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Garrincha

O tricolor está na cabeça do campeonato cabeça de pato

Agora o time do Carlos Said está na liderança do certame com 17 pontos na frente dos outros

12/03/2019 06:26h

Galo na cabeça

Gentes boas, o tricolor está na cabeça do campeonato cabeça de pato.Deu no time de Piripiri com uma meia goleada que foi 3 a 0. No futebol, um é pouco, dois é bom e três é meia-goleada.O time de Luis “Menez” está ficando freguês. Apanhando de três. Agora o time do Carlos Said está na liderança do certame com 17 pontos na frente dos outros. Vai passar uma semana sem jogar e só no dia 20 deste é que vai encarar  o time da prefeita de Altos. Aí vai ser um duelo quente porque a equipe altina vem embalada e não vai nem querer saber se o Galo é carijó ou pedrêz.Quer é dar de três. O tricolor de Sheila Viana está voltando aos seus velhos tempos quando cantava realmente de Galo. Nos tempos de seu Raimundo Viana, Afrânio Nunes, Melão, Zeneto Ribeiro, Pedão e dona Maria do Buchão. No tempo em que o desportista do Piauí era feliz e não sabia. Era no tempo em que todo cego tinha a sua Maria da Guia. Hoje é uma galera calada e fria. E para ir ao jogo de futebol ainda tem dia... Mas o Galo ainda está cantando no seu terreiro, e todo mês começa no dia primeiro e gente não, mais dinheiro quando chega o dia derradeiro. Mas estão indo “avante, os riverinos com a bandeira de glória na mão"". Assume a liderança o tricolor, “eterno-campeão”, agora sob nova gestão. E o povo fica me perguntado na rua: “Garrincha, cadê o Flamengo?". E eu fico com cara de mamulengo. Porém, o Galo canta e o macaco assobia, e quem sofre mais é pobre do vigia. Ora, direis, estais tergiversando e eu vos direi mais: estou embromando. O problema é que futebol é um dilema e o gol é seu eterno tema. O jogo sem um gol é um namoro sem beijo, um poeta sem lampejo e cego sem  realejo, uma cama com percevejo. Mas no caso em tela, o River aplicou uma meia goleada no time municipal de Altos pelo escore de três a zero que é uma taca de “responsa”, e a agremiação da cidade vizinha, terra de Elvira Raulino, e onde o Toni Rodrigues é vereador. “O Altos” é a maior folha de pagamento do pebol piauiense. O plantel foi composto para jogo de “Nordestão” prá cima. O treinador de plantão na “terra da manga”, deve  ficar  “esperto” e não fazer  despesa confiando no fim do mês... Futebol é  uma caixinha de surpresas e sem fundos de garantia...

Eis o Galo

Jaílson Soares tirou o retrato do plantel tricolor, o Galo, antes de entrar na rinha para enfrentar o time do marido da prefeita dos Altos, o João de Paiva. Uma pena, porque tinha pouca gente para ver o jogo... É a fase...

Jogo de quadra

Uma atividade que  sumiu, praticamente, do dia a dia da nossa juventude, foi o esporte de quadra. O basquete, o vôlei, o futebol de salão, o handbol, eram atividades esportivas apaixonantes de nossa moçada e até os “coroas” que ainda davam no couro, participavam de jogos nas quadras dos clubes sociais ou no quartel da Polícia Militar, ali pertinho da Praça Pedro Segundo. E  depois do jogo era ir dormir em suas casas, os “ bons elementos”, porque os maus elementos desciam para a rua Paissandu. Para  comer um tal de angu. Era o tempo em que a gente era feliz e não sabia. Moça quando não casava ficava para titia. Salve Padre nosso, ave Maria. Hoje, a antiga quadra da PM não foi preservada. Botaram foi um Dinossauro para espantar menino e cliente do bar do Pelé...

O Dia em dia

Rapaz, a programação esportiva da TV do Valmir está dando o que falar. Botando no ar jogo internacional, tipo Corintians x Racing, pela Sul-Americana, que deixa o sujeito em casa sem vontade ir para a rua. E a mulher do individuo acha é bom. E  ela vem com os agrados e tem muito cabra  bruto que ainda acha é ruim e diz: “Deixa eu ver o jogo, Siá”. Mas meus amigos, futebol é coisa séria, como diz o filósofo da Cacimba Velha, William Bogeia, o Vei. E agora, o telespectador  está em dia com as transmissões da TV O Dia. É o progresso que vem chegando e a gente vai aproveitando, o tempo  vai rolado e ninguém sabe de quantos minutos vai ser o nosso “tempo regulamentar”, e lá o Dídimo de Castro diz que é “na trajectória dos noventa”. E quem que tem certeza que chega lá? Nem o Carlos Saib...


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