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Notícias Garrincha

27 de fevereiro de 2019

A Fagep informa:”- sai Leandro Campos e entra Maurilio Silva, no Altos

Nos bons tempos, a gente ouvia no Albertão, este bordão.

Era  quando ia haver uma substituição em um time. A Fagep dizia que entrava e quem saía. E lembrando aqueles idos e curtidos, informa a Fagep que nos Altos de João de Paiva, sai Leandro Campos e entra Maurílio Silva no cargo de treinador. O emprego mais inseguro do mundo. Técnico de futebol no Brasil. Onde o cara dorme treinador e quando acorda é um ex. É um dos poucos empregos onde não existe um “fundo de garantia”. O Leandro não será mais visto nos “Campos” piauienses dando ordens aos atletas de Altos. A taca que pegou do River foi a última gota. E Warton Lacerda não esperou nem o galo cantar três vezes, e na primeira deu as contas do treinador, que não tinha fundos de garantia. E foi na madrugada de domingo que o homem foi dispensado, e na segunda ele já viajava, porque o caminho do feio é por onde veio. E assim, meu caro Joaquim, mais um técnico na breve história do time altoense, hoje nossa maior referência em futebol profissional. E o novo entregador de camisas” chega dizendo que vai “acender” o time da prefeita e é preciso ter cuidado, senão ele “bota fogo” não só nos Altos, como também nos baixos. Temos que ir devagar com o andor que o santo é como o Oscar, de barro e futebol é coisa séria como nos ensinou o filósofo da Pedra Mole, William Bogéa, o Velho. Hoje, Altos é o representante maior deste peba futebol piauiense onde quem cantava de Galo era o River depois que um rubro-negro foi uma vez Flamengo e nunca mais foi. E o povo ficou dizendo que é “pió ir”. Mas indo ou não indo, convoco o Clarindo para me dizer onde é que o Flamengo do Piauí está se homiziando que o povo vive me perguntando porque também tem gente que foi uma vez foi Mengo e sempre será, dizendo eles, “seja na terra, seja no mar.” E assim, meus amigos, a bola rola e este escriba não enrola e vamos para frente que atrás vem gente. E Fagep informa:”- sai Leandro Campos e entra Maurilio Silva, nos Altos”. Ele faz é tempo que deixou de jogar bola, nasceu em Brasilia, já treinou times do Ceará, Paraíba, Sergipe, Pernambuco e tem um boa folha. Corrida e bem paga. Saravá para ele !

O Galo cantou alto

Foi coatar no terreiro alheio. Nos Altos de João de Paiva e cantou “altos" e em bom som. Arrancou no estadual. Ninguém segura mais o Galo. Cocoricocó!

Galo quebra cabaço

Rapaz, desde que este time de Altos vem se entendo de clube de futebol que ainda não tinha entrado em taca em casa para o River. Mas domingo ele se lascou. O tricolor foi lá e cantou de Galo mesmo, no terreiro adversário. Uma taca econômica. 2 a 1. Não precisava de mais. 2 a 1, um placar discreto, educado e consolador. 2 a 1 é um escore família. O clube da prefeita que é nossa “Patricia” soube valorizar a vitória tricolor. Lutou brava e lealmente porque a primeira dama é Leal. O feito tricolor foi algo muito bom para os torcedores riverinos porque deu mais moral ao time e o técnico Flávio Sapinho pagou elogios ao seu plantel, botando os meninos lá em cima e  isso é muito bom  para os egos de todos. Vai do presidente  ao Pintinho.

Amanhã tem Rivengo !

O maior jogo de nosso futebol, o FLAFLU piauiense,River contra Flamengo e é no Lindolfinho, o campo da prefeitura, anexo ao bar do Assis. É noite de casa cheia e hora  do Popó cabeça de Pato lavar a burra vendendo cerveja escondido. “Ao pegado” ao Verdão, fica o campo da prefeitura e é até capaz do Firmino ir a este jogo  torcer pelo River, time do Major pai dele. É a oitava rodada deste campeonato, o primeiro do reinado de Carcará I e único. Ex-atleta, o presidente atual da mentora está uma bola. Uma bola grande porque, o da televisão é um Bolinha de nada..E como é noite de jogo de alto gabarito, nada melhor do que o cidadão levar a cidadã para  o jogo de bola, um bom programa de ordem esportiva. Lembrando o Cesarino.

22 de fevereiro de 2019

Gentes boas, cadê o rubro-negro piauiense, o ferrenho adversário do River

Gentes boas, cadê o rubro-negro piauiense, o ferrenho adversário do River

Não se ouve falar dele nos programas de rádio e nem se lê nada nos jornais “diários”

E o Flamengo? Morreu ?

Rapaz, é a pergunta que o povo me faz pela rua. Todo mundo quer saber o que está acontecendo com o clube mais popular deste futebol tupiniquim. O rival indo e voltando do River, o segundo time mais campeão do nosso Estado de necessidade. Sim, gentes boas, cadê o rubro-negro piauiense, o mais ferrenho adversário do River, o segundo clube no item “conquista de títulos”? Não se ouve falar dele nos programas de rádio e nem se lê nada nos jornais “diários”, hoje em O Dia, a não ser nesta coluna. Todo mundo sabe que o nome Flamengo já é uma “autarquia”. Estão até querendo ir ao cartório dos “Bucar”, e lá mudar de Flamengo para Foi Mengo. E ainda dizem que o presidente vai ser o Mamulengo, o pai do Mauricinho. Não quero nem acreditar mas deixa isto pra lá e vem prá cá. Nas últimas notícias que me foram passadas, o clube mais popular aqui também no Piauí, estava nas mãos de Everaldo Cunha, um cidadão probo, ex-atleta (mais ou menos) que tentou ser boleiro pelo River e dizem até que ele é riverino de coração,  mas isso eu não sei não, porque coração dos outros é terra em que ninguém anda. O certo ou errado é que o clube mais popular do Piauí, o Flamengo, como é em todo Brasil, o carioca, o daqui está sendo dirigido pelo “Ducha” como ele era chamado no tempo em que ele jogava bola. E como de onde não se espera é que saem as coisas, acredito que Everaldo pode até ser campeão piauiense. O diabo é quem duvida... Observação: Escrevo “diabo” com letra minúscula porque não tenho medo dele. E nem dos seus cupinchas que falam fanhosos. E aprendi com o Assis da Paraíba que quem está por baixo não está por riba. E assim sendo, reverendo, me preocupo muito com os nossos clubes de futebol profissional do Piauí porque é a alegria do torcedor, é uma opção para o vendedor de picolé, é o divertimento do Chicolé, e é onde a bola rola de pé em pé. E você pode assistir sentado ou em pé. Pode ir só ou com a mulher. Mas a minha preocupação agora é com o Flamengo do Piauí. Saber se está doente. Se estiver, seria bom uma consulta com o dr. Delson que é riverino mas quebra o galho e aconselha. Se o problema é gestão, congestão, má digestão, se é ducha ou tucha. O certo é que o Flamengo precisa de uma ajuda imediata e eficaz.Como todo nosso  jogo de bola profissional. Ajuda  do poder .Público e notório. Tenho dito, Benedito !

Lucas  dançou

Eis o homem. Dançou  bonito no salão do Enxuga-rato. Não ganhou uma e isto é uma desgraça na vida profissional de um treinador de futebol. Já pensou, em seis, não ganhar uma só vez? Ruindade dele ou do time? Ou dos dois? A foto é do perigoso “Seu Elias”.

“Vai tu mesmo”

Marco Antônio, diretor de  futebol do Piauí, aquele time que era o famoso Enxuga-rato, se lembram dele? Pois, o MA dispensou o técnico do rubro-anil, Lucas Andrade, pagou os seus direitos e seus tortos, e o treineiro pegou seus trocados e se mandou atrás de outro time, porque aqui não deu pra ele. Não ganhou uma e como dizia Belchior do Fluminense: ”É melhor apanhar só do que mal treinado.” Em seis jogos ele não faturou nadisca de nada. Aliás, ganhou um ponto. Só. Só teve um empatezim, e o resto foi taca. A negrada dizia que ele dormia no ponto. No domingo que vem tem jogo com o 4 de Julho no Lindolfinho, às cinco da tarde, e o treinador vai ser mesmo o Marco Antonio. Na falta de “modelo próprio”.

Vem de Piripiri...

O time do prefeito Luiz “Menez” vem tinindo. É o favorito nesta peleja contra o Zé do Povo. Na ponta da tabela, o cearense Sergil Araujo, ministro dos assuntos esportivos, seu fiel escudeiro, alisa o bigode e esnoba: - Calma, calma que a liderança é nossa! Marcão, treinador de plantão, no Piauí, ex-atleta, sabe das suas chances de ganhar este jogo e vai botar o time prá cima do visitante. Nada dar moleza. E assim sendo, reverendo, o  duelo vai ser danado de bom e lá no Lindolfinho, no campo do Cabeça de Pato, ali na Matinha, perto da casa  de dona Toinha. E o povo de Teresina  que for ao futebol, quer chova ou faça sol, deve  ir torcer pelo time que quiser,Sim porque  futebol é como mulher. Simpatia.

20 de fevereiro de 2019

Quem não tem cão caça com gato. Quem não tem cracão joga com gatas

Quem não tem cão caça com gato. Quem não tem cracão joga com gatas

O futebol de homens dos homens, o chamado de profissional, está em “declive”

As meninas do Toinho

Gentes boas, quem não tem cão caça com  gato e quem não tem cracão joga com gatas. É o que está acontecendo no nosso “Piauí  terra querida, filha do céu do Equador”. O futebol de homens dos homens, o chamado de profissional, está em “declive”, como dizia o Zé da Silva, e o feminino é que está representando o nosso jogo de bola. O Tiradentes, que já fez bonito quando era time de futebol masculino, deixou uma bonita história, agora mudou de sexo, é time feminino e não está decepcionando. Disputa o campeonato brasileiro série A de Antônio. Sob o comando do Toinho, antigo goleiro que saiu do Piauí para o São Paulo e tem uma bela história. Hoje ele comanda esta equipe jovem amarela e vem sendo um vitorioso, porque conseguiu botar o time das mulheres  num patamar onde os homens daqui nunca chegaram. Estamos no A2 e vamos brigar para ir pra a A1. E já estou com o pressentimento que vamos ganhar de 2 a 1. Pois é, Chicolé, onde não tem homem tem que se valar da mulher. E é por isto e mais aquilo que estamos torcendo pelo Tigrão feminino, e já estão até chamando o time de “O bicho das mulheres”. Bicho é a chamada gratificação que se dá no futebol. Um incentivo financeiro que a plebe rude e igara chamava de dinheiro, e os poetas classificaram de “vil metal”. Mas a bola rola e este escriba escrincha mas não enrola, e caramba, carambola, dizia o samba daquela escola. E por falar em samba, meu coração ainda em corda bamba com aquela homenagem que a mim prestaram, desmentindo aquela informação de que eu não presto. E a bola rola e este escriba não enrola. E já que não temos futebol masculino vamos ao feminino, que também tem bolas. E bolas rolam nos gramados e o Toinho é o comandante chefe deste pelotão de jovens chutadoras da redonda. E nós  já estamos na série A2 coisa que nenhum clube civil masculino conseguiu atingir, mas isto é privilégio dos militares, e já que agora estamos na geração “bolso...nada”, vamos torcer pelo sucesso do time amarelo da Polícia Militar, versão feminina. Mas o que será que se destina? Estando em boas mãos, mãos de um ex-goleiro de nível de seleção brasileira, vindo da grande escola do São Paulo, Toinho é o responsável pelo estado técnico do time amarelo da Policia Militar, que em tempos idos marcou época no futebol  profissional brasileiro ele mesmo até jogou no gol do Amarelão. Mas o tempo rola e este escriba não enrola e vamos neste cantinho louvar as meninas do Toinho. Saravá!

Elas e elas

Foto: Jailson Soares/ODIA

Em foto de Jaílson Soares, natural do Mocambinho, vemos as meninas do Amarelinho. Preparo físico tem demais... Na falta do modelo próprio, a PM do Piauí defende o futebol com suas garotas boas de bola. O clube está no campeonato brasileiro série A2. Quem não tem cão caça com gata...

Chegando mais

Não para de chegar gente no Poleiro do Galo. A última carrada vai ser de quatro que o treinador pediu e o presidente disse que era prá já. Flávio Araujo, o Sapinho, quer formar uma agremiação forte e altaneira para ser respeitada aqui e no Ceará. E onde chegar. Pra jogar. E ganhar. Ou pelo menos empatar. O time vai jogar no dia 24, que é meu aniversário, e já pelejei para mudar esta data para outra data, mas o cartório não aceitou e o escrivão até frescou comigo, dizendo que estava feito vaca que é 25 no jogo do bicho. Mas eu falei das novas caras no Galo Carijó, o clube do Bororó. Genivaldo Campelo, o presidente modelo, disse que vai reforçar o time tricolor porque ninguém vai cantar de Galo aqui neste terreiro. Só quem pode cantar é o Pintinho. Mas bem baixinho...

Calado...

Rapaz,  estou  muito  preocupado com a atual situação do Esporte Clube Flamengo. A gente pouco ouve falar do grêmio mais popular deste jogo de bola mafrense. Também ninguém mais vê ninguém com radinho no ouvido, escutando programa de rádio. É todo mundo no celular e todo mundo dando para engordar. Ninguém se mexe pra não suar. É só com os dedos. No celular. Sendo assim, é de lascar. Vamos correr, minha gente. A caminhada é uma grande sacada. Na avenida, na beira de estrada. Mas eu comecei foi falando no Flamengo, time do Mamulengo, grande passista de nosso carnaval, festa do povo. Na atual situação onde até emissora de rádio  está em “migração”, a gente não sabe mais se é pé ou se é mão. Se é rapé ou é loção.

19 de fevereiro de 2019

"Garrincha, a alegria do povo" vence concurso de marchinhas

Mas não foi fácil porque a concorrência era forte, um bocado de marchinhas no ponto de se pular o carnaval

Alegria do povo ?

Rapaz, o caso é sério. Nesta minha idade, o cabra tem que ter o maior cuidado com emoção porque tem um negócio chamado coração que é quem tem a nossa regulamentação. E pois não é, que três elementos, poetas e sambistas, competentes artistas, fizeram uma homenagem porreta a este escriba, sem nem terem o cuidado antecipado de saber como é iam as minhas palpitações cardíacas? Uma  bonita marchinha carnavalesca com o nome “Garrincha, a alegria do povo.”E foi um belo festival carnavalesco, uma disputa pra ver quem era melhor na arte de compor e cantar música de carnaval e quem foi que ganhou? Um trio com mais espinhos do que mandacaru formado pelo Osnir Veríssimo e Chico Magalhães e bem cantada pelo Alzimar Alvarenga. E foi só o que deu, Amadeu. Mas não foi fácil porque a concorrência era forte, um bocado de marchinhas no ponto de se pular o carnaval. E a vencedora começa assim: “ Há cinquenta anos/no jornal O DIA/ele fez  do esporte/nossa alegria.... É um Garrincha que nunca foi Mané/Cheio de ginga/ na cabeça e no pé.// Humorista bancário/ Radialista, vereador/Escritor, cordelista/Jornalista,jogador”. E continua: ”Louvo de novo/quem é escrincha/alegria do povo/velho Garrincha.../ Com “Um Prego na Chuteira”/”eira,eira”/ fez gol de humor/ na Rádio Pioneira.... Brilha a estrela/ solitária da paixão/Acende e  Bota Fogo/no céu do coração.” Essa última linha foi um arremate de quem entende de bola e de emoção... “Acende e Bota  fogo no céu do coração”, rapaz,o caso é sério...E assim sendo, reverendo, estou imortalizado. E na alegria do povo que é o carnaval. Só espero que  não me termine tão cedo  este tempo regulamentar posto que já estou na “trajetória dos noventa” como diz o Pequeno Polegar, Dídimo de Castro, ao lado de outro oitentão, o Magro de Aço. Que Deus me permita jogar minha “Bolinha” mesmo com “Um Prego na Chuteira” porque como diz o filósofo William Bogea, o “Vei”:- “Meus amigos, futebol é coisa séria...” E aqui quero, sempre agradecer ao trabalho de dona Vera Sepúlveda, minha esposa, que revelou-se exímia produtora artística e aos que fizeram e cantaram a bela marchinha do Garrincha, alegria do povo, a turma da Palmeirinha. Do bar do Chicão. E ao mesmo tempo dividir as honras e as homenagens com meus filhos Mauro, Regina, Tuquinha, Luciano e a direção deste jornal, na pessoas de Valmir Miranda, Tânia, Adriana, Viviane, Carivaldo meu cunhado e todo time do jornal do coronel. A maior força neste Estado em papel.

É como vinho...

Olha aí o Eduardo em plena forma, dando passes e fazendo gols pelo River em pleno 2019. Coco velho é que dá azeite, e o segredo é comer pouco e dormir cedo. Saravemos a este craque nosso, internacional que já jogou na Europa. Beber água de coco, vinho pouco, e não procurar sufoco.

Vamos ao futebol ?

Algo tem que ser feito para fazer nossos desportistas dos três sexos, voltarem a comparecer ás  nossas praças de futebol. A  afirmação de que futebol é alegria do povo deve ser comprovada com o comparecimento da massa aos espetáculos promovidas pela  federação piauiense. Esta, por sua vez, deve sair da cadeira confortável e do ar condicionado para ir ás ruas e dialogar com o povo. Temos três clubes que dividem a preferencia do público. River, Flamengo e Piauí. Os dois primeiros, dividem as torcidas e o terceiro, o folclore dizia que tinha 12 torcedores. Atualmente deve ter diminuído o número de adeptos porque muita gente andou falecendo e alguns nunca morreram  mas estão morrendo agora. 

Sapinho volta a lagoa

Muito boa a contratação do  cearense Flávio Araújo pelo River. Uma pancada na concorrência  porque o  dito  cujo é um nome forte no esporte e já é nosso velho conhecido de antigos intermunicipais. Já fazem uns  quatro anos que por cá ele andou e quando saiu deixou saudades porque é um indivíduo competente, experiente e boa gente. Ele volta ao poleiro do Galo e com a obrigação de fazer este Carijó cantar no poleiro alto e grosso e engrossar o pescoço. Tem gente dizendo: “Ah, o Galo esmoreceu com a saída do Elizeu”... Mas o Elizeu nunca sai de tudo. Ele fica sempre dando apoio. Nem que seja espiritual . E agora, o Galo tem o Sapo na sua lagoa. Que ele  cante “ de melhor, melhor” e não de “pior, pior”.

16 de fevereiro de 2019

A contratação do treinador Flávio Araújo da tranquilidade a nação tricolor

A contratação do treinador Flávio Araújo da tranquilidade a nação tricolor

im,porque um clube do porte do Galo tem que ter um técnico de nome renome e sobrenome e apelido.

De volta ao Poleiro

Meus amigos, uma volta é uma volta na vida quando não causa revolta quando ele é querida. A contratação do treinador Flávio Araujo,  mais conhecido como Flávio Sapinho, veio dar tranquilidade a nação tricolor. Sim,porque um clube do porte do Galo tem que ter um técnico de nome renome e sobrenome e apelido. Conterrâneo deste escriba, Juazeiro,ali vizinho de onde eu nasci, no Aracaty, Flávio já é nosso velho conhecido de jornadas passadas neste mesmo River e deixou a porta aberta pra volta. E estaí, quatro anos depois,tempo de uma Copa para outro caneco, ele está tomando conta do Carijó e querendo mostrar serviço porque  isto foi já confirmado: Todo treinador de futebol vive de resultado. E claro, positivo. A vantagem do cara ser conhecido é  porque os dois lados já se manjam, cada um conhece o fraco do outro e aí eles se unem porque “unidos seremos fortes”. Nos ensinou o Heráclito também quando era Fortes nos votos dos devotos. Mas a bola rola, o Garrincha não enrola e merenda boa é pastel de Maria Divina com coca-cola. Antigamente era com caldo de cana, na cantina da dona Ana. Mas, estava falando da volta do Flávio Sapinho que voltou ao ninho e sabe trabalhar direitinho. Faz uns quatro anos que ele esteve por aqui, no Galo e deixou a porta do puleiro aberta. O River, agora sob nova administração mas não muda muita coisa não. Ele é rodado, sabe que todo presidente de clube calça quarenta e quatro. Encontra o River numa situação normal em clubes destas bandas. Os mesmos  problemas, agora acrescentando o telefone celular. Tem atleta que quer jogar com o telefone no bolso do calção. Está sempre “on line”. Fora o grande e crucial problema nacional que é a liseira generalizada. Uma proposta foi ventilada para atender a crise financeira do futebol brasileiro. Mas esta logo foi refutada e jogada no lixo. A proposta era acaba com o bicho. A argumentação era que “esporte é cultura”.Faz bem para a musculatura. Só que o “faz-me rir” é o incentivo melhor tanto aqui como em Campo Maior mas a cantiga da perua é uma só: De pió, pió. E assim sendo, reverendo, temos que torcer pelo êxito de Sapinho de volta ao ninho, aliás, ao Poleiro do Galo. Uma tranquilidade para vibrante torcida carijó que precisa comparecer e maior numero ás competições do clube, vestir a sua camisa, dando exemplo a flamenguistas e troianos. “Avante riverino, com a bandeira do Galo não mão !”

Se lembram dele ?

O de chapéu é o Napoleão Santos. Símbolo do futebol piauiense, a cara do LM, “pai” do Afonso. Ao meu lado os filhos Tuquinha, Luciano e Alex. Estádio Lindolfo Monteiro, tempo da Semel. A gente era feliz e não sabia...

Piauí não tem disso não

Brasileiro só fecha a porta depois de roubado e por conta da lamentável tragédia dos alojamentos do Ninho do Urubu, agora os clubes nacionais estão tomando providencias para evitar outros desenlaces parecidos. São Paulo começou a regularização dos centros de treinamentos também alojamentos dos seus clubes chamados grandes. Como nós somos, “o pais do futebol”, os grandes centros mantèm os chamados “Cetês” para a turma da peneira. Parta quem não sabe, peneira é a fase de escolha dos meninos. São  avaliados pelas condições físicas e técnicas para as devidas permanências nos alojamentos onde ficarão hospedados com casa comida roupa lavada. A gente aqui não tem disso não. Lisos somos.

Jogo de  segunda

Meus amigos, futebol é coisa séria, de primeira mas o pessoal está encarando como coisa de segunda. Sim, gentes boas.Segunda-feira é um dia simpático, dia útil, começo de semana, tudo bem, mas segunda-feira pode ser dia de tudo mas não é de futebol profissional. Não entrou no nosso DNA fazer futebol profissional dia segunda-feira. Mas está no DNA do Carcará. E nesta segunda tem jogo, dona Raimunda. O Piauí Enxuga Rato contra o Flamengo do Cabeça de Pato. Um clássico. Um jogo de primeira numa segunda. O marido escopeiro quando disser para a mulher que vai para o futebol numa noite de segunda-feira, ela vai logo dizer: “onde já se viu jogo de segunda-feira, abestado?... Diz logo que tu vai para as quengas”...

15 de fevereiro de 2019

Veríssimo e Magalhães criaram a marchinha “Garrincha, a alegria do povo”

A marchinha vai concorrer a concurso de músicas carnavalescas promoção da prefeitura, e a disputa vai ser dura

Alegria do Povo ?

Gentes boas, agora eu fiquei com medo. Pelo andar da carruagem se vê a saúde dos cavalos. E agora uma dupla de poetas compositores e cantores, o  Osmir Veríssimo e o Chico Magalhães, os dois fizeram uma parceria do “Carvalho” e criaram “Garrincha, a alegria do povo”, uma marchinha para o carnaval que se aproxima na voz do Alzimar Alvarenga. “Há cinquenta anos/no jornal O Dia/Ele fez do esporte/ nossa alegria.// É um Garrincha que nunca foi Mané/ Cheio de Ginga/na cabeça e no pé.../ Humorista, bancário/ Radialista vereador/Escritor cordelista/jornalista jogador/Louvo de novo/ Quem é escrincha/A alegria do povo/A alegria do povo/Velho Garrincha.// Com Um Prego na Chuteira/Eira, eira..?  Fez gol de humor/Na Rádio Pioneira// Brilha a estrela/Solitária da paixão/Acende e bota fogo/No céu do coração/ Louvo de novo/quem é escrincha/ alegria do povo/Velho Garrincha...” E para completar, quem canta esta composição é nada mais, nada menos, do que o botafoguense e barrense Francy Monte, o cantor das paródias no programa de rádio. Pioneira, Difusora, Cube, Tropical e o Prego na Chuteira só não passou pela Rádio Patrulha. E a marchinha vai concorrer a concurso de músicas carnavalescas promoção da prefeitura, e a disputa vai ser dura. Como se fosse um jogo de futebol. E tem as torcidas que são muito importantes nas competições. Daqui eu convoco meus leitores e antigos eleitores, antigos ouvintes do programa de rádio e os que ainda me leem neste jornal, todo O Dia, para o comparecimento   ao local do evento, ali na rua Santa Luzia, a Casa da Cultura. Da prefeitura. E estando lá, se manifestar e mais: torcer e  gritar: Garrincha, chá,chá,chá! De minha parte, quero agradecer aos dois poetas compositores pela lembrança e pela homenagem que  me fazem prestada em vida  tão concorrida numa geração de gente tão mal agradecida. Isto me deixa até preocupado e serve para a gente ter mais cuidado com as comidas, as bebidas, as “margaridas” e quando for atravessar as ruas e as avenidas. E como dizia o   compositor Zé Keti ou Ataulfo, se não me engano. “Sei que amanhã quando eu morrer/os meus amigos  vão dizer/que eu tinha um bom coração... Alguns vão até homenagear fazendo uma canção... e ele termina a canção, apelando feio: Se alguém quiser  fazer por mim que faça agora...


A pedido

Atendendo ao pedido do leitor Francisco José  Madeira Silva, torcedor do Santos, coloco a foto minha com o rei Pelé, tirada num congresso da ABRACE,(Associação dos Cronistas Esportivos) em Salvador, em  mil novecentos e lá vai fumaça. Eu e o Negão. Garrincha e Pelé. Só essa vez...

De volta ao Poleiro

O bom filho á casa torna e o cearense Flávio Araujo volta ao Poleiro do Galo para dar um grau no Carijó. Depois de quatro anos. Em 2015, ele fez bonito e o clube subiu de patente. Foi para a série C de Ceará porque ele veio de lá. Contará com o valioso apoio do Maradona, auxiliar técnico e que sabe das coisas. Uma boa aquisição do tricolor e já neste domingo que vem ele deverá mostrar serviço, porque vai ser contra o atrevido time do Parnaiba, e ontem ele ficou só olhando. Ele tem o carinhoso apelido de  Sapinho e volta à lagoa tricolor. Não restam dúvidas de que foi uma uma medida tomada pela diretoria tricolor. Flávio é um dos mais respeitados técnicos de futebol do Nordeste.

Na frente

O time do “Luiz Menez” deu no Flamengo do Everaldo, de 2 a 1, e começou o jogo perdendo de 1 a zero. O prélio foi no “Eleeme”, campo da prefeitura e de noite. Uma partida bem disputada e pouco prestigiada. Como é longe de Teresina, Piripiri está sozinha na liderança do campeonato, já no rumo do Ceará. Este ano, queira Deus, Piripiri não ganhe este estadual muito parecido com intermunicipal. Porque está fraco o futebol da capital. Tem o River, o Piauí, e um time que uma vez “foi Mengo”, sempre foi Mengo. E agora pegou taca na terra do doutor Pão Raimundo, que foi meu colega de redação. Vai buscar uma recuperação nesta segunda-feira, que vem contra o Piauí que já foi Enxuga-rato.

14 de fevereiro de 2019

O Verdão agora vai amadurecer, foi emprestado para empresa particular

O Verdão agora vai amadurecer, foi emprestado para empresa particular

A meta é recuperar o amplo espaço esportivo que estava caindo aos pedaços e transforma-lo numa Arena , PMDB ou mesmo PT.

Verdão na Privada

Meus amigos, o ginásio esportivo denominado Dirceu Arcoverde e apelidado de Verdão agora vai amadurecer. O governo emprestou para uma empresa particular, que tem um nome  simpático, porque é a SIM. E assim sendo, reverendo, o nosso campo maior de esportes sai da área pública pra a privada. Uns dizem que foi uma “descarga” ueltondiária e ele não foi com Vicente até com o seu “sobrinho”. Mas família à parte, a entrega do verde que te quero verde para a iniciativa privada pode e deve melhorar  o funcionamento de tudo, inclusive da própria privada. Sim, porque os próprios clientes do bar do Assis  sentem dificuldade no setor  urinário. E cerveja é um liquido errante. Ela entrante mas sai no mesmo instante, seu Dante. Impressionante. E assim sendo, reverendo,a primeira providência  deve ser sanitária. Limpeza total, cadeira, arquibancada e a geral. Verdão assim chamado porque foi fruto da administração de Dirceu Arcoverde e o povo tem esta mania besta  de puxar os saco dos políticos  dando um aumento nos nomes, como Albertão,Firminão, Lucidão e Leão. E o governo deu concessão do Albertão. Para uma empesa particular ela deu uma procuração. A meta é recuperar o amplo espaço esportivo que estava caindo aos pedaços e transforma-lo numa Arena , PMDB ou mesmo PT. Não sei qual é o partido. Pode ser até um “inteiro”. O certo é que quem entra numa coisa dessa é porque sabe o que está fazendo porque ninguém dá prego sem estopa e o nome da empresa é SIM e se é “sim” não é não. E assim sendo reverendo, temos  que  esperar a reestruturação do Verdão e saber se o Assis, o dono do bar, não fica na mão. Não confundir com Dubá Leitão. O certo é que o Verdão tem novo “dono” e só temos que esperar é que a iniciativa privada amadureça esta obra do governador Arcoverde. Ultimamente, não vinha sendo utilizado, e a única parte aberta era o bar do Assis, que espero que continue servindo a secos e molhados, e a alguns embriagados. Nosso esporte de quadra precisa de movimentação. Que os professores de educação física larguem os celulares e criem espaços musculares para a nossa juventude e até para a velhice engordurante. E o Verdão é do povo, do governo. Não é da iniciativa particular. É uma coisa pública. Mas tem gente que pensa que é privada...

Escapou fedendo

Da tragédia do incêndio do Flamengo tinha um menino piauiense que escapou da tragédia. Samuel Barbosa de 16 anos.

Os meninos do Flamengo

Uma notícia que abalou o mundo. A tragédia dos meninos do Flamengo. Um espaço do clube mais popular do Brasil, o mais querido do povo. Lá se aglomeravam jovens que  procuravam um lugarzinho ao sol do futebol profissional. Gente de todo Brasil. Até do Piauí. Sim, porque o piauiense é danado de furão, e nesta tragédia nacional o nosso Estado também estava lá. Infelizmente. E o nosso Piauí entra nesta hora triste com dois jovens. Sim, a gente tinha lá dois meninos que procuravam no futebol os seus futuros. Estavam lá. Treinando. Comendo e dormindo lá. Os meninos do PiauÍ. Assim eram chamados. O mundo é uma bola e este cronista não enrola. Mas os garotos piauienses do Flamengo escaparam ilesos. Graças a Deus...

12 de fevereiro de 2019

Relacionamento humano é a chave de tudo

Relacionamento humano é a chave de tudo

A declaração do atual treinador do Galo Carijó, Rodrigo Fonseca, me deixou surpreso.

Uma frase diz tudo...

Meus amigos, que futebol seja uma coisa séria e ninguém duvida. É uma atividade laboral onde muito funciona o tom individual, o pessoal e coisa e tal. Uma caixinha de surpresas como diria o nosso guru Carlos Said. Mas coisa séria, repete o filósofo da Cacimba Velha, William Bogea, o Vei. Relacionamento humano é a chave de tudo. A declaração do atual treinador do Galo Carijó, Rodrigo Fonseca, me deixou surpreso. Pela coragem dele. Uma franqueza. Já curtido na casca do alho, andado, vários clubes no currículo e dona Teresa e agora trabalhando no Piauí, que para muita gente por aí é final de linha. No pensar de muitos, o Piauí só tem boi. Isto por causa da letra da canção do folclore (o meu boi morreu, que será de mim? manda buscar outro, Maninho, lá no Piauí...) Não sabem que temos também muitas vacas. E leiteiras e quem duvidar é só ver a “situação” de muita gente. E aqui não tem aquela história de dizer que a “vaca foi para o brejo” porque Brejo é no Maranhão, e o povo vem é de lá para cá...Temos os exemplos: Melquisedeque de Castro Viana, Gil Alves dos Santos, Lula Ferreira, Taquinho, Jamil Gedeon, Manoel Arnobre, e e outros “além rio”. Mas o técnico de plantão do River disse que com o que tem em mãos não pode fazer muita coisa com os pés. Ele foi jogar em Piripiri e pegou a taca de um a zero, pior placar que tem porque só “um” derrota. Um é soda. Limonada. Um a zero. Só um. Nada mais. Apenas um. Bastante para o novo treinador tricolor ser claro, objetivo e direto: “Com este time que eu tenho aqui não tenho muito o que fazer não...” Querem uma mensagem mais positiva e sincera do que esta? Isto é bom e é ruim. Mas é sincero. Não ficou com lero-lero. Foi direto ao assunto. Não se faz omelete sem quebrar ou amassar os ovos, como não se faz carnaval sem alegria e se não tiver José não tem Maria. Ele foi sincero, não ficou com lero-lero. Na verdade, ele quis dizer que “com este time aqui, não passo de Piripiri”. A declaração dele vai deixar parte do plantel magoado e isto não é nada bom para o bom andamento das coisas. Uma situação difícil e o presidente do clube está com esta batata quente nas mãos. “Com os atletas que temos não tem muito o que fazer..."

Grande Aerton Fernandes

Uma das maiores figuras da vida teresinense, Aerton Cândido Fernandes (Babylândia), sendo entrevistado por Almeida Carvalho, o Linhares ajeitando o microfone e o Colombo ao violão, rindo. Tempo do Piauizão Vibrante de 1967. Aerton foi presidente do Enxuga-rato.

Taca lá...

Nosso Galo Carijó não cantou no terreiro alheio. Foi para Piripiri e se ferrou ali. Apanhou de um a zero que a é maior taca que o time pode pegar porque tenta, tenta e não pode empatar. 1 a 0 é soda. Foi jogo pela quarta-rodada e o Galo rodou. Doutor Luis, o anfitrião até que pediu desculpas ao pessoal do River, tudo gente boa, o Genivaldo, um rapaz bom mas futebol é assim mesmo e um perde e outro ganha, tudo  precisa de manha e artimanha. E a bola rola e este amigo de vocês não enrola e sambista bom foi Cartola. Mas o Galo não cantou desta vez porque o jogo foi no terreiro do Luis “Menez”. Um a zero, um placar que deixa o perdedor mais culto ainda porque foi só um. Um descuido...

Mata o Vei...

Eu quero deixar aqui registrado que se o meu coração não aguentar as emoções provenientes de um “paripasso” ou marca passo, os responsáveis são Osni Verissimo e Francisco Magalhães, porque inventaram de botar minha vida no concurso de carnaval da Prefeitura e começa assim: “Há 50 anos no jornal O Dia/ele faz do esporte/nossa alegria/É um Garrincha que nunca foi Mané/ Cheio de ginga/na cabeça e no pé.//// Humorista, bancário/Radialista Vereador/ Escritor e  Cordelista/Jornalista,jogador. // Louvo de novo/quem é escrincha/ alegria do povo/ velho Garrincha.” Pois, eu vou receber esta homenagem paidegua e nem sei se o velho coração vai aguentar. 

08 de fevereiro de 2019

Goleada é uma coisa que deprime a gente, como gripe

Goleada é uma coisa que deprime a gente, como gripe

E sendo dentro de casa, no poleiro, é que é mais humilhante

Altos e Baixos

Meus amigos, depois de uma goleada daquela, Santos sete x Altos um, o nosso futebol pede para acamar e sai. Saimos “de sete ...cionados “com o papelão do nosso representante. Não que isto seja a vez primeira que isto acontece e que a agremiação altense tenha sido primeira a pegar taca tão extensa. Não, amigos, temos um histórico de perdas e danos que só o Carlos sabe Said. Mas goleada é uma coisa que deprime a gente, como gripe. E sendo dentro de casa, no poleiro, é que é mais humilhante. Você pode até dizer que era o Santos de Pelé, um grande esquadrão e coisa e tal mas não se justifica porque a bola é redonda e corre para os dois lados. E  tem o seguinte: Altos é o Piauí  e este estado merece melhores “dias” e uma goleada destas repercute nacionalmente e nós ficamos com cara de tacho perante gregos e baianos. E isto não fica bonito para o nosso gabarito, como dizia o Chico Fundo de Foquito. E agora, o time da prefeita é “atropelado pelo Santos” e não anotaram nem a placa do veículo atropelador. Pegou de sete, a conta do mentiroso e é porque o time  visitante era dos” Santos”. Faça ideia se fosse dos Diabos. Do Capeta. Ah, gentes boas, futebol é coisa séria e um dia é da caça e outro do Ibama. E nós, Piauí no futebol, apanhamos de sete mas metemos um. O gol de honra. Sim temos a honra de  ter apanhado do time de Pelé de sete a um. Foi bonito? Não. Foi “horRiver” numa terra que era uma vez o Flamengo, foi-se o Flamengo. E como quem não tem cão caça com gato ou “enxuga-rato, quem não tem time na capital joga com o do interior e está sujeito a Altos e baixos. Eles sejam ou não do João de Paiva. Mas a bola rola e este escriba não enrola e refresco bom é de graviola. E como quem manda no futebol é Cartola,o nosso jogo de bola está carente desta especialidade porque o Cartola tem grana ,tem prestigio, tem mandato politico e os nossos cartolas são lisos e como dizem lá no Aracati: “Não tem no sul o que o periquito roa.” E assim sendo, reverendo, o placar de sete a um, do time santista nos Altos de João de Paiva foi até condizente com a situação socio-econômica do nosso futebol. Um retrato econômico-financeiro. E nesta comparação só temos que louvar a atuação de Warton Lacerda, o dono do time de Altos, cabra macho que consegue representar o futebol deste Piauí “difícil” mesmo entre “Altos” e baixos. E fazer o quê. .. Maculelê ?

Um  trio de  ouro

Esta foto dos meus arquivos do fundo do baú mostra o Batista que era o diretor do SESC, o Viceleno que era diretor de arbitragem do futsal e o Mauro Paixão, que era árbitro e trabalhava também aqui neste jornal. Era o Troféu Bola de Ouro Piazza-1998. A gente era feliz e não sabia...

Cuspir na cara

Um jogador profissional do Palmeiras de São Paulo, o Deyverson, cuspiu na cara do colega adversário corintiano, o Richard. Jogavam Palmeiras e Corintians. Casa  cheia. Ele pode até não ser mas isto coisa de bicha. Uma cusparada é mais humilhante do que uma dedada. Eu, graças a Deus, não recebi nenhuma das duas. Mas como ainda estou vivo, não se pode dizer desta pastel de Maria Divina não comerei nem deste caldo de cana tomarei. Pelo ato nojento, o cusparento deverá pegar uma boa suspensão das suas atividades pebolísticas. Foi penalizado com suspensão de nove jogos. Não é a primeira vez que o referido atleta faz vergonha a quem o criou. Como diz o Odílio Teixeira “ele é réu incidente”.

Neymar

Rapaz, o nosso  menino de ouro, o Neymar está em papos de aranha com a Justiça espanhola. Futebol é coisa séria,mas sonegação de impostos, a tal de fraude fiscal, é coisa séria, e lá fora os caras botam é prá moer. E aqui no Brasil a Receita já está cobrando nove milhões em impostos não pagos e escamoteados pelos guarda-livros dele. Desde  quando saiu daqui para lá que a mutreta começou, porque é da sua profissão dar dribles nos adversários, e o maior adversário de quem ganha muito dinheiro é a Receita Federal. Marcação cerrada e marcação por zona. E lá na Espanha não é aqui, onde ele tem fãs na magistratura. Ele está tentando recurso para não ficar sem recursos.