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Notícias Polivox

15 de novembro de 2015

04 de março de 2015

Justiça autoriza quebra de sigilo de primo de Wellington Dias

Na ação empreendida pelo procurador Kelston Lages, ele cita que as investigações revelam abuso de poder econômico mediante movimentação ilícita de recursos.

A Justiça determinou a quebra do sigilo fiscal e telefônico de José Martinho Ferreira de Araújo, primo do governador Wellington Dias, que transportava R$ 180 mil de Brasília com destino ao Piauí a 25 dias das eleições do ano passado. O pedido foi realizado pelo Ministério Público na ação que investiga suposta compra de votos que teria como principal beneficiado Wellington Dias (PT).

Na ação empreendida pelo procurador Kelston Lages, ele cita que as investigações revelam abuso de poder econômico mediante movimentação ilícita de recursos. “Os fatos descritos, consistentes na apreensão de R$ 180 mil em veículo de propriedade do Sr. José Martinho Ferreira de Araújo, denotam abuso do poder econômico mediante a movimentação ilícita de recursos para financiar o esquema de captação ilícita de sufrágio revelado nas apurações”, diz a ação.

De acordo com as informações divulgadas no despacho do desembargador Joaquim Santana, os dados encaminhados pela Secretaria da Receita Federal devem ocorrer sob sigilo para evitar que sejam tornadas públicas as informações as quais dizem respeito ao direito de privacidade dos envolvidos. “Sendo encaminhados pela Secretaria da Receita Federal documentos decorrentes de quebra de sigilo fiscal, tem-se como corolário a determinação de tramitação do processo em segredo de justiça, a fim de evitar que sejam tornadas públicas as informações em questão que dizem respeito do direito de privacidade da parte”, diz a decisão.

No pedido de quebra telefônico, Kelston Lages explica que a medida seria essencial para conhecer quem teve contato com o motorista durante os 30 dias do mês de setembro.

11 de dezembro de 2014

Canal aberto da galeria da zona Leste deve ficar pronto antes do Natal

Após esta etapa, começam as obras de construção do canal coberto. As intervenções devem gerar interdições de ruas para execução dos serviços.

Os alagamentos existentes nas principais vias da zona Leste de Teresina são problemas antigos que atrapalham o deslocamento de pedestres e motoristas, esse intensificam na época das chuvas. Desde o início de setembro, equipes da Superintendência de Desenvolvimento Urbano da zona Leste (SDU/Leste) estão trabalhando na construção de uma galeria, que deve resolver a questão.

A obra teve início com a construção do canal aberto que começa na Avenida Cajuína e se estenderá até a Rua Francisco Falcão Costa, no bairro dos Noivos. A obra do canal aberto da galeria está em andamento e deverá ser concluída ainda no dia 23 de dezembro. Segundo o superintendente executivo da SDU/Leste, Márcio Sampaio, duas equipes estão trabalhando na construção do canal aberto. âAtualmente, estamos concentrando os esforços no canal aberto, pois o mesmo ainda é interligado à rede de drenagem existente na zona Leste. Boa parte da chuva que cai, acaba indo para o canal abertoâ, esclarece.

Foto: Jailson Soares/O Dia


As construções fazem parte da galeria da zona Leste, que deve ser concluída em 2016

Após a construção do canal aberto, equipes da SDU/Leste darão início à construção do canal coberto, que seguirá da Rua Francisco Falcão Costa até o bairro Morada do Sol, passando pelos bairros São Cristóvão, Santa Isabel, Morada do Sol e parte dos bairros Piçarreira e Horto. A partir do dia 6 de janeiro, começarão as intervenções na Avenida João XXIII, que devem passar também pelas avenidas Presidente Kennedy e Dom Severino. Márcio Sampaio ressalta que esta fase da obra também é crítica. âA construção do canal fechado envolve escavações e, consequentemente, a interdição de viasâ, pontua.

A obra, orçada em R$ 46 milhões, deve permitir o escoamento da água acumulada nas principais avenidas e ruas da zona Leste. âQuando aliarmos as obras da bacia que está em execução com as outras duas que estamos recebendo, vamos abranger e solucionar grande parte dos problemas existentes na zona Lesteâ, acredita o superintendente executivo.

Segundo Márcio Sampaio, dois consórcios foram contratados para elaborar projetos executivos para a construção de oito grandes bacias em Teresina, sendo duas na zona Leste. âAlém da galeria, a Prefeitura vem se preocupando em desenvolver ações conjuntas para o controle do risco de inundações e alagamentos em toda a capital, através da elaboração do plano de drenagem de Teresinaâ, frisa.

A conclusão total da galeria está prevista para março de 2016. Os recursos são provenientes do Tesouro Nacional e da Prefeitura de Teresina. A obra tem extensão de aproximadamente 7 km.

14 de novembro de 2014

A Bandeira do Elefante e da Arara

Uma adaptação em quadrinhos da fantasia heróica “O Encontro Fortuito de Gerard van Oost e Oludara"

Lançada pela Devir com o título "A Bandeira do Elefante e da Arara: O Encontro a obra é uma adaptação em quadrinhos da fantasia heróica "O Encontro Fortuito de Gerard van Oost e Oludara", do mesmo autorChristopher Kastensmidt, premiada pela revista norte-americana RealmsofFantasy como melhor história do ano e finalista do prêmioNebula, conhecido como o "Oscar" da literatura fantástica mundial, votado pelos escritores profissionais da área.

Com 112 páginas coloridas, e participação da artista Ursula Dorada (cores), a obra faz parte de um projeto de um mundo ficcional que combina aventura, história e criaturas sobrenaturais. O cenário da história se dá no Brasil Colônia, onde as selvas inexploradas abrigam os seres encantados das lendas, como o Boitatá, Mula Sem Cabeça e o Saci-Pererê. Nesse mundo fantástico, dois homens de coração puro âGerard van Oost, um aventureiro e viajante holandês e Oludara, um guerreiro ioruba tomado como escravo â se encontram em Salvador e formam uma amizade tão improvável quanto duradoura, enfrentando os mistérios de um país nascendo entre a floresta e o mar, com aventureiros cruéis, tribos misteriosas, escravidão e montanhas de joias que incendeiam a imaginação dos homens.

"A Bandeira do Elefante e da Arara é um hino ás grandes aventuras da literatura universal, e um olhar lúdico e carinhoso ao país que o autor escolheu para viver", comenta Tabajara Ruas, romancista, jornalista e cineasta premiado em referência a Christopher, que natural do Texas, vive em terras brasileiras há treze anos e se dedicou a explorar e a propagar, até mesmo internacionalmente, a cultura, a história e o folclore brasileiros.

As histórias da dupla de aventureiros já foram publicados em seis países, e ficaram conhecidas no Brasil através da série Duplo Fantasia Heroica âpublicadas na Coleção Asas do Vento (Devir) que chegaram até as salas de aula, levando crianças e jovens a soltar a imaginação com aventuras genuinamente brasileiras.

Com prefácio do célebre autor de ficção científica Roberto Causo e vários extras mostrando o processo de criação da história em quadrinhos, a obra foi viabilizada pela Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura do Governo Federal do Brasil, e patrocinada pelo Banco De Lage Landen. "O projeto faz parte do mundo ficcional de A Bandeira do Elefante e da Arara, com planos para lançamentos futuros de romance, jogo de tabuleiro, RPG de mesa, game, audiovisual e outros" comenta Christopher Kastensmidt, que carrega em seu currículo a publicação de diversos contos, poemas, games, artigos, livros didáticos e também é membro da SFWA, a Associação de Escritores de Ficção Científica e Fantasia dos Estados Unidos. Também atuou como sócio-diretor da SouthlogicStudios e Diretor Criativo da Ubisoft Brasil, atualmente é professor na UniRitter, Porto Alegre.


30 de setembro de 2014

Para rir ou chorar?

Para rir ou chorar?

Os filmes são para divertir ou também podem provocar choro?

Hoje vou pedir licença aos meus queridos leitores para filosofar um pouco! Voltei a ter essa necessidade depois de

ver âA culpa é das estrelasâ, ilme que conta a história de um casal de jovens portadores de câncer. A questão começa pela diferenciação entre arte e entretenimento. Isso porque muitas pessoas insistem em dizer que essa separação é necessária.

Por que uma boa obra de arte não pode divertir ou uma boa forma de entretenimento não pode ser considerada arte? Ao

meu ver, tudo depende da maneira como é construída. Muitos filmes, por exemplo, são produzidos com a exclusiva missão de divertir, mesmo assim durante o processo de montagem muitas coisas são trabalhadas com sentimento e o carinho típicos da âgestaçãoâ de uma obra de arte.

No entanto, o objetivo desta relexão é outro: entretenimento é sinônimo de diversão? Por que então um ilme como âA culpa é das estrelasâ, assim como o livro de John Green, é feito com o nítido objetivo de fazer o público chorar? Aliás, voltando um pouco às origens, um dos maiores clássicos da literatura, teatro e cinema, âRomeu e Julietaâ â como todo mundo sabe â tem um inal extremamente trágico. Daria para fazer uma lista enorme, não só de ilmes, mas de músicas, poesias, peças e outros.

Claro que uma discussão ilosóica como essa jamais se esgotaria em tão poucas linhas, mas meu entendimento se

resume a uma palavra: âemoçãoâ. A arte, seja ela feita pela reletir ou entreter, é feita a partir de emoção do autor e para mexer com a emoção do público. Ou seja, se você saiu da sala do cinema sorrindo, chorando ou mesmo assustado, saiba que a missão foi cumprida!

Para rir ou chorar?

Para rir ou chorar?

Os filmes são para divertir ou também podem provocar choro?

Hoje vou pedir licença aos meus queridos leitores para filosofar um pouco! Voltei a ter essa necessidade depois de

ver âA culpa é das estrelasâ, ilme que conta a história de um casal de jovens portadores de câncer. A questão começa pela diferenciação entre arte e entretenimento. Isso porque muitas pessoas insistem em dizer que essa separação é necessária.

Por que uma boa obra de arte não pode divertir ou uma boa forma de entretenimento não pode ser considerada arte? Ao

meu ver, tudo depende da maneira como é construída. Muitos filmes, por exemplo, são produzidos com a exclusiva missão de divertir, mesmo assim durante o processo de montagem muitas coisas são trabalhadas com sentimento e o carinho típicos da âgestaçãoâ de uma obra de arte.

No entanto, o objetivo desta relexão é outro: entretenimento é sinônimo de diversão? Por que então um ilme como âA culpa é das estrelasâ, assim como o livro de John Green, é feito com o nítido objetivo de fazer o público chorar? Aliás, voltando um pouco às origens, um dos maiores clássicos da literatura, teatro e cinema, âRomeu e Julietaâ â como todo mundo sabe â tem um inal extremamente trágico. Daria para fazer uma lista enorme, não só de ilmes, mas de músicas, poesias, peças e outros.

Claro que uma discussão ilosóica como essa jamais se esgotaria em tão poucas linhas, mas meu entendimento se

resume a uma palavra: âemoçãoâ. A arte, seja ela feita pela reletir ou entreter, é feita a partir de emoção do autor e para mexer com a emoção do público. Ou seja, se você saiu da sala do cinema sorrindo, chorando ou mesmo assustado, saiba que a missão foi cumprida!

02 de agosto de 2014

Bidu está chegando!!!

Bidu está chegando!!!

Mais um grande lançamento da Mauricio de Sousa Produções

Essa semana, Sidney Gusman, o editor-chefe da Mauricio de Sousa Produções, divulgou a capa e algumas páginas da revista âBiduâ, de Eduardo Damasceno e Luís Felipe Garrocho, que chegará às bancas e livrarias de todo o país neste mês de agosto. 

Essa obra dá sequência a uma série de lançamentos diferenciados que a empresa vem apresentando desde que Sidney foi convidado por Mauricio de Sousa a fazer parte do time. Sidão, como é carinhosamente chamado pelos amigos e fãs, começou convidando 50 artistas nacionais a produzirem algo ligado a Turma da Mônica e lançou MSP 50. Foram três, inclusive com a participação de dois talentos piauienses, Jota A e Bernardo Aurélio. 

Depois foram escolhidos personagens da turminha para ganhar vida nova, em histórias que conquistassem outros públicos que não somente as crianças. E o resultado foi simplesmente âfantásticoâ, sucesso de crítica e público. 

Como também faço parte do grupo de fãs de Sidney Gusman, sou suspeito para falar, mas não poderia deixar de dizer que uma porcentagem bem grande deste enorme sucesso deve-se ao seu talento e dedicação. à ele quem escolhe o artista de cada história e quem acompanha a produção bem de perto. Como estuda o mercado de histórias em quadrinhos há muito tempo, inclusive como um dos jornalistas especializados na área de maior destaque no país, Gusman tem todo o crédito para dizer qual artista se encaixa melhor e em qual personagem. 

Começou o Astronauta, depois a própria Turma da Mônica em uma belíssima história chamada âLaçosâ, depois Chico Bento, Piteco e agora é a vez de Bidu. E outros já estão sendo produzidos. Aguardamos com muita ansiedade!

23 de junho de 2014

O universo sombrio da literatura

Editora aposta no lado "sombrio" da arte e entretenimento e o resultado é muito bom

Trabalhar com paixão e capricho dá sempre muito certo. Aqui estamos falando de uma novidade do mercado editorial que certamente já está atraindo a atenção de muitos cinéfilos que apreciam absorver o máximo possível de informações sobre seus temas prediletos. 

Criada em 31 de outubro de 2012 â conhecido como Dia das Bruxas -, a âDarksideâ, primeira editora brasileira especializada no universo do terror e da fantasia, começou investindo nos e-books: primeiro, disponibilizou para download gratuito o conto âO Hóspede de Dráculaâ, no aniversário de Bram Stoker. 

Entre os primeiros títulos impressos, âOs Gooniesâ, uma ânovelizaçãoâ do roteiro do filme, assinada por James Kahn; e a coleção âDissecando â Filmes Clássicos de Terrorâ, que conta com os títulos âO Massacre da Serra Elétrica â [Arquivos Sangrentos]â e âEvil Dead â A Morte do Demônio â [Arquivos Mortos]â, com bastidores, making of e imagens raras, contando todo o processo de produção com depoimentos inéditos dos diretores, elenco e equipe, além de curiosidades.

Em seguida, a editora passou a investir também em biografias, com o lançamento de âJ.R.R. Tolkien, O Senhor da Fantasiaâ, âStephen King, A Biografia â Coração Assombradoâ e âBlack Sabbath, A Biografiaâ.

A DarkSide vem conquistando os exigentes fãs dos gêneros com lançamentos como âPsicoseâ, de Robert Bloch, e âPrince of Thorns â Trilogia dos Espinhosâ, de Mark Lawrence. Além disso, publicou âKing of Thornsâ, âA Noite dos Mortos Vivosâ, âO Circo Mecânico Tresaultiâ e âSerial Killers â Anatomia do Malâ.

A DarkSide Books trouxe, em maio de 2014, a história clássica de Luke Skywalker, Han Solo, Princesa Leia, Mestre Yoda e Darth Vader. O último lançamento da DarkSide, âStar Wars, A Trilogiaâ, reúne os romances inspirados nos primeiros filmes do universo Star Wars, em um único volume, em capa dura, no padrão âpsicopataâ de qualidade da editora. 

14 de maio de 2014

13 de fevereiro de 2014