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Notícias Megazord

12 de fevereiro de 2019

Live-actions e a polêmica das caracterizações dos personagens

Live-actions e a polêmica das caracterizações dos personagens

Falta de paciência e atestado de fidelidade, é algo que "fãs" alegam no primeiro contado com as caracterizações.

O que começou com fotos, logo “ganhou movimento”. Ainda ontem (11), foi lançado o teaser do live-action de Aladdin, uma das produção da Disney mais aguardadas para 2019. E dentre os vários pontos de destaque, um dos mais polêmicos foi sem dúvidas a aparição do gênio da lâmpada, interpretado pelo ator Will Smith. 

Nas primeiras fotos divulgadas, o gênio foi apresentado sem a total caracterização (não azul), o que começou a levantar burburinho sobre fidelidade do personagem e se ele teria ou não coloração. Depois do teaser (com ele azul), os comentários foram sobre a “estranheza” do personagem. Vale ressaltar que o personagem aparece apenas em cinco segundos de trailer. 


O gênio na animação e no live-action. Foto: Reprodução

Não é a primeira vez, tampouco será a última, que a caracterização de personagens cria polêmica entre fãs. Recentemente, houve um grande impasse entre os admiradores de Titãs quando os personagens produzidos para a série foram apresentados. Entre os mais “desgostosos”, estava a caracterização de Estelar e de Ravenna. 

É preciso entender que adaptações e ajustes (mudanças) andam juntos. Logo, por que cada meio tem sua linguagem. A mudança de animação para live-action requer reajustes para que a história seja aceitável no meio a que se destina. É o mesmo que entrar na “velha rixa”, livros versus filme. Nem sempre a versão do filme é tão boa quanto a do livro (vide O lado Bom da Vida). Mas, é sempre uma aposta a ser feita. 

Outro ponto, a falta de paciência e o atestado de fidelidade. Assim que as fotos foram divulgadas, logo disseram que o filme não seria bom. “Não foram capazes de fazer um gênio azul, fala sério”, li em um tuíte. Quando o teaser saiu o comentário foi “que troço estranho é esse”, disse outro fã. O fato é que não da para saber se o personagem será bom em cinco segundos de trailer e nem com um elenco maravilhoso (devo lembrar de Suicide Squad?). “Não julgue o produto pela capa, as vezes o designer é bom, as vezes nem tanto”, um clichê bom para ser usado aqui e agora. 

Aproveitando os exemplos usados nesse texto, devo mencionar que a Anna Diop, mandou muito bem como Estelar (Titãs), mesmo não sendo laranja como na animação, o visual da personagem casou bem com a proposta da personalidade forte e ousada que ela tem. Não sei se teria dado certo se fosse diferente. Com a Ravenna, confesso que fiquei meio na dúvida e levou uns episódios para me convencer da proposta.


Estelar (série Titãs), interpretada pela atriz Anna Diop. Gif: Reprodução/tumblr

Em resumo e para fins de constatação, o apego ao personagem à vezes deixa a gente mais resistente a mudança, se negando a aceitar ele de uma forma diferente. Pode até soar estranho, mais creio que você entende o que quero dizer. Contudo, acredito que não vale “tacar no fogo” algo sem pelo menos ver a obra completa para assim poder concluir algo. Afinal, nem tudo vai dar sempre certo e maio já está bem aí para a gente poder ver se o gênio é bom mesmo, ou é só conto da carochinha.

Confira o trailer do live-action:


31 de janeiro de 2019

Da Marvel para  DC: James Gunn será diretor de Esquadrão Suicida 2

Da Marvel para DC: James Gunn será diretor de Esquadrão Suicida 2

O filme tem previsão de estreia para 2021.

Quase oito meses após ser demitido pela Disney, James Gunn será o novo diretor de Esquadrão Suicida 2, filme que reúne os anti-heróis da Dc Comics, concorrente da Marvel, onde o diretor trabalhava anteriormente. A noticia foi oficializada pelo The Hollywood Reporter (THR). 

De acordo com o THR, James já estaria preparando o roteiro do filme, mas seu desafio foi “aumentado” e ele assume a cadeira de diretor. “A ideia é que não seja uma continuação e sim um novo filme, com uma nova cara e com um possível novo elenco”, diz a publicação. O filme tem previsão de estreia para 2021. 


James Gunn. Foto: Reprodução/Getty Imagens 

James já estava trabalhando na produção de Guardiões das Galáxias 3 quando foi demitido pela Disney, devido a denúncias relacionadas a tuítes antigos do diretor contendo piadas relacionadas a estupro e pedofilia. 

Publicamente James Guun pediu desculpas e afirmou que os tuítes faziam parte do passado, mas que ele era agora uma pessoa diferente. Os atores de Guardiões chegaram a fazer uma campanha para que o diretor fosse recontratado. Fãs também se mobilizaram em uma petição pública que teve mais de 200 mil assinaturas para o retorno do diretor ao comando da produção da Marvel.


O diretor comandou os dois filmes de Guardiões da Galáxia. Foto: Divulgação/Marvel

Enquanto Esquadrão Suicida vai saindo do papel e tomando forma, do outro lado, Guardiões da Galáxia Vol.3 continua na geladeira, sem um nome oficial para comandá-lo. O que sabemos ao certo é o retorno dos Guardiões em Vingadores 4.

James Gunn não é um novato no cargo e é uma grande aposta para alavancar a história de Deadshot, Harley Quinn, Coringa, Capitão Bumerangue e Killer Croc, personagens que compõe o Esquadrão Suicida. Visto que o primeiro filme não agradou tanto ao público, é uma tentativa válida. Essa história parece até fim de novela, porém, não sabemos ao certo, se de fato, tudo terminou bem. Ou se terminou.  Como diria Chicó, "Não sei. Só sei sei que foi assim".

15 de janeiro de 2019

Titãs: um olhar sobre a nova produção de heróis da DC para as telinhas

Estelar, Mutano, Ravena e Robin formam o quarteto de heróis. A primeira temporada narra o encontro e união deles.

Apesar de ter chegado a plataforma da Netflix na última sexta-feira (11), Titãs estreou mundialmente ainda em outubro de 2018. A nova produção da DC Comics nos apresenta um novo olhar sobre o grupo de heróis. Para quem está acostumado com o desenho animado (Jovens Titãns em ação), prepara-se para ver algo não tão “fofo assim”. Com 11 episódios, a primeira temporada narra a história de Estelar, Mutano, Ravena e Robin, sim este último é o que integrava a dupla com o Batman contra os vilões de Gotham City. É justamente neste ponto em que a história começa a ser contada, na separação de Batman e Robin.


Visual do Robin na série Titãs. Foto: Reprodução

Interpretado por Brenton Thwaites, Robin está vivendo com um detetive na cidade de Detroit, quando conhece Ravena (Teagan Croft), que está enfrentando sérios problemas. Mas adiante, os dois têm seus caminhos cruzados com Estelar (Anna Diop) Mutano (Ryan Potter). Com o desenrolar da história eles percebem que precisam se unir se quiserem sobreviver e juntos formam Os Titãs.

O que podemos perceber dessa nova série da DC é o destaque em relação as outras (Flash, Arrow, Legends, Super Girl e etc.). Em Titãs vemos o tom sombrio dos cinemas refletir na narrativa. Outro destaque é o ponto de ligação da série com os filmes da produtora, em um momento ou outro A Liga da Justiça é mencionada.


Mutano, Ravena, Robin e Estelar. Foto: Divulgação

Apesar do foco ser no quarteto principal que compõe os Titãs, a série dá espaço para outros heróis também aparecerem na trama, como é o caso de Columba e Rapina que tem um papel crucial na história. Ainda há brechas para outros heróis “darem as caras” em outras temporadas.

Outro ponto a ser comentado é a presença do Batman, mesmo que não seja apresentado nenhum rosto. Não poderia ser diferente, visto que a história de está diretamente ligada a existência do Batman. (Em alguns momentos a gente torce para o surgir um Bem Affleck na tela, mas fica só na vontade mesmo). Por falar nele, os vilões de Gotham City também aparecem em Titãs.


Mesmo sem ter o rosto revelado, o Batman aparece na história. Foto: Reprodução

Para uma série “introdutória”, a produção começa muito bem, apesar de alguns exageros. É interessante o fio que conduz os personagens a se encontrarem. A dinâmica da trama também é algo a ser elogiado, pois são cerca de 45 minutos em tela e se fosse algo chato passar esse tempo todo assistindo seria algo complicado.

A DC Comics está apostando alto. Antes mesmo de ser lançada no próprio streaming da emissora, a série foi renovada para seu segundo ano. A estimativa é de que as gravações tenham início em fevereiro deste ano.  Seria possível dizer que a produtora encontrou o caminho de acerto? Só o tempo dirá. 


07 de janeiro de 2019

2019: ano de grandes estreias e aguardadas continuações do cinema mundial

2019: ano de grandes estreias e aguardadas continuações do cinema mundial

As surpresas vão de janeiro a dezembro e é bom ir preparando o bolso pois o ano promete muitas idas aos cinemas.

Mais um ano chegou e com ele novidades em todas as áreas, incluindo para as telas de cinema. 2019 será marcado não apenas por estreias, mas também pelas continuações mais esperadas pelo público, como por exemplo, Vingadores: Ultimato, filme que encerra o arco principal dos heróis e dá início a fase 4 do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU).


Personagens que veremos nos cinemas em 2019. Foto: Reprodução

As surpresas do ano já começam em janeiro, com o lançamento de Glass. O filme é um crossover entre Fragmentado e Corpo Fechado. A produção é uma das mais aguardadas, desde seu anuncio em 2017. No elenco, teremos o encontro dos atores James McAvoy (Kevin), Bruce Willis (Dunn) e Samuel L. Jackson (Glass). Os três filmes contam com a direção de M. Night Shyamalan.

Outro título bastante esperado é Capitã Marvel. A produção inicia contando a história de Carol Danvers, para então inseri-la no contexto dos dias atuais. A expectativa é que a Capitã seja a salvação para o momento delicado em que os Vingadores estão vivendo, onde cerca da metade dos heróis foram desmaterializados nos eventos decorrentes de Guerra Infinita.

Previsto para estrear em junho, o filme Turma da Mônica- Laços, é outro destaque de 2019. Pela primeira vez a turma do bairro Limoeiro ganha vida com personagens reais. A produção foi anunciada durante a Comic Con de 2016. Agora Mônica, Cebolinha e seus amigos se preparam para o lançamento nas telas dos cinemas brasileiros.

Os remakes também têm espaço no calendário. Neste ano, a previsão é que sejam lançados o novo MIB: Homens de Preto e As Panteras. MIB, um clássico do fim dos anos 90, conta a história de uma agência especializada em monitorar e encontrar alienígenas na terra.  Os primeiros filmes foram protagonizados por Will Smith e Tommy Lee Jones (agentes J e K). Nesta nova releitura da história quem dá vida aos famosos agentes é o ator Chris Hemsworth e Tessa Thompson (a dupla atuou junto em Thor: Ragnarok). 

Já As Panteras, será lançando 15 anos após a estreia do último filme. O trio de agentes mais famoso era estrelado por Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu, que juntas protagonizaram duas produções, uma em 2000 e outra em 2003. Neste novo filme quem assume é  Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska. Noah Centineo, Sam Claflin e Patrick Stewart também estão no elenco.

Além destes, outros títulos seguem na lista de estreias aguardadas pelos fãs de cinema. Confira a lista de filmes previstos para 2019. Lembrando sempre que as datas estão sujeitas a alterações.

Os nomes grifados de amarelo são os considerados mais aguardados pelo público. Fonte: Reprodução/365 Filmes

21 de dezembro de 2018

Duro de matar: o melhor filme de natal e uma 'megalist' de outros títulos

Duro de matar: o melhor filme de natal e uma 'megalist' de outros títulos

Além de todo o encantamento deste período, natal também lembra férias e folgas. Pensando nisto, fizemos uma "megalist" com dicas para conferir neste feriado.

Então chegamos ao fim de mais de um ano e com ele vem as celebrações natalinas, que muito mais que decorações e presentes, trazem sentimentos de reflexão e gratidão (ou não). Mas,  além das festividades, este período também é sinônimo de férias. Seguindo o roteiro cinematográfico, é hora de enfeitar a casa, preparar a ceia, comprar presentes e esperar a neve cair com uma boa xícara de chocolate quente. Ops, espera, acho que há um erro nesse roteiro (vamos excluir a neve da nossa história,por aqui não neva).

Voltando ao conteúdo. Há diversas produções cinematográficas que celebram este momento mágico de confraternizações que é o natal. E por falar em cinema, qual é o título que ganha sua preferencia nesta época? Comédia, comédia romântica, ação, drama? Qual o primeiro filme que vem a sua mente quando se fala em período natalino? “Esqueceram de mim”? E qual o melhor filme de natal para você?

Segundo a Fox Films, o melhor título de natal é deles, com o longa “Duro de matar” (1988). A produção, estrelado por Bruce Willis, é o único da franquia de cinco filmes que se passa em pleno natal. Na trama, o policial John McClane estava passando as festividades natalinas com a família, quando em uma noite ficou preso em uma festa da empresa de sua esposa, na qual um grupo de terroristas resolve atacar e sequestrar os convidados.

Recentemente, Duro de Matar completou 30 anos de lançamento e a Fox resolveu fazer um vídeo promocional autoproclamando o filme como a melhor história de natal já contada. “Ele só queria passar o natal com a família”, diz o vídeo que tem pouco mais de um minuto de duração. Boa parte dos internautas concordaram com o título.


Diferentemente do que é proposto para os filmes especificamente natalinos, Duro de matar é um filme de ação, com cenas de lutas e sangue. Se isso o descredibiliza, eu particularmente acredito que não. Afinal, é sobre estar junto com a família para celebrar, mesmo que para isso você tenha que sobreviver a um grupo de terroristas querendo lhe matar.

Como as opções são diversas e os gostos podem ser bem diferentes, separei uma lista com dez filmes de natal, incluindo clássicos e novos. Não vai viajar, tem um tempo livre e quer curtir um filminho? Fica aqui as indicações para você. Feliz Natal!

MEGALIST DE NATAL

  • A Felicidade não se compra- 1946


Foto: Divulgação

Começando com o clássico dos clássicos, que inclusive é referência paras outras obras. O filme conta a história de Clarence,  um espírito candidato a anjo que recebe a missão de ajudar um homem muito valoroso, porém desiludido. Em plena véspera de natal, George Bailey está desacreditado da vida e acha que seria melhor morto do que vivo e decide tirar a própria vida quando é salvo por Clarence, que lhe mostra como ele é importante na vida de muitas pessoas.

  • Duro de matar- 1988


Foto: Reprodução

O filme de ação protagonizado por Bruce Willis, conta a história de um policial de Nova York John McClane está visitando sua família no Natal. Ele participa de uma confraternização de fim de ano na sede da empresa japonesa em que a esposa trabalha. A festa é interrompida por terroristas que invadem o edifício de luxo. McClane não demora a perceber que não há ninguém para salvá-los, a não ser ele próprio.

  • Esqueceram de mim 1,2,3 - 1990, 1992 e 1997


Kevin, personagem de Esqueceram de mim 1 e 2. Foto: Divulgação

Apesar de ter várias versões, as indicações vão do 1 ao 3. Sendo o primeiro de 1990 e o segundo de 1992, ambos estrelados por Macaulay Culkin como Kevin McCallister e dirigidos por Chris Columbus.

O terceiro é do ano de 1997. A história é protagonizada por Alex D. Linz, que interpreta o jovem Alex, que tem que lidar com terroristas que estão atrás de um chip que por acaso foi parar em um de seus brinquedos. O conta com a direção de Raja Gosnel.


O pequeno Alex protagoniza o terceiro filme. Foto: Reprodução

  • Um herói de brinquedo - 1996


Foto:Reprodução

A comédia conta a história um pai , interpretado por Arnold Schwarzenegger, que é viciado em trabalho e não tem tempo para o filho. Para tentar compensar isto, ele promete ao filho lhe dar o brinquedo que ele tanto quer de presente de natal. Ao ir em buscar do presente na véspera de natal, ele encontra um problema, outro pai com a mesma intenção e neste cenário que a história vai acontecendo, o que rende boas risadas. 

  • Grinch - 2000


Foto:Reprodução

Grinch, é a famosa história do monstrinho verde que odeia o natal e por conta disso deseja fazer com que todos tenham o mesmo sentimento pela celebração. Recentemente, o filme ganhou um remake, que ainda continua em cartaz nos cinemas. A comédia original era protagonizada por Jim Carrey. 

  • O natal de Eloise -  (2003)


Foto:Reprodução

Outro clássico da sessão da tarde natalina. O filme conta a história de Eloise, uma garota de seis anos que mora em um hotel com sua babá. A menina aguarda ansiosamente a visita dos seus pais no natal, porém uma forte nevasca os atrapalham de chegar até a pequena Eloise.

Em razão de viver no hotel, ela conhece todos os funcionários e algumas vezes se mostra bastante intrometida. Rachel (Sarah Topham), a filha do Sr. Peabody (Victor A. Young), o dono do hotel, regressa com seu noivo, Brooks (Rick Roberts), que ela conheceu quando estava estudando na Europa. Rachel foi enviada à Europa por seu pai em uma tentativa de acabar com a paixão que ela sentia com Billy (Gavin Creel), um garçom do hotel. Eloise sente que Rachel e Billy ainda se amam e resolve fazer de tudo para evitar que ela se case com Brooks. 

  • O Expresso Polar (2004)


Foto:Reprodução

Baseado na história de Chris Van Allsburg, a animação conta a história de um garoto que tinha dúvidas sobre a história do Papai Noel e sua casa no polo norte. Na mágica véspera de natal, ele pega uma carona em um expresso que o fará ter uma nova perspectiva sobre suas crenças. 

  • Um natal brilhante- 2006


Foto:Reprodução

Imagine você ser o rei do natal, conhecido pelas maiores e melhores decorações e do nada aparece um vizinho querendo tomar seu lugar. É o que acontece nessa comédia. Steve Finch (Matthew Broderick) sempre foi conhecido como o Senhor Natal, mas vê sua reputação ameaçada por Buddy (Danny DeVito), seu novo vizinho. Buddy tem planos de fazer uma decoração natalina tão iluminada que sua casa poderá ser vista do espaço. Mas Steve não gosta nada da ideia e declara uma verdadeira guerra contra o seu novo rival. 

  • Um príncipe de natal - 2017


Foto:Reprodução

Em nossa ordem cronológica, do último filme até este demos um salto temporal de 11 anos, e entramos na era do streaming. (não que não tenham outros títulos nesse meio tempo, teve! Mas, tudo são escolhas e a lista não deve ser tão grande para não passarmos o final de semana e o feriado apenas assistindo rs). O filme é uma produção da Netflix, que agradou tanto ao público que ganhou uma continuação, lançada em novembro deste ano.

O filme conta a história de Amber, uma jornalista que tem a missão de entrevistar um príncipe, que deveria assumir o trono. Devido a conflitos, a jovem acaba sem querer se infiltrando no palácio e se disfarça de professora da irmã mais nova do principe. Com o tempo os dois vão se aproximando, e Amber se vê em um dilema, pois sua chefe pediu que ela escrevesse uma matéria deum jeito, que na realidade era totalmente diferente. Sem mencionar, a briga pelo lugar de rei, entre o príncipe e seu primo. Isto tudo as vésperas de natal. 

  • As crônicas de natal - 2018

Nesta, também produção da Netflix,  somos apresentados a família Pierce. Era costume da família comemorar o natal, com decoração natalina e vídeos. Porém, tudo muda quando o patriarca da família morre e a rotina da esposa e dos dois filhos, consequentemente é alterada, levando o filho mais velho a desacreditar do espirito natalino, sem querer comemorar e com um pé no mundo do crime.Porém, sua irmã mais nova decide convencê-lo de que seu pensamento está errado, que vale a pena acreditar e comemorar o natal. Para conseguir tal feito, a garota acaba contando com uma ajuda ilustre. 


Foto: Reprodução

14 de dezembro de 2018

Aquaman: a “carta na manga” da DC Comics

Aquaman: a “carta na manga” da DC Comics

O filme teve sua pré-estreia mundial no Brasil em plena Comic Con. Conferimos de perto e viemos contar para você o que esperar da história do Rei de Atlântida.

Um dos filmes mais aguardados desde seu anúncio, Aquaman estreia nesta semana com uma aprovação animadora do público que já conferiu a nova produção da DC Comics. E não por menos, o filme mostra uma grande aposta da produtora/distribuidora, bem diferentes dos filmes que antecederam o longa do Rei de Atlântida. Quem dá vida ao super-herói é o ator Jason Momoa, que desde a sua primeira aparição em A Liga da Justiça, conquistou os fãs da DC, começando com o pé direito. 


Jason Momoa em Aquaman. Foto: Reprodução

Em Aquaman, somos apresentados a Arthur Cury, um jovem filho de um faroleiro e Atlanna, princesa de Atlantis, um dos reinos que fica no fundo mar. Após um tempo em terra firme, a princesa é obrigada a retornar para seu reino, deixando Arthur com o pai.  O garoto herda da mãe as habilidades de viver embaixo d’água e se comunicar com as espécies marítimas. Ao longo do tempo, ele é treinado por Vulko, para em um futuro não muito distante assumir o trono de Atlântida.

O filme é uma combinação de apostas que realmente deram certo, a começar pelo visual mais colorido da produção, o que explica o primeiro pôster, que quando lançado chegou a ser zoado pelo público  (tudo tem um porquê). Como já mostrado em foto dos bastidores, o longa também traz um "Aquaman raiz", com direito ao uniforme clássico do herói, uma cena de respeito, diga-se de passagem. 

Outro ponto positivo é a construção da história, que utiliza em alguns pontos do filme usa-se flashes baks para narrar os fatos como um todo, ou seja, o expectador não fica perdido sem saber o porquê de as coisas estarem acontecendo. Apesar de ser um “filme introdutório”, Aquaman não é uma produção chata, pelo contrário as cenas de ação são um trunfo a mais no conjunto da obra, tornando-a uma aposta certeira da DC. 


Fonte: Reproução/Tumblr

A DC Comics recebeu diversas críticas negativas em seus filmes anteriores, como se a fórmula de produção não estivesse calculada corretamente, o que muda totalmente neste novo lançamento da produtora. Deve-se elogiar ainda o grande elenco, além de Momoa, o filme conta com Amber Heard, que interpreta Mera, uma princesa guerreira e Nicole Kidman, que dá vida a princesa Atlanna, mãe de Arthur Cury. O longa é dirigido por James Wan. 

Antes de protagonizar seu filme solo, Aquaman entrou em cena na Liga da Justiça (2017), ao lado de Batman (Ben Afleck), Cyborg (Ray Fisher), Flash (Ezra Miller), Mulher Maravilha (Gal Gadot) e o Superman (Henry Calvill). A próxima aparição do herói está prevista para o filme “Shazam” (2019). 


11 de dezembro de 2018

CCXP18: a segunda vez é sempre melhor

CCXP18: a segunda vez é sempre melhor

Um resumo sobre a aventura que é estar na Comic Con Experience; confira o vídeo.

Para quem ama quadrinhos, filmes, séries, vídeo-games e afins, a Comic Con é uma experiência unica. Esbarrar com cosplays incríveis, ou até mesmo com algum astro ou quadrinista que dá vida ao seu personagem favorito, é algo passível de acontecer. Além de saber novidades exclusivas para o próximo ano ou conferir em primeira mão aquela produção que você tanto espera, também é uma possibilidade.

Apesar de já ter participado da feira em 2016, não há comparativos com a edição deste ano. Muito maior, muito mais atrações. Sem falar nas 262 mil pessoas que estiveram presente, quantidade consideravelmente menor do que a edição anterior. E falando em pessoas, é algo que merece ser mencionado aqui.  

Pessoas que estão na mesma "vibe", que se ajudam e se preciso for dormem na fila para não perder o painel que tanto querem estar. Pessoas que se tornam conhecidos em horas de filas juntos. Pessoas que dão vida aos cosplays mais legais do mundo, comprovado cientificamente, e que sempre tem um tempinho para uma foto para fazer do imaginário uma experiência real.  

O evento terminou, porém, a bagagem que fica é recheada de novidades e expectativas para o ano que ainda vai chegar. Pensando nisto, preparamos um resumão dos quatro dias de evento, para mostrar aqui por dentro da CCXP. Já dizia Deadpool, a segunda vez é sempre melhor! 

Confere só: 


07 de dezembro de 2018

Universo dos Cosplays, do imaginário à experiência real

Universo dos Cosplays, do imaginário à experiência real

A Comic é uma feira feita para quem gosta de cultura pop e os cosplays estão entre as grandes atrações

Sabe aquele personagem que você tanto gosta? O que você faria se encontrasse com ele? Se isso é impossível? Não, não é! Principalmente quando se está dentro da Comic Con Experience (CCXP). A Comic é uma feira feita para quem gosta de cultura pop. O evento é palco para a indústria do entretenimento e traz atrações e novidades sobre o mundo dos vídeos-games, séries, história em quadrinhos, filmes e produções da TV brasileira. Mas, uma das grandes atrações são os Cosplays.

Cosplay são pessoas que se fantasiam de personagens e não apenas com uniformes, nisto também está incluso a linguagem corporal de cada um. Na CCXP há Cosplays para todas as idades e todos os gostos, e quando digo todos, realmente são todos, o que não falta é criatividade. 

Algumas fantasias são simples, outras são bem mais elaboradas, depende muito do personagem. Por exemplo, para esta edição do evento,  Wellington Oliveira escolheu fazer um cosplay do Homem de Ferro, com direito a uma armadura feita com papelão e fibra de vidro. O participante explica que foram mais de 25 dias até a fantasia estar pronta. "É o personagem que eu mais gosto, então não podia ser outro. Deu sim um pouco de trabalho, tive ajudinha dos amigos. No final compensa demais, a recepção do público é boa. É gratificante", afirma. 

Um dos Cosplays que é sempre destaque e que nunca falta é o do amigo da vizinhança, o Homem Aranha. E quem conversou com a gente foi o Laurinei Barros, que aproveitou a oportunidade para homenagear  Stan Lee, quadrinista criador do personagem que faleceu no mês passado. 

"Assim que decidi vir, já sabia que viria de Homem Aranha, eu trabalho com isso, sou cosplay dele há mais de um ano. Só que dessa vez eu fiz umas mudanças, adicionei o terno, como homenagem ao meu criador que tanto fará falta, o Stan Lee. Mas, é muito legal sabe essa experiência. É bom tanto pra gente que faz, quanto para o público que vê e tira foto", conta. 

Não posso ficar apenas em palavras. Então, escolhi alguns cosplay do primeiro dia para mostrar aqui e sairmos do imaginário para contemplação real.


04 de dezembro de 2018

'O beijo no asfalto': Um novo olhar sobre um velho problema

'O beijo no asfalto': Um novo olhar sobre um velho problema

A produção é baseada na obra de Nelson Rodrigues e marca a estreia de Murilo Benício como diretor

Um beijo foi o suficiente para mudar a vida de uma família, ou melhor, de mexer com toda a estrutura de uma sociedade. Mas não um beijo qualquer, e sim um beijo entre dois homens em 1960, em plena avenida pública, sendo que um deles acabou de ser atropelado e está a poucos segundos de morrer. Não entendeu? Pois vamos lá! 

Este é o cenário em que se desenvolve 'O beijo no asfalto', texto originalmente escrito por Nelson Rodrigues para uma peça de teatro, encomendado por Fernanda Montenegro, grande nome da teledramaturgia brasileira, por volta dos anos 1960. Hoje a história é base para o filme, que leva o mesmo nome, dirigido pelo ator Murilo Benício.

Baseado na obra de Nelson Rodrigues, o filme marca a estreia de Murilo Benício como diretor. Foto: Geici Mello

Baseado na obra de Nelson Rodrigues, o filme marca a estreia de Murilo Benício como diretor. Foto: Geici Mello

Gravado todo em preto e branco e com um elenco de peso, incluindo a própria Fernanda Montenegro, o filme narra a história de Jurandir, um funcionário público que vê um homem ser atropelado e, ao se aproximar para ajudá-lo, resolve atender seu último pedido em vida, que lhe conceda um beijo. 

Movido de compaixão por toda a situação, Jurandir resolve beijar o 'quase defunto'. A cena é vista por várias pessoas, incluindo seu sogro Aprígio e um jornalista sensacionalista. E é aí que começa toda a confusão! Ou melhor, todo o desenrolar da história. Quando todo mundo começa a se questionar o porquê do beijo. Será Jurandir o culpado pela morte do homem? Ou eles eram amantes? 

O diretor Murilo Benício esteve em Teresina para divulgar o filme. foto: Geici Mello

Apesar de ter sido escrito a cerca de 58 anos atrás, o texto trás em sua história temas bem atuais, um deles é a "fake news", atrelado ao sensacionalismo para vender informação. A história ainda aborda temas como: preconceitos, aborto e assédio moral e sexual. 

Nessa produção, que tem a direção e o roteiro assinado por Murilo Benício, vemos uma nova releitura de um velho problema. A trama é muito bem construída e prende o espectador do início ao fim. Nesta produção é possível notar o quanto os detalhes fazem bem a diferença no produto final. Contrastes entre o velho e o novo, entre os anos de 1960 e 2018, nos fazem refletir sobre os problemas sociais, que não são coisas deste tempo e sim de muitos anos atrás.

Com sucesso, creditado a toda equipe (pelo próprio diretor, Murilo Benício) este filme é muito mais do que uma simples repetição do mesmo. É um convite ao entender o que é arte. 

* Oficialmente, o filme estreia nesta quinta-feira (06) nos cinemas de todo o país.

29 de novembro de 2018

Uma conversa sobre entrevistar o Todo-Poderoso

Uma conversa sobre entrevistar o Todo-Poderoso

Com uma xícara de café na mão e com direito a duas pitadas de spoiler.

Nas últimas semanas estreou o filme “Entrevista com Deus”. Na trama o jornalista Paul Asher acabou de voltar de uma cobertura de guerra no Afeganistão e está tentando organizar sua vida e casamento.

Em meio a procura por uma grande matéria, Paul encontra um homem que afirma ser Deus e que tem a resposta para qualquer pergunta que o jornalista possa ter. Apenas três encontros em três dias, com meia hora de duração e em três lugares diferentes, assim é o encontro do jornalista com o homem que diz ser Deus e o “pano de fundo” da história. 


Entrevista com Deus. Foto: Divulgação

A principio o filme começa de forma enigmática dentro de um avião. O personagem principal é apresentado em meio a conflitos internos e em seu casamento, após voltar de uma guerra no Afeganistão, onde presenciou a morte e o enterro de vários soldados. 

A frase que eu usaria para definir essa produção seria, “nem tudo que parece é”. Não tão clichês, entrevista com Deus é um filme de detalhes e que o desfecho final é impactante, e não, não é hipérbole. 

Nos primeiros minutos, pode até parecer mais do mesmo. Em certos momentos parecem ser duas narrativas conjuntas de algo real e algo sobrenatural, como se o personagem principal estivesse em coma ou delirando. Mas como disse, nem tudo que parece é. 


Entrevista com Deus. Foto: Divulgação

Entrevista com Deus é um filme que trata sobre depressão, suicídio, fé e salvação e não fica apenas nisto. No desfecho final percebe-se todas as peças se encaixando montando um quebra-cabeças impressionante. O que me lembra o final do filme Beleza Oculta (2017), protagonizado pelo ator Will Smith.

Na trama também alerta ao espectador o perigo de não tratar conflitos internos, onde isso pode levar a depressão, ansiedade e impulsionar ideais suicidas. Momentos de grande tensão podem provocar sérios problemas mentais e físicos se não forem tratados. E no fim, fica a reflexão de que o amor é uma grande e poderosa arma, de livre acesso, que deveria ser mais usada. 


13 de novembro de 2018

Stan Lee #07: O adeus ao amado humano dos quadrinhos

Stan Lee #07: O adeus ao amado humano dos quadrinhos

Esse é um tipo de post que quase ninguém gosta de ter que fazer. Do tipo para dar adeus.

Os fãs de história em quadrinhos e cinema foram surpreendidos na tarde de ontem (12) com a notícia do falecimento de Stan Lee, o quadrinista por trás de grande parte dos heróis da Marvel. Segundo o site TMZ, Stan foi levado ainda pela manhã ao hospital e devido a complicações não resistiu, falecendo na tarde desta segunda-feira. 


Foto: Reprodução

Sobre o clichê “nem todo herói usa capa”, poderia ser facilmente aplicado a Stan Lee. Não tinha capa, possuía uma caneta e um dom. O quadrinista marcou gerações com a criação dos mais célebres super-heróis da Marvel Comics, se tornando um ícone da indústria do entretenimento. Stan, que não foi apenas quadrinista, mas editor e diretor da Marvel, cativou ainda mais os fãs quando decidiu integrar o universo cinematográfico dos heróis. Sua primeira aparição foi em X-Men (2000) e a mais recente foi em Venom (2018). 

Além dos filmes com selo da Marvel Comics, Lee apareceu em outras séries, como Big Bang Theory e em animações como Big Hero e Jovens Titãs em Ação (sim, da concorrente DC Comics).


Os Jovens Titãs em Ação. Foto: Divulgação

Os primeiros heróis criados pelo quadrinista foi o Quarteto Fantástico. Porém, em seu currículo estão muitos outros, como Homem-Aranha, X-Men, Homem de Ferro, Thor (versão da Marvel), Hulk, Vingadores (ideia da reunião dos super-heróis), Demolidor, Justiceiro, dentre tantos outros.

Stan Lee era conhecido não apenas por sua genialidade, mas também por seu carisma e carinho com os fãs. Em suas redes sociais, sempre postava vídeos para dialogar com seus seguidores. Seja nas feiras de entretenimento (Comics Con) ou nas pré-estreias dos filmes, ele era uma das estrelas mais aguardadas pelo público e quase sempre fazia questão de estar presente nos eventos. 


Stan Lee na pré-estreia de Dr. Estranho. Foto: Divulgação

No início deste ano, Stan teve sérios problemas de saúde, como uma grave pneumonia que o fez cancelar participações em Comics Con. Em abril, os irmãos Russos, diretores de Vingadores, afirmaram que Stan apareceria ainda em pelo menos três filmes da Marvel. Isto significa dizer que ainda veremos o querido quadrinista em Vingadores 4 e possivelmente em Capitã Marvel, ambos previstos para estrear em 2019. 

Mas, chegou a hora de dar tchau. Stan Lee nos deixou nesta segunda (12), mas as suas obras o farão eterno. Enquanto tento finalizar este parágrafo, me lembro do filme Coco - A vida é uma festa (que nada tem a ver com o quadrinista, mas sim com o momento), em uma frase de um dos personagens que diz “Ainda que eu tenha que viajar para longe, se lembre de mim”.  Ninguém quer dizer adeus, a gente nem sabe como fazer. Mas, aprenderemos a nos acostumar com esta nova realidade. 

 “Só há um que é todo-poderoso, e sua grande arma é o amor”. Excelsior

O chargista Jota A. do Jornal O DIA homenageou o quadrinista na edição desta terça-feira (13). Foto: Reprodução/ODIA

12 de novembro de 2018

Toy Story 4 e as mudanças na história dos ex-brinquedos do Andy

Toy Story 4 e as mudanças na história dos ex-brinquedos do Andy

O primeiro teaser, pôster e sinopse foram divulgados hoje (12), pela Disney.

A Disney lançou nesta segunda-feira (12) o teaser, a sinopse e um pôster oficial de Toy Story 4, isso mesmo, Woody, Buzz e os outros brinquedos mais queridos do mundo estão retornando as salas de cinema. A previsão para a estreia da animação é 21 de junho de 2019. 

Com um fundo musical nostálgico, o vídeo de aproximadamente um minuto e 26 segundos, nos mostra os brinquedos em uma ciranda em câmera lenta. Um detalhe chama atenção, um novo brinquedo integra esta roda. Quando ele percebe onde está, logo começa a confusão. 

Na junção da música dos anos 60 e o pôster solitário do Woody, não demorou muito para que o filme estivesse entre os assuntos mais comentados do twitter. 


Primeiro poster oficial do Toy Story. Foto: Divulgação/Disney

Segundo a sinopse oficial liberada pela Disney, “Woody sempre esteve confiante em seu lugar no mundo e que sua prioridade é cuidar de seu filho, seja Andy ou Bonnie. Mas quando Bonnie adiciona um relutante novo brinquedo chamado "Forky" ao seu quarto, uma aventura de estrada ao lado de velhos e novos amigos mostrará a Woody quão grande o mundo pode ser para um brinquedo”.

De acordo com o diretor da animação, Josh Cooley, em comunicado à imprensa, Toy Story 4 não está diretamente ligado aos filmes anteriores. “A trilogia anterior tratava-se da história de Woody com Andy. Mas assim como na vida, todo final é um novo começo. Woody agora está em uma nova sala, com novos brinquedos e uma nova criança”, afirmou. 


Cena do novo teaser. Foto: Divulgação

O que esperar? 

No twitter, a previsão dos internautas é que a animação será um dos filmes mais tristes da franquia, superando o Toy Story 3 e a cena de despedida do Andy e dos brinquedos. 

“Nessa primeira cena do teaser tudo parece feliz depois vai desmoronando, EU TO COM MEDO DO QUE PODE ACONTECER”, declarou uma internauta. “Toy Story 4 é sobre um Spork chamado Forky ter uma crise existencial, porque uma criança descuidadamente concedeu-lhe a senciência por colagem olhos para ele”, comentou outro fã. 

Nos baseando no trailer e no que já conhecemos dessa turma, uma certeza temos, confusão e muitas aventuras não irão faltar. 

Confira o novo teaser da animação: 


31 de outubro de 2018

Suits, oitava temporada: o terno que falta

Suits, oitava temporada: o terno que falta

Após sete anos acompanhando os casos e caos da Donna, Harvey, Mike e Louis é preciso calma para lidar com algumas mudanças na história.

Suits (Homens de terno) entra em seu oitavo ano. A produção é uma das principais atrações do canal USA Network e distribuída pela Netflix. Nesta nova temporada, o desafio da série é lidar com a ausência de um dos personagens, que anteriormente, era o protagonista da série. 

Na temporada anterior, duas cadeiras do elenco ficaram vagas, isto por que o ator Patrick J. Adams, que interpretava Mike Ross parceiro de Harvey Specter (Gabriel Match) deixa a série. Quem também se despede é a atriz Meghan Markle, que agora compõe a realeza britânica como esposa do príncipe Harry.


Harvey Specter e Mike Ross. Foto: Reprodução

O principal cenário onde a história da série é contada é um escritório de advocacia em Nova York. Ao lado de Mike e Harvey, temos Donna (Sarah Rafferty) e Louis (Rick Hoffmann), que compõe o núcleo principal da história. 

A oitava temporada tem início adaptando ao público as novas histórias. Para compensar a saída de dois personagens, a produção integra mais quatro, sendo que, três eram personagens secundários, ou seja, não faziam parte do elenco regular e como estreante temos a atriz Katherine Marie Heigl, conhecida popularmente por atuar em Greys Anatomy. 

Mas, veja bem. Foram sete anos acompanhando os casos e os caos resolvidos pela dupla dinâmica de advogados Harvey e Mike, com sua brilhante memória fotográfica e é neste ponto que a produção fica desafiava, fazer com o espectador desapegue do personagem. 


Elenco principal da oitava temporada. Foto: Divulgação/USA Netwok

Ao longo dos dez novos episódios vemos Harvey lutando com ele mesmo para entender que o Mike não está mais na firma e que ele não voltará, aparentemente. A lembrança do personagem está presente durante em toda a temporada, o que não ocorre também com a personagem Rachel, da atriz Meghan Markle, de início se entende que ela saiu e vez ou outra é lembrada pelo seu pai na trama Robert Zane (Wendell Pierce), que é um dos três que se tornaram personagens regulares. 

Por outro lado, Donna e Louis ganham mais espaço na tela e aí podemos dizer que está um dos pontos positivos. A mudança fictícia na empresa de advocacia reflete, em partes, a mudança de elenco e na produção da série. Donna ganha voz não apenas para Harvey, mas para toda empresa. Louis aparece mais amadurecido.

Por fim, mesmo estando em seu oitavo ano, com cerca de 118 episódios no total, a série nem perdeu o ritmo e nem ficou enfadonha. É perceptível que houve uma dosagem em o que colocar e o que tirar, e considero que foi na medida exata. Apesar de Mike Ross ter dito adeus na temporada anterior, talvez só conseguiremos dizer adeus após esse oitavo ano, de fato, pois até então ele era o terno que faltava. 

O que acontecerá daqui pra frente com os advogados mais "massas" (desculpa concorrentes rs) de Nova York? Só os próximos episódios dirão.


16 de outubro de 2018

O protagonismo feminino e o cancelamento de Punho de Ferro

O protagonismo feminino e o cancelamento de Punho de Ferro

Na segunda temporada da série os personagens femininos ganham maior destaque na trama, o que deixa a história de Danny Rand em segundo plano.

A Netflix oficializou o cancelamento da série Punho de Ferro (Iron Fist), produzida em parceria com a Marvel Studios. Há poucas semanas atrás a plataforma de streaming lançou a segunda temporada da série e na última sexta-feira (12) confirmou que não haverá um terceiro ano para o Punho. Neste segundo ano o destaque da série é protagonizado pelas personagens femininas, que com voz forte ganham espaço na trama, o que deixa a história de Danny Rand em segundo plano. 

Como pano de fundo nesta temporada, temos Danny Rand (Finn Jones) com a missão de cuidar de Nova York, visto que Matt Murdock resolveu se ausentar (consequência da segunda temporada de Demolidor e Os Defensores). Neste combate, ao seu lado está Colleen (Jéssica Henwick), ex-integrante do tentáculo (organização criminosa) e ex-professora de Kung Fu, com quem forma par romântico desde o primeiro ano. 

Para completar o cenário, Crane Monther, amigo de infância de Danny, está atrás de recuperar o que ele diz ser seu por direito, o que acaba se tornando uma ameaça não apenas para Danny e Collen, mas para toda a cidade. Neste ponto, temos o retorno de outro personagem, a policial Misty Knight (Simone Missick), que é um ponto importante para a história. E no meio disso tudo, temos ainda o conflito familiar entre Joy (Jessica Strup) e Ward (tom Pelphrey).

Em meio a tantas histórias acontecendo ao mesmo tempo, os conflitos internos de Danny Rand, detentor do Punho de Ferro, acabam enfraquecendo o personagem e o deixando em segundo plano, o que é bastante estranho. Isto é narrado no decorrer dos dez episódios da segunda temporada. 

Neste ano, Collen tem pistas de sua família e decide investigar. Ao mesmo tempo, ela ajuda Danny a lidar com seus problemas e ainda é voluntária em uma ONG, visto que decidiu deixar de ser professora de Kung Fu no fim da primeira temporada. O que dobra o espaço de tela e fala da personagem. Quem também marca presença e atua ao lado de Collen é a policial Misty, que se torna parte importante para o desenvolver o enredo da série.


Misty e Collen. Foto: Reprodução

Outro destaque dessa temporada é o retorno de Joy. A irmã de Ward e Danny está de volta a cidade após recuperar-se da morte do pai, ao qual achava estar morto. Ela decide romper com os irmãos e abrir seu próprio negócio. Com elegância e sem esforço aparente a personagem se destaca em meio à guerra e mostra a que veio. 

Alguns meses atrás, em plena Comic Con de San Diego, escrevi neste mesmo blog sobre as promessas feitas pelos produtores da série na tentativa de melhorar os erros cometidos na primeira temporada.  Pois bem, terminada a segunda temporada vamos aos fatos vistos.

Em resumo algumas promessas feitas foram cumpridas, outras nem tanto. Punho de Ferro também traz algumas surpresas, mas diria que não o bastante para dar “o folego” animador que a serie estava precisando. Em termos de possibilidade, é bem provável que o personagem apareça nas outras séries na qual sua história está ligada, que pode ser Demolidor, Jéssica Jones, Luke Cage ou num futuro próximo, em uma segunda temporada de Os Defensores.

Não se sabe ao certo o motivo do cancelamento da série. Segundo o comunicado emitido e assinado pela Marvel e Netflix, “Ainda que a série tenha acabado na Netflix, o imortal Punho de Ferro irá seguir”. Se isso significa que teremos a série na futura plataforma de streaming da Disney, não podemos afirmar. Mas, como o próprio personagem sugere em uma certa cena dessa temporada “todo fim gera um novo começo e todo começo caminha para um fim”. 


Imagem utilizada para a despedida da série pelo ator Finn Jones. Foto: Reprodução/Instagram

28 de setembro de 2018

A Primeira Noite de Crime: saciando, por um momento, o instinto de violência

O quarto filme da franquia estreou na última quinta-feira (27) e vem mostrando como tudo começou.

Imagine um lugar onde tudo é permitido. Sem policiais ou regras, onde você tem 12 horas para cometer qualquer tipo de crime (roubos, homicídios, invasões de privacidade) sem nenhum risco de “pagar” legalmente por seus atos e onde seu único desafio é amanhecer vivo. Assim é o cenário do filme “A primeira noite de um crime”, que estreou nos cinemas na última quinta-feira (27).

A produção nos mostra como se deu a origem da saga, que contém outros três filmes antecessores, Uma noite de crime: Anarquia, Uma Noite de Crime e 12 horas para sobreviver - O ano da eleição. Na linha narrativa, os eventos narrados nestes filmes vieram depois.


O filme é o quarto da franquia. Foto: Divulgação. 

Tá parecendo meio confuso? Eu explico. Sem spoiler, claro. Tudo começa com um plano do Governo dos Estados Unidos, a intenção é diminuir a taxa de criminalidade para menos de 1%. Para conseguir tal feito, o governo dá 12 horas para população fazer o que quiser. Nesse tempo, as delegacias e batalhões de polícia e os hospitais não funcionam. 

A ideia principal é que, se a população tiver um dia para liberar toda sua raiva, o resto do ano será mais tranquilo. Nem todo mundo é obrigado a participar desse ritual, tido como purificação, mas todo mundo é desafiado a sobreviver. 

Diferente dos outros filmes da saga, neste nos é apresentado o começo de tudo. A escolha da cidade-teste e de como o ideal de violência se perpetuou no país. A noite que mudou a história da América e que explicaria os três eventos posteriores. 

A Primeira Noite de Crime, filme com classificação para maiores de 18 anos, não economiza nas cenas sangrentas, que dão ênfase a violência e ao nível de agressividade da população nas 12 horas “sem censura”. Como o próprio filme sugere, é uma noite para desafiar crenças e que definirá o futuro do país. 

Mas, a questão é, e quando o sol nascer, quem restará para contar história? Poderosos que tem o melhor armamento e esconderijo seguro ou a população que sabe se virar com o que tem? Violência é a melhor solução? Ficam aí os questionamentos.






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