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Aeroporto de Teresina apresenta crescimento no fluxo de passageiros

s números mostram que em 2018 um total de 1.073.570 passageiros esteve no aeroporto

20/01/2020 16:55h

O Aeroporto Senador Petrônio Portella, em Teresina, apresentou crescimento na movimentação de embarque e desembarqueno ano de 2019. Dados divulgados nesta segunda-feira (20) pela superintendência do terminal mostram que comparado com o mesmo período do ano anterior, o crescimento bateu a marca de 9,6%.

Os números mostram que em 2018 um total de 1.073.570 passageiros esteve no aeroporto. No ano passado, foram 1.177.321 pessoas que chegaram e partiram do aeroporto. Janeiro e julho foram os meses com maior fluxo de viajantes. Somente nesses dois períodos foram 236 mil passageiros.

Em média, 3,2 mil passageiros passaram pelo aeroporto Petrônio Portella por dia. São atualmente 90 operações semanais das companhias Azul, Gol e Latam que interligam Teresina São Luís (MA), Fortaleza (CE), Guarulhos e Campinas (SP), Brasília (DF), Recife (PE). O aeroporto tem capacidade de 3,5 milhões de viajantes por ano.

Foto: Arquivo O Dia 

A superintendência do aeroporto aponta melhorias que o local ganhou no ano passado. Dentre elas, estão a substituição de toda a cobertura do terminal de passageiros, liberando assim o acesso ao 1º piso, no terraço panorâmico; pintura e troca de forros, o canal de inspeção da sala de embarque foi modernizado e o sistema viário de acesso recebeu nova sinalização.

Levantamento da Infraero, por outro lado, mostra queda de 0,2% na movimentação nos terminais de todo o país. Ao todo, 83,9 milhões de passageiro estiveram nos 53 terminais que compõem a rede de aeroportos; em 2018, tinham sido 84,1 milhões.

Brigadeiro Paes de Barros, presidente da Infraero, encontra na economia brasileira as causas da redução do fluxo. “No ano passado, problemas, como a falência de uma importante companhia aérea brasileira, impactaram na oferta de voos. Por outro lado, uma série de medidas, como a abertura de 100% capital estrangeiro para aéreas, redução do ICMS do querosene de aviação, e até melhorias na infraestrutura dos aeroportos, diminuíram tais reflexos”, disse. 

Por: Otávio Neto

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