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Polícia procura por ex-marinheiro suspeito de matar servidor público

As investigações apontam que o tiro que acertou as costa do servidor foi disparado de uma arma do ex-militar da Marinha do Brasil. Conduto, a defesa do suspeito nega as acusações.

17/02/2020 14:00h - Atualizado em 18/02/2020 09:09h

A Polícia do Piauí procura pelo ex-militar da Marinha do Brasil Lourival Bezerra Lima dos Santos, suspeito de matar com um tiro o servidor da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), Luciano da Silva Oliveira, de 41 anos, na noite do último domingo (16), dentro de um bar no bairro Matinha, Zona Norte de Teresina.

Luciano da Silva Oliveira, de 41 anos, morreu com tiro de arma de fogo. Foto: Reprodução Rede Sociais.

Segundo apontam as investigações, o tiro que acertou as costas do servidor foi disparado por uma pistola 9mm, que pertenceria a Lourival dos Santos, principal suspeito do crime. À imprensa, a defesa do ex-militar negou envolvimento do suspeito no crime.

Conforme o Capitão Dante, da Capitania dos Portos, o suspeito foi desligado do serviço ativo da Marinha em 2006, quando ocupava o cargo de cabo no setor de Aviação Naval.  

De acordo com o delegado Francisco Costa, o Barrêta, a vítima e o suspeito estavam bebendo juntos na hora do crime. Não há informações se houve desentendimento antes do tiro.

“Eles estavam bebendo juntos. Estava a esposa do suspeito, e até o cunhado dele. Portanto, o crime aconteceu na presença de várias pessoas. Não temos como precisar se houve desentendimento entre eles”, disse.

Em nota, a Semcaspi lamentou o ocorrido e afirmou que Luciano Oliveira trabalhava na secretaria há mais de 10 anos. Em outro trecho do texto, afirma que “vai acompanhar o inquérito policial a fim de que as circunstâncias sobre sua morte sejam esclarecidas e a Justiça seja feita".

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga o caso. O suspeito deve se apresentar à polícia nos próximos dias para prestar esclarecimentos. 

Edição: Adriana Magalhães
Por: Jorge Machado, do Jornal O Dia

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