• Enem
  • Jovens escritores 2019
  • Banner paraíba
  • AZ no rádio
  • cachoeir piaui
  • Novo app Jornal O Dia
  • TV O DIA att
  • TV O Dia - fullbanner

Notícias Tecnologia

22 de maio de 2019

Facebook apaga fake news e contas de extrema-direita

Facebook apaga fake news e contas de extrema-direita

Nos últimos três meses, ONG descobriu páginas suspeitas na rede social na França, Alemanha, Itália, no Reino Unido, na Polónia e Espanha.

Estudo da organização não governamental (ONG) Avaaz identificou mais de 500 contas do Facebook usadas para disseminar notícias falsas. A rede de contas de extrema-direita publicava discursos de ódio e pretendia “espalhar mensagens de supremacia branca”, segundo a edição online do jornal britânico The Guardian.

Apesar dos esforços constantes do Facebook, a rede social tem sido invadida por publicações de desinformação e redes de contas falsas que pretendem tornar virais as chamadas fake news.

Nos últimos três meses, a ONG descobriu páginas suspeitas na rede social na França, Alemanha, Itália, no Reino Unido, na Polónia e Espanha.

A rede social eliminou contas que tinham cerca de 6 milhões de seguidores e em que proliferavam notícias falsas e discursos de ódio.


Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A maioria foi descoberta por publicar e partilhar, por meio de perfis falsos, conteúdo desinformativo e de incitamento ao ódio. A Avaaz está investigando ainda, no entanto, centenas de outras contas, com mais de 26 milhões de seguidores, que podem ser expostos a conteúdos suspeitos.

Essas redes eram muito mais populares do que as páginas oficiais dos grupos populistas de extrema-direita e anti-União Europeia (UE) naqueles países, de acordo com o The Guardian.

“As páginas têm altos níveis de interação. Não importa quantos seguidores tem, se não houver interações”, disse Christoph Schott, diretor de campanha do grupo Avaaz. "Eles têm mais de 500 milhões de visualizações apenas nas páginas apagadas, o que é mais do que o número de eleitores na UE", acrescentou.

Armas de destruição em massa

A Avaaz encontrou, até agora, mais de 550 páginas e grupos, assim como 328 perfis que partilhavam notícias falsas. Embora o Facebook as tenha apagado, a maioria dessas páginas foi visualizada cerca de 533 milhões de vezes, em apenas três meses

19 de maio de 2019

Relatório aponta problemas que afetam

Relatório aponta problemas que afetam "saúde" da internet

Avanço da inteligência artificial (IA) preocupa especialistas em todo o mundo

O quão “saudável” é a internet no mundo? De que maneira os desenvolvimentos recentes impactam e melhoram (ou pioram) a “saúde” da web? Segundo a Fundação Mozilla, mudanças na inteligência artificial, na publicidade digital e na coleta e no processamento de dados são necessárias, afetam o estado da rede mundial de computadores e precisam ser discutidas pela sociedade.

As tendências estão no relatório “Internet Health Report 2019”, uma compilação de estudos e análises para identificar periodicamente os principais problemas da internet, mapear o que influencia esse ecossistema e discutir estratégias a serem adotadas por diversos atores (como governos, empresas e organizações da sociedade) para enfrentá-los e construir o que a fundação chama de uma web “mais saudável”.

Uma das principais preocupações é com o avanço da inteligência artificial (IA), cada vez mais disseminado no ambiente online hoje. “Sem necessariamente saber, qualquer um que use internet hoje está interagindo com alguma forma de automatização de IA”, registra o relatório.

Segundo o estudo, é preciso entender essas tecnologias, decidir o que se quer para elas e prestar atenção aos riscos. Grandes empresas de tecnologia vêm direcionando os avanços no tema a partir de sua imensa base de dados (como as plataformas Amazon, Facebook, Google e Microsoft). Entre as inovações dessas companhias estão sistemas de reconhecimento facial vendidos a governos para repressão, ainda que haja registros de erros graves nesses sistemas e riscos à privacidade.

Em abril deste ano, o Google anunciou a criação de um “conselho de ética” para supervisionar o desenvolvimento dessas soluções técnicas. A iniciativa foi recebida com críticas tanto de trabalhadores quanto de indivíduos e organizações, que apontaram a falta de efetividade no projeto. Diante disso, a companhia abandonou a proposta.

Um caso citado como exemplo no relatório foi a decisão de um grupo de pesquisadores (OpenAI, IA aberta, no termo em inglês) de não divulgar uma tecnologia de IA que podia escrever automaticamente textos realistas baseados no conteúdo existente na web. A decisão ocorreu pelo receio dos pesquisadores com usos negativos do sistema. 

Os autores defendem uma maior autonomia dos indivíduos em relação a esta tecnologia.

15 de maio de 2019

Usuários de smartphone devem atualizar WhatsApp, orienta empresa

Usuários de smartphone devem atualizar WhatsApp, orienta empresa

Pedido é feito após falha em segurança.

O WhatsApp divulgou hoje (14) recomendações a usuários para que atualizem o aplicativo em seus smartphones. O motivo da orientação diz respeito a uma falha na segurança que teria permitido o acesso de hackers e a instalação de pequenos programas maliciosos (spywares) para coletar informações dos usuários.

A ação teria utilizado um software de espionagem semelhante aos desenvolvidos pela empresa israelense NSO Group, que comercializa soluções deste tipo junto a governos. Por meio do programa, os hackers teriam como acessar informações dos smartphones dos usuários de forma remota.


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

“O WhatsApp incentiva as pessoas a atualizarem o nosso aplicativo para a versão mais recente, assim como manter o sistema operacional dos dispositivos atualizados, a fim de proteger contra possíveis ataques destinados a comprometer as informações armazenadas em dispositivos móveis”, destacou a empresa em resposta à Agência Brasil.

Para atualizar o programa, a pessoa deve desinstalar o WhatsApp e baixar a última versão disponível na loja de aplicativos do seu smatphone (como a Play Store, do Google, ou a Apple Store, da empresa de mesmo nome).

A empresa orienta ainda os usuários a manterem os sistemas operacionais atualizados, pois a ação dos invasores pode se beneficiar dessa vulnerabilidade.

O WhatsApp é a maior rede social de troca de mensagens do mundo, com mais de 1,5 bilhão de usuários. No Brasil, o último número divulgado dava conta de uma base de cerca de 130 milhões de pessoas.

14 de maio de 2019

'Foi um susto e um horror', diz mulher que teve Whats hackeado

'Foi um susto e um horror', diz mulher que teve Whats hackeado

A companhia recomenda avisar amigos e família no caso de a conta ser acessada por terceiros.

A consultora de moda Claudia Romano, 47, conta ter passado um grande susto na semana passada ao ter sua conta de WhatsApp invadida.

Era um dia corrido, em que ela trabalhava no lançamento de uma nova loja, recebendo muitas ligações e mensagens. 

De uma mulher desconhecida, recebeu link com convite para se juntar a um grupo de maquiagem que ela estaria montando. Apressada, Romano selecionou a mensagem do link e clicou em responder para perguntar quem era a interlocutora. A tela do telefone ficou escura.

Quando conseguiu usar o celular novamente, tentou então fechar o aplicativo do WhatsApp e abrir outra vez. Foi informada que havia acabado de entrar com uma senha de acesso e só poderia pedir uma nova depois de seis horas.

Romano entendeu o que isso significa poucos minutos depois. Recebeu em casa uma ligação do marido perguntando se havia algo errado. Ele tinha acabado de receber uma mensagem da esposa pedindo que depositasse dinheiro na conta de uma amiga que estaria com a mãe internada.

Logo outros amigos ligaram. Percebendo o potencial da confusão, Romano pediu a seus filhos que avisassem os demais familiares para não acreditar em nenhuma mensagem que viesse dela.

"Meu filho mandou uma mensagem no grupo da família avisando que meu celular foi hackeado. Dois minutos depois, a pessoa que invadiu meu celular disse, se passando por mim, que já estava tudo resolvido."

Romano buscou ajuda imediatamente em uma loja de sua operadora de celular. Recebeu a orientação de procurar o suporte do WhatsApp, que cancelou o acesso a sua conta.

Mesmo com o problema resolvido, Romano preferiu não voltar a usar o número de celular antigo. Mandou mensagens para as pessoas conhecidas explicando o que aconteceu e colocou avisos em seus perfis nas redes sociais. A confusão toda durou cerca de duas horas, diz.

"O pior foi o susto e a possibilidade de alguém falar em meu nome, o que é um horror. Tenho credibilidade, dá medo de que as pessoas acreditem no que estão falando em meu nome."

Em sua avaliação, seu erro foi ter agido precipitadamente ao responder a mensagem da desconhecida.

O WhatsApp não comentou o caso específico, mas lembrou que há uma página com informações de segurança na área de perguntas frequentes de seu site.

A empresa recomenda nunca compartilhar o código de verificação da conta, que a empresa manda por SMS para validar a identidade de um usuário.

A companhia recomenda avisar amigos e família no caso de a conta ser acessada por terceiros.

Para recuperar uma conta roubada, a companhia recomenda acessar o aplicativo e solicitar um novo código de verificação de seis dígitos. Quando ele é inserido, a outra pessoa que está usando seu número é desconectada, explica a empresa.

O ataque sofrido por Romano não tem ligação direta com a vulnerabilidade identificada pela empresa nesta semana e que levou a companhia a pedir que todos os usuários atualizem o aplicativo para a versão mais recente.

Renato Opice Blum , coordenador do curso de direito digital e proteção de dados do Insper, recomenda que, para evitar problemas do tipo, usuários habilitem a opção de dupla autenticação para uso do WhatsApp.

Com ela, a verificação da identidade do usuário passa a ser feita em duas etapas. Além do código via SMS, o aplicativo passa a solicitar também uma senha de seis dígitos criada pelo usuário no processo.

"A dupla autenticação tem de ser regra. Assim, se você sofre um ataque, dificulta muito a vida do invasor."

Opice Blum  diz que é importante manter o aplicativo sempre atualizado e, em caso de problemas, entrar em contato com a operadora de telefonia e o WhatsApp para buscar uma solução breve.

Também recomenda registrar um Boletim de Ocorrência, para o caso de ser necessário buscar reaver algum prejuízo futuro.

Dispositivo auxilia deficientes visuais a reconhecerem pessoas e objetos

Dispositivo auxilia deficientes visuais a reconhecerem pessoas e objetos

Com uma câmera inteligente, o aparelho consegue fazer a leitura das informações à sua frente e, por meio de áudio, repassar ao usuário.

Um aparelho que pretende mudar a vida das pessoas com deficiência visual. Esta é a finalidade de um dispositivo de inteligência e visão artificial desenvolvido para pessoas cegas ou com baixa visão. O OrCam MyEye possui aproximadamente o tamanho de um pen drive e é um dispositivo que fica acoplado aos óculos. Com uma câmera inteligente, ele consegue fazer a leitura fácil das informações à sua frente e, por meio de áudio, repassar ao usuário.

No Piauí, há apenas três desses dispositivos, que se encontram na biblioteca da Associação dos Cegos do Piauí (Acep) e estão disponíveis para o público gratuitamente. A advogada Camila de Sousa Marques é uma das pessoas que já fez uso deste aparelho e conta como ele mudou sua vida.

“Eu não tenho [o aparelho], mas usei o da Associação dos Cegos, dentro das dependências da instituição. Eu utilizava para estudar, inclusive para a segunda fase da prova da OAB. Levava meus livros para a instituição e utilizava o equipamento lá. Fui treinada e usava com a supervisão de um professor. É fácil usar, basta posicionar o objeto na frente da câmera, ele tira uma foto e, a partir do banco de dados dele, ele analisa e fornece a informação do que está aparecendo lá, como um produto, pessoa ou texto”, comenta.


Camila de Sousa usou o dispositivo para estudar para as provas da OAB e o resultado foi positivo. Foto: Assis Fernandes/ODIA

Segundo Camila de Sousa Marques, o dispositivo visa dar mais autonomia para a pessoa com deficiência, garantindo que ela consiga desenvolver qualquer atividade. Graças ao aparelho, a jovem conseguiu estudar para o Exame da Ordem e logrou êxito. Para Camila, a popularização do dispositivo daria a possibilidade de mais pessoas com deficiência visual serem incluídas na sociedade, inclusive assumindo funções em cargos públicos.

“Uma pessoa que em deficiência procura mais autonomia e meios que possam torná-la o mais independente possível, esses óculos possibilitam isso. Eu conseguia ler as páginas sozinha e a emoção de abrir um livro, de ler, ver as cores e até mesmo por conta da minha profissão, é indescritível. É uma nova janela que se abre para as pessoas com deficiência, uma oportunidade de inclusão. Seria de fundamental importância ter esse dispositivo nas bibliotecas públicas. Imagina o quanto tornaria uma pessoa independente se ela trabalhasse em um órgão público? Seria incrível. Inclusive, o dispositivo lê escritos manuais, ou seja, o chefe pode deixar um bilhete para mim e eu vou poder ler”, pontua.

O presidente da Comissão da Pessoa com Deficiência da OAB-PI destaca que a instituição tem o interesse em discutir com os órgãos públicos a possibilidade de adquirir mais aparelhos, para que mais pessoas possam ter acesso de forma gratuita. “Nós vamos conversar com os órgãos públicos, até porque temos uma Secretaria de Inclusão da Pessoa com Deficiência do Piauí, então fazer com que esse órgão público possa adquirir esse equipamento e colocar à disposição das pessoas com deficiência do Estado, para que elas possam progredir”, ressalta.

O dispositivo

O aparelho pesa apenas 22,5g e pode ser acoplado à armação de quaisquer óculos. Ele lê a informação disponível de forma prática, fácil e instantânea em qualquer superfície, de perto ou de longe e a reproduz em áudio, discretamente, no ouvido do usuário. Também faz leituras, mesmo offline, de textos e números. Além disso, consegue identificar cores e tonalidades, reconhecer pessoas e gêneros, rostos, informar a data e a hora com o simples gesto de girar o pulso, cédulas de dinheiro (reais e dólares) e identificar produtos pelo código de barras. E tudo isso em três idiomas: português, inglês e espanhol.

09 de maio de 2019

Google irá incorporar realidade aumentada a ferramenta de buscas

Google irá incorporar realidade aumentada a ferramenta de buscas

Para desenvolver novos modelos tridimensionais, o Google anunciou parcerias com a agência espacial americana NASA.

O Google anunciou que seu buscador passará a incorporar recursos de realidade aumentada a partir do fim deste mês. Com a tecnologia, é possível fazer com que objetos virtuais tridimensionais interajam com o ambiente do usuário por meio da câmera do celular.

Em uma demonstração durante o Google I/O, sua conferência para desenvolvedores, uma funcionária da empresa fez uma busca por "tubarão branco". Após clicar na opção de realidade aumentada, a câmera do celular foi acionada e um modelo interativo de tubarão apareceu na imagem como se estivesse flutuando sobre o palco.

Pelo menos no começo, o serviço terá conteúdo limitado. Para desenvolver novos modelos tridimensionais, o Google anunciou parcerias com a agência espacial americana NASA, com a startup de educação em anatomia Visible Body, e com marcas como New Balance, Samsung, e Volvo.


Foto: Divulgação/Google

A empresa também demonstrou novas funcionalidades do aplicativo Google Lens, que usa a câmera do celular para pesquisar informações sobre o entorno do usuário.

Uma das novidades é a possibilidade de usar o app para analisar cardápios de restaurantes. Com a imagem do menu, ele mostra quais pratos são mais populares e como foram avaliados por frequentadores. Também é possível apontar a câmera para uma nota fiscal e dividir automaticamente a conta.

A mesma tecnologia será usada para tornar interativos outros materiais físicos. A empresa anunciou parcerias com o museu De Young, de San Francisco, e com a revista de gastronomia "Bon Appetit".

07 de maio de 2019

Google lança versões mais baratas de seu smartphone Pixel

Google lança versões mais baratas de seu smartphone Pixel

Os smartphones estarão disponíveis em 13 países. Não há previsão de lançamento no Brasil, onde, até hoje, nenhum dos Pixel foi oficialmente vendido.

O Google lançou nesta terça-feira (7) dois novos celulares, o Pixel 3a e o Pixel 3a XL. Com preços a partir de US$ 399 e US$ 479 (R$ 1.580 e R$ 1.897), respectivamente, eles devem competir numa faixa intermediária, abaixo do Pixel 3, topo de linha lançado em outubro do ano passado que custa ao menos US$ 799 (R$ 3.165).

Os smartphones estarão disponíveis em 13 países. Não há previsão de lançamento no Brasil, onde, até hoje, nenhum dos Pixel foi oficialmente vendido.

Um dos atrativos dos novos aparelhos é ter a mesma câmera dos Pixel 3, considerada por analistas uma das melhores do mercado, por um preço mais baixo. Eles também incluem uma entrada para fones de ouvido, eliminada das versões mais caras.

A principal diferença entre as duas novas versões é o tamanho da tela, de 5,6 polegadas no Pixel 3a e 6 polegadas no 3a XL.

A venda de aparelhos mais baratos é vista como uma tentativa de o Google aumentar sua participação no mercado de smartphones, no qual vem enfrentando dificuldades. Na semana passada, em reunião com acionistas, a empresa apontou queda nas vendas do Pixel no primeiro trimestre em relação ao ano anterior. 

Este é o segundo lançamento desde que o Google concluiu a aquisição de uma parte da divisão de celulares da taiwanesa HTC por US$ 1,1 bilhão (R$ 4,35 bilhões), em janeiro de 2018. No negócio, anunciado pela primeira vez em setembro de 2017, os americanos ficaram com 2.000 funcionários da companhia taiwanesa.

O anúncio também é um passo em direção à consolidação dos investimentos do Google no mercado de celulares, que, ao longo dos anos, foi inconstante.

De 2010 a 2015, a empresa teve a linha Nexus, em que fazia parcerias com fabricantes para desenvolver smartphones com sua visão. Em 2012, pareceu que dobraria a aposta no segmento ao adquirir a divisão de celulares da Motorola por US$ 12,5 bilhões (R$ 49,5 bilhões). Menos de dois anos depois, contudo, vendeu-a para a chinesa Lenovo por US$ 2,9 bilhões (R$ 11,5 bilhões), mantendo apenas o portfólio de patentes da pioneira americana.

Além da sequência de prejuízos milionários da Motorola, um dos motivos aventados à época para a mudança de curso foi que a aquisição havia colocado o Google em concorrência com seus principais clientes, os fabricantes de smartphone que usam o sistema operacional Android, hoje com mais de 2,5 bilhões de usuários ativos.

Em 2016, foi lançado o primeiro celular Pixel e desde então a lista de eletrônicos "made by Google" vem aumentando. A empresa já lançou laptops, caixas de som inteligentes, fones de ouvido, equipamentos de realidade virtual, entre outros.

Mas crescer no mercado de smartphones, dominado pelo duopólio Apple-Samsung, tem sido um desafio. A empresa não divulga números, mas um levantamento da IDC estimou que em 2017, foram vendidos apenas 3,9 milhões de aparelhos Pixel em um mercado de 1,5 bilhão de celulares inteligentes.

*O jornalista viajou a Mountain View a convite do Google.

14 de abril de 2019

WhatsApp, Facebook e Instagram voltam após apagão global

WhatsApp, Facebook e Instagram voltam após apagão global

As reclamações acerca de todos os serviços começaram antes das 8h.

WhatsApp, Facebook, Messenger e Instagram voltaram a funcionar após ficarem fora do ar por cerca de duas horas na manhã deste domingo (14). Todos os serviços pertencem à empresa de Mark Zuckerberg.

As reclamações acerca de todos os serviços começaram antes das 8h. Pouco mais de uma hora depois, alguns usuários já relatavam sinais de retorno no WhatsApp, o mais afetado de todos, mas ainda de forma intermintente. Perto das 10h, o sistema estava regularizado.

Antes disso, às 8h45, Facebook, Messenger e Instagram passaram a funcionar nas versões para celular, mas os sites para computador só voltaram mais tarde.

Os relatos de instabilidade, segundo o site Downdetector, que coleta relatos de usuários sobre problemas em diferentes sistemas, se espalharam por todo o mundo.

Outro site que recebe reclamações de usuários sobre indisponibilidade de serviços, o Outage Report, também registrava problemas globais nos serviços.

O Facebook não se pronunciou ainda em seus canais oficiais. A Folha de S.Paulo entrou em contato e aguarda resposta da empresa.

Como de praxe, os usuários foram para o Twitter reclamar e buscar informações. Ao procurar pelos nomes dos serviços na rede social, assim como no Downdetector, aparecem relatos de problemas pelo globo -e em vários idiomas.

FUSÃO

Os serviços que ficaram offline neste domingo estão no centro de uma grande fusão planejada pelo Facebook para este ano. A empresa diz que vai integrar os aplicativos de mensagem permitindo que um usuário do Facebook consiga conversar com alguém que só usa o WhatsApp.

De acordo com anúncio oficial feito pela empresa em março, a interoperabilidade também se estenderá ao SMS.

06 de abril de 2019

Dessalinizador de baixo custo garante água potável no semiárido

Dessalinizador de baixo custo garante água potável no semiárido

O modelo já atendeu a cerca de 300 famílias e está disponível em um banco de tecnologias online para ser replicado em qualquer parte do país.

Um dessalinizador solar de baixo custo de implantação e manutenção, com capacidade para produzir água potável sem uso de eletricidade e livre de produtos químicos, é alternativa para famílias do semiárido da Paraíba, que enfrentam longas estiagens e sofrem com escassez de água de boa qualidade. O modelo já atendeu a cerca de 300 famílias e está disponível em um banco de tecnologias online para ser replicado em qualquer parte do país e ajudar a solucionar a falta de acesso à água potável.

Resultado da parceria da Cooperativa de Trabalho Múltiplo de Apoio às Organizações de Autopromoção e da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), o dessalinizador aproveita o potencial solar da região e atende a assentamentos de agricultores familiares desde 2015. O modelo foi reconhecido como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil (FBB), chegando a ser premiado pela entidade em 2017.

“A ideia [do dessalinizador] parte do princípio de que vivemos no semiárido. Os poços que a gente perfura, quase em sua totalidade, têm água salobra, água salgada, o que não serve para o consumo humano. Então, desenvolvemos junto com a UEPB essa tecnologia para exatamente fazer com que essa água salgada se tornasse uma água ideal para o consumo humano”, contou Jonas Marques de Araújo Neto, presidente da cooperativa.

“O primeiro impacto que o dessalinizador gerou foi maior solidariedade ainda entre eles [agricultores], porque um dessalinizador desse serve para quatro ou cinco famílias, não é uma questão individual. Dá uma média de 80 litros de água por dia, que é distribuída entre eles. Nós [da cooperativa] não temos o menor poder sobre isso, eles é que têm o verdadeiro poder e eles é quem dizem como vai ser dividida essa água”, disse, ao acrescentar que esse modelo fortalece a comunidade.


Foto: Fundação Banco do Brasil

Além disso, ele destacou a importância do consumo de água potável para a saúde. “Você chega em um hospital público e pergunta: ‘depois dessa história do dessalinizador, quantas crianças apareceram aqui com dor de barriga, com subnutrição?’. Eles vão dizer para você, sem sombra de dúvida, que diminuiu muito”.

Outro benefício da implementação dessa tecnologia é que as pessoas conseguem manter seu modo de vida no semiárido, desenvolver as atividades e sustentar as famílias sem precisar migrar para conseguir oferta de água potável, nem recorrer a subempregos nos centros urbanos. “Isso faz com que as pessoas consigam ficar nas suas terras, consigam habitar o semiárido”.

O dessalinizador consiste em uma caixa construída com placas pré-moldadas de concreto e cobertura de vidro que deixa passar a radiação solar. Dessa forma, a construção possibilita o aumento da temperatura dentro da caixa e a evaporação da água armazenada em uma lona encerada, conhecida como lona de caminhão.

Tecnologias sociais

Responsável por um Banco de Tecnologias Sociais – uma base de dados com mais de 900 soluções para problemas sociais nascidas da sabedoria popular e do conhecimento científico – a fundação já beneficiou cerca de 130 mil pessoas no país, em 444 municípios, por meio de um total de 389 projetos, de acordo com relatório divulgado pela instituição na última semana. Os projetos tiveram investimento total de R$ 156,3 milhões.

Todas as tecnologias sociais do banco fazem referência aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). As inscrições estão abertas para certificação de novas tecnologias sociais até o dia 21 deste mês, com a possibilidade de concorrerem a prêmios em dinheiro. Podem participar entidades sem fins lucrativos, do Brasil ou de outros países da América Latina ou do Caribe.

03 de abril de 2019

Com aumento de chuva, Comitê do Setor Elétrico se reúne nesta quarta

Com aumento de chuva, Comitê do Setor Elétrico se reúne nesta quarta

A bandeira verde está em vigor desde janeiro deste ano.

Após o volume maior de chuvas registrado em março, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico se reúne hoje (3) para avaliar as condições do suprimento energético no país. O calor intenso no início do ano, especialmente em janeiro, levou o comitê, responsável pelo monitoramento das condições de abastecimento e pelo atendimento ao mercado de energia, a acionar usinas termelétricas para evitar queda maior no nível dos reservatórios das hidrelétricas.

As termelétricas, que têm maior custo de operação, foram desligadas no fim de fevereiro, com o aumento no volume de chuva. Havia a expectativa de que um acionamento mais duradouro pudesse causar impacto na fixação da bandeira tarifária em abril. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira tarifária na cor verde, sem custo para os consumidores, para o mês de abril. A bandeira verde está em vigor desde janeiro deste ano.


Foto:Arquivo/Agência Brasil

De acordo com a agência reguladora, abril é um mês de transição entre as estações úmida e seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). A agência informou que a previsão hidrológica para o mês indica a tendência, verificada em março, de recuperação do nível dos reservatórios. "Essa conjuntura favorável aponta para a manutenção da produção hidrelétrica e do nível de risco hidrológico (GSF) em patamares condizentes com o perfil de bandeira verde", disse a Aneel.

Mesmo com a manutenção, a Aneel estuda reajustar o preço das bandeiras tarifárias amarela e vermelha, nos patamares 1 e 2. A iniciativa consta de proposta de consulta pública, anunciada em fevereiro pela agência e encerrada segunda-feira (1º). 

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, segundo a agência, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. Na amarela há o acréscimo de R$ 1 a cada 100 kWh (quilowatts-hora). Na vermelha no patamar 1, o adicional nas contas de luz é de R$ 3,00 a cada 100 kwh; já no 2, o valor extra sobe para R$ 5,00.

Pela proposta, os custos adicionais com as bandeiras tarifárias serão reajustados entre maio deste ano e abril de 2020. Com isso, o adicional da bandeira amarela pode passar de R$ 1,00 para R$ 1,50, de R$ 3,00 para R$ 3,50 na vermelha patamar 1 e de R$ 5,00 para R$ 6,00 no patamar 2. Os valores propostos pela área técnica da Aneel ainda podem ser alterados.

02 de abril de 2019

Cinco palavras para decifrar o mundo revolucionário dos negócios tecnológicos

Cinco palavras para decifrar o mundo revolucionário dos negócios tecnológicos

Especialistas definem de forma simples palavras importantes para quem quer trabalhar com tecnologias em 2019.

A forma de fazer negócios muda a cada avanço tecnológico. Com novos recursos, serviços e tendências, surge também um vocabulário próprio, frequentemente derivado do inglês. Por isso, quem adentra esse ambiente pela primeira vez pode sentir-se perdido ou sobrecarregado por palavras como criptomoedas, blockchain, unicórnio e IoT, que significa Internet das Coisas.

Para dar suporte a quem deseja navegar por esse mundo, cinco especialistas do Centro Universitário Internacional Uninter elaboraram um glossário tecnológico. Cada um escolheu um termo que está em alta em 2019 e detalhou seu significado. Acompanhe abaixo.

1.    Internet of Things (IoT) ou Internet das Coisas

Quando a internet se popularizou no mundo, nos anos 1990, o único meio para acessá-la eram os computadores. Com o tempo, foram criados dispositivos como celulares, smartphones, tablets e videogames, que também acessam a rede. Hoje, a tendência é que todos os dispositivos com que temos contato no dia a dia passem a ser conectados por meio da internet.

“Já existem, por exemplo, pentes, chaveiros, carros e até mesmo aparelhos de uso sexual que têm conexão à internet. O termo ‘Internet das Coisas’ representa o conceito de interligar tudo e também de colher informações de uso de todos os dispositivos”, explica Frank Alcantara, coordenador do curso de Engenharia de Computação da Uninter.

2.    Global Trading

Além da crescente digitalização, a sociedade contemporânea passa também por um processo de internacionalização. Nesse sentido, os países intensificam a negociação de produtos entre si. A coordenadora do curso de Global Trading (do inglês, “negócios globais”) da Uninter, Angela Cristina Kochinski, elucida que o campo surgiu para facilitar transações logísticas e financeiras que envolvam mais de uma nação. “O profissional da área domina as melhores ferramentas para realizar atividades de gestão e processos no mercado internacional”, diz.

3.    Unicórnio

Diversos nomes de animais reais e figuras mitológicas são usadas para categorizar empresas. O termo foi ressignificado por Aileen Lee, fundadora da Cowboy Ventures, para designar startups com valor de mercado superior a U$ 1 bilhão. O unicórnio foi escolhido por ser uma criatura mística rara e preciosa. “A classificação mais popular na área de startups é a de unicórnio. É um marco muito importante e dificílimo de alcançar”, diz Armando Kolbe Júnior, coordenador do curso de Gestão de Startups e Empreendedorismo Digital da Uninter.

No Brasil, alguns exemplos de unicórnios são as startups Nubank, 99 e Movile (iFood).

4.    Criptomoedas

Criptomoedas são moedas digitais cujas transações são registradas em um livro caixa com intricado sistema de segurança, chamado blockchain. Diferentemente de moedas como o real, o dólar e o euro, não são controladas por um órgão centralizador. Elas criaram um novo sistema financeiro. Seu valor é determinado pela oferta e procura.

“A primeira criptomoeda a se consolidar foi o bitcoin, por isso é a mais conhecida. Todas as outras são chamadas de altcoins. No futuro, será possível usá-las para transações de compra e venda, como já acontece no exterior. Por ora, são usadas como uma forma de investimento e para transações digitais”, explana Daniel Cavagnari, coordenador do curso de Blockchain, Criptomoedas e Finanças na Era Digital da Uninter.

5.    Marketing de Influência

Enquanto o marketing tradicional aposta em promover as marcas por meio de panfletos, outdoors e comerciais, o marketing de influência confia em líderes, pessoas que desfrutam de grande autoridade perante outras. São os chamados influenciadores, ou influencers, que se popularizaram com as redes sociais. Por meio de seu trabalho, esses indivíduos conquistam confiança e fidelidade do público, em uma relação autêntica. Logo, conseguem convencê-lo facilmente a consumir determinado produto ou serviço.

“O consumidor está mais exigente e tem pouca paciência para interrupções comerciais na TV, no rádio e na internet. Já os influencers captam sua atenção de forma efetiva, além de terem grande credibilidade”, pontua Achiles Júnior, coordenador do curso de Marketing Digital da Uninter.

21 de março de 2019

Com recarga SKY, clientes podem ampliar programação de TV por assinatura

Com recarga SKY, clientes podem ampliar programação de TV por assinatura

A SKY possui mais de cinco milhões de clientes, sendo a maior empresa de TV por assinatura via satélite do Brasil, presente em todos os estados da federação.

Imagina acompanhar os lançamentos dos melhores filmes, assistir aos campeonatos de futebol ou ainda ter uma programação infantil diversificada. Na SKY, tudo isso é possível. O cliente pré-pago dispõe de muitas vantagens, como flexibilidade, qualidade e um conteúdo completo, proporcionando uma melhor experiência.

Evandro Marchetto, diretor de produtos pré-pago da SKY, explica que a oferta da empresa demonstra o comprometimento em entender melhor os diversos públicos de TV por assinatura no Brasil, trazendo soluções que se adequem à sua necessidade.

O cliente pré-pago da SKY pode comprar a recarga através de diversos canais, como internet, rede credenciada, aplicativo de celular, bancas de jornais e revistas, farmácias, postos de gasolina e até em loterias, basta apresentar o número de CPF do titular e escolher a recarga que mais se adequa ao seu gosto e bolso. Todos os postos de recarga possuem um selo ‘SKY recarregue aqui’ de identificação.

“Nesse sentido, o pré-pago tem como principais características trabalhar a flexibilidade, qualidade e conteúdo, sendo uma alternativa para públicos que não querem se comprometer com mensalidades e contas, podendo assim ter acesso à TV por assinatura. Em relação à qualidade, os clientes de pré-pago têm acesso à mesma programação da TV por assinatura na modalidade pós-pago, com a mesma qualidade de sinal e de equipamento”, comenta Evandro Marchetto.


Evandro Marchetto explica planos pré-pagos da operadora. Foto: Poliana Oliveira/ODIA

Para o diretor, o grande diferencial da SKY é o conteúdo que chega até os lares de milhões de pessoas. Através das recargas de programação, com pacotes e períodos diferenciados, é possível que mais pessoas tenham TV por assinatura em suas casas e que seja compatível com seu orçamento.

“As recargas possuem duração de três, sete, quinze e trinta dias, conforme a escolha do cliente. Mesmo contratando uma recarga de trinta dias, há a possibilidade de contratar novas programações que se complementem ao que o consumidor já possui. Por exemplo, para quem gosta de ficar em casa com a família, é possível fazer a recarga do canal Telecine e curtir os principais lançamentos de filmes. Já para quem não abre mão do futebol, também é possível fazer a recarga do Premiere e acompanhar os principais jogos”, frisa.

A SKY possui mais de cinco milhões de clientes, sendo a maior empresa de TV por assinatura via satélite do Brasil, presente em todos os estados da federação. Por ser uma tecnologia em DTH (Direct To Home), via satélite, é possível chegar a diversas regiões pelo Brasil com a mesma qualidade de sinal e conteúdo.

“A ideia principal das recargas é a opção que o consumidor tem de adequar a programação que deseja ao seu bolso, como ele quiser e quando ele puder. O cliente tem a opção de comprar algo a mais e levar mais entretenimento para sua casa. Esse é o diferencial que a SKY dá, onde a pessoa pode adequar o que quer aos seus momentos especiais”, finaliza.

18 de março de 2019

Competição de robótica atrai cerca de 1,2 mil alunos do país ao Rio

Competição de robótica atrai cerca de 1,2 mil alunos do país ao Rio

Vencedores vão participar da maior competição do mundo, nos EUA.

Cinquenta anos depois que o homem pisou na Lua, em 1969, cerca de 1,2 mil estudantes brasileiros competiram neste fim de semana no Rio de Janeiro, do Festival Sesi de Robótica, com projetos voltados para a pesquisa no espaço. As soluções apresentadas por estudantes, a partir de 9 anos, passaram por temas como combustíveis alternativos, materiais leves e sobrevivência em atmosfera zero.


Estudantes de diversos estados do país participam do Festival Sesi de Robótica, no Píer Mauá, na zona portuária da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Os estudantes disputaram em três categorias, e em duas delas estavam disponíveis vagas para participar da maior competição de robótica do mundo, o World Festival, em Houston, nos Estados Unidos. O gerente executivo de educação do Sesi, Sergio Gotti, comemora que, muito além de prêmios internacionais, a competição estimula a curiosidade e desenvolve nos jovens uma série de habilidades que não se restringem ao comando de máquinas. 

"Sempre defendemos que a robótica não pode ser uma disciplina específica, ela tem em que ser um componente transversal para ajudar as outras disciplinas a desenvolverem melhor a parte prática dentro da teoria. A robótica é um grande elemento impulsionador da aprendizagem, e não uma disciplina em si".

O educador conta que um terço das escolas participantes da competição é pública e que o perfil dos alunos que vieram ao Rio mostrar seus projetos quebra estereótipos. "Tem muita gente vinculada a arte, o cara mais criativo, o mais expansivo, o que é mais tímido. A robótica consegue aglutinar esses elementos", disse, resumindo: "O perfil é o cara mais curioso do mundo. Pode ser da matemática, da arte, da química, das linguagens. Quem está aqui tem curiosidade".


 Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Foi o fato de ser curiosa que levou Yasmim Santos Ferreira, hoje com 18 anos, a começar a estudar robótica, quatro anos atrás. Estudante de uma escola do Sesi em Salvador, ela hoje cursa graduação em engenharia da computação e curso técnico em desenvolvimento de sistemas.

"Meu professor de geografia era técnico de uma das equipes e comentou comigo que ia ter um campeonato interno. Participei e fui convidada para participar de outra equipe. Eu ia fazer só a pesquisa, mas como fui muito curiosa, o técnico me chamou para a arena [de competição]".

A soteropolitana já participou da competição em outros anos, mas desta vez seu time saiu com o prêmio de pensamento crítico no desafio tecnológico, que avalia a aplicação de conceitos industriais na criação de robôs. 

O robô construído por sua equipe reconhece minérios e os separa por tipos em um depósito ou no interior de uma nave espacial, usando conceitos físicos para otimizar os movimentos durante esse processo.  O interesse e a experiência em robótica fez com que ela fosse aceita com uma bolsa parcial para fazer um curso de verão no Vale do Silício, nos Estados Unidos, onde espera ficar ainda mais perto de seus objetivos profissionais.  "A área de tecnologia é muito abrangente. Tenho muito interesse em estudar a utilização de realidade aumentada e realidade estendida", contou.

15 de março de 2019

Mudança em servidor foi a causa de instabilidade geral, diz Facebook

Mudança em servidor foi a causa de instabilidade geral, diz Facebook

Em um post, o Facebook negou que a instabilidade tivesse como causa um ataque cibernético.

Uma mudança na configuração do servidor foi a causa da instabilidade registrada ao longo da tarde e a noite de ontem (13) no Facebook, Instagram e Whatspp, informou hoje (14) o Facebook. "Ontem, como resultado de uma mudança de configuração do servidor, muitas pessoas tiveram problemas para acessar nossos aplicativos e serviços. Resolvemos agora os problemas e os nossos sistemas estão a recuperar. Lamentamos muito o inconveniente e apreciamos a paciência de todos", postou o Facebook no Twitter.

A instabilidade afetou usuários dos aplicativos no Brasil e em diversos outros países. Ontem, o Facebook utilizou o Twitter para se comunicar com os usuários. Em um post, o Facebook negou que a instabilidade tivesse como causa um ataque cibernético do tipo "DDoS", como são conhecidos os Ataques Distribuídos de Negação de Serviço. Esse tipo de ataque sobrecarrega os servidores com uma alta demanda de conexões.

Ao longo da tarde de ontem, usuários que tentavam acessar o Instagram recebiam como mensagens: "ocorreu um erro" e "tentar novamente".  O Instagram disse estar ciente dos problemas e pediu desculpas. "Sabemos que isso é frustrante, e nossa equipe está trabalhando duro para resolver isso o mais rápido possível, postou a empresa.

Também houve relatos de dificuldades de uso do Whatsapp. Muitos usuários reclamaram que não conseguem enviar fotos ou áudios no Whatsapp. À Agência Brasil, o Whatsapp disse que estava ciente e que estava tentando resolver o problemas. "Estamos cientes de que algumas pessoas estão tendo problemas para acessar a família de aplicativos do Facebook. Estamos trabalhando para resolver o problema o mais rápido possível”, informou a assessoria.

14 de março de 2019

Último lote do Abono Salarial ano-base 2017 será liberado hoje

Último lote do Abono Salarial ano-base 2017 será liberado hoje

Tem direito ao Abono Salarial ano-base 2017 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2017.

O último lote do Abono Salarial ano-base 2017 será liberado hoje (14). A data marca o início do pagamento do nono lote do benefício, destinado a trabalhadores da iniciativa privada nascidos em maio e junho e servidores públicos com final da inscrição 8 e 9. A estimativa do Ministério da Economia é que R$ 3,1 bilhões sejam destinados a 3,9 milhões de pessoas. O prazo final para o saque de todos aqueles que têm direito ao Abono 2017 é 28 de junho. Depois dessa data, o recurso volta para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Beneficiários que são correntistas da Caixa Econômica Federal, responsável pelo pagamento do PIS (iniciativa privada), tiveram os valores depositados em suas contas na última terça-feira (12). A consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-726 02 07. Para servidores públicos, a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-729 00 01.

 
Foto: Reprodução/Agência Brasil

Tem direito ao Abono Salarial ano-base 2017 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2017, teve remuneração mensal média de até dois salários mínimos e seus dados foram informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O valor a que cada trabalhador tem direito é proporcional ao tempo trabalhado formalmente em 2017. Quem esteve empregado por todo o ano recebe o equivalente a um salário mínimo (R$ 998). Aquele que esteve empregado por apenas 30 dias pode sacar o valor mínimo, que é de R$ 84 – o equivalente a 1/12 do salário mínimo –, e assim sucessivamente.

O Abono Salarial ano-base 2017 começou a ser pago em julho de 2018. O calendário de recebimento leva em consideração o mês de nascimento, para trabalhadores da iniciativa privada, e o número final da inscrição, para servidores públicos.