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Notícias Art/Gente

20 de novembro de 2018

Livro de psicóloga aborda temas da vida, morte e luto no Brasil

A obra é destinada a psicólogos, a musicoterapeutas, entre outros profissionais.

A psicóloga e pós-doutora pelo Instituto de Psicologia da USP, Karina Okajima Fukumitsu lançará, juntamente com uma das autoras, a também psicóloga Patrícia Carvalho Moreira, o livro que o organizou 'Vida, Morte e Luto - Atualidades Brasileiras' no próximo dia 23 de novembro 2018 no Auditório do Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren-PI), em Teresina. 

O evento terá início às 19h com a Conferência 'Suicídio, luto e Posvenção' e a partir das 20h30 acontecerá o lançamento da obra que visa apresentar os principais cuidados e o manejo em situações-limite de adoecimento, suicídio e processo de luto, bem como reiterar a visão de que, toda vez que falamos sobre a morte, precisamos também falar sobre a vida.

O livro é multidisciplinar, sendo destinado aos psicólogos, musicoterapeutas, médicos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, fisioterapeutas, profissionais da área da educação, dentre outros profissionais interessados no tema. O lançamento no Piauí é idealizado pela Comissão de Tanatologia e o Conselho Regional de Psicologia da 21ª região.

O evento terá certificado emitido pela entidade.Karina Okajima é referência nacional em prevenção e posvenção do suicídio, com trabalhos valorosos na área; em recente artigo no Jornal da USP, a psicóloga destacou que a "prevenção aos suicídios é prática que deve acontecer todos os dias e não somente em um mês, sobretudo por ressaltar a importância de manter a esperança de que é possível acolher o sofrimento humano. É, portanto, prática a ser inserida no dia a dia, ofertando esperança, amor e acompanhamento tête-à-tête na oferta de espaços de hospitalidade que favorecerão novas moradas existenciais".

As inscrições podem ser realizadas no link a seguir, sendo necessária a entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento: https://goo.gl/forms/10n5u0U49cyrf5Ql1.

Livro de psicóloga aborda temas da vida, morte e luto no Brasil

A obra é destinada a psicólogos, a musicoterapeutas, entre outros profissionais.

A psicóloga e pós-doutora pelo Instituto de Psicologia da USP, Karina Okajima Fukumitsu lançará, juntamente com uma das autoras, a também psicóloga Patrícia Carvalho Moreira, o livro que o organizou 'Vida, Morte e Luto - Atualidades Brasileiras' no próximo dia 23 de novembro 2018 no Auditório do Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren-PI), em Teresina. 

O evento terá início às 19h com a Conferência 'Suicídio, luto e Posvenção' e a partir das 20h30 acontecerá o lançamento da obra que visa apresentar os principais cuidados e o manejo em situações-limite de adoecimento, suicídio e processo de luto, bem como reiterar a visão de que, toda vez que falamos sobre a morte, precisamos também falar sobre a vida.

O livro é multidisciplinar, sendo destinado aos psicólogos, musicoterapeutas, médicos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, fisioterapeutas, profissionais da área da educação, dentre outros profissionais interessados no tema. O lançamento no Piauí é idealizado pela Comissão de Tanatologia e o Conselho Regional de Psicologia da 21ª região.

O evento terá certificado emitido pela entidade.Karina Okajima é referência nacional em prevenção e posvenção do suicídio, com trabalhos valorosos na área; em recente artigo no Jornal da USP, a psicóloga destacou que a "prevenção aos suicídios é prática que deve acontecer todos os dias e não somente em um mês, sobretudo por ressaltar a importância de manter a esperança de que é possível acolher o sofrimento humano. É, portanto, prática a ser inserida no dia a dia, ofertando esperança, amor e acompanhamento tête-à-tête na oferta de espaços de hospitalidade que favorecerão novas moradas existenciais".

As inscrições podem ser realizadas no link a seguir, sendo necessária a entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento: https://goo.gl/forms/10n5u0U49cyrf5Ql1.

17 de novembro de 2018

É chegada a vez da moda autoral!

Projeto Nômade, do Minas Trend, reuniu 20 marcas autorais do vestuário, acessório, calçados e objetos de design em ascensão.

Pela primeira vez, o Minas Trend, a semana de moda mineira, realizada em Belo Horizonte, contou com um espaço dedicado a moda autoral. Ao longo do evento, o público pôde conhecer o Projeto Nômade, uma loja itinerante resultado da junção de 20 marcas autorais de vestuário, acessórios, calçados e objetos de design em ascensão. A iniciativa, promovida pelos designers Célio Dias e Marcella Lima, que compõe uma nova geração de criadores de moda, abre ainda mais espaço para a apresentação das novas e pequenas marcas.

O projeto é apenas um dos inúmeros reflexos que apontam para um mercado de moda cada vez mais inclusivo e direcionado pela busca por uma autoralidade. Para a desginer Marcella Lima, as marcas autorais vêm oferecendo produtos que representam alguém e, assim, um determinado público. Movidos pelo desejo de ir além da produção em série, novos criadores injetam no mercado criações com sua própria identidade. O público, por sua vez, cada vez mais em busca de um produto diferenciado, dá uma resposta positiva a esse movimento.

“Percebo que os produtos são uma extensão da personalidade de quem faz. A gente faz o que a gente acredita e gosta. Eu falo que eu desenho uma bolsa que eu gostaria de usar e eu sinto que todo mundo dessa geração da moda autoral tem essa relação com o produto também. O trabalho toma muito tempo da nossa vida então ele precisa ser gratificante nesse ponto, de poder dizer sobre mim e sobre os meus valores. A gente vê cada vez mais marcas nascendo e crescendo em função dessa resposta, querer trabalhar em algo que eu acredito e tem meus valores”, comenta.

Na moda autoral, esse processo de imprimir uma identidade, no entanto, passa por meios de produção diferentes dos desenvolvidos pela indústria em série. A criação demanda uma metodologia em menor escala. Nesse formato de desenvolvimento de produto, além de menos recursos, em alguns casos, as etapas são feitas artesanalmente. Assim o custo da peça final acaba sendo elevado, o que pode se tornar uma barreira na comercialização do produto junto aos consumidores.

“Na criação a gente tenta imprimir os códigos da marca e depois esses códigos podem mudar também. As minhas estampas manuais eu não consigo fazer em uma produção em série, mas eu consigo fazer isso, que são os meus códigos, impressos em estampas. Obviamente a peça que foi assinada por um artista, feita a mão ela é mais cara. Mas eu posso pegar esse código, essa identidade, e imprimir em uma estampa. O importante é não perder esses códigos, essa identidade”, explica Célio Dias.

Marcella acredita que esse é um desafio para os criadores autorais, oferecer um produto diferenciado, com um custo alto, para uma geração que cresceu em meio a fast-fashions e a um consumo de baixo custo. “Acho que é um processo de culturação que a gente ainda precisa fazer porque a nossa geração até tá mudando um pouco isso, mas a geração dos meus pais, por exemplo, ela cresceu comprando em loja de departamento. Então hoje é difícil falar do valor de uma produção pequeno, de um pagamento justo e de uma cadeia produtiva honesta. As pessoas não têm muita noção do custo de todo esse processo”.

O processo de colaboração é uma das estratégias que vem sendo usada para driblar as barreiras e tornar a moda autoral mais acessível. Os criadores têm feito parcerias com grandes marcas, ou com outros criadores, em um caminho que beneficia ambos.  No caso das grandes grifes, com a colaboração, ela se utiliza da identidade do designer para renovar seus produtos e o designer se utiliza do aparato de produção para criar em maior escala e reduzir seus custos.  Já na parceria com outra marca autoral, uma contribui com a divulgação da outra.

“Isso não é futuro, já está acontecendo hoje. As marcas brasileiras precisam acreditar mais nas marcas menores. Fora do país, a gente nota muitos casos específicos de marcas menores que deram uma chacoalhada no mercado justamente porque saíram da caixinha. E as marcas grandes elas estão enxergando isso porque o produto tem que renovar tem que se renovar, tem que ter um respiro e não adianta fazer as mesmas coisas”, acrescenta Célio.

14 de novembro de 2018

Encontro de Cinema e Vídeo dos Sertões começa na quarta-feira (14)

O público terá a oportunidade de ver A Chave do Vale Encantado, de Oswaldo Montenegro.

A 13ª edição do Encontro Nacional de Cinema e Vídeo dos Sertões será uma imersão no imaginário atual do Cinema Brasileiro, e trará as mais belas imagens produzidas pelos cineastas que se comprometem em modernizar o fazer cinematográfico. O público terá a oportunidade de ver o longa-metragem A Chave do Vale Encantado, do Rio de Janeiro, do diretor Oswaldo Montenegro. O documentários Negrum3, de São Paulo, será exibido no evento, uma fantasia para o público infantil (mas que também traz muita nostalgia para os adultos), nos leva ao mundo “real” dos personagens dos contos infantis.

Outros longas-metragens que farão parte do Encontro Nacional de Cinema são: Rebendo – PB, Ferrugem – PR, O Barco – CE, Bando um filme de: - BA. O público poderá conferir os curtas-metragens documentários: Tem criança no repente, do Piauí, que abrirá o Encontro no dia 14/11; depois virão os filmes: Cantiliana e os herdeiros do mal de Lázaro, do Maranhão; Quanto mais longe vou, mais perto fico, do Pernambuco; Negrum3, de São Paulo; e Que som tem a distância, do Rio Grande do Sul.


O documentários Negrum3, de São Paulo, será exibido no evento. Foto: Reprodução

Eu sou um super-homem é um filme de Rodrigo Batista, que abre a Mostra Competitiva de Curtas-metragens Ficção, produzido no estado de São Paulo, depois virão nos dias seguintes os filmes: A sombra interior, do Rio Grande do Sul. Nomofobia, do Rio Grande do Norte. Amigo oculto, do Piauí e O vestido de Mirian, do Rio de Janeiro. 

As animações: Meu melhor amigo, de Minas Gerais; Invisível, do Rio de Janeiro; O malabarista, de Goiás; Solito, do Rio Grande do Sul; e Síndrome dos trópicos, de Sergipe. O 13º Encontro Nacional de Cinema e Vídeo dos Sertões é uma realização da Secretaria de Cultura de Estado do Piauí – Secult, Governo do Estado do Piauí, por meio do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura, Cresdishop, Banco do Nordeste e ESCALET Produções Cinematográficas.

09 de novembro de 2018

Polícia investiga MC Gui por suposto esquema de leilões falsos

Golpes seriam aplicados com anúncios de falsos leilões de veículos na internet.

A polícia investiga o suposto envolvimento do MC Gui, 19, e seus familiares em um esquema em que sites de leilão seriam usados para extorquir dinheiro de vítimas. O artista e os pais estão de férias nos Estados Unidos e negam as acusações.

Investigadores da 3ª Delegacia de Polinter (Polícia de Investigações Interestaduais) foram na manhã desta quarta-feira (7) à produtora do artista, a RW Produtora, na Vila Formosa (zona leste) para cumprir um mandado de busca e apreensão. O pai do funkeiro, Rogério Alves, é o responsável pelo local. Na produtora, policiais encontraram pinos de cocaína, além de apreender documentos. Investigadores permaneceram no local até o fim da tarde.

Segundo o delegado Osvaldo Nico, do Decade (Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas) a investigação, que durou cerca de três meses, indicou que golpes eram aplicados com anúncios de falsos leilões de veículos na internet.


MC Gui durante apresentação na Virada Cultural 2017. Foto: Reprodução/Flavio Moraes/UOL

As vítimas, segundo a polícia, depositavam o valor correspondente ao do carro supostamente arrematado no leilão. Após isso, o site era tirado do ar. A polícia ainda descobriu que nos sites “frios” constavam o CNPJ do Sindicato dos Leiloeiros de São Paulo, contribuindo para “dar credibilidade” ao golpe. Por conta disso, o sindicato procurou a polícia, que iniciou as investigações. Até o momento, 70 vítimas foram identificadas.

A suspeita da polícia sobre a RW Produtora acirrou quando um funcionário foi agredido no local, após ter tido sua conta bloqueada "por suspeita de fraude". Ele teria autorizado o depósito de R$ 28 mil em sua conta, valor referente ao cachê de um artista da produtora. 

Segundo fonte policial, o funcionário foi incluído no programa de proteção à testemunha. A polícia analisa materiais apreendidos na produtora para possíveis cruzamentos de informações que a vinculem ao esquema criminoso. Em sua conta no Instagram, Guilherme Kaue Castanheira Alves, o MC Gui, afirmou que “jamais colocaria em risco” sua carreira se envolvendo “em qualquer coisa ilegal e suja”.

“O caso já está sendo investigado pela Polícia Civil, somente eles têm a competência e capacidade para resolver e mostrar para todos nós os verdadeiros culpados”, diz trecho da nota.

O funkeiro se desculpou pelas “notícias tão tristes e sujas” e por “estar longe”. “Infelizmente tudo aconteceu bem nas minhas férias que já estavam programadas desde o início do ano, eu sempre usufruo entre os meses de outubro e novembro, pois final e início de ano a agenda é sempre muito cheia”, afirmou.

Sobre a cocaína encontrada na produtora, Gui mencionou a morte do irmão Gustavo Matheus Catanheira Alves, 17, por overdose do entorpecente em abril de 2014. “Elas [drogas] só trouxeram dor e sofrimento à minha família”, escreveu.

Grupo comemora 18 anos com a peça "As Sete Imãs"

Premiado, o espetáculo será reapresentado nesse sábado, 10, às 19h, no Teatro do Boi.

No sábado, 10, às 19h, no Teatro do Boi, o "Humanistas - Grupo de Teatro", comemora 18 anos de atividades, com a reapresentação da peça "As Sete Irmãs". A comemoração será nos dias 08 e 10 de novembro no Teatro do Boi. No primeiro dia às 18h30 com a estreia do espetáculo “O Soldado e a Florista” e no dia 10, às 19h, a reapresentação de “As sete irmãs”.

 Ao longo da caminhada o grupo já participou de importantes festivais nacionais e internacionais e acumula prêmios de Melhor ator, Melhor espetáculo, dentre outros. A companhia é responsável pelo "Encontro dos artistas timonenses", "Paixão de Cristo de Timon" e "O Auto de Natal timonense". “As sete irmãs”, do dramaturgo cearense Walden Luiz, é um clássico da trupe que recebeu os prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Figurino, Melhor Ator Revelação e Melhor Atriz  Revelação em festivais na região. 

“As sete irmãs”, do dramaturgo cearense Walden Luiz, é um clássico da trupe. Foto: Divulgação

Em cena, sete freiras nada convencionais, em momentos hilariantes mostrando defeitos e qualidades. Cada uma delas é caracterizada por um dos pecados capitais em um enredo cheio de conflitos no convento. A peça conta a história dessas mulheres que dedicaram sua vida à religião. Em certo ponto, vontades, desejos reprimidos e traumas não superados, começam a emergir, indo de encontro às imposições da família, sociedade ou das próprias personagens. O que é pecado? Como lidar com os desejos sem ir contra o compromisso religioso? O conflito interno responde algumas dessas perguntas.

Na quinta-feira, também no Teatro do Boi, o grupo apresentou seu mais novo trabalho, “O Soldado e a Florista” que conta a história dos recém- casados o soldado João e a florista Maria. Ela adora flores e quer construir um jardim suspenso. O lugar escolhido – nem um pouco comum – é a Floresta das Árvores Cantoras. João, por sua vez, adora aventuras, ele será o guia até a floresta. Mas, para um herói atrapalhado a missão torna-se difícil, pois conseguir realizar os sonhos de uma esposa não é tarefa simples. Maria tem uma lista de quereres. Ao chegarem ao local indicado, encontram a floresta devastada. Inicia- -se uma busca para encontrar pistas e desvendar o ocorrido. Juntos enfrentarão a Senhorita Cinzenta, figura estranha, sem paciência para flores e cores, responsável pela destruição das árvores cantoras.

 Comemorar 18 anos de existência de uma companhia teatral nesta parte do Brasil extremamente singular, segundo o diretor do grupo Júnior Marks: “Confesso que não foi fácil chegar até aqui. Muitos percalços, muita falta de apoio. Se a gente não fizer teatro por amor a gente não faz nunca. Chegamos num ponto que isso tem que acabar. Isso é uma profissão como qualquer outra. Só amor não tá dando pra nos sustentar. Falta apoio, falta prestígio, falta FÉ de que a Arte nos aponte uma saída”, desabafa.

Escritores disputam três vagas na Academia Piauiense de Letras

Para concorrer às vagas, segundo o regimento da APL, os candidatos inscritos deveriam preencher alguns requisitos como ser piauiense ou morar no Estado há mais de 10 anos e ter ao menos um livro publicado.

A Academia Piauiense de Letras no próximo dia 01 de dezembro irá eleger, através de uma eleição direta, os novos imortais que devem ocupar as suas três cadeiras em aberto. Depois de abertas as inscrições, 13 escritores estão aptos a concorrerem ao pleito. Os eleitos ocuparão as cadeiras 18, 24 e 32 que pertenciam a Paulo de Tarso Mello e Freitas, Herculano Moraes da Silva Filho e Raimundo Nonato Monteiro de Santana. 

"Nos últimos meses, a Academia sofreu com as perdas do desembargador Paulo Freitas, do nosso querido Herculano Moraes e do estimado professor Raimundo Santana. Então, resolvemos unificar as eleições, promovendo todas em uma mesma data", explica o presidente da instituição Nelson Nery Costa.

Para concorrer às vagas, segundo o regimento da APL, os candidatos inscritos deveriam preencher alguns requisitos como ser piauiense ou morar no Estado há mais de 10 anos e ter ao menos um livro publicado. Além disso, no ato da inscrição, cada um dos interessados teve a oportunidade de escolher para qual cadeira concorrerá durante o pleito.

O presidente da instituição Nelson Nery explica que as eleições foram unificadas. Foto: O DIA

Os 37 imortais da Academia Piauiense de Letras estão aptos a votar. Cada um deve escolher três nomes, um para cada cadeira. Pelo regimento, a votação poderá ser feita presencialmente (para aqueles que residem no Piauí) ou o voto pode ser enviado em envelope lacrado pelos Correios (para os imortais que moram em outros estados).

Para a Cadeira 18 concorrem José Itamar Abreu Costa e José Gregório da Silva Júnior. Para a Cadeira 24 disputam a vaga Enéas do Rego Barros, Eduardo Lins Cavalcante, Gregório de Moraes, José Maria de Carvalho, Kernard Kruel Fagundes dos Santos, Maria Gomes Figueiredo dos Reis, Moisés Angelo de Moura Reis, Plínio da Silva Macêdo. Já para a Cadeira 32 estão na disputa Edgar Pereira, Felipe Mendes de Oliveira, Francisco Teotônio da Luz Neto.

A comissão eleitoral é presidida pelo professor Fonseca Neto, tendo como membros Magno Pires, Reginaldo Miranda, Elmar Carvalho e Dilson Lages. Juntos, eles irão comandar todo o processo eleitoral. Os votos, tanto os presenciais como os enviados, serão depositados numa urna. Ao final do horário estabelecido, a comissão abrirá a urna e fará a contagem dos votos referentes a cada uma das cadeiras. O resultado é dada ao final da apuração.

08 de novembro de 2018

Artistas piauienses se apresentam no Rio através do Festival JUNTA

Três espetáculos do Piauí participarão da programação do Festival Panorama, do Rio de Janeiro.

Três espetáculos piauienses participarão da programação do Festival Panorama, do Rio de Janeiro, a partir da próxima quinta-feira, dia 08. Consagrado como um dos principais festivais de arte contemporânea do país, e de reconhecimento internacional, o Panorama fez uma parceria com o Festival JUNTA para viabilizar a realização dos dois festivais, possibilitando que o JUNTA aconteça também, pela primeira vez fora de Teresina, no Acampamento 1, no Rio de Janeiro. 

O JUNTA - Festival Internacional de Dança se define como um conjunto de ações artísticas e formativas, que tem a dança contemporânea como objeto e ponto de reflexão sobre a arte e o mundo.

Em Teresina o festival JUNTA vai acontecer de 14 a 18 de Novembro. Foto: ODIA

O Festival surgiu em 2015, já fortalecendo e oficializando um circuito de festivais de dança no Nordeste do Brasil. Idealizado pelos artistas e gestores culturais Janaína Lobo, Datan Izaká e Jacob Alves, o JUNTA Visa a experiência estética, o encontro, a formação artística e de público, o fomento à dança e arte locais.

 “Esse ano nós três, o festival JUNTA, assinamos a curadoria nacional dos espetáculos que vão estar no Panorama. Então, três trabalhos daqui de Teresina que a gente confia muito, acredita muito e acha muito importante que muitas pessoas assistam, vão estar no Rio dentro do festival de lá, estaremos fortalecendo essa parceria", explica Janaína Lobo. 

As produções piauienses que farão parte desse novo espaço criado através da parceria entre os dois festivais são: E|N|T|R|E, criado e dirigido por Datan Izaká; Trindade, da Só Homens Cia de Dança; e Treta, da Original Bomber Crew. Destes espetáculos, Trindade e Treta também se apresentação em Teresina no JUNTA.

07 de novembro de 2018

Daniela Mercury vai à Justiça contra deputado da Bahia por ofensas

Em vídeo, o pastor sargento Isidório (PSC) chama a cantora de "escrava de satanás" e diz que ela está com "problema de psiquiatra".

A cantora Daniela Mercury apresentou uma queixa na Justiça contra o deputado estadual da Bahia pastor sargento Isidório (PSC) após o parlamentar ter publicado um vídeo com ofensas contra a artista.
No vídeo, o pastor chama Daniela de "escrava de satanás", "puta", "endemoniada", entre outras injúrias. O deputado afirma que a cantora está com "problema de psiquiatra" e desrespeita os símbolos sagrados ao dizer que Jesus é gay, fazendo "sindicato da viadagem".
Em outro ponto do vídeo, o pastor diz que já foi gay, mas conheceu Jesus e sua vida foi transformada. Ele segue dizendo que "borracha não é pênis" e sexo deve ser feito "com pênis e vagina", condenando relações homossexuais. 
O ataque teria sido motivado pelas críticas feitas por Daniela Mercury dias antes pelo cancelamento, pelo governo de Pernambuco, da apresentação da peça "O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu", no Festival de Inverno de Garanhuns, onde Jesus seria interpretado por uma atriz transexual. Em show no mesmo evento, em 21 de julho, ela classificou a decisão de censura e "ignorância absurda".
Ao F5 da Folha de S.Paulo, Daniela classificou os comentários do pastor de ofensas descabidas e disse que o que motivou a queixa na Justiça foi o ataque à comunidade LGBTI e ao amor entre pessoas do mesmo sexo. "Em mais de 30 anos de carreira e, com todos os posicionamentos que tive na luta por direitos humanos e pelas minorias, nunca fui ofendida de tal maneira".


Foto: Reprodução/Instagram

Ela disse ainda que, ao lado se sua mulher, Malu Verçosa, construiu uma família em que ensinam respeito, tolerância e solidariedade com todos. "Tratar o meu relacionamento daquela forma é uma ofensa a todos que como eu se apaixonam e amam uma pessoa do mesmo sexo." 
A cantora nega ainda que tenha dito que Jesus é gay e alega que foram feitas montagens com o vídeo de suas críticas para forjar a comparação. "Não era uma manifestação religiosa e sim uma fala indignada contra a censura artística de uma peça teatral."
O advogado criminalista Ricardo Sidi, que representa a cantora, apresentou a queixa no último dia 1º, na 1ª Vara do Sistema dos Juizados Especiais Criminais do Fórum de Nazaré, na Bahia. O documento alega injúria com causa de aumento de pena por ter sido praticada na internet, o que leva a atingir mais pessoas.
Segundo Daniela, o vídeo repercutiu nas redes sociais do pastor e de apoiadores dele, além de canais do YouTube. "Hoje, mais de 3 meses depois da divulgação, ainda sou agredida diariamente pela situação que ele criou. As pessoas não vão procurar a verdade. Acreditam no que chega no WhatsApp delas. E o que chegou e se propagou foi a fala do deputado porque foi produzida para tal fim."
O advogado Sidi lembra ainda que, em abril, o Supremo Tribunal Federal mudou a regra do foro privilegiado de deputados e senadores e determinou que só permanecerão no STF os processos cujos crimes ocorreram durante o mandato do parlamentar e que estejam ligados às funções do cargo. Como as ofensas do pastor Isidório contra Daniela Mercury não têm relação com seu cargo público, o caso foi enviado à primeira instância.
O caso aguarda julgamento. Procurado pelo F5, o pastor Isidório não respondeu.

02 de novembro de 2018

01 de novembro de 2018

Festival de rock autoral movimenta a noite de Teresina, no Club dos Diários

Na 12ª edição do evento, 7 bandas sobem ao palco mostrando sons diversos, talento e criatividade.

Acontece nesta quinta-feira (01), com entrada franca, no Club dos Diários, a partir das 20h, o Autoralrock Made in Piauí, festival de música surgido em Teresina no ano de 2011, com o objetivo de mostrar um produto criativo e diverso de conjuntos musicais, segundo o idealizador do projeto, músico André Russo: "O festival já nasceu como ideia de repercussão positiva e contemplar a maior diversidade de estilos e referenciais de identidade cultural local e regional, bem como a representatividade de arte apropriada de experiências conceituais, buscando sempre a valorização da música-rock autoral", assinala.

Para essa 12º edição foram selecionadas sete atrações dos mais variados estilos para o evento que é amparado lei SIEC (Sistema de Incentivo Estadual à Cultura) e contará com as seguintes atrações: Dona Bia, Elétron, Neanderthais, Ned’s (Fortaleza-CE), Opera Decay (Timon-MA), RSU e Samanttha. A produção do festival é da althernativa produções artísticas que vem desenvolvendo um trabalho sociocultural há vários anos em prol da música autoral. 

Banda Elétron, uma das atrações da noite do festival, que tem entrada franca. Foto: Divulgação

A Elétron, banda que será uma das atrações, circula pela cena roqueira há quase uma década e meia, tendo participado de diversos festivais dentro e fora do estado é formada por Laercio Rezende nas guitarras e vocal, André Russo no contrabaixo, voz e letras e Diego Guedes na bateria. Com uma sonoridade e influências setentista e oitentista que passam pelo punk rock, pós-punk, rock alternativo, e vão até o rock and roll. Aborda em suas letras a vida urbana, cotidiana e suas dificuldades, mudanças de comportamento, os medos, os anseios, as incertezas, as dúvidas, as descrenças e desamores sob um olhar atento às transformações descartáveis de uma sociedade à beira do abismo, e dos que ainda buscam uma esperança cada vez mais perdida como também de injustiças permitidas de política partidária e humanitária corrupta.

31 de outubro de 2018

Óculos de sol fashionistas ganham adeptos na Capital

Lentes metalizadas nas armações coloridas e em lentes maiores são as apostas da temporada.

Passou do tempo que os óculos de sol eram apenas um acessório de proteção. Hoje eles fazem parte também das escolhas de moda das pessoas e refletem a personalidade e o estilo de cada usuário. Não à toa, esse é um dos mercados que mais cresce em todo o país. Em uma estimativa de 2017 para o setor de óculos, a Euromonitor, previu um crescimento de 1,4% no Brasil, movimentando R$ 15,43 bilhões em vendas.

Aquecendo esse setor, vem crescendo, cada vez mais, o número de marcas especializadas em óculos de sol. No campo virtual, com as facilidades da venda online, esse aumento é ainda mais perceptível. A empresária Nayara Quintela é uma das que decidiu investir em uma loja voltada para o segmento. Ela sempre trabalhou com vendas, mas há três anos, atraída pela flexibilidade de horário e pela variedade de produtos a serem oferecidos, decidiu abrir uma loja online para vendas de óculos de sol.


Nayara Quintela decidiu investir em uma loja do segmento. Foto: Reprodução/ODIA

“Resolvi dessa vez investir em acessórios por conta dessa variedade de óculos sempre disponíveis. Toda semana sai novidade, as marcas estão sempre lançando algo novo. E também acho muito legal porque, na verdade, você não vende só um produto, você vende uma imagem, é como se fosse uma consultoria. Você apresenta falando sobre os tipos de pele, do formato do rosto. Eu gosto desse envolvimento com o cliente”, conta Nayara.

A empresária afirma que o mercado de óculos de sol é um setor sempre movimentado por novidades e é isso que faz com que o acessório chame a atenção dos usuários. Os modelos mais chamativos e fashionistas, segundo Nayara, são os que mais têm procura. A internet ajuda não só a vender como também a lançar tendências.

“Toda vez, antes de comprar para a loja, dou uma pesquisada no mercado, vejo as últimas tendências, olho os perfis das blogueiras que são referências pra mim e também faço estudo de tendências. Os moderninhos estão bem em alta, esses mais diferentes são os maios procurados. Os modelos gatinhos já vendemos muito também, temos apostado nas lentes metalizadas nas armações coloridas e em lentes maiores”, pontua.

Rackel Meneses é influenciadora digital e uma apaixonada por óculos. No seu guarda-roupa, ela já contabiliza 42 modelos diferentes de óculos de sol. Para ela, escolher um deles é como escolher uma peça de roupa: totalmente necessário. “São totalmente indispensáveis. Não só por ser um acessório, mas principalmente pela proteção no nosso clima”, comenta.

Rackel Meneses é influenciadora digital e uma apaixonada por óculos. No seu guarda-roupa, ela já contabiliza 42 modelos diferentes. Foto: Reprodução/arquivo Pessoal 

Na hora de adquirir um novo modelo, ela diz que, sem dúvida alguma, os mais chamativos são os seus preferidos. Além do designer, Rackel pondera, principalmente, o formato do seu rosto. “Levo em consideração o modelo, tendência e se ficou bem com o formato do meu rosto. Os que mais me chamam a atenção são os que possuem pedrarias. Piro demais”, finaliza.

09 de outubro de 2018

Whindersson Nunes anuncia que vai doar mais de R$ 1 milhão para o Lar de Maria

Segundo humorista, doação será fruto de uma parceria com a Netflix, para gravação do seu novo DVD.

O humorista Whindersson Nunes anunciou que vai doar mais de R$ 1 milhão para a Fundação Lar de Maria, que ampara e dá total assistência a crianças carentes que passam por tratamento oncológico na capital, e que são provenientes de municípios do interior do Piauí e de outros estados.

De acordo com o youtuber piauiense, o dinheiro que será destinado ao Lar de Maria será fruto de uma parceria com a Netflix, provedora global de filmes e séries de televisão via streaming, que atualmente conta com mais de 100 milhões de assinantes.


O humorista Whindersson Nunes explicou que uma causa nobre o fez mudar a divulgação do seu DVD de uma plataforma gratuita (YouTube) para uma paga (Netflix) 


O anúncio da doação foi feito pelo humorista no último sábado (6), em seus stories na rede social Instagram. E no final da tarde desta terça ele usou novamente seus perfis em redes sociais para confirmar a doação milionária.

Além de comunicar sobre a doação, Whindersson aproveitou para agradecer aos seus milhões de fãs e seguidores, que, segundo ele, foram essenciais para que ele conquistasse tudo o que conquistou.

"Feliz em poder anunciar que nós vamos doar mais de R$ 1 milhão de reais para a fundação Lar de Maria, no Piauí, que ajuda crianças com câncer, com a gravação do nosso próximo DVD pro Netflix. Eu sempre falo nós porque tudo que eu consegui foi com vocês, foi por causa de vocês. Vocês que estão sempre comigo. Vocês também que chegaram agora, todos!", postou Whindersson.

Ele também faz uma reflexão sobre qual o propósito do seu sucesso, e conclui que a caridade é um desses propósitos. "Já parei muito e pensei: Deus, por que isso, por que essa fama? Por que esse sucesso? Eu vou perder tudo, Pai? Qual é meu propósito? E quando conseguimos fazer coisas como essa, eu entendo o caminho que Deus me mostra através da minha comédia... Não podemos mudar o mundo, mas podemos mudar o mundo das pessoas! Estamos dando esperança a muitas famílias! Eu amo vocês!", acrescentou o youtuber.

    

   

O Lar de Maria

A Casa de Apoio à Criança com Câncer – Lar de Maria foi inaugurada em junho de 2000. A instituição ampara crianças portadoras de câncer que se encontram em situação de vulnerabilidade social, sempre acompanhadas por um responsável, provenientes do interior do Piauí e de outros estados, durante o tratamento oncológico em Teresina.

O Lar de Maria oferece hospedagem, alimentação, material de higiene pessoal, roupas, calçados, brinquedos, cestas de alimentos, auxílio para aquisição de medicamentos, atividades sócio-educativas e de lazer, além de viabilizar o transporte dos pacientes por meio da compra de passagens.

A casa funciona como um ponto de apoio para os pacientes e seus familiares em Teresina, e é um dos principais projetos desenvolvidos pela Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer do Piauí. 

Segundo a entidade, o principal objetivo de suas ações é contribuir para a elevação da auto-estima dos pacientes durante os tratamentos, prestando assistência em diversas frentes.

A Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer do Piauí desenvolve suas atividades contando com o apoio de voluntários e de funcionários, que atuam principalmente na casa de apoio Lar de Maria e também no serviço de telemarketing da entidade.

Toda a manutenção destes projetos é efetuada graças às doações captadas pelas voluntárias e pelo telemarketing, por meio de campanhas realizadas durante o ano inteiro.

Contas para doação à Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer do Piauí (Lar de Maria):

Caixa Econômica Federal

Conta Poupança: 7935-6

Agência: 641

Operação: 013


Banco do Brasil

Conta Corrente: 42396-3

Agência: 4249-8

Bruno Mars 'contrata' Ed Sheeran para show particular de aniversário

Em vídeo compartilhado através da conta de Mars no Instagram, o músico Ed Sheeran aparece cantando "Happy Birthday Tou You", enquanto o aniversariante usa um chapéu de festa e come seu bolo.

O cantor Bruno Mars comemorou seu aniversário de 33 anos nesta segunda-feira (8) em boa companhia e com show exclusivo.

Em vídeo compartilhado através da conta de Mars no Instagram, o músico Ed Sheeran aparece cantando "Happy Birthday Tou You" (em tradução do inglês, "Parabés pra você"), enquanto o aniversariante usa um chapéu de festa e come seu bolo, pedindo para que o amigo repita a canção em tom de brincadeira.

Clique aqui para ver o vídeo.

"Você sabe que chegou lá quando pode contratar Ed Sheeran para te cantar 'Parabéns pra Você'", escreveu Bruno Mars na legenda da publicação. 

Em dezembro de 2017, o cantor vencedor do Grammy, Ed Sheeran recebeu uma MBE (uma honra de Estado britânica) pelos serviços prestados à música e à caridade do príncipe Charles em uma cerimônia no Palácio de Buckingham.


O intérprete de "Shape of You" foi o artista com o maior número de streams no serviço de música on-line Spotify globalmente em 2017, e seu terceiro álbum, "Divide", liderou as paradas de discos dos Estados Unidos.

Alguns meses depois, no início de 2018, ele anunciou noivado com a namorada, Cherry  Seaborn. "É genial conhecer pessoas famosas. Mas a vida não é isso. A realidade não é isso. Isso acabará um dia. E sei que a única pessoa que permanecerá é Cherry", disse na ocasião.

04 de outubro de 2018

No Piauí, captação de recursos cais mais de 40% em três anos

Segundo os dados, a implementação da legislação revela uma concentração principalmente na região Sudeste, apontando especialmente maiores incentivos para os estados de São Paulo e Rio .

Um estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) aponta que o apoio à cultura no Piauí através da Lei Rouanet reduziu mais de 40% nos últimos três anos. Em 2016 o Estado recebeu R$ 1.209.472,36, o valor caiu para R$ 1.152.834,01 no ano seguinte e em 2018, até o momento, foram captados apenas R$ 723.325,87.

A Lei, de 1991, foi estruturada para implementar, por meio de incentivo fiscal, do Fundo Nacional de Cultura e do Fundos de Investimentos Culturais e Artísticos (este nunca implantado), o financiamento de programas, projetos e ações culturais. No entanto, segundo os dados, a implementação da legislação revela uma concentração principalmente na região Sudeste, apontando especialmente maiores incentivos para os estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Os números do Piauí revelam que, este ano, o estado só captou 0,20% de todo o recurso distribuído pelo país. A porcentagem foi ainda menor em 2017. Apesar de ter recebido mais do que em 2018, no ano passado o total do montante de recursos financeiros que foi captado pelo Piauí só representou 0,10% dos incentivos.

No ano passado o Ministério da Cultura estabeleceu novas regras para mudar a realidade histórica de concentração regional de recursos captados entra as regiões, mas, para a CNM, as alterações não são suficientes porque não consideram o critério intraestadual. “A CNM compreende que se fazem necessárias, além dessas regras instituídas, outras complementares que fomentem a realização de projetos culturais nas regiões interioranas dos Estados”, pontua.

Os proponentes, que podem ser pessoas físicas com atuação na área cultural e/ou pessoas jurídicas de natureza cultural, são os responsáveis por apresentar, realizar e responder pelos projetos culturais. Sendo assim, um município pode propor seus projetos e, a partir da chancela do Ministério, é autorizado a iniciar a captação de recursos com os incentivadores.

29 de setembro de 2018

Um novo Felipão, mas com a mesma moral

Após oito anos na música gospel, o cantor anuncia seu retorno ao forró com a missão de reconstruir sua carreira.

Em meados dos anos 2000, o gingado no palco e a voz dele eram inconfundíveis. Naquela época, Felipão e Forró Moral, lideravam o segmento do forró. Agenda sempre lotada, recorde de público nos shows e canções que em pouco tempo se transformavam em verdadeiros sucessos. A correria desse auge foi seguida por um período mais reservado. 

Felipão abriu mão da carreira no forró para se dedicar a igreja e lá, de forma despretensiosa, acabou seguindo na música gospel, onde atuou durante oito anos. Há um ano, Felipão anunciou o seu retorno ao forró. Começava ai a missão de reconstruir sua carreira. Unindo a voz potente e marcante com o carisma e o gingado que poucos artistas conseguem no palco, Felipão vem fazendo a alegria de quem já o conhecia e agregando novos fãs ao público que o acompanha desde os anos 2000. 

Ao ODIA, o músico falou dessas fases que atravessou e sobre esse um ano de reorganizar sua carreira. Na entrevista a seguir ele comenta ainda sobre as mudanças da nova geração do forró e dos desafios que tem enfrentado.


Foto: Assis Fernandes/O Dia

Qual a principal bagagem que você carrega do início da carreira, da época do Felipão e Forró Moral?

A experiência de entender realmente como a música funciona. A gente não vive só de fazer música, a gente precisa entender como a coisa funciona se a gente quer viver profissionalmente disso. Acho que a largada precisa ser essa. Tem muita gente que tem muito talento, tem muita vontade, mas não consegue ativar essa carreira. Como a gente já vinha com toda essa bagagem, pra gente voltar hoje fica bem mais fácil. A gente começa a ir se articulando, se posicionando, voltando a fazer contatos que a gente tinha antes, voltando para os meios de comunicação. Muita coisa, lógico, mudou e essa bagagem acaba precisando de novidades.

O que te motivou a entrar no campo gospel?

A minha intenção na verdade não era me tornar um cantor gospel. Eu estava bem cansado. Na época o sucesso do Felipão e Forró Moral foi muito pesado, foi muito cansativo, teve muitos problemas na época, acho que por eu ser muito novo, minha família não tinha muita experiência, que era quem administrava a carreira comigo, a gente teve muito desentendimento. Foi algo que realmente não foi saudável pra mim, comecei a beber muito, minha vida virou uma loucura. E eu queria parar, queria ter uma vida normal. Resolvi parar e com pouco tempo fui convidado para conhecer uma igreja, em Fortaleza. Gostei muito do ambiente e daquela busca pela paz, pela tranquilidade, e entrei. Depois que eu entrei foi quando a coisa começou a acontecer. Comecei a receber convites para contar um pouco da minha história, e meu testemunho. Então eu fui entrando sem nenhuma intenção profissional. Na época eu montei duas empresas e estava trabalhando nelas. Eu visitava as igrejas e aonde eu chegava o pessoal perguntava se eu não podia cantar, ai a coisa foi indo e acabei passando oito anos nessa correria.

Como era o Felipão no segmento forró e como foi o Felipão no segmento gospel?

Na verdade, no Felipão e Forró Moral, eu era somente o artista, apesar de ser dono também, mas eu me envolvi completamente com a parte artística do projeto e a gestão eu não cuidava, parte dos erros foi isso, foi eu não querer saber das coisas. Já no gospel eu me envolvi em um trabalho muito pessoal, muito intimo, onde eu me envolvia com tudo, era eu que fazia meu CD, escrevi dois livros, botava o material no carro, ia para as igrejas. Então era um trabalho em uma proporção muito menor, com um apelo totalmente diferente, mas onde eu me envolvia do começo ao fim.


Foto: Assis Fernandes/O Dia

A volta ao forró foi um pedido dos fãs? Como foi esse retorno?

São muitos fatores, sempre digo que não dá para falar todos. Com o passar do tempo eu comecei a ver muita coisa que eu não gostei, que eu não concordava dentro do meio que eu estava e comecei a me questionar muito, comecei a passar por muitos questionamentos meus: ‘então quer dizer que quanto mais eu entrar, mas isso vai acontecer? mais vou ter que agir assim?’. E eu comecei a sentir que eu tinha que profissionalizar muito algo que eu não tinha como profissional, que pra mim era algo do coração. Isso me incomodava demais e comecei a ficar muito em dúvida, e eu não sei viver em dúvida. Quando eu começo a perder minha paz, quando eu começo a me questionar se aquilo não está me fazendo bem eu começo a viver um processo de mudanças. Fiz diversas coisas, tentei mudar, e não consegui. Funciona como um sistema, como um mercado também. Vi que não dava pra mim, prefiro fazer o forró e comercializar a está vivendo as coisas de Deus e tendo que comercializar.

O que você quis trazer como identidade, musicalmente falando, nessa nova fase no forró?

Falando de imagem, acho que a identidade do Felipão já é bem definida, é uma postura, uma dança, aquilo é muito único do personagem em cima do palco, acho que é algo que ficou. Em relação à parte musical é que eu vejo que a musica está em transformação o tempo todo. Apesar de já fazer um ano do retorno, eu estou em constante pesquisa para entender novamente qual a música que vamos fazer. Não acho que existe uma identidade fixa, porque acho que a música tem mudado o tempo todo, mas acho que tem que ter algo que as pessoas reconheçam que aquilo é Felipão. E eu estou nessa fase de descoberta e existe muita cobrança em cima do nosso nome, mas eu fico procurando respeitar o tempo de toda a ação e fazer as coisas no tempo certo.

Quais os principais desafios que você observa, no segmento do forró, fazendo um comparativo entre os anos 2000 e os dias atuais?

Eu vejo dois desafios. Primeiro é a parte da internet, a gente não tinha uma atuação tão grande na internet, a coisa ainda estava começando e hoje a internet é o segundo plano. A música é o principal e depois é colocar a música na internet, promovendo isso. É um desafio muito grande porque é um meio que muda o tempo todo, a gente precisa correr com a música, com o comercial, com a parte artística e ao mesmo tempo a gente precisa estar atualizado na internet entendendo como as coisas acontecem. O segundo desafio é que o forró em si se profissionalizou muito. Nos anos 2000 era tudo muito amador, as coisas iam acontecendo e hoje não, hoje tudo é muito organizado, tudo é muito profissionalizado.  O profissionalismo gera pra gente um desafio muito maior, você precisa ser excelente, precisa levar a coisa menos na brincadeira e mais na seriedade.

O que você sentiu do mercado, e também do público, nesse um ano desde que voltou aos palcos?

O público que curtiu o Felipão disse: ‘cara que saudade!’. E existe um novo público que só ouviu falar do Felipão e esse público hoje é o principal público, porque é quem estar consumindo. O público que curtiu o Felipão já passou mais o tempo, já casou, tem outras prioridades. Estamos vendo exatamente essa transformação e estamos conscientes que a gente precisa conquistar esse novo público. É um trabalho realmente de reinicio, de contar com o apoio de quem nos ama, mas conquistar novos fãs.

Já são mais 1,8 milhões de downloads e 7,3 milhões de execuções nos CDs promocionais e mais de 5,6 milhões de visualizações. Esses números te impressionam? A que você atribui eles?

Se você olhar que o Felipão passou quase dez anos fora do mercado e que em um ano a gente tem música que passaram de um milhão de downloads isso pra mim é algo para ser muito grato a esse público que está acompanhando. A gente precisa segurar um pouco a ansiedade e respeitar o tempo, o tempo vai nos ajudar a crescer ainda mais.

Entre os próximos projetos tem a gravação de novos clipes não é? O que você pensa para eles?

A gente já está com um clipe pronto, mas surgiu de lançar a música “Apaixonado Vagabundo”. O clipe de “Se arrependeu” deve sair no final de outubro. A gente tem muita coisa engatilhada, acontecendo.

27 de setembro de 2018

Katy Perry e Orlando Bloom fazem primeira aparição como casal

O ator e a cantora atenderam a um convite da realeza de Mônaco e compareceram a um evento oficial de uma ONG ambiental.

Juntos há três anos, Katy Perry, 33, e Orlando Bloom, 41, nunca haviam feito uma aparição em um evento oficial como casal. A primeira vez foi nesta quarta-feira (26) a convite da realeza de Mônaco.
O príncipe e a princesa Alberto e Charlene receberam os artistas no teatro Ópera de Monte-Carlo para o baile de gala da ONG ambiental Global Ocean. As modelos Isabeli Fontana, Luciana Gimenez e Alessandra Ambrosio também compareceram.
O objetivo do baile é promover a sustentabilidade dos oceanos para as próximas gerações e, assim, garantir o futuro do planeta, segundo nota divulgada pela realeza de Mônaco. Os presentes assistiram a concertos musicais e participaram de um jantar.


Foto: Getty Images/Pure People

Perry e Bloom mantêm um namoro cheio de idas e vindas e acabaram aparecendo às mesmas festas sem trocar, ao menos, uma palavra. No início do relacionamento, o casal compareceu a um baile de fantasias irreconhecíveis como Hillary e Bill Clinton.
Segundo a organização, outros artistas apoiam o movimento de proteção aos oceanos, como a cantora Madonna, os atores Pierce Brosnan e Hugh Grant, e a modelo Adriana Lima. Por meio de leilões, o dinheiro arrecadado é utilizado em investimento em tecnologia e prevenção na luta contra o mar de plástico que invade os oceanos.

24 de setembro de 2018

Após ser atacada na rede, Marília Mendonça posta foto com a família

Cantora e seus familiares foram ameaçados depois de ela postar vídeo se posicionando politicamente.

Depois de compartilhar vídeo a respeito de opiniões políticas, Marília Mendonça passou a ser fortemente atacada em suas redes sociais. A cantora apagou o vídeo sobre o assunto e compartilhou uma foto de sua família, pedindo paz após ela e seus familiares receberem diversas ameaças.

"Essa sou eu, aquela é minha mãe e aquele é meu irmão. Minha família é constituída dessas 3 pessoas, que juntas acreditaram nas promessas de Deus e nos seus sonhos. Eu sou uma menina de 23 anos, cheia de amigos das mais variadas formas e conceitos que sempre respeitou o seu espaço, e construiu com apenas algumas boas torcidas e muita fé, o que tenho hoje. Em uma noite, tudo o que foi construído com amor e carinho foi apagado na mente de algumas pessoas. Me sinto mal e minha cabeça dói por imaginar que anos de luta se basearam nisso, no final das contas"


Marilia Mendonça posta foto com a família (Foto: Reprodução/Instagram)

"Deixo aqui, o meu pedido de desculpas à todas as mulheres que acreditei estar defendendo naquele momento. Deixo aqui o meu pedido de desculpas à todos os homens, por em um instante de loucura acreditar que uma opinião não feriria a vocês. Eu realmente achei que poderia. Minha mãe tem recebido ataques tanto quanto o restante da minha família que nem compartilham da mesma opinião que a minha. Deixo aqui essa mensagem, e o meu profundo silêncio em qualquer questão que seja política. A gente pede encarecidamente PAZ! É isso que eu busco! Não posso opinar já que não sei do que o Brasil precisa! Tá na mão de vocês, galera! Boa sorte á todo mundo! Que Deus nos abençoe!", escreveu