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Justiça nega liberdade a acusado de matar o estudante Gabriel Brenno

Deivid Ferreira da Silva está preso desde o dia 07 de agosto, quando se entregou à polícia e confessou o crime.

04/09/2019 08:55h - Atualizado em 06/09/2019 20:34h

A justiça negou, na tarde da última segunda-feira (02) o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa de Deivid Ferreira de Sousa, acusado de matar a tiros o estudante Gabriel Brenno Oliveira. O crime aconteceu em julho deste ano no Centro de Teresina e, segundo a polícia, teve motivações passionais. Deivid está preso desde 07 de agosto, quando se entregou e confessou a autoria dos disparos que tiraram a vida do estudante.



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A decisão de manter a prisão foi do desembargador Edvaldo Moura. Na peça, a defesa alega que Deivid é primário e que atualmente não responde por outros processos, o que tornaria sua prisão cautelar um “constrangimento ilegal”, sendo necessária sua soltura imediata. No entendimento do magistrado, no entanto, o acusado não se enquadra em nenhum pressuposto para soltura mediante habeas corpus.


Foto: Elias Fontinele/O Dia

Edvaldo Moura pontuou que “a prisão preventiva foi decretada como forma de garantir a ordem pública, considerando a gravidade concreta da conduta imputada ao paciente”. A prisão, segundo a decisão, é justificada e bem fundamentada, sendo isenta de ilegalidade. “Não verifico a ocorrência do alegado constrangimento ilegal, considerando que gravidade concreta constitui fundamento idôneo para a decretação do cárcere cautelar”, conclui o desembargador.

Entenda

Deivid Ferreira de Sousa foi preso no último dia 07 de agosto, acusado da morte de Gabriel Brenno Oliveira, em frente ao cursinho onde ele estudava, no Centro da Capital. Segundo as investigações da polícia, ele chegou em um veículo modelo Ônix, efetuou um tiro pelas costas da vítima e se evadiu do local logo em seguida. O crime teria sido premeditado e o acusado fugiu para a cidade de Matões-MA, após cometer o delito, tendo voltado a Teresina, onde foi preso 20 dias após o ocorrido. 

Por: Maria Clara Estrêla, com informações do TJPI

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