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Garrincha

Taí, apareceu um presidente da República que é entrosado com o futebol

E se encontra até com treinador de time, no caso, o Flamengo. “Bolsa” se reuniu com Jesus, que é Jorge, e tiveram um “tete a tete”.

19/02/2020 11:48h

Futgil

Meus amigos, o caso é sério. É o que se chama a virilização de “tudo igual”. O homem perdeu aquela “macheza” de queixo erguido dizendo que é macho. Agora está tudo “equilibrado”. Os três sexos convivem normalmente onde tem o nexo e o convexo, dependendo do reflexo. E por isto eu não me espantei quando vi os jogadores de futebol desta AABB-Teresina formando um time de “por natureza” “feminina”. Tinha deles até com  as calcinhas por debaixo dos calções. Era uma homenagem às mulheres e foi organizada pelo José Paizinho, que na ocasião era chamado de Maria Mãezinha...  E esta homenagem é já a nona que se faz no grêmio bancário e com casa cheia de associados e convidados. É o futebol das “meninas”, o “futgirl”, por sinal, muito anunciado no programa do radialista Bai Guel. Há quem diga que este negócio de homem se vestir de mulher é uma “realização”, coisa que ele usa no carnaval e até em peça teatral. Não faz mal. Nem de Alzeymer que é uma ameaça para terceira divisão da idade. E o campo da AABB serviu de palco para esta movimentação das mais oportunas porque no meio dos atletas masculinos sempre tem um cheiro feminino. E esta alusão ao sexo frágil é uma lembrança oportuna de quem nos trouxe ao mundo, o vasto mundo e merece ser lembrada, relembrada e homenageada e só não presta é o diabo de nada. O “Futgirl” já está na sua nova edição, faz nove anos que o Zé Paizinho organiza o jogo das “mãezinhas” e isto é uma benção e faz gosto se ver os familiares dos peladeiros em confraternização, bebendo vinho e comendo arroz com feijão na maior animação. E a homenagem ao belo sexo feita pela moçada da AABB foi muito justa e abotoada, porque elas merecem. E além do mais, tem um algo mais que é normal, natural. E todo homem tem o seu lado “hormonal”, seu menino, o seu lado feminino. E o que é que pega vestir uma roupa “alegre” e até a calcinha no lugar do “suporte”? Se tudo está lá debaixo e não vai provar que você não é macho. Quero parabenizar a negrada da AABB, que fez a festa com os homens vestidos de roupas femininas jogando bola. O “Futgirl”. Foi uma demonstração de esportividade, justa homenagem a uma categoria que sempre nos deu bolas. As mulheres.

Época de ouro

Esta foto é de 1962 e mostrava o estado maior do River. Zeneto Ribeiro, Chico, Carlos Augusto  da Calçadeira Piauiense, Né, Marcos, Chico Melão, Aluísio Ribeiro, Zé Neto. Tinha uma dedicatória: “ À Mirtinha, uma recordação do menino grande, Lourival."

Rasparam o Pato

Gentes boas, quem não tem Pelé nem Mané vai de Pato. Os nossos ídolos da bola argentina estão sendo substituídos por uns meninos nesta nova geração celular. Uma geração de Patos. Quando raspam as suas cabeças, a imprensa dá a maior manchete como agora quando Alexandre Pato mandou raspar a cuca a zero e ficou um Pato Pelado. E o pior é que o redator da “grande“ notícia diz ”o atacante apareceu de penteado novo”.  Que penteado, meu caro “editor”? se o título da nota é “Pato raspa a cabeça”? Onde já se viu pentear cabeça lisa? É, no mínimo, uma “barbeiragem”...

Entrosado

Taí, até que apareceu um presidente da República que é entrosado com o futebol e  se encontra até com treinador de time, no caso, o Flamengo. “Bolsa” se reuniu com Jesus, que é Jorge, e tiveram um “tete a tete”. No domingo, “Bolso” foi “pé quente” pro Flamengo que ganhou a taça Manoel Garrincha, dando no Atlético do Paraná do Sergio Moro. Pois, o português Jorge Jesus teve um “tete a tete” com o Bolso e a imprensa disse que foi um encontro privado e não um encontro na  privada, naquela hora em que a gente vai “mixar”.


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