• Natal
  • Policlinica
  • Motociclista
  • SOS Unimed
  • Novo app Jornal O Dia
Carreira & Negocios

Número de devedores brasileiros cresceu 2% em agosto

Uma das explicações para esses dados é a taxa de desemprego, que ainda é bastante alta.

18/11/2019 07:02h - Atualizado em 18/11/2019 09:56h

No Brasil, milhões de brasileiros se encontram com o nome negativado. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o número de devedores cresceu 2% em agosto de 2019, em relação ao mesmo período do ano passado. Só no mês de setembro, o número de inadimplentes aumentou cerca de 1,3% em comparação ao mesmo período de 2018.


Leia também: No Piauí, mulheres estão mais endividadas que homens 


Uma das explicações para esses dados é a taxa de desemprego, que ainda é bastante alta. Para Edemilson Motoda, presidente de uma empresa especializada em cobrança, a educação financeira é um dos principais pontos para sair das dívidas.

“Isso é algo primordial - planejamento - para que os gastos sejam menores do que o valor dos ganhos mensais. Além disso, para aqueles que já estão com contas em atraso, é importante que busquem o seu credor com o objetivo de negociar, evitando assim o acúmulo de encargos e juros”, disse.


Foto: Agência Brasil

Mesmo com o ritmo acelerado de reincidentes, é possível observar que o número de contas em atraso registrou queda de -2,5% no mês setembro, em comparação com mesma época de ano de 2018, segundo dados Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O percentual foi a quarta redução seguida e mais significativa desde dezembro de 2017.

 Ainda segundo levantamento da empesa especializada em cobranças, entre junho e agosto deste ano, houve uma média de 65% de recuperação (dívidas negociadas) em todas as regiões e segmentos em que a empresa atua. Se considerado apenas o setor de automóveis, o Norte se destaca com 83,14% de recuperação nas dívidas, seguido pelo Nordeste com 75,68%, Centro Oeste com 74,98%, Sudeste com 64,59% e Sul com 56,35%.

Por: Isabela Lopes, do Jornal O Dia

Deixe seu comentário