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Notícias Torquato

28 de outubro de 2019

Galeria do Mercado Velho traz obras do artista plástico Fernando Costa

Galeria do Mercado Velho traz obras do artista plástico Fernando Costa

exposição “Fernando Costa: Da Santa Ceia e Outros Avulsos” permite um mergulho no figurativo e abstrato presentes no imaginário do artista.

As obras do artista plástico Fernando Costa estão dispostas na Galeria de Artes Visuais do Mercado Velho. A exposição “Fernando Costa: Da Santa Ceia e Outros Avulsos” permite um mergulho no figurativo e abstrato presentes no imaginário do artista. Com entrada gratuita, acontece de segunda a sexta, de 9h às 17h, e aos sábados, de 9h às 14h.

Fernando Costa: Da Santa Ceia e Outros Avulsos vai além de uma experiência estética. A mostra permite aos visitantes a possibilidade de de reconhecer um artista que, apesar de ter falecido ainda muito jovem, contribuiu para as artes plásticas na cidade de Teresina.

“O Fernando Costa foi um artista que teve uma passagem muita rápida, mas ele produziu muito. É muito importante quando um artista produz muito, porque ele passa a olhar o mundo de maneira artística e o Fernando, apesar de fazer só obras bidimensionais, possui uma diversidade em suas obras” explica Guga Carvalho, curador da exposição e coordenador de artes visuais da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC).

Os familiares de Fernando Costa estiveram presentes na abertura e não esconderam o orgulho ao verem as obras do artista sendo agraciadas pelo público. “Essas são obras que devem ser apreciadas sempre. Fernando era um artista nato. Uma pessoa que se entregou muito ao dom da arte, pintando e produzindo muito” relata Lúcia Quitéria Costa, irmã do artista homenageado.


Galeria do Mercado Velho traz obras inéditas do artista plástico Fernando Costa. Divulgação

Com obras inspiradas em trabalhos de grandes nomes das arte, Fernando demonstra uma capacidade de não fazer de suas obras apenas referências, mas de transformá-las em uma extensão das pinturas originais. Além da série a óleo, o público tem acesso, pela primeira vez, a trabalhos em papel, seja usando aquarela, pastel, cera, carvão, nanquim ou gravura em metal.

“Eu estou encantada com todas as obras. Elas passam algo surreal para a gente. Tocam bem no fundo da nossa alma e isso é muito lindo. A arte deve ser valorizada em geral. Exposições como essa me deixam feliz”, conta a estudante de 15 anos, Isadora Duarte.

A exposição fica aberta até o dia 11 de dezembro na Galeria de Artes Visuais do Mercado Velho. O espaço é mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da FMC, e tem abrigado e dado a oportunidade para artistas de Teresina e região expor seus trabalhos.

27 de outubro de 2019

Piauiês, linguagem que a criançada ainda não assimila

Piauiês, linguagem que a criançada ainda não assimila

A fala própria do piauiense resultou na criação de um dicionário, de autoria do escritor Paulo José Cunha, que traduz essas expressões.

Doido, abestado, avexado, mermã, marmota, batoré, galalau, diabéisso, coisado, entre outras expressões utilizadas por adultos da região nordestina, especialmente pelos piauienses muitas delas ainda não fazem parte do vocabulário da criançada, embora algumas palavras como "doido" e "abestado", entre outras, por exemplo, sejam usadas em manifestações entre coleguinhas.

A fala própria do piauiense resultou na criação de um dicionário, de autoria do escritor Paulo José Cunha, que traduz essas expressões. "A enciclopédia de piauiês nasceu da percepção que tive de que existe um jeito específico do piauiense se manifestar, se expressar", disse o autor durante entrevista a uma emissora de tevê local.

O pequeno José Pedro Rocha da Silva, 8 anos de idade e cursando o 2º ano na escola pública, desconhece a maioria das palavras do piauiês, apesar da convivência no dia a dia com pessoas que utilizam essas expressões de vez em quando, segundo revelou a mãe, dona de casa Marly de Castro. "Doido é a palavra que José Pedro gosta mais de chamar seus coleguinhas quando estão brincando", explicou, acreditando que, com o passar do tempo, a criança aprenda a utilizar essas palavras no dia a dia e pelo convívio com adultos onde mora, no bairro Dirceu Arcoverde II, na zona Sudeste da cidade.

Essa fala própria dos piauienses também não é muito familiarizada para o Gabriel Victor dos Santos Moraes, 10 anos, no 4º ano. Ao ter contato com algumas palavras do dicionário de piauiês que traduz essas expressões, o garotinho desconheceu e disse que usa apenas "doido" quando em diálogo com algum amiguinho de escola ou da rua onde mora, no bairro Novo Horizonte, zona Sudeste de Teresina. "Essa palavra é a que mais uso, assim também se manifestam meus colegas de brincar", citou o menino, acrescentando ainda que fala ave maria e abestado.

Kate Chopin: Uma mulher á frente de seu tempo

Kate Chopin: Uma mulher á frente de seu tempo

Isto era o que se dizia de Kate Chopin, nascida e falecida nos Estados Unidos (1850-1904).

Ousada na escrita e no conteúdo, essa mulher extraordinária surpreendia, a cada passo, uma sociedade machista, em que a mulher era vista como espécie de bibelô, criada para enfeitar uma casa, criada para ter um bom marido. Chopin surpreende pela habilidade narrativa e pela coragem em lidar com temas polêmicos. Já no final do século XIX, impõe corajosamente em sua literatura uma percepção apurada e crítica da sociedade.

Esse exemplo de bravura e persistência, ela herdara da avó, que, em pleno século XIX, foi a primeira mulher a se separar legalmente em Saint Louis (Missouri) e, já em idade avançada, tornou-se empresária, Chopin se tornou uma mulher destemida. Viúva aos 32 anos, teve de se sustentar sozinha, vindo a descobrir sua verdadeira vocação quando passou a escrever regularmente, por indicação do seu terapeuta, tornando-se, assim, uma excelente romancista e conquistando sua independência como escritora.

"Culpados", mesmo sendo o primeiro romance escrito por Chopin, já apresenta uma maturidade narrativa inegável. Mas o que salta aos olhos do leitor contemporâneo, quando considerado o contexto social à época em que o livro foi publicado, é o questionamento ostensivo à orientação patriarcal que vigorava então (e, por que não dizer, vigora até hoje). Chopin encontrou inúmeras barreiras para publicar suas obras, visto que tocava em temas tabus como divórcio, alcoolismo, tensões raciais, preconceitos morais e religiosos, a frivolidade burguesa, etc. Sua escrita era uma afronta à moral estabelecida, na medida em que construía personagens femininas fortes, que representavam o desejo feminino de independência e colocavam em xeque preceitos morais e o comportamento padrão que a sociedade impunha à mulher, comportamento esse objeto incansável da ironia de Chopin. 

26 de outubro de 2019

Um livro aberto: um mundo entre as mãos

Um livro aberto: um mundo entre as mãos

Em 29 de outubro, comemora-se o Dia Nacional do Livro.

“A leitura é, provavelmente, uma outra maneira de estar em um lugar.” A frase é do escritor português José Saramago, definindo, com maestria, a importância do livro e a transformação que ele causa na vida de quem o desfruta com prazer, com atenção. Já o poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade deixava claro a sua fascinação pela leitura, mas também deixa escapar uma certa melancolia: “A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade não sente esta sede”, dizia o mestre. O genial escritor norte-americano Henry David Thoreau foi taxativo: “Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro.”


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O escritor piauiense Eneas Barros é outro apaixonado pelos livros, ressaltando a sua importância para a boa formação de um cidadão. Entusiasmado, quando o assunto é literatura, ele observa que, talvez, o hábito de ler o levou a ser escritor: “Eu sempre gostei de ler. Acho que foi por isso que me tornei escritor. Ler é ter parâmetros não apenas para conhecermos uma boa história, mas para mergulharmos em profundidade na construção do conhecimento. Muitos historiadores, hoje em dia, se debruçam sobre os clássicos, para conhecer cenários e entender os costumes de época e o funcionamento das sociedades antigas, retratadas pelos grandes escritores.”

“ A leitura nos abre horizontes e nos ensina estilos. Eu, por exemplo, consegui desenvolver muito da minha narrativa influenciado pelo estilo de Truman Capote, em seu livro “A Sangue Frio”. Capote criou o “romance de não ficção” e abriu um novo estilo literário, aquele em que o autor conta uma história toda fundamentada nos fatos. Cada autor tem uma forma especial de narrativa. Muitos planejam começo, meio e fim, enquanto outros começam pelo fim e mais outros misturam as ações, todos visando despertar o leitor. Eu, por exemplo, não sigo um planejamento quando crio minhas histórias. Acho que fazer ficção é muito difícil, porque eu me preocupo muito com a coerência histórica. Imagine colocar um relógio no pulso de um personagem, em uma época em que existiam apenas relógios de algibeira...”, acentua o escritor.

Eneas Barros admite que seus romances são baseados ou inspirados em fatos: “É óbvio que há ficção, porque não são livros acadêmicos. Mas posso fazer com que personagens históricos se misturem à ficção, para dar dinâmica à narrativa. O escritor inglês Ben Follet disse: “Mesmo as forças econômicas que movem fatos históricos têm sua dimensão na vida íntima. Num livro de história, você sabe que o preço do pão ficou alto. No romance, você vê o desespero do homem para alimentar sua família”.

Concluindo Eneas fortalece a importância da leitura: “Ler é mergulhar em um mundo de possibilidades infinitas, por isso é tão importante para a formação intelectual. Os livros estão repletos de narrativas para todos os gostos, seja na prosa, seja na poesia. Por isso, é tão importante que os colégios e as faculdades estimulem a leitura, notadamente de autores piauienses. O Piauí é dotado de grandes publicações, e precisamos estimular a leitura. E isso precisa ser feito também pelo meio educacional, para ampliar o conhecimento e reconhecer que produzimos literatura de qualidade”, afirma.

Dia Nacional do Livro

Em 29 de outubro, comemora-se o Dia Nacional do Livro. A escolha da data deu-se em homenagem ao dia em que também foi fundada a Biblioteca Nacional do Brasil, localizada no Rio de Janeiro, quando a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para a colônia, em 1810. O que nem todo mundo sabe é que, inicialmente, os livros eram bem diferentes do que são hoje. Para quem está acostumado com livros de boa aparência, com revisão ortográfica e uma capa bem diagramada, saiba que, antes disso, na Antiguidade, os livros eram feitos de outro modo.

Os primeiros registros gráficos foram feitos em papiro, uma espécie de lâmina retirada do caule de uma planta de mesmo nome e que possibilitava a escrita. Tempos depois os rolos de papiro foram substituídos pelo pergaminho, que possibilitava ser costurado, já que era feito de pele animal e tinha mais resistência.

O papel chegou na Idade Média e os livros, ainda escritos à mão, começaram a substituir os pergaminhos. Em meados de 1455, o alemão Johannes Gutenberg causou a mudança que veio a ser revolucionária para a história da escrita. Gutenberg criou uma técnica de prensa com uma impressora que reproduzia letras e símbolos com relevo esculpidos em metal. O processo espalhou-se rapidamente pela Europa e, logo, pelo mundo.

25 de outubro de 2019

Exposição conta a história do Piauí através de documentos inéditos

Exposição conta a história do Piauí através de documentos inéditos

A exposição acontece segunda-feira (28), no Isar BMW Teresina, localizado na Avenida João XXIII.

Para apresentar novos conhecimentos sobre a história do Estado, o médico mastologista Luiz Ayrton Santos está organizando a Exposição de Documentos Históricos do Piauí. Através do material será possível encontrar a evolução do mapa piauiense, foto de 1900 da Igreja Nossa Senhora da Graça de Parnaíba e uma série de imagens da construção da Ponte Kubitscheck, desde os anos 30 até a atualidade. A exposição acontece segunda-feira (28), no Isar BMW Teresina, localizado na Avenida João XXIII.

Além dos documentos históricos, Luiz Ayrton Santos conta que será possível encontrar livros, fotos de placas de estudantes da primeira turma da Escola Normal de Teresina e documentos importantes da escravidão no Estado.

“Como relíquia temos os livros editados pelo Engenheiro Sampaio, em inglês e italiano, para atrair europeus pra trabalhar na Fábrica de Laticínios de Colônia. Em outros documentos existem as contagens dos gados nas fazendas onde viveu Esperança Garcia, inclusive uma moeda que circulou na região”, adianta Luiz Ayrton Santos.

Na exposição também será possível observar os registros da festa de inauguração do edifício do INSS, na Praça João Luís Ferreira, onde tomou posse Adalberto de Moura Santos como presidente. 

“Em outras fotos vemos a Casa Grande da Socopo e o Memorare nas mãos do Coronel Juvêncio Alves de Carvalho. Há ainda uma rara foto onde registram-se o coronel Francisco Santos e coronel Vitorino Freire (MA)”, diz Luiz Ayrton Santos.

Confira alguns documentos que serão apresentados na exposição

III Encontro de Corais reúne grupos do Ceará, Maranhão e Piauí

III Encontro de Corais reúne grupos do Ceará, Maranhão e Piauí

Corais do Ceará, Maranhão e do interior do Piauí integram as atrações do evento. Os concertos são livres para todos os públicos e a entrada é gratuita.

Termina nesta sexta-feira, 25, o III Encontro de Corais, uma realização do Sesc Piauí em parceria com a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves e a Coordenadoria de Programas PREX da Universidade Federal do Piauí. Nesta edição, 15 corais sobem ao palco do Teatro João Paulo II, no bairro Dirceu Arcoverde. As apresentações começam sempre às 19h.

Corais do Ceará, Maranhão e do interior do Piauí integram as atrações do evento. Os concertos são livres para todos os públicos e a entrada é gratuita.

O coral da Terceira Idade do Sesc Harmony Voice abre o evento na noite de 24 de outubro. Sob a regência do professor Samuel Andrade, o coral vai executar canções de Alceu Valença, Vinícius de Moraes e Evandro Rodrigues.

“Uma das linhas de atuação do Sesc é divulgar e promover cultura em todas as suas vertentes. No caso da música de canto coral, que não é uma vertente muito popular, o Encontro de Corais surge com a função de levar essa cultura musical a toda a sociedade através de encontros e apresentações”, comenta Samuel Andrade, regente e técnico de música do Sesc Piauí.

Na primeira noite, seis corais sobem ao palco do Teatro João Paulo II, são eles: Grupo Vocal Possidônio Queiroz, Coral Integração, Coral Jubilai, Coral da UESPI, Coral Madrigal Som das Águas (MA) e Coral Música Para Todos.

Na segunda noite se apresentam os coros infantojuvenil de São Miguel do Tapuio (PI), infantojuvenil de São Pedro do Piauí, Coral da Secretaria de Administração (SEAD), Coral Louvores Eternos, Coral Terapêutico da Fundação Antônio Dino (MA), Madrigal Vox Popvli, Coral de Câmara Igarapé (CE) e o coral da UFPI, fechando o evento.

“O Encontro vai trazer corais convidados de renome, então nossa expectativa é de um bom público e belas apresentações. Convidamos toda a população a apreciar boa música e se emocionar com os grupos”, finaliza Samuel Andrade.

Linn da Quebrada e Mídia NINJA são atrações confirmadas do JUNTA

Linn da Quebrada e Mídia NINJA são atrações confirmadas do JUNTA

O Festival Internacional de Dança acontece em Teresina entre os dias 14 e 17 de novembro

 A 5ª edição do JUNTA - Festival Internacional de Dança acontece no feriadão de 14 a 17 de novembro na Biblioteca Cromwell de Carvalho e Praça do Fripisa, no centro de Teresina. Este ano o Festival discute o “Político-Real-Virtual” em suas ações e espetáculos. Para dançar, cantar e debater o tema, estão confirmados na programação:  Mídia Ninja, Linn da Quebrada, Perifala, Bebel Frota, House of Amu'a, Balé da Cidade de Teresina, Preto Amparo, Edu O., João Rafael Neto, Thiago Cohen, Cia Luzia Amélia, Allexandre Santos, César Costa, Marcela Levi, Lucía Russo, Ícaro dos Passos Gaya, Redemoinho de Dança, Cipó Alvarenga e Original Bomber Crew.

Sobre a escolha do tema, Jacob Alves, um dos diretores e curadores do JUNTA, explica que muitos acontecimentos e resultados da condição social e política dos brasileiros têm ocorrido no ambiente virtual. “Temos dito muito que este ano o ‘presidente do Brasil foi eleito por uma rede social’, basicamente. As pessoas  têm se pronunciado e discutido as coisas a partir de comentários ou postagens que duram 24 horas. Então resolvemos, a partir desse entendimento, criar lugares em que a gente consiga digerir esses assuntos”, afirma.

Para esmiuçar os eixos norteadores da edição, o JUNTA criou uma plataforma chamada “Buchada”: um espaço para maturar as ideias e ir a fundo nos temas, apostando na potência do encontro, da troca, e do diálogo entre convidados, público e artistas. O nome faz referência ao prato típico do Nordeste. “Buchada é uma comida pesada, induz o corpo a ficar concentrado, atento, quase em repouso enquanto a digestão acontece. Sempre tem conversa no JUNTA, mas este ano serão três momentos na programação, dando o tempo necessário para ‘cozinhar’ os assuntos”, comenta Jacob Alves.

A curadoria dos espetáculos buscou trazer obras que aprofundam as temáticas propostas, segundo Janaína Lobo, também diretora e curadora do JUNTA. “Um dos riscos de trabalhar temas que estão tão na boca de todo mundo, que todo mundo tem uma opinião formada sobre, é que às vezes eles são apenas ilustrados, ficando em uma camada superficial. Durante a curadoria desta edição, buscamos perceber onde estava a discussão, priorizando trabalhos que tinham mais aprofundamento, nos quais a discussão estava no corpo e na dramaturgia da obra”, comenta.

Sobre o Festival

O JUNTA - Festival Internacional de Dança é um conjunto de ações artísticas e formativas, que tem a dança contemporânea como objeto e ponto de reflexão sobre a arte e o mundo. Busca a experiência estética, o encontro, a formação artística e de público, o fomento à dança e arte locais, a criação e manutenção de  redes de conexão e a ressignificação de espaços públicos. Visa “deseducar o olhar”.

O festival é contemplado pelo Sistema de Incentivo Estadual à Cultura (SIEC) da Secretaria de Estado da Cultura do Piauí e possui patrocínio do Armazém Paraíba. Em sua mais recente edição, realizada em 2018, o Festival aconteceu em dois estados brasileiros, Piauí e Rio de Janeiro, através de uma parceria com o Festival Panorama, um dos mais longevos festivais de arte do Brasil e uma das maiores vitrines nacionais para as artes cênicas do país.

O JUNTA já contou com a participação de artistas das mais diversas cidades brasileiras e de vários pedaços do mundo como Portugal, Chile, França, Espanha, Argentina, Suécia e Moçambique, tendo sido convidado a participar, em fevereiro deste ano, do festival de dança Swiss Dance Days, realizado na Suíça.  Para a cena artística local, o festival virou um contato  com trabalhos que são referência de pensamentos e modos contemporâneos de fazer dança tanto no Brasil como fora do país, além de dar visibilidade aos artistas locais. Ele se faz como canal de estímulo à produção piauiense e troca de experiências. O JUNTA é um Festival teresinense de alcance e repercussão internacional.

Festival Junta: Linn da Quebrada e Mídia Ninja, entre as atrações

Festival Junta: Linn da Quebrada e Mídia Ninja, entre as atrações

O Festival Internacional de Dança acontece em Teresina entre os dias 14 e 17 de novembro.

Mais uma vez, Teresina sediará um dos grandes eventos de dança : é o Junta - Festival Internacional de Dança, em sua quinta edição, no período de 14 a 17 de novembro na Biblioteca Cromwell de Carvalho e Praça do Fripisa, no centro de Teresina. Este ano o Festival discute o “Político- -Real-Virtual” em suas ações e espetáculos. Dentre outras, já estão confirmadas as presença de Linn da Quebrada e de Mídia Ninja. 

O Junta não só para assistir, mas para dançar, cantar e debater o tema proposto. Já estão confirmadas para a programação do festival: Mídia Ninja, Linn da Quebrada, Perifala, Bebel Frota, House of Amu'a, Balé da Cidade de Teresina, Preto Amparo, Edu O., João Rafael Neto, Thiago Cohen, Cia Luzia Amélia, Allexandre Santos, César Costa, Marcela Levi, Lucía Russo, Ícaro dos Passos Gaya, Redemoinho de Dança, Cipó Alvarenga e Original Bomber Crew. 


Foto: Divulgação

Um dos diretores e curadores do Junta, Jacob Alves, explica que muitos acontecimentos e resultados da condição social e política dos brasileiros têm ocorrido no ambiente virtual. “Temos dito muito que este ano o ‘presidente do Brasil foi eleito por uma rede social’, basicamente. As pessoas têm se pronunciado e discutido as coisas a partir de comentários ou postagens que duram 24 horas. Então resolvemos, a partir desse entendimento, criar lugares em que a gente consiga digerir esses assuntos”, afirma. 


Uma das atrações mais aguardadas é Mídia Ninja - Foto: Dríade Aguiar

Para melhor desenvolver os temas norteadores dessa edição, a organização criou uma plataforma chamada “Buchada”: um espaço para maturar as ideias e ir a fundo nos temas, apostando na potência do encontro, da troca, e do diálogo entre convidados, público e artistas. O nome faz referência ao prato típico do Nordeste. “Buchada é uma comida pesada, induz o corpo a ficar concentrado, atento, quase em repouso enquanto a digestão acontece. Sempre tem conversa no Junta, mas este ano serão três momentos na programação, dando o tempo necessário para ‘cozinhar’ os assuntos”, comenta Jacob Alves. 

A curadoria dos espetáculos buscou trazer obras que aprofundam as temáticas propostas, segundo Janaína Lobo, também diretora e curadora do Junta. “Um dos riscos de trabalhar temas que estão tão na boca de todo mundo, que todo mundo tem uma opinião formada sobre, é que às vezes eles são apenas ilustrados, ficando em uma camada superficial", ressalta.

24 de outubro de 2019

Cinesemana com muitas novidades

Cinesemana com muitas novidades

Sessão com Debate, Mostra de Cinema Piauiense, pré-estreias, estreias e lançamentos nacionais nos Cinemas Teresina.

Os Cinemas Teresina trazem uma programação especial para contemplar o público em geral: pré-estreias, estreias, lançamentos nacionais, Sessão com Debate e a II Mostra de Cinema Piauiense. "O Fim da Viagem, O Começo de Tudo" é uma das pré-estreias da semana. A exibição será no domingo (27) às 10h30. No filme, Yoko (Atsuko Maeda) é uma repórter itinerante de um programa de variedades da TV japonesa que visita o país do Uzbequistão, na região central da Ásia. Ela se torna autoconsciente através de sua jornada repleta de desafios e interações com uma cultura na qual não está habituada. Yoko registra todas as experiências que mudaram sua percepção sobre o mundo. 


"O Fim da Viagem, O Começo de Tudo", em pré-estreia no domingo - Foto: Divulgação

Sessão Especial 

Os Cinemas Teresina ainda trazem essa semana uma sessão especial de ‘O Iluminado’ na terça-feira (29), às 19h e 22h. O filme de 1980, é um clássico de Stanley Kubrick (1928-1999) baseado no livro de Stephen King. O relançamento faz parte das ações de estreia de "Doutor Sono", longa que acompanha o menino Danny, 40 anos após os acontecimentos no Hotel Overlook. 

Em O Iluminado, Dan é o filho de Jack, um homem contratado para ser o zelador de um hotel que não funciona durante o inverno. No meio daquela paisagem gelada e cinza, Jack se torna um perigo para sua própria família. Para quem não teve a oportuniade de assistir a esse clássico, essa sessão especial veio a calhar. Esse clássico foi sucesso de crítica e de público. 

'A Vida Invisível' e sessão com debate 

Mais uma edição de Sessão com Debate acontece no domingo (27), logo após a pré-estreia do longa "A Vida Invisível", às 19h, com a presença do diretor Karim Aïnouz e da atriz Bárbara Santos. O longa é um dos lançamentos brasileiros mais aguardados de 2019, já inscrito como um dos candidatos a representar o Brasil no Oscar de 2020. O filme vem de duas conquistas inéditas, com os prêmios de Melhor Filme da mostra Un Certain Regard, em Cannes, e o CineCoPro Award no Filmfest München (o segundo festival de cinema mais prestigiado da Alemanha depois da Berlinale). 


Foto: Divulgação

Na trama, as irmãs Guida e Eurídice são como duas faces da mesma moeda – irmãs apaixonadas, cúmplices, inseparáveis. Eurídice, a mais nova, é uma pianista prodígio, enquanto Guida, romântica e cheia de vida, sonha em se casar com um príncipe encantado e ter uma família. Um dia, com 18 anos, Guida foge de casa com o namorado. Ao retornar grávida, seis meses depois e sozinha, o pai, um português conservador, a expulsa de casa de maneira cruel. Guida e Eurídice são separadas e passam suas vidas tentando se reencontrar, como se somente juntas fossem capazes de seguir em frente. 

A continuação ‘Zumbilândia - Atire Duas Vezes’ é mais uma novidade na tela dos Cinemas Teresina. Anos depois de se unirem para atravessar o início da epidemia zumbi nos Estados Unidos, Columbus (Jesse Eisenberg), Tallahassee (Woody Harrelson), Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin) seguem buscando novos lugares para habitação e sobrevivência. Vale apena conferir. 

II Mostra Piauiense de Cinema 

O cinema piauiense mais uma vez estará em evidencia na II Mostra de Cinema Piauiense. Será no dia 30 de outubro, às 19h. As produções locais ‘Aurora’ e ‘A Irmandade’ serão exibidas na grande telona, seguida de um debate com Juscelino Ribeiro, diretor, e Alexandre Mello, produtor, de ‘A Irmandade’ e Robinson Levy, diretor de ‘Aurora’. 

‘A Irmandade’ é um documentário de Longa-metragem baseado no premiado curta “Deixa a Chuva Cair”, que conta a história de três jovens que usam a música para superar os problemas da violência nas comunidades carentes onde vivem. Dois são filhos de policiais militares e a pressão se intensifica quando eles passam a denunciar situações de racismo, preconceito, parcialidade da mídia e – principalmente – violência por parte dos PMs. 

Já ‘Aurora’ é o primeiro longa-metragem produzido pela Escola Técnica Estadual de Teatro Gomes Campos, baseado na obra de Ítalo Leite, “Corredor Polonês” escrita em 2006. No filme, um velho casarão é palco de terríveis segredos. Aurora (Luisa Batista) é filha de Rogéria (Maria Miriam), morta no parto por médicos corruptos. Sua filha é entregue a Irene (Tercia Ribeiro), matriarca de uma tradicional família aristocrata piauiense. O tempo passa, Aurora vive com seus pais e irmãos; todos guardam segredos obscuros, a situação se torna insustentável, até que um crime acontece e as paredes do velho casarão começam a revelar os mais ocultos segredos dessa família. O filem é inspirado na obra de Ítalo Leite, “Corredor Polonês”.

23 de outubro de 2019

Flávio Stambowaky no Boca da Noite, nesta quarta

Flávio Stambowaky no Boca da Noite, nesta quarta

Hoje, 23/10, 19h, no Boca da Noite - Clube dos Diários, em Teresina. Evento gratuito.

Flávio Stambowsky está no clássico palco do Projeto Boca da Noite, em Teresina, para mais um show do álbum “Areia Cinza”. O repertório cheio de surpresas e uma banda de craques: André de Sousa (violão, guitarra e voz), Aldenor Paiva (piano) e Iago Dayvison (bateria) e as participações especialíssimas do grande Daniel Hulk e do guitarrista Filipe de Sousa.

Trilhando carreira de mais de vinte anos como baixista e guitarrista, às vezes vocalista, mas sempre compositor, escutou dos colegas a vida inteira que uma hora teria que liberar o artista solo que latejava no inconsciente. Areia Cinza é um singelo xote existencial com violão de Toninho Horta, talvez pra evidenciar a nordestinidade ou a paixão pela música mineira.

O disco foi gravado em São Paulo, com produção de Marco da Costa (Grammy pelo álbum de estreia de Maria Rita) e Guilherme Canaes (Grammy pelo áudio de “Zezé de Camargo  e Luciano, em 1994), arranjos de André de Sousa e participação de músicos nordestinos e ´sudestinos´, propositalmente, a fim de imprimir esta simbiose roqueira/mpbista/bossanovista.

Flávio Stambowsky nasceu em Teresina e radicou-se na Fortaleza terra de sua família paterna, onde começou nos festivais de escola, sendo vencedor aos 17 anos na categoria composição. O sobrenome estrangeiro vem do avô, russo casado com uma Pernambucana. Depois fundou a primeira banda com trabalho próprio aos 19 anos e mais tarde foi vocalista da Altifalante, que lançou o primeiro disco em 2006, mas parou as atividades na fase de mixagem do segundo.

É baixista e compositor, tendo em torno de 20 músicas lançadas em álbum de outros artistas; há 7 anos toca baixo no trio do guitarrista André de Sousa, e escreveu o livro infantil “Um narizinho no fundo do mar”, lançado pela editora cearense “Demócrito Dummar”.

Karim Aïnouz, diretor do longa

Karim Aïnouz, diretor do longa "A Vida Invisível', em Sessão com Debate

O diretor estará nos Cinemas Teresina com a atriz Bárbara Santos, no dia 27 próximo, às 19h, para a pré-estreia exclusiva da festejada produção.

Já inscrito como um dos candidatos a representar o Brasil no Oscar de 2020, um dos lançamentos brasileiros mais aguardados de 2019, o premiado longa-metragem ‘A Vida Invisível’, de Karim Aïnouz, terá pré-estreia exclusiva nos Cinemas Teresina, no dia 27 de outubro às 19h, com a presença do diretor e da atriz Bárbara Santos, que participarão da Sessão com Debate. O filme vem de duas conquistas inéditas, com os prêmios de Melhor Filme da mostra Un Certain Regard, em Cannes, e o CineCoPro Award no Filmfest München (o segundo festival de cinema mais prestigiado da Alemanha depois da Berlinale). 

Karim Aïnouz com as atrizes Carol Duarte e Júlia Stockler - Foto: Divulgação

O sétimo longa-metragem da carreira do diretor cearense estreia nos cinemas no dia 21 de novembro, com distribuição conjunta da Vitrine Filmes e Sony Pictures, e traz no elenco Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavia Gusmão e Fernanda Montenegro, como atriz convidada. Livre adaptação do romance de Martha Batalha, ‘A Vida Invisível’ é uma produção da RT Features, de Rodrigo Teixeira, em coprodução com a alemã Pola Pandora, braço de produção da The Match Factory, de Michael Weber e Viola Fügen, além da Sony Pictures, Canal Brasil e Naymar (infraestrutura audiovisual), e conta com o financiamento do fundo alemão Medienboard Berlin Brandenburg e do Fundo Setorial do Audiovisual/ Ancine. 

Além de Cannes e Munique, o filme esteve nas seleções oficiais dos festivais de Sydney, do Midnight Sun, na Finlândia, de Karlovy Vary, na República Tcheca, no Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival de Cinema da Nova Zelândia. O longa já recebeu elogios de algumas das mais prestigiosas publicações do segmento de cinema no mundo. David Rooney, do The Hollywood Reporter, relacionou o filme entre os 10 melhores do Festival de Cannes. Já para Lee Marshall, do Screen Daily, elegeu ‘A Vida Invisível’ como um dos filmes imperdíveis do festival. O jornalista Guy Lodge, da Variety, por sua vez, afirma que o filme pode ser considerado “forte concorrente do Brasil na corrida ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro”.

22 de outubro de 2019

Sinfônica de Teresina apresenta o espetáculo “Pedro e o Lobo”

Sinfônica de Teresina apresenta o espetáculo “Pedro e o Lobo”

A apresentação acontece no Palácio da Música, em Teresina. A entrada é um brinquedo novo.

No último domingo de outubro, dia 27, a Orquestra Sinfônica de Teresina realiza um concerto especial em homenagem ao mês das crianças, apresentando a obra “Pedro e o Lobo”, com narração de Leila Caddah, em duas sessões para o público teresinense, às 10h e às 11h da manhã. A entrada é um brinquedo novo. Os ingressos para o espetáculo já podem ser trocados no Palácio da Música de Teresina, de segunda à sexta, de 8h às 18h. Cada brinquedo dá direito à um ingresso, e o adquirente deve escolher o horário da sessão logo no momento da troca.

Pedro e o Lobo é uma história infantil contada por meio da música, composta por Sergei Prokofiev em 1936, para mostrar às crianças as sonoridades dos diversos instrumentos. Cada personagem da história é representada por um instrumento diferente. O Lobo é apresentado por três trompas; o Avô é o fagote; o Pato, oboé; o Gato, clarinete; o Passarinho, a flauta transversal; Pedro é o Quarteto de Cordas; e os Caçadores tem seu tema introduzido pelas madeiras e os disparos representados pelos tímpanos, tímbales e bombo.

Para facilitar o entendimento da narrativa, a OST convidou a arquiteta urbanista, educadora física, atriz e antropóloga, Laila Caddah, que trabalhou como intérprete-criadora no Núcleo de Criação do Dirceu e como integrante do grupo de arte e cultura Nossa Estação, desenvolvendo projetos diversos no âmbito das artes. Trabalhou com recreação infantil e foi professora de dança contemporânea para crianças, desenvolvendo várias atividades junto a esse público. Participou do Coral da Cidade de Teresina e de coletivos de Dança e Teatro, tendo em sua formação mestres como Tarciso Prado, Arimatan Martins e Marcelo Evelin. Coordenou o projeto de incentivo à leitura Picoler, agregando diversas instituições na promoção do acesso às artes.

O projeto Concertos Matinais ocorre em quase todos os domingos do ano, sempre às 11h da manhã, com entrada franca, e tem como objetivo, levar apresentações musicais de qualidade à população, que passeiam do erudito ao popular. Seu palco é o Palácio da Música de Teresina, instituição mantida pela Prefeitura Municipal, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves. A casa fica localizada no cruzamento das ruas Santa Luzia e Treze de Maio, N° 1241, Centro, local onde funcionou o antigo Mercado do Cajueiro.

Cantor Djalma Chaves abrirá show de Fagner no Theresina Hall

Cantor Djalma Chaves abrirá show de Fagner no Theresina Hall

O repertório do artista é eclético, passeando por ritmos variados em composições autorais e grandes sucessos internacionais.

O cantor e compositor Djalma Chaves fará a abertura do show de Fagner que acontece no dia 9 de novembro, na casa de espetáculos Theresinal Hall, na zona Leste da Capital. O artista, que possui 27 anos de carreira, vai trazer uma mistura de ritmos ecléticos que vai do autoral a músicas internacionais para ninguém ficar parado. 


Leia também: Teresina Shopping leva clientes para Show do Fagner no Theresina Hall 


“Vamos reviver bons ritmos que eram ouvidos no passado, uma mistura que vai envolver a música popular brasileira, internacional, Luís Gonzaga até músicas autorais. Faremos esses esquenta para o show do grande artista que é o Fagner”, disse. 

Esta será a segunda vez que Djalma abre o show de Fagner na carreira. “Eu abri o show do Fagner em Belém e agora farei novamente em Teresina. Estou muito feliz de poder estar mais uma vez ao lado dele e poder tocar pra esse povo que tanto gosto. Espero fazer um show pra cima”, disse. 


Foto: Divulgação

Do repertório autoral, se destaca a canção Santo Milagreiro, do sexto disco do cantor que se chama Andarilho. Esta música, que conta com a participação do cantor Fagner, é uma homenagem aos festejos religiosos de São Raimundo, realizados em Vargem Grande (MA), cidade natal de Djalma. 

“Foi por intermédio de um amigo em comum, Nonato Castro, que ele conheceu a música, gostou e fizemos essa parceria. Eu gravei com Fagner, mas lá estarei cantando sozinho”, brincou Djalma Chaves. 

Imperdível 

Aplaudido em todo o Brasil, "Quem me levará sou eu" é o show do cantor e compositor Fagner, que cantará seus grandes sucessos, como “Borbulhas de Amor”, “Canteiros”, “Deslizes” e “Espumas ao Vento”.

19 de outubro de 2019

Livro: Poesia para crianças de Adriana Calcanhoto

Livro: Poesia para crianças de Adriana Calcanhoto

O livro oferece um passeio pela produção poética brasileira do século XIX ao século XXI, reunindo poetas de diferentes estilos e temas

Muita gente ainda não sabe que a cantora e compositora Adriana Calcanhoto é uma escritora de mão cheia: uma de suas obras mais interessantes é "Antologia da Poesia Brasileira Para Crianças de Qualquer idade". Nessa obra, a cantora e compositora gaúcha compartilha seu amor à poesia, selecionando poemas de diferentes momentos da literatura brasileira dos século XIX e século XX. Como o próprio título evidencia, adultos e crianças poderão conhecer, ou talvez revisitar, textos que fazem parte de suas memórias literárias, descobrindo os diferentes autores, temáticas e estilos. De presente, os leitores ainda poderão se deliciar com as divertidas e singelas ilustrações criadas por Adriana, além de conhecerem um pouco mais sobre os poetas nas pequenas biografias elaboradas pela organizadora. Um livro que se propõe a ser um portal para a poesia brasileira. A bibliografia citada no final da obra, apresenta ao leitor não só a origem dos poemas selecionados, mas a possibilidade de conhecer obras importante de nossa literatura.

O livro oferece um passeio pela produção poética brasileira do século XIX ao século XXI, reunindo poetas de diferentes estilos e temas. Essa diversidade, que vai de Gonçalves Dias (1823) a Gregório Duvivier (1983), não só amplia o olhar sobre as formas de se escrever poesia – metrificada, verso livre, haicais e poesia concreta – como trabalha diferentes sentimentos, relações humanas, saudade, perda, amor. As ilustrações, feitas pela autora em lápis de cor, são figurativas, traduzindo em traços o que é dito em palavras. Ao final do livro há uma pequena biografia de cada poeta. Portanto para quem ainda não leu, procure este livro nas livrarias e dê de presente a uma criança que, certamente, saberá aproveitar a agradável leitura e, quem sabe, se tornar um leitor voraz da nossa literatura. Estão listados 48 poemas organizados em ordem cronológica, cobrindo assim três séculos: desde “Canção do Exílio”, ,de Gonçalves Dias.

“Meu Nome é Daniel”, respeito e inclusão

“Meu Nome é Daniel”, respeito e inclusão

Meu Nome é Daniel" estreou nos Cinemas Teresina, no dia 17 de outubro.

Primeiro longa brasileiro dirigido por uma pessoa com deficiência vem chamando a atenção de todo o País, pela mensagem que alerta para a verdadeira inclusão social. "Meu Nome é Daniel" estreou nos Cinemas Teresina, no dia 17 de outubro, e o diretor Daniel Gonçalves esteve em Teresina, no dia 15 de outubro, para uma sessão especial de pré-estreia, seguida de debate com o público. 

A sessão com debate é uma iniciativa do Teresina Shopping e chegou a sua 19ª edição. Meu Nome é Daniel’ é um documentário em primeira pessoa, onde Daniel Gonçalves, jovem cineasta carioca que nasceu com uma deficiência que nenhum médico foi capaz de diagnosticar, percorre o caminho de sua vida para tentar compreender sua condição. Através de imagens de arquivo da família e de cenas gravadas hoje em dia, passeamos por momentos, histórias e reflexões de Daniel. Leia a entrevista:

Quando você decidiu contar sua história em filme?

Meu nome é Daniel começou em 2014 mais ou menos, quando eu fiz um curta chamado ‘Como seria’. E nesse curta eu tento imaginar como seria a minha vida se eu não tivesse a deficiência. Um dia eu resolvi publicar o filme nas redes sociais e ele viralizou. Com isso eu percebi que tinha mais história para contar.

Como está sendo a recepção do filme?

Já me pararam na rua para dizer que gostaram. Acredito que a tendência é aumentar, agora que o filme estreou de fato.

No filme, você parte da ideia de procurar respostas sobre sua deficiência. Tinha uma equipe médica acompanhando você?

Sim, uma neurologista e uma geneticista. Eu gravei todas as consultas que eu fiz, mas tirei todas do corte final porque foram caindo ao longo da montagem do filme. Primeiro caíram todas as entrevistas que não eram com pessoas da minha família, porque invariavelmente levavam o filme para um lugar que eu não queria, que era de uma exaltação ao Daniel. Conforme fomos avançando na edição, a gente percebeu que a força do filme era eu e a minha mãe e como fui privilegiado de ter uma família que nunca me tratou como uma criança especial.

Qual a mensagem que você quer passar com o documentário?

Eu espero que o filme continue tocando as pessoas e fazendo-as pensar sobre qual é o lugar das pessoas com deficiência na sociedade. Acho que esse questionamento é importante. Para mim a inclusão se dá de fato quando você chama um amigo com deficiência para ir na sua casa, ou quando você convida um amiguinho do seu filho, que tem uma deficiência, para festa de aniversário dele. Eu acho que isso é inclusão, e se o filme puder ou conseguir fazer com que a gente comece a pensar nessas coisas eu vou estar satisfeito.

Você está trabalhando em novos projetos? Quais?

Sim. Meu próximo projeto é um documentário sobre sexualidade e pessoas com deficiência, o Acessexibilidade. Já gravamos cerca de 50% do filme e estamos em busca de recursos para finalizar.

Festivais e prêmios:

“Meu nome é Daniel” já passou por 12 festivais nacionais e internacionais em países como Alemanha, Austrália e Holanda e recebeu diversos prêmios como Menção Honrosa Direção de Documentário no Festival do Rio 2018, Melhor longa-metragem na Mostra de Cinema de Gostoso (2018), Melhor longa-metragem pelo Júri popular na Mostra de Cinema de Tiradentes 2019 e o prêmio  “Documental Calificado a los Premios Oscar de la Academia” do Festival Internacional de Cine de Cartagena de Índias 2019 que qualificou o filme para concorrer ao Oscar de filme documentário 2020.

O documentário também foi o filme de encerramento do 7º Olhar de Cinema e passou pelo Festival Internacional de Curitiba 2018; Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; Panorama Internacional Coisa de Cinema 2018; IDFA 2018; Semana de Cinema 2018; Mostra do Filme Livre 2019; Dok.fest München 2019; Sydney Film Festival 2019; Festival Assim Vivemos 2019; FIDBA – Festival Internacional de Cine Documental de Buenos Aires 2019.

18 de outubro de 2019

Cantor Djalma Chaves abrirá show de Fagner em Teresina

Cantor Djalma Chaves abrirá show de Fagner em Teresina

O artista, que possui 27 anos de carreira, vai trazer uma mistura de ritmos ecléticos que vai do autoral a músicas internacionais para ninguém ficar parado.

O cantor e compositor Djalma Chaves fará a abertura do show de Fagner que acontece no dia 09 de novembro, na casa de espetáculos Theresinal Hall, na zona Leste da Capital. O artista, que possui 27 anos de carreira, vai trazer uma mistura de ritmos ecléticos que vai do autoral a músicas internacionais para ninguém ficar parado.

“Vamos reviver bons ritmos que eram ouvidos no passado, uma mistura que vai envolver a música popular brasileira, internacional, Luís Gonzaga até músicas autorais. Faremos esses esquenta para o show do grande artista que é o Fagner”, disse.

Esta será a segunda vez que Djalma abre o show de Fagner na carreira. “Eu abri o show do Fagner em Belém e agora farei novamente em Teresina. Estou muito feliz de poder estar mais uma vez ao lado dele e poder tocar pra esse povo que tanto gosto. Espero fazer um show pra cima”, disse.

Do repertório autoral, se destaca a canção Santo Milagreiro, do sexto disco do cantor que se chama Andarilho. Esta música, que conta com a participação do cantor Fagner, é uma homenagem aos festejos religiosos de São Raimundo, realizados em Vargem Grande (MA), cidade natal de Djalma.

“Foi por intermédio de um amigo em comum, Nonato Castro, que ele conheceu a música, gostou e fizemos essa parceria. Eu gravei com Fagner, mas lá estarei cantando sozinho”, brincou Djalma Chaves.

Sobre o show de Fagner

O show de Fagner vai acontecer no dia 09 de novembro, no Theresinal Hall, em Teresina. O artista, que retorna a Teresina após dois anos, promete fazer o público cantar os grandes sucessos da carreira como “Borbulhas de amor”, “Canteiros”, “Deslizes” e “Espumas ao Vento”.

Cartaz reprodução. Foto: Arquivo O Dia.

Projeto Mix: poesia, música e muito mais na praça Pedro II

Projeto Mix: poesia, música e muito mais na praça Pedro II

O projeto é um trabalho coletivo e independente, que reúne diversas vertentes culturais

"Roda de Poesia Tensão, Tesão & Criação", projeto mix, nesta sexta-feira (18), na Praça Pedro II, em uma edição. Com uma programação gratuita e variada, o evento tem início às 18h com sarau, apresentações musicais, lançamentos de livros e feira de economia criativa. O projeto acontece há cinco anos e já faz parte do calendário cultural da cidade, reunindo todas as tribos em perfeita harmonia. 

O idealizador do projeto Roda de Poesia Tensão, Tesão & Criação, João Henrique Vieira, ressalta que o projeto acontece de forma coletiva, colaborativa e independente, como uma trincheira de resistência: “O Tensão, Tesão & Criação é antes de tudo uma política cultural independente, uma trincheira de luta por nosso Centro Histórico, reunindo artistas e movimentando a praça, que infelizmente ainda sofre com o abandono do poder público e a ausência de programações culturais gratuitas. Reunimos artistas e produtores e o público chamando a atenção para nosso centro histórico, afirmando que praça não é lugar de medo, nem de abandono, é lugar de circulação de ideias", observa. 

A movimentação na praça mostra a diversidade cultural da cidade - Foto: Divulgação

Nildo Viana, vocalista da Banda Alma Roots, abre a programação musical: com mais de 32 canções gravadas por artistas de todo Brasil, entre eles Tribo de Jah (MA), Shalon Israel (CE), Sérgio Panich e Jó Oliveira (PI) e formação em “composição textual”, pelo Conservatório Alcione Nazaré (MA), Nildo Viana coleciona parcerias com diversos compositores da música brasileira, como o Pernambucano Thiago Humaíta, os Maranhenses Gerude e Nosly Marinho, e os internacionais Fath String e I Congo, entre outros. 

Produtor cultural e compositor, Nildo Viana é um artista premiado em vários festivais, tais como Festival Chapada no Corisco (Chapadão), Cantos do Piauí, Festival Nossas Canções (PI), Festival de Pedreiras (MA), Festival de Música Carnavalesca (MA) e Festival de Música Popular Brasileira (MG). 

A Banda Transtorno fecha a programação musical da noite. Projeto musical de Luis Victor artista versátil, que passeia entre a música e o teatro. Com influências da produção cultural do movimento Hip Hop, Black Music e de artistas nacionais, como Liniker, Tuyo e Duda Beat, Luis Victor procura imprimir em letras profundas e beats melódicos, seus sentimentos íntimos e percepções. 

A noite ainda terá o poeta e editor Demétrios Galvão (Teresina) lançando seu novo livro “Reabitar” (Ed. Moinhos/ 2019), seu quinto livro. Traz 30 poemas, ilustrações do artista visual piauiense Rogério Narciso e um posfácio da escritora paraense Wanda Monteiro. 

Além de poeta, Demetrios Galvão é professor e editor da revista Acrobata. É autor dos livros de poemas Fractais Semióticos (2005), Insólito (2011), Bifurcações (2014), O Avesso da Lâmpada (2017), Reabitar (2019) e do objeto poético Capsular (2015), entre outras produções poéticas. 

O evento tem sido palco para a apresentação de novos artistas, de novos autores e outros ligados ao mundo cultural da cidade. Para quem participa do "Roda de Poesia...", o projeto também mostra que o centro da cidade pode ser um grande palco cultural...

17 de outubro de 2019

Dramas em pré-estreia esta semana nos Cinemas Teresina

Dramas em pré-estreia esta semana nos Cinemas Teresina

Em lançamento nacional, "Malévola - Dona do Mal", filme dos mais esperados.

Em mais uma cinesemana, os Cinemas Teresina prepararam uma programação para agradar um público diverso, com estreias, pré-estreias e lançamentos nacionais: os dramas ‘Música Para Quando as Luzes se Apagam’ e ‘Maya’ são as pré-estreias desta semana, já os lançamentos são ‘O Clube dos Canibais’ e ‘Malévola - Dona do Mal’. 

‘Música para Quando as Luzes se Apagam’ é um filme de Ismael Caneppele, adaptado de seu próprio livro. O filme conta a história de uma jovem que sonha com um nome: Bernardo. No sul do Brasil, uma autora se direciona a uma pequena vila que pretende trabalhar. No local, ela deseja fazer uma narrativa ficcional sobre a vida de Emelyn. Provocada pelas câmeras da autora, Emelyn cada vez mais se torna Bernardo. 

No domingo, às 10h30, a pré-estreia é ‘Maya’: Gabriel (Roman Kolinka) é um repórter francês de 30 anos que construiu sua carreira no jornalismo por meio da perigosa cobertura de guerras. Resgatado após meses preso em um cativeiro na Síria, ele se afasta do trabalho para se reencontrar na Índia, onde passou parte da infância. 


Malévola - Dona do Mal chega para agradar o público que curtiu Malévola, em 2014 - Foto: Divulgação

Outra boa novidade dos Cinemas Teresina é o terror nacional ‘O Clube dos Canibais’. No enredo, Otávio (Tavinho Teixeira) e Gilda (Ana Luíza Rios) são da elite brasileira e membros do The Cannibal Club. Os dois têm como hábito comer seus funcionários. Quando Gilda acidentalmente descobre um segredo de Borges, um poderoso congressista e líder do clube, ela acaba colocando sua vida e a de seu marido em perigo. 

Nesta quinta-feira, "Malévola - Dona do Mal" chega para agradar o grande público que curtiu "Malévola", de 2014. ‘Malévola- Dona do Mal’ se passa cinco anos após Aurora (Elle Fanning) despertar do sono profundo. A agora rainha dos Moors é pedida em casamento pelo príncipe Phillip (Harris Dickinson). Ela aceita o pedido e, com isso, parte rumo ao reino de Ulstead ao lado de Malévola (Angelina Jolie), no intuito de conhecer seus futuros sogros, John (Robert Lindsay) e Ingrith (Michelle Pfeiffer).

16 de outubro de 2019

Encontro de Violões acontece no Palácio da Música de Teresina

Encontro de Violões acontece no Palácio da Música de Teresina

Nos dias 17 a 19, o teresinense vai poder assistir a apresentações de violonistas consagrados.

Durante três dias, Teresina será a capital nacional do violão: é o Encontro de Violões, que acontece nos dias 17 a 19 próximos e reúne os grandes violonistas do Brasil no Palácio da Música, com entrada gratuita. O músico do Rio Grande do Sul, Cauã Canilha, o carioca Flávio Barbeitas, Cristiano Braga, de Minas Gerais, e a Orquestra Perdoense de Cordas Municipal de São Paulo (OPC) são atrações aplaudidas em todo o País que estarão se apresentando para o público teresinense. A abertura do Encontro de Violões acontece às 19h. 


Cristiano Braga já tocou em vários países da Europa - Foto: Luciano Klaus

Atualmente residindo em Teresina, Cauã é professor substituto de violão no curso de música da Universidade Federal do Piauí e desenvolve atividades relacionadas à performance musical, história e literatura do instrumento e didática do violão. 

A Orquestra Perdoense de Cordas de São Paulo, composta por jovens e adultos, também participa trazendo em seu repertório a diversidade de estilos musicais arranjados para violões, com temas de filmes, games, séries, clássicos do rock e música clássica em geral. A OPC teve grande repercussão nas redes sociais após o Cifraclub, maior site de música da América Latina, ter compartilhado um vídeo do grupo tocando o tema da série “Game of Thrones” em uma versão espetacular. 


Orquestra Perdoense de Cordas, de São Paulo, abre a programação do evento - Foto: Divulgação

Flávio Barbeitas (RJ), mestre em Música pela UFRJ e Doutor em Estudos Literários pela UFMG / Università di Bologna (Itália), atua como solista e camerista em concertos e festivais pelo Brasil. 


Flávio Barbeitas atua como solista e camerista pelo País - Foto: Divulgação

Cristiano Braga é mestre em Música/Práticas Interpretativas/ Violão na UFRGS. Fez concertos na Alemanha em 2018 e, em 2019, circulou em turnê pelo Brasil, Portugal, Alemanha e França. A Orquestra de Violões de Teresina (OVT) participa da programação com uma proposta diversificada dentro da música popular brasileira e outros clássicos. O evento é uma promoção da Orquestra de Violões de Teresina, com apoio da Fundação Cultural Monsenhor Chaves.

15 de outubro de 2019

Piauí: Documentário capta recursos para projetos sociais no semiárido

Piauí: Documentário capta recursos para projetos sociais no semiárido

*O documentário “Missão Piauí” terá seu lançamento em São Raimundo Nonato como também em plataformas digitais.

No próximo dia 19, Dia do Piauí, o documentário “Missão Piauí” terá seu lançamento no município de São Raimundo Nonato na Casa de Show 5 Estrelas a partir das 17h30. A entrada será um quilo de alimento. Na ocasião em lugares simultâneos no Brasil e no exterior, assistirão através das plataformas digitais (Youtube, Instagram e Facebook).

O documentário que é parte das ações do Instituto Luss (Logística Unindo Solidariedade e Sustentabilidade) tem como proposta fornecer elementos racionais de que vale apena escolher o Piauí para fazer projetos solidários. Existem pessoas que vão ser voluntários no Amazonas ou até mesmo na África porque não conhecem as riquezas que o Piauí possui. A partir de mostrar essas razões é possível sensibilizar às pessoas para amar e ao mesmo tempo ajudar o Piauí, seja através do voluntariado ou de doações.

O vídeo mostra uma narrativa de um visitante que fica encantado ao conhecer o Piauí. Nesse sentido a temática vai sendo conduzida com imagens das belezas e riquezas do estado atrelado a vida simples das comunidades carentes do semiárido.

Nos últimos 2 anos, o Instituto Luss conseguiu atender cerca de 50 famílias nas comunidades do Solidão e Vistosa (Interior de Barras-PI) e 30 famílias no Assentamento Serra Nova, São Raimundo Nonato-PI. Um total de 80 famílias atendidas. O Instituto Luss é uma organização não governamental (ONG) sem fins lucrativos que tem como objetivo promover ações sociais através de três fases de intervenção. 1- Água – Perfuração de poços e construção de cisternas (Desafio mais agudo)

2- Segurança Alimentar – Implantação de hortas orgânicas familiares ou comunitárias. 3- Desenvolvimento Econômico – Através de diagnósticos, levantamento de vocação para atividades de geração de renda.

O Instituto já possui muitos colaboradores no Brasil e no Exterior. Entre eles o capixaba Robson Fonseca, que é publicitário e músico. Robson é um apaixonado pelo Piauí, tanto que o inspirou a escrever a música tema do documentário. Além da composição, Robson também foi o diretor e roteirista do documentário.

Na semana do lançamento (14 a 16/10) Robson estará em Teresina com parte da equipe fazendo a divulgação do documentário antes de ir à cidade São Raimundo Nonato.

"Solo Contigo" no Theatro 4 de Setembro

O show, nesta terça-feira, traz composições novas e antigas, percorrendo toda a sua consagrada trajetória.

O cantor e compositor Geraldo Azevedo é a atração nacional do Projeto Seis e Meia, nesta terça-feira (15), no Theatro 4 de Setembro. O artista traz a Teresina o show "Solo Contigo". Conhecido pelos inúmeros sucessos, em sua voz e na de outros grandes intérpretes, Geraldo Azevedo fará show em Piripiri, dia 16, e em Parnaíba, dia 17, também pelo Projeto Seis e Meia, que foi descentralizado para contemplar outras praças. No repertório do artista as composições lançadas no seu mais recente DVD "Solo Contigo", misturando novas e antigas canções que só acentuam sua criatividade e talento. 

Intimista e delicada, a apresentação de “Solo contigo” tem um clima aconchegante, envolvendo e emocionando a plateia com seu repertório variado, onde não falta espaço para os grandes sucessos e músicas inéditas de Geraldo Azevedo. 

Acompanhado de seu violão, o cantor passeia por mais de cinco décadas de composições, apresentando desde sucessos do início de sua carreira até canções do seu último álbum, "Salve São Francisco", incluindo também algumas músicas inéditas, como "Amor Antigramático" (composta por Geraldo a partir de poema de Mário Lago), e uma homenagem a Luiz Melodia, com "Estácio, Eu e Você". Entre os sucessos, "Bicho de Sete Cabeças" (Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Renato Rocha), "Dia Branco" (Geraldo Azevedo e Renato Rocha) e "Táxi Lunar" (Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Alceu Valença) estão no repertório. 


Foto: Divulgação

Nascido na cidade de Petrolina, coração do sertão pernambucano, em 11 de janeiro de 1945, Geraldo Azevedo cresceu em família humilde, mas culturalmente abastada, o que garantiu uma infância cheia de boas referências. Ganhou seu primeiro violão – um presente do pai, José Amorim, confeccionado manualmente por ele mesmo – já aos cinco anos de idade. O início da vida, cunhado em um ambiente simpático à musica e à cultura, acabou determinando o destino daquele que se tornaria um dos grandes embaixadores da Música Popular Brasileira. 

Para quem não sabe, em 1972, ele grava o primeiro disco, mas em dupla com seu conterrâneo Alceu Valença: “Alceu Valença & Geraldo Azevedo”. Com influência da psicodelia, o disco apresenta os sucessos ‘Novena’ (Geraldo Azevedo/Marcus Vinicius) e ‘Talismã’ (Alceu Valença/ Geraldo Azevedo). Sua carreira solo começa em 1974 com ‘Caravana’ (Alceu Valença/ Geraldo Azevedo), e daí vieram muitos outros sucessos.

12 de outubro de 2019

“Magic Day” faz a alegria de centenas de pessoas em Teresina

“Magic Day” faz a alegria de centenas de pessoas em Teresina

A ação contou com a participação de mais de 2 mil voluntários que fazem a alegria de crianças que enfrentam tumores ou câncer em hospitais da capital.

Crianças, jovens e adultos participaram neste sábado (12), da 5ª edição do Magic Day, desfile que reúne anualmente diversos personagens de desenhos animados, super-heróis e da literatura infantil numa grande corrente do bem. Organizado pela Rede Feminina de Combate ao Câncer do Piauí (RFCC-PI) para comemorar o Dia das Crianças em Teresina, a ação contou com a participação de mais de 2 mil voluntários que fazem a alegria de crianças que enfrentam tumores ou câncer em hospitais da capital.

Magic Day reune centenas de pessoas no Centro de Teresina. Foto: O Dia

O desfile começou às 19h30h, em frente ao Hospital Infantil Lucídio Portela, seguindo em direção ao Hospital São Marcos e finalizando o percurso em frente ao Hospital Santa Maria. Como nos anos anteriores, um helicóptero sobrevoou o local e trouxe heróis conhecidos da criançada, que em seguida escalaram as paredes do Hospital Infantil, momento que emocionou e levou sorrisos aos pacientes oncológicos e o público que compareceu ao evento.

Heróis chegam de helicóptero no Magic Day. Foto: Elias Fontenele

Voluntária desde 2012, Solange da Silva Lima, conta que todos os anos o evento traz uma emoção diferente. “Cada ano é uma emoção diferente porque todos os anos o Magic Day traz atividades diferentes. No ano passado eu estava distribuindo água, hoje estrou distribuindo creme dental para todos. Não tenho palavras para descrever a emoção de ser voluntária”, disse.

Daniele de Figueredo, mãe do Davi Emanuel, de 7 anos, acompanha filho em tratamento contra sarcoma, tipo de câncer que ataca os tecidos conjuntivos do organismo. Por causa da doença, o garoto teve que amputar o braço e esteve pela primeira vez no Magic Day.

Daniele de Figueredo se emociona ao falar do tratamento do filho. Elias Fontenele

“A sensação de estar aqui é maravilhosa. É a primeira vez que nós dois estamos vivenciamos essa magia toda e estamos adorando. Ele teve que amputar o braço e agora ele luta contra o câncer no pulmão. Esse evento é bom muito porque tira eles pelo menos um dia do ambiente hospitalar, estamos contates com tudo isso”, disse.  

Silvana Silva, que é uma das organizadoras do Magic Day, disse que o evento pode ajudar no tratamento das crianças que estão hospitalizadas em Teresina. “O evento faz muito bem pra eles porque eles ficam na expectativa o ano todo pra que ele aconteça. Esse clima de festa melhora o sistema imunológico, melhor o tratamento, oferece qualidade de vida e entretimento para eles mesmo estando no hospital”, explicou.  

Homem Aranha faz a alegria da criançada no Magic Day 2019. Foto: Elias Fontenele

O Magic Day já se consolidou no calendário de comemorações em alusão ao Dia da Criança em Teresina. Durante todo o ano, uma rede de voluntários se organiza para proporcionar uma tarde de surpresas e alegrias para criançada. O "Magic Day" já é visto como um dos mais belos eventos com motivos infantis em Teresina.  

Um dia para ganhar presentes, passear e brincar nos parques

Um dia para ganhar presentes, passear e brincar nos parques

A equipe de O Dia perguntou aos homenageados do data como eles desejam passar o dia das crianças.

Dia para ganhar o presente dos sonhos, viajar para algum lugar bonito, correr, passear nos parques e shoppings, ir ao circo e cinema, comer cacho-quente, pipoca, salgadinhos, tomar refrigerantes, sucos, sorvete e se divertir à beça. Assim pensa a garotada, de ambos os sexos, quando questionada sobre o que é o Dia da Criança e como gostaria de passar a data, comemorada neste sábado, 12 de outubro.

Para os entrevistados de Curumim/O Dia, a explicação de cada menino e menina sobre o Dia da Criança, a data vai além das questões comerciais, mas envolve presentes. Artur Rocha, 7 anos, cursando o 2º ano, sempre que vem a Teresina com o pai, empresário Osvaldo Júnior, não deixa de ir ao Parque da Cidadania, no bairro Cabral, zona Norte, acompanhado também da avó Vicença. "Moro em Picos, mas gosto de Teresina. E nessa data, fico na expectativa de ganhar presente e este ano, já disse aos meus pais, quero ganhar um Hoverboard", completou.

Já para Nataniele Rodrigues, 9 anos e cursando o 3º ano, a comemoração ideal para ela seria num parque de diversão com a família. Residente no bairro Promorar, na zona Sul da Capital, a menina diz que era a primeira vez que estava no Parque da Cidadania e, encantada, quer voltar ao local no Dia da Criança. "Aqui é muito bonito para brincar, se divertir. Nesse dia quero ganhar uma casinha de boneca para trazer aqui para brincar com minha coleguinha Daniele Lima", disse.

A pequena Daniele Lima, 9 anos, moradora do Parque Vitória, na zona Sul de Teresina, foi enfática. "É um dia onde as crianças têm mais atenção e carinho dos pais, e cobram deles, presentes também". Ela ainda acrescentou que sonha em ter uns patins, pedido do presente que já fez a avó Cristina, que prometeu realizar o sonho da netinha. Enquanto João Artur, deseja passar o dia passeando num dos shoppings da cidade acompanhado dos pais, para brincar em todos os brinquedos.

Irmã Dulce: a primeira santa brasileira

Irmã Dulce: a primeira santa brasileira

Neste domingo, 13 de outubro, Irmã Dulce, da Bahia, se tornará a primeira santa nascida no Brasil, após a sua canonização no Vaticano

Em vida, Irmã Dulce já era chamada a "Santa da Bahia" ou "O Anjo Bom da Bahia". A sua dedicação aos pobres chamou a atenção do mundo. Todo o seu serviço era em favor dos "pobres mais pobres", como ela se referia aos acolhidos por ela. Segunda filha do dentista Augusto Lopes Pontes, e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes, ao nascer em 26 de maio de 1914, em Salvador, Irmã Dulce recebeu o nome de Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes. 

A vocação para trabalhar em benefício da população carente teve a influência direta da família, uma herança do pai que ela levou adiante, com o apoio decisivo da irmã, Dulcinha. Aos 13 anos, graças a seu destemor e senso de justiça, Irmã Dulce passou a acolher mendigos e doentes em sua casa, transformando a residência da família – na Rua da Independência, 61, no bairro de Nazaré, num centro de atendimento. A casa ficou conhecida como ‘A Portaria de São Francisco’, tal o número de carentes que se aglomeravam a sua porta. O desejo de se dedicar à vida religiosa surgiu quando de uma visita sua, acompanhada por uma tia, a uma área de pessoas muito carentes.


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Logo após a sua formatura como professora, em 8 de fevereiro de 1933, Maria Rita entra então para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe. Em 13 de agosto de 1933, recebe o hábito de freira das Irmãs Missionárias e adota, em homenagem a sua mãe, o nome de Irmã Dulce. 

Em 1980, durante a primeira visita do Papa João Paulo II no Brasil, Irmã Dulce foi convidada a subir no altar e recebeu do Papa um terço. Em 2000 recebeu do Papa João Paulo II o título de "Serva de Deus". Foram mais de 50 anos dedicados a dar assistência aos doentes, pobres e necessitados.  No dia 20 de outubro de 1991, ela recebeu a visita do Papa João Paulo II para receber a benção e a extrema-unção. Ela faleceu em Salvador, no dia 13 de março de 1992. Seus restos mortais estão enterrados na Capela do Hospital Santo Antônio. 

Em outubro de 2010, o Vaticano confirmou um milagre atribuído à religiosa baiana: a recuperação de uma mulher desenganada depois do parto. A cerimônia de beatificação foi em Salvador, no dia 22 de maio de 2011, presidida pelo Arcebispo Emérito de Salvador, Dom Geraldo Majella Agnelo, enviado do Papa Bento XVI. Como foi também comprovado um segundo milagre, Irmã Dulce recebeu a decisão de ser canonizada.

No dia 14 de maio de 2019, o Vaticano reconheceu o segundo milagre de Irmã Dulce, que será proclamada Santa, informou o Vaticano. O milagre ocorreu com uma pessoa cega que pediu ajuda à Irmã Dulce e acordou enxergando.

11 de outubro de 2019

Em discussão, aspectos arquitetônicos da Avenida Frei Serafim

Em discussão, aspectos arquitetônicos da Avenida Frei Serafim

Trabalhos acadêmicos levantam discussões acerca das transformações no cenário urbano da cidade.

Em mais uma edição, o evento #vemprocentro, promovido por uma faculdade particular de Teresina, na quinta- feira (10), discutiu aspectos culturais, arquitetônicos e urbanísticos da Avenida Frei Serafim, com exposição de trabalhos e levantando discussões acerca das transformações da cidade. 

Na ocasião, a arquiteta urbanista Claudiana Cruz fez a palestra de abertura. Em conjunto com estudantes, ela desenvolve uma pesquisa para entender o significado que a Avenida Frei Serafim para as pessoas que passam pelo local. “Observamos, a gente vê quem frequenta, identificamos espaços, a gente tem visto uma transformação que não é mais no ritmo de antes, mas há muitas estruturas são obstruídas e ocupadas por carros, o que é ruim para a qualidade urbana, pois a avenida reflete não só a mobilidade, mas um processo de vivência, de cultura para as pessoas”, pontua a pesquisadora, afirmando que é preciso entender e questionar “O que queremos para a Frei Serafim no futuro?”.

Claudiana Cruz alerta que do ponto de vista histórico dos imóveis, as mudanças são drásticas e ocorrem de três formas: ou o prédio permanece e é apenas substituído o uso; ou ele é totalmente revertido, encapado, ou ele é totalmente destruído para dar lugar a outra coisa. A arquiteta urbanista lamenta que as novas construções não qualificam a avenida, pois se tratam de construções passageiras, sem permanência, e ligadas apenas ao viés econômico. 


Lara Lopes diz que a intenção é conscientizar para o problema - Foto: João Magalhães/O Dia

“Um supermercado, por exemplo, destruiu uma presença histórica, constrói um superequipamento e quando fecha ninguém sabe o que vai ser. Se a gente foca só na questão econômica, pontual, em construções temporárias, tem o benefício porque faz parte da dinâmica da cidade e do trabalho, mas perdemos a história, as identificações de lugar, de pertencimento, memória, não vai gerar valor agregado na cidade. Nós precisamos qualificar estes espaços”, argumenta. 

O presidente do CAU/PI, Wellington Camarço, afirmou durante o evento que é preciso ressaltar que o foco da Arquitetura e Urbanismo é sempre as pessoas. “A Frei Serafim já passou por muitas transformações e ainda passará por várias, o importante é lembrar que o mais importante é o ser humano, é pra ele que a Arquitetura e Urbanismo deve servir”, informou. 

A coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da faculdade promotora do evento, professora Lara Lopes, explicou que a intenção do #vemprocentro é mostrar para os estudantes que a formação não deve ser exclusiva para desempenhar projetos de arquiteturas, mas também acompanhar as transformações nas cidades e mostrar o papel dos profissionais na melhoria da qualidade de vida das pessoas nos centros urbanos.

Um sonho de criança: 5ª edição do Magic Day acontece neste sábado

Um sonho de criança: 5ª edição do Magic Day acontece neste sábado

Momentos de encantamento para crianças e adultos: assim pode ser definido o Magic Day.

Um desfile que instiga a imaginação de adultos e crianças, com a fantasia que transforma a realidade em um sonho dourado, com seus príncipes, princesas e personagens outros que povoam a imaginação lúdica de gerações: é o Magic Day, já em sua 5ª edição, que acontece amanhã, 12 de outubro (sábado), a partir das 16h, em frente ao Hospital Infantil Lucídio Portela, seguindo em direção ao Hospital São Marcos, finalizando o percurso em frente ao Hospital Santa Maria. Super-heróis e personagens de desenhos animados e da literatura infantil, como em anos anteriores, deverão emocionar os pacientes oncológicos e a sociedade em geral, que comparece, entusiasticamente, a esse acontecimento anual, promovido pela Rede Feminina de Combate ao Câncer do Piauí (RFCC-PI).

 


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O espetáculo a céu aberto já se consagrou no calendário de comemorações em alusão ao Dia da Criança. A grande rede de voluntários se organiza há meses para proporcionar uma experiência única repleta de surpresas e alegria. Para esta edição, o evento está recheado de novidades como uma queima de fogos especial, a participação da Cavalaria de Teresina, malabaristas, a tirolesa e o carro alegórico, além de outros elementos e personagens que participarão pela primeira vez do espetáculo. 


Um dos momentos mais esperados é a descida de rapel de super-heróis - Foto: Divulgação

O público poderá assistir, quando da duração do desfile, às apresentações de dançarinos de ballet, desfile de carros antigos e motos, além de interagir com os personagens encantados e se divertir com diversos grupos que se dedicam a despertar os mais sinceros sorrisos das crianças. O evento contará com camarotes preparados para proporcionar mais conforto, visibilidade e segurança às crianças que estão internadas e em tratamento, bem como de seus acompanhantes. 

Como tem ocorrido em anos anteriores, um helicóptero sobrevoará o local do evento trazendo o Homem Aranha, o Super-Homem, a Mulher Maravilha e a Mulher Gato. Os personagens visitarão as crianças internadas no Hospital São Marcos, despertando nelas a alegria, felicidade e encantamento. Em seguida, os super- -heróis darão início à escalada nas paredes do Hospital Infantil, emocionando as crianças e os adultos presentes no local. O "Magic Day" já é visto como um dos mais belos eventos com motivos infantis em Teresina.

10 de outubro de 2019

Cinco filmes nacionais chegam às telas dos Cinemas Teresina

Cinco filmes nacionais chegam às telas dos Cinemas Teresina

Os Cinemas Teresina será o primeiro do Brasil a exibir o documentário ‘Meu Nome é Daniel’.

O cinema nacional é destaque nas estreias da semana nos Cinemas Teresina. Três filmes brasileiros terão pré-estreia essa semana: ‘Meu Nome é Daniel’; ‘Torre das Donzelas’ e ’Morto Não Fala’, além dos lançamentos de ‘Greta’ e ‘A Noite Amarela’.

Os Cinemas Teresina será o primeiro do Brasil a exibir o documentário ‘Meu Nome é Daniel’. No dia 15 de outubro, o filme terá uma sessão com debate nos Cinemas com a presença do diretor Daniel Gonçalves. A exibição seguida de bate-papo será a partir das 19h30.

Daniel Gonçalves. (Foto: Divulgação)

O filme é o primeiro longa brasileiro dirigido por uma pessoa com deficiência. No documentário em primeira pessoa, Daniel Gonçalves, jovem cineasta carioca que nasceu com uma deficiência que nenhum médico foi capaz de diagnosticar, percorre o caminho de sua vida para tentar compreender sua condição. Através de imagens de arquivo da família e de cenas gravadas hoje em dia, vamos passear por momentos, histórias e reflexões.

“Meu Nome é Daniel’ já passou por 12 festivais nacionais e internacionais em países como Alemanha, Austrália e Holanda e recebeu diversos prêmios como Menção Honrosa Direção de Documentário no Festival do Rio 2018, Melhor longa-metragem na Mostra de Cinema de Gostoso (2018), Melhor longa-metragem pelo Júri popular na Mostra de Cinema de Tiradentes 2019 e o prêmio  “Documental Calificado a los Premios Oscar de la Academia” do Festival Internacional de Cine de Cartagena de Índias 2019 que qualificou o filme para concorrer ao Oscar de filme documentário 2020.

O também documentário ‘Torre das Donzelas’ será exibido no sábado (12), às 11h. Dirigido por Susanna Lira, o filme mostra a história em relatos carregados de emoção da ex Presidente da República Dilma Roussef e do grupo de mulheres presas com ela durante a ditadura militar na Torre das Donzelas, como era chamada a penitenciária feminina.

Já o suspense ‘Morto Não Fala’ terá pré-estreia no domingo (13), às 10h30. No filme, o plantonista de um necrotério, Stênio (Daniel de Oliveira), possui um dom paranormal de se comunicar com os mortos. Trabalhando a noite, ele já está acostumado a ouvir relatos do além. Porém, quando essas conversas revelam segredos sobre sua própria vida, o homem ativa uma maldição perigosa para si e todos a sua volta.

Outro filme nacional que chega às telas dos Cinemas Teresina é ‘Greta’. Na trama, o enfermeiro Pedro (Marco Nanini), de 70 anos, trabalha em um hospital público de Fortaleza. Sua melhor amiga é Daniela (Denise Weinberg), artista transexual que enfrenta graves problemas de saúde. Quando ela precisa ser internada, mas não encontra leito disponível, Pedro sequestra um paciente recém-chegado, Jean (Démick Lopes), e o abriga em sua casa. Inicialmente, o enfermeiro tem medo do rapaz agressivo, que se esconde da polícia por ter assassinado um homem a facadas. Depois, nasce entre eles uma relação de cumplicidade e afeto.

O terror nacional ‘A noite Amarela’ é mais um destaque do cinema brasileiro que entra em cartaz. No enredo, em um breve feriado, um grupo de jovens decide ir até uma ilha. No entanto, lá se mostra um lugar extremamente escuro tanto durante o dia, quanto à noite. Além disso, acontecimentos sinistros acontecem enquanto os amigos estão por lá.

O novo filme de Will Smith é outra novidade dessa semana. No longa ‘Projeto Gemini’, Henry Brogan (Will Smith) é o melhor assassino profissional do mundo, com uma taxa de sucesso maior do que de qualquer outro, mas, quando decide se aposentar, acaba se tornando um alvo da Agência de Inteligência de Defesa dos Estados Unidos, para quem trabalhava anteriormente. Enquanto luta para se manter vivo, ele se depara com um clone de si mesmo e descobre que as ações do governo americano são para esconder um grande segredo, que só Brogan, com toda sua experiência, é capaz de desmascarar.