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Políticos temem impacto do novo coronavírus na economia do estado

O temor que é a queda na atividade econômica causado pela doença reduza a arrecadação de recursos públicos.

18/03/2020 13:05h

Além do alerta em torno das políticas de saúde pública, a pandemia do novo coronavírus (COVID-19) tem preocupado gestores piauienses por conta de um potencial impacto negativo na economia. O temor que é a queda na atividade econômica causado pela doença reduza a arrecadação de recursos públicos.

Pecuarista, o deputado João Madison (MDB) afirma que o segmento ainda não vem tendo impactos significativos por conta do COVID-19 e ressalta a importância de ações de prevenção e controle da patologia. 


“No momento ainda não afetou, mas poderá afetar sim, porque se não conseguirmos parar, se não seguirmos todas as orientações das autoridades, iremos paralisar a economia”.

Mesmo sem nenhum caso confirmado em Teresina até esta terça-feira (17), o prefeito Firmino Filho (PSDB) declarou situação de emergência no município e suspendeu o funcionamento de várias pastas da máquina pública municipal. Na capital, várias empresas também têm diminuído, ou até mesmo paralisado, suas atividades, dada a ameaça de contaminação. 

“Temos a necessidade de, em um momento de crise como esse, aumentarmos a liquidez do sistema, para que as empresas e os entes federativos possam dar sequência das suas obrigações. Caso não seja feito nada por parte dos gestores da economia nacional, podemos ter uma crise como tivemos em 1929”, afirma o prefeito Firmino Filho (PSDB), que declarou situação de emergência de Teresina nesta terça-feira (17) por conta da doença.

Já o governador Wellington Dias (PT) pontuou a necessidade de implantação de ações chamadas anticíclicas, inclusive com a antecipação de obras investimentos que estavam previstos somente para o próximo ano. “É hora de garantirmos uma movimentação maior na economia para sustentar o crescimento e os empregos. No Piauí vamos ampliar investimentos, agora não adianta ser apenas o Piauí, é preciso que todo o Brasil, através do poder público, fazer ações na área da construção civil, ou de serviços, para gerar emprego e renda para movimentar a economia”, enfatiza.

Edição: João Magalhães
Por: Breno Cavalcante

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