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Garrincha

Tiradentes se prepara para disputar o campeonato piauiense de futebol

Confira o texto publicado na coluna Prego na Chuteira no Jornal O Dia.

13/11/2019 10:27h

O Tigrinho 

Meus amigos, a Sociedade Esportiva Tiradentes, o famoso Tigrão, se prepara para disputar e desmoçar o campeonato piauiense de futebol. Uma lembrança dos tempos de Canuto Tupi Caldas, de Murilo, Joel e tantos outros astros sulistas e até cearenses na equipe amarelona da Policia Militar. Foi o tempo de ouro de nosso futebol quando o clima era verde oliva e amarelo. Porque o Tigrão foi o clube que mais alto levou o nome deste jogo de bola profissional pois ele  tinhas as costas largas, uma qualidade  essencial na formação de barreiras porque tampa o gol e o cobrador da falta fica sem ângulo de meter na brecha. Agora,o time da nos-sa gloriosa PM vem com tudo mas pelo outro “viés” como diz o doutor Pessoa, a polícia vem “com base forte para disputar o Piauiense” e a Pamela botou na manchete do jornal do Valmir. E vocês pensam que é um time de homens? É não, é de mulheres jogadoras de bola no campeonato piauiense de futebol, aquele esporte que era considerado o esporte mais viril do mundo e quando um jogador reclamava do outro por uma pancada recebida vinha logo a afirmação machista:- futebol é prA homem! E agora, está tudo “mulificado” e o que era já não é mais, o que era pra frente ficou pra trás e salve-se quem puder, seja Garrincha ou Pelé. Mas o fato é que o futebol das mulheres está se tornando normal e tomando até manchete de jornal, como foi aqui mesmo, edição de terça-feira. O jogo de bola masculino assumido e mal pago é mal falado nesta coluna que tem 56 anos de vida, neste mesmo canto de “O Dia” padre Nosso Ave Maria. Ele anda meio sumido porque a maré não está para peixe e as coisas estão difíceis para todo mundo, vasto mundo, Raimundo Pão. E assim, como são as pessoas são as criaturas cheias de conjecturas como as caricaturas do Jotaá. Mas o nosso clube da glorioso PM desistiu de vez de lidar com homem no futebol e agasalhou uma equipe feminina para disputar o certame piauiense da modalidade e como sempre vem forte, bem armada senão não seria  um time de polícia. E assim, pisando forte, enquadrada ou em redonda, a agremiação tiradentina se prepara disputa feminina já que na masculina já foi boa nisso ou naquilo outro. E aí, a bola rola, este amigo de você não enrola e saco pequeno é sacola. Vamos aguardar um Tigrão Amarelão nesta competição. 

No tempo do Tigrão 

Nesta espetacular foto do falecido Louro, vemos o Gigante da Redenção no dia de sua inauguração com Canuto Tupi Caldas, Alberto Silva e Murilo Resende, o trio de ouro de nosso futebol. 56 anos são passados.... O jogo foi zero a zero.Tiradentes contra o Fluminense carioca. A Fagep informava...

Festa bonita 

Ainda repercute o lançamento do livro do nosso professor Celso Carvalho, “Albertão, um sonho realizado’. 156 páginas sobre a histórias do nosso esporte bretão que já teve até um técnico Aureliano Beltrão no Tiradentes. Muita gente boa e até ruim compareceu porque os portões do campo estavam abertos para gregos e baianos. Os discursos de praxe e o autor autografando e uma secretária guardando o dinheiro da venda que foi muito boa. Um  coquetel e tira-gosto com aqueles salgadinhos que não tem mais sal. Salgadinho é tudo “insosso” para não  subir a “pressão dos velhos”.

Disse o Magno Pires 

“A figura preambular do professor Carlos Said, nosso conhecido Magro de Aço, desponta na história do futebol piauiense. Para mim, ele representa, o marco prenuncial do comentarista, do juiz, do torcedor e do jogador emperdenidos que defendem o time e os jogadores no campo de futebol com serenidade. E anima a torcida, com audácia, honestidade e emoção, mas não resvala para  insensata paixão. De Carlos Said a Celso Carvalho, passando por Garrincha, Didimo de Castro,. Renato Lopes, Alberto Silva, todavia o nosso Celso produziu um trabalho impar no Estado.


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