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Garrincha

Mais mulheres do que homens praticam o boxe em Teresina

O campeonato Piauiense de Boxe, acontece sábado que vem, começando às cinco da tarde, no Verdão,

28/03/2019 10:52h

Bofete feminino

Meus amigos, o esporte de bofete que é o chamado boxe, é praticado em Teresina, cidade menina, mais por mulher do que por homem. Acho que é até uma maneira delas se munirem de defesa, porque o boxe deixa a dona Maria com aquela disposição de dar em “bebum” enxerido que não pode ver uma mulher sozinha que já vem com saliência. É o campeonato Piauiense de Boxe, sábado que vem, começando às cinco da tarde, no Verdão, aquele ginásio esportivo anexo ao bar do Assis, vizinho à Semel. No meio dos murros e bofetes, o sexo feminino entra no meio e terá duas lutas entre o sexo frágil. 19 lutas dos homens e vai ser tapa no meio da canela. É o primeiro circuito do profissional, a categoria. Não sei como é profissão, se é apostando, porque de rendas de bilheteria eu não faço fé. O certo é que existe uma federação séria que organiza as competições. Gente muito esforçada na modalidade tão pouco prestigiada nesta capital. Sob o comando de Marcos Oliveira, a federação de Boxe luta por espaço na mídia porque a propaganda é a alma do negócio. A nossa capital é carente de atividades esportivas que tirem as pessoas de suas casas  para o divertimento. Agora, na  época do telefone celular, as pessoas se “enlocam” mais do que antes. Estão gastando mais calças do que camisas e os dedos estão até perdendo as impressões digitais. Só do cara ficar alisando o aparelho. Mas vamos ao  campeonato de boxe que é bissexual, isto é, praticado pelos dois sexos majoritários. Será a primeira etapa do esporte do tapa. O local é o ginásio Fortes, no Horto Florestal da nossa capital. Começa às cinco da tarde e vai até acabar as lutas todas que são vinte e uma “brigas”. Para quem gosta de confusão é um prato cheio. Diz a Pamella Maranhão que é a primeira etapa e eu digo que é tapa que não acaba mais. A segunda fase deste campeonato de bofete vai ser na Parnaíba, terra de Mão Santa. E assim a bola rola, este cronista não enrola, e a bebida da curriola é coca-cola. E aqui já teve um jogador de bola chamado Mariola...

Conciliabulistas...

Amigos, um sexteto indo e voltando. Componentes da associação secreta civil Conciliábulo. Josimar, Candinho, Chico Deletério, Eu, Mozart de Campo Maior e Hermeto Ceará. Gente da maior qualidade.

Uma coisinha de sal

O nosso  maior representante no futebol profissional, Altos de João de Paiva, ainda não tirou o dedo nesta competição chamada Copa do Nordeste. Só conseguiu dois empatezinhos lheguelés, uns míseros dois pontos na tabela desta Copa do Nordeste. Nos seus sete jogos perdeu cinco e empatou dois e ele ainda não ganhou nadica de nada. E é porque tem o nome de Altos. Faça idéia de  fosse “Baixos”. Vou dizer para vocês que desde que eu me entendo de gente aqui neste Piauí nunca vi uma fase tão “pecuária” no futebol “cabeça de cuia”. Uma verdadeira “seca”.

Torcer por ele

Hoje, a nossa obrigação como piauiense é torcer pelo seu representante legal no desporto nacional. E Quem é? Será o River, o “eterno campeão?” Será o “Piauizão Vibrante”? Ou uma vez Flamengo, cadê o Flamengo ? Ou ele vem das praias brancas de Parnaíba ou bem dali, entre Altos e baixos? Ou ele vem de Piripiri? Nunxixabe. O que importa é que nós, piauienses, temos que ter um embaixador, um representante legal no futebol nacional e como quem não tem cão caça com gato, quem não tem gato caça com rato e Chico Rato é o nosso lídimo representante na imprensa brasileira, o presidente da APCDEP.


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