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Moaci Jr é condenado a 14 anos por acidente com membros do Salve Rainha

Pena pelas mortes de Júnior Araújo Bruno Queiroz foi de 11 anos e 3 meses. Por lesionar gravemente Jader Damasceno, ele pegou dois anos e seis meses.

05/03/2020 08:18h - Atualizado em 05/03/2020 15:19h

O julgamento de Moaci Moura da Silva Júnior, réu no acidente que causou a morte dos irmãos Bruno Queiroz e Júnior Araújo, e lesionou gravemente o jornalista Jader Damasceno, entrou pela noite e encerrou com a condenação réu a 14 anos de prisão. Na verdade, a sentença proferida pelo júri dizia que ele deveria cumprir 11 anos e 3 meses por cada morte causada, mas como os crimes são similares e a sentença as mesmas, o tempo de prisão não pode ser somado, ou seja, Moaci cumprirá apenas 11 anos e 3 meses pelos dois homicídios.


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No entanto, ele também foi condenado pelo crime de lesão corporal grave praticado contra Jader, o que lhe imputou aumento da pena em mais dois anos e seis meses de detenção a serem cumpridos inicialmente em regime fechado. Inicialmente, a pena será cumprida em regime fechado.


Foto: Assis Fernandes/O Dia

Poderá recorrer em liberdade

Apesar da condenação e da pena a ser cumprida em regime fechado, o juiz Sandro Francisco Rodrigues, titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Teresina, determinou que Moaci possa recorrer em liberdade, aplicando-lhe algumas medidas cautelares que já havia sido impostas no decorrer do processo. Ele terá sua carteira de habilitação suspensa, deverá obedecer toque de recolher, não poderá frequentar bares e boates ou similares, deverá comparecer em juízo no Centro de Assistência ao Preso Provisório e não poderá se ausentar de Teresina sem antes comunicar à Justiça.

Depoimento

Moaci foi o último a ser ouvido no tribunal. Em seu depoimento, ele pediu perdão à família de Jader e ao pai de Bruno e Júnior e disse que o acidente foi uma fatalidade. O réu negou ainda que tenha ingerido bebida alcoólica no dia do acidente. Moaci ressaltou também que não descumpriu o acordo de indenização firmado com o pai das vítimas. O réu afirmou que pagou R$ 200 mil a família.

Por: Maria Clara Estrêla

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