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Junior do MP3 descarta consenso antes das prévias partidárias

“Continuo firme, sou pré-candidato e vou às prévias. Isso é um terrorismo psicológico, mas não tem nenhum problema", disparou.

04/10/2019 06:52h

Um dos atuais pré-candidatos do Partido dos Trabalhadores (PT) para concorrer à Prefeitura de Teresina nas próximas eleições, o líder comunitário Júnior do MP3 descartou, em entrevista ao Jornal O Dia, qualquer intenção de abrir mão do seu pleito neste momento, mas ressaltou estar aberto ao diálogo com os demais nomes em disputa, Fábio Novo e Franzé Silva.

“Continuo firme, sou pré-candidato e vou às prévias. Isso é um terrorismo psicológico, mas não tem nenhum problema, faz parte do jogo. Só lamento que alguns companheiros compartilhem esse tipo de informação, mas continuo [...] O consenso virá, mas vai acontecer depois das prévias”, disse o pré-candidato, se referindo a algumas informações de bastidores que tem circulado de que ele teria desistido da pré-campanha.


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As prévias do PT, evento que antecede as convenções partidárias, devem ocorrer por volta de maio do próximo ano. Até lá, Junior reitera seu nome entre os postulantes ao Executivo da capital, mas afirmou estar aberto ao diálogo com os demais pré-candidatos da agremiação. “Não sou inflexível, mas não vou retirar meu nome”, enfatizou.


O ativista social diz que PT precisa representar a periferia - Foto: Elias Fontinele/O Dia

Divergências

Apesar de muitas lideranças do partido defenderem o consenso em relação a candidatura majoritária, Junior revela que um dos principais motivos para prosseguir pleiteando a vaga é por discordar da maneira como a legenda vem sendo conduzida, tanto a nível local quanto nacional.

“Somos todos petistas, mas queremos um caminho diferente. Queremos dirigir a Prefeitura de forma diferente. Não concordo muito com o que o grupo majoritário do PT, que é o mesmo que dirige o Palácio de Karnak e o mesmo que dirige o Brasil, faça o mesmo em Teresina. Quero uma coisa diferente, mais comunitária e social, direcionada exatamente para a periferia”, finalizou.

Por: Breno Cavalcante, do Jornal O Dia

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