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Mulher é presa suspeita de integrar facção que atua dentro de presídios

Op. Intramuros acontece no PI, Tocantins e Goiás e cumpre 75 mandados de prisão. No PI uma mulher foi presa suspeita de tráfico de drogas.

15/04/2019 09:58h - Atualizado em 15/04/2019 10:19h

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta segunda-feira (15) uma operação para combater uma facção criminosa que atua dentro e fora de presídios. São 75 mandados de prisão expedidos pela Justiça e mais 72 de busca e apreensão sendo cumpridos em três estados: Goiás, Tocantins e Piauí. A operação foi denominada de Intramuros. 

Aqui no Piauí, o mandado que está sendo cumprido é de prisão contra uma mulher identificada pelas iniciais M.K.A.S, na cidade de Marcolândia. De acordo com a Polícia Civil, ela é acusada de tráfico de drogas e formação de organização criminosa. As investigações da Secretaria de Segurança do Tocantins apontaram que M.K.A.S seria parente de um dos integrantes da facção e que teria emprestado sua conta bancária para a quadrilha movimentar e lavar o dinheiro conseguido com o tráfico de drogas. Sua prisão foi coordenada pelo delegado titular de Picos, Agenor Júnior, com apoio de investigadores das delegacias de Picos e Simões.


A maior parte dos mandados está sendo cumprida no Tocantins, onde as investigações começara - Foto:  Wherbert Araújo/SSP-TO/Divulgação

As investigações começaram após agentes penitenciários encontrarem celulares dentro de um presídio do Tocantins – a Casa de Prisão Provisória de Paraíso – na região central do Estado. A polícia cumpre mandados em 14 cidades do estado tocantinense e até agora 50 pessoas foram presas lá. Já em Goiás, são cumpridas quatro ordens de prisão em Aparecida de Goiânia.

De acordo com a Secretaria de Segurança do Tocantins, de todos os alvos, pelo menos 30 estão dentro do sistema prisional. Eles são apontados como chefes da facção criminosa e comandam o tráfico de dentro da cadeia. Além de tráfico de drogas, os alvos são suspeitos de roubos e assassinatos.

As investigações da Polícia Civil do Tocantins duraram seis meses. A ação envolve 300 policiais

Por: Maria Clara Estrêla

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