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Batalha

Inquietações - Por Pe. Leonardo Sales

Uma verdadeira reflexão sobre a nossa cidade e sua situação política atual

14/01/2015 12:16h

São 16.30 aqui em Roma, acabei de chegar da Universidade onde frequentei quatro aulas, hoje é um daqueles dias que não se pára a não ser para um simples café, é quase hora de jantar e, ainda não almocei. Ao ligar o meu computador me deparei com um convite no facebook de diversas pessoas de Batalha, para participar de uma manifestação, intitulada “contra a corrupção e o desrespeito”, confesso o meu cansaço, porém, não posso deixa de manifestar minha opinião diante do cenário político e da conjuntura atual de nossa cidade!

Sobre a relação da atual administração com a Educação e a classe dos professores já escrevi algumas vezes, de forma que a minha opinião já não é uma novidade, porém, para quem tem dúvidas a reafirmo, em sã consciência não posso optar pelo silêncio, que seria conivente com a atual situação, nem tão pouco posso ser econômico nas criticas, em relação às posturas recentes, pois, segundo o meu entendimento de Justiça, não a dos livros e dos tribunais, as últimas atitudes não são coerente, e se não são coerentes não são justas e, como tal, não podem não resistir a uma análise inteligente e desprovida de interesses particulares, como são os meus!

Acabo de chegar de uma visita a Batalha, onde fui visitar a minha família e participar da festa de jubileu dos 200 anos da construção da igreja matriz de São Gonçalo, concluída em 1814! Confesso que retornei muito desiludido não com o que me disseram, mas com o que eu pude ver! E o que o Pe. Leonardo viu? Pode-se perguntar o leitor, ou mesmo o ouvinte desse texto, proponho-me a responder às suas curiosidades, que espero não sejam apenas meras curiosidades, mas também ocasião de uma verdadeira reflexão sobre a nossa cidade e sua situação política atual.

A cidade

Encontrei uma cidade com uma maquiagem de péssimo gosto, o precário brilho das luzes natalinas reflete a escuridão que se encontra a atual administração, sem um norte, sem rumo, um jogo de marionete, nas mãos de um esperto e ágil ator, o palco estava horroroso, mas, os artistas, são ótimos, e o são porque usam de inteligência, isto reconheço, de estratégias, para continuar a lubridiar cinco ou sei lá quantas dúzias de apaixonados, não por Política, mas por um projeto de vantagens pessoais, cujos nomes estão incluídos, que recebem as benesses, enquanto outros, diga-se quase todos, nem o mínimo tem! 

Vi pessoas que trabalharam o ano inteiro para comprar alguma coisa no fim do ano, para se divertirem com dignidade, ou prepararem a casa, com uma pintura nova, com uma mesa farta para receber um amigo ou um parente que veio de longe, sendo frustradas, porque era já o dia 28 de dezembro e não receberam seus vencimentos, salários atrasados, sem dinheiro girando não foi possível a muitos nem arrematar uma jóia no famoso leilão de São Gonçalo, e qualquer economista de Gibi sabe sem dinheiro injetado a Economia local não vai avante! Quanta frustração, sem falar na baixa estima das pessoas, que estava lá em baixo, coração de luto em plena festa!

Nossa Cultura

Vi nossa cultura agonizando nas mãos de quem não têm nenhum interesse de promovê-la, geri-la ou o que seria mais óbvio, cuidá-la. Cortou-me o coração quando perto de mim vi alguém arrecadando minguadas ofertas para patrocinar o serviço dos músicos da “Banda de Musica MUNICIPAL”, durante o festejo, eu  sugiro que enquanto não forem valorizados e respeitados, não usem o nome de Manuel Fabiano, o maior de nossa música, junto como adjetivo municipal. Essa banda não tem nada de municipal, pois não tem o respeito do gestor, só mesmo em Batalha, acontece uma atitude dessas, onde já se viu uma festa do tamanho dos festejos de São Gonçalo não ter apoio da administração local, nem mesmo para uma Banda de Música, um patrimônio comum.

O meu gesto de pedir à prefeita o seu apoio para a banda, nada teve de político, mas me senti incomodado com a presença de pessoas tão dedicadas sem nenhum estimulo institucional, que têm que se submeterem aos caprichos e vaidades de alguns para realizarem o que lhes competem.

Réveillon

A festa de Réveillon foi uma vergonha sem igual, o único avanço é que o grupo artístico que se apresentava, não estava em cima de uma carroçaria de caminhão, ou mesmo na carroça do falecido Bett. Quem quis se divertir com decência e dignidade teve que desembocar R$ 30,00 por um ingresso em um dos clubes da cidade! Uma apresentação muito aquém do momento, e ainda paga pelos próprios barraqueiros, que se uniram para tal.

Tudo revela que a cidade não tem um projeto de festa de réveillon, que não sabe aproveitar o potencial turístico, pois Batalha é a única cidade na região nesta época com capacidade de atração turística, mas sem nenhum investimento de potencial capaz de satisfazer os visitantes, que vêem para participar da festa trazendo dinheiro e fazendo girar a economia.

Parabéns pelos fogos, não pela beleza deles, mas porque foram sinais de que a nossa esperança deve ser teimosa, como eles o foram, ao tentar nos fazer acreditam em dias melhores, mesmo diante do precário, a história caminha, o tempo passa e nada nem ninguém é eterno.

As barracas do festejo

Sem falar na novela das barracas. Em 37 anos de idade foi a primeira vez que vi um festejo sem barracas, minha esperança foi frustrada, pois sou do tempo das “palhoças”, nada tenho eu a ver com a disputa entre barraqueiros e a Prefeitura, eu quero é chegar à minha terra e ter um local com dignidade, onde possa com a minha família, e meus amigos me encontrar para matar a saudade, tomar uma cerveja e rever pessoas que fazem parte da minha história, nem isto estão mais respeitando.

As ruas

Se não fossem as lojas ao longo da Avenida Cel. Messias Melo, o município mais pareceria àquelas cidades do velho oeste americano: abandono total. Ruas tomadas de trânsito irregular, mais parecendo uma Meca de Maomé. O abandono, inclusive o desrespeito dos comerciantes que amparados pelo não funcionamento da administração estão invadindo as calçadas e tirando o espaço dos pedestres. Ruas com mau cheiro, em plena praça da matriz, sem falar em animais soltos disputando a céu aberto o lixo com os urubus, como vi na esquina na Rua Zeca Alves próximo à Escola Dirceu Arcoverde, uma vergonha! 

Sobrados e casas

Todos que me conhecem sabem onde fica a casa onde nasci, fui criado e vivi e sempre retorno, trata-se de uma casa simples e muito modesta, tudo isto adquirida com esforços de uma simples aposentaria de minha avó, que nunca foi apadrinhada politicamente por ninguém. É praticamente a mesma casa, desde sempre. Porém, me desculpem a franqueza vi sobrados e casas construídas em Batalha que não correspondem com os vencimentos recebidos do funcionalismo público, de algum lugar vêm este montante, uma coisa é perder a vergonha outra é escancará-la sem respeito pela nossa inteligência. Quem construiu uma casa sabe o quando é difícil e demorado, e caro, nada contra o esforço honesto de quem o faz, o problema são os que não primam por este caminho, abrindo lacunas de desconfiança, a quem servir a alerta, faça bom uso!

Drogas

Vi famílias sendo destruídas pelo avanço das drogas, bocas de fumo que se multiplicam às vistas de todos, vamos deixar nossos jovens e adolescentes e até crianças morrerem sem reagirmos, vão apelar para São Gonçalo?  Ou vamos nos unir contra o leão destruidor, a droga, qual o projeto da Secretária de Educação para a questão da prevenção no uso de drogas nas Escolas? Quero conhecer o projeto, sugerir idéias. Porque projetos como o do Ponto de Cultura, que me encheu de esperança, ao ouvi-los tocando a boa musica, não tem apoio explico e maciço da atual administração? Porque não se investe na música, na cultura, no esporte, como se investe na festa do Bode, alguém pode me responder? 

Câmara de Vereadores

Os vereadores conseguiram me decepcionar 10 vezes mais que a prefeita. Da mesma forma que Abraão clamou a Deus antes de destruir Sodoma, para não arrasar a cidade onde havia justos, tenho que ser coerente que dessa “Sodoma” chamada Câmara Municipal De Batalha poderá “sair junto com Ló” só uns poucos! Já vi muitos vereadores ruins, mas iguais aos dessa gestão funesta, nunca!

Porque ao entrarem nesta casa ficam hipnotizados pelo grande Faraó, o espertalhão que manipula as marionetes do seu mundo encantado, o fabuloso reino dos bonecos do legislativo?

E o pior é que os vereadores marionetes por não terem números mais atrativos para a platéia (nós eleitores) aceitam fazer o patético espetáculo.

Como não bastasse a manipulação interna, temos ainda compondo esse circo, atrações como a de um vereador que vi num ambiente publico patrocinando cervejadas para a juventude, a custa de seus futuros votos, me desculpem se quiserem, mas a Câmara com raras exceções tem sido subserviente, sem projeto, cujo governo deriva como o barco de Pero Magalhães pelo mar das Antilhas! Ou seja, não sem saber para onde vai, porque todos sabem para onde vão, ou não sabem?

Como vocês no futuro vão falar aos seus filhos e netos que colaboraram para o progresso de nossa cidade?

Não se julguem inteligentes e astutos estrategistas, não se iludam vocês só serão úteis à medida que servirem ao sistema, na hora que com seriedade romperem com as falsas ideologias, ou contrariarem os interesses de Faraó, perceberam que não passam de um bando de Maria vai com as outras que não têm noção do mal que estão fazendo à cidade. Acordem, se oponham, tenham atitudes, formalizem denuncias, saiam do discurso! 

Quando fizerem isto serei eu o primeiro a aplaudi-los e anunciar aos quatro ventos a minha admiração, porém, enquanto isto não vem não contem com meu silêncio, nem com a minha admiração!Estaria sendo falso e mentiroso! Espero este dia!

A situação atual

Ouvi diante de uma multidão da senhora prefeita o seguinte: “Eu sou uma pessoa que sempre gostei da educação” - Palavras da prefeita pronunciadas no dia 22 de dezembro de 2014. No dia 07 de Janeiro de 2015 vi a triste noticia que os servidores efetivos, principalmente da educação, receberam citações de uma Comissão Permanente de Inquérito para se defender de uma possível demissão. Não quero entrar aqui no mérito dessa questão, porém, não deixarei de fazer algumas perguntas, que peço sejam respondidas.

1. Porque não aparecem na lista o nome de pessoas que estão na mesma situação que os demitidos? 

2. Há necessidade que os nomes que não figuram na lista sejam lembrados, a quem a fez? Talvez sofram de aminessia.

3. O critério da proteção política a alguns apadrinhados foi determinante para a elaboração da lista?

4. Se o a justificativa para tal ato é que a folha de pagamento está sufocada, se a prefeitura recebe do FUNDEB, é insuficiente para gerir a folha, que critério foi usado para o concurso público, além das promessas eleitoreiras, sejam de quem quer que seja? Quem casa com a viúva herda os filhos.  

5. Porque não se adota o mesmo critério para todos, porque os “Baba-ovos” de carteirinha, não têm o mesmíssimo tratamento, as figuras fantasmas, os defensores apaixonados da situação atual, cujos privilégios são intocáveis?

6. Se o concurso foi realizado pelas vias legais, ou seja, conhecimento e aprovação de quem compete, onde está a irregularidade?

7. Na lista figuram nomes que são oposição política da atual administração, estas posturas de não ser conivente ou mesmo silenciar-se diante dos desmandos de um gestor municipal, foi considerado na elaboração da lista de demitidos?

Não estou interessado em saber se a administração passada fez ou deixou de fazer, o que não se pode é fazer igual, o pior, o mínimo aceito é fazer diferente! E até agora não vi a diferença. Prefiro esperá-la para na ficar com a imagem do pior.

Não posso aceitar a justificativa que não tem caixa para gerir as receitas do município e fazer uma administração mais eficiente, há cidades menores e com receitas inferiores onde as cosias estão acontecendo, porque o interesse é outro, é o bem comum, de fato nenhum dinheiro será suficiente quando os interesses são outros, sobretudo, a falta de transparência na gerencia do bem público.

Se de fato, o MEC recomenda um professor para cada 25 alunos, Batalha tem segundo as fontes um professor para 8 alunos, se a matemática do Sr. Antonio Lages estiver correta, me orgulho de ter nascido numa cidade do interior do Piauí,  pois o cálculo apresentado numa matéria disponível na internet apresentado pelo ilustre ex-prefeito, supera a Suécia, Dinamarca e Cuba que têm rácios médios de 10 alunos por professor, países de 1º mundo, só falta agora igualar os salários para sermos menos injustos com os nórdicos e cubanos!

Mas o abandono maior e mais covarde que estou vendo, não vem da administração responsável por manter a cidade no mínimo habitável, mas de nossos líderes e pessoas comuns. Da administração nós já sabemos que se não mudar seu rumo não chegará senão a mesmo buraco que vergonhosamente já está transformando-se em cratera, sem o mínimo de cinismo de pelo menos tapar um buraco!

Agora o abandono pior que tenho sentido, é dos que dizem amar Batalha, dos que cada há quatro anos nos procuram para pedir votos para si ou para outros. Onde estão esses líderes que desapareceram após as eleições, abandonando Batalha nas mãos dos incapacitados gestores? Onde estão vocês que deixam a cidade abandonada e comandada por quem já se mostrou incapaz de fazer qualquer coisa de bom para o povo? Será que as demonstrações dadas até agora não são suficientes para que vocês líderes e pessoas do povo, donas de casa, homens e mulheres de boa vontade, mas, sobretudo, os jovens, que enchem os campos de futebol e ginásios e forrós atrás de diversão não é hora de aparecerem e cobrarem uma mudança de rumo? O futuro de vocês está em jogo!

Há professores e funcionários públicos que não movem uma palha para garantir seus direitos, são omissos e defensores da situação, e ainda ocupam o posto de outros no desejo de abraçar o mundo com dois braços e movidos pela ganância, a estes a ocasião de se manifestarem também!

Estou clamando a vocês que estão acomodados, bem instalados em seus castelos de carta de baralho, prontos para ruir, que apareçam e mostrem que se preocupam com a Educação, a Saúde, o Esporte, enfim a vida de todo dia dessa cidade e não tenha medo de enfrentar os que estão transformando a cidade num caos! 

Convido também os apaixonados por sobrenomes de família tradicionais e pedidores de votos. Tenho certeza que vocês vão aparecer dentro de pouco tempo para pedir voto dizendo que vocês ou seus candidatos vão mudar Batalha, tenho certeza que vão precisar da população. Portanto, apareçam agora e mostrem que são diferentes dos pára-quedistas que só vem a cada quatro anos. Votar, com responsabilidade significa fiscalizar e praticamos o exercício da liberdade democrática.

Se vocês não aparecerem agora para peitar essa gente que aí está é porque não precisam do nosso voto, de nossas famílias a e de nossos amigos e parentes para acabar com a situação de abandono a que chegamos. Porque se vocês podem acabar nas eleições, podem pelo menos lutar agora para que a incompetência administrativa que foi sendo percebida pela população desde os primeiros meses da atual administração, caia fora agora.

Sou batalhense, nascido aqui há alguns anos e estou cansado de ver esta cidade patinar em uma esteira política calamitosa, que me indigna e envergonha. Como diria Odorico Paraguaçu, “Vamos botar de lado os entretantos e partir para os finalmente”

Minha intenção ao escrever este artigo é chamar atenção para o óbvio, é alertar os cidadãos e mostrar que se nós não fizermos nada estaremos fadados a padecer para sempre nas mãos de uma minoria que governa como quer e que foram ungidos com o voto do povo e não correspondem as expectativas dessa gente que como eu está cansado de ver o interesse da coletividade cada dia mais distante, pois não dá mais para esperar este futuro que espero desde que sou menino, entra um e sai e nada muda, a não suas vidas pessoais.

Eu não tenho partido, eu tenho vergonha e indignação e amor por Batalha!E não aceito ver a minha e esperança de tantas pessoas sendo corroída pelos vermes do poder!

Deixemos de fazer espetáculos ridículos para este bando de hienas famintas, a final apenas uns poucos aplaudem o show decadente que acontece nesse momento em nossa cidade, que não pode ter o respaldo de quem pensa a Política com seriedade e segundo o Evangelho de Jesus Cristo! Não estou insinuando à baderna nem à anarquia, longe disso, mas conclamando a acordarmos do sono eterno. Seja A, ou seja, B, se não tiver o foco no bem comum, numa administração que se preocupe com todos, será sempre motivo de minhas criticas!

Esta minha indignação manifestada neste artigo, é a tradução do grito calado de milhares de cidadãos que não tiveram coragem de mostrar o que pensam sobre o que vi em alguns dias, e que vocês sentem todos os dias. É hora de sair detrás da coluna, mostre sua cara, saia da indiferença, se posicione!

Eu teria motivos de sobra para viver no meu mundo fechado e acomodado, pouco me importando com o que se passa em Batalha, visitá-la, e me conformar com que acontece há anos e me satisfazer com uma visita aos meus familiares, motivos os tenho de sobra, sem nenhuma pretensão de vanglória, ou de contar vantagens, ou falta de humildade, falo só para ilustra o que escrevo, falo dos motivos de sobra para viver alheio a tudo que se passa em Batalha, sem me posicionar, pois tenho dois cursos superiores, leio e escrevo em quatro línguas diferentes, faço mestrado na Europa atualmente, vivo numa excelente casa no centro de Roma, perto de pontos turísticos famosos, escrevi livro, me considero de inteligência mediana, tenho bons amigos e excelente formação humana e cristã, etc. Porém, me incomoda que o que tenho e sou não é um privilégio, não deve ser sorte, ou loteria biológica, ou como se diz que “nasci com a bunda para lua”. 

A classe social em que cada um de nós nasceu decorre da política vigente no país. Houvesse menos injustiça e mais distribuição da riqueza, ninguém nasceria entre a miséria e a pobreza. Como nenhum de nós escolheu a família e a classe social em que veio a este mundo, somos todos filhos da loteria biológica. O que não deveria ser considerado privilégio por quem nasceu nas classes média e rica, e sim dívida social para com aqueles que não tiveram a mesma sorte. Como não passo de um menino pobre, aposto na via da Justiça e para mim tudo veio como resultado de oportunidades, e quero crer que a Política, o bem comum, seja a casa de acesso para todos! E sem Educação não se chegará a nenhum lugar!

Quero ser arauto das boas notícias, das novidades julgadas vencidas pelo tempo dos homens comuns. Quero trafegar anônimo pela vida, como são anônimas as crianças que inventam em seu mundo de brincadeiras e faz de contas. 

O que faço, não o faço por que sou contra este o aquele – o faço por missão, e esta de crer num futuro para Batalha é uma difícil missão - que para mim não é um fardo, mas prazer - de escrevendo procurar despertar os homens do meu lugar a fazerem uma viagem dentro de si mesmos, para que se tornem mais atentos à realidade e tomem partido, quando através dum convite especial, ou seja, pelas letras que formam palavras sobre a tela luminosa de um computador no fim de um dia de cansaço, que fazem, pelas palavras que dizem, levar àqueles que precisam de mais ou menos colorido em suas vidas, mais que certezas políticas precisamos de certezas eternas, sou teimoso em acreditar! Amanhã será melhor!Eu tenho esperança! 

Como todos os funcionários públicos são nossos empregados, inclusive os políticos. A nós devem prestar contas. Temos o direito de cobrar, exigir, reivindicar, e eles o dever de responder às nossas expectativas. Estou aberto à resposta, desde que sejam inteligentes e coerentes com a verdade!

Pe. Leonardo de Sales.

Edição: Célio Jr

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