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Elmano fala sobre retirada de assinatura da CPI da Lava Toga

'Não queria ser responsabilizado', disse o senador piauiense, que já tinha sido o 27º parlamentar a assinar a proposta.

21/10/2019 07:10h

O senador Elmano Ferrer (POD) voltou a comentar a polêmica envolvendo a retirada de sua assinatura no requerimento que solicitava a instalação da chamada CPI da Lava Toga, que visa investigar atos de membros dos tribunais superiores do país. O piauiense tinha sido o 27º senador a assinar a proposta, mas voltou atrás, segundo ele, por temer a geração de uma ‘crise institucional’ entre os poderes da República. 


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“Não queria ser responsabilizado amanhã por um processo de crise que poderia ser gerado, por um poder chegar a fazer determinadas investigações de ministros do Supremo Tribunal. É uma coisa que não pode ser de forma repentina. Eu assinei e depois refleti. Não tenho problema em assinar e retirar assinatura. Cheguei à conclusão de que poderia ser o responsável amanhã por um processo de crise institucional de consequências imprevisíveis”, disse. 


O senador assinou pela instalação da CPI, mas depois retirou o nome - Foto: Jailson Soares/O Dia

Elmano também negou que o episódio tenha criado dificuldades na sua relação com a bancada do Podemos, uma vez que o líder do partido no Senado, Álvaro Dias, era um dos maiores entusiastas da criação da CPI da Lava Toga. “Permaneço no partido. Somos hoje a segunda maior bancada do Senado Federal”, afirmou Elmano. 

Por: Natanael Souza, do Jornal O Dia

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