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Garrincha

E a bola não rola...

Meus amigos, estamos antes do meio do ano e já terminou para nós o calendário esportivo de futebol profissional.

26/06/2019 07:32h

River, Flamengo e Piauí, os três sobreviventes da capital, descalçaram as chuteiras, aposentaram os  pés e  migraram para as mãos  porque todo mundo foi para o telefone celular. Estão liso mas teclando e todo mundo dando para engordar e muitos deles dando mesmo sem engordar. E tudo “on line”... Ah, minha gente o que vai ser daqui prá frente ? Estamos numa época em que as mulheres tocam fogo nos maridos em plena zona rica da cidade, a leste, como aquele  que ateou  fogo  no consorte, no caso com azar, porque uma  mulher que  incendeia o marido é fogo na roupa. Mas ela já devia haver prevenido o rapaz, cantando  aquela joia da música popular brasileira “pode vir quente que  eu já estou fervendo”.  Eu falo estas coisas mas  é por falta de assunto futebolístico porque sei que pimenta no rabo dos outros é refresco. Mas o que posso  fazer se na área que atuo não cai nenhuma bola e hoje não tem mais nem cartola no futebol piauiense. Tem boné... Já foram os tempos do Portela Nazar, Raimundo Viana,  Dib e José Elias Tajra, Mussa Demes, Rodrigues Filho, Afrânio  Nunes, Pedro Rocha, Mariano Mendes, Aerton Fernandes, Ciro Nogueira, o pai, o filho e o Espírito Santo. Seu Itamar. Amem o Jesus Tajra. E os prefeitos do interior que botavam times  na capital, sem fim “comercial” usando “Carboreto” como energia para se correr em “campo maior” do que o de lá e era  aquela euforia quando  chegavam em Teresina aqueles torcedores alegres cantando “ eu vim de Piripiri ! Eu vim de Piripiri !” Ah, gentes boas, o tempo passa, como dizem os bons  irradiadores de jogo  como Fernando Mendes, Dídimo de Castro, José Lula, Lino, Odílio Teixeira e outros  e  o nosso mestre carcamano, Carlos Said, o homem do “ai e do ui”, um magro de aço inoxidável. Mas a bola rola e este amigo de você não  enrola e uma merenda  boa mesmo é pasteis de Maria Divina com coca-cola.  E sendo assim  vamos saudar  o time  do  Solução que foi o grande campeão  do certame de futebol de salão, certame organizado pelo Sindicato de classe que é presidido pelo Arimatéa que tem dado bons “Passos” para o esporte da categoria e se a falta de esporte nos bancários era um  sério problema chegou agora o “Solução”   e foi  o merecido campeão no futebol de salão.

Um trio da pesada

Comunicador Ronaldo Sá, o oficial PM, Sá Júnior e o Zé Fernandes que não é Sá mas é “rará” do Saci. Os dois estão sendo “diplomados” e retratados. Foro do meu arquivo.

Eis o Solução... 

Taí. Chegou o Solução. Campeão de futebol de salão. Deu em todo mundo no campeonato dos bancários  onde tem muita gente que em vez de correr vive AABB. O certame foi realizado na bela séde social da nossa entidade, local onde os bancários não só vivem a beber como a jogar, a correr, a comer. Sob a presidência de um cidadão que dizem ser Cortez... Pelo menos, comigo ele não é porque nem fala. Mas deixa isto para lá e vamos saudar o campeão que foi o Solução. De futebol de salão. Acabou o problema do futebol de salão. Chegou o Solução. Saravá, irmão !

Bola a cesta 

Um esporte amador que deveria ter muita aceitação pela juventude piauiense é o basquetebol. Uma atividade física que melhora no crescimento da pessoa, ajeita a coluna, apruma o pescoço e ajeita o balanceado do corpo. Do esqueleto. O basquetebol é um esporte  pouco utilizado pelo piauiense porque aqui,  o povo se acha muito  baixo para jogar  bola á cesta. E se não jogam á cesta, faça ideia nos outros dias, no domingo, segunda, terça, quarta e quinta e sábado. E assim sendo, caro Rozendo, o jogo de bola ao cesto é o esporte ideal para o teresinense.


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