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Polivox

Para rir ou chorar?

Os filmes são para divertir ou também podem provocar choro?

30/09/2014 15:02h

Hoje vou pedir licença aos meus queridos leitores para filosofar um pouco! Voltei a ter essa necessidade depois de

ver “A culpa é das estrelas”, ilme que conta a história de um casal de jovens portadores de câncer. A questão começa pela diferenciação entre arte e entretenimento. Isso porque muitas pessoas insistem em dizer que essa separação é necessária.

Por que uma boa obra de arte não pode divertir ou uma boa forma de entretenimento não pode ser considerada arte? Ao

meu ver, tudo depende da maneira como é construída. Muitos filmes, por exemplo, são produzidos com a exclusiva missão de divertir, mesmo assim durante o processo de montagem muitas coisas são trabalhadas com sentimento e o carinho típicos da “gestação” de uma obra de arte.

No entanto, o objetivo desta relexão é outro: entretenimento é sinônimo de diversão? Por que então um ilme como “A culpa é das estrelas”, assim como o livro de John Green, é feito com o nítido objetivo de fazer o público chorar? Aliás, voltando um pouco às origens, um dos maiores clássicos da literatura, teatro e cinema, “Romeu e Julieta” – como todo mundo sabe – tem um inal extremamente trágico. Daria para fazer uma lista enorme, não só de ilmes, mas de músicas, poesias, peças e outros.

Claro que uma discussão ilosóica como essa jamais se esgotaria em tão poucas linhas, mas meu entendimento se

resume a uma palavra: “emoção”. A arte, seja ela feita pela reletir ou entreter, é feita a partir de emoção do autor e para mexer com a emoção do público. Ou seja, se você saiu da sala do cinema sorrindo, chorando ou mesmo assustado, saiba que a missão foi cumprida!


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