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Notícias Esperantina

23 de agosto de 2017

Esperantina vai incluir peixe na merenda escolar

Esperantina vai incluir peixe na merenda escolar

O projeto é uma iniciativa da Prefeitura de Esperantina para ampliar o consumo de peixe no próprio município e enriquecer o cardápio das quase 8 mil crianças matriculadas na rede pública de ensino. A secretaria municipal da educação já publicou o edital de chamamento público para cadastramento dos piscicultores que desejarem participar do projeto.

De acordo com a prefeita, Vilma Amorim, a prefeitura deve comprar em média 2 toneladas de peixe por mês, já na primeira fase, mas a previsão é expandir o projeto para que outros organismos públicos também possam participar, aumentando consideravelmente a compra do produto, especialmente neste momento quando Esperantina está colhendo uma de suas maiores safras de peixe, “Nossa piscicultura tem estrutura para fornecer peixe de qualidade para todos os órgãos públicos que forneçam ou processem alimentos, como hospitais, sistema penitenciário, educação, enfim, e já estamos fazendo essa articulação com o governo do estado” afirma.

Para a secretária municipal de educação, Bete Aguiar, a Cidade será pioneira na inserção de carne de peixe na merenda escolar e para isso está tendo todo o apoio do Sebrae, em todas as fases de implantação do projeto, “como a carne que recebemos já vem processada, sem espinhas, não houve nenhuma recusa por parte das cozinheiras, que já participaram de treinamento com técnicos do SEBRAE, criando e experimentando novas receitas à base de peixe para o lanche ser bem aceito ao gosto da criançada”, comemora.

Entenda o Projeto

A cidade de Esperantina desponta como uma das maiores produtoras de peixe em tanque escavado do estado do Piauí, e comemorou este ano uma de suas maiores safras, algo em torno de 10 toneladas por mês. Por isso a Prefeitura precisou intensificar as ações para garantir o processamento e o comercio de todo esse pescado, começando pelas escolas da pública municipal.

Através da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural – SDR, foi adquirida uma unidade processadora de peixe, que separa a carne das espinhas e escamas. O equipamento pode processar até 200kg/hora. Isso vai permitir que toda a produção possa ser industrializada, embalada e congelada, agregando valor e ampliando as possibilidades de inserção do produto no comercio.

A Prefeitura cadastra todos os piscicultores que desejam participar do projeto, estes devem se submeter ao monitoramento de seus tanques por técnicos da Prefeitura e da SDR, assim participam de um “rodízio” para que todos possam vender parte de sua produção. A Prefeitura também deve buscar as condições para ampliar a compra do produto por outros órgãos públicos, incluindo as secretarias estaduais, como Educação, Segurança e Saúde.

21 de agosto de 2017

Prefeita solicita a reforma do ginásio do bairro Nova Esperança

Prefeita Vilma Amorim entrega projeto solicitando a reforma do ginásio do bairro Nova Esperança

A prefeita Vilma Amorim aproveitou a visita do presidente da fundespi em Esperantina e entregou um projeto de reforma do ginásio esportivo do bairro Nova Esperança.

O projeto foi elaborado pela equipe técnica da prefeitura e vai custar em torno de R$160.000,00 (cento e sessenta mil reais).

A prefeita juntamente com os vereadores Manoel Filho, Marcílio Farias e o secretário Epaminondas acompanharam o presidente da fundespi ate o ginásio e como forma simbólica entregaram o projeto nas mãos do Paulo Martins.

“Estamos entregando este projeto nas mãos do presidente da fundespi Paulo Martins e aguardamos o mais breve possível uma reposta positiva para realizarmos esta parceria e devolvermos a comunidade este ginásio”. Disse.

O presidente da câmara Manoel Filho falou que os vereadores já fizeram esta solicitação na câmara municipal em nome da população do bairro Nova Esperança.

“Estive com os vereadores Marcílio Farias e o vereador Leônidas Quaresma com o presidente da fundespi, solicitando esta parceria para reforma do ginásio do bairro Nova Esperança, conversamos com o secretário de governo Merlong Solano e o governador Wellington Dias já deu o sinal verde e agora com o projeto em mãos, vamos lutar junto com a prefeita para que mais esta obra seja entregue a comunidade”. Disse o presidente.

12 de agosto de 2017

"Maior medo é a derrota", afirma lutador Massaramduba

Em Teresina, onde ministra aulão para lutadores, atleta admite que não sabe lidar com as derrotas e fala sobre os planos

O lutador do UFC Francisco Trinaldo, ‘o Massaranbuba’, é bastante conhecida entre os amantes de artes marciais mistas. Natural de Amarante, o lutador de 38 anos conheceu as lutas aos 24, quando começou a treinar e, logo depois, se tornou atleta profissional de MMA. A história comovente e com final feliz hoje serve de espelho para aquelas que buscam se tornar atletas profissionais. Em Teresina, onde ministrou um aulão na Arena Fight, ele fala sobre carreira e dá dicas para os iniciantes. 

“Não tem mistério porque é somente isso que sei fazer de bom, dar aula, treinar, disputar, lutar e espero que todos consigam apreender um pouco. Eu sempre falo para molecada que eles não podem desistir dos seus sonhos. Se eu tivesse desistido dos meus, não estaria sendo considerado um dos maiores lutadores do mundo, em qualquer sempre tem gente para dizer que você não consegue”, narra Massaranduba, que representa o Piauí no Ultimate Fighting Championship (UFC). 

A última luta de Massaranduba foi contra o americano Kevin Lee, no dia 11 de março. A derrota quebrou a boa sequência do lutador e impediu que chegasse ao top 5 da categoria pesos-leves. Atualmente, o piauiense está entre os 15 melhores. Ele conta que ainda tem quatro lutas pelo UFC e que o único pensamento é vencer independente do adversário. O lutador admite que lidar com a derrota ainda é a maior dificuldade como atleta profissional. 

Francisco Massaranduba durante o TUF Brasil 1 (Foto: Divulgação/ TUF Brasil)

“Eu estou vindo de uma derrota, algo bem ruim. Mas eu tenho contrato ainda de quatro lutas no UFC e para mim pode vir quem quiser em qualquer uma dessas lutas que estou preparado. Meu maior medo é a derrota e por isso treino todo dia. Não é somente uma derrota, pois atrás de mim tem muitas pessoas e quando eu perco perde muita gente, é como se perdesse uma nação”, afirmou o lutador. 

Massaranduba se prepara para seu próximo compromisso no UFC. A data e o adversário da luta ainda não foram divulgados, mas o atleta afirmou que já tem conhecimento. “Vou fazer uma luta por agora, só não posso contar contra quem porque eles (UFC) não divulgaram ainda”, acrescentou.

"Maior medo é a derrota", afirma lutador Massaramduba

Em Teresina, onde ministra aulão para lutadores, atleta admite que não sabe lidar com as derrotas e fala sobre os planos

O lutador do UFC Francisco Trinaldo, ‘o Massaranbuba’, é bastante conhecida entre os amantes de artes marciais mistas. Natural de Amarante, o lutador de 38 anos conheceu as lutas aos 24, quando começou a treinar e, logo depois, se tornou atleta profissional de MMA. A história comovente e com final feliz hoje serve de espelho para aquelas que buscam se tornar atletas profissionais. Em Teresina, onde ministrou um aulão na Arena Fight, ele fala sobre carreira e dá dicas para os iniciantes. 

“Não tem mistério porque é somente isso que sei fazer de bom, dar aula, treinar, disputar, lutar e espero que todos consigam apreender um pouco. Eu sempre falo para molecada que eles não podem desistir dos seus sonhos. Se eu tivesse desistido dos meus, não estaria sendo considerado um dos maiores lutadores do mundo, em qualquer sempre tem gente para dizer que você não consegue”, narra Massaranduba, que representa o Piauí no Ultimate Fighting Championship (UFC). 

A última luta de Massaranduba foi contra o americano Kevin Lee, no dia 11 de março. A derrota quebrou a boa sequência do lutador e impediu que chegasse ao top 5 da categoria pesos-leves. Atualmente, o piauiense está entre os 15 melhores. Ele conta que ainda tem quatro lutas pelo UFC e que o único pensamento é vencer independente do adversário. O lutador admite que lidar com a derrota ainda é a maior dificuldade como atleta profissional. 

Francisco Massaranduba durante o TUF Brasil 1 (Foto: Divulgação/ TUF Brasil)

“Eu estou vindo de uma derrota, algo bem ruim. Mas eu tenho contrato ainda de quatro lutas no UFC e para mim pode vir quem quiser em qualquer uma dessas lutas que estou preparado. Meu maior medo é a derrota e por isso treino todo dia. Não é somente uma derrota, pois atrás de mim tem muitas pessoas e quando eu perco perde muita gente, é como se perdesse uma nação”, afirmou o lutador. 

Massaranduba se prepara para seu próximo compromisso no UFC. A data e o adversário da luta ainda não foram divulgados, mas o atleta afirmou que já tem conhecimento. “Vou fazer uma luta por agora, só não posso contar contra quem porque eles (UFC) não divulgaram ainda”, acrescentou.

"Maior medo é a derrota", afirma lutador Massaramduba

Em Teresina, onde ministra aulão para lutadores, atleta admite que não sabe lidar com as derrotas e fala sobre os planos

O lutador do UFC Francisco Trinaldo, ‘o Massaranbuba’, é bastante conhecida entre os amantes de artes marciais mistas. Natural de Amarante, o lutador de 38 anos conheceu as lutas aos 24, quando começou a treinar e, logo depois, se tornou atleta profissional de MMA. A história comovente e com final feliz hoje serve de espelho para aquelas que buscam se tornar atletas profissionais. Em Teresina, onde ministrou um aulão na Arena Fight, ele fala sobre carreira e dá dicas para os iniciantes. 

“Não tem mistério porque é somente isso que sei fazer de bom, dar aula, treinar, disputar, lutar e espero que todos consigam apreender um pouco. Eu sempre falo para molecada que eles não podem desistir dos seus sonhos. Se eu tivesse desistido dos meus, não estaria sendo considerado um dos maiores lutadores do mundo, em qualquer sempre tem gente para dizer que você não consegue”, narra Massaranduba, que representa o Piauí no Ultimate Fighting Championship (UFC). 

A última luta de Massaranduba foi contra o americano Kevin Lee, no dia 11 de março. A derrota quebrou a boa sequência do lutador e impediu que chegasse ao top 5 da categoria pesos-leves. Atualmente, o piauiense está entre os 15 melhores. Ele conta que ainda tem quatro lutas pelo UFC e que o único pensamento é vencer independente do adversário. O lutador admite que lidar com a derrota ainda é a maior dificuldade como atleta profissional. 

Francisco Massaranduba durante o TUF Brasil 1 (Foto: Divulgação/ TUF Brasil)

“Eu estou vindo de uma derrota, algo bem ruim. Mas eu tenho contrato ainda de quatro lutas no UFC e para mim pode vir quem quiser em qualquer uma dessas lutas que estou preparado. Meu maior medo é a derrota e por isso treino todo dia. Não é somente uma derrota, pois atrás de mim tem muitas pessoas e quando eu perco perde muita gente, é como se perdesse uma nação”, afirmou o lutador. 

Massaranduba se prepara para seu próximo compromisso no UFC. A data e o adversário da luta ainda não foram divulgados, mas o atleta afirmou que já tem conhecimento. “Vou fazer uma luta por agora, só não posso contar contra quem porque eles (UFC) não divulgaram ainda”, acrescentou.

"Maior medo é a derrota", afirma Massaramduba

Em Teresina, onde ministra aulão para lutadores, atleta admite que não sabe lidar com as derrotas e fala sobre os planos

O lutador do UFC Francisco Trinaldo, ‘o Massaranbuba’, é bastante conhecida entre os amantes de artes marciais mistas. Natural de Amarante, o lutador de 38 anos conheceu as lutas aos 24, quando começou a treinar e, logo depois, se tornou atleta profissional de MMA. A história comovente e com final feliz hoje serve de espelho para aquelas que buscam se tornar atletas profissionais. Em Teresina, onde ministrou um aulão na Arena Fight, ele fala sobre carreira e dá dicas para os iniciantes. 

“Não tem mistério porque é somente isso que sei fazer de bom, dar aula, treinar, disputar, lutar e espero que todos consigam apreender um pouco. Eu sempre falo para molecada que eles não podem desistir dos seus sonhos. Se eu tivesse desistido dos meus, não estaria sendo considerado um dos maiores lutadores do mundo, em qualquer sempre tem gente para dizer que você não consegue”, narra Massaranduba, que representa o Piauí no Ultimate Fighting Championship (UFC). 

A última luta de Massaranduba foi contra o americano Kevin Lee, no dia 11 de março. A derrota quebrou a boa sequência do lutador e impediu que chegasse ao top 5 da categoria pesos-leves. Atualmente, o piauiense está entre os 15 melhores. Ele conta que ainda tem quatro lutas pelo UFC e que o único pensamento é vencer independente do adversário. O lutador admite que lidar com a derrota ainda é a maior dificuldade como atleta profissional. 

Francisco Massaranduba durante o TUF Brasil 1 (Foto: Divulgação/ TUF Brasil)

“Eu estou vindo de uma derrota, algo bem ruim. Mas eu tenho contrato ainda de quatro lutas no UFC e para mim pode vir quem quiser em qualquer uma dessas lutas que estou preparado. Meu maior medo é a derrota e por isso treino todo dia. Não é somente uma derrota, pois atrás de mim tem muitas pessoas e quando eu perco perde muita gente, é como se perdesse uma nação”, afirmou o lutador. 
Massaranduba se prepara para seu próximo compromisso no UFC. A data e o adversário da luta ainda não foram divulgados, mas o atleta afirmou que já tem conhecimento. “Vou fazer uma luta por agora, só não posso contar contra quem porque eles (UFC) não divulgaram ainda”, acrescentou.

25 de julho de 2017

Defesa mais vazada do Brasileiro, Vitória teve sete duplas de zaga diferente

Com 29 gols sofridos em 16 jogos na competição, Rubro-Negro sofreu mesmo número de gols que o Atlético-GO; time testou seis zagueiros, cinco laterais e dois goleiros diferentes

Sete duplas de zagas diferentes, cinco laterais testados, dois goleiros utilizados e a defesa mais vazada do Campeonato Brasileiro ao lado da do Atlético-GO. Não é por falta de mudança no sistema defensivo que o Vitória chegou aos 29 gols sofridos em 16 jogos realizados na competição, uma média de 1,8 por partida. Em fase de muitos erros no setor, o Rubro-Negro tem feito das trocas uma rotina na busca constante por estabilidade.

O então técnico rubro-negro Alexandre Gallo e, antes dele, Petkovic, até tentaram corrigir as falhas no sistema defensivo do Vitória, mas muitas vezes recorreram à mera troca de peças, algo que se comprovou pouco eficaz. Na zaga, Alan Costa, Fred, Renê Santos, Kanu, Wallace e Ramon foram utilizados ao longo do Brasileiro. Nenhum se tornou unanimidade. E as chegadas dos dois últimos mostram isso. Ramon, que foi emprestado no início do ano e não tinha deixado saudade, voltou e virou titular em pouco tempo - atualmente se recupera de lesão. Wallace, contratado há menos de um mês, estreou como titular e já é o capitão da equipe.

Nas laterais, o próximo treinador do Vitória também vai ter trabalho. Patric, Leandro Salino, Geferson, Thallyson e Caíque Sá foram utilizados no setor ao longo do Brasileiro, mas ainda não engrenaram. Patric era titular absoluto até pouco tempo, caiu de rendimento e foi para o banco de reservas. Situação parecida com a de Thallyson, que teve oportunidades em razão do rendimento abaixo do esperado de Geferson, e não aproveitou. Leandro Salino foi tão contestado que acabou afastado do elenco principal e não joga mais pelo Vitória. Caíque Sá, por outro lado, apareceu como surpresa interessante nos dois últimos jogos e é quem mostra maior sinal de esperança no setor.

No gol, Fernando Miguel foi titular em quase todos os jogos do time no Brasileirão. Contudo, o camisa 1 falhou em algumas partidas e perdeu a posição no último jogo, contra a Chapecoense, para Caíque. O jovem goleiro, porém, não conseguiu aproveitar a chance e falhou em um dos gols da Chapecoense.

Mesmo com tantas mudanças, o Vitória não mostrou evolução no seu sistema defensivo e viu o rendimento até piorar. Para perceber isso basta olhar dois momentos. Nas quatro primeiras rodadas do Brasileiro, o time sofreu quatro gols, média bem inferior aos quatro últimos jogos da equipe, quando viu a sua rede balançar 13 vezes. Para piorar, o Leão sofreu quatro gols em um só jogo em três partidas pelo Brasileirão.


Caíque Sá foi bem nos dois jogos que disputou na lateral direita (Foto: Maurícia da Matta / EC Vitória / Divulgação)

Gols que surgem aos montes e de maneiras diferentes no Vitória. Mas, principalmente, por falhas defensivas dos jogadores rubro-negros: pênaltis bobos, bolas mal recuadas, barreiras montadas de forma errada, linhas burras de impedimento, marcações erradas de adversários, chutes contra o próprio gol e por aí vai. Recém-contratado pelo clube, o zagueiro Wallace detectou os problemas defensivos da equipe.

- A gente tem dado os gols ao adversário mais uma vez. Não tem o que o falar. Todo mundo cansou de tanta explicação e nenhuma solução – disse Wallace após a partida contra a Chapecoense.

Diante de todas as mudanças no sistema defensivo do Vitória e da falta de bons resultados mesmo com todas elas, fica claro que os problemas do time vão além das trocas de peças. Embora os erros muitas vezes aconteçam de forma individual, eles se tornaram comuns entre todos os jogadores, algo que uma mera substituição não vai corrigir. Um problemão que o novo treinador rubro-negro, ainda sem data para ser anunciado, vai ter que resolver em um curto espaço de tempo.





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