivam os filhos a fazerem judô, capoeira e até box para aos meninos não crescerem marcando passos de danças com as mãos estiradas e os olhares para o infinito... Olhando para o céu... Porque é de pequenino que se torce o pino e devemos encaminhar os que fazemos ou criamos no rumo do bê com a beabá e bê com é beebé. Sim. Amigos mas diz a canção baiana que “capoeira mata um”´ rimando com “zum-zum-zum” mas é só para rimar porque quem mata é bala de revolver, desastre de automóvel e virada de trem. A capoeira é baiana mas outros dizem que ela é africana trazida pelos nossos irmãos negros. Porque negro é bicho cheio de marmota e inventou a rasteira que é aquela pernada que o cabra dá nas pernas do outro tirando ele do tempo e do espaço e o sujeito cai no chão como se alguém tivesse puxado o tapete. Isto veio dos nossos antepassados africanos porque os outros, índios e portugueses não sabiam nada disso e não só a capoeira como outras coisitas mais foram nos dadas pelos irmãos da pele escura e que nós, muito malagradecidos, quando alguma façanha dá errada, logo, logo justificamos dizendo: “isso é coisa de nêgo”. Eles, ingratos se esquecem que uma das coisas mais especiais desta vida e que o homem briga, perde a noção e vai ás vias de fato e do olfato é a “coisa de nêga”. Ah, gentes boas mas o tema da crônica de hoje é “capoeira mata um” e este esporte africano deu certo par a nosso povo quer gosta de dar pernada e faz que vai mas não vai, avança, recua, meia volta, volver. Descansar! E os capoeiristas estão se juntando em Teresina e o nosso mestre Tucano é o “tuxau” do encontro,ao lado do outro mestre, Touro e da secretária Vaca. É um movimento muito válido no esporte do “faz que vai mas não vai e acaba fondo” e este gingado é  só nosso, herança de negros e dos índios, porque o branco europeu ou americano não sabe rebolar, mexer com os quartos e até com os quintos dos infernos. 

Uma raridade... 

Sala da Federação de Futebol do Piauí com Napoleão Santos, esse do meio eu não sei, e o Róseo Nunes e esses dois meninos. Isto é de mil novecentos e sessenta e dois. Antes do Jofre, tempo do Alfredo Nunes.

Futebol de Salão 

Nunca mais eu vi o Marcos Said, presidente da Federação de Futebol de Salão deste lugar, um cabra legal, trabalhador, esforçado e até que era bom de bola, no salão ou no campo. Peladeiro do seu clube, aquele dos ricos, o Iate, ali na beira do Parnaíba, rio abaixo, rio arriba... Foi meu sucessor na entidade e continua  lá até hoje, acho que é o presidente mais antigo das federações amadoras do “Piauí , terra querida, filha do sol do Equador, pertence-te a nossa vida e nosso amor”. E estou aqui a disposição do amigo para divulgação das atividades da nossa entidade. Acho que é o tempo certo do futsal se movimentar, agora na era do celular. Mexer para lá e para cá. O segredo é não parar. Mexa-se.

Outros desportos

As outras modalidades de jogos com bola grande  como o basquete,o vôlei e o handbol em quadras, também estão sofrendo a influência do celular na programação da  juventude  que em razão desta “amizade” com o pequeno aparelho móvel que não escolhe idade nem sexo para se instalar. E assim  sendo , reverendo, nossa moçada deixa de  se exercitar, de se mexer para ficar no  dedilhar e olhar. Necessário se faz uma tomada de posição de pais e mestres  para evitar o “engorduramento global de juventude” e de  outras estações de televisões para que   não tenham “Faustões” e não se fique louvando a obesidade como frases como “Viva o Gordo!”. E assim sendo, seu Rosendo,  vamos  andar. Largue o celular.

18 de julho de 2019

As rezas têm poder: vamos rezar pelo futebol piauiense

Venho apelar para o meu estimado público leitor rezar para que o futebol piauiense volte a ter seus bons momentos.

As rezas têm poder

Rapaz, na falta do “modelo próprio” como se dizia no Banco do Brasil, quando faltava  o papel apropriado, venho apelar para o meu estimado público leitor  rezar para que o futebol piauiense volte a ter seus bons momentos, seus campeonatos e torneios e até amistosos entre os daqui ou de outros estados. Sim, amigos, rezar porque devemos ter fé em Deus para que as coisas melhorem e a gente sabe que é bom sonhar e não se deve confundir com Bolsonaro. O meu público leitoral me pede noticias do pebol cabeça de cuia, como vão os times do River, Flamengo e Piauí, os três  que  ainda existem por aqui. O tricolor é mais antigo e respeitado por suas tradições e conquistas e já teve até sede na zona rica da cidade, naquele tempo das vacas gordas. O Mengo, rival do Galo, também teve seu apogeu, no tempo dos carcamanos quando chegou Jesus, irmão de José, primo de Davi e o time que era brega virou até “chicri”. Chicri Tajra. Aí juntou a fome (dos flamenguistas) com a vontade  de comer  dos   galegos e foi um apogeu  do futebol  do Piauí  trazendo treinador  do Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará e até de Sobral que é Estados Unidos. E o apogeu deste jogo de bola chegou com a era Albertina  Silva  que foi a construção do  gigante de Redenção. E com o Albertão fez o Amarelão. Quem iria  jogar num estádio tão suntuoso? Nossos mal alimentados jogadores bufas de anum ? Não, Cabeça de Pato, tinha que trazer gente de fora, importar valores para se formar uma grande  equipe á nível nacional. E  “fiat” Tiradentes ! Mas para jogar aonde: Naquele campinho onde morava o Napoleão Bom na Mão ? Não ! Tinha que ter uma coisa grande como era a filosofia Albertina. Um campo grande, um Campo Maior. E “fiat Albertão !” Para espanto  de gregos e carcamanos que diziam “Ai Jesus!” E assim foi feito e bem feito porque foi obra do Lourival Parente e até hoje está em pé, embora o  nosso futebol esteja  muito derrubado. Mas uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa e hoje eu não seria nem   gente se minha mão não tivesse me tido. E assim sendo, em entendo a atual situação econômica do nosso esporte porque  esta crise é geral e  arquibancada. Mas as rezas têm poder e nós devemos orar para que esta fase  passe o mais rápido possível para que o povo volte a ter a sua maior alegria que é o futebol  brasileiro. As rezas são poderosas. Oremos.

Chuteira de Ouro

Para os despeitados que dizem que eu nunca  fui bom de bola, a foto da conquista  da “Chuteira de Ouro da ABRACE”, quando eleito o melhor jogador de bola em mil, novecentos e tanto, em Salvador,BA, em congresso da ABRACE. Gilvan Dias, Chico José da Globo, (Ce),Pardal (PA)Castilho(PA) Aderson Maia (CE) e Sônia Jimenes da Adidas.

Os pequenos

Nem tudo está perdido quando resta uma esperança... Esta atual fase de inércia  do futebol  piauíense, no profissional, é deveras  preocupante. Mas há clubes pequenos como o Piauí, por exemplo,que  estão preparando os seus ,meninos para a Copa do Brasil  sub 17, que começa agora, dia 4 de agosto e está bem pertinho e os garotos estão sendo  bem treinados para não fazerem feio nas competições  vindouras e honrar o nome do Estado porque  aí prá fora eles acham que o Piauí é no fim do mundo e quando acontece qualquer  fuleiragem  prá nossas bandas eles dizem  jocosamente:- Só no Piauí mesmo ...

Oeiras de Tadeu

A primeira  capital está parece que quer  superar a  atual no futebol. Já confirmou a presença de uma equipe, Oeirense, no tal de campeonato brasileiro serie B de bola. Está trazendo gente  lá  do Rio Grande do  Sul para  formar  o seu time nesta competição nacional.Mas o que ele trouxe é  filho de lá mesmo, da terrinha.É o Caio César, 23 anos que estava fora e agora  voltou a terrinha, mais forte e mais falante. E jogando um bolão. A  federação só permite  a contratação de sete atletas de fora e está  lista já está fechada. O time dos Tapetis vem tinindo nesta série B e quer manter a tradição oeirense de jogar um bom futebol.

17 de julho de 2019

Onde anda nosso futebol profissional?

O mundo dos esportes é muito amplo, e como uma das principais ferramentas deste esporte é a uma bola, nada mais significativo do que deixar a bola rolar.

Onde anda? 

Caros leitores, onde anda nosso futebol profissional? Como é que uma atividade laboral, fornecedora de tantos empregos e diversional para a população chega a este ponto?  Logo no Brasil que é o pais do futebol? É um caso de estudo porque as relações humanas passam por fases várias e diversas, e o “association” dos ingleses é uma das atividades humanas onde o relacionamento mais se apura, seja do atleta com o dirigente, com o treinador, o público e o jogador, os que fazem as relações humanas de divulgação como nós outros, os da área de comunicação, oral, jornal ou televisional ou do cinema nacional. O mundo dos esportes é muito amplo, e como uma das principais  ferramentas deste esporte é a uma bola, nada mais significativo do que deixar a bola rolar, e é isto que estou fazendo porque como diz o Dídimo narrando jogo “o tempo passa” para todo é para todo mundo e cada qual tem o seu “tempo regulamentar” porque viver é um esporte individual e não coletivo, embora hoje tenha muitos indivíduos nos coletivos aproveitando quando os ônibus estão cheios para roçarem nas mulheres que vão em pé. Eles chamam isso de “pinar” e é mais velho do que o Carlos Said. Dizem que esta mania feia veio lá de Fortaleza, criada pelos estudantes do Liceu nos ônibus de Jacarecanga. Mas eu comecei indagando por onde anda o nosso futebol profissional a esta altura de nenhum campeonato que possa aparecer. O nosso pebol atravessa uma  fase delicada e a entidade mater do desporto inglês,está nas maõs e pés  do senhor   Robert Carcará que sucede o senhor Cesarino de 0liveira, falecido há pouco tempo e que Deus o tenha. Sendo um ex-peladeiro e proveniente de uma terra de bons desportistas, o senhor Carcará é “safo” e sabe todos os pulos do sapo que compõe o futebol. Macaco velho e coadjuvado por pessoas experiente no ramo, tem tudo -para dar prosseguimento ao trabalho do seu antecessor. Mantendo a mesma equipe do  anterior com poucas novidades, o jogo continua até o seu tempo regulamentar e já estão dizendo que ele deseja a prorrogação. O que muito natural porque não há quem resista á “Força do Poder”, aliás, uma das novela da TV Globo, campeãs de audiência. E assim a vida continua, a bola rola, este escriba não enrola e samba não se aprende em escola. Sim, e onde anda o nosso futebol profissional. Flamengo,River e o Piauí, os três melhores daqui? Será que estão esperando que Jesus venha ressuscitar o Flamengo?

Maradona

Foi um bom meio de campo e levava o nome do grande craque argentino, Maradona. Atuou  no River e deixou  recordações. Hoje é treinador de juvenis. Cuida do Piauí Esporte Clube  nesta Copa do Brasil 17 que começa no mês que vem, 4 de agosto e espera dar gôsto  á torcida do Enxuga Rato  mirim. Temos que fazer fé nestes garotos porque este nosso futebol vem atravessando uma fase das mais difíceis mas o jeito é persistir porque esporte é luta e tem luta de todo jeito. Não devemos é esmorecer porque para frente é que as malas batem e que do bolso da frente é que os “malas” batem  as  carteiras. Maradona é o “tio” dos meninos do River. Foi bom de bola e é bom caráter.

Quero notícias do Mengo

 Peço a quem estiver guardando o saco do material do Esporte Clube Flamengo que me envie notícias do clube rubro-negro do Piaui, o maior adversário do River e dizem, que o segundo em torcida neste estado de necessidade. Mandem notícia aqui para redação deste jornal que eu perdi meu celular. Sendo o clube do povo, o Mengo não pode ficar  escondido e não dando informações para ninguém. Mandem para o jornal ou para meu zape-zape, [email protected] br. Um clube como o rubronegro não pode ficar  escondido debaixo de pé de imbu. Que apareça um cara bom de voto ou de papo, bom de dinheiro ou de voto que soerga, levante o Esporte Clube Flamengo.

16 de julho de 2019

Coisas do futebol: a seleção americana feminina é campeã do mundo

O fato é que o brasileiro frescava dizendo que americano não sabia jogar futebol e vem lá o time de mulher deles e dá na gente e sai com o título na mãos.

Coisas do futebol 

Meus amigos, este esporte que dizem ter sido criado pelos ingleses e eu não acredito porque o mundo é uma bola e todo mundo do sexo masculino tem duas bolas, então o jogo de bola nasceu com o homem, desde o tempo de Adão e Eva e o povo até misturava as coisas quando dizia uma lera para zonear nosso primeiro pai. “Eviadão”. Mas deixa isto pra lá, visto que o mundo é uma esfera tal como o maior brinquedo do homem. E há até gente que refuta isto dizendo que a bola não é o maior brinquedo do homem  e falam até que este brinquedo maior é a mulher,coisa que não digo nem de brincadeira quanto mais de “Vera”, Lúcia. E agora mesmo, o futebol nos mostra uma coisa  sui-generis, não só no esporte rei como nos demais. A seleção de futebol americana feminina ganhou o título de campeã do mundo, uma coisa que me deixou perplexo e convexo porque americano nunca foi bom de bola no pé e agora é o melhor time de futebol do mundo de mulher. Uma coisa impressionante. Mas meu velho amigo Osmundo Virado tem uma explicação, até certo ponto, coerente falando com João Vicente.. Dizendo ele que mulher sabe manejar com as bolas. Eu não havia pensado nisso mas tem rumo. Bom bolado. E já que o futebol masculino tem sua Copa do Mundo, o feminino idem, está na hora de acabar com esta discriminação boba no futebol com o pessoal do terceiro sexo. Os machões não podem mais abrir os bocões e dizerem enfaticamente: ”futebol é para macho!”. Acabou-se esta balela, esta grossura. O “pé na bola” é unissex. Para ser jogado com quem tenha duas ou nenhuma bola entre as pernas. Evolução natural deste mundo, vasto mundo, e se eu me chamasse Raimundo teria o apelido de “Pão” e já teria trabalhado nesta redação. E não estaria mais nem aqui. Seria um doutor advogado em Piripiri. Uma terra muito boa. Ela lá e eu aqui. Mas o fato é que o brasileiro frescava dizendo que americano não sabia jogar futebol e vem lá o time de mulher deles  e dá na gente e sai com o título na mãos. Provando que as americanas sabem lidar com as bolas mais que as brasileiras e eu até indaguei da nossa vizinha, aqui  do nosso  jornal, dona Bete Flocos de Milho (Cuscuz), dona de um bom restaurante “apegado” ao jornal, sobre este controle de esfera e ela declarou tudo numa frase curta: “Tudo rola”. Com ó aberto. Coisas do futebol... 

Naquele tempo... 

O Flamengo era Flamengo. Uma seleção com jogadores daqui, do Ceará, Maranhão e Rio de Janeiro. Pela ordem em pé Roberto, Maneca, Matintim, Benício, Celso, Macalé, treinador Moacir Bueno e eu, (Rádio Difusora). Agachados: Moaci, Gringo, Ercy, Paulinho, Airton e seu Luis massagista. Presidente era Rodrigues Filho da Rádio Difusora.

Não é ele... 

Rapaz, o futebol por sua versatilidade, tem criado algumas confusões pelas nomenclaturas, pela semelhanças e até as coincidências. Vejam neste momento da política  devagar e do futebol mais ainda, a mera coincidência de nomes.”Toinho do Frango”. Tem um cidadão vereador que se intitulou de Toinho e como acompanhante botou Frango.  Nós temos um cidadão exjogador de futebol profissional, ele foi um dos melhores goleiros deste pais e que já atuou na grande e no grande São Paulo. Ainda vivo e saltitante, treinando o time de futebol feminino do Tiradentes da PM com muita  eficácia, o ex-goleiro  pede que eu bote aqui que ele não é o tal Toinho do Frango, coisa  que ele nunca gostou.

Meu Vovô 

Ceará e Fluminense se enfrentaram ontem e não sei o resultado do jogo porque as matéria é feita antes do prélio e não comi nem carne de pavão para poder adivinhar.... Eu sei que ambos estão ruins de pontos mas o Ceará estava na frente do tricolor com dois pontos. Como o jogo é no Maracanã, o time cearense velou muita desvantagem porque em jogo assim até os porteiros torcem contra os paus de arara. Quer queira ou não queira, tem este negócio de preconceito. Em todo lugar. Até no Piauí. Quando vem time de Parnaíba prá cá, a negrada fica frescando chamando de comedor de Caranguejo. E quando os teresinenses vão lá, na Parnaíba, eles mandam ter cuidado para não ter...  “prisão de vento”.

12 de julho de 2019

Vamos Botar fogo!

Precisamos levantar o ânimo da torcida piauiense, do River ao Fluminense.

Vamos Botar fogo!

Sim, gentes boas, vamos botar fogo no nosso futebol, vamos  incentivar este  esporte bretão que anda meio, sorumbático, despombalecido em terras mafrenses. Precisamos levantar o ânimo da torcida piauiense, do River ao Fluminense e ver se este comando da Policia Militar  nos traz de volta aquele Tiradentes, de soldados e tenentes. Ver se o River se arruma para ser o eterno-campeão, o Piauí se tornar o Enxuga-rato,time Vibrante e uma vez Flamengo, sempre Flamengo. E quem sabe, alguns que queiram praticar e desenvolver um esporte mais elevado, digamos assim, o Auto Esporte. Eu, se tivesse tempo e dinheiro,  traria das cinzas, o Rio Negro de Zé Caixeiro. O time do meu coração e por ele disputei campeonato de primeira divisão no futebol piauiense. E foi lá  que eu descobri um “Prego na Chuteira”. In hilo tempore” quando havia o Fluminense de Bechior, o Artístico de Zé Palitó, o Rio Negro de Zé Caixeiro e se fazia futebol era por amor e não por dinheiro. No tempo em que se amarrava o cachorro com linguiça, tempo em que ainda era menino o Pilinguiça. Tempo em que o padre Tarcisio ainda rezava missa  na igreja do Amparo e depois ia torcer pelo River, time de sua devoção, no Lindolfo Monteiro. Mas o tempo passa como dizem os bons locutores de rádio como Bolinha, Fernando Mendes, Dídimo de Castro,o Pequeno Polegar da Rádio Pioneira que agora “migrou”  para a faixa FM com a bênção do Padre Toni, um vigário que é também Batista. E a bola rola, este amigo de vocês não enrola e bebida bola é coca-cola. E chegou a hora de se esquentar este futebol. De seu Brau que é Carcará e gosta de um “saravá”.`Porque eu sei de um terreiro de macumba que ele frequenta e não é de agora não, desde os tempos em que o Maninho Rêgo era o prefeito de Barras e era “assim” com ele. A faca e o queijo. Era o pão e a manteiga. Dos tempos do intermunicipal do Manoel Ramos. Tempo em que Francy Monte era menino e cantava como gente grande no meu programa da rádio onde eu estivesse. Mas o tempo passa como dizem os narradores de futebol e a gente não sabe se chega na “trajectória dos noventa” daquele Pequeno Polegar. Mas está na hora de se aquecer o desporto teresinense. Somos o pais do futebol e aqui em Teresina, capital do Piauí, anda muito devagar. E olhe lá, anda sendo goleado pelo celular! Online...

Vamos aquecer

Para dar um  aquecimento no  esporte bretão, uma foto do meu Botafogo captada  na Internet pelo Assis Paraíba. Paixão por clube é melhor do que por mulher...

Oeiras se mexe 

Taí  uma coisa boa na terra de Conceição Pipoca e Bil. O entusiasmo pelo futebol. Agora mesmo se fala na entrada do Oeirense para se engajar no futebol profissional deste Estado de necessidade, também esportiva. A cidade de Chaguinha de Maroca, pai de Mara, minha nora, casada com os participantes do certame oficial da capital como em tempos passados e diga-se de passagem com muito brilhantismo no “miolinho” de tudo. E com Oeiras se preparando para participar do certame estadual, espero que outras  cidades, também se interessem porque futebol é a alegra do povo que elege os vereadores, os deputados e os prefeitos.

O mundo é uma bola 

Rapaz, este mundo é uma bola mesmo e agora  foi que a redonda aumentou de cartaz no cenário mundial porque a seleção feminina de futebol americana se sagrou tetracampeã mundial. O que me deixa perplexo é porque os americanos não jogam bola coisa nenhuma, pernas de paus gringos e as mulheres são ninjas, elas jogam uma bola arretadada e já são campeãs umas cinco vezes seguidas, uma atrás da outra. E lá o presidente deles brigou foi com a capitã do time, cabra grosso, desconhecendo que em uma mulher não se bate nem com uma flor. A gente joga logo é o jarro de planta em cima dela Mas deixa isso para lá e vamos parabenizar as americanas.

11 de julho de 2019

Chutou o balde: JVC e a série B do piauiense

João chutou o balde de Carcará e disse que o certame piauiense é de araque, um faz de conta e deste jeito com ele não conta.

Chutou o balde 

Meus amigos, não existe primeiro sem segundo e agora no futebol de primeira divisão deste Estado de necessidade, Piauí, uns dizem que é melhor ficar e outros falam que é “pior ir”. O presidente do Fluminense, aquele time que foi do seu Belchior Barros e seu João Claudino adotou e deu de presente ao seu filho João Vicente. Pois o dito JVC abriu o verbo e disse que o campeonato de futebol desta federação é um “faz de conta” na tal de série B de bobo. João falou que não vai entrar num campeonato que só tem cinco partidas. Onde nem a licença dos bombeiros tem e os caras podem entrar no campo “puxando fogo”. Um campeonato de cinco jogos em um só turno, nem na Cacimba Velha ou na Vila do Pau Torto. Ele disse que era um “faz de conta” e em questão de contas ele é doutor porque aprendeu com seu pai, que veio de lá de Luiz Gomes e foi para Cajazeiras, depois foi para Iraúna onde foi colega de  escola da Luiza Erundina que foi prefeita de São Paulo, segundo o Assis Paraíba, o meu Gugol de bolso e que é o tirador de retratos neste jornal do Valmir. E o João chutou o balde de Carcará e disse que o certame piauiense é de araque, um faz de conta e deste jeito com ele não conta. Ele acha que a tal série B é um “faz de conta” e como ele é um fazedor de contas, sabe que tem vários tipos de contas, como a conta de chegada e pelo visto, o novo presidente, o Carcará não é seu chegado. E assim, o esporte bretão desta cidade perde muito com o “grupo” saindo da competição mesmo numa segunda divisão porque eu sou fan daquele dito: Quanto mais cabra mais cabrito. E com o Fluminense disputando o certame estadual, quem sabe,seu João, o pai, se entusiasmaria e formava um grande time em homenagem ao seu amigo Belchior Barros que botou como presidente de honra quando era vivo. E muito “vivo”. Mas o João disse que “é um faz de conta” esta série B de Brown e aí esculhambou tudo porque “faz de conta” é enganação, é enrolada, esculhambação e não fica bem para uma federação. Se bem que até rima, enganação, enrolação, federação, João... E assim sendo, reverendo, o campeonato série B de bobo, sofre um baque tremendo com a saída do Fluminense que foi do Belchior e agora é do João.Aliás, não é saída porque ele nem chegou a entrar. E deixou uma denominação muito forte para a federação: “É um campeonato faz de conta”... Se eu fosse o presidente  da mentora, Brown Carcará, nem fazia conta disso... 

Olha o dono da bola... 

O doutor Washington Quirino era o dono da bola, ali ao lado do Paulinho do Bibiu e do Luis Siri. Era o time das Classes  Produtoras, onde jogavam Pedão, Ary, Rormiro, Paulo Pires, Bastião Mapil, Paraiba, Manoel Lineti, Luis Siri, Washington Quirino, Paulo do Bibio, Raul Feitosa e alguns que até já fizeram a última viagem. Hoje, lá, é um supermercado e que dizem que tem um bom preço...

Vai ser lá... 

E já que estamos com a mão na massa, o Esporte Clube Flamengo, sob direção de Everaldo Cunha, futuro prefeito de Altos, começou a cuidar de seu plantel para o certame deste ano e tem já um treinador de nome para esta temporada que começa e seu nome é conhecido da galera rubro-negra. Trata-se do filho do Paulo, o Paulo Junior e que já esteve por aqui inda neste final de campeonato mas não tinha mais jeito e agora ele pega o time no começo e vamos ver se dar certo porque o Ducha quer ver um time preparado para de tirar este Altos lá de cima onde está, elegendo até o seu presidente como deputado estadual e estando até na internet onde ele é o Warton Lacerda.

Responsabilidade é grande...

Sim, gentes boas, o nosso representante nas competições maiores do pebol profissional, sua excelência o Altos, tem uma grande  missão que é defender e representar este Estado de emergência nas competições nacionais que vem por aí. É o bicampeão piauiense e com a imensa responsabilidade de nos representar em competições futuras com fortes adversários dos estados nordestinos a começar  pelo Ceará. Tem pela frente A Copa do Nordeste, a Copa do Brasil e campeonato brasileiro série D, tudo parada dura, adversários fortes e bem pagos. O peso da responsa-bilidade nas costas do Warton Lacerda vai faze-lo mais envergado. Mas quem procura trabalho, trabalhador é.