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Garrincha

Mini-intermunicipal de futebol piauiense começou firme e forte

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

11/09/2019 09:59h

Inter de luxo 

E o mini-intermunicipal de futebol piauiense de luxo, com seu participante interestadual Tymon City, começou firme e forte e na primeira rodada, o de Floriano folgou e Picos deitou e rolou com Timon dando de três a zero e tem um tal de Romarinho lá que é o cão comendo mariola e deu show de bola no gramado e só gosta de fazer gol com cobertura igual como come sorvete. E ainda teve uma triste perda na equipe picoense, que foi o capitão do time, o Rafael com PH Freitas, que meteu o pé num buraco do campo e se lascou. Vai fazer exame de imagem, ainda não sabe por qual canal de televisão, mas a torcida quer pela Globo que é a mais vista por lá. E a primeira rodada teve o time da nossa vizinha cidade ser mini-goleada, de 3 a 0 e nem adiantou o professor Eduardo em campo vestindo camisa timoneira que foi taca alta e até o beque canhoto Laerte fez gol e time que deixa zagueiro de outro time fazer gol precisa se reciclar. Enquanto isso, lá nas Oeiras, terra de Tadeu de Lilásia e Juarez Tape em ti, o time de Chaguinha pegou o Comercial de Cabelouro e deu de 4 a 2, jogo em casa. O time de Campo Maior ainda pipocou com dois gols do Pipoca. É  bom lembrar que este jogador chamado de Pipoca, de Campo Maior não tem nada a ver com a amiga da Vera ,dona Conceição Pipoca, de Oeiras e do time titular do Assis Carvalho. Mas eu falava do certame de futebol que rora rola nestes campos piauienses com um time maranhense no meio. E o nosso Picos deu nos timoneiros de três a zero com o Romarinho dando um show de bola e fez dois belos gols por cobertura que é aquilo que chamamos  na peladas de banho de cuia. Agora é só esperar que Picos vá para Oeiras, neste “intermunicipal de luxo”, neste sábado que vem e que seja o que o juiz quiser porque "futebol é coisa séria”... E como quem não tem cão caça com gato quem não tem River, nem Flamengo e nem Piauí no seu calendário, vai de Oeirense e Comercial que se tem para o gasto nesta era de Carcará pega mata e come! Tendo ainda “estrangeiro” pisando no meio de campo que o futebol hoje é universal como aquela igreja do Edir Macedo ou mais tarde. E Picos soube receber bem os seus visitantes timonenses e deram toda assistência mas na hora do jogo não foram hospitaleiros porque aplicaram três gols no visitante e dizia Nenem Prancha que em futebol de caboclo, um é pouco, dois é bom mas três já é demais. E foi de três a taca e quem deu show de bola foi Romarinho que deitou e rolou fazendo gols por cobertura na rachadura da meta. A grande perda foi do três estrelas (capitão) dos Picos, o Raphael Freitas que mete o pé num buraco do campo dos Picos e entortou e foi aquela dor e ele saiu burocochô. Caxingando como diz o povo. Vai ser submetido a “exame de imagens”. Ele como é bom católico diz que vai rezar também.

Colônia de Férias na Semel

Em mil novecentos e carne assada, nós criamos a Colônia de Férias da Semel, e nesta foto de Henrique Moura vocês podem ver como era uma festa para a criançada pobre desta cidade. Eram felizes e não sabiam... Seu João Claudino deu todas as camisas da meninada.

Rivalidade 

Oeiras e Picos, duas progressistas cidades do Piauí se rivalizam não só no futebol como na politica, nas artes e na literatura porque são duas urbes que valorizam os seus estados de necessidade. Agora, as duas estão em linda disputa no futebol profissional do Piaui terra querida, filha do sol do Equador e isto é bonito para o desporto porque quanto mais cabra mais cabrito. Oeiras foi a primeira capital do Estado, a terra de Bil, Chaguinha, Luis Gobila, Miolinho,Tadeu de Lilásia - João Burama ,de Conceição Pìpoca. E agora estão jogando futebol pelo campeonato do Brauw Carcará. Que sejam felizes nesta prática por que esporte é saúde, é vida.

E os nossos? 

Eu, como os desportistas piauienses, sinto a falta de movimentação dos nossos clubes de primeira divisão: River, Flamengo e Piauí, na atual tem-porada. Os times que levavam torcedores para os campos de futebol. Até famílias inteiras se deslocavam para o estádio da Prefeitura ou do Estado para ver partidas entre os nossos times e até e música popular eternizou e não me lembro agora do nome do autor desta feliz estrofe: ”Como era bom aos domingos/ Camisa puro cetim/ Os comentários... / era   só  os biliguindins. Uma palavra que  Carlos Said, o Magro de Aço, eternizou, quando chamava seu locutor preferido e dizia: Essssscuuta Didiiiiiiimo!” E no final ele  arrematava, sem dó: “E ai e ui” !


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