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Cielo: "Medalha trouxe dinheiro à natação, mas ele não foi bem capitalizado"

O atleta não considera sua conquista em Pequim tenha sido bem aproveitado nos anos seguintes.

10/08/2018 09:51h

A natação do Brasil mudou de patamar há dez anos. Após a geração de Gustavo Borges e Fernando Scherer colecionar pratas e bronzes em Olimpíadas e Mundiais, César Cielo Filho, então com 21 anos, colocou o país no clube dos campeões olímpicos.
Em 16 de agosto de 2008, Cielo superou os favoritos franceses Amaury Leveaux e Alain Bernard e conquistou a medalha de ouro nos 50 metros livre. O tempo de 21s30 também lhe deu o recorde olímpico.
A medalha em Pequim abriu um caminho de conquistas. Além de uma terceira medalha olímpica (bronze em Londres-2012 nos 50 m livre), foram seis ouros em Mundiais e os recordes do mundo dos 50 e 100 metros livre.


César Cielo (Foto: Reprodução/Instagram)

Apesar de ter resultado em mais dinheiro para a natação brasileira, o atleta não considera que a conquista tenha sido aproveitada nos anos seguintes. "Não foi um dinheiro bem capitalizado", diz.
Cielo rejeita o rótulo de principal nome da natação do país. Prefere ser visto como alguém que pode servir de inspiração. "Já se sabe que tem um cara que conseguiu fazer, e outros também podem", afirma.
De olho em uma vaga para o Mundial de piscina curta de Hangzhou (CHN), em dezembro, ele não faz planos em longo prazo. No fim ano, deverá decidir se irá prolongar sua trajetória nas piscinas.

Fonte: Folhapress

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