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Wellington Dias e presidente da CNM discutem partilha de recursos

O chefe do executivo defende que o tema da reforma tributária deve ir adiante, sendo discutido junto com o pacto federativo.

20/02/2020 07:51h

O governador Wellington Dias esteve reunido nesta quarta-feira (19) com o presidente da Confederação Nacional de Municípios, Glademir Aroldi, em Brasília, para tratar a respeito da pauta federativa, conjunto de projetos que tramitam no Congresso Federal e dizem respeito à partilha de recursos entre União, Estados e Municípios. O chefe do executivo defende que o tema da reforma tributária deve ir adiante, sendo discutido junto com o pacto federativo para que haja uma distribuição mais justa.


O governador cumpriu agenda em Brasília e se reuniu com Glademir Aroldi, que preside a Confederação Nacional dos Municípios - Foto: Reprodução

“O tema da reforma tributária tem que ir adiante, mas temos que tratar junto com o tema do Pacto Federativo para que haja uma distribuição mais justa nisso, tem a ver com a distribuição de royalties e participação especial. O ministro (da Economia) Paulo Guedes se comprometeu em agenda com os governadores e com os municípios de descentralizar receitas para estados e municípios voltados a investimentos e à nossa necessidade. São recursos para investimentos e para fazer crescer e destravar a economia, garantir a geração de emprego e renda, que é isso que verdadeiramente dá equilíbrio”, afirmou Wellington Dias.

Aroldi comemorou a parceria com o governador e ressaltou a necessidade de discutir mais a fundo esse tema. “Quero agradecer muito a parceria com o governador Wellington, que tem sido um defensor das causas dos estados e dos municípios brasileiros, entendendo perfeitamente através do seu conhecimento de que esta federação tem um sistema de quatro, mas o modelo que está sendo praticado não está atendendo as necessidades da população brasileira, então precisamos reverter essa lógica, que não atende mais às necessidades e colocar recursos lá na ponta. Temos aí algumas pautas que são extremamente importantes para que isso possa efetivamente sair do discurso e acontecer”, disse.

Por: Natanael Souza, do Jornal O Dia

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