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Garrincha

Bryam Lima conquistou sete medalhas em lutas de peito aberto

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

25/10/2019 08:37h

Piauí Macho 

Rapaz, este estado não é só de necessidade. Tem algo mais. Agora mesmo, um menino nosso, o Bryam Lima, é atleta da Unimed Teresina, 64 quilos, faixa roxa, ganhou o título de vice-campeão europeu de jiu-jitsu sem kimono. Quando li a notícia fiquei me perguntando, será que este rapaz lutou nu? Sim, porque numa luta desnuda o maior perigo é o cara levar um chute nos melindro-os. Vai a nocaute na hora porque é bicho que dói. Você andando de bicicleta já é incômodo imagine levando um chute lá. Não quero nem pensar. Mas deixa isto para lá e vamos para cá, porque a bola rola, este amigo de vocês não enrola e samba não se aprende na escola, já dizia o saudoso Noel Rosa. Ora, direi ouvi estrelas e eu vos responderei que só nos resta vê-las porque neste mundo vasto e se eu me chamasse Raimundo, fosse advogado já teria trabalhando aqui, nascido em Piripiri com o apelido de Pão. E eis que o Assis Paraíba, me chama a atenção para as declarações do treinador do Flamengo, o português Jorge que é Jesus e enfrenta toda aquela gozação que o brasileiro faz aos que vem do “além Tejo”. Sim porque, a gente tem esta mania de ficar botando coisa nas bocas dos portugas, numa completa falta de amor a quem nos descobriu. Sim, porque este país estava coberto e Pedro Alvares Cabral nos descobriu, nós ficamos tomando este solzão danado e aí surgiu a mulata que é a tal segundo a música do carnaval. E o Flamengo do Rio de Janeiro, não dando a menor importância para a língua do povo contratou um português para ser o treinador do seu time. E ele vem dando uma cara nova ao time da plebe rude e ignara deste país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”. O Flamengo que era um time do Capeta hoje é de Jesus e até a versão piauiense rubro-negra teve o sem tempo de jesuítico. Só que o nosso era Elias Tajra mas no seu tempo fez verdadeiros milagres, à frente do clube e levou o rubro-negro a belas conquistas num belo crescimento do futebol piauiense, antes da era Tiradentes. E neste tempo o jogo de bola profissional do Piauí possuía público e dirigentes. E crônica esportiva, me completa aqui, o Assis que é da Paraíba e não do Paraíba. O torcedor era feliz e não sabia... 

Um trio de Ouro

 Olhem este meio de campo musical dos bons tempos que não voltam mais. Silizinho, Valter e Mundicão. Cada qual com o seu violão entoando uma linda canção. Que vocês não estão ouvindo, não...Foto em Brasília. Qual foi o ano? Rapaz, sei não...

Cabra bom 

Não podemos deixar de louvar aqui a atuação internacional de nosso piauiense Bryam Lima patrocinado pela Unimed-Teresina. O cara conquistou sete medalhas em lutas de peito aberto, sem quimono e para ele, tanto faz peito aberto como fechado, o cabra é bom mesmo e ui e ai! O nosso jiu-jitsu tem bons professores e alunos e de vez em quando a gente ganha medalhas. É preciso uma ação mais ampla dos órgãos públicos no rumo do esporte individual e do coletivo. O Verdão poderia ser um espaço para isto mas só viver “fechado para balanço”. De redes.

Galo em Marília

 O River sub 20 vai para a cidade de São Paulo, onde jogaram nos bons tempos, uma das maiores duplas do nosso futebol: Cacá e Rui Lima. Eles foram contratados pelo Marília e na época foi o maior “auê”, a saída da dupla ”tome-bola”, como  foi apelidada pelo Dídimo de Castro, na Rádio Pioneira de Teresina. Pois o nosso Galinho Carijó porque é um time juvenil vai defender o nome do Piauí nesta competição nacional e como quem não tem cão caça com gato, quem não tem profissional joga com amador. ”O que não presta é o diabo de nada”, já dizia Maria Preá.


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