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Bloco Vaca Atolada mantém viva a tradição do carnaval de rua em Teresina

Com 25 anoso, o bloco é aberto ao público e leva diversão, música e folia para quem gosta de brincar carnaval nas ruas

12/02/2018 18:09h - Atualizado em 13/02/2018 07:43h

O bloco de rua Vaca Atolada é sinônimo de folia e festa em Teresina. Com 25 anos, atualmente concentrado em frente ao Iate Clube, na zona Norte, levando diversão aos foliões, o bloco começou com uma brincadeira de amigos e virou atração na cidade.  Porto Júnior é um dos organizadores e conta que tudo começou com um pequeno caminhão e um som.


Porto Júnior é um dos organizadores do bloco (Foto: Elias)

“Nos juntamos para brincar, por sentir falta de um carnaval local. Há oito anos, um dos nossos amigos se vestiu de vaca e a brincadeira ficou. O nome do nosso bloco se chamava Carnaval da Matinha e mudou pra Vaca Atolada”, conta.

Com o intuito de levar a tradição do bloco de rua, o bloco vem cumprindo esse objetivo. O folião Paulo Santos já participa há sete anos e conta que a Vaca Atolada é um evento para todos os públicos.


Folião Paulo Santos, que curte o bloco há sete anos (Foto: Elias)
“É um bloco de família, de amigos e que trouxe uma novidade para Teresina. Os blocos de bairro têm que ser valorizados, é preciso incentivo, pois eles levam o verdadeiro carnaval para as pessoas”, relata.

O evento também é fonte de renda para ambulantes que buscam uma forma de complemento da renda. Fabrício Airton já trabalha com a venda de comidas e bebidas no bloco há sete anos e diz que o carnaval é um dos eventos que mais ajuda a ganhar dinheiro extra. “Trabalho em outros eventos, como o Capote e o Corso. O carnaval rende um bom dinheiro”, conta.


Foto: Elias

Gonçalo Barbosa, que também trabalha com venda de comidas, está indo pela primeira vez ao bloco, motivado pela movimentação. “Decidi reduzir o preço, para tornar a barraca mais acessível para o público. A expectativa é de boas vendas e já consegui vender bem para começo de festa”, diz.

(Foto: Elias)

Porto Júnior complementa que é preciso valorizar o carnaval de rua e não deixar que a tradição do bloco Vaca Atolada morra. “Precisamos de um carnaval de rua voltado para a população, que ela sinta representada”, finaliza.


Edição: Nayara Felizardo
Por: Jessyca Mazza

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