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Garrincha

O piauiense é um caboclo bom de esporte

Confira o texto publicado na coluna Canal 1 no Jornal O Dia.

11/10/2019 11:37h

Somos bons 

Meus amigos, o piauiense é um caboclo bom de esporte. Onde ele se mete, apanha, ganha e empata. Você lê na página de esportes deste nosso jornal e vê notícias do tênis de mesa, de futsal, de atletismo e de handebol e eu falando de nosso futebol. Lamentavelmente, o nosso profissional jogo de bola não é noticiado e um amigo meu, pernambucano, me indagou se aqui não tinha federação de futebol, porque não via nos jornais da cidade referência a esta atividade lúdica e movimentadora de dinheiro. ´”É doloroso, mas infelizmente é a verdade” como diz canção popular, mas as noticias são por demais escassas para este viés da nossa imprensa falada, escrita, televisada, computadorizada e agora celularizada. Sim, porque hoje em dia, dona Maria, tudo está atrelado ao celular. É o “dono do pedaço” e só quem não aderiu a ele foi o Magro de Aço. Que quando atende ao telefone celular manda o falador para os biliquindins dos infernos. E ai, e ui! Mas a vida continua aos trancos e barrancos para os pretos e os brancos porque o Brasil é um time de futebol dentro do campo e quem manda nele é o Capitão. E PT saudações, ordinário, marche! E no futebol, o meu time, o Botafogo estava sem treinador e agora quer o Valentim porque o outro era muito frouxo. Sem coragem. Mas não queremos um valentão, queremos um Valentim. Treinador de  futebol é uma atividade sem fundo de garantia. O cidadão depende de resultados, de vitórias  e alguns empates. Sim, porque o torcedor é como o habitante do Espírito Santo. Vive de “Vitória”. Assim como nossos vizinhos de cabeças chatas. Arrotam uma “Fortaleza” mas  “será lá”? A meus amigos, o vento que venta lá não mesmo que venta cá. Será ou Ceará possível? O que me deixa  preocupado é a falta de notícias de nosso futebol profissional, ao menos da capital, Galo, Mengo e Enxuga-rato, coisa igual eu nunca vi, desde que cheguei aqui, vindo do Aracati. Rapaz, o que fazem River, Flamengo e Piauí, os três daqui? Também quero notícias do interior e também  do litoral, do Parnaíba de Mão Santa e Juriti. O esporte deste Piauí está semi-parado, precisa ser movimentado, ser jogado. Não uma movimentação eleitoral mas esportiva mesmo de quem tem noção do valor que o esporte representa para a comunidade. As amizades que ele reúne,são mais duradoras do que as de mesa de bar. Governo do Estado, prefeitura e instituições outras devem usar o esporte como um elemento de ligação, de reunião de aproximação das pessoas para projetos sociais, esportivos e culturais porque o esporte é grande “public relation” do mundo, vasto mundo, e se eu me chamasse Raimundo, fosse doutor, se tivesse o apelido de Pão e morasse em Piripiri e já tinha me candidatado a prefeito e só dava bola com efeito. Sim, porque somos bons. 

Os craques da literatura piauiense 

Era um quinteto laureado. Paulo Freitas, José Fortes, Jámenes, Chico Miguel e  Clidenor. Imortais da Academia, não  do “dia a dia”. Futebol é cultura...

Boa notícia 

Para o futebol de salão, uma beleza. Nossa capital vai ser sede de uma grande competição de salobol de 04 a 10 de novembro, a Liga do Nor-deste de futsal 2019. O ginásio Verdão será palco desta competição de Futsal e os jogos serão realizados no Ginásio Verdão de 04 a 10 de novembro e o Assis vai lavar a burra vendendo comida e bebida para gregos e baianos. Realmente, estamos precisando de movimentação no esporte salonista. O nosso povo gosta de esporte, os pais e filhos. Agora que estamos cheios de rádios e televisões, internete e comunicações, vamos ao jogo e deixemos um pouquinho o celular ou até pode levar. Contanto que, você prestigie  este evento esportivo. Em novembro, no Verdão. Esqueça não, viu?!

Já cem 

Meus  amigos, a bola rola e este amigo de  vocês não enrola mas o nosso menino de ouro, o Neymar já vai completar cem vezes que veste camisa amarela de nossa seleção... Infelizmente, ele não fez um gol em cada partida que jogou e só pela seleção foi nove, noventa. Se ele tivesse feito um  gol por partida, agora estaríamos torcendo pelo  gol 100. Agora mesmo, a seleção brasileira vai enfrentar a Singapura, depois vai jogar contra a Nigéria e o Senegal e por aí vai no descambau, jogando só contra perna de pau. E o Neymar esqueceu este negócio de mulher e agora, ele quer é completar 100 jogos pela seleção amarela, azul e verde. Cem vezes com a canarinho no corpo mas lá tem gente com mais jogo pela seleção como o Daniel Alves que  jogou já 117 vezes.


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