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Garrincha

O futebol piauiense começa a se mexer com uma tal de série B

E logo de cara, vem o time da primeira capital e de Bil de Oeiras e de Tadeu de Lilázia, fazendo uma amizade com o River da atual capital.

05/07/2019 08:12h

Vai começar...

Meus amigos, o futebol piauiense começa a se mexer nestes tempos de vacas magras com uma tal de série B de bola ou de besta. E logo de cara, vem o time da primeira capital e de Bil de Oeiras e de Tadeu de Lilázia, fazendo uma amizade com o River da atual capital para reforçar esta série “B” de bola. Já teve até gente dando pitaco para mudança de nome: Chamar de Riveiras, River com Oeiras ou Rivoca, que seria uma mistura de River com Conceição Pipoca. Mas nada de oficial, de cartorial, tudo isto é só muita fofoca. Quem me disse foi Chaguinha de Maroca, ontem de manhã. Lá no “Troca-troca”. Mas a bola rola, este escriba não enrola e tem gente que tira-gosto de cachaça com carambola. E agora eu me lembro daquele volante do River, um pernambucano moreno chamado de Mariola quer fazia médio campo com Vilmar, o professor que veio de Floriano, terra do Aldênio do Banco do Brasil, cabra criador de confusão e metido a jogador de bola mas jogava muito era bola de carne na boca. Mas eu falava era de Oeiras porque vem de novo com time de futebol pro o certame piauiense e quem sabe, repetir as boas performances da equipe que revelou o nosso advogado, o dr. Luis Gobila como jogador de bola no River. E a culpa toda foi de Juarez Tapeti que o trouxe para cá e ele acabou se formando em Direito e sendo delegado de polícia em Teresina dando muita pressão na malandragem. Mas o tempo passa e um dia é da caça e outro do caçador e ele foi jogador, estudou e se formou em um senhor doutor. Advogado e delegado. Hoje já aposentado mas não para. Numas coisas, noutras não, dizendo ele que ainda dá pra jogar meio tempo na seleção de Oeiras ao lado de Joca, também de Oeiras. Mas quem sabe a quentura da panela é a colher e assim como são as pessoas são as criaturas e assim como têm “rapaz” moles tem rapaduras e hoje tem piauienses até em Honduras. Mas eu falava no nosso Evangelista das Oeiras, uma figura exemplar deste Estado de necessidade. De sua vida policial não se tem notícias de haver maltratado nenhum preso. O que ele maltratava e era perverso mesmo, ruim, era com a bola de futebol. Batia tanto na coitadinha...

Queria reza...

O deputado estadual do PMDB João Madison, quando andava atrás de votos pelos campos de futebol e lá o cabo eleitoral era o Amarildo que já tinha sido meu soldado eleitoral quando eu fui vereador.

Timon 

Sendo o nosso vizinho de parede, no caso de rio, a cidade de Timon, bem ali, basta atravessar o Parnaíba e por cima da ponte é mais seguro do que ir nadando, a terra de Paulo Guimarães nos proporciona a alegria de ter no certame piauiense, uma equipe maranhense. Seria um certame inter-estadual ou intermunicipal ... Uns até acham que sendo Tymon Cyty seria internacional... O caso deverá ser até ser levado para ONU porque são muitas as divergências diplomáticas e o doutor Melquiseque Viana chamou o outro doutor,Gil Alves  dos Santos para juntos, timoneiros, verem até onde vai o poder territorial de Bita do Barão.

A vez de Barras

Agora chegou a vez da terra do poeta Franci Monte voltar ao futebol de primeira divisão deste Estado de necessidade. O presidente da mentora, filho de Barras, um verdadeiro barreiro, no comando da mentora, com o falecimento de Cezarino Oliveira. A terra dos poetas que já teve seus bons momentos neste jogo de bola argentina poderá reviver dias gloriosos porque seu povo gosta de futebol e tem revelado até bons atletas na modalidade. A sua aproximação com a capital lhe proporciona condições de intercambio e as simpatias do povo barrense pelo jogo de bola. Se não entrar agora que tem um filho de terra no comando...


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