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Elmano diz que Reforma da Previdência não retira direitos

Em entrevista, o parlamentar fala ainda sobre reformas e julgamento de prisão em segunda instância.

25/10/2019 16:25h - Atualizado em 30/10/2019 15:44h

O senador Elmano Férrer (Podemos) considerou positiva a aprovação do texto base da Reforma da Previdência concluída pelo Senado Federal em Brasília na última quarta-feira (23). Em entrevista ao Jornal O Dia News 1ª Edição, na tarde desta sexta-feira (25), o parlamentar afirmou que está “foi a reforma possível dentre todas as reformas que o Brasil precisa passar”.


Senador Elmano Férrer afirma que reforma beneficia segmento da população. Foto: Elias Fontenele 

Segundo o parlamentar, a reforma beneficia um segmento importante da população brasileira.  Ele diz ainda que é preciso que haja outras reformas, como a Tributária, Política e Administrativa.

“Há uma insatisfação com relação aos serviços públicos brasileiros nas áreas da segurança pública, saúde, e logicamente do emprego. Vivemos numa sociedade que precisamos fazer um esforço muito grande para reduzirmos essa questão do desemprego e dos serviços públicos em geral”, contou.

Questionado se concordava com a declaração dada pelo presidente Jair Bolsonaro à imprensa, que disse que a Reforma da Previdência representaria a troca de direitos em função de ter trabalho, Elmano ressaltou que direitos assegurados pela constituição não serão suprimidos e o que existe é uma ansiedade dos brasileiros para que país volte a crescer.

“A Constituição não suprime direitos. Agora, o que existe é uma Reforma no meio entendimento possível. Todos nós temos que retornar as atividades econômicas rapidamente. Temos 10 meses de Governo e há uma ansiedade, inquietação inclusive, daqueles que o escolheram. O país tem que deslanchar e dados econômicos sinalizam que existe já uma retoma das atividades econômicas e tudo isso é uma questão de tempo”, disse.

Elmano Férrer diz Brasil é o país da impunidade. Foto: Elias Fontenele

Sobre as declarações feitas no plenário da Câmara ontem (24), no que diz respeito ao julgamento de prisão após condenação em segunda instância, que segue em votação Supremo Tribunal Federal (STF), o parlamentar afirmou que o Brasil é o país da impunidade.

“Somos o país da impunidade, lamentavelmente. O país em que morrem mais de 60 mil pessoas por ano em crimes violentos. Diferentemente dos que pesam, eu apoio a operação Lava Jato como as 10 medidas ante crimes e violência. Temos que avançar na área da segurança, e o presidente foi eleito falando sobre todas essas questões”, finaliza.

Edição: Adriana Magalhães
Por: Jorge Machado, do Jornal O Dia

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